CVG-SP celebra 38 anos com homenagens a fundadores e ex-presidentes

Por Márcia Alves

Ocasião especial foi marcada por depoimentos emocionantes que lembraram o empenho de todos que trabalharam pela evolução da entidade.

No dia 12 de julho, no Terraço Itália, o CVG-SP realizou uma comemoração especial dos seus 38 anos de existência, completados em maio, com uma homenagem aos fundadores, ex-presidentes e colaboradores. Parte do evento foi dedicada às boas-vindas a oito empresas novas associadas. O presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, que se associou à entidade em 1987, no início de sua carreira, destacou a importância da ocasião. “É uma data especial, são 38 anos em que o CVG-SP tem se dedicado ao desenvolvimento de todos os temas ligados ao seguro de pessoas”, disse.

Em um recorte de tempo apenas dos últimos cinco anos, Kasahaya forneceu números que revelam a intensa atividade do CVG-SP. Segundo ele, foram realizados nesse período mais de 40 eventos, com a participação de mais de 5 mil pessoas, considerando seminários, almoços e cursos. Sobre os cursos, aliás, o presidente fez questão de registrar que nos primeiros anos do CVG-SP, todos os instrutores, incluindo ele próprio, eram voluntários. “Os cursos começaram lá atrás com o empenho de professores e colaboradores, sem qualquer remuneração”, disse.

Coube aos fundadores e ex-presidentes o testemunho sobre os primeiros passos do CVG-SP. Paulo Meinberg, fundador e presidente por seis gestões, entre 1988 e 2006, lembrou das dificuldades iniciais e reconheceu a valiosa contribuição de alguns colaboradores. Ele destacou, especialmente, três: o advogado Ayrton Pimentel, que estava presente no evento, o médico Marco Antonio Gazel e o atuário Gerhardt. “Estes, só não foram associados porque na época o estatuto não permitia a adesão de profissionais sem vínculo com seguradoras”, disse.

Elias José Cattach, fundador e presidente por duas gestões, entre 1983 e 1985, lembrou que na primeira diretoria do CVG-SP, na qual ocupou o cargo de tesoureiro, o maior obstáculo era a falta recursos. “Tínhamos de vender o almoço para comprar o jantar”, brincou. Cattach citou os nomes de alguns dirigentes do CVG-SP, incluindo os que já faleceram, destacando o importante trabalho de todos. “Meus parabéns a todos os presidentes que me sucederam, porque cada um ajudou a colocar um tijolo a mais no alicerce do CVG-SP. Construímos o CVG-SP e espero que seja eterno”, disse.

Oldemar de Souza Fernandes, fundador e presidente na gestão 1987/1988, comentou a responsabilidade dos dirigentes de manterem o CVG-SP em ascensão, sobretudo na primeira década. “Plantar a semente é muito nobre, mas também é preciso fazê-la crescer. Por isso, todos que sucederam os fundadores devem se sentir homenageados”, disse. Ele também se recordou do idealismo que permeou a fundação do CVG-SP e que, a seu ver, permanece. “Pessoas idealistas lutam por algo melhor. Sinto muito orgulho de fazer parte dessa história e agradeço a todos os que me sucederam”, disse.

Dilmo Bantim Moreira, atual presidente do Conselho Consultivo e presidente por duas gestões, entre 2013 e 2016, destacou o papel de formador profissional do CVG-SP, lembrando do empenho dos instrutores no passado. “Não havia computadores, como hoje, e éramos obrigados a pedir para as empresas em que trabalhávamos para imprimir as apostilas dos cursos. Hoje, é difícil encontrar no mercado quem não tenha frequentado um curso do CVG-SP. Sinto orgulho em fazer parte dessa história”, disse.

Um dos convidados, o advogado Antonio Penteado Mendonça, elogiou o CVG-SP por seus propósitos e atuação destacada dentre as entidades do setor. Ele aproveitou para estender o elogio à gestora Lucia Gomes por seu importante trabalho nos últimos 18 anos. “O CVG-SP conseguiu se reinventar e adquirir musculatura para ocupar um espaço extremamente importante no sistema de seguros. Nos próximos anos, haverá uma explosão na demanda de seguro de pessoas e o CVG-SP terá um protagonismo importante”, disse.

Além de um brinde personalizado, o CVG-SP comoveu os homenageados ao exibir no telão fotos de toda a trajetória da entidade. Ao se reconhecerem nas fotos antigas, ainda jovens, muitos manifestaram a emoção de terem contribuído para a consolidação do CVG-SP. Oldemar Fernandes se recordou do apoio essencial de Roberto Luz, então secretário do Sindseg-SP, ao CVG-SP, logo nos primeiros anos de atividade. O presidente Kasahya fez questão de registrar que o CVG-SP continua contando com o apoio do Sindseg-SP, tanto que ocupa uma sala em suas dependências. “Até hoje o Sindicato das Seguradoras abriga o CVG-SP”, disse.

Dentre os homenageados, também marcaram presença no evento: os fundadores Darci Rodrigues Porto, José Luiz Macea, José do Carmo Balbino da Silva, Norberto Ferreira Aranha Neto, Pedro Raimundo Rodrigues Bacelar, Carlos Albino Vidal de Oliveira e Silvio Nececkaite Sant’Anna, além do atual conselheiro Ronaldo Megda Ferreira, presidente nas gestões 1999/2000 e 2000/2001.

Novas associadas– Durante o almoço, o CVG-SP deu as boas-vindas a oito empresas associadas: Alper Seguros, CRD Seguros, Campos e Associados, Previsul Seguradora, Primo Seguros, Selletiva Assessoria em Seguros, 77Seg e TGL Consultoria em Seguros.

Mirella Lavrini assume comunicação da Mongeral Aegon

A seguradora Mongeral Aegon tem nova superintendente de Comunicação. Mirella Lavrini é formada em Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero e tem MBA em Finanças pelo Insper. A executiva acumula mais de quinze anos de experiência em áreas de comunicação e marketing, com passagem de grandes empresas como Netshoes, Pernambucanas, Vivo e Wal-Mart Brasil.

Mirella será responsável pela gestão da marca do grupo Mongeral Aegon e pelas equipes de Comunicação e TV Corporativa. A superintendente reporta diretamente ao diretor de Marketing e Afinidades, Nuno Pedro David.

Fabiano Lima é o novo diretor de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich

Fonte: Zurich

A Zurich anuncia a chegada de mais um executivo no Comitê Executivo da companhia. Fabiano Lima é novo diretor de Vida, Previdência e Capitalização da seguradora e vai liderar as estratégias de novos negócios, expansão e consolidação da companhia nos respectivos segmentos.

Formado em Matemática pela Universidade de São Paulo (USP), com MBA em Gestão de Negócios pelo Ibmec/RJ, nos seus 23 anos de experiência Fabiano Lima já atuou nos segmentos de Seguros e Previdência em empresas como SulAmérica, Allianz Brasil, Seguros Unimed e BCN/Bradesco Seguradora. Ao longo de sua carreira, já passou pelas áreas de Underwriting, Atuarial, Gestão de Riscos, Produtos, Finanças, Suporte Comercial e Operações.

“A Zurich já tem uma área de Vida, Previdência e Capitalização muito bem estruturada e agora nosso objetivo é ampliar a participação no mercado, com produtos diferenciados para proteção pessoal e proteção de renda. Ainda há uma grande parte da população brasileira carente de proteção, o que representa uma grande oportunidade neste setor”, afirma o executivo.

Evento sobre IFRS 17 e Solvência II reúne mais de 150 profissionais

Fonte: CNseg

Com apoio da CNseg, teve início em 15 de julho, nas instalações da Escola Nacional de Seguros, em São Paulo, com o diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal, ressaltando a relevância do tema para o setor de seguros e lembrando as diversas ocasiões em que a CNseg promoveu iniciativas como essa, que muito auxiliam no aprimoramento técnico dos profissionais do setor, com reflexos positivos na qualidade dos debates nas comissões temáticas da confederação e nos fóruns constituídos pelos reguladores para tratarem desses temas. 

O CEO da RGA Brasil e membro da SOA, Ronald Poon-Affat, abriu os painéis abordando a missão da entidade de atuários – que possui mais de 31 mil membros em todo o mundo – que é a promoção da educação, da pesquisa e do desenvolvimento dos profissionais. Segundo ele, o IFRS 17 é considerado hoje “a norma mais disruptiva de todos os tempos”.  Publicado em maio de 2017, trata-se de um novo padrão de relatório financeiro internacional para contrato de seguro. A estimativa é que seu impacto atinja 186 países em todo o mundo. No Brasil, as empresas do setor de seguros de capital aberto deverão adotar o padrão internacional. As demais, ainda dependem da definição dos órgãos de regulação de seguros (Susep e ANS).

A professora da UFRGS e diretora do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA), Máris Gosmann, abordou os conceitos do IFRS 17, pontuando questões como a mensuração de contratos, a separação de componentes do contrato, o nível de agregação, a nova forma de demonstração patrimonial e a divulgação das premissas assumidas, além de detalhar os princípios que norteiam as futuras regras, que entrarão em vigor em 2022.

Líder de uma equipe que fornece serviços de consultoria relacionados aos projetos de implementação do IFRS 17, modelos de risco baseados em Solvência II e governança, Carlos Arocha aprofundou os conceitos da norma, falando também sobre o tratamento dado ao contrato de resseguro, com a oportunidade de aplicações práticas por meio de exercícios. Entre os pontos positivos do IFRS 17, destacou a melhor comparabilidade, a visão econômica mais intuitiva, a melhor percepção do lucro e mais transparência, além de mais dinamismo, consistência e robustez dos fluxos de caixa. Foi ressaltado, ainda, a importância dos setores contábil, financeiro, atuarial, de tecnologia e de gestão de riscos atuarem em conjunto para uma efetiva convergência e implementação do IFRS 17.  

Por fim, a agenda de IFRS 17 no seminário se encerrou na manhã do segundo dia com a apresentação de uma proposta de fluxo para o processo de implementação da referida norma composta pelos seguintes passos: mapeamento das fontes de informação, incluindo dados dos contratos e informações atuariais; validação e enriquecimentos dos dados; armazenamento; definição do grupo de contratos (agrupamentos); classificação dos contratos (como oneroso, entre outros); cálculo da margem contratual de seguro, do ajuste ao risco, dentre outras variáveis; identificação das especificidades do IFRS 17 no processo contábil; consolidação e reconciliação; demonstração financeira final, incluindo as notas explicativas; e, ainda, relatórios internos demonstrando as interfaces com requisitos de capital de solvência.

Na parte da tarde do dia 16 e no dia 17, o seminário da SOA aborda temas relacionados à Solvência II, padrão de capital baseado em risco, aplicado às seguradoras Europeias, e inspiração do modelo de capital vigente no Brasil.

Foto: Da esquerda para a direita: o consultor Carlos Arocha; a professora Máris Gosmann e o diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal

Glaucia Smithson assume como CEO da AGCS para América do Sul

Executiva deixa diretoria da Zurich, que busca um executivo para o cargo. José Bailone, diretor técnico do Brasil e regional Latam, assumirá interinamente. Com isso, a AGCS passa a ter a quinta mulher em posto de comando no mercado segurador, com Susep, Coface, AXA e Cescebrasil

Glaucia Smithson assume o posto de CEO América do Sul da Allianz Global Corporate & Specialty SE (AGCS), depois de mais de dez anos no grupo Zurich, sendo que nos últimos dois liderou as áreas de seguro empresarial, vida, previdência corporativa e resseguro. José Bailone, diretor técnico do Brasil e regional Latam, assumirá interinamente o cargo de Glaucia enquanto o grupo seleciona um executivo. Ou executiva, quem sabe.

Glaucia sucede Angelo Colombo, que deixa a AGCS para assumir como CEO América Latina da Swiss Re Corporate Solutions a partir de outubro. Em seu novo papel, ela se reportará a Sinéad Browne – Chief Regions and Markets Officer. A partir do escritório em São Paulo, Glaucia irá liderar a estratégia da AGCS Brasil, cujo foco é o crescimento sustentável no Brasil e em outros mercados sulamericanos como Chile, Argentina e Colômbia. Este anúncio está sujeito a aprovações regulatórias.

Na Zurich, Glaucia liderou a estratégia da empresa, visando o crescimento rentável e gerenciando relacionamentos importantes com grandes clientes e corretores, bem como apoiando as operações de seguros da Zurich Brasil. Nesse perído, trabalhando no Reino Unido e Brasil, ela assumiu papeis cada vez mais seniores dentro da subscrição, incluindo diretora de Linhas Empresariais e Chief Underwriting Officer.

Sinéad Browne comenta: “ Estou muito feliz porque teremos Glaucia liderando nosso time América do Sul, um de nossos mercado-chave em crescimento. Ela traz consigo mais de 20 anos de experiência em seguros, tanto em nível Brasil quando globalmente, e possui a perspectiva estratégica e a abordagem focada no crescimento que nos ajudarão a aumentar o sucesso que temos na América do Sul. Aproveito para agradecer ao Angelo pela liderança da companhia nos últimos anos. Seu papel foi fundamental para lançarmos e expandirmos nossa presença na América do Sul e construirmos o forte time que temos ali.” 

AGCS Brasil começou em 2013 e está sediada em São Paulo. Atendendo a clientes de toda a América do Sul e também seguradoras locais, oferece subscrição especializada e experiência no resseguro de apólices individuais ou como parte de um programa global. Suas soluções abrangem uma ampla gama de riscos corporativos como patrimonial, responsabilidade civil, engenharia, transportes, linhas financeiras, energia e aviação. A unidade de negócios América do Sul, que emprega cerca de 50 colaboradores, contribuiu com aproximadamente EUR 100 milhões em prêmios brutos do volume total subscrito pela AGCS globalmente em 2018, em EUR 8,2 bilhões. 

Tecnologia ajuda em ações de combate às fraudes ao DPVAT em todo o país

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Fonte: Seguradora Líder

Nos últimos dias, as ações da 1ª Delegacia de Polícia de Goiânia/GO, que cumpriu mandados de busca e apreensão em clínicas acusadas de falsificar documentos para fraudar o Seguro DPVAT, reforçam os resultados da estratégia da Seguradora Líder no combate às fraudes ao benefício. Nos últimos anos, a companhia adotou uma postura proativa de encaminhamento de notícias crime aos órgãos competentes ao identificar irregularidades em pedidos de indenização. 

As investigações em Goiânia tiveram origem em notícias de crime da Seguradora Líder. As fraudes decorrem de adulteração de documentos médico-hospitalares (laudos médicos e tratamentos fisioterápicos), que seriam usados para dar entrada em pedidos dentro das coberturas previstas pelo Seguro DPVAT (morte; invalidez permanente; e reembolso de despesas médicas e suplementares) e envolvem, aproximadamente, a quantia de R$ 307.800,00. 

Em junho, o Ministério Público do Pará ofereceu uma série de denúncias contra pessoas que fariam parte de uma quadrilha especializada em fraudar o Seguro DPVAT. A Operação, nomeada de Redenção, teve início a partir de uma série de notícias crime da Seguradora Líder, que detectou fraudes em pedidos de indenização por invalidez permanente e morte. Médicos de duas clínicas da cidade de Redenção, no Pará, são acusados de emitir laudos falsos e responderão pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa.

Os acusados falsificaram documentos e comunicaram sinistros inexistentes pleiteando nove indenizações por invalidez permanente e uma por morte. A identificação das fraudes evitou perdas máximas de R$ 135 mil, que lesariam não só o Seguro DPVAT, como toda a sociedade brasileira.

Outro destaque de 2019 foi a prisão, em Luziânia, município de Goiás, de uma empresária acusada de fraudar o Seguro DPVAT. A Operação “Parálysis” foi desencadeada após os policiais do Grupo de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Gepatri) de Luziânia constatarem que a suspeita falsificava documentos e montava processos de invalidez permanente, totalizando cerca de R$ 220 mil em indenizações.

Segundo a polícia, a mulher possui uma empresa de eventos e usava os documentos de funcionários e familiares para dar entrada nos pedidos de indenização com boletins de ocorrência e outros documentos falsificados.

De janeiro a junho deste ano, as iniciativas proativas da Seguradora Líder já resultaram em 20 sentenças condenatórias, 25 condenados, 24 cancelamentos, suspensões ou cassações de registros em órgãos de classe e 2 prisões em todo o Brasil.

O uso de tecnologia tem sido o grande aliado neste trabalho. Todos os pedidos de indenização do Seguro DPVAT recebem monitoramento contínuo, sendo avaliados por softwares de inteligência artificial, que contêm ferramentas de filtros sistêmicos de ocorrências suspeitas. Os casos considerados merecedores de apuração mais detalhada são enviados, ainda, para uma equipe que investiga in locoa ocorrência. Quando a Seguradora Líder identifica uma irregularidade, uma notícia-crime é encaminhada aos órgãos competentes.

Produto de internação hospitalar da Mapfre passa a ser ofertado aos motoristas da 99 Taxi

Fonte: Mapfre

A Mapfre, em parceria com a Amar Assist, traz ao mercado o seguro internação, um produto que oferece ao segurado apoio financeiro, já que é possível receber o pagamento de um valor para cada dia em que permanecer internado em hospital. O segurado pode escolher a melhor forma de utilizar essa indenização, como por exemplo, um complemento na sua renda ou uma ajuda para o seu tratamento.

Os planos são divididos em quatro modalidades, válidas em todo o território nacional, com preços que variam entre R$ 15,90 e R$ 38,90 por mês. Por meio delas, o segurado internado – em unidade da rede pública (SUS) ou privada – poderá receber uma indenização para cada diária em que permanecer internado no hospital, podendo chegar a R$ 1mil por dia, dependendo do plano contratado e da existência de um evento coberto.

“A saúde está entre as principais preocupações dos brasileiros, por isso este produto tem um papel social muito importante de possibilitar que as pessoas, independentemente de sua classe social e local do País em que estejam, tenham acesso a esse apoio financeiro durante uma situação difícil, como no caso de uma internação hospitalar”, destaca Alex Frederico Dias, diretor comercial da Mapfre, em nota enviada aos jornalistas.

O Seguro Internação também oferece cobertura em caso de morte acidental, com indenização de até R$ 20 mil aos beneficiários do seguro. Em vida, o segurado obtém descontos em medicamentos que podem chegar aos 60%, com direito a entrega em domicílio. Além disso, todos os clientes concorrem mensalmente a quatro sorteios de R$ 10 mil (bruto de Imposto de Renda) cada, pela Extração da Loteria Federal.

“Embora o Seguro Internação idealizado pela Amar Assist e garantido pela Mapfre seja uma solução financeira para qualquer pessoa, ele é perfeito para autônomos, microempreendedores, profissionais liberais, entre outros. Há um grupo de pessoas em todo Brasil em crescimento acelerado, que, desde 2017, se sobrepõe aos trabalhadores com carteira assinada. Essa base crescente depende diretamente de sua força de trabalho para geração diária de receita, tornando uma eventual internação hospitalar em um período de perda em sua composição de renda”, comenta Bruno Gallo, CEO da Amar Assist.

Gallo acredita numa nova economia, digital, colaborativa e de incentivo pelas maiores startups do Brasil com grandes bases estabelecidas de autônomos e micro-empreendedores, como a 99 Taxi, comprometida em engajar a sua rede de motoristas parceiros pelo seu novo programa de benefícios, o Somos 99.

Primeiros beneficiados – O conceito do produto foi reconhecido pela 99, empresa brasileira de mobilidade urbana, que passou a oferecer o serviço a motoristas cadastrados no aplicativo. A parceria, parte do programa Somos 99, que já está presente em Recife, Salvador, Fortaleza e Rio de Janeiro. O lançamento nacional está previsto para os próximos meses.

Zurich destaca seguro para pequenas obras e reformas

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Fonte: Zurich

A Zurich disponibiliza desde o ano passado seguro para pequenas obras e reformas, seja para pessoas físicas ou empresas, incluindo empreiteiras e construtoras. “Após perceber que havia um gap neste segmento, incluímos em nosso portfólio mais este produto. A aceitação tem sido muito boa, com aumento de 50% na procura no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período em 2018”, afirma Fabio Silva, Head de Linhas de Engenharia. “Fazemos seguros desde pequenas reformas até obras com valor máximo de R$ 20 milhões, com contratação de forma simplificada”, acrescenta.

A cobertura básica inclui proteção contra incêndio/raio/explosão, fenômenos da natureza, erros de execução, desmoronamento, roubo ou furtado qualificado, entre outros. Já as coberturas adicionais são: despesas de desentulho, despesas extraordinárias, equipamentos móveis ou estacionários, erros de projeto, responsabilidade civil, propriedades circunvizinhas e honorários de peritos, entre outras.

O processo de contratação é feito de maneira rápida e fácil, e não necessita de um subscritor especializado para ser emitido. “Deixamos as informações gravadas no nosso portfólio, que monta as características desse seguro com as coberturas e riscos, e conforme o segurado manda as informações, preenchemos e fazemos a cotação”, diz Silva.

O executivo da Zurich conta que edifícios residenciais e comerciais, hospitais, shoppings, hotéis e academias são os segmentos que mais contratam atualmente esse tipo de seguro, e a apólice costuma ter duração de dois a doze meses. 

FenSeg lança Guia de boas práticas para o Seguro de Transportes

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Fonte: FenSeg

O seguro de transportes é fator essencial de proteção para mercadorias e cargas que circulam pelo país. Com a recuperação gradual da economia, ele passou a ser procurado por empresas que habitualmente não o faziam. Os indicadores não deixam dúvidas: o mercado está em franca expansão. Essa carteira registrou crescimento de 14,7% no ano passado, totalizando R$ 3,5 bilhões em prêmios ganhos. Em 2019, a arrecadação acumulada de janeiro a maio soma R$ 1,47 bilhão, uma alta de 9,4%. Já as indenizações chegam a R$ 831 milhões nos primeiros cinco meses do ano, quase 16% a mais que no mesmo período de 2018.

Para reforçar a importância do segmento, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) lançou o Guia de Boas Práticas do Seguro de Transportes. O objetivo da publicação, elaborada pela Comissão de Transportes da FenSeg, é estabelecer recomendações que aprimorem o relacionamento das seguradoras com os consumidores, corretores, fornecedores e demais agentes da cadeia produtiva do setor. Dessa forma, contribui para o equilíbrio das relações comerciais.

 Entre os diversos tópicos abordados, o Guia apresenta as modalidades do Seguro de Transportes, os tipos de apólices, os fatores que influenciam na análise de riscos, informações sobre sinistros e certificação digital. “O Guia estimula a uniformização do seguro, através de recomendações pautadas na legislação em vigor e nas boas práticas de mercado”, explica Paulo Robson Alves, presidente da Comissão de Transportes da FenSeg.

  De modo geral, a carteira de Transportes deve se beneficiar de novas regulações aprovadas pela SUSEP e pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Entre elas, a nova versão do MDF-e (Manifesto de Documentos Fiscais – Eletrônico), que estabeleceu a obrigatoriedade do número da apólice e da averbação na liberação da viagem. Esses documentos devem ser emitidos em sequência numérica, mediante a transmissão do arquivo do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe).

 O seguro de transportes no Brasil tem enfrentado grandes desafios, seja pela mudança de comportamento do risco, fatores externos como o roubo de carga, qualidade das estradas, envelhecimento da frota e ineficiência da máquina administrativa. Mas ele é impactado principalmente pelo movimento da economia.

“Após a abertura do mercado de resseguro, houve um grande amadurecimento no mercado de seguros de transportes, principalmente pelo grande número de empresas multinacionais trazendo expertise e capacidade para o mercado brasileiro. Hoje a maioria das operadoras de seguros de transportes é formada por multinacionais”, explica Paulo Alves. 

Títulos de capitalização registram reservas de R$ 30 bilhões até maio

Fenacap

De acordo com dados divulgados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), as reservas técnicas – valores acumulados pelos clientes com títulos de capitalização ativos – atingiram R$ 30,1 bilhões, registrando um crescimento de 2,9% em comparação aos primeiros cinco meses do ano passado.

A receita global do setor avançou 11,7% no mesmo período, atingindo R$ 9,5 bilhões. As 16 empresas que integram a FenaCap distribuíram R$ 496 milhões em prêmios em sorteios, um aumento de 3,1%. Ainda em comparação ao mesmo período de 2018, os resgates realizados antecipadamente, ou ao fim do prazo do contrato de capitalização, apresentaram crescimento de 2,9%, alcançando o montante de R$ 7,3 bilhões. 

Com a entrada em vigor do marco regulatório da Capitalização, em abril, as empresas do setor reformularam seus portfólios para atender às novas regras, adaptando produtos já existentes e criando novos, especialmente dentro das modalidades recém criadas de Filantropia Premiável e Instrumento de Garantia, que elevaram para seis o número de modalidades de títulos de capitalização existentes.   “As novas regras criaram um ambiente de negócios mais favorável, trazendo segurança jurídica e criando as condições para a expansão do mercado  e o lançamento  de produtos cada vez mais aderentes às necessidades dos consumidores”, assinala Marcelo Farinha presidente da FenaCap.