Conheça a EVA, assistente virtual que a Europ Assistance criou para seguros

Pensando sempre em maneiras de aprimorar o seu atendimento e a sua relação com o cliente, a Europ Assistance Brasil (EABR) oferece aos seus clientes da carteira Auto, a EVA – Europ Virtual Agent – a primeira agente virtual com atendimento 100% digitalizado do mercado de assistência e de seguros.

A solução é inovadora, pois usa inteligência artificial cognitiva, o atendimento possui uma linguagem natural e não de robô, é um tipo de tecnologia complexa e muito mais completa em relação a outras assistentes disponíveis hoje no mercado, conforme explica Ricardo Alexandre dos Santos, diretor executivo de operações, da EABR. “A EVA não faz trabalhos operacionais simples, como emitir a segunda via de um boleto, por exemplo. Ela é programada para executar tarefas de alta complexidade, como atender clientes em situação de emergência para atendimento de Assistência para serviço de mecânico ou reboque, além de ser capaz de aprender com a jornada do cliente e aprimorar seus processos. Somos os pioneiros no atendimento receptivo de agente virtual, não há nenhuma companhia fazendo isso nesse mercado hoje”, afirma o executivo.

A ideia da agente virtual nasceu do desejo de aperfeiçoar a experiência do cliente, dando mais eficiência ao atendimento, tornando-o mais ágil. Durante os testes, os especialistas da companhia perceberam que o atendimento virtual poderia ser algo ainda maior. Mais do que ser um robô assistente, a tecnologia do projeto foi aprimorada e ganhou nome e voz humana, tornando-se a persona EVA.

Ao utilizar a EVA como ferramenta de atendimento, a EABR tem sido capaz de minimizar a possibilidade de atritos entre empresa e consumidor. O suporte da EVA também possibilita que o contato seja feito 24 horas por dia e 7 dias por semana com capacidade ilimitada e sem precisar esperar pela disponibilidade de um operador humano.

Desde sua implementação, em janeiro de 2019, a assistente acumula bons resultados para automatização do call center, padronização da interação com o cliente e possibilidade de atendimento de diversos clientes de forma simultânea, reduzindo o tempo médio de chamada em até 30%.

“O atendimento digital nesse mercado é um grande desafio, já que a demanda pelos serviços prestados por nós, provem por natureza de momentos ou situações de alto estresses para o cliente. A dúvida principal era se o robô seria capaz de administrar esse tipo de ocorrência. Para nossa surpresa, ela está não apenas funcionando muito bem, como também está trazendo qualidades superiores as do atendimento humano”, comemora Tiago Massarico, diretor de Melhoria Contínua e Automação da Europ Assistance Brasil.

A EVA permite que o contato com o cliente seja feito de forma inteligente, agradável e assertiva. Os longos menus de atendimento, que tanto irritam e confundem os consumidores, não são mais necessários. Isso porque EVA não é um bot com respostas prontas, mas sim uma inteligência artificial apta a assimilar, aprender e compreender a intenção humana, sendo capaz de aplicar esses conhecimentos na eficiência de comunicação da jornada do cliente, apresentar as soluções disponíveis e aplicá-las sem a necessidade de um operador humano.

“Há muitos casos nos quais a pessoa nem mesmo se dá conta de que está conversando com uma assistente digital”, conta Massarico. Mesmo assim, ele ressalta que a necessidade de mudança e digitalização da EABR vem acompanhada do entendimento de que nem todos os públicos e gerações estarão pré-dispostos a serem atendidos por esses agentes virtuais. “Àqueles que têm, de fato, resistência em serem atendidos digitalmente, há sempre a opção de direcionamento a um atendente humano”, explica. Caso o cliente expresse a vontade de conversar com um atendente humano, a EVA faz esse direcionamento.

Hoje, a EVA atua na abertura de serviços para atendimento de emergências de automóveis – como pane e guincho – mas a expectativa da companhia é que, ainda em 2020, o serviço chegue também à assistência residencial. A companhia estima para o próximo ano que cerca de 50% a 60% de todos os atendimentos deverão ser feitos em canais digitais. 

A capacidade de adaptação às novas tecnologias do mercado é uma das marcas da empresa para oferecer uma experiência ímpar a seus clientes de forma ágil, eficiente e competitiva.

AIG Seguros anuncia novo CFO para o Brasil

Fonte: release

Hercules Pascarelli possui quase 20 anos de experiência profissional em diversas empresas e seguradoras

A AIG Seguros, que este ano completa 100 de presença no mundo e 70 de atuação no Brasil, acaba de contratar Hercules Pascarelli para seu time de executivos, na posição de CFO (Chief Financial Officer) da empresa no país. Com sua experiência no mercado segurador, a partir de 12 de agosto Hercules vai liderar o time financeiro e ajudar a manter a trajetória de disciplina financeira e de subscrição da companhia. 

No Brasil, a estratégia da companhia está focada em rentabilidade no segmento de riscos complexos e no mercado PME, por meio de parcerias que permitem explorar melhor as fortalezas da seguradora e aportar ao mercado brasileiro sua experiência e capacidade globais.

Pascarelli é formado em Ciências Contábeis e Administração de Empresas pela Universidade Paulista (UNIP), possui MBA em Finanças pelo Ibmec de São Paulo e quase 20 anos de experiência profissional em diversas empresas e seguradoras.

Malas prontas – A AIG também informou aos funcionários que muda de sede em São Paulo em novembro para fortalecer uma de suas principais características: ser inovadora. O grupo deixará a torre ao lado do Shopping Iguatemi JK, em São Paulo, onde estava desde 2015, para a Torre Z, na região da Berrini.

Segundo afirmam funcionários, é um ambiente que lembra um coworking, sem salas fechadas e com espaços compartilhados. O novo ambiente, com layout mais aberto e integrado terá menos barreiras físicas entre as pessoas e as áreas, e contará com espaços coletivos alternativos para estimular a troca de ideias, colaboração e uma comunicação mais direta entre todos.

O projeto de arquitetos priorizou proporcionar aos funcionários a cultura de serem mais aliados uns dos outros, o que permitirá melhores soluções e resultados, com mais proximidade e transparência, compartilhando conhecimento focado nos objetivos, resultados e excelência no atendimento aos clientes.  

Segundo informou a AIG a sua equipe, o escritório da AIG passará a ser um tido como espaço propício à mais colaboração profissional, o é que mais do que apenas uma mudança de endereço. “Será a oportunidade de vivermos, na prática, a cultura de sermos aliados uns dos outros, o que nos permitirá melhores soluções e resultados, com mais proximidade e transparência, compartilhando conhecimento focado nos nossos objetivos, resultados e excelência no atendimento aos nossos clientes.”.

Fusão da Susep com a Previc deve sair até sexta-feira

Miriam Leitao entrevista Solange Vieira da Susep

O jornal Valor Econômico e o colunista Lauro Jardim informam que o governo vai encaminhar, até sexta-feira, ao Congresso Nacional um projeto de lei para fundir a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e uma medida provisória para criar uma unidade de inteligência financeira, que substituirá o Conselho de Controle de Atividades Financeiras – Coaf.

O passo seguinte ao novo Coaf seria colocá-lo como parte da estrutura do BC. Para ajustar a estrutura do BC ao novo órgão, uma das possibilidades é fazer ajuste no projeto de lei complementar, já encaminhado ao Congresso Nacional,  que trata da autonomia da autoridade monetária.

Com a união da Susep e Previc, o governo vai criar a Autoridade de Seguros de Previdência Complementar (ASP), uma autarquia vinculada ao Ministério da Economia. Solange Vieira, hoje presidente da Susep, comandará a ASP, que terá sede no Rio.

Pelo projeto de lei, essa autarquia seria responsável pelas áreas de seguros, resseguros e previdência complementar e teria autonomia técnica, operacional e financeira. Além de presidente, a estrutura do novo órgão será composta por seis diretores. No caso da capitalização, a matéria passará a ser responsabilidade do Banco Central (BC).

Volta às aulas exige atenção redobrada no trânsito

Fonte: Seguradora Líder

Somente neste ano, de janeiro a junho, mais de 6 mil crianças e adolescentes foram indenizados pelo Seguro DPVAT, vítimas de acidentes em todo o país

O fim das férias escolares é sinal também de trânsito mais confuso. Com o retorno às aulas e a volta da rotina de pais, crianças e adolescentes, é comum o aumento do fluxo de pessoas e veículos nas ruas, dos congestionamentos e, consequentemente, dos riscos de acidentes. O período exige paciência, cuidado e atenção redobrada de motoristas e pedestres que circulam, principalmente, ao redor das escolas. Dados da Seguradora Líder mostram que, apenas neste ano, de janeiro a junho, 6.084 vítimas entre 0 e 17 anos foram indenizadas pelo Seguro DPVAT em todo o país.

De acordo com o levantamento, entre as crianças e adolescentes, foram 964 mortes e 4.231 ficaram com algum tipo de invalidez permanente. Além disso, a maioria estava na condição de pedestre no momento do acidente (3.467). As motocicletas foram responsáveis pela maior parte das ocorrências. Foram 3.342 indenizações envolvendo este tipo de veículo. Em seguida, aparecem os sinistros com automóveis: 2.161 casos. Minas Gerais (628), São Paulo (617), Ceará (422), Paraná (392) e Maranhão (361) foram os estados que tiveram mais benefícios pagos a vítimas entre 0 e 17 anos neste primeiro semestre.

Os especialistas garantem que um dos pontos mais importantes para a redução dos números é atuar de forma preventiva onde há grande fluxo de crianças e adolescentes. Sinalização adequada, fiscalização, a presença de guardas de trânsito e investimento em informações para os estudantes podem ser medidas que ajudam a diminuir os acidentes. Para o superintendente de Operações da Seguradora Líder, Arthur Froes, é fundamental que todos estejam atentos.

“O ideal é que os pais se programem para sair mais cedo de casa e, assim, evitem a correria no trânsito. O uso adequado dos equipamentos de segurança também faz toda a diferença. A cadeirinha, o cinto de segurança e o capacete, no caso das motocicletas, são itens obrigatórios. Já os pedestres devem ficar atentos à sinalização e sempre usar a faixa para a travessia nas ruas”, ressalta.

Com a volta às aulas, alguns municípios, como Rio de Janeiro e Goiânia, adotaram, na última semana, esquemas especiais com o apoio de agentes de trânsito para autuar quem desrespeitar as leis na porta das escolas e também distribuir folhetos com dicas de segurança como forma de prevenção.

Perdas de US$ 42 bi, sendo US$ 15 bi indenizadas por seguro, com desastres naturais no 1o. semestre

perdas com catástrofes Munich Re

Um total de 370 eventos de perda geraram perdas totais de US$ 42 bilhões, que, após o ajuste da inflação, são inferiores à média de US$ 69 bilhões em 30 anos, segundo estudo divulgado pela resseguradora Munich Re. No entanto, as perdas das enchentes no sudeste da China, que começaram em junho e causaram prejuízos de bilhões de dólares, não estão incluídas nesta cifra. O Brasil aparece no quadro das fatalidades.

As perdas seguradas chegaram a US$ 15 bilhões, abaixo da média de longo prazo de US$ 18 bilhões. Para muitos eventos, a parcela segurada da perda econômica global foi extremamente pequena devido à baixa penetração de seguro em muitos dos países afetados.

Cerca de 4.200 pessoas perderam a vida em desastres naturais. Este valor é semelhante ao do ano anterior (aproximadamente 4.300). Mas pelo menos a tendência para menos baixas continuou, graças a medidas de proteção mais eficazes: a média de 30 anos para o mesmo semestre é de mais de 27.000 mortes.

O desastre mais mortal em todo o mundo até o final de junho foi o ciclone Idai, que varreu Moçambique, Malaui, Zimbábue e África do Sul de 9 a 14 de março. Mais de 1.000 pessoas foram mortas. Em maio, tempestades com tornados no Meio-Oeste dos EUA produziram as maiores perdas, com US$ 3,3 bilhões. A parte segurada chegou a cerca de US $ 2,5 bilhões.

Uma característica marcante das estatísticas para o primeiro semestre de 2019 é a alta proporção de perdas que afetam os países mais pobres. Três dos cinco desastres mais onerosos afetaram países emergentes e em desenvolvimento. Isso incluiu um desastre de inundação no Irã (perdas totais de US$ 2,5 bilhões) e as perdas por tempestades e enchentes do ciclone Fani na Índia e em Bangladesh em maio (US$ 2,2 bilhões).

Moçambique, um dos países mais pobres do mundo, foi particularmente atingido. Em março, o ciclone Idai atingiu a costa perto do porto da Beira (500.000 habitantes). Com velocidades de vento de aproximadamente 170 km/h, a tempestade destruiu um grande número de casas e edifícios, a maioria dos quais eram estruturas bastante simples. Além disso, em combinação com as fortes chuvas, a onda de inundação provocada pela tempestade provocou inundações sobre o terreno plano que se estendia para o interior.

As perdas totais em Moçambique e nos países vizinhos atingiram aproximadamente US$ 2 bilhões. A perda em Moçambique é equivalente a cerca de um décimo do PIB do país – um enorme fardo. Como comparação: o terremoto de Tohoku no Japão em 2011 causou perdas diretas de US$ 210 bilhões, correspondendo a aproximadamente 3,4% do PIB do Japão. Apenas algumas semanas mais tarde, Moçambique foi novamente atingido por outro ciclone, desta vez o ciclone Kenneth, que chegou ao norte em uma área menos povoada. As perdas totalizaram cerca de US$ 230 milhões.

Ernst Rauch, Chefe de Clima e Geocientista da Munich Re, disse: “No Caribe, por exemplo, as soluções de seguro em cooperação com governos e bancos de desenvolvimento puderam fornecer assistência financeira antes que os programas de ajuda internacional pudessem decolar. Uma solução semelhante também faria sentido para Moçambique. Mas é absolutamente essencial tomar medidas preventivas mais eficazes nos países industrializados também. Estamos trabalhando sistematicamente no aprimoramento de nossas ferramentas de análise, para que possamos avaliar os riscos com mais precisão e, então, desenvolver novas soluções que nos permitam assumir riscos ”.

Nos EUA, uma série de tempestades severas na primavera causou altas perdas. A temporada de tornados foi consideravelmente mais ativa do que o habitual, particularmente em maio: de acordo com a NOAA, o serviço meteorológico dos EUA, mais de 1.200 tornados foram contados até o final de junho. Isso é aproximadamente um quinto a mais que a média de 2005-2015 para o mesmo semestre. Apesar de uma temporada de tornados muito ativa, as perdas decorrentes de uma série de fortes tempestades convectivas durante os primeiros seis meses de 2019 atingiram quase US$ 7,5 bilhões, bem abaixo da média de US$ 10 bilhões na última década.

Uma combinação de altas temperaturas com uma intensa onda de calor nos últimos dez dias do mês e fortes tempestades com chuvas de granizo violentas produziram pesadas perdas na Europa em junho. Além de ser muito seco, o mês foi o mês mais quente da Alemanha desde o início dos registros. A seca significa que as colheitas ruins são prováveis ​​em partes do setor agrícola europeu, desde que houve crescimento restrito para certos tipos de grão, como também para batatas e milho em várias regiões.

No topo do calor, houve fortes tempestades e chuvas de granizo, por exemplo, na segunda-feira de Pentecostes (10 de junho) na Alemanha e nos países vizinhos. A maior área de Munique foi particularmente afetada, experimentando granizo de até 6 centímetros de diâmetro. De acordo com a Associação Alemã de Seguradoras (GDV), mais de 100.000 reclamações foram registradas por danos em veículos e edifícios, respectivamente. A perda global em toda a Europa chegou a mais de € 900 milhões, dos quais mais de 75% estavam segurados devido à alta densidade de seguro para granizo. Quase todas essas perdas foram sustentadas na Alemanha.

No início de julho, ocorreram outras grandes chuvas de granizo na costa do Adriático, na Itália e na Grécia, com granizos que eram tão grandes quanto laranjas em alguns casos. Estimativas de perdas confiáveis ​​ainda não estão disponíveis.

Ernst Rauch comentou o seguinte: “Vários estudos científicos indicam que as ondas de calor estão aumentando devido às mudanças climáticas e também as tempestades de granizo, de acordo com os estudos mais recentes. Tendo em vista os potenciais de perda e o aumento dos ativos expostos, é muito importante que as seguradoras estejam cientes dessas mudanças. De qualquer forma, medidas para reduzir a vulnerabilidade às perdas fazem sentido porque devemos supor que essa tendência continuará nos próximos anos e décadas ”.

A região Ásia/Pacífico foi afetada por um grande número de desastres naturais nos primeiros seis meses do ano. As perdas totais totalizaram US $ 16 bilhões, metade da média de longo prazo (US$ 33 bilhões). O desastre mais caro para as seguradoras foi uma inundação severa em Queensland, no nordeste da Austrália, que produziu prejuízos totais de quase US$ 2 bilhões, dos quais quase US$ 1 bilhão foram segurados. Na região perto de Townsville, um grande número de edifícios foram inundados após fortes chuvas no final de um período particularmente quente. O rio Flinders, mais a oeste, rompeu suas margens e se expandiu para uma largura de mais de 35 milhas (60 quilômetros). Centenas de milhares de bovinos pereceram – uma grande perda para o setor agrícola.

Liberty lança campanha com foco em seguro de vida

Fonte: Liberty

Iniciativa foi realizada em parceria com a agência FCB e tem assinatura Conte com a Liberty para cuidar do futuro de quem mais importa”

A Liberty Seguros lança em agosto sua primeira campanha institucional focada em seguro de vida. A nova comunicação foi idealizada e desenvolvida pela FCB Brasil e estreou no último domingo, Dia dos Pais.

Com a assinatura “Conte com a Liberty para cuidar do futuro de quem mais importa”, o filme da nova campanha traz como personagem central o “Filho Coruja”, abordando de forma bem humorada uma inversão de ótica, onde o filho assume o papel dos pais, demonstrando cuidado extremo em momentos cotidianos e em relação ao futuro deles. A peça enfatiza como os filhos também buscam proteger quem mais amam.

A campanha, que terá foco no digital, também contará com um time de influenciadores que vão atuar em duas frentes diferentes: especialistas no tema de “educação financeira” e influencers relacionados ao universo familiar, que farão uma série de posts sobre a importância do seguro de vida para a saúde financeira das famílias.

Por fim, para reforçar o posicionamento da seguradora no assunto, a Liberty também irá patrocinar corridas em grandes capitais, como São Paulo, Goiânia e Porto Alegre. Todas as etapas têm como foco proporcionar um momento em família para os participantes, com atrações voltadas para adultos e crianças.

“O principal objetivo da campanha é destacar para clientes e corretores a importância do seguro de vida no planejamento familiar e que a Liberty pode estar presente nesse momento com o atendimento próximo e a confiança de nossos serviços”, diz Felippe Alves, gerente de marca e comunicação da Liberty Seguros. “A campanha também contará com estratégia de influenciadores para aprofundar esses temas junto ao consumidor”, completa.

“A nova comunicação usa um tom emocional para falar de um assunto racional, para destacar que a Liberty fornece todo o suporte para ajudar a garantir segurança futura dos entes queridos por meio do seguro de vida, sendo eles pais ou filhos”, explica Elton Longhi, VP de Marcas & Negócios da FCB Brasil.   

Estudo: quem está mais e quem está menos preparado para o envelhecimento da população

Fonte: Mercer

  • Holanda está em primeiro lugar, e Dinamarca em segundo
  • Brasil cai da 20ª para 21ª posição 
  • Índice se expande e passa a incluir a RAE de Hong Kong, Peru, Arábia Saudita e Espanha
  • Sistemas de previdência privada precisam se expandir de modo a incluir toda a força de trabalho

O envelhecimento da população continua a representar um desafio para os governos de todo o mundo, fazendo com que os legisladores de políticas públicas lutem para equilibrar o duplo objetivo de proporcionar uma segurança financeira para os aposentados que seja, ao mesmo tempo, adequada para os indivíduos e sustentável para a economia.

Em sua 10ª edição, o Índice Global de Sistemas Previdenciários da Mercer em Melbourne revela quem está mais e quem está menos bem preparado para enfrentar esse desafio.

Ao avaliar 34 sistemas de previdência, o Índice mostra que a Holanda e a Dinamarca (com pontuações de 80,3 e 80,2, respectivamente) oferecem sistemas de renda na aposentadoria de grau A e classe mundial, com benefícios satisfatórios — demonstrando com clareza que estão preparados para envelhecimento da população.

No entanto, analisando os resultados, algo comum é a crescente tensão entre adequação e sustentabilidade. Isso ficou especialmente evidente ao analisarmos os resultados da Europa. A Dinamarca, a Holanda e a Suécia obtiveram pontuações de graus A e B tanto para adequação quanto para sustentabilidade, enquanto a Áustria, Itália e Espanha obtiveram pontuações de grau B para adequação e de grau E para sustentabilidade, indicando, portanto, áreas importantes carentes de reformas. 

O Dr. David Knox, autor do estudo e sócio sênior da Mercer Austrália, comenta que a maneira natural de se dar início a um sistema de previdência de classe mundial é garantir um equilíbrio desejável entre adequação e sustentabilidade.

“Trata-se de um desafio contra o qual os legisladores estão lutando”, diz o dr. Knox. “Por exemplo, um sistema que oferece benefícios muito generosos no curto prazo tem pouca probabilidade de se manter sustentável, enquanto um sistema que é sustentável ao longo de vários anos pode estar oferecendo benefícios muito modestos”. A questão é: qual seria o meio-termo apropriado?

Segundo estuodo, todos os sistemas deveriam considerar um ajuste de sua estratégia de modo a se movimentar em direção ao quadrante superior direito. Por intermédio do estudo, os legisladores podem entender as características dos melhores sistemas e encontrar formas de aprimorar os seus próprios.

Knox acrescenta que não basta um sistema ser sustentável ou adequado; uma dimensão que está surgindo nesse debate em torno do que constitui um sistema de classe mundial envolve a “cobertura” e a proporção da população adulta que participa do sistema. 

“Em alguns países, uma cobertura ampla foi atingida com sucesso por meio de sistemas de previdência obrigatórios no local de trabalho, ou, em alguns casos, de opções automáticas de inscrição”, ele diz. 

“No entanto, com novos formatos de trabalho, cada vez mais adotados pelas pessoas em todo o mundo, precisamos garantir que esses esquemas incluam a todos de forma que a força de trabalho como um todo esteja poupando para o futuro. Isso inclui os prestadores de serviço, os trabalhadores autônomos e qualquer pessoa com qualquer subsídio à renda, seja por licença parental, auxílio-inclusão ou seguro-desemprego”.

David Anderson, presidente da Mercer International, acrescentou que um avanço positivo foi ver que os governos estão enfrentando reformas da previdência à medida que a expectativa de vida continua a subir. 

“As economias desenvolvidas estão há algum tempo cientes dos desafios demográficos a serem enfrentados por seus sistemas de previdência. É bom ver tantos governos asiáticos reconhecendo que essas mesmas tendências estão surgindo em suas próprias populações e tomando providências para abordá-las. Essas medidas tornam o futuro dos sistemas mais sustentável no longo prazo”, ele disse.

Devido ao aumento da amostra – que passou de 30 para 34 países neste ano – o Brasil caiu uma posição em relação a 2017, tendo ficado na 21ª colocação, porém, com melhora da nota geral, que passou de 54,8 em 2017 para 56,5 em 2018. 

Para Felipe Bruno, líder de Previdência da Mercer Brasil, a melhora do índice pode ser creditada em grande medida à crescente cobertura dos produtos de previdência complementares na população. “Temos observado que o debate público sobre a necessidade de reformas no sistema de previdência tem despertado a sociedade para a necessidade cada vez maior de planejar o futuro, o que tem aumentado o interesse das pessoas por produtos que melhorem a sua segurança financeira”, avalia o executivo. 

O que nos reserva o futuro?

Alguns sistemas de previdência enfrentam um caminho mais íngreme do que outros para atingir uma sustentabilidade em longo prazo, e tudo começa a partir de origens diferentes, com seus próprios fatores exclusivos em jogo. Não obstante, cada país pode tomar suas próprias providências no sentido de obter um sistema melhor. No longo prazo, um sistema de previdência perfeito não existe, mas os princípios de “melhores práticas” são muito claros, e os países devem considerar a criação de políticas e condições econômicas que possibilitem as mudanças necessárias.

No caso do Brasil, será importante buscar um maior equilíbrio do sistema a partir de reformas que possam garantir a sua sustentabilidade no longo prazo. “Podemos dizer que o Brasil tem boa avaliação no que diz respeito à integridade, adequação e cobertura do seu sistema público de previdência, em relação a outros países. O grande desafio está no campo da sustentabilidade, ou seja, em como o país irá equacionar suas regras dado o enorme desafio demográfico que terá pela frente”, explicou Felipe Bruno.

Com o desejado resultado de proporcionar uma vida melhor, o Índice deste ano fornece uma interpretação mais profunda e mais valiosa dos sistemas globais de previdência. Tendo agora se expandido para incluir a RAE de Hong Kong, Peru, Arábia Saudita e Espanha, o Índice avalia 34 sistemas, confrontando-os a mais de 40 indicadores, para medir seu grau de adequação, sustentabilidade e integridade. Essa abordagem destaca um importante objetivo do Índice: permitir a comparação entre diferentes sistemas em todo o mundo, com uma gama de características de projeto atuando em diferentes contextos e culturas.

O Índice Global de Previdência da Mercer Melbourne em números

O Índice deste ano revela que muitos países do Noroeste da Europa lideram o desenvolvimento de sistemas de previdência de classe mundial. A Holanda, com uma pontuação geral de 80,3, superam a Dinamarca em 0,1 ponto para ocupar o primeiro lugar, posto mantido pela Dinamarca durante seis anos. A Finlândia derrubou a Austrália (72,6) e a substituiu no terceiro lugar, com uma pontuação geral de 74,5, enquanto a Suécia (72,5) vem em quinto lugar.

“O Índice é uma referência importante para que os elaboradores de políticas em todo o mundo aprendam algo com os sistemas mais adequados e sustentáveis”, diz o Dr. Knox. “Sabemos que não existe um sistema perfeito que possa ser aplicado universalmente, mas existem muitas características em comum que podem ser compartilhadas para proporcionar resultados melhores”.

Índice Global de Sistemas Previdenciários da Mercer Melbourne — resultados gerais de valor

O Índice utiliza três subíndices — adequação, sustentabilidade e integridade — para avaliar cada sistema de renda na aposentadoria confrontando-o a mais de 40 indicadores. A tabela a seguir mostra os valores gerais do índice para cada país, ao lado dos valores de cada um dos três subíndices, adequação, sustentabilidade e integridade.[1] Cada valor do índice representa uma pontuação entre zero e 100.

Resultados

SistemaTotalAdequaçãoSustentabilidadeIntegridade
Holanda80,375,979,288,8
Dinamarca80,277,581,882,2
Finlândia74,575,36192,1
Austrália72,663,473,885,7
Suécia72,567,672,680,2
Noruega71,571,558,190,2
Singapura70,464,469,581,2
Chile69,359,273,379,7
Nova Zelândia68,565,463,480,6
Canadá6872,15678,2
Suíça67,65867,583,2
Alemanha66,879,944,976,6
Irlanda66,87945,976,6
Colômbia62,668,450,170,9
Reino Unido62,557,853,482,9
Peru62,46854,265,1
França60,779,542,256,5
Arábia Saudita58,961,653,362,6
Estados Unidos58,859,157,460,2
Malásia58,545,260,577,1
Brasil56,572,528,570,1
Hong Kong5639,454,984,2
Espanha54,468,727,868,6
Polônia54,353,846,266,4
Áustria5468,121,576,7
Indonésia53,147,349,567,4
Itália52,867,720,174,5
África do Sul52,741,946,878,2
Japão48,254,132,460,7
Coreia47,345,448,149,3
China46,253,43846
México45,337,357,141,6
Índia44,638,743,855,2
Argentina39,240,833,844,1
Média60,561,15271,6

CNseg, FenSeg e Susep participam de audiência com o ministro Paulo Guedes

Fonte: CNseg

Por iniciativa da superintendente da Susep, Solange Vieira, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, e o presidente da FenSeg, Antonio Trindade, pediram  audiência e foram prontamente recebidos pelo Ministro Paulo Guedes na tarde do dia 09 de agosto, no Rio de Janeiro. Além da superintendente da Susep, participaram do encontro Caio Megale, secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação, e Miriam Miranda, diretora de Relações Institucionais da Confederação.

No encontro, Marcio Coriolano abordou inicialmente o desempenho do setor. Em seguida, os representantes da CNseg e da FenSeg expuseram ao ministro uma agenda que vem sendo desenvolvida com a Susep. Entre os temas,  foi abordado o antigo Seguro Habitacional do Sistema Financeiro da Habitação, que enfrenta gargalos decorrentes de interpretação legal. Antonio Trindade desenvolveu os temas da situação do mercado de seguros em face do funcionamento de várias empresas mútuas que oferecem produtos sem qualquer regulamentação ou fiscalização, dos modelos alternativos para melhorar o funcionamento do seguro obrigatório do DPVAT – em debate com a Susep -, e do Seguro de Garantia de Obras, que deverá ser votado junto com o novo marco legal das licitações. Indagado pela superintendente da Susep, o presidente da CNseg  teceu considerações sobre o atual ambiente da saúde suplementar, solicitando ao ministro que demande, de suas áreas próprias, análises e propostas sobre a sustentabilidade do setor, com foco no equilíbrio econômico-financeiro. Também lembrou a recente reativação do CONSU – Conselho de Saúde Suplementar, órgão colegiado superior de Governo que fixa diretrizes setoriais, no qual o Ministério da Economia tem assento. Afirmou que é órgão de suma importância para examinar e coordenar as dimensões assistencial, econômico-financeira e de interesses do consumidor da saúde privada.

Ao final, foi entregue ao ministro Paulo Guedes convite para que participe de painel na abertura da CONSEGURO, no dia 4 de setembro. Ele elogiou  o conteúdo dos temas da reunião e  fez questão de afirmar que o setor de seguros pode contribuir decisivamente para a retomada do crescimento do País em bases sólidas, e para a desoneração do Estado, dizendo que “o Governo deve devolver o protagonismo econômico para a iniciativa privada”.

#dicadeleitura: Mulheres na Liderança

A revista “Mulheres na Liderança”, iniciativa dos jornais Valor e “O Globo” e das revistas “Época Negócios” e “Marie Claire” junto com a ONG Women in Leadership in LatinAmerica (WILL), já está disponível para leitura no portal do Valor, na aba Suplementos. Vale a leitura da revista, com muitos insights sobre diversidade.

A cerimônia de reconhecimento ocorreu na quinta-feira passada, em São Paulo, e reuniu diretores e líderes das empresas que se destacaram em 22 categorias, incluindo seguros. A vencedora foi a Zurich Santander.

A minha contribuição desta vez foi voltada a contar o que o Grupo Pão de Açúcar tem feito para arcar mulheres à liderança.

Casal usou o seguro DPVAT para transformar a tristeza em esperança em MG

dpvat

Idair e Lucia perderam o filho em um acidente de transito. Usaram o dinheiro do Seguro DPVAT para transformar a tristeza em esperança. Criaram a ONG amigosdeminas.org.br “Foi o dinheiro mais bem gasto da minha vida”, relata Idair.

Veja o vídeo feito pela Seguradora Líder no qual o casal conta um pouco desta história.