TRF proíbe venda de seguros por associações de proteção veicular

Fonte: CNseg

Entidades não seguem legislação do setor e não têm autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para atuar no mercado

Em decisão unânime, a Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região confirmou a decisão da instâncias inferiores de suspender a venda de contratos de seguro por sete associações de proteção veicular. As entidades não tinham autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para comercializar as apólices de seguro, além de não cumprirem a legislação do setor.

Ao declarar ilegal a atuação dessas associações, a Quinta Turma acolheu os argumentos da Susep, autora das ações,  que alegou que somente sociedades anônimas ou cooperativas equiparadas a instituições financeiras podem funcionar como sociedades seguradoras.

“O grande atrativo dessas associações é o preço. Elas conseguem apresentar um preço melhor para o consumidor justamente porque elas não adotam todos os instrumentos exigidos pela lei para resguardar o consumidor. Mas, por outro lado, essas associações não deixam claro para os consumidores que as suas atuações são completamente à margem da lei, sem a fiscalização direta pela Susep e sem a garantia que ao final, caso ocorra um sinistro, o consumidor vai realmente receber a indenização devida”, explica a procuradora federal Lúcia Penna, que atuou no caso.

Além da autorização da Susep, as seguradoras devidamente registradas precisam seguir diversas exigências, como regime tributário próprio; comprovar ter recursos para desenvolver suas atividades (solvência); adoção de medidas que diminuam os riscos assumidos pelo mercado segurador, como contratação de co-seguro, retrocessão e resseguro para garantir os riscos assumidos por uma seguradora.

De acordo com a AGU, além de prejudicar os consumidores, a atuação irregular dessas associações pode desestabilizar todo o mercado de seguros, uma vez que, ao não honrar os compromissos observados pelas seguradoras, conseguem oferecer valores mais baratos em uma concorrência desleal.

E, ainda, de acordo com a AGU, além de prejudicar os consumidores, a atuação irregular dessas associações pode desestabilizar todo o mercado.

No caso julgado pela Quinta Turma, atuaram a Confederação das Seguradoras (CNseg), a  Procuradoria-Regional Federal da 1ª Região e a Procuradoria Federal Especializada da Susep, que são unidades da Procuradoria-Geral Federal (PGF), um dos órgãos da AGU. 

A Confederação das Seguradoras apoiou a Susep, na qualidade de amicus curiae, apresentando elementos suplementares que foram importantes para a decisão do Tribunal.

As insurtechs e os corretores

Fonte: Sincor-SP

Quais as inovações do mercado de seguros? Qual o papel do corretor de seguros diante da tecnologia? Essas e outras perguntas foram respondidas durante o Agenda Digital – Tecnologia no Universo do Seguro, realizado pelo Sincor-SP no dia 30 de julho, em São Paulo. Trazendo empreendedores e empresários de tecnologia e do mercado de seguros, o evento trouxe os desafios e oportunidades, além de abordar as tendências do setor.

O coordenador do Comitê de Inovação do Sincor-SP, Marcelo Blay, realizou a abertura do evento reforçando a necessidade da transformação digital na corretagem. O executivo destacou que independente das tecnologias usadas nas empresas, quem nunca deve ser esquecido é o cliente. “Não adianta ter tecnologia de ponta se não valorizar e priorizar o segurado, que quer velocidade e qualidade no atendimento. 

Não estamos sendo mais comparados com os concorrentes do nosso setor, mas sim com Netflix, Google, Apple. O consumidor quer ter a mesma qualidade no nosso atendimento, que ele tem nessas empresas”, completa.

Abordando o mercado de insurtechs no Brasil e seus efeitos na distribuição de seguros, o CEO da Insurtech Brasil, José Prado, lembrou da tendência do mercado em colocar medo no corretor de seguros. “O setor tem espaço para todo mundo. E os corretores, que lidam diretamente com o consumidor, são os mais capacitados para trazer as soluções necessárias para o mercado. Estamos falando de insurtechs, mas tem algumas soluções digitais estão vendendo os mesmos produtos que o mercado de seguros já trabalha”.

O debate “Oportunidades e desafios da tecnologia na corretagem de seguros” trouxe o portfólio das insurtechs convidadas, que ressaltaram que os corretores devem levar as demandas do setor às empresas de tecnologia, pois possuem um vasto conhecimento de mercado. “Os corretores têm que fazer conexões com as startups, pois assim podem surgir novos produtos de seguro e novas soluções para o mercado”, revela o Co-Founder & CEO da Kakau, Henrique Volpi.

“O maior desafio do mercado de seguros é descobrir quais os produtos que podem ser oferecidos em quais canais e para quais perfis de clientes. E o corretor de seguros pode ajudar nisto”, revela o Founder & CEO da Pitzi, Daniel Hatkoff.

“Por prestar consultoria, o corretor pode ser o caminho para as inovações do mercado, já que a experiência do cliente é um fator chave para o sucesso”, acredita o CEO e Co-Founder do Grupo Planetun, Henrique Mazieiro.

Já no painel “Tendências – Caminhos inevitáveis, o que está por vir”, o Founder & CEO da Creditas, Sergio Furio, falou sobre a importância da tecnologia e de soluções inovadoras. “A tecnologia traz democratização, pois tanto uma empresa pequena quanto uma grande podem fornecer soluções inovadoras, o que talvez muda é o alcance”.

O executivo ainda destacou que o consumidor mudou e está atrás de excelência e resultados assertivos. “É preciso colocar o cliente no centro, e a tecnologia está criando ecossistemas possíveis de resolver todos os problemas dele”, conclui.

Para o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, o evento foi um grande acerto da entidade, já que é preciso discutir as mudanças que afetam o mercado de seguros. “O mundo está em transformação, não só o mercado de seguros. Nós somos agentes dessa transformação, nós temos que ter a lucidez para saber qual o papel que devemos cumprir. E nossa missão, como Sincor-SP, é promover, ajudar e conduzir o corretor de seguros a essa necessária adaptação da evolução, da transformação digital”, finaliza.

IRB e Porto Seguro vencem premiação do Infomoney das melhores empresas da bolsa

O IRB Brasil Re levou o troféu revelação do ano no prêmio Melhores da Bolsa criado pelo Infomoney em parceria com o Ibmec e a Economática. A Porto Seguro foi a vencedora na categoria Finanças. A festa de premiação aconteceu nesta terça-feira, 30, em São Paulo. O objetivo foi premiar as empresas cujos papéis tiveram um desempenho mais consistente. Em saúde, o Fleury foi o vencedor.

Pesquisa da Fenacor indica que mercado está otimista

Fonte: Fenacor

Estudo realizado pela Fenacor indica que a confiança do setor de seguros voltou a subir em julho, pelo segundo mês consecutivo, após manter tendência de queda entre março e maio. 

Em julho, assim como no mês passado, essa tendência de retração foi interrompida e a média dos indicadores se situou em aproximadamente 115 pontos, o que indica, por estar acima de 100 pontos, que corretores de seguros, seguradores e resseguradores estão mais otimistas. “Ressalte-se que ainda não estão no mesmo nível favorável de janeiro ou fevereiro, quando o indicador médio era de 130 pontos”, afirma o consultor Francisco Galiza, responsável pela pesquisa.

O ICSS (Índice de Confiança do Setor de Seguros) é um indicador mensal que mede a confiança do mercado brasileiro. 

Esse indicador é o resultado de três variáveis: ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).

Todo final de mês são enviadas perguntas simples, de múltipla escolha, em que as empresas dizem sobre o que esperam que aconteça nos próximos seis meses, com relação a algumas variáveis relevantes do setor. Ao todo, aproximadamente 100 companhias são entrevistadas em cada oportunidade.

No seu cálculo, o indicador leva em conta três aspectos: economia brasileira, faturamento e rentabilidade de cada um dos setores citados.

O ICSS é divulgado em toda primeira semana de cada mês, tomando como referência os dados obtidos em pesquisa realizada na última semana do mês anterior.

Operação prende suspeitos de fraudar o Seguro DPVAT em Umuarama (PR)

Fonte: DPVAT

Acusados falsificavam prontuários médicos e laudos do IML de vítimas para dar entrada no pedido de indenização por invalidez permanente em desvio de mais de R$ 1 milhão

O Núcleo de Combate à Corrupção da Polícia Civil do Paraná deflagrou nesta terça-feira (30/07) a Operação Calejado para cumprir nove mandados de prisão e 12 de busca e apreensão por conta de fraudes contra o Seguro DPVAT na cidade de Umuarama, no noroeste do Paraná. As investigações começaram a partir de uma notícia-crime enviada pela Seguradora Líder à Polícia Civil. A empresa constatou fraude em 365 processos de recebimento do seguro na região, o que representa um montante de mais de R$ 1 milhão em pagamentos indevidos.

As fraudes decorrem de adulteração de documentos médico-hospitalares (prontuários médicos) do Instituto Nossa Senhora Aparecida e de laudos do Instituto Médico Legal da cidade para a cobertura por invalidez permanente prevista pelo Seguro DPVAT a vítimas de acidentes de trânsito. Segundo as investigações, o esquema envolvia um procurador, um auxiliar administrativo do hospital e funcionários do IML que falsificavam assinaturas e alteravam os laudos das vítimas para que elas recebessem o seguro por sequelas que não existiam ou não eram indenizáveis.

As investigações mostram que o procurador direcionava as vítimas para o Instituto Nossa Senhora Aparecida, onde eram atendidas e recebiam o prontuário com carimbo e assinatura falsificados. A partir daí, o intermediário agendava a perícia no IML e o beneficiário era recebido por médicos que faziam parte do grupo criminoso e também produziam laudos periciais falsos, indicando lesões inexistentes. Em seguida, o procurador dava entrada no pedido de indenização do Seguro DPVAT para a vítima.

Ao monitorar os pedidos de indenização, a equipe de Prevenção e Combate às Fraudes da Seguradora Líder analisou, por meio de ferramentas sistêmicas, os documentos e suspeitou das fraudes.

“Verificamos que as numerações dos prontuários e registros eram sempre as mesmas, assim como as assinaturas dos médicos. Além disso, todas as solicitações partiram do mesmo procurador. Nossos peritos também foram a campo e refizeram as perícias com um grupo de vítimas. Todas as análises identificaram que os beneficiários não apresentavam sequelas e, por isso, não tinham direito à indenização do seguro. Uma vez identificadas as irregularidades, encaminhamos uma notícia-crime à Polícia Civil de Curitiba”, afirmou Jorge Sodré, gerente Jurídico Criminal da Seguradora Líder.

De acordo com o executivo, a Seguradora Líder vem investindo cada vez mais no combate às fraudes para evitar casos como o de Umuarama. O uso da tecnologia tem sido um grande aliado neste trabalho. Todos os pedidos de indenização do Seguro DPVAT recebem monitoramento contínuo, sendo avaliados por softwares de inteligência artificial, que contêm ferramentas de filtros sistêmicos de ocorrências suspeitas, além de controle de risco. A equipe utiliza ferramentas de Analytics, com mais de 200 variáveis; realiza uma análise documental; e aplica um filtro capaz de cruzar as informações dos documentos apresentados e o banco de dados da Seguradora. Além disso, quando necessário, são realizadas investigações de campo. Ao identificar uma irregularidade, uma notícia crime é encaminhada aos órgãos competentes.

Como resultado destas iniciativas, foram identificadas, no ano passado, 11.898 fraudes ao Seguro DPVAT em todo o país, sendo 457 apenas no Paraná. Neste ano, de janeiro a junho, as iniciativas proativas da Seguradora Líder já resultaram em 20 sentenças condenatórias, 25 condenados, 24 cancelamentos, suspensões ou cassações de registros em órgãos de classe e 2 prisões em todo o Brasil. O quantitativo chega a 3.750 fraudes detectadas, representando o montante de perda máxima evitada de R$ 26,2 milhões.

A companhia ainda esclarece que qualquer pessoa pode denunciar casos suspeitos relacionados a pedidos de indenização do Seguro DPVAT. As denúncias podem ser feitas por meio do 0800 022 12 05 ou pelo site www.seguradoralider.com.br. As ligações são gratuitas e, em nenhum dos dois canais, é necessário se identificar.

Banestes contrata Mondial Assistance

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Fonte: Mondial

A Mondial Assistance anuncia parceria com a Banestes Seguros S.A., seguradora do Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes S.A.). A partir deste mês, todos os clientes que contratarem o seguro auto do banco capixaba contarão com o serviço de assistência 24 horas da empresa.

A seguradora está presente em todos os 78 municípios capixabas, através das agências bancárias do Banestes, contando ainda com 4 lojas próprias de atendimento comercial e mais de 300 corretores de seguros autorizados a comercializar seus produtos por todo o estado.

Integrante do sistema financeiro detentor da maior rede bancária do Estado do Espírito Santo, a Banestes Seguros contará agora com uma operação exclusiva localizada em São Bernardo do Campo, na Grande SP, e mais de 14 mil prestadores de serviço espalhados por todo o Brasil. Com a forte cultura da inovação empregada na empresa, Vincent Bleunven, CEO da Mondial Assistance, afirma que a companhia investe em infraestrutura técnica e utiliza ferramentas para melhorar cada vez mais a experiência do cliente. “Nossa operação estará à disposição dos capixabas para garantir proteção a qualquer hora, em qualquer lugar”, finaliza.

Otacilio Pedrinha, presidente da Banestes Seguros, reforça que a parceria foi concretizada devido à qualidade dos serviços prestados. “Visamos proporcionar ao cliente uma experiência cada vez mais atrativa no âmbito tecnológico, da variedade de serviços e da abrangência de atendimento”, destacou.

Acidentes envolvendo motocicletas ultrapassam 119 mil indenizações do Seguro DPVAT em 2019

Fonte: DPVAT

A motocicleta foi o veículo com o maior número de indenizações no primeiro semestre deste ano, concentrando 77% de todos os sinistros pagos neste período. Foram mais de 119 mil indenizações pagas somente para acidentes com motos, sendo 71% delas (ou 84.557) para a cobertura de invalidez permanente.

Os motociclistas foram as maiores vítimas nas indenizações pagas nos primeiros seis meses de 2019. Dos 88.542 motoristas indenizados, 78.480 eram motociclistas. Quando analisada somente a cobertura por morte, foram 7.130 indenizações contabilizadas.

As vítimas de acidentes com motocicletas são, em sua maioria, jovens em idade economicamente ativa. No período citado, as vítimas entre 18 e 34 anos concentraram 49% dos acidentes fatais e 52% dos acidentes com sequelas permanentes.

Na avaliação do superintendente de Operações da Seguradora Líder, Arthur Froes, é necessário melhorar a formação nos centros de condutores. “Os números indicam a importância de se investir na conscientização dos jovens durante o período de formação nas autoescolas. É fundamental que os recém-habilitados deixem as escolas de direção cientes das normas de segurança e legislação de trânsito. Além disso, é essencial o respeito a essas regras e também a atenção ao volante, uma vez que os dados da Polícia Rodoviária Federal mostram que a falta de atenção dos condutores foi a principal causa dos acidentes no ano passado”, afirma.

S&P Global eleva rating de força financeira da SCOR Brasil Resseguros para “AA-”

Fonte: Scor Brasil

A SCOR Brasil Resseguros acaba de ter seu rating de força financeira elevado pela Standard & Poor’s Global, referência mundial na realização de avaliações de crédito e análises econômicas há mais de 150 anos. Com a atualização, a resseguradora passa de “BBB” para “AA-”, igualando-se à SCOR SE, matriz do Grupo SCOR.

A S&P Global acredita que a garantia parental do Grupo dará suficiente apoio à companhia brasileira, mesmo diante de possíveis incertezas e volatilidades relacionadas à dívida soberana nacional.

Em relação à perspectiva, a avaliação permanece estável “stable outlook”. A S&P Global entende que a SCOR SE seguirá produzindo resultados consistentes e sustentáveis, que permitirão ao Grupo manter uma robusta adequação de capital, no nível “AAA”, usando o modelo de capital de risco da S&P Global.

“Trata-se de uma excelente notícia para a SCOR Brasil, pois não só reafirma a solidez do Grupo, como mostra o comprometimento com o nosso negócio local e com o país”, afirma o CEO da resseguradora, Eric Lundgren.

Assalto de 720 quilos de ouro no aeroporto internacional conta com seguro transporte

assalto ouro GRU seguradora

A semana promete muitas noticias sobre o seguro transporte tendo com foco quem são as seguradoras do assalto que, na quinta-feira passada (25), levaram 720 quilos de ouro do terminal de carga do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), porque o gerenciamento de risco falhou e o que a apólice cobre. Os investigadores estimam que a quadrilha tenha gasto cerca de R$ 1 milhão para levar planejar e executar o roubo.

Durante o final de semana o blog Sonho Seguro buscou profissionais do setor para ter mais detalhes do seguro, mas ninguém forneceu informações além das que já estavam disponíveis na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pela transportadora Brinks, e divulgadas pela delegacia responsável pelo caso. Mas nesta semana certamente tais detalhes virão à tona.

De acordo com um levantamento das polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal, foram registrados mais de 22 mil ataques a motoristas em todo o país, em 2018. A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC) aponta que o prejuízo para o setor produtivo com a perda de cargas e veículos chegou a cerca de R$ 2 bilhões no ano passado.

Mas esse assalto foi o maior já registrado em um aeroporto brasileiro. A transportadora de valores Brink’s divulgou comunicado na sexta-feira informando que o roubo de ouro tem cobertura de seguro e não terá impacto significativo nos resultados financeiros de 2019 ou na capacidade da empresa de continuar servindo servindo seus clientes internacionais.

As mídias destacam que uma empresa ligada a resseguradoras oferece 150 mil de recompensa a quem fornecer pistas que levem ao bando que roubou a carga avaliada em R$ 100 milhões. Segundo o consultor José Gonçalves Neto, da Lowers & Associate International, empresa de gerenciamento que representa um grupo de resseguradoras, a recompensa será dada por “informações seguras que levem à apreensão do ouro e identificação dos criminosos” “Estou autorizado a declarar que haverá uma recompensa de R$ 150 mil a quem, do povo, contribuir com informações seguras e efetivas” disse ele na manhã de sexta (26), segundo informa a Folha.

Muito difícil. Essa é a avaliação de integrantes da cúpula da Polícia Civil de São Paulo em relação as chances da carga ser recuperada. Segundo delegados ouvidos pela Folha, algumas razões explicam essa dificuldade: primeiro, porque o crime foi cometido por uma quadrilha bem organizada e, por isso, provavelmente já havia um destino para o material, antes mesmo do início do roubo. Um segundo motivo, ligado ao primeiro, é o fato de o ouro poder ser derretido facilmente, o que torna praticamente impossível rastrear sua origem. Ainda que encontrado, com novo formato, não é possível garantir que se trata do mesmo material levado pelo grupo criminoso.

Veja as dicas da AIG sobre danos causados por hackers

SENHA: SONHO SEGURO

Flavio Sá, gerente de linhas financeiras da AIG, e Victor Perego, especialista em riscos cibernéticos da AIG