Liberty inicia segunda turma de Conselho de Corretores em todo o Brasil

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros anuncia o início da segunda edição do Conselho de Corretores, projeto que integra parceiros de todo o país. A iniciativa, que consiste na co-criação de projetos que resultam em produtos, ferramentas e serviços para beneficiar corretores de todas as regiões de atuação, teve seu primeiro workshop na sede da companhia, em São Paulo.

O Conselho de Corretores teve início em 2015 e já totalizou mais de 180 horas de trabalho, além de resultar em diversos projetos especiais como: a criação da Aliro, marca da Liberty que oferece seguros mais enxutos para clientes sensíveis a preço, e o Meu Marketing, ferramenta da seguradora que oferece aos parceiros uma série de materiais de comunicação pré-formatados que permite que os profissionais personalizem suas comunicações com clientes. 

Outro projeto proveniente do Conselho foi a plataforma de treinamentos da seguradora, localizada dentro do site da companhia na seção Meu Espaço Corretor – acessada apenas pelos parceiros – que oferece cursos à distância focados em três linhas de treinamento correspondentes ao perfil de cada profissional.

“O Conselho de Corretores surgiu da necessidade de estarmos cada vez mais próximos dos nossos parceiros”, afirma Carlos Magnarelli, presidente da Liberty Seguros. “Em 2019, começamos o nosso segundo grupo do Conselho e estamos muito felizes com as ideias que estão surgindo. Focamos em co-criar soluções com esse público, que é tão importante para o nosso negócio”, completa.

Aprovada na CCJ livre escolha de oficina por clientes de seguradoras

Fonte: Agência Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (11), Projeto de Lei da Câmara (PLC) 179/2017, que garante aos clientes das seguradoras de veículos o direito de livre escolha da oficina em caso de sinistros. A proposta segue para a Comissão de Transparência, Fiscalização e Controle (CTFC).

Com isso, terão a oportunidade de escolher a oficina que lhes for mais conveniente para efetuar o reparo dos danos ocorridos ao veículo, sem limitação quanto à lista de oficinas e profissionais credenciados impostos pela seguradora, num estabelecimento que seja de sua confiança, ainda que não esteja cadastrado na seguradora.

— O projeto é muito simples, é assegurar o direito do consumidor que tiver veículo avariado num acidente poder escolher livremente a oficina com a qual quer tratar – explicou o relator, senador Lasier Martins (Podemos-RS).

Emenda de Lasier estendeu o direito ao terceiro envolvido no acidente. O texto em análise na CCJ já previa a cobertura, mas exigia que o veículo estivesse na garantia de fábrica. O senador eliminou essa imposição, para evitar que o cliente que acionou o seguro fosse obrigado a pagar custos extras no caso de o veículo do terceiro não ter garantia vigente.

O projeto prevê também que a escolha do cliente irá abranger qualquer tipo de oficina — mecânica, lanternagem, pintura, recuperação, limpeza de interior ou outras similares —, desde que legalmente constituída para essas finalidades e que apresente orçamento compatível com os preços médios praticados pelo mercado.

De autoria do ex-deputado Cabo Sabino, o PLC deixa claro que as seguradoras não poderão criar qualquer obstáculo ou impor tratamento diferenciado em razão do exercício de livre escolha pelo segurado ou pelo terceiro envolvido. A intenção é proporcionar maior equilíbrio à relação contratual entre seguradoras e clientes, garantindo-lhes o direito de escolher uma empresa de sua confiança.

“O segurado passará a escolher oficinas que sejam mais próximas da sua residência ou de seu local de trabalho, que gozem de boa reputação e que tenham prazos menores para a elaboração dos serviços, colaborando para que o contrato de seguro traga maior bem-estar ao consumidor”, considera o relator.

Além de acabar com as exigências para terceiro envolvido no sinistro, Lasier fez mais duas alterações à proposta.  Ele acrescentou ao projeto a garantia da responsabilidade solidária dos fornecedores pelos vícios e fatos dos produtos e serviços nos termos do Código de Defesa do Consumidor.

“Quando o segurado realiza serviços na rede referenciada, sabe que há toda uma estrutura de qualidade, controle e eficiência dedicada a prestar o melhor serviço possível. Mas na hipótese de fazê-lo fora dessa rede, como previsto nesse projeto, não há essa mesma certeza. Portanto, é prudente que se estabeleça a responsabilidade solidária dos fornecedores, como forma de garantir a qualidade dos serviços e a necessária reparação em caso de dano ao consumidor”, explica

Já a terceira emenda garante às seguradoras a verificação da legalidade e procedência das peças utilizadas no conserto do veículo segurado.

Brasil sediará a Conferência Hemisférica de Seguros da Fides em 2021

cnseg fides bolivia

Fonte: CNseg

A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida para sediar a 38ª Conferência Hemisférica de Seguros da Fides, em 2021. Pela terceira vez na história da Fides (Federação Interamericana de Empresas de Seguros), fundada em 1946, o Brasil abrigará esse importante evento internacional do mercado segurador, que reunirá 3 mil participantes – entre delegações de resseguradoras e seguradoras globais.

O evento da Fides ocorre a cada dois anos e a edição de 2019 está sendo realizada essa semana (8 a 11), em Santa Cruz, na Bolívia, onde uma delegação liderada pela CNseg representa o Brasil.

A CNseg, a Confederação das Seguradoras, ficará responsável pela organização do evento, que ocorrerá de 9 a 12 de maio de 2021, no Windsor Expor Center, na Barra da Tijuca. Um vídeo sobre a cidade do Rio, produzido pela CNseg, foi exibido aos participantes da conferência Fides 2019 na terça-feira (10), anunciando, além das belezas do Rio, a abertura imediata das pré-inscrições para o próximo encontro Fides 2021 (www.fidesrio2021.com).

O Brasil é líder em arrecadação de prêmios na América Latina e 12º lugar do ranking mundial. No ano passado, a receita do setor representou 6,5% do PIB, incluindo Saúde Suplementar, e os chamados ativos financeiros administrados pelas seguradoras, R$ 1,3 trilhão.

A primeira Conferência Hemisférica de Seguros, realizada em Nova York, em maio de 1946, foi o passo inicial para a constituição da Fides, para quem “não é possível alcançar um desenvolvimento amplo da indústria e do comércio, sem o seguro”. A Fides agrega entidades de seguros privados de 19 países das Américas, incluindo os Estados Unidos e Espanha e, entre outras atribuições, cabe-lhe cuidar da imagem institucional do seguro e do resseguro, de estimular seu desenvolvimento, de promover o intercâmbio entre os mercados regionais, realizar pesquisas e programas de educação em seguros.

Mongeral Aegon acelera inovação com treinamento da equipe em cursos no Brasil e no mundo

Nos últimos dois anos, acompanho nas redes sociais uma intensa movimentação de executivos da Mongeral Aegon em eventos ligados a inovação, tanto internos como externos. No Brasil e em outros países. A Mongeral, uma das mais antigas seguradoras do país, se redesenha sob a liderança de Helder Molina, que assumiu como CEO em 2004. Cinco anos depois, selou a associação com a holandesa Aegon, que atua em mais de 20 países. Ambas protagonistas da inovação em seguro de vida. Curiosa, pedi para Renata Loyola, superintendente de Gestão da Inovação da Mongeral Aegon, nos contar um pouco sobre o que anda acontecendo dentro da companhia de mais de 200 anos.

A Mongeral Aegon é uma das companhias mais ativas em inovação, pelas ações que acompanho nas redes sociais. Quais as principais iniciativas do grupo em 2019? 

Realmente inovação e pioneirismo estão no DNA da Mongeral Aegon. Posso citar como algumas das ações deste ano a criação da superintendência de Gestão da Inovação, que tem como objetivo cuidar de todo ecossistema e iniciativas da companhia, além da participação do Rise 2019, na China, e continuidade aos programas inovação com a PUC-RJ e IRB, e o voltado para os nossos colaboradores de todo o país.

Conte sobre a China, o novo berço de inovação do mundo

No Rise, por exemplo, pudemos conhecer mais sobre modelos de pagamento e vivenciar a cultura do teste e erro. Esse, por exemplo, é um dos aprendizados que certamente vamos adotar na companhia ainda neste ano. Embora não seja efetivamente uma inovação, contribui fortemente para o seu fomento. Este é um dos processos que já estamos usando na seguradora, pois entendemos que é muito importante para o desenvolvimento da cultura da inovação. Ainda na China, tivemos a oportunidade de visitar grandes empresas que estão revolucionando o país em termos de inovação. Posso citar a SenseTime, principal empresa de plataforma de inteligência artificial do mundo; a WeBank, primeiro banco privado totalmente digital da China; e a Zhon Na, do grupo Alibaba, primeira empresa Insurtech online na China.

Como a inovação tem mudado a companhia? Cite exemplos, dos mais simples aos mais complexos. Comente os beneficios trazidos pela parceria com FGV e IRB. Qual o resultado obtido até agora?

A Mongeral Aegon tem investido fortemente em inovação. No ano passado, estruturamos um moderno processo de digitalização das vendas através da ferramenta Venda Digital. Ela permite que o corretor parceiro comercializar todo portfólio de produtos da seguradora de forma ágil e segura. Além disso, o processo de implantação das propostas também é mais rápido pois, em diversos casos, há a possibilidade do aceite ser automático. Também posso citar os estudos que a companhia tem realizado em torno de machine learning para regulação de pagamento de benefícios. Trata-se de uma ferramenta de inteligência artificial que avalia o pagamento de benefícios para alguns casos específicos, com base no histórico da companhia. Embora em fase de estudo, temos percebido bom percentual de acerto e agilidade nos processos. Outro ponto importante é a parceria com as startups WinSocial, que visa oferecer seguro de vida para pessoas com diabetes a partir de tecnologia; e com a O2O Bots, que distribui os produtos da Mongeral Aegon via chatbot.

A Aegon tem promovido muito a inovação nos países onde atua. O que pode ser trazido da matriz para o Brasil? E o que da subsidiaria brasileira pode ser exportado para o grupo?

Nós temos a cultura de compartilhamento e troca muito forte ente as operações e com o Centro de Excelência do grupo Aegon. A cada dia percebemos que o Brasil está muito bem quando falamos de inovação. Uma das trocas realizadas foi sobre o Venda Digital, que impressionou bastante a todos pelo nível de complexidade, vantagens e modernidade da ferramenta. O processo de digitalização das vendas foi, inclusive, finalista da edição do ano passado do Global Aegon Awards.

Como vê o mercado de seguro de vida em cinco anos?

O mercado de seguros de vida e previdência vai estar cada vez mais moderno do ponto de vista de produtos quanto de operação e distribuição. A tecnologia é e continuará sendo uma grande aliada aos corretores e à expansão do mercado. Também acredito que teremos formas cada vez mais modernas para avaliação de riscos. Isso, consequentemente, vai mexer no preço do seguro. As empresas que saírem na frente terão em seu portfólio soluções cada vez mais competitivas.

E o de previdência aberta?

A tendência é de crescimento. Já estamos vivendo isso com um aumento considerável da procura de previdência no primeiro semestre. Entendo que um dos grandes desafios deste ramo é pensar a acumulação de reserva em um cenário de longevidade. Vamos viver mais e, para isso, é preciso de dinheiro por mais tempo.

Como vê a Mongeral Aegon em cinco anos?

O mercado de seguros de vida e previdência vai estar cada vez mais moderno do ponto de vista de produtos quanto de operação e distribuição. A tecnologia é e continuará sendo uma grande aliada aos corretores e à expansão do mercado. Também acredito que teremos formas cada vez mais modernas para avaliação de riscos, entender e construir ofertas personalizadas. Isso, consequentemente, vai mexer no preço do seguro.

Resseguradoras lucram R$ 877 milhões no 1o. semestre

A Terra Brasis acaba de publicar a prévia da edição #32 do Terra Report, referente ao período de janeiro a junho do ano de 2019. O panorama mantém-se positivo, com destaque para o aumento dos prêmios de resseguro e melhora dos lucros líquidos.

O volume de resseguro cedido pelas Seguradoras Brasileiras (bruto de comissão) foi de R$ 6,23 bilhões, um aumento de 10,9%. O Resseguro emitido pelas Resseguradoras Locais (bruto de comissão), considerando negócios domésticos e do exterior, foi de R$ 6,50 bilhões, um crescimento de 18,5%. A aceitação de riscos do exterior das Locais continua impulsionada, apresentando um aumento de 35,4% em comparação aos primeiro semestre de 2018. 

A sinistralidade bruta das Resseguradoras Locais registrou 71%, frente a 61% do mesmo período de 2018. O Combined Ratio ficou em 94%, uma piora em comparação aos 89% do mesmo período do ano anterior. O Lucro Líquido no primeiro semestre deste ano registrou R$ 877 milhões, uma melhora frente aos R$ 631 milhões do mesmo período de 2018.

EXPO ABGR 2019 vai reunir mais de 3 mil participantes

A programação prevê a reunião dos maiores risks managers do país para debater com a indústria de seguros os assuntos mais relevantes do momento. Segundo a direção da ABGR, será uma oportunidade importante para que os compradores de seguros dialoguem com a cadeia produtiva e conheçam o leque diversificado de produtos disponíveis hoje no mercado de seguros.

A estimativa da diretoria da ABGR é de que cerca de três mil pessoas, entre inscritos, convidados, empresas consumidoras dos mais diversos tipos de seguros, personalidades e profissionais do mercado de seguros, participem do evento. 

Grandes players da indústria de seguros, tais como, Tokio Marine, Chubb, Sompo, Mapfre, Liberty, IRB Brasil RE, AIG, Zurich, Swiss RE, Fator, AXA/XL, Mitsui, Marsh, Alper, Aon, Willis, Lockton, MDS, Convista e CIST garantiram espaço no pavilhão de exposições, por onde devem circular cerca de 1800 pessoas. Será uma oportunidade única de interação e conhecimento entre as instituições, risk managers, empresas interessadas no setor securitário nacional e internacional.

Lançamento – Nesta quinta-feira, 12 de setembro, a diretoria da Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR) irá lançar oficialmente a EXPO ABGR 2019 – XIII Seminário Internacional da ABGR.

Durante a programação do coquetel, em São Paulo, será apresentado o novo conceito adotado pela entidade para a realização do evento. A atual diretoria aposta que o formato inovador deste ano será um grande marco em seu projeto de reposicionamento institucional da ABGR.

O mote do encontro em 2019 será o elo entre a gestão de riscos e o desenvolvimento sustentável nos negócios. “A ideia foi trazer para o evento uma discussão atual, seguindo a lente da ONU que sugere uma agenda voltada para os 17 pontos principais para a segurança do planeta, os quais são chamados de Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”, explica Izabel Barbosa, diretora executiva da Bethe B Comunicação, recrutada pela entidade para idealizar e transformar em realidade essa renovação.

Trazendo na bagagem a produção de grandes eventos nacionais e internacionais do mercado de seguros, como a recém-realizada CONSEGURO, da CNseg, a empresa promete criar uma experiência enriquecedora de contato presencial, no qual os participantes poderão aproveitar oportunidades de carreira e negócios, ampliando o seu networking em um ambiente inovador. 

O coquetel desta quinta-feira contará com a presença de gestores de risco de grandes empresas do mercado, além de líderes das principais seguradoras, resseguradoras e corretoras brasileiras. Já a Expo ABGR 2019 será realizada nos dias 12 e 13 de novembro, no World Trade Center São Paulo.

Momento é de esperar para ver, diz CEO da Allianz

A jornalista Flávia Furlan, do Valor Econômico, traz uma entrevista interessante com Oliver Bäte, presidente mundial do grupo Allianz, na qual responde com extrema transparências as perguntas. Ele assume erros do passado, conta sobre as medidas tomadas, sinaliza os riscos que estão na estratégia e mostra otimismo com o Brasil.

Na entrevista Ping Pong (perguntas e respostas), ele conta que o grupo alemão Allianz, que fatura perto de € 130 bilhões ao ano, acaba de fazer uma grande aposta no mercado brasileiro. Dono de uma das maiores seguradoras do mundo, assinou um cheque de R$ 3 bilhões para a compra da carteira de automóveis e ramos elementares da SulAmérica. Planeja ainda lançar planos de previdência, se a reforma da Previdência sair do papel.

“A nova compra é uma oportunidade de ganhar tamanho, acessar talentos e corretores. E, obviamente, ter ganhos de escala”, disse o alemão Oliver Bäte, presidente do grupo desde 2014, que falou ao Valor em passagem por São Paulo. No país, considerando o critério IFRS, a seguradora saiu de um prejuízo operacional de R$ 561 milhões em 2014 para um lucro de R$ 104 milhões em 2018.

CEO da Tokio Marine aposta que em dez anos seguro de riscos cibernéticos será carro-chefe do mercado

Fonte: Panorama do Seguro, do SindSeg-SP

A 37ª edição do programa Panorama do Seguro recebe o presidente da Tokio Marine Seguradora, José Adalberto Ferrara, que falou sobre o crescimento exponencial da companhia nos últimos cinco anos, os segmentos de seguros que mais se desenvolveram no primeiro semestre de 2019, as perspectivas para ano de 2020 e novos produtos da seguradora.

Segundo Ferrara, há estudos que comprovam que em dez anos o mercado securitário no mundo terá como carro-chefe os Seguros de Riscos Cibernéticos em substituição a atual carteira de Automóvel. “Nós entendemos que esse produto têm um potencial enorme de atingir, em especial, as pequenas e médias empresas, precisamos trabalhar na conscientização da importância desse risco no país. Essa é uma dica para os corretores e assessorias que nos assistem”, explica.

Sobre os novos produtos, ele diz que a seguradora completou o segmento de agronegócio, pois, até o momento, eles faziam somente o seguro de equipamentos agrícolas. “Agora completamos essa operação, estamos fazendo, também, o seguro de safras agrícolas. Quando falamos em agronegócios, somente 10% dos produtores agrícolas contratam seguro, então você tem 90% do mercado à disposição. O agronegócio é uma das molas propulsoras de desenvolvimento do nosso país e nós não poderíamos ficar de fora desse ramo”, conclui.

Lucro da Austral Seguradora cresce 57% no primeiro semestre

Fonte: Austral

Especialista em Riscos Corporativos, a Austral Seguradora encerrou o primeiro semestre com crescimento em todas as linhas de negócios. Os prêmios emitidos pela companhia, desconsiderando sua participação no consórcio DPVAT, somaram R$ 187 milhões, aumento de 25% frente aos R$ 149 milhões apurados no primeiro semestre de 2018.

O lucro líquido da seguradora refletiu o foco em gestão de riscos e controle de despesas administrativas e avançou 57% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 15,1 milhões. O resultado financeiro apresentou um crescimento expressivo de 70% nos seis primeiros meses deste ano comparado a 2018, para R$ 16,9 milhões. O patrimônio líquido também subiu e atingiu o montante de R$ 167,2 milhões. A companhia encerrou o semestre com um ativo total de R$ 1,4 bilhões. 

Além do sólido desempenho financeiro e operacional, a Austral Seguradora obteve forte expansão em sua área de Energy. O segmento de Riscos de Petróleo cresceu 43,6% em prêmios em relação ao mesmo período de 2018, alcançando o 2º lugar no ranking do setor. Essa performance foi motivada, em grande parte, pelo maior volume de novos negócios do setor e uma estratégia focada em inovação, agilidade e eficiência operacional. 

O primeiro semestre foi favorável ainda para a divisão de Riscos Marítimos, cujos prêmios subiram 21,3% em 2019 quando comparado com o mesmo período de 2018, posicionando a seguradora como a 3ª maior do setor, com 19% de market share. 

As iniciativas em inovação e lançamento de produtos também marcaram o semestre. Um dos projetos de transformação digital concluídos incluiu facilidades como a consulta de apólice e o aviso de sinistro online pelo novo portal da companhia. Em outra frente, a companhia marcou sua entrada em D&O, um mercado que alcançou R$ 443 milhões em vendas em 2018, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep). 

“O semestre foi muito positivo e reflete nossa disciplina de custos, em alocação de capital e oferta de produtos sofisticados e customizados na área de Riscos Corporativos”, destaca Carlos Frederico Ferreira, CEO da Austral Seguradora.

JSL Corretora agora é Madre Seguros

Com 37 anos de experiência, corretora do Grupo JSL troca de nome, tem novo posicionamento e foca estratégia em inovação e tecnologia  

A Madre Seguros nasce a partir de um nova visão de corretora de seguros. Através do uso de inteligência da informação, redes sociais e canais digitais, a Madre conecta seguradoras, parceiros operacionais e clientes para oferecer o que há de mais moderno e eficiente no mercado.

Com um jeito mais prático e rápido, a Madre sabe como e onde encontrar produtos inteligentes e de acordo com a necessidade do cliente. “Nossa equipe atua de forma segmentada, com especialistas nos vários ramos de seguro e que unem tecnologia e conhecimento para oferecer os melhores produtos e serviços”, explica Bruno Borghetti, diretor da Madre Seguros. “Temos gestores especializados em seguros de automóveis, caminhões, agrícolas, vida, garantia e transporte, entre outros”.

Na opinião de Borghetti, as operações dedicadas às unidades de negócios do Grupo JSL são importante vantagem competitiva da Madre Seguros.  “Atendemos as 15 lojas da Original Concessionárias, 64 lojas Seminovos Movida e clientes do Grupo Vamos (concessionárias Valtra e VW/Man). É um diferencial competitivo significativo para nós e que nos coloca em posição de destaque no cenário de seguros. Vale ressaltar que aplicaremos tecnologia também nos canais de vendas tradicionais e jamais deixaremos de estar próximos aos nossos clientes”.

E este conceito inovador se aplica a todo mercado, não apenas às empresas do Grupo JSL. “Madre, vem de Mãe. Sinônimo de cuidado, atenção e confiança. Uma protetora que não mede esforços para manter todos SEGUROS. A escolha do nome vem daí. É assim que vamos atender todos os nossos clientes”, explica Borghetti.