Maior asset independente do País e cada vez mais presente no Estado do Espírito Santo, a SulAmérica Investimentos, ao lado do time Comercial da SulAmérica Seguros, promoveu, na última semana, um evento em parceria com a Land Vitória para clientes da concessionária e da gestora de fundos. Durante o encontro na capital capixaba, o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, palestrou sobre o cenário e as perspectivas para o país no âmbito econômico.
“O Brasil passa, atualmente, por um cenário bastante desafiador, que requer muito esclarecimento e acesso a informações para que possamos analisar todo o contexto de forma assertiva. Nosso objetivo foi contribuir para a formação de uma opinião ainda mais qualificada entre o público que participou do evento. Estamos muito contentes por essa oportunidade especial de conversa e debate construtivos”, destacou Newton Rosa.
Após a palestra do economista-chefe, a SulAmérica Investimentos apresentou aos convidados os seus números e seus respectivos serviços. A gestora conta com um portifólio amplo e diversificado de fundos e produtos, em que busca atender a diferentes perfis de investidores. A SulAmérica Investimentos é reconhecida por sua estratégia de forte controle de riscos, consistência nos resultados e preservação de capital.
“Acreditamos fortemente nesse tipo de iniciativa para fortalecer o relacionamento com o público local, contribuindo com a nossa expertise para trazer informações de seu interesse, além de se tratar de uma excelente oportunidade para apresentar os produtos da SulAmérica Investimentos, buscando gerar novos negócios para a companhia”, comentou o gerente da filial Comercial da SulAmérica em Vitória, Pietro Masello.
“Estamos lisonjeados de receber e oferecer um debate de tamanha importância e qualidade aqui na Land Vitória. Somente munidos com informações poderemos ser agentes de transformação no contexto econômico em que vivemos, cientes dos atuais desafios enfrentados pelo nosso País”, comentou o gerente geral da Land Vitória, Guto Roque.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) pretende divulgar as regras para que as insurtechs possam operar no setor no evento CQCS Inovation, que acontece nos dias 12 e 13 de junho. A informação foi divulgada pela titular Solange Vieira, em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira, em São Paulo. “Estamos trabalhando para isso”, afirmou. Segundo ela, será dado um prazo para que startup possa se desenvolver, com regras mais flexíveis do que as exigidas das seguradoras tradicionais. “Ainda não sabemos se será de 36 ou 48 meses”, afirmou ela.
Solange fará a palestra “Desafios da Regulação em um Mundo de Inovações” no dia 12, as 10 horas, e abrirá espaço para perguntas. Aproveitem caros leitores. Perguntem tudo que querem e precisam saber para tocar seus projetos. Eu tenho várias, que já enviei a ela e aguardo as respostas para informar os leitores do blog, que estão super curiosos com as novidades que a nova gestão deve trazer nos próximos meses. Infelizmente não pude ir na coletiva desta quarta-feira, mas ouvi o áudio do encontro para escrever este post e passar a informação adiante.
Solange, que tem em mente uma gestão que deixa de ser um órgão fiscalizador de normas e sim participar da preposição delas, abordou diversos assuntos no encontro com jornalistas da mídia especializada. Sobre a criação da agência reguladora que prevê a união da Susep com Previc, ela citou que ainda não tem data certa para acontecer. “A norma da fusão já está com o Ministério da Economia. Se for por medida provisória, estimamos algo em torno de um a dois meses. Se for por projeto de lei depende do Congresso, seis meses, dois anos”, comentou.
Sandbox foi outro tema. No dia 3 de junho, a Susep participará de um evento junto com o Banco Central e com Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no qual o tema será debatido. “A ideia é criar um espaço onde empresas nascentes poderão estar dentro de um ambiente protegido, com exigências regulatórias menos rígidas, para que possam testar as inovações”, explicou a superintendente.
O DPVAT é uma prioridade da Susep. “Já identificamos alguns problemas. Ele tem um índice de denúncias elevado, funciona sobre uma estrutura de monopólio, o que nos dá uma sensação de desconforto, e estamos pensando em como podemos regular um novo modelo que atenda melhor a população. Há uma convocação da Câmara dos Deputados para discutir o assunto e estaremos lá para tornar a discussão pública”, comentou.
Sobre o corretor de seguros, Solange afirmou que o profissional tem um papel importante para atuar em seguros e resseguros mais sofisticados. Solange também já tem uma ideia sobre o potencial de novos produtos que podem contribuir para a expansão do mercado. Entre os citados estão permitir que fundos de pensão comprem resseguro e que seguradoras ofertem renda vitalícia para fundos. Também citou resseguro para empresas de saúde, bem como seguros digitais para atender a necessidade de proteção para bicicletas, celulares e equipamentos eletrônicos.
Em relação a estrutura para ser uma agência reguladora mais poderosa, regulando recursos de R$ 1,9 bilhão. Solange é consciente de que tem um quadro que citou ser “minimalista”. “Temos passado a mensagem para todos dentro da Susep que estamos em crise fiscal e que produtividade é a tônica mundial. Com a fusão dos órgãos, ja fomos avisados que não tem concurso nem orçamento. Temos de nos virar com o que temos. Mas eu gosto de desafios. Certamente vou precisar de investimento em tecnologia para rever processos, assunto a ser discutido no início do próximo ano”.
A Brasilprev encerrou o primeiro trimestre de 2019 com R$ 264,8 bilhões em ativos sob gestão, volume 9,1% superior aos R$ 242,7 bilhões registrados no mesmo período de 2018. Esse resultado mantém a Brasilprev na liderança de mercado, com 30% de market share nesse indicador. O desempenho também conferiu à companhia o registro de 382,1 milhões de lucro líquido.
“No momento em que se discute o futuro da previdência social, a Brasilprev mantém sua liderança no mercado, com foco em um produto democrático, que é o Brasilprev Fácil; e sempre trabalhando em prol da melhoria da experiência de seus clientes. É importante lembrar que em previdência privada estamos falando de décadas de relacionamento, por isso é preciso que as pessoas escolham instituições especialistas neste negócio”, comenta o presidente da companhia, Walter Malieni.
Eduardo Viegas assume como CEO da Berkley Brasil. Com experiência de mais de 20 anos no mercado financeiro e segurador, Viegas está na Berkley desde 2016 onde ocupava a posição de vice-presidente técnico operacional. “Estou muito entusiasmado e honrado com mais este desafio. Em um momento único de grandes mudanças no setor devemos de forma consistente intensificar a nossa busca por inovação, sempre tendo como foco a qualidade e o cuidado na relação com nossos corretores e parceiros. A especialização em produtos e o interesse continuo em”escutar”as necessidades do mercado devem seguir sendo o DNA da mesma Berkley que iniciou sua operação no Brasil há mais de 12 anos.”, diz Viegas.
O executivo, José Marcelino Risden, que liderou a seguradora desde o início da operação, passa a posição de Chairman do conselho da Berkley. “Esta nova estrutura é resultado da evolução da companhia e do reconhecimento ao trabalho do Eduardo Viegas. Agora como parte do conselho, tenho como principal missão dar continuidade ao trabalho de relacionamento com as entidades do setor e com o mercado de corretores que sempre foi minha principal vocação, da qual não poderia me afastar.”, diz Risden.
Material aborda, de maneira didática, as principais regras da cobertura de invalidez permanente, responsável por 70% das indenizações do Seguro DPVAT. Na última década, mais de três milhões de sinistros foram pagos a vítimas que adquiriam algum tipo de sequelas definitivas
A cobertura por invalidez permanente do Seguro DPVAT é a mais solicitada por vítimas de acidentes de trânsito, representando cerca de 70% dos pedidos, anualmente. Nos últimos dez anos, mais de 3 milhões de indenizações foram pagas a pessoas que ficaram com algum tipo de sequela permanente. Apenas no ano passado, mais de 228 mil pagamentos destinaram-se a estes casos, o que equivale a 69% do total. Para ampliar o conhecimento sobre o seguro obrigatório, a Seguradora Líder lança a primeira edição da “Cartilha Médica DPVAT”. A proposta é esclarecer, em detalhes, o funcionamento do benefício na invalidez permanente.
A cartilha apresenta as principais definições, regras e consensos médicos que contemplam a cobertura. O material também esclarece todas as informações necessárias para dar entrada no pedido de indenização, detalhes sobre documentação, além de como o processo funciona na prática e os motivos que podem levar à negativa – quando o pagamento da indenização não é aprovado.
Outro destaque do material é a tabela prevista na Lei 6.194/74 (alterada pela Lei 11.945/2009) e alguns exemplos de aplicação da legislação, que são, inclusive, demonstrados em um infográfico na página 15. A tabela serve de base para o cálculo dos valores das indenizações, que variam de acordo com a gravidade da lesão que levou à sequela definitiva, classificada como total ou parcial (completa ou incompleta).
O material ainda inclui exemplos de casos reais para demonstrar quando é possível ou não dar entrada do pedido de indenização por invalidez. O documento ainda lembra que, para dar entrada no pedido é possível caso, após o tratamento médico, seja comprovada uma sequela definitiva, por meio de laudo médico conclusivo, sem a possibilidade de reabilitação. Já vítimas de sequelas temporárias podem solicitar indenização por reembolso de despesas médicas e suplementares, caso haja gastos com a recuperação na rede particular de saúde.
Para solicitar a indenização, a vítima ou beneficiário deve reunir a documentação completa e correta, de acordo com a cobertura a ser pleiteada, e dar entrada no pedido pelo aplicativo Seguro DPVAT ou em um dos quase oito mil postos de atendimento autorizados em todo o país. O prazo para análise e resposta da solicitação é de até 30 dias, como previsto em Lei. A lista com todos os detalhes sobre a documentação completa para cada cobertura pleiteada está disponível no site da Seguradora Líder.
Levanta a mão quem coloca na agenda do CEO mundial do grupo uma reunião sobre as metas e o que pode ser realizado para elevar o percentual de Mulheres na Liderança? A CEO do Brasil, Delphine Maisonneuve, e sua equipe. Levanta a mão sobre quem chama a imprensa especializada para participar deste tão importante e histórico encontro? Idem.
Nesta terça-feira, a AXA Brasil recebeu no país o CEO Global, Thomas Buberl, com uma agenda super concorrida. O primeiro encontro do dia foi um debate sobre igualdade de gênero, melhores práticas corporativas, empreendedorismo feminino. Até onde conheço (modéstia à parte, conheço bem o setor), a AXA tem a política de diversidade mais avançada dentro do mercado segurador brasileiro.
A CEO, Delphine Maisonneuve, que compõe o seleto grupo de duas CEOs de seguradoras no Brasil entre as mais de 50 companhias com faturamento relevante, liderou a discussão, ao lado da sua equipem de executivas e executivos da companhia, além de convidados externos como Ana Fontes, Ana Fontes, fundadora da RME – Rede Mulher Empreendedora, Silvia Carolina Martins , consultora da PwC Brasil e eu, jornalista Denise Bueno, do blog Sonho Seguro.
A meta da AXA no Brasil é chegar a 50% de homens e 50% de mulheres em cargos de liderança até 2023. Em 2019, a meta é atingir 33%. Certamente quanto mais perto do alvo, mais difícil. Mas pelo comprometimento que vi hoje de toda equipe e pelas noticias compartilhadas pelo CEO mundial, logo esse sonho vira realidade. “A criatividade e a inovação requerem diversidade. Nossos clientes são diversos. É preciso ter representatividade na tomada de decisões”.
No Brasil, as mulheres compõem 52% do quadro de colaboradores. “Em relação às posições de liderança (a partir de Coordenação) temos 104 gestores: 50 mulheres. Somos três mulheres no Comex e os planos de sucessão também já demonstram paridade. Me orgulho muito desse panorama!”, comemora.
O empenho de Delphine como CEO é contribuir para que as pessoas desenvolvam o seu máximo potencial e isso pressupõe um ambiente diverso, que desafie, questione e traga múltiplas visões para a mesa. “Espero poder contribuir sempre com minhas equipes e com o mercado para avançarmos”, comenta. “Sempre digo que enquanto não houver paridade em nossas funções dentro da empresa, mas também na esfera privada, temos que continuar seguindo adiante.”
Buberl ouviu das especialistas em programas de mulheres, Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, e Silvia Martins, consultora da PwC Brasil, um pouco do que está sendo feito no Brasil
Segundo Buberl, a AXA está empenhada em promover a diversidade e Inclusão, criando um ambiente de trabalho onde todos os funcionários são tratados com dignidade e respeito e onde as diferenças individuais são valorizadas. “A AXA está comprometida com a igualdade de oportunidades em todos os aspectos do emprego como idade, nacionalidade, origem étnica, gênero, orientação sexual, identidade ou expressão de gênero, religião, estado civil ou deficiência”, disse.
A AXA tem como estratégia dedica-se a cultivar um ambiente diversificado e inclusivo, onde todos os funcionários se sentem totalmente engajados e incluídos em nossos negócios e estratégia para se tornar uma “Preferred Company”, para todos os stakeholders.
Segundo ele, a diversidade e a inclusão estão na raiz dos valores e da cultura da AXA, com base no respeito a todos. “Uma equipe diversa nos ajuda a atender as diversas necessidades do mercado em que atuamos, tanto globalmente como localmente, além de melhorar a nossa competitividade por meio da inovação. Atraímos talentos de todo o mundo para superarmos os desafios que esse tema exerce em todo o mundo”.
Thomas Buberl, o primeiro alemão a assumir um cargo tão importante do grupo francês, contou que o programa de diversidade da AXA foi criado em 2012, com objetivo de envolver liderança e reunir o apoio de funções-chave, alavancando talentos e conhecimento. “Estamos muito orgulhosos das nossas conquistas e confiantes de que temos muito trabalho pela frente para atingirmos a nossa meta, que será conquistada com o apoio de todas vocês”, disse o CEO mundial ao grupo de 15 pessoas que contou a ele um pouco sobre os desafios do Brasil neste tema e sobre as políticas que podem ajudar a criar uma sociedade mais justa com o preparo de mulheres para cargos de liderança tanto em empresas e também como empreendedoras, na família, desenvolvendo a sociedade como um todo ao replicar o seu próprio exemplo no ambiente que vive. Afinal, o consumidor de seguros está em todos os lugares. E uma política desta encanta qualquer cidadão.
A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. anunciou hoje a nomeação de David Legher para liderar a companhia, assumindo a posição de Presidente e Chief Executive Officer, assim que aprovado pelo órgão regulador.
Em sua função, o executivo terá responsabilidade direta por todas as áreas da Prudential do Brasil e se reportará a James Weakley, Vice-presidente da Prudential Internacional e Presidente Regional da Divisão de Negócios Internacionais da companhia.
David Legher se junta à Prudential com ampla experiência em marcas dos segmentos de consumo e seguros. Mais recentemente, ele foi presidente da América Latina para a Avon, com responsabilidade por um terço da receita global da empresa. Algumas de suas realizações foram modernizar o negócio por meio de recursos digitais e redefinir o relacionamento da empresa com os representantes, o que resultou em um impacto positivo na receita, no serviço e no custo operacional. Durante sua trajetória de 15 anos na Avon, David também atuou como Presidente de Operações no Brasil, a maior operação de negócios globais da empresa e como Presidente do México e da América Central.
Antes da Avon, o novo CEO da Prudential trabalhou por mais de 10 anos para o Grupo Sura (Suramericana de Seguros S.A.), ocupando vários cargos de liderança em TI, Operações e Fusões e Aquisições para a seguradora latino-americana de vida e saúde. Até recentemente, ele também atuou como membro do conselho da Seguros Sura (Brasil).
“O Brasil é um mercado-chave para a Prudential Financial”, disse Weakley. “A Prudential teve um crescimento substancial nos últimos anos, atendendo às necessidades de seguro de vida de indivíduos e de empresas no Brasil. A nomeação de David nos ajudará a fortalecer e apoiar esse crescimento. Ele nos traz ampla e extensa experiência em seguros e marcas de consumo, aplicando um pensamento inovador e uma nova perspectiva para o negócio”.
Cidadão colombiano e residente permanente do Brasil, David Legher possui mestrado em Seguros e Gestão de Riscos pela City University Business School, em Londres, Inglaterra. Ele também tem pós-graduação em Negócios Internacionais e é bacharel em Engenharia de Sistemas de Informação, ambos da EAFIT University, em Medellín, Colômbia. Ele é fluente em espanhol, português e inglês.
A Agência Estado informa que a Caixa Seguridade atraiu o ressegurador IRB Brasil Re, a BB Seguridade e várias estrangeiras na disputa pelo seu balcão. Entre as estrangeiras, estão nomes de peso como as alemãs Allianz e HDI, a japonesa Tokio Marine, a norte-americana Chubb e ainda a italiana Generalli. A atual sócia da Caixa, a francesa CNP Assurances, também está na disputa com as áreas oferecidas ao mercado. A HDI só vai disputar automóvel. A Allianz, que tenta aumentar seu tamanho no Brasil, quer os quatro ramos incluindo consórcio. Tokio, Chubb e Generali têm interesse em seguro habitacional e residencial. Ainda na disputa estão o Icatu e o Bradesco, de olho em capitalização.
A terça-feira do presidente Jair Bolsonaro promete ser movimentada nesta terça-feira e Marcio Coriolano, presidente da CNseg, faz parte dela num encontro capitaneado pelo ministro da economia, Paulo Guedes. Também participam João Martins da Silva Junior, Presidente da Confederação Nacional da Agricultura, Pecuária do Brasil (CNA); José Roberto Tadros, Confederações Nacionais do Comércio (CNC); Robson Braga de Andrade, Presidente Confederação Nacional da Indústria (CNI); José Ricardo da Costa Aguiar Alves, Diretor Presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF); Márcio Lopes de Freitas, Presidente da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop); Vander Costa; Presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT); Breno de Figueiredo Monteiro, Presidente da Confederação Nacional da Saúde (CNSaúde); Gláucio Binder, Presidente da Confederação Nacional da Comunicação Social (CNCOM), e Daniel Kluppel Carrara, Diretor-Geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR).
O lucro líquido do mercado segurador apresentou alta no acumulado de janeiro a abril de 2019 comparado ao mesmo período de 2018. Segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), analisados pela consultoria Siscorp, o setor registrou lucro líquido de R$ 5,76 bilhões nos quatro primeiros meses deste ano, acima dos R$ 4,55 bilhões do mesmo período de 2018.
A líder em lucro líquido é o grupo Bradesco, com R$ 2,1 bilhões de janeiro a abril deste ano, o que representou retorno de 29% sobre o Patrimônio Líquido (PL). O Banco do Brasil vem em segundo, com ganho de R$ 911 milhões, seguidos pela Caixa, Itaú e Porto Seguro.
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