Telemetria induz motorista a dirigir melhor, segundo Zurich

Zurich telemetria

Ismael José de Andrade Junior, superintendente de Estratégia e Inovação da Zurich, foi um dos palestrantes do evento CQCS Inovation, que acontece entre 12 e 13 de junho em São Paulo. “Na Zurich, utilizamos telemetria no aplicativo Zurich Driver, que lançamos recentemente para os nossos clientes de seguro Auto. Ele funciona por meio de sensores já existentes no próprio telefone celular que registram de forma automática o comportamento do condutor do veículo. É uma importante contribuição para um trânsito mais seguro e prevenção de acidentes”, comenta. Ele falou com o blog Sonho Seguro sobre o tema:

O uso da telemetria no Brasil está apenas começando. O que espera deste movimento aqui comparando com a experiência mundial?

Na Zurich, esperamos que a telemetria ajude nossos clientes a serem melhores motoristas, promovendo assim um trânsito mais consciente nas ruas e estradas. Melhorando o seu estilo de condução, nosso cliente reduz o risco de potenciais acidentes. Também criamos um sistema de pontuação para estimar e reconhecer os melhores motoristas. Avaliamos a performance dos nossos clientes com base em 5 parâmetros: condução distraída, velocidade, frenagem, aceleração e curvas. No final chegamos em uma pontuação geral que combina os parâmetros de condução distraída, velocidade, frenagem, aceleração e curvas. Tudo isso é possível com o uso da telemetria.

Tem exemplos de países que já usam e os resultados obtidos?

A Zurich atua em mais de 210 países e territórios e somos a primeira unidade no mundo a utilizar a telemetria. O uso da Telemetria em seguros é muito recente não apenas aqui no Brasil como também em outros países.

Qual o resultado já obtido pela Zurich com o aplicativo?

Lançamos nosso aplicativo em abril deste ano e estamos muito felizes com os resultados obtidos neste curto espaço de tempo. Já temos uma quantidade substancial de clientes usando o Zurich Driver e estamos aprendendo bastante com todos os feedbacks que temos recebidos. Vemos que há um grande engajamento dos clientes e todos enxergam com bons olhos o nosso propósito.

Os consumidores têm resistência a aderir a esse tipo de aplicativo. Já fizeram pesquisas para saber o motivo de tal resistência?

Não observamos este tipo de comportamento em nossos clientes, muito pelo contrário. Já temos relatos de clientes que mudaram o comportamento no trânsito por causa do aplicativo, deixando de usar, por exemplo, o celular durante a direção ou até mesmo realizando curvas com mais cuidado.

Quais as estratégias para elevar o número de adesão ao app?

Nossa equipe comercial e a rede de corretores estão nos ajudando a contar os benefícios do Zurich Driver aos nossos clientes. Além disso, temos utilizado nossos portais na internet e materiais de comunicação enviados aos clientes.

AI da TEx vai muito além do multicálculo em seguros

Tex quer inovar seguros

Fiquei fã desta empresa. TEx. Talvez você não se lembre deles dessa forma, mas com certeza conhece o Teleport, principal produto na prateleira. Tem tudo o que um jornalista ama: conteúdo. E tudo o que um cliente digital espera: gestão, inovação, comprometimento. Faça qualquer pergunta para o CEO Omar Ajame ou para o COO Emir Zanatto sobre o mercado segurador e terá uma resposta interessante. O momento é tão promissor, que a empresa saltou de 50 funcionários para mais de 100 num curto espaço de tempo. O que é muito para uma insurtech que atende Corretoras e Seguradoras e não clientes finais.

O Teleport começou a ser desenvolvido em 2008 e a empresa nasceu em 2009, tendo o cliente no centro da estratégia. E se dispôs a trabalhar em um mercado conservador e fechado. E por que apostaram e se dedicaram tanto nesses 10 anos? Por que já calculavam o potencial do setor, que, segundo os empreendedores, é gigantesco. Não só em seguros, pois ninguém sabe o que será deste tradicional mercado no final da próxima década. Mas sabiam que depois da Apple, uma das primeiras a colocar o cliente no centro da estratégia, os consumidores ficaram viciados em agilidade, facilidade, proteção, respeito e inovação.

Quer ver como eles têm respostas interessantes sobre o setor? Leia:

O que é a TEx?

Somos a empresa de tecnologia líder de mercado em soluções online para corretoras e seguradoras. A empresa começou em 2009, com o Teleport, uma plataforma de gestão e multicálculo, que já nasceu 100% web. Em vez do corretor entrar no site de cada seguradora, respondendo quase 30 perguntas, ele entra apenas no Teleport e tem cotações online de até 20 seguradoras. Antes, as Corretoras levavam em média uma hora para cotar o seguro em cinco ou seis seguradoras. Esse processo pode ser feito hoje pelo Teleport em 5 minutos cotando até 20 seguradoras.

Ou seja, vocês criaram um cotador multicálculo há dez anos, algo que começa a fazer sucesso há um ano no mercado, com dezenas de startups chegando para disputar uma fatia disso?

Omar Ajame: Sim, é isso. Começamos em 2009, quando corretoras e seguradoras não tinham nenhuma integração em termos de tecnologia e sistemas. O Ivo Zanatto (pai do Omar e Emir), era corretor de seguros conhecia bem as dores e necessidades do mercado. Foi quando começamos a trabalhar no Teleport, inicialmente ainda dentro da Corretora dele, mas já objetivando atender todo o mercado. O plano era criar o primeiro sistema totalmente web para Corretoras de Seguros e que integrasse gestão de clientes e apólices e multicálculo integrado às seguradoras numa única plataforma. Nós sempre nos preocupamos em garantir o sucesso dos corretores, o sucesso das seguradoras e com isso os segurados serem bem atendidos. Nunca aceitamos um modelo que só fosse bom para os corretores ou só para as seguradoras. Um dos segredos do Teleport ter crescido tão rápido, foi constantemente defendermos de forma equilibrado os interesses dos nossos clientes e parceiros. Sempre soubemos que para termos sucesso, precisávamos garantir o sucesso deles.

E como vocês faziam a conexão dos corretores e seguradoras para ofertar preços para os clientes pelas APIs?

Emir Zanatto: Começamos antes das APIs, também chamadas de WebServices, se tornarem difundidas. No início, utilizávamos motores de cálculo via DLL, uma espécie de API offline, que rodava localmente nos nossos servidores, fornecidas diretamente pelas Seguradoras. Este modelo gerava algumas dificuldades e até potenciais riscos para as Seguradoras e há cerca de 8 anos começou a ser substituído pelas APIs de cálculo. Desde então, usamos apenas APIs, homologadas pelas Seguradoras e somos a única empresa do mercado a garantir em contrato 100% de precisão e confiabilidade nos cálculos feitos pelo Teleport. O nosso modelo contrasta com as empresas que oferecem multicálculos do tipo “robô”, que fazem integrações forçadas com os sites das Seguradoras, sem autorização, sem acompanhamento e sem apoio das seguradoras, na maioria das vezes oferecendo uma parte bastante pequena das cláusulas e coberturas oferecidas pelas Seguradoras e por isso limitando sua competitividade.

Hoje, como vocês definem a TEx, como uma corretora online, uma seguradora online, uma insurtech?

Omar Ajame: A TEx não é uma Corretora e nem uma Seguradora online e nem nunca será. Somos uma insurtech B2B e criamos plataformas tecnológicas que permitem que Corretoras e Seguradoras operem de forma online, sejam mais digitais, mais integradas e vendam mais. O nosso modelo é inclusivo, não exclusivo, e atendemos Corretoras de todos os portes, desde 1 usuário até grandes operações, muitas com mais de 500 usuários. Também atendemos todos os tipos de Corretoras: tradicionais, multinacionais, grupos de corretoras, online, concessionárias, montadoras e bancos. Mais recentemente, lançamos uma plataforma de inteligência de mercado voltada inicialmente para Seguradoras e em breve também para as Corretoras.

Tem algum volume de processamento diário para nos dar noção dos dados que tem em casa?

Omar Ajame: As Corretoras que utilizam o TELEPORT transacionam mais de R$ 3 bilhões em prêmios de seguro por ano, quase 10% de todas as apólices de automóvel vendidas no Brasil. Por mês, são mais de 2,2 milhões de MultiCálculos, é a maior plataforma de seguros do Brasil, disparado. Cerca de 80% do volume transacionados pelas APIs (webservices) das Seguradoras, são originados pelo TELEPORT, quatro vezes mais do que todos os demais sistemas e corretoras online somados!

Se eu quiser saber quantos carros estão segurados em todo o pais, qual o preço em determinadas regiões, qual o público que mais cota seguro, qual a comissão do corretor você tem a resposta? Em quanto tempo?

Emir Zanatto: Com a nova plataforma TEx Analytics, que utiliza dados conjuntos, anônimos e indistintos da plataforma, é possível responder em tempo real a todas essas perguntas. Em menos de 1 ano desde que lançamos este novo produto, ele já é utilizado por 50% das Seguradoras que operam no ramo de automóvel. Levamos cerca de 7 anos para conquistar a liderança no mercado de softwares para corretoras de seguros, mas depois de 9 anos de TEx, levamos apenas 1 ano desde o lançamento do TEx Analytics para deter 50% de market share em soluções de inteligência de mercado para Seguradoras. A nossa curva de crescimento e a importância da TEx para o mercado tem sido cada vez maiores.

Atuando há dez anos, vocês devem ter uma boa base de dados para contribuir muito com a gestão da carteira das seguradoras, não?

Omar Ajame: Sim. Mas vale lembrar que não compartilhamos dados pessoais de segurados ou corretoras com nenhum terceiro, nem mesmo com a Seguradora. O que oferecemos são dados agregados e anônimos, que geram inteligência, mas garantindo a total privacidade das pessoas e dos negócios. É um modelo extremamente inovador e difícil de criar, mas foi exatamente o que fizemos. Tanto para que as Seguradoras sejam mais competitivas em todos os mercados e regiões que desejarem, quanto considerando perfis reais dos segurados, em vez de cálculos fictícios que era o que era usado anteriormente. Os dados também são quase online, com apenas 1 dia de delay, versus mais de 30 dias das soluções que existiam antes. Isso melhora o mercado e ajuda a trazer mais consumidores para o setor, criando um círculo virtuoso.

A base de cliente de vocês conta com muitas seguradoras multinacionais. Isso explica o sucesso? Afinal, os multicálculos sempre foram rejeitados pelas seguradoras tradicionais. Aliás, até no ano passado algumas delas ainda resistiam. E só mudaram de ideia porque perceberam que realmente o mundo mudou e o consumidor é quem manda…

Omar Ajame: Sem dúvidas isso contribuiu no início. Mas acreditamos que o realmente definiu o sucesso da nossa plataforma, foi sempre termos tomado todas as medidas necessárias para que o nosso MultiCálculo não fosse usado para guerra de preços e sim para oferecer mais opções e mais rapidamente aos segurados. Sempre fizemos questão de oferecer os produtos completos das seguradoras, com todas as opções, cláusulas, descontos. No Teleport, cada seguradora está tão ou mais bem representada do que em seu próprio portal. Prova disso é que muitas Seguradoras possuem conversões (cálculos x vendas) superiores no Teleport às suas próprias plataformas! A mudança de mentalidade dos gestores das seguradoras, também foi catalisada pelos excelentes resultados práticos oferecidos pelo Teleport. Mitigamos todos os medos das Seguradoras e demonstramos que a integração para cálculo e vendas, se bem feita, poderia trazer apenas benefícios, mais escala, mais resultados e sem as ameaças esperadas por elas.

Além do Teleport, quais outros produtos já são ofertados para corretores e seguradoras?

Emir Zanatto: Vale lembrar que agora o Teleport está disponível a partir de 1 usuário, inclusive com MultiCálculo. Realmente todo corretor pode ter o Teleport hoje. Além dele possuímos também o Nimble, solução integrada ao Teleport, que pode ser aplicada no site da Corretora ou de seus parceiros e transforma qualquer corretora em uma corretora online ou ainda para vender diretamente para o cliente final em canais como: worksite, operações de affinity, concessionárias de veículos e lojas de todos os tipos. E o TEx Analytics, que ajuda Seguradoras a serem mais dinâmicas e competitivas, gerando benefícios para todo o ecossistema de seguros.

E quais estão para serem lançados?

Omar Ajame: Uma parte considerável da nossa equipe é focada em inovação em tempo integral. Estamos lançando mais 3 produtos até o final do ano, lançando dezenas de novidades no TELEPORT e trazendo ao nosso MultiCálculo mais ramos de seguros, como residencial, empresarial, condomínio e vida.

Qual o papel do blockchain neste segmento?

Omar Ajame: Blockchain em seguros ainda é bastante incipiente. É importante lembrar que blockchain, tentando simplificar, é uma espécie de banco de dados aberto, descentralizado, imutável e por isso extremamente seguro. Existem diversos usos interessantes para a tecnologia. Mas ela não deve mudar a indústria do seguro, culturalmente ainda depositamos confiança em pessoas e instituições. É possível no futuro uma seguradora totalmente descentralizada? Sim, mas acreditamos que isso não está no horizonte. Também gostamos de lembrar que parte do seguro é física. Meu carro quebrou na estrada e preciso de um guincho. Precisamos trocar o meu pára-brisas que trincou. A outra, sim, é financeira. Bato o carro e quero ter uma TED na minha conta em pouco tempo. O segurado espera uma gama de serviços muito mais ampla do que a indenização em caso de acidente ou roubo.

Como vê o futuro do setor?

Emir Zanatto: Essa conversa todos tiveram nas outras revoluções. Substituiu a forca bruta e agora a intelectual. Talvez tenha um momento de crise, como quando migrou do campo para a cidade. Tudo se ajustou, serviços foram sendo criados e a sociedade acabou florescendo. A capacidade do ser humano de se reinventar é latente. Nao é so pagar sinistro. Tem questão de gestão rápida, atração de talentos. A AI pode resolver muitas complexidades. Por isso acredito que todas as empresas serão mais de tecnologia do que sua atividade afim.

E as seguradoras vão sobreviver?

Omar Ajame: As seguradoras sobreviveram e evoluíram em todas as revoluções industriais. Certamente passarão, sobreviverão e se tornarão ainda mais fortes e presentes na vida das pessoas. Não vejo um robô vendendo para outro robô. Isso faria algum sentido? Ferramentas e inovações tecnológicas aumentam nossas capacidades, nos permitem enxergar e atuar mais longe e com mais eficiência. Mas no final do dia, temos pessoas e bens que precisam ser segurados. E temos uma inifinitude de coberturas possíveis, que dependem de uma análise detalhada das necessidades e expectativas de pessoas e empresas. E também, talvez principalmente, de uma correta avaliação do risco. O futuro sempre será incerto, mas há muito mais oportunidades que ameaças. Seguradoras devem criar o futuro que desejam, ser mais tecnológicas e mais ágeis e não esperar para que outsiders potencialmente possam entrar neste mercado. Já estamos vendo isso acontecendo em todos os mercados, inclusive no nosso.

É o fim do corretor de seguros?

Omar Ajame: Não. Como filho de um Corretor de Seguros, ouço que essa profissão vai acabar há pelo 30 anos e nunca houve tantos corretores no Brasil. Estamos no começo de uma nova era para Corretores e Seguradoras. Todos os setores e profissões estão sendo transformados pela tecnologia e se adaptar é justamente o garante a sobrevivência de espécies, profissões e setores. Todos os players em seguros serão insurtechs, o que não quer dizer que todos competirão entre si. Pelo contrário, a tendência mundial em iniciativas como Open Insurance, é permitir interconectividade entre os vários players para que soluções inovadoras possam emergir com muito mais velocidade. Nem a Apple, nem o Google e nem nenhuma empresa do mundo são capazes de criar todos os apps possíveis e imagináveis para suas plataformas, por isso, possuem APIs e ambientes de desenvolvimento que permitem que qualquer desenvolvedor do mundo lance o próximo Airbnb, o próximo Spotify ou o próximo Uber. Quem tiver sucesso, estará rodando em suas plataformas e eles também serão beneficiados. No mercado de seguros e no mercado financeiro, ocorrerá exatamente a mesma coisa. Ameaças sempre existirão, mas nunca houve tanta oportunidade no mercado segurador e tanta infraestrutura para permitir que essas oportunidades sejam atendidas com agilidade e escala.

Lembramos ainda que as mudanças nos mercados passam pela evolução do próprio consumidor. A maioria das pessoas têm um conhecimento extremamente baixo em assuntos financeiros, incluindo seguros. As pessoas ainda precisam e querem especialistas, pessoas que têm o conhecimento e a experiência que elas nem possuem e nem querem possuir e podem lhes ajudar a, com menor esforço, ter um grau de assertividade e segurança alto. E há a questão da empatia, da educação sobre a importância de seguros que o corretor faz, de estar próximo do cliente no canal em que ele deseja ser atendido. As pessoas continuarão desejando atenção e atendimento personalizado. Devemos nos focar, em termos de atendimento ao cliente, no que não deve mudar.

Berkley Seguros assume a emissão de carta Protesto

Berkley


Fonte: Berkley

A Berkley Seguros internalizou a emissão e envio da carta protesto para o ramo de transportes. Este processo antes de responsabilidade do corretor e segurado poderá ser realizado pela seguradora desde que esteja autorizada por meio de uma procuração.

Trata-se de um processo muito simples e de rápida solução, sem custos para o corretor e Segurado, gerando conforto e segurança nas tramitações internacionais.

Para Frank Bozic, diretor de sinistros, o segurado é beneficiado com este diferencial. “As áreas de logística e COMEX das empresas não estão familiarizadas com este tipo solicitação e obrigação prevista em apólice e ainda no código civil, artigo. 754. Esta dificuldade identificada junto ao mercado, pela exigência da emissão, envio e protocolo da carta protesto em apenas 10 dias, fomentou que gerássemos uma solução ao mercado, sem custos e de forma muito simples, assim implementamos este serviço com muita propriedade pois somos especialistas no tratamento de sinistros e ainda sabemos o quanto a emissão da carta protesto mobiliza e onera a operação de transporte da empresa”, diz Frank.

Com gestão interna, a Berkley garante todo processo de direito de regresso, realizando a o controle completo da operação. Para o corretor o ganho se dá por conta da regulação de um sinistro, desde que coberto, mais rápido, ágil e ainda no processo de futura renovação, a sinistralidade poderá ser reduzida.

Do ponto de vista do produto de Transportes, sabemos que outras seguradoras terceirizam e cobram por este serviço. Para Thiago Tardone, superintendente da área técnica de Transportes, “a Berkley tem capacidade de garantir o direito de regresso em casos de sinistros e não deixar como responsabilidade dos segurados. Vale ressaltar que este tipo de serviço não tem nenhum custo para o segurado. ”

Amil patrocina TEDxRio sobre o futuro da saúde

No dia 3 de julho, o Rio de Janeiro será palco de palestras de alto nível sobre Saúde, no teatro Oi Casa Grande. O TEDxRio “Vida em Foco – Futuro da Saúde” debaterá temas como tecnologia e inovação, blockchain, prevenção, superação e depressão – a doença do século. Serão 4 blocos de talks e conexões de pessoas que contribuem para a criação de um país melhor. Agora com nova organização, Alessandra Teixeira e Danielle Fazzi se unem a Marco Brandão. O evento terá patrocínio da Amil, operadora que tem liderado os debates sobre valor em saúde e coordenação do cuidado no Brasil.

Zurich entra no nicho de seguros para carros elétricos e híbridos

Fonte: Zurich

https://www.facebook.com/sonhoseguro/videos/378065126158090/?t=4

A Zurich anuncia hoje oficialmente que passa a oferecer seguro para carros elétricos e híbridos (tecnologia que combina motor a combustão com elétrico) com cobertura em todo território nacional. A Zurich é uma das pioneiras a oferecer esse tipo de seguro no Brasil – na Europa a seguradora já comercializa em Portugal, Suíça e Inglaterra, por exemplo. 

“Usamos a expertise que o Grupo Zurich já tem na Europa para desenvolver um produto local. Estamos em constante contato com os demais países onde atuamos. Em Portugal, nossa inspiração principal, a cobertura foi lançada em 2018”, conta Priscilla Magni, superintendente de Automóvel da Zurich.

“O uso de veículos elétricos e híbridos vem aumentado no Brasil e sabemos que esse é o futuro. O novo seguro vai de encontro com a estratégia de inovação da Zurich e as visões de longo prazo e de sustentabilidade da companhia”, completa. A novidade foi anunciada no CQCS Insurtech & Inovação 2019, que conta com patrocínio e participação da Zurich. O evento começou hoje (12) e segue até amanhã (13), em São Paulo.

A superintendente de Automóvel da Zurich explica que as coberturas têm alguns diferenciais, entre eles assistência 24 horas; parceria com rede de oficinas especializadas em carros elétricos e híbridos; e cobertura para os cabos de carregamento (opcional). Já as demais coberturas para casos de colisão, roubo e incêndio são semelhantes às do seguro de automóvel convencional (abastecidos com combustível). 

Ela também conta que o preço do seguro para carro elétrico é competitivo e bem similar ao valor do seguro para veículo convencional, e pode variar de acordo com o perfil do cliente e o modelo do automóvel. “Os carros elétricos e híbridos são pequenos, ágeis e têm boa aceitam na geração millennial”, afirma Priscilla. Sobre a expectativa de procura por esse novo seguro, o executivo está confiante que haverá uma grande procura conforme amplie a frota de carros elétricos no país.

Frota de carro elétrico e híbrido no Brasil

Segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), circulam cerca de 7.120 carros elétricos e híbridos hoje no Brasil. E dados da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores mostram que a venda de carros elétricos ou híbridos representa 0,05% do total de veículos comercializados no país. A previsão é que esse índice passe para 2,5% em 2026, quando a expectativa é a de ter 100 mil elétricos nas ruas brasileiras.

Com isso, essa frota brasileira seguirá uma tendência mundial. Um recente levantamento da Bloomberg New Energy Finance (BNEF) aponta que os veículos elétricos devem passar de 2 milhões para 56 milhões de unidades até 2040, o que constituirá mais da metade da frota de veículos no mundo. No ano passado, a projeção da BNEF era de que os modelos movidos a eletricidade pudessem representar 55% das vendas dos veículos de passeio. Já neste ano, a estimativa é de que esse número passe para 57% em duas décadas.

AIG visita diferentes cidades para promover treinamento sobre riscos em maquinário

aig maquinarios

Fonte: AIG

De maio a julho, corretores de Londrina (PR), Goiânia (GO), Ribeirão Preto (SP) e Salvador (BA) participam de treinamentos exclusivos com especicalistas da AIG sobre os diferentes riscos e modalidades de coberturas a equipamentos pesados utilizados na construção civil e atividades agroflorestais. A expectativa é ter mais de 400 profissionais capacitados sobre os Seguros Equipamentos para Linha Amarela e Linha Verde. 

“Nossa proposta é mostrar aos corretores e assessorias parceiras mais uma oportunidade de diversificar o portfólio e ampliar seus negócios com a AIG. É importante que eles estejam cada vez mais conscientes sobre os riscos dos diferentes segmentos que atuamos e, nessas regiões, a construção civil e o agronegócio são importantes motores da economia local”, explica Martin Molla, líder do Setor de Transportes (Marine) na AIG.

Durante o treinamento, Molla compartilha sinistros reais relatados por clientes segurados AIG e como a cobertura do seguro contribui para minimizar o impacto do dano. Dentre os exemplos de eventos de sinistros, ressalta o tombamento de uma máquina niveladora durante uma obra de instalação de rede de esgoto. O equipamento teve danos em sua estrutura externa, danos elétricos por alagamento e passou também por uma revisão geral para o retorno às suas atividades e recebeu quase R$ 100 mil de indenização.

Além da cobertura por acidentes, como no caso acima, os Seguros Equipamentos AIG cobrem danos de causas externas incluindo incêndio, desmoronamento total ou parcial do local onde estava o equipamento, roubo e furto qualificado, eventos da natureza, e outros ocorridos durante sua operação, estadia e transporte/traslado, conforme as condições gerais.

Também é importante considerar a possibilidade da inclusão da cobertura de Responsabilidade que nesses casos, visa amparar danos a terceiros, pois acidentes com maquinários pesados podem afetar pessoas e bens de terceiros, daí a importância de contar com a cobertura adicional. Por um problema no manuseio de um rolo compressor durante um reparo de solo, a máquina ficou desgovernada e atingindo um carro e uma casa, que teveparte de sua estrutura destruída devido ao peso e velocidade da máquina. O incidente ocasionou o acionamento da cobertura básica do seguro para Equipamentos e da apólice de RC, com indenização de R$ 64 mil.

“Conseguimos customizar as apólices de acordo com as características e atividade do segurado. Ou seja, incluindo coberturas adicionais destinadas a equipamentos arrendados e àqueles que podem ser alugados a terceiros, inclusive para amparar perdas e falta de pagamento. Outro diferencial do produto é a possibilidade de contração da cobertura para operações em proximidade da água e içamento do equipamento”, completa Molla, ao destacar os diferenciais da AIG aos corretores parceiros.

Os treinamentos a corretores realizados pela AIG são eventos presenciais exclusivos a parceiros da seguradora. Para mais informações sobre os Seguros Equipamentos e treinamentos online, acesse o Portal do Corretor AIG

GR1D chega ao mercado para impulsionar a inovação

Renato Terzi Gr1d

O executivo Renato Terzi volta ao mercado segurador com tudo. Depois de anos dedicados ao mercado, ele lançou nesta semana a GR1D Insurance, empresa de tecnologia que desenvolve plataformas, ecossistemas e soluções de Open Banking e Open Insurance. O principal produto é a plataforma de APIs, aonde uma empresa pode buscar qualquer serviço que esteja disponível no mercado e adotar para seus clientes, praticamente sem custo, pois basta fazer uma integração.

A companhia investirá R$ 30 milhões no prazo de três anos, sendo que um terço deste valor já foi consumido. “A Gr1d é a fornecedora de todos os serviços e funcionalidades que uma empresa precisa para oferecer algo novo para seus clientes. Somos uma plataforma de inovação”, conta o CEO da GR1D Insurance ao blog Sonho Seguro.

Como exemplo, ele cita uma empresa que queira transformar seu processo de preenchimento da proposta, feita em papel ou em uma tela, para uma solução que fotografa um documento do cliente, interpreta e captura todos os dados e ainda faz o enriquecimento dos dados na rede e preenche automaticamente os dados cadastrais da proposta. Este processo reduz o tempo de 20 para menos de cinco minutos e o custo para 5% do que era antes.

“Este é um caso real. E o mais poderoso é que consumiu três semanas para ser desenvolvido a um custo inferior a R$ 10 mil. Esta facilidade faz com que a empresa possa usar esta solução apenas até encontrar uma melhor. Poderá eliminar e inovar assim que encontrar qualquer solução melhor. E isto é fomento à inovação”, afirma.

Como vê a inovação no mercado segurador brasileiro?

A indústria de seguros entendeu que pode, neste novo mundo de APIs e Cloud Computing, tirar a diferença e avançar na inovação, com ímpeto de liderar o mercado. Temos profissionais muito capacitados, criativos e com vontade de tomar riscos e surfar esta nova onda em que a experiência do cliente e o uso de dados vão dominar os ambientes de sucesso. Acredito que teremos muitas novidades poderosas ainda em 2019 mas que, seguramente, seremos a indústria inovação do Brasil em dois ou três anos.  

Comparado com outros países, cite prós e contras.

O Brasil tem uma população muito habilitada para adoção de novas soluções tecnológicas, principalmente em equipamentos móveis, e de produtos. E temos um corpo de profissionais tanto em TI como em negócios, na indústria de seguros, mais engajada, mais arrojada e, principalmente, mais criativa que muitos países. Acredito que a combinação destes fatores fará com que o uso das novas tecnologias seja mais intenso no Brasil do que na maior parte dos outros países.

Como a sua empresa pode ajudar na transformação do mercado segurador no Brasil?

 A Gr1d é o Open Insurance in a box, congregando o que há de melhor no mercado em um único lugar, com facilidade de acesso e muita informação. A Plataforma da Gr1d Insurance é uma grande caixa de ferramentas que permite a todos os players da indústria – seguradoras, corretores, administradores de benefícios, assessorias, etc. – adotar microsserviços, funcionalidades, produtos, etc., com muita rapidez e baixíssimo custo, podendo inovar constantemente nas suas ofertas, produtos, experiência do cliente, entre outros.

Quais as estratégias adotadas para manter os projetos num cenário tão adverso?

Quanto mais adverso o cenário mais soluções que atendam ao cliente são necessárias para continuar competitivo. A Gr1d oferece estas ferramentas e com uma agilidade e custos muito melhores do que o mercado está acostumado. Nos projetos que já implementamos, em beta, os clientes enxergaram na Gr1d a possibilidade de fazer mais com menos, entregar melhores soluções com investimentos muito menores.Dados gerais sobre sua empresa, como investimentos recebidos, principal produto e como ela se insere na cadeia nacional de inovação.


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Susep estabelece novas regras para seguro-fiança, detalham Globo e Extra

Fonte: O Globo e Extra

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) estabeleceu regras para a comercialização do seguro-fiança, usado em aluguel de imóveis. Ele garante uma indenização ao proprietário pelos prejuízos causados por atraso de pagamento do inquilino e outros danos. Segundo a Susep, o objetivo é estimular a concorrência. Para especialistas, as normas são positivas para locadores e inquilinos.

– O mercado de fiança era carente de uma regulamentação mais firme, que pudesse tomar a relação mais transparente entre administradoras, locadoras e locatários – diz Bruno Kelly, professor da Escola Nacional de Seguros.

O seguro, que não tinha cobertura básica, passará a ter: todos os contratos deverão cobrir inadimplência de aluguel. E poderão ser oferecidas opções de cobertura para inadimplência de IPTU ou condomínio e de danos ao imóvel. O corretor do seguro não poderá ser sócio, administrador ou funcionário de imobiliária, a fim de evitar venda casada.

Pelas novas regras, o proprietário do imóvel tem de ser avisado quando o inquilino não pagar as faturas do seguro.

– Isso protege o locador. Agora, ele pode assumir as parcelas que faltam do seguro e depois acertar com o inquilino, já que a lei não determina quem deve pagar – diz Marcelo Borges, diretor da Associação Brasileira de Administradoras de Imóveis (Abadi).

As seguradoras têm 180 dias para se adequar às regras.

O que deve constar da apólice

A apólice deve incluir a identificação do garantido (inquilino), o percentual e o valor da remuneração do estipulante, se houver (pessoa física ou jurídica responsável pela apólice coletiva do seguro e que tem poderes para representar o segurado perante a seguradora).

A seguradora e o corretor de seguros, se houver, devem informar o percentual e o valor da comissão de corretagem aplicados à apólice.

Tanto o dono do imóvel quanto o inquilino devem receber uma cópia da apólice. Este somente pode ser alterada com a concordância expressa das duas partes.

Em caso de término do contrato antes do prazo

Se ocorrer o término antecipado do contrato de locação, a apólice do seguro fiança será cancelada. Se não tiver ocorrido um sinistro, o valor pago à seguradora será devolvido de forma proporcional. As duas partes podem comunicar à empresa o fim do contrato.

Correção dos valores

Os limites do contrato e o prêmio (valor) pago à seguradora devem ser atualizados pelo mesmo índice e com a mesma periodicidade do contrato de locação, devendo ser emitido o respectivo endosso. A empresa de seguro deve deixar claro, nas condições contratuais, as regras e os procedimentos a serem adotados para isso, assim como os critérios de recálculo do prêmio.

Falta de pagamento do prêmio

Cabe a quem aluga o imóvel pagar o prêmio à seguradora (valor devido pela contratação do seguro fiança). Mas a seguradora deve comunicar ao proprietário do imóvel a falta de pagamento de qualquer parcela desse prêmio. E esse dono do imóvel pode efetuar esse pagamento, na hipótese de inadimplência do inquilino, para manter a cobertura do seguro.

Sinistro antecipado

Quando for iniciada a expectativa de sinistro (primeira inadimplência do inquilino), a seguradora poderá prever o pagamento de adiantamentos ao segurado, correspondentes aos valores atrasados, até que o sinistro seja caracterizado. O dono do imóvel obriga-se a devolver à seguradora qualquer adiantamento recebido indevidamente ou em excesso.

Caracterizado o sinistro (decretação do despejo, abandono do imóvel ou entrega amigável das chaves), a indenização será calculada com base nos prejuízos verificados até a data.

Cobertura para danos físicos ao imóvel

Quando houver cobertura para danos físicos ao imóvel, se houver divergências sobre a avaliação dos problemas causados, a seguradora deve propor ao proprietário do bem a designação de um perito independente. Isso deve ser sugerido por meio de comunicação formal, no prazo máximo de 15 dias, a contar da data de contestação do interessado.

O trabalho desse profissional será pago em partes iguais, pelo dono do imóvel e pela seguradora.

Depois de 180 dias

Depois desse prazo de seis meses, as seguradoras não poderão mais comercializar contratos de seguro-fiança locatícia formatados pelo modelo antigo. Os planos à venda, hoje, deverão ser substituídos.

Além disso, os contratos em vigor que estejam em desacordo com as disposições poderão vigorar até que termine o respectivo contrato de locação.

Condições gerais

Nas condições gerais, as apólices devem informar claramente que:

– O seguro fiança locatícia é destinado à garantia dos prejuízos sofridos pelo locador em função de inadimplência do locatário.

– Que o mesmo não isenta o inquilino de nenhuma obrigação prevista no contrato.

– Que o prêmio é a contrapartida paga à seguradora para que esta assuma os riscos de inadimplência do inquilino e que o valor será devolvido a ele no fim do contrato.

– Que a falta de pagamento do prêmio poderá acarretar o ajuste do prazo de vigência da apólice, a suspensão da cobertura ou até o cancelamento.

– Que o proprietário ou o inquilino podem pedir, a qualquer tempo, que a seguradora ou o corretor de seguros, se houver, informe o percentual e o valor da comissão de corretagem.

CNseg e OIT promovem o Workshop Responsible Insurance

Fonte: CNseg

Parceiros estratégicos desde 2009, a CNseg e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), órgão da ONU que tem a missão de estabelecer padrões de trabalho, desenvolver políticas e elaborar programas que promovam a ocupação decente para todos, promovem mais uma iniciativa: o Workshop Responsible Insurance, nos dias 28 e 29 de junho, em São Paulo. O objetivo é reunir cerca de 40 profissionais de seguradoras para conhecer a metodologia da Impact Insurance Facility, dedicada a desenvolver projetos de ampliação do acesso ao seguro como mecanismo de proteção social e promoção de valor para os segurados em todo o mundo.

O evento contará com a presença do executivo Maroba Maduma, do grupo sul-africano SA Taxi Finance Holdings, seguradora que criou um produto a partir da demanda do mercado de transporte coletivo em Johanesburgo; Camyla Fonseca, especialista em  desenvolvimento de capacidades do Programa Impact Insurance da OIT; e Leonardo Lourenço, diretor de Marketing da Mongeral AEGON, profissional com sólida experiência em planos de pensão e seguro de vida. Também está confirmada a participação do executivo Patricio da Rocha Rezende Neto, que atua como Head de UX da Caixa Seguradora e faz parte do processo de transformação digital da empresa desde a criação da Youse.

O curso em São Paulo, entre outros tópicos, apresentará desafios para o design de produtos; a gestão de sinistro; os conceitos de negócios responsáveis e centrados nos clientes; o uso do marketing e da educação em seguros como instrumentos para ampliar a demanda; e, enfim, a construção de uma cadeia de valor responsável para o seguro. Na pauta, a questão de custos e do uso das tecnologias digitais para baratear os prêmios ao consumidor final, além da apresentação de casos de sucesso. 

O workshop contará com sessões em português e inglês, com tradução simultânea. Os participantes receberão certificado da Impact Insurance Facility – OIT/ONU. As vagas são limitadas e o investimento é de R$ 600,00 (ou R$300,00 para associados da CNseg). Caso haja mais inscrições do que números de vagas, os participantes serão selecionados com base na ordem de recebimento e nos critérios de diversidade de empresas e segmentos. As inscrições podem ser feitas, até 12 de junho, pelo e-mail: surec@cnseg.org.br  

Serviço

Workshop Responsible Insurance

Data e Hora: 28 e 29 de junho, das 9h às 17h

Local: Impact Hub

Endereço: Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 433, Pinheiros, São Paulo