Swiss Re lucra US$ 2,6 bilhões no primeiro semestre com margens em todas as áreas

andreas berger

A Swiss Re registrou lucro líquido de US$ 2,6 bilhões no primeiro semestre de 2025, alta sobre os US$ 2,1 bilhões de um ano antes, com retorno sobre o patrimônio (ROE) de 23%. O desempenho foi sustentado por margens de subscrição sólidas em todas as unidades de negócios e por um resultado de investimentos positivo, com retorno de 4,1%.

O segmento de resseguros de Propriedade e Acidentes (P&C Re) teve lucro de US$ 1,2 bilhão e combined ratio de 81,1%, beneficiado por baixa sinistralidade de catástrofes naturais e gestão disciplinada de portfólio. As renovações de junho e julho resultaram em aumento de preços de 2,3%. A divisão Corporate Solutions lucrou US$ 430 milhões, com combined ratio de 88,2%, enquanto o ramo de Vida e Saúde (L&H Re) obteve US$ 839 milhões, apoiado pela carteira vigente e receita de investimentos.

A resseguradora manteve o índice de solvência suíço (SST) em 264%, acima da meta de 200%–250%, e reafirmou as projeções para 2025. “Apesar do cenário macroeconômico e geopolítico incerto, a prioridade segue sendo a subscrição disciplinada e a eficiência de custos para garantir resultados consistentes”, comentou o CEO Andreas Berger, em nota. Segundo ele, a empresa mantém as metas para o ano, mas seguirá vigilante diante da temporada de furacões e da instabilidade global, com foco em gestão prudente para sustentar o desempenho.

MAG Seguros é reconhecida como a 2ª melhor seguradora do Brasil para trabalhar no ranking nacional

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A MAG Seguros conquistou o 2º lugar entre as melhores seguradoras para trabalhar no Brasil, segundo o ranking nacional do Great Place To Work (GPTW). O prêmio foi anunciado em cerimônia realizada em São Paulo e reforça a posição da companhia como referência em cultura organizacional, valorização de talentos e ambiente de trabalho. O reconhecimento soma-se à vitória recente no GPTW Rio de Janeiro, onde a MAG Seguros foi eleita a melhor empresa para se trabalhar no estado. A conquista já havia evidenciado a força da cultura interna e agora é confirmada, em escala nacional, pelo resultado no GPTW nacional.

O GPTW atua em 170 países, já impactou mais de 20 milhões de pessoas desde 1997 e envolveu 21 mil empresas em seus processos de avaliação. Dentro do ranking nacional, o setor financeiro é o terceiro mais representativo, reunindo 20% das empresas premiadas — um salto expressivo frente aos 6% registrados em 2006. No total, mais de 350 mil funcionários foram impactados pelas práticas das 60 organizações reconhecidas nesta categoria.

Para chegar ao resultado, o GPTW avaliou critérios como engajamento, práticas de gestão e experiência dos colaboradores. No recorte específico das instituições financeiras, o levantamento mostrou que o principal motivo para permanecer em empresas premiadas, entre 2023 e 2025, é a oportunidade de crescimento, seguido por qualidade de vida, alinhamento de valores e remuneração e benefícios.

“A nossa maior responsabilidade está em assegurar internamente que este seja realmente um bom lugar para trabalhar. É isso que nos move. Trabalhamos todos os dias, com intenção genuína, para criar uma experiência melhor para as pessoas, um ambiente onde elas possam crescer, se realizar e, com isso, impulsionar a nossa organização”, disse Patrícia Campos, Diretora de Gente e Gestão do Grupo MAG.

O ranking do GPTW segmenta as organizações por porte e segmento, garantindo uma análise mais precisa da complexidade de cada setor. No caso das instituições financeiras, a lista contempla bancos, financeiras, cooperativas de crédito, serviços financeiros e seguradoras, em categorias que variam de pequenas a grandes empresas.

Na MAG Seguros, segundo Patrícia, novos colaboradores encontram “um ambiente de oportunidades reais, incentivo à atitude de dono, relações duradouras e uma cultura forte em constante evolução”. Ela acrescenta que “esse é um espaço onde as pessoas são ouvidas, têm autonomia para propor ideias e são constantemente estimuladas a desenvolver novas habilidades, sempre com apoio para que alcancem seu máximo potencial”. 

Para a executiva, “o que um novo colaborador vai encontrar na MAG pode ser percebido nas declarações espontâneas que nossos próprios colaboradores compartilham nas redes sociais e eu acredito que isso é um excelente sinalizador. Aqui, as oportunidades existem, as pessoas podem oferecer o seu melhor, temos uma cultura forte e em constante evolução. Nós melhoramos continuamente, mesmo naquilo que já fazemos bem. Vivemos a atitude de dono, na prática, e fazemos isso com alegria, porque trabalhamos para construir relações duradouras,” finaliza.

Nova norma da ANTT intensifica fiscalização de seguros

por Sompo

A Sompo, subsidiária da empresa responsável pelas operações de seguro e resseguro do Grupo Sompo Holdings fora do Japão, informa que, com a Portaria SUROC nº 27/2025, publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na segunda-feira, dia 11 de agosto, os transportadores rodoviários de cargas devem redobrar a atenção à contratação correta dos seguros obrigatórios exigidos por lei. A nova norma estabelece que todos os transportadores estejam com os seguros regularizados e devidamente comprovados junto à ANTT, sob pena de suspensão do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC).

A medida reforça a obrigatoriedade da contratação dos seguros de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C), Responsabilidade Civil por Desaparecimento de Carga (RC-DC) e Responsabilidade Civil de Veículo (RC-V), essenciais para garantir a segurança das operações, proteger terceiros e assegurar a cobertura em caso de sinistros.

“A nova portaria é um indicativo de que o ente regulador vai investir em mecanismos para manter mais rigor e controle na fiscalização. A medida traz mais clareza para o mercado, beneficia os transportadores que já cumprem com a medida e promove um ambiente mais seguro e confiável para todos os envolvidos na cadeia logística”, afirma Adailton Dias, Diretor Executivo da Sompo.

A comprovação da contratação dos seguros poderá ser feita presencialmente, mediante apresentação do quadro resumo (capa) da apólice ou certificado de seguro, ou de forma automática, por meio de intercâmbio de dados entre ANTT e seguradoras ou entidade que as represente. Devem constar nesse documento: nome da seguradora, CNPJ e registro na SUSEP, identificação do ramo do seguro (nome e número), número do produto na SUSEP, nome do segurado e CPF ou CNPJ, número e data de emissão e vigência da apólice.

Para facilitar esse processo, a ANTT disponibilizará um manual com orientações técnicas para que as seguradoras ou entidades que as representem possam encaminhar as informações de comprovação de contratação dos seguros de forma ágil. O envio automático das informações pelas sociedades seguradoras deverá entrar em operação até o dia 10 de março de 2026. Para isso, os transportadores devem autorizar suas seguradoras a transmitirem as informações diretamente à agência reguladora.

“Na Sompo, somos líderes no ramo de Transporte desde 2017 e já contamos com soluções em seguros que garantem que nossos clientes estejam em conformidade com as exigências da ANTT e da SUSEP e protegidos em todas as etapas da operação”, explica Adriano Yonamine, Diretor Técnico de Transporte da Sompo.

A portaria também determina que o transportador poderá manter apenas uma apólice vigente de RCTR-C e RC-DC, vinculada ao seu RNTRC. Em casos de subcontratação de Transportador Autônomo de Cargas (TAC), os seguros devem ser contratados pela transportadora ou cooperativa em favor do TAC.

Entenda a medida

Embora a contratação de seguros pelos transportadores já estivesse prevista em medidas como a Lei nº 11.442/2007 e a Lei nº 14.599/2023, a recente publicação da Resolução nº 6.068/2025 (em 18 de julho) e mais recentemente a Portaria SUROC nº 27/2025 indicam o movimento da ANTT de tornar mais claro os mecanismos por meio dos quais deve intensificar a fiscalização sobre o cumprimento da legislação para o setor. Esse trabalho será feito pela Superintendência de Serviços de Transporte e Multimodal de Cargas (SUROC), uma unidade da ANTT.

Os seguros exigidos são:

  • RCTR-C – Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga: cobre danos à carga durante o transporte;
  • RC-DC – Responsabilidade Civil por Desaparecimento de Carga: cobre casos de roubo ou desaparecimento da carga;
  • RC-V – Responsabilidade Civil de Veículo: cobre danos causados por veículos utilizados no transporte.

A medida representa um avanço significativo na proteção de todos os envolvidos nas operações de transporte. Além de ampliar a cobertura para terceiros — como pessoas, veículos e patrimônios públicos ou privados que possam ser impactados por acidentes com caminhões em trânsito — a norma também fortalece a segurança jurídica dos motoristas autônomos, que costumam ser os primeiros acionados em situações de sinistro.

A Sompo reforça que estar em conformidade com a nova norma não apenas evita penalidades, como também fortalece a gestão de riscos, protege o patrimônio e contribui para a profissionalização do setor de transporte rodoviário de cargas.

MAPFRE anuncia Luiza Grisolia como superintendente de Gestão do Canal Corretor

A MAPFRE anuncia a chegada da executiva Luiza Grisolia como nova superintendente de Gestão do Canal Corretor. Com experiência em desenvolvimento de canais de distribuição e estratégia comercial, Luiza assume a missão de liderar a gestão do canal corretor com foco em performance, inovação e eficiência operacional.

A executiva será responsável por estruturar e aprimorar a jornada do canal corretor, fortalecendo os processos e as plataformas de suporte para garantir a escalabilidade e a consistência da atuação da MAPFRE junto aos seus parceiros comerciais.

Com uma trajetória consolidada no setor, Luiza acumula passagens por seguradoras multinacionais e empresas de tecnologia, onde atuou na liderança de iniciativas voltadas à transformação digital, fidelização de parceiros, estruturação de canais de vendas e otimização da jornada do cliente.

“Assumo este desafio com o compromisso de fortalecer a gestão estratégica do Canal Corretor, com iniciativas que melhorem a experiência, ampliem os recursos disponíveis e garantam maior eficiência em todos os pontos de contato. A MAPFRE tem uma base sólida e um time comprometido, e estou animada para contribuir com esse movimento de evolução”, afirma Luiza Grisolia.

“A chegada da Luiza é mais um passo na busca pela excelência na gestão do Canal Corretor, especialmente em um momento importante de transformação com o lançamento do programa ‘MAPFRE + Corretor’. Com sua visão estratégica, vamos aprimorar ainda mais o modelo de gestão, tornando nossa parceria com os corretores mais fluida, produtiva e orientada a resultados”, destaca Karine Brandão, diretora executiva do Canal Corretor da MAPFRE.

Luiza Grisolia é formada em engenharia de produção pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), possui MBA em gestão de negócios e inteligência de mercado pela FIA e uma especialização em marketing digital pelo Insper. Com foco na liderança de equipes de alta performance, tem expertise em planejamento comercial, parcerias estratégicas e gestão de processos.

A contratação da executiva é mais um passo da estratégia da MAPFRE em investir no relacionamento com corretores e aprimorar seus canais de distribuição, garantindo que a companhia continue sendo uma referência no setor de seguros e percepção de confiança pelos corretores.

Bradesco Seguros destaca a importância do papel das assessorias

“Precisamos trabalhar cada vez mais juntos para oferecer as melhores soluções para assessorias, corretores e clientes”, destacou Ney Dias, presidente da Bradesco Auto/RE, durante a abertura da nova edição do Bare com Você, evento reuniu assessorias parceiras na sede da Seguradora no Rio de Janeiro. Realizado na última terça-feira (05), o encontro reuniu representantes de assessorias de todo o Brasil para um momento de troca com executivos, diretores e superintendentes da Bradesco Seguros. A iniciativa teve como objetivo estreitar laços, fortalecer o networking e aprimorar o trabalho realizado em conjunto.

“As assessorias de seguros são parte importante da nossa força de distribuição. As assessorias hoje aqui presentes representam mais de 10 mil corretores”, destacou o Diretor Comercial, Leonardo Freitas. Segundo o executivo, os profissionais mencionados foram responsáveis por 26% de toda a produção da Seguradora em 2024. “As assessorias foram fundamentais para este atingimento. Elas representam distribuição, capacitação, comercialização e suporte aos mais de 10 mil corretores que gerenciam”, enalteceu.

O Diretor Comercial, Leonardo Freitas, ressaltou a importância dos corretores de seguros para a produção da Seguradora

Durante sua apresentação, Ney apresentou resultados e entregas realizadas ao longo do ano. “Em 2024, tivemos um crescimento de 20,6% em relação ao ano anterior e vocês são parte disso”, ressaltou. Ele reforçou, ainda, a importância do trabalho em conjunto de seguradora e assessorias para que, cada vez mais, um melhor atendimento seja oferecido e, ainda, melhores resultados sejam alcançados.

O Superintendente de Planejamento Comercial, Emanuel Nascimento, enfatizou a importância de eventos como o Bare com Você. “Consideramos as assessorias peças-chave e permanentes na estratégia da companhia para manter o ritmo de crescimento positivo. Assessorias representam um posicionamento, um investimento da Seguradora em um canal de distribuição que se torna cada vez mais relevante na Bradesco Auto/RE”, ressaltou o executivo. Também participaram o diretor Saint’Clair Lima; os Superintendente Sênior Eduardo Menezes (RE), Raquel Cerqueira (Auto) e Márcio Jordão (Sinistros); e o Superintendente de Serviços e Operações Fabio Frasson.

Emanuel Nascimento, Superintendente de Planejamento Comercial ressaltou a importância de eventos como o Bare com Você

A escuta ativa foi parte fundamental da troca com as assessorias. Ao longo de todo o encontro, seus representantes puderam compartilhar experiências com os executivos da Bradesco Seguros, alinhar expectativas e fortalecer a parceria para que, em conjunto, o melhor trabalho possa ser realizado.

E-Ciber: novo decreto fortalece o papel do setor de seguros na resiliência digital do Brasil

Por Karini Teixeira, superintendente de Acompanhamento Técnico da Confederação Nacional das Seguradoras, CNseg

A publicação do Decreto nº 12.573, de 4 de agosto de 2025, que institui a Estratégia Nacional de Cibersegurança (E Ciber), representa um marco significativo para o país — e uma oportunidade histórica para o setor de seguros. Mais do que um conjunto de diretrizes técnicas, trata-se de uma política de Estado que visa fortalecer a proteção digital de pessoas, empresas e infraestruturas críticas, consolidando o Brasil como protagonista no enfrentamento de riscos cibernéticos.

Dentro desse cenário, o setor de seguros ocupa um lugar estratégico. A nova estratégia reconhece e amplia o papel da indústria seguradora como parceira do Estado na construção de um ambiente digital mais seguro. O decreto incentiva a atuação conjunta entre governo e iniciativa privada, reforçando práticas que o setor já vem adotando — como a oferta de produtos de proteção digital, participação em fóruns técnicos, educação sobre cibersegurança e monitoramento contínuo de riscos.

Não por coincidência, há uma conexão direta entre os objetivos da E-Ciber e as diretrizes do Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização (PDMS). Ambos propõem a expansão da proteção securitária e o estímulo à inovação, à inclusão e à conscientização dos usuários. Ao fortalecer temas como educação digital, proteção de dados pessoais e apoio às populações vulneráveis, a estratégia nacional se alinha aos pilares do PDMS, ampliando o campo de atuação para iniciativas integradas entre setor privado, reguladores e governo.

Nesse contexto, a CNseg desempenha importante papel. A entidade atua de forma articulada e técnica para ampliar o alcance das ações do mercado segurador. Iniciativas como o Sistema de Compartilhamento de Incidentes Cibernéticos (CIC) promovem o reporte colaborativo de ameaças e incentivam a inteligência coletiva. Além disso, acordos internacionais com associações membros da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) fortalecem a troca de dados sobre ameaças cibernéticas e ampliam a cooperação global.

Com o respaldo do decreto, o seguro cibernético deixa de ser apenas uma tendência emergente e passa a ocupar lugar de destaque como instrumento fundamental para proteger dados, garantir a continuidade dos negócios e reforçar a confiança dos usuários. A atuação coordenada pela FenSeg, é essencial na consolidação deste segmento no Brasil, em resposta à crescente percepção dos riscos digitais.

O setor segurador está preparado para liderar esse movimento com ética, competência e espírito colaborativo — características que também são pilares da E-Ciber.

Ciclic é a nova parceira do Clube de Benefícios da Previ 

Por Ciclic

O Clube de Benefícios da Previ, Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, conta agora com a Ciclic, empresa da BB Seguros, como nova parceira. A empresa passa a oferecer condições especiais para associados da Previ em produtos voltados à proteção no dia a dia, como seguros de viagem, celular e serviços de saúde. 

A parceria amplia as opções já disponíveis na plataforma, com foco em facilitar o acesso a coberturas úteis em diferentes momentos da rotina. “Nosso objetivo com essa parceria é simplificar o acesso à proteção, oferecendo soluções práticas e alinhadas com as necessidades reais dos associados”, afirma Darllan Botega, CEO da Ciclic. “Queremos que as pessoas tenham a tranquilidade de contar com apoio em situações do cotidiano, seja em uma viagem ou diante de um imprevisto com o celular, por exemplo”. 

A contratação dos produtos é totalmente online, sem burocracia e pode ser feita diretamente pela página da parceria no Clube de Benefícios da Previ. Os descontos são aplicados automaticamente no momento da compra. Entre as opções disponíveis, estão o Seguro Viagem com até 72% de desconto; o Seguro Celular e Portáteis com 21% de desconto; e a assistência Saúde Protegida com 10% de desconto. 

Além dos descontos, os produtos oferecidos pela Ciclic se destacam pela cobertura adaptada a diferentes perfis de uso. O Seguro Viagem, por exemplo, contempla assistência médica em casos de emergência, cobertura para extravio de bagagem, atrasos de voos e suporte 24 horas durante todo o período da viagem, tanto no Brasil quanto no exterior. Já o Seguro Celular e Portáteis protege contra roubo, furto qualificado e danos acidentais, com reposição do aparelho de forma ágil, ideal para quem depende do dispositivo no dia a dia. Já o Saúde Protegida reúne benefícios como consultas, exames e serviços com preços acessíveis em uma rede credenciada.

Porto registra lucro semestral de R$ 1,7 bilhão, alta de 38,5%

A Porto encerrou o segundo trimestre de 2025 com lucro líquido de R$ 878 milhões, um avanço de 50% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita totalizou R$ 10 bilhões, crescimento de 12% na mesma base de comparação. No semestre, o ganho foi de R$ 1,7 bilhão, alta de 38,5%, e a arrecadação de R$ 19,9 bilhões, alta de 13,2%. O retorno sobre o patrimônio (ROAE) consolidado ficou em 24,6%, impulsionado pelo desempenho positivo das quatro verticais de negócios do grupo, todas acima de 21% de rentabilidade.

“Estamos vivendo um momento único gerado pela diversificação e fortalecimento das unidades de negócio do Ecossistema Porto, sempre com o foco direcionado ao atendimento e ao cuidado das 18 milhões de pessoas que nos escolhem e nos honram todos os dias”, afirmou o CEO Paulo Kakinoff, em nota.

No segmento de seguros, a receita no segundo trimestre atingiu R$ 5,4 bilhões (+5%), com destaque para o crescimento do Vida (+17%) e Patrimonial (+6%). O Auto teve alta de 3% nos prêmios e na frota segurada, com adição de 165 mil veículos, e melhora de 2,1 pontos percentuais na sinistralidade.

Na área de saúde, o número de beneficiários do seguro saúde subiu 24%, para 751 mil vidas, e no odontológico houve o mesmo crescimento percentual, alcançando 1,1 milhão de vidas. A receita do trimestre somou R$ 2 bilhões (+27%), com índice combinado de 93% e lucro de R$ 106 milhões (+45%).

Porto Bank elevou a receita em 30% de abril a junho, para R$ 1,8 bilhão, com crescimento em cartões, financiamentos e empréstimos (+29%), consórcio (+28%), capitalização (+17%) e riscos financeiros (+15%). O lucro foi de R$ 204 milhões, alta de 31%.

Porto Serviço registrou queda de 2% no trimestre, para R$ 624 milhões, devido a menor demanda da Parceria Porto, mas manteve expansão em parcerias (+1% no trimestre e +12% no acumulado) e avanço expressivo em produtos digitais (+112%). O lucro ficou em R$ 45 milhões (-7%).

O resultado financeiro foi de R$ 376 milhões (+121%), enquanto o índice de eficiência operacional melhorou para 10,9%. A Porto foi reconhecida como a terceira marca mais forte do Brasil pela Brand Finance e entrou pela primeira vez no grupo das 15 marcas mais bem-sucedidas, segundo a Interbrand.

No campo interno, a companhia recebeu pelo quarto ano consecutivo o selo Great Place to Work e, pela primeira vez, o selo de “bem-estar emocional”. “Os resultados históricos deste ciclo são consequência direta daquilo que buscamos fazer de melhor: cuidar, dedicando nossa energia integralmente para zelar pelo bem-estar, pela saúde e pelo patrimônio das pessoas”, comentou Kakinoff na nota.

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Folha: Vorcaro, do Banco Master, coloca à venda mais precatórios, a seguradora Kovr e outros ativos

por Folha de S.Paulo

O banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, colocou à venda no mercado um novo conjunto de ativos contendo precatórios, direitos creditórios de ações judiciais, a seguradora Kovr e ações de empresas. De acordo com interlocutores do banqueiro, ouvidos pela Folha, a venda desses ativos já está em execução.

O desenho da operação de aquisição do Master pelo BRB (Banco de Brasília), anunciado em março, já deixava de fora o banco Voiter, o Banco Master de Investimento e a seguradora Kovr.

A venda da seguradora já estava na estratégia do negócio com o BRB porque o banco do governo do Distrito Federal já tem outro canal de seguradora próprio e haveria conflito de interesses, segundo uma pessoa que participa da negociação. Na semana passada, o Banco Central aprovou um aumento de capital de R$ 1 bilhão do Master.

Procurado, Vorcaro não respondeu até o momento da publicação da reportagem.

A injeção de R$ 2 bilhões de capital foi uma das exigências feitas para a aquisição do Master pelo BRB (Banco de Brasília), ainda em análise pelo BC. É uma das condicionantes incluídas nos termos do acordo, conforme o comunicado feito à época ao mercado.

Em maio, Vorcaro fechou com o BTG Pactual, de André Esteves, a venda de ativos no valor de cerca de R$ 1,5 bilhão. O BTG afirmou em comunicado ao mercado que o negócio incluiu ações de empresas como Light (15,17% do capital social) e Méliuz (8,12% do capital social), por meio da cessão de cotas de fundos de investimento. A negociação também envolveu precatórios e imóveis como o prédio do Hotel Fasano, em São Paulo.

A aquisição do Master pelo BRB foi anunciada em 28 de março. A operação provocou discussões entre o BC e os principais bancos do país e despertou preocupação entre parlamentares do Distrito Federal.

Como mostrou a Folha, uma nova proposta do BRB, apresentada em julho ao BC, previu a compra de um terço do Master. A proposta envolve a aquisição de R$ 25 bilhões em ativos, cerca de metade do plano do BRB anunciado inicialmente ao mercado financeiro.

Com a definição da fatia do Master que o BRB vai comprar, sobe para cerca de R$ 48 bilhões o conjunto de ativos remanescentes que não seriam adquiridos pelo banco do governo do Distrito Federal. Essa fatia da instituição, com ativos de melhor qualidade, ficou conhecida como “bad bank” (banco ruim). A parte a ser adquirida pelo BRB foi chamada de “good bank” (banco bom).

Nas negociações, o próprio BC pediu que Vorcaro não fizesse parte do grupo de controle da instituição gerada pelo negócio, de acordo com pessoas ouvidas pela Folha. Essa também é uma das demandas das maiores instituições financeiras que contribuem para o FGC (Fundo Garantidor de Créditos).

O FGC já liberou em maio uma linha de crédito para garantir o fluxo de pagamento de R$ 4 bilhões de CDBs (Certificados de Depósito Bancário) do Master. Nessa negociação, Vorcaro colocou bens pessoais como garantia, outra demanda de grandes bancos, uma medida considerada punitiva pelas operações de alto risco feitas pelo dono do Master com recursos captados via CDBs, que têm garantia do fundo.

Como mostrou a Folha, aprovação da compra de parte do BRB pelo Master, o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, Renato Gomes, tem manifestado resistência desde o início do anúncio da operação, a leitura dos negociadores é que há apoio de outros diretores à autorização do negócio com a redução do perímetro.

Uma pessoa envolvida na análise pelo BC da operação disse à reportagem que seja qual for a decisão haverá consenso na diretoria da instituição.

Em meio a um cenário de riscos complexos, Alper investe em especialistas

fabio ursaia alper seguros


por Alper

Em um momento em que as empresas enfrentam um ambiente de riscos cada vez mais volátil e interconectado, a Alper Seguros,a 5ª maior corretora de seguros do Brasil, reforça seu posicionamento estratégico de ir além da apólice. A companhia participará do XVI Seminário de Gestão de Riscos e Seguros – EXPO ABGR 2025, que acontece nos dias 12 e 13 de agosto no WTC Events Center, em São Paulo, onde levará o debate sobre a importância da gestão integrada de riscos para a tomada de decisões e a proteção dos negócios.
 

Para a Alper, a abordagem tradicional já não é suficiente. “Proteger uma empresa exige mais do que apólices. O nosso papel como consultores é mergulhar no negócio do cliente, entender suas dores e vulnerabilidades para, então, desenhar programas de gerenciamento que realmente façam a diferença”, afirma Fábio Ursaia, vice-presidente de Riscos Corporativos, Resseguros e Sinistros da Alper. “Estamos investindo pesadamente em capital humano, trazendo os melhores especialistas do mercado para fortalecer nossa entrega. Acreditamos que a gestão inteligente dos riscos é o que garante a tranquilidade para que nossos clientes possam focar no crescimento e na sustentabilidade de suas operações”.
 

Um exemplo prático dessa abordagem consultiva será apresentado na palestra de Denis Teixeira, vice-presidente sênior de Transportes, Logística e da Alper Network, que abordará o tema “Logística: Aspectos da Lei 14.599/23 e o Programa de Gestão de Riscos”. A palestra ilustra como a análise de um fator externo, como uma nova legislação, impacta diretamente a estratégia de proteção de uma empresa.
 

Para sustentar essa estratégia e aprofundar a expertise técnica, a Alper anunciou recentemente a chegada de quatro novos líderes à sua unidade de negócios de Riscos Corporativos:

  • Djalma Duarte Barros Junior, novo Diretor Técnico de Patrimonial e Sinistros, com mais de 30 anos de atuação no mercado.
  • Guilherme Dale, assume como Diretor Comercial e Relacionamento em SP, trazendo mais de 20 anos de experiência.
  • José Bernardo de Medeiros é o novo Diretor Executivo de Cativas e Gestão de Riscos da Alper Seguros, com uma trajetória de 30 anos dedicados à gestão de riscos e seguros.
  • Paula Cristina Souza Melo Ferraz, chega para reforçar o time como Gerente Técnica de Responsabilidade Civil e Linhas Financeiras, com 23 anos de experiência.
  • Robert Hufnagel, Head de Linhas Financeiras, Responsabilidade Civil Geral e Riscos Ambientais, com 30 anos de experiência no mercado segurador em cargos de liderança estratégica.
  • Valéria Conrado Leite, assume a Diretoria Técnica de Garantia, Fianças e Crédito com 30 anos de experiência.
  • Marcelo Elias responde por toda a gestão da área de Riscos Corporativos da Alper Seguros.

O objetivo da contratação dos profissionais é ampliar a qualidade da consultoria oferecida pela Alper Seguros e apresentar ao mercado um novo conceito de avaliação e mitigação de riscos. Em seu estande na Expo ABGR, os profissionais apresentam como uma consultoria especializada se torna mais eficaz no processo de contratação das melhores soluções personalizadas em seguros para proteção de riscos corporativos.