Thinkseg ajuda a economizar com o seguro automóvel

Com menos deslocamentos de motoristas pelas ruas, sistema dinâmico do seguro auto Pay Per Use deixa preço do quilômetro rodado até 40% menor

Fonte: Thinkseg

Nesse momento difícil, em que os brasileiros só podem circular pelas ruas para comprar comida, remédios ou para ter acesso aos hospitais, o Grupo Thinkseg anuncia menor valor no seguro automóvel. Baseado no modelo de inteligência artificial, somado a uma decisão da empresa, o cliente Thinkseg passa a pagar entre 30% e 40% menos no quilômetro rodado.

O seguro auto Pay Per Use (PPU) tem um sistema dinâmico. Diante da mudança de comportamento no deslocamento dos motoristas pelas ruas, houve a redução automática do preço de cada quilômetro (km) rodado. O desconto calculado está entre 30% a 40%. O preço de cada quilômetro é estabelecido, dentre outras variáveis, conforme o CEP de circulação do motorista.

No PPU, o quilômetro com seguro pode custar, em média, 20 centavos, por exemplo, em algumas regiões do País. Quem cotar no site da Thinkseg, a partir desta semana, já vai ver os valores atualizados com o desconto automático. Para quem já é cliente, o valor reduzido do quilômetro estará disponível já no próximo mês. 

A estimativa é de que esse seguro ofereça uma economia de até 60% no preço do seguro automóvel pago pelos motoristas que usam pouco o veículo. “Com a restrição das atividades, por conta do coronavírus (covid-19), a pessoas vão ganhar menos e querem reduzir despesas desnecessárias”, explica o CEO do Grupo Thinkseg, Andre Gregori. “Estamos nos adaptando a uma nova realidade. Por isso, oferecemos um preço justo de seguro às pessoas. Quem usar o carro, vai pagar o seguro com mais descontos neste momento”, completa.

Por meio do aplicativo Thinkseg (app Thinkseg), é possível acompanhar o número de motoristas que estão se descolando no País e, assim, ocorre o ajuste dinâmico do preço de cada quilômetro. “Quanto menor a locomoção de veículos, o preço do quilômetro cai. É o momento sendo ajustado ao bolso de cada um”, diz Gregori.

Após a contratação do PPU, 100% online na Thinkseg, o motorista recebe o convite para fazer o download do app Thinkseg.  Quando logado no smartphone do motorista, o app avalia o modo de condução do veículo por meio de sete variáveis: aceleração, velocidade, frenagens, viradas, uso do celular na direção, horário e local onde trafega.  Segurado, com bom comportamento no volante, ganha pontos. 

O modelo de seguro automóvel Pay Per Use (pague pelo uso) foi lançado no Brasil em novembro passado, em parceria com a seguradora itialiana Generali.  O seguro PPU é completo e aceita veículos com valor mínimo de R$ 20 mil e máximo de R$ 300 mil, presentes na tabela Fipe, de acordo com a política de aceitação da plataforma. Os modelos de autos podem ser nacionais e importados, com ou sem blindagem, em todo o território nacional. 

Além de cobertura para roubos e furtos, seguindo os preços da Tabela Fipe, o seguro auto Pay Per Use também oferece cobre acidentes de qualquer tamanho. O PPU tem ainda parcerias com cerca de 4 mil oficinas e uma rede para atendimento de serviços de socorro mecânico, guincho, reboque e reparos gerais  (vidro, farol, lanterna, retrovisor e para-choque). E o cliente faz tudo pelo aplicativo.

É a primeira vez que esse modelo de seguro é adotado no Brasil. Em países da Europa, e nos Estados Unidos, modelos parecidos tem passado a serem determinantes na oferta de seguros.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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