Venda mundial de seguro ultrapassa US$ 5 trilhões em 2018, segundo Swiss Re

vendas seguro mundo 2018

Brasil é o 16o. maior mercado em vendas de seguros no mundo; 13o. lugar em seguros gerais; 14o. lugar em seguros de vida. Ocupa a 41a. posição considerando-se as vendas sob o PIB e o 50o. lugar no ranking mundial em consumo per capita

Pela primeira vez, as vendas de seguros no mundo ultrapassaram US$ 5 trilhões em 2018. O crescimento do prêmio de vida global foi fraco, mas houve um sólido desempenho em não vida em 2018, traz o tradicional estudo divulgado pela Swiss Re.

O estudo destaca o contínuo aumento dos mercados emergentes, principalmente Ásia e China em particular, como os principais impulsionadores do crescimento da indústria. De 11% em 2018, a participação da China nos prêmios globais aumentará para 20% até 2029. A China continua no caminho de se tornar o maior mercado de seguros do mundo em meados da década de 2030. Toda a região Ásia-Pacífico será responsável por 42% dos prêmios globais até 2029.

“A perspectiva é promissora. Enquanto o crescimento econômico global está desacelerando, esperamos que a demanda por seguro se sustente nos próximos dois anos”, diz. Jerome Jean Haegeli, economista-chefe do Swiss Re Group. “Até 2029, a Ásia-Pacífico será responsável por 42% dos prêmios globais – com a previsão de participação da China em 20%”, diz Moses Ojeisekhoba, CEO da Reinsurance Swiss Re. “A importância estratégica da Ásia e da China se tornará cada vez mais eminente em todo o mundo”.

O Instituto Swiss Re prevê um crescimento global de prêmios de 3% em termos reais por ano em 2019/20, contra um cenário econômico mais lento, mas ainda assim positivo. Os prêmios do mercado avançado crescerão em 1,5% e os mercados emergentes em 7,9%. A China será o maior contribuinte, tanto na vida quanto na vida. No geral, no entanto, os mercados avançados ainda fornecerão quase metade dos prêmios adicionais em termos absolutos nos próximos dois anos.

América Latina e Caribe: recuperação lenta à frente

Segmento Vida

Em 2018, os prêmios de vida na América Latina e no Caribe registraram contração de 4,2%, após uma queda de 0,1% em 2017. A forte contração deveu-se à fraca demanda por produtos relacionados à economia no Brasil e na Colômbia. O mercado de seguros de vida no Brasil é responsável por 55% do agregado regional, e a queda na demanda pelos produtos VGBL, com seguro de vida pura compensando o crescimento positivo em produtos relacionados à mortalidade. A contração do prêmio global no Brasil foi de 7,5%. No México, os prêmios cresceram 3,5%, apesar do recente cenário econômico moderado, e o mercado argentino contraiu 11%, devido aos fortes efeitos dos altos níveis de inflação (alta de 19% em termos nominais).

Esperamos que a demanda por produtos relacionados à mortalidade permaneça forte em 2019/20, já que as economias da região continuam a melhorar. O crescimento dos produtos-tipo de poupança será prejudicado por taxas de juros historicamente baixas em alguns países, mas será apoiado em certos bolsos por mudanças específicas na política fiscal. Por exemplo, na Argentina, o governo desvelou deduções fiscais para indivíduos e empregadores, em um economia. Na Colômbia, por outro lado, novos impostos sobre o seguro de vida da legislação recentemente proposta provavelmente farão o oposto. Enquanto isso, no México, as seguradoras de vida podem se beneficiar das taxas de juros atualmente mais altas. No entanto, as medidas de austeridade do presidente Andrés Manuel López Obrador provavelmente reduzirão cerca de 2% dos prêmios do mercado de vida, já que ele reduz alguns benefícios da cobertura vitalícia para funcionários federais.

Segmento Não vida (seguros gerais) – Os prêmios não vida ficaram estáveis ​​em termos reais (0,5%) na América Latina e no Caribe, devido ao crescimento econômico mais fraco no Brasil, Argentina e México. Como tendência geral, a demanda por prêmios relacionados à saúde e medex está se fortalecendo em toda a região, enquanto as linhas de negócios de propriedades, acidentes e especialidades têm moderado.

No Brasil, o crescimento robusto no seguro automóvel voluntário foi compensado por uma queda nos volumes de prêmios obrigatórios de automóveis devido a uma diminuição da taxa regulada. No México, os prêmios não vida cresceram 3,1% em 2018, com um aumento de 6,4% em relação aos negócios de acidentes e saúde. Os resultados de subscrição no México melhoraram notavelmente em relação ao ano anterior, devido ao efeito de base dos grandes terremotos em 2017.

Na Colômbia, o crescimento dos prêmios acelerou em conjunto com a economia. Esperamos que a Colômbia continue superando os pares regionais. A lucratividade, no entanto, foi prejudicada por reclamações relacionadas à inundação na represa Hidroituango, o maior projeto hidrelétrico do país.

Esperamos que o crescimento dos prêmios não-vida retorne aos níveis históricos (perto de 3,5%) até o final de 2020, dependendo do ritmo da recuperação econômica. A demanda por seguro saúde permanecerá forte em 2019, apesar do retorno a taxas de crescimento mais moderadas no Chile e Peru (de taxas de crescimento de dois dígitos no ano passado), e acreditamos que o segmento de saúde crescerá mais rapidamente do que a maioria das linhas de negócios não-vida.

No Brasil, o crescimento será impulsionado por propriedade e especialidade, enquanto os prêmios de automóveis continuarão a ser afetados por cortes na taxa regulada. No México, o acordo comercial US-México-Canadá (USMCA) ainda não-ratificado continua a ofuscar as perspectivas de investimento, que atrasa os fluxos de entrada de IDE e os projetos de grande escala. O USMCA poderia pesar em negócios relacionados a especialidades como engenharia e seguro marítimo. Na Argentina, o ambiente de alta inflação está restringindo o crescimento dos prêmios.

Brasil é o 16o. maior mercado em vendas de seguros no mundo…
…. Brasil ocupa a 41a. posição considerando-se as vendas sob o PIB…
… o 50o. lugar no ranking mundial em consumo per capita…
….13o. lugar em seguros gerais….
… 14o. lugar em seguros de vida….

AXA faz parceria com PLL para reduzir em até 95% atendimento ao cliente de seguro celular

Fonte: AXA

A equipe de Sinistros da AXA no Brasil firmou parceria com o Grupo PLL, que possui o centro de reparos mais moderno da América Latina e homologado pelos principais fabricantes de celulares. Com isso, a companhia lança a Nova Central de Reparos, que será responsável por todas as operações envolvendo aparelhos celulares (roubo, garantia e quebra).

A novidade vai reduzir em até 95% o tempo de atendimento ao cliente: o prazo médio de reparos, desde o recebimento do produto, passa a ser de 24 horas, com entrega do produto no endereço do cliente em 4 dias, totalizando um atendimento de 5 dias. Para os casos de roubo/furto, serão 6 dias de atendimento, sendo 48h para análise dos documentos e 4 dias para a entrega do produto no endereço de cliente.

“A parceria com a AXA fecha um ciclo importante de acordos com seguradoras. Acreditamos que essa parceria, além de douradora, será essencial para ambas as empresas e, principalmente,  benéfica para os consumidores”, Lucas Linhares, Sócio diretor do Grupo PLL, que conta com uma estrutura de 2 mil m² localizada em Moema, na capital paulista. O centro de reparos atende à grande demanda de serviços vindos de clientes de São Paulo, assim como das demais unidades da PLL localizadas no Rio de Janeiro e Salvador.

“O Grupo PLL é reconhecido por sua excelência, e juntos poderemos elevar o nível de satisfação dos clientes, com agilidade e precisão de serviço. Além disso, conseguiremos elevar a rentabilidade dos produtos, com a redução dos custos médios de sinistros e de despesas”, comenta Igor Di Beo, diretor de Subscrição e Sinistros da AXA no Brasil. 

Amil vence Prêmio Inovação Brasil, do Valor, na categoria planos de saúde

valor inovação Amil
crédito da foto: Flavio Santana

Fonte: Amil

A Amil foi reconhecida nesta terça-feira, 2/7, como a empresa mais inovadora do país na categoria ‘Seguros e Planos de Saúde’ do prêmio Inovação Brasil. Esta é a terceira vez consecutiva que a empresa lidera o ranking setorial, realizado pela consultoria Strategy&, em conjunto com o jornal Valor Econômico e apoio da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei). 

A pesquisa avalia as práticas de inovação de companhias que atuam em 21 diferentes segmentos econômicos no Brasil.  As candidatas ao prêmio são classificadas a partir de quatro critérios: intenção de inovar, esforço para realizar a inovação, resultados obtidos e avaliação do mercado. 

Claudio Lottenberg, presidente do UnitedHealth Group Brasil – grupo controlador da Amil -, destaca que a inovação é um valor corporativo da companhia que permeia todas as definições sobre o portfólio de projetos e estratégia de crescimento do negócio. “Mantemos um consistente processo de busca por oportunidades para inovar e por soluções capazes de ajudar as pessoas a viver de forma mais saudável e contribuir para que o sistema de saúde funcione melhor para todos. Além da liderança setorial, esse esforço contínuo fez com que a empresa subisse mais de 40 posições no ranking geral desde que começamos a participar da pesquisa, alcançando este ano a 21ª colocação entre as empresas mais inovadoras do país”, destaca.

Algumas inovações recentes da operadora estão relacionadas ao desenvolvimento e implementação de novas estratégias e modelos de remuneração a hospitais e à utilização sistemática da medicina baseada em evidências para melhoria da interlocução clínica. Para estimular a inovação entra seus colaboradores, a empresa dispõe de um canal online onde todos os funcionários podem enviar ideias e sugestões de melhoria. Também realiza um Desafio Anual de Inovação, no qual os as ideias mais inovadoras são escolhidas para desenvolvimento e os vencedores são premiados com uma viagem à matriz da companhia, em Minnesota (EUA).

Banco digital da Via Varejo, banQi, faz parceria com Zurich Seguros

Edson Franco, CEO da Zurich Seguros, comemorou hoje novas parcerias que levam o grupo para o mundo digital. A Airfox, uma startup que fornece serviços financeiros transformadores para os mercados emergentes, anunciou uma parceria com a Mastercard Brasil, que estende amplamente a disponibilidade de soluções bancárias acessíveis e sem custos, com 1% de cashback para os clientes. Os novos contratos da Airfox, que inclui Mastercard e Cielo, além da Zurich, ultrapassam US$ 77 milhões (R$ 300 milhões), que serão investidos no banco digital da Via Varejo, o banQi.

Em breve, segundo fontes do setor, outra parceria deve ser divulgada, envolvendo um grande supermercadista, que prepara uma plataforma aberta para oferta de diversos serviços e produtos, incluindo seguros. A fase de seleção de seguradoras está na reta final e a Zurich está entre as finalistas.

Segundo o comunicado divulgado pela Airfox, “esta oportunidade prepara o terreno para a Airfox fornecer aos clientes uma maneira inovadora de adquirir seguros através do aplicativo móvel banQi, permitindo que mais pessoas acessem e se beneficiem dos serviços”, disse Douglas Lopes, assessor financeiro global da Airfox.

A Zurich Insurance já possui uma parceria plurianual com a Via Varejo para trazer um portfólio diversificado de produtos de seguro digital para os clientes – como seguro de acidentes, seguro desemprego, seguro de celular e vida seguro. Com a regulação que permite o crescimento aumentando a penetração de seguros nos mercados emergentes, a Airfox aproveitou a oportunidade para ampliar uma rede de segurança social para sua comunidade banQi, um banco digital que surge de uma parceria da Via Varejo e a empresa norte-americana Airfox, start-up de soluções de pagamentos móveis e digitais.

Com uma plataforma gratuita, fácil de usar e disponível para qualquer pessoa com Android, o banQi será o primeiro banco digital voltado a atender de forma ampla as necessidades das classes C, D e E. A criação da conta digital é descomplicada, não exige comprovação de renda e em menos de 7 minutos já é possível usar os serviços financeiros do banQi. O banco* oferece a comodidade de bancos digitais e também a segurança de alguns serviços e atendimentos nas mais de 800 lojas das Casas Bahia.    

“O seguro é extremamente importante para salvaguardar as conquistas materiais dos indivíduos neste segmento e a plataforma digital ajudará a ampliar o alcance desse tipo de proteção”, disse Edson Franco, diretor executivo do Brasil, Zurich Seguros

Como uma evolução de vários anos de parceria com a Via Varejo, a Zurich estende agora ao banQi um novo canal de distribuição para seguros massificados, focados nas classes C, D e E. A partir de agosto, a contratação dos seguros poderá ser realizada via app de uma forma inovadora e customizada. “Os seguros são importantíssimos para a preservação das conquistas materiais dos indivíduos deste segmento e a plataforma digital ajudará a ampliar o acesso a este tipo de proteção”, diz Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil. “Esta oportunidade prepara o terreno para a Airfox fornecer aos clientes uma maneira inovadora de adquirir seguros através do aplicativo móvel banQi, permitindo que mais pessoas acessem e se beneficiem dos serviços de seguro”, completa Santos.

Para a Via Varejo ajudar a viabilizar essa parceria é muito importante, porque agrega ainda mais valor para o negócio e principalmente para os clientes. “Unimos expertise da Via Varejo em serviços financeiros com a da Airfox em tecnologia para oferecer aos clientes ainda mais facilidade e comodidade, além de trazer produtos que vão agregar valores e melhorar ainda mais sua experiência com o banQi”, comenta Felipe Negrão, diretor executivo da Via Varejo.

No Brasil, de 10% a 25% ou mais da renda de uma pessoa comum pode ser destinada mensalmente a despesas bancárias. Para acelerar a inclusão financeira, a Airfox pretende fornecer uma variedade de serviços financeiros por uma fração do custo dos bancos tradicionais, usando três pilares básicos de tecnologia complementares: blockchain, learning machine e dispositivos móveis. O banQi tem como objetivo fornecer serviços financeiros gratuitos e simples a todos os brasileiros.

O banQi é o único banco digital no Brasil que está lançando mil agências bancárias físicas off-line nas lojas da Casas Bahia para alcançar os desfavorecidos nas comunidades locais. Com 80 mil downloads do aplicativo Airfox via Google Play antes do lançamento do banQi, a Airfox se diferenciou dos concorrentes estabelecendo parcerias globais e hiperlocais que integram a Airfox ao dia-a-dia de seus clientes.

Nos próximos seis meses, segundo o comunicado, a Airfox planeja expandir suas equipes em Boston e no Brasil para cumprir sua missão de fornecer serviços financeiros de alta qualidade e sem custo para milhões de brasileiros.

“Essas parcerias de alto impacto e melhorias de serviços acessíveis representam marcos estratégicos para atingir nossa meta de ampliar a inclusão financeira para milhões globalmente”, mencionou na nota Victor Santos. “Hoje o Brasil, amanhã o resto da América Latina.”
 

Lacuna de proteção automotiva no Brasil é de US$ 51 bi, segundo estudo

Swiss Re auto al

O Swiss Re Institute, instituto do Grupo Swiss Re, divulgou o estudo ‘A lacuna de proteção automotiva na América Latina’. De acordo com o estudo, os prêmios totais de seguro automóvel em toda a América Latina foram de US$ 32 bilhões em 2017. O estudo confirma que o seguro automotivo continua sendo o principal ramo de negócios de P&C (sigla em inglês para seguros não-vida, excluindo saúde) na região, com pouco mais de 40% da participação dos prêmios do setor e 20% do setor de seguros. Os cinco maiores mercados do continente (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México) representam mais de 80% e o maior deles é o Brasil, com mais de US$ 12 bilhões em prêmios, seguido pela Argentina (US$ 6,1 bi) e pelo México (US$ 5,3 bi).

É também uma realidade na América Latina o fato de muitos veículos não terem seguro. Neste cenário, estima-se uma lacuna de proteção de US$ 76 bilhões nesta amostra de cinco países. A maior lacuna é no Brasil (US$ 51 bilhões) e as principais razões apontadas pelo estudo são a acessibilidade; o desconhecimento dos produtos de seguros e percepção de risco; a dificuldade de comprar seguros; a desconfiança das seguradoras; a alta frequência/severidade e custos de sinistros; as restrições regulamentares e legislativas e a aplicação inconsistente das leis vigentes.

A expectativa é de que os prêmios de seguro automotivo crescerão entre os países da região em torno de 3% a 5% de 2019 a 2023. O advento de tecnologias disruptivas tende a impactar positivamente o setor, alavancando a venda de veículos e a demanda por seguros.

Liberty Seguros está entre as cinco seguradoras mais inovadoras do Brasil

patricia chacon liberty inovacao

Fonte: Liberty

Pelo quarto ano consecutivo, a Liberty Seguros foi eleita uma das empresas mais inovadoras do setor de seguros pelo ranking da revista “Valor Inovação Brasil”, anuário do Valor Econômico que premia as 150 companhias que se destacam no desenvolvimento de tecnologia e pesquisa no país. Em 2019, a Liberty ficou no top 5 no ranking do setor de seguros.

A classificação foi elaborada pelo jornal em parceria com a Strategy&, consultora estratégica do Network PwC, por meio de uma pesquisa com empresas de diferentes setores e considerou os investimentos em inovação, melhores práticas, criação de novos produtos, soluções e estratégias, entre outros indicadores.

No último ano, a Liberty trabalhou para dar continuidade aos seus investimentos por meio de iniciativas inovadoras para corretores, serviços digitais para todos os seus públicos e um novo laboratório de inovação.

Solaria Labs

Lançado no mês passado, o Solaria Labs é o laboratório de inovação da Liberty Mutual, trazido para São Paulo, para atender às necessidades dos clientes brasileiros e iniciar o relacionamento do laboratório com o mercado inovador do país, além de dobrar a capacidade de inovação da Liberty no Brasil.

Atualmente, o espaço explora as principais tendências globais nas áreas de mobilidade, habitação, comércio e novas formas de proteção para os maiores investimentos e eventos da vida, com o objetivo de criar produtos disruptivos que atendam às necessidades crescentes dos consumidores. 

Campus Party

Neste ano, a seguradora foi uma das patrocinadoras da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. Além do patrocínio, a companhia realizou um hackathon que contou com mais de 80 participantes inscritos, com o objetivo de pensar em novas ideias e alternativas que atendessem ao desafio de “Soluções para corretores em início de carreira”.

A empresa também levou mais de 50 corretores ao evento, para que pudessem conhecer a feira, o estande da Liberty e participassem de diversas atividades inovadoras oferecidas pelas outras patrocinadoras.

Meu Marketing

Em 2018, pensando no sucesso de seus corretores e na digitalização desse público, a Liberty Seguros lançou o Meu Marketing, ferramenta que oferece aos parceiros uma série de materiais de comunicação pré-formatados que eles podem personalizar com seus logotipos, dados para contato e conteúdo, de acordo com as suas necessidades. Com a plataforma, a entrada dos corretores no ambiente online ficou mais fácil e eles têm uma opção mais prática no momento de oferecer produtos e serviços aos clientes.

Academia Digital

Dando continuidade às iniciativas com foco em corretores e seguindo as tendências de digitalização, a Liberty lançou no ano passado a Liberty Academia Digital, um formato inovador de treinamento para parceiros para habilitá-los a promover os produtos de seguro nas mídias sociais e a alcançar potenciais clientes.

O treinamento digital foi realizado por meio de vídeo-aulas utilizando o conceito de gamificação e atendeu os mais diferentes perfis de corretores: desde aos com pouco conhecimento em mídias sociais, aos com algum conhecimento, mas que não sabiam como criar conteúdo e aos que já produziam conteúdos, mas não sabiam como otimizar seus resultados. A Academia Digital recebeu mais de 60 mil acessos ao redor do Brasil.

“Esses lançamentos, entre outros diversos projetos que a Liberty Seguros realiza todo ano, reforçam o compromisso com a inovação na estratégia da companhia, em todas as frentes”, diz Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros”. “Estamos sempre atentos às tendências do mercado e trabalhamos constantemente para estar entre as empresas mais inovadoras do nosso setor”, completa.

Valor Inovação: mercado exige mais rapidez

valor inovação seguros

O Valor Econômico divulga a revista Inovação do Valor com um raio X da revolução tecnológica tem causado dentro das empresas, que buscam melhorar a experiencia dos clientes com as marcas. A matéria sobre seguradoras, previdência e saúde conta que uma verdadeira revolução tecnológica tomou conta do setor nos últimos dois anos e traz alguns exemplos implementados pelas vencedoras. “Estamos vivendo tempos em que não sabemos o que acontecerá nos próximos cinco anos. Então temos de ser rápidos e conectados com o mundo”, diz Cristiano Barbieri, da SulAmerica.

As vencedoras da premiação do anuário Valor Inovação Brasil – Amil, Sompo, SulAmérica, BrasilPrev e Liberty — foram unânimes em afirmar que suas companhias correm atrás de soluções trazidas pelas grandes empresas de tecnologia, por startups e também desenvolvidas dentro das empresas para trilhar o caminho mais curto para fidelizar o cliente, bem como entrar em novos nichos e ampliar as vendas. Todos concordam também que mais importante do que investimentos financeiros é a transformação da cultura da empresa.

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Confira os principais pontos do texto do relator já com o voto complementar:

reforma da previdencia

Fonte: Valor Investe

  • Servidores de estados e municípios ficam de fora da reforma da Previdência
  • Idade mínima de servidores federais serão definidas conforme a Constituição. Para trabalhadores do setor privado, idade poderá ser estabelecida por leis ordinárias
  • Relator mantém alta de alíquota de CSLL de 15% para 20% para bancos, mas com brecha para redução posteriormente. Para as cooperativas de crédito, a alíquota vai de 15% para 17%. B3 ficou de fora das mudanças
  • Relator volta atrás sobre recursos de PIS/PASEP, que haviam sido retirados do BNDES, mas devem continuar com o banco
  • Proposta apresenta regra de extinção de regimes próprios e proíbe que a Regime Geral da Previdência Social (RGPS) assuma déficits desses regimes quando forem incorporados. Mesmo os superavitários poderão ser extintos
  • Nesta versão do texto, regras de transição não mencionam trabalhadores rurais
  • Pensão integral por morte de policiais deverá ser paga em todas as circunstâncias que envolverem trabalho direta ou indiretamente
  • Policiais entram para o rol de servidores estaduais e municipais que poderão ter idade mínima diferenciada. Professores e pessoas com deficiência também estão na lista
  • Professoras que ingressaram na rede pública até 2013 poderão se aposentar aos 57 anos, após mudanças na regra de transição

Idade mínima de aposentadoria de servidores continuará na Constituição

Fonte: Por  Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Os servidores públicos federais continuarão a ter idade mínima de aposentadoria fixada na Constituição, com a possibilidade de que outros parâmetros, como tempo de contribuição, sejam alterados por lei complementar. A mudança consta do voto complementar da reforma da Previdência, lido hoje (2) pelo relator na comissão especial na Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP).

A primeira versão do relatório estabelecia que os parâmetros para a concessão de aposentadoria aos servidores federais fossem transferidos para lei ordinária. A mudança iguala o tratamento dos funcionários públicos federais aos de professores e trabalhadores privados, que também terão os parâmetros definidos por meio de leis complementares, que requerem maioria qualificada para serem aprovadas.

Segundo Moreira, a definição dos parâmetros por lei complementar evita que as condições de aposentadoria sejam alteradas por meio de medida provisória ou projetos de lei com votação simbólica.

Gatilho

A proposta original do governo estabelecia um gatilho automático para as idades mínimas de aposentadoria, que seguiriam o aumento da expectativa de vida medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O relator, no entanto, manteve o mecanismo fora da reforma, fazendo com que futuras alterações nas idades mínimas precisem ser alteradas por emendas à Constituição.

Relator diz que decisão sobre estados pode ficar para o plenário

Fonte: Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

O relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), disse hoje (2) que ainda não foi fechado acordo para a inclusão de estados e municípios no seu voto complementar, que deve ser lido nesta tarde no colegiado. Segundo o relator, “talvez” o melhor seja manter o diálogo com governadores e líderes partidários para incluir os servidores estaduais e municipais nas novas regras previdenciárias no plenário da Câmara. 

“Ainda tem uma expectativa [de inclusão de estados e municípios ainda na comissão especial], mas talvez o melhor procedimento que possa ocorrer é no plenário, o que não é ruim. É bem possível. Talvez mais fácil do que na comissão”, disse Samuel Moreira, após reunião com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), governadores e líderes na residência oficial da presidência da Câmara.

De acordo com o projeto enviado pelo governo federal, a proposta de emenda à Constituição (PEC 6/19) da reforma da Previdência valeria automaticamente para servidores dos estados e dos municípios, sem necessidade de aprovação pelos legislativos locais, mas esse ponto foi retirado do parecer do deputado Samuel Moreira.

O líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP), disse que o voto complementar do relator com modificações no texto original não vai incluir estados e municípios. Segundo ele, a inclusão de servidores estaduais e municipais poderá ocorrer na votação em plenário. 

De acordo com Sampaio, o acordo entre os líderes dos partidos que apoiam a reforma é não apresentar destaques com sugestões de mudanças no texto na comissão para não atrasar a votação do relatório.

Na saída da reunião, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, afirmou que, na reunião, foi manifestado o apoio dos governadores à inclusão dos estados e municípios na reforma da Previdência. “A decisão está nas mãos dos líderes dos partidos para que possam tomar uma decisão com relação à entrada dos estados ou não”.