O Valor Econômico publica hoje um especial sobre Previdência Privada, que avalia a volatilidade adicional à indústria da previdência diante do quadro macroeconômico do Brasil, mas não foi o suficiente para brecar o crescimento do segmento. Apesar de representar queda de 34% em relação ao registrado no mesmo período de 2017, refletindo os efeitos da crise econômica, esse é um mercado ainda pouco desenvolvido no Brasil comparativamente a outros países, o que leva seus principais agentes a se manter otimistas em relação ao futuro.
Não há um modelo perfeito de reforma da Previdência. Nem entre os defendidos por economistas locais, nem em outros países que possam ser adaptados para o Brasil. Mas certamente é preciso inovar e modernizar o atual sistema previdenciário para o equilíbrio econômico e social das futuras gerações. “A previdência é deficitária, compromete a capacidade de o país crescer. Como ela não arrecada o suficiente para pagar os benefícios, os governos tiram recursos dos impostos”, diz o presidente da FenaPrevi, Edson Franco. Ele acrescenta que o custo do financiamento das mudanças sugeridas ainda está sendo levantado. “Mas estará detalhado na versão que será entregue ao novo presidente do Brasil.
Outra matéria, sobre portabilidade, mostra que os investidores estão atentos aos impactos da queda da taxa de juros na rentabilidade dos planos de previdência. Afinal, um ponto percentual pode fazer grande diferença em um investimento de longo


















