O BTG Pactual recebeu autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para operar como Sociedade Seguradora de Propósito Específico (SSPE) e emitir Letras de Risco de Seguro e Resseguro (LRS), informa o Valor.
Esse tipo de título é inspirado nos “insurance linked securities” (ILS), que têm um mercado consolidado mundo afora, de mais de US$ 150 bilhões, e incluem os chamados títulos de catástrofe.
O principal objetivo da LRS é proporcionar capacidade adicional de resseguro ao mercado, atuando em segmentos com colocação mais restrita, como catástrofes, agro e garantia financeira. A ideia é, através do título, conseguir transferir parte do risco para investidores do mercado de capitais.
Até agora, outras duas SSPEs foram autorizadas pela Susep para emitir as letras. AAndrina, ligada ao IRB(Re), fez a primeira operação do mercado em maio de 2025, de R$ 33,7 milhões. Depois disso, a Galapagos SSPE, fez três emissões, sendo a mais recente em maio deste ano, em uma operação que envolveu Avla Seguros, a Tivio Capital e a fintech Marvin e movimentou R$ 126 milhões..
Além de Andrina e Galapagos, a Ariel SSPE foi criada de forma independente e obteve a licença prévia da Susep em dezembro de 2025, sendo autorizada a operar em fase de homologação, segundo informações do site da companhia.
























