Algo próximo de R$ 100 milhões. Esse é o calculo aproximado dos valores roubados em seis assaltos a empresas de transporte de valores e sedes de instituições financeiras neste ano. Praticamente todos eles contavam com uma apólice de seguros. Os atos de violência geraram uma reunião de emergência entre corretores, seguradores e resseguradores, que buscam formas de mitigar o risco e assim evitar a ocorrência de novos episódios como esse, que acabam por financiar novas investidas das quadrilhas organizadas.
Um dos ataques mais recentes noticiado pela imprensa foi no dia 14 de março, quando cerca de 20 bandidos, fortemente armados, atacaram a base da Protege, empresa de transporte de valores, localizada no bairro São Bernardo, em Campinas (SP). O assalto levou pânico aos moradores vizinhos na madrugada do dia 14 de março. Houve intensa troca de tiros, descrita por testemunhas como um cenário de guerra. Os ladrões teriam levado cerca de R$ 50 milhões da empresa, segundo estimativa não oficial obtida pela EPTV, afiliada da TV Globo.
“Estamos nos reunindo com profissionais da Espanha e da Itália, que já enfrentaram o agravamento de roubo de valores diante de um período de economia em recessão e embate político. O objetivo é criar mecanismos de segurança para evitar mais armamento”, comentou um corretor especializado em transporte de valores que pediu anonimato. Segundo relatos de policiais envolvidos nas investigações, os valores são usados para despesas com novos assaltos. Nas planilhas de custo há valores para construir tuneis, pontes, contratar engenheiros, motoristas, aviões. Um esquema sofisticado e assustador.
“Só a polícia pode mitigar esse risco. No caso de uma explosão ou incêndio em uma empresa podemos criar um plano de gerenciamento de risco, investir em treinamento, hidrantes, rotas de fuga entre outras medidas para evitar a recorrência do acidente. Mas para enfrentar bandidos fortemente armados como vimos nesses eventos, o que fazer?”, questiona um segurador. Uma das medidas já adotadas e que ajudou a reduzir o prejuízo em um dos assaltos recentes foi a cortina de fumaça. “Os ladrões levaram apenas 25% dos valores que estavam no cofre porque a cortina de fumaça foi disparada”, comentou um corretor, com base nas declarações colhidas pelos investigadores.
Boa parte dos contratos de transportes e armazenamento de valores é ressegurado no exterior. A grande preocupação dos resseguradores é que a crise econômica brasileira persista, agravando o atual cenário de violência. “O seguro existe para proteger nossos clientes, mas num cenário como esse que temos vivido, os resseguradores acabam perdendo o apetite pelo segmento por não verem perspectivas de mudança no médio prazo”, disse. E sem o apoio do resseguro, dificilmente uma seguradora vai atuar no segmento.



















Baseado nesta matéria queria saber qual o caminho que tenho para chegar as empresas que estão realizando os seguros para as empresas de transportes de valores, pois estamos finalizando um projeto de quase dois anos de investimento de um sistema para proteção de cofres, fixos e veiculares que são de ultima geração que pode trazer um ganho de segurança muito expressivo para estas empresas e também para transportes de carga que hoje também esta sofrendo demais com este cenário nacional, vocês teriam como me informar, ou nos orientar de como posso entrar em contato com estas empresas para podermos demonstrar nossa solução.