Cade aprova, sem restrições, aquisição da carteira da SulAmérica pela Allianz

Allianz compra Sulamerica auto

A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a operação de aquisição de controle entre as empresas de seguro Allianz e SulAmérica. O despacho pela aprovação da transação foi publicado na edição desta quinta-feira, 19, do Diário Oficial da União. Agora as companhias aguardam o parecer da Superintendência de Seguros Privados (Susep), para consolidar a operação.

Leia mais Allianz compra carteiras de seguro de carro, casa, condomínio e empresarial da SulAmérica por R$ 3 bilhões

Segundo o parecer do Cade, a operação refere-se à “aquisição pela Allianz do Brasil e Allianz Seguros de 100% das ações da SulAmérica Participações e Investimentos S.A. (Sapi), que controlará e operará os negócios da SulAmérica Companhia Nacional de Seguros no Brasil (Salic), no Brasil, relativos a seguros de automóvel, patrimonial (que englobam os seguros residencial, condominial e empresarial) e habitacional (exceto no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação); e 100% das ações da SulAmérica Serviços e Participações S.A (Sasp)”.

A operação proposta está em linha com o planejamento estratégico da Allianz de prosseguir com o desenvolvimento e crescimento de seus principais negócios de seguros no Brasil, ampliando a oferta de serviços para os consumidores. A SulAmérica, por outro lado, pretende focar seus negócios nos segmentos de saúde, odontológico, de vida, de previdência privada e de gestão patrimonial”, diz o parecer da autarquia.

Relatório de Riqueza Global do Grupo Allianz: um ano sem vencedores

Fonte: AGCS

Em 2018, ativos financeiros globais caem pela primeira vez desde a crise financeira 

Hoje, 18, a Allianz lança a décima edição do “Relatório de Riqueza Global do Grupo Allianz”, que apresenta a situação dos ativos e dívidas das famílias em mais de 50 países. Uma novidade triste: em 2018, os ativos financeiros nos países industrializados e em países emergentes caíram simultaneamente pela primeira vez; mesmo em 2008, no auge da crise financeira, isso não aconteceu. Em todo o mundo, os poupadores estavam de mãos atadas: por um lado, a crescente batalha comercial entre os EUA e a China, a interminável “saga do Brexit” e as crescentes tensões geopolíticas. No outro, o aperto das condições monetárias e a (anunciada) normatização da política monetária. As bolsas reagiram de acordo: os preços das ações globais caíram cerca de 12% em 2018, o que teve um impacto direto no crescimento de ativos. Os ativos financeiros brutos globais das famílias [1] caíram 0,1% e permaneceram mais ou menos estáveis em 172,5 trilhões de euros. “A crescente incerteza tem seu preço”, disse Michael Heise, economista-chefe do Grupo Allianz. “O desmantelamento da ordem econômica global baseada em regras é venenoso para a acumulação de riqueza. Os números para o crescimento de ativos também tornam evidentes que negócios não são um jogo de zero a zero: ou todos estão do lado vencedor (como no passado) ou do lado perdedor (como aconteceu no ano passado). O protecionismo agressivo não tem vencedores.”.

Convergência entre os países mais pobres e ricos para

Em 2018, os ativos financeiros brutos nos mercados emergentes não apenas diminuíram pela primeira vez, mas o declínio de -0,4% foi mais evidente do que nos países industrializados (-0,1%). O fraco desenvolvimento na China, onde os ativos caíram 3,4%, teve um papel fundamental. No entanto, outros importantes mercados emergentes, como o México e a África do Sul, também tiveram que absorver perdas significativas em 2018.

Essa é uma inversão de tendência notável. Nas últimas duas décadas, o crescimento de ativos financeiros nas regiões mais pobres foi, em média, 11,2 pontos percentuais mais alto do que nas mais ricas, mesmo se o ano de 2018 for incluso. Parece que as disputas comerciais estabeleceram um ponto de parada repentino para o processo de recuperação dos países mais pobres. Os países industrializados, no entanto, também não se beneficiaram. O Japão (-1,2%), a Europa Ocidental (-0,2%) e a América do Norte (-0,3%) também tiveram de lidar com o crescimento negativo dos ativos.

Europa Oriental: o novo campeão de crescimento

Os ativos financeiros brutos das famílias latino-americanas aumentaram 7,1% em 2018. As outras duas regiões emergentes tiveram um desempenho diferente: enquanto a Ásia, exceto o Japão, registrou um declínio de 0,9%, a Europa Oriental avançou com um aumento de 8%, tornando-a a região que mais cresce em 2018. Esse aumento, no entanto, não foi menor devido ao rápido crescimento da inflação na Turquia.

Ao analisar as estratégias de investimentos, o surpreendente comportamento de poupar na América Latina se torna evidente: com menos de 20%, a parcela de depósitos bancários é muito baixa. Todas as outras regiões, com exceção da América do Norte, mostram uma tendência muito maior à liquidez; na Europa Ocidental, por exemplo, a participação é de cerca de 30%, na Ásia, exceto no Japão, em torno de 46% e na Europa Oriental bem acima de 50%. Por outro lado, a participação dos valores mobiliários, ações nominais e outros capitais próprios, e a participação dos seguros e pensões são notavelmente elevados, com 47% e 28%, respectivamente. Esse último é muito menor na Europa Oriental (11%) e na Ásia (16%), exceto no Japão.

“A América Latina está à frente da curva”, disse Michaela Grimm, coautora do relatório. “Em comparação com seus pares na Europa Oriental e na Ásia, os sistemas de aposentadoria com capital próprio são muito mais avançados, mas o envelhecimento demográfico não poupará a América Latina; são necessários mais esforços. A digitalização deve ser vista como uma alavanca para oferecer soluções atraentes nesse campo. A América Latina precisa se preparar para o imenso tsunami demográfico.”

Crescimento do passivo se estabiliza em alto nível

O passivo doméstico mundial aumentou 5,7% em 2018, um pouco abaixo do nível do ano anterior de 6%, mas também bem acima da taxa média de crescimento anual a longo prazo de 3,6%. O índice de endividamento global (passivo como porcentagem do PIB), no entanto, permaneceu estável em 65,1% graças ao crescimento econômico ainda robusto. A maioria das regiões teve um desenvolvimento semelhante nesse respeito. Na América Latina, o índice de endividamento não mudou muito nos últimos quatro anos e permaneceu em modestos 29%. Isso contrasta fortemente com a Ásia (excluindo Japão), onde aumentou mais de 20 pontos percentuais na última década.

“A dinâmica da dívida na Ásia, e particularmente na China, é preocupante”, comentou Patricia Pelayo Romero, coautora do relatório. “As famílias chinesas já estão tão endividadas quanto as alemãs ou italianas, por exemplo. A última vez que testemunhamos um aumento tão rápido do endividamento privado foi nos EUA, Espanha e Irlanda pouco antes da crise financeira. Comparado à maioria dos países industrializados, os níveis de dívida na China ainda são significantemente mais baixos. As agências regulatórias, no entanto, não devem mais aguardar e ficar apenas assistindo. O crescimento impulsionado pela dívida não é sustentável e nem mesmo a China está imune a uma crise da dívida.”.

Devido ao forte crescimento do passivo, os ativos financeiros líquidos, ou seja, a diferença entre ativos financeiros brutos e dívida, caíram 1,9% em todo o mundo para 129,8 trilhões de euros no final de 2018. Os países emergentes, em particular, sofreram um declínio drástico: os ativos financeiros líquidos encolheram 5,7% (países industrializados: -1,1%); A América Latina, por outro lado, registrou um aumento de 6,2%.

Brasil: ativos financeiros crescem e não seguem tendência global

Os ativos financeiros brutos das famílias brasileiras aumentaram 10,6% em 2018. Por mais robusto que esse crescimento seja, se comparado à tendência global, foi um dos aumentos mais fracos desde a crise financeira. Esse desempenho modesto deveu-se principalmente ao menor crescimento em seguros e pensões, bem como em valores mobiliários. O primeiro caiu para 6,9%, registrando o aumento mais fraco em mais de duas décadas; o último, responsável por mais da metade de todos os ativos financeiros, aumentou “apenas” 14%, o aumento mais fraco em cinco anos. Os depósitos bancários, por outro lado, cresceram 9,4%, o aumento mais rápido desde 2014. A recuperação econômica foi mais visível no crescimento de passivos, que acelerou para 8,6%, a taxa mais rápida em três anos. Como resultado, o índice de endividamento das famílias atingiu 39,8% no final de 2018, bem acima da média regional de 29,6%

Os ativos financeiros líquidos no Brasil aumentaram 11,6% em 2018. Com ativos financeiros líquidos per capita de 6.320 euros, o Brasil subiu dois degraus para o 39º lugar no ranking dos países mais ricos (ativos financeiros per capita, veja tabela com os 20 principais). No topo, os EUA substituíram a Suíça novamente, principalmente graças ao dólar forte. Considerando uma visão de longo prazo e observando como a lista mudou desde a virada do século, torna-se evidente a ascensão (modesta) de muitos países da América Latina: os “vencedores” incluem o Brasil (+3 lugares), mas também o Chile (+3 lugares) e a Colômbia (+1 lugar). 

Apenas um solavanco na estrada?

Pela primeira vez em mais de uma década, a classe média global não cresceu: no final de 2018, aproximadamente 1.040 milhão de pessoas (entre elas 40 milhões de brasileiros) pertenciam à classe média global – que é mais ou menos o mesmo número de pessoas que o ano anterior. No contexto de redução de ativos na China, isso não é uma grande surpresa, afinal, até agora o surgimento da nova classe média global era principalmente um assunto chinês: quase metade de seus membros fala chinês, bem como 25% da classe alta. “Ainda existem muitas oportunidades para a prosperidade global”, disse Arne Holzhausen, co-autor do relatório. “Se outros países densamente povoados, como Brasil, Rússia, Indonésia e, em particular, Índia, tivessem um nível e uma distribuição de riqueza comparável à China, a classe média global seria impulsionada por cerca de 350 milhões de pessoas e a classe alta global por cerca de 200 milhões de pessoas. Com isso, a distribuição global da riqueza seria um pouco mais igual: no final de 2018, os 10% mais ricos em todo o mundo possuíam aproximadamente 82% do total de ativos financeiros líquidos. Questionar a globalização e o livre comércio agora priva milhões de pessoas em todo o mundo de oportunidades de progresso.”

Debate do CVG-SP aponta tendência de personalização de benefícios

Estudo da MetLife apresentado no evento também expôs alto índice de empregados que não percebem os benefícios oferecidos pelas empresas

por Márcia Alves

Mais do que atrair e reter talentos, a oferta de benefícios para funcionários também se tornou um meio de motivar e aumentar a produtividade. Um retrato dessa evolução está no Estudo da MetLife sobre Tendências de Benefícios para Funcionários – Brasil/2018, apresentado no debate promovido pelo CVG-SP, dia 17 de setembro, no auditório da Fecap, em São Paulo. Em sua terceira edição no país, o estudo expôs diversas tendências, como a personalização, compartilhamento e a flexibilização de benefícios, além de insights importantes, como a necessidade de comunicar os funcionários sobre os benefícios oferecidos.

Sob a coordenação de Gustavo Toledo, diretor de Relações com o Mercado do CVG-SP, e mediação do presidente Silas Kasahaya, o debate contou com a apresentação de Leonardo Stivanin, Head de Estratégia na MetLife. A análise do tema coube aos debatedores Guilherme Hinrichsen, vice-presidente Comercial na Icatu Seguros, Carlindo Boaventura, diretor Executivo na CBJR Boaventura, e Francisco Toledo, diretor Executivo na Scor Brasil Re e vice-presidente Regional na Scor Global Life Américas. 

Percepção 

Realizado em 2017, com 300 empresas de diversos segmentos e portes e 500 funcionários, o estudo comparou os resultados com a edição anterior de 2013. No quesito lealdade, por exemplo, divergem as visões de empregados e empregadores. Entre 2013 e 2017, caiu de 72% para 54% o número de empregados que se diziam leais às empresas. Por outro lado, entre os empregadores, esse número aumentou no mesmo período, de 43% para 49%.

Já em relação à satisfação dos funcionários com os benefícios, houve uma queda de 40% para 30%. De acordo com o estudo, quase 95% dos empregados não sabiam do benefício seguro de vida. “Com exceção do plano de saúde, cuja utilização é mais tangível, os demais benefícios não são percebidos pela maioria dos funcionários. Por isso, o principal insumo da pesquisa é a necessidade de a empresa sempre comunicar ao funcionário o benefício que oferece”, disse.

A pesquisa mostrou, ainda, a tendência de benefícios cada vez mais direcionados ao equilíbrio entre a vida profissional e pessoal dos funcionários. Para Stivanin, essa tendência tem a ver com flexibilidade. Mas, apenas 42% dos empregados brasileiros disseram que seus empregadores oferecem jornada de trabalho flexível. No Chile, esse percentual é de 84% e no México de 70%. Para 58% dos empregados brasileiros, a jornada flexível conta muito na hora de escolher uma proposta de trabalho.

Personalização

No Brasil, de acordo com cálculos de Stivanin, os benefícios correspondem à média de múltiplo salarial de 24 vezes, o dobro do que é praticado nos Estados Unidos. A diferença, segundo ele, é que os empregados americanos têm a possibilidade de permanecerem com o benefício depois de se desligarem das empresas por meio da contratação de benefícios voluntários. No Brasil, começa a ser desenvolvido esse modelo em que os funcionários podem escolher benefícios adicionais. Para 84% dos empregadores, o benefício voluntário é uma maneira econômica de agregar valor. “A indústria de seguros deve pensar em oferecer coberturas diferenciadas”, disse. 

Os benefícios voluntários são uma opção para se criar programas de benefícios personalizáveis. A pesquisa mostrou que 51% dos funcionários concordam em pagar parte desse custo. “Isso é muito relevante porque o funcionário está disposto a tirar dinheiro do próprio bolso para bancar o benefício”, disse. A pesquisa comprova essa tendência ao mostrar os benefícios que os funcionários estão dispostos a compartilhar: seguro hospitalar (73%), check up (67%), seguro de invalidez (69%), seguro resgatável (58%) e perda de renda (58%).

Outra tendência é a oferta de programas de bem-estar, uma expectativa de 65% dos entrevistados. Nesse sentido, o estudo revelou que a preferência de programas de benefícios varia de acordo com a faixa etária. A oferta de exame médico, por exemplo, é importante para 36% dos jovens e para 54% dos mais velhos “Existe espaço para todo tipo de benefício, mas é preciso entender o público para oferecer aqueles que podem ter maior adesão dentro da empresa”, disse.

Opinião dos especialistas

Em relação às conclusões do estudo da MetLife, o presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, chamou a atenção para a dicotomia entre a visão de empregados e empregadores sobre os benefícios. Para ele, a solução está na comunicação. “Todos os dias somos bombardeados com diversas informações. Por isso, a comunicação da empresa em relação ao benefício deve ser assertiva”, disse. 

Francisco Toledo, diretor Executivo na Scor Brasil Re e vice-presidente Regional na Scor Global Life Américas, aposta no benefício personalizado como a grande tendência. “As pessoas precisam de benefícios corporativos, mas querem se sentir responsáveis pela escolha”, disse. Guilherme Hinrichsen, vice-presidente Comercial na Icatu Seguros, concorda. “Com o fenômeno da uberização, a tendência é a individualização do benefício. Vejo o empoderamento do funcionário por meio do benefício”, disse.

Carlindo Boaventura, diretor Executivo na CBJR Boaventura, enxerga nos sindicatos um nicho para o canal de distribuição de benefícios. “Hoje, o funcionário sai da empresa e no dia seguinte não tem mais nenhum benefício. Nesse aspecto, o sindicato poderia ser um provedor de benefícios, inclusive, contributários. Nós, distribuidores, temos de buscar esses nichos”, disse. 

Leonardo Stivanin lembrou que o seguro de vida no Brasil tem baixa penetração, cerca 0,5% do PIB. Por isso, ele acredita no potencial do segmento de benefícios. “Existe muito mercado para ser explorado, mas, talvez, não da forma como estamos fazendo. É um desafio”, disse o Head de Estratégia na MetLife.

Inscrições para o Programa SulAmérica de Estágio 2020 estão abertas

A SulAmérica abre inscrições para seu programa de estágio no próximo dia 16 de setembro. O programa da SulAmérica tem sido extremamente relevante em suas últimas edições. Como parte da estratégia da área de Recursos Humanos, o processo de aproveitamento interno já está bastante maduro na companhia. “Para se ter uma ideia, no último ano mais de 50% dos estagiários que encerraram o ciclo máximo de 2 anos do programa foram efetivados”, conta Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Administrativo e Sustentabilidade da SulAmérica.

Os cursos que concentraram maior interesse nas vagas da SulAmérica são Administração, Tecnologia da Informação, Engenharia de Produção, Direito, Estatística, Ciências Atuárias, Ciências Contábeis, Comunicação e Economia – outras áreas de conhecimento também são bem-vindas e podem participar da seleção. O processo do primeiro semestre deste ano contou com 27.639 inscritos. “Apostamos em um processo seletivo com maior mobilidade, etapas online e que proporcionem autoconhecimento. Inclusive, todos os candidatos que passam para o processo recebem feedback de autoconhecimento. Fazemos questão de mostrar, desde o início, que inovação, flexibilidade e cuidado com as pessoas fazem parte do nosso DNA”, afirma Patrícia. “Desenvolvemos o programa de estágio com base na autonomia e aprendizagem para que todos possam tomar as melhores decisões sobre suas carreiras e suas vidas.”

Os benefícios do programa incluem bolsa-auxílio, seguro saúde, vale-refeição, vale-transporte, Gympass e seguro de vida para acidentes pessoais. A empresa oferece, também, o programa de reconhecimento Estagiário Nota 10, que prevê aumento do valor da bolsa-auxílio para aqueles que se destacarem durante o estágio.

As vagas oferecidas são para São Paulo e Rio de Janeiro e voltadas para graduandos com formatura prevista entre julho de 2021 e julho de 2022. O processo de participação inclui, ferramenta de fit cultural, dinâmica online e entrevista com o gestor da área em que o candidato faria o estágio. As inscrições para ficam disponíveis de 16 de setembro a 13 de outubro pelo link: www.vagas.com.br/estagiosulamerica.

Zurich fecha patrocínio para equipe Webmotors na Stock Car

A seguradora Zurich estreou neste último final de semana (15/09), no Autódromo do Velopark, em Nova Santa Rita (RS), como patrocinadora da equipe Webmotors na Stock Car, a mais importante categoria do automobilismo nacional.

A Webmotors, plataforma de negócios e soluções para o setor automotivo, é atualmente patrocinadora do piloto Bruno Baptista e já conta com uma série de ações na competição. A Zurich, agora como patrocinadora da equipe, terá exposição da sua marca no carro, box, bem como ativações nas redes sociais e nas etapas restantes da categoria em 2019.

Para a Zurich, o objetivo é fortalecer a exposição da marca por meio da presença em um dos maiores eventos esportivos do país, além de poder oferecer a corretores e parceiros de negócios a oportunidade de vivenciar uma experiência única na competição. Com o patrocínio, a Webmotors se insere nas pistas do automobilismo, se aproxima do universo da Stock Car e ainda tem a oportunidade de levar a discussão sobre a mobilidade ao público.

A temporada de 2019 da Stock Car ainda contará com quatro etapas:  Cascavel (20/10), Velo Città (10/11), Goiânia (24/11) e Interlagos (15/12). 

IESS indica que cadeia de saúde está empregando mais, apesar da redução de beneficiários

Jose Cechin IESS

Fonte: IESS

Quase 5 milhões de brasileiros são empregados pela cadeia da saúde no Brasil. O montante equivale a 11,3% da força de trabalho no País. De acordo com o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde, feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), 73,3% deste total ou cerca de 3,6 milhões são trabalhadores com carteira assinada no setor privado.

Apenas em julho de 2019, a saúde suplementar registrou 93,5 mil contratações e 88,1 mil demissões, totalizando um saldo positivo de 5,4 mil postos de emprego formal. O que corresponde a 12,2% do saldo geral de 43,8 mil novos postos de trabalho criados pela economia nacional como um todo. “É evidente que a cadeia de saúde é uma das forças motrizes na economia nacional. O setor já responde por 11,3% da força de trabalho no País e o saldo de empregos na saúde privada tem respondido por mais do que esse porcentual no total de novos postos de trabalho gerados no mês. O que indica que a participação do setor tende a crescer ao longo do tempo”, comenta José Cechin, superintendente executivo do IESS.

O executivo destaca que o setor continua contratando apesar de haver retração no total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar. “Entre julho deste ano e o mesmo mês do ano passado, 133 mil beneficiários deixaram seus planos. Uma retração de 0,3%. Ainda assim, o setor contratou mais 120 mil pessoas no período”, compara Cechin. “Os dados indicam que o setor acredita em um processo de recuperação de beneficiários e está se preparando para tanto”, avalia.

Está é a primeira edição em que o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde traz o total de empregados também pelo setor público e mais dados sobre o segmento devem estar disponíveis na próxima edição da publicação, que irá permitir, pela primeira vez, uma análise temporal do nível de empregos nesta cadeia como um todo (setor público e privado). “Estamos trabalhando para aprimorar a qualidade das informações que disponibilizamos ao mercado e fornecer ainda mais subsídios para as tomadas de decisões”, comenta Cechin.

Marsh Brasil anuncia parceria estratégica com corretora EUROAMERICA

marsh euroamerica

Fonte: Marsh

A Marsh Brasil anuncia a ampliação de sua parceria estratégica junto à EUROAMERICA Corretora de Seguros, empresa que atua no segmento de seguros de alta complexidade e Gestão de Benefícios. A ampliação da atuação em conjunto, que deve se iniciar no final deste mês de setembro, reforça o posicionamento da Marsh Brasil em oferecer maior qualidade em sua prestação de serviços e um escopo mais amplo de capacidades a seus clientes.

“Estamos certos de que a ampliação desta parceria nos trará inúmeras oportunidades de crescimento, uma proposta de valor mais rica e diversa e beneficiará significativamente nossos clientes e parceiros de mercado”, afirma o presidente e CEO da Marsh, Eugenio Paschoal.

Com mais de 30 anos no Brasil, a EUROAMERICA possui capital 100% nacional e está presente em 16 países por meio de parcerias estratégicas. A corretora atua elaborando soluções para a contratação de seguros patrimoniais, na modalidade de responsabilidade civil, riscos de engenharia e financeiros, transporte e logística, além de auxiliar empresas na implementação de programas de benefícios.

ARTIGO: Seguro Empresarial no centro das atenções com incêndio em Hospital Badim

Thisiani Martins, presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Grandes Riscos da FenSeg

 A tragédia provocada pelo incêndio no Hospital Badim, no Rio de Janeiro, reforça a relevância de contratação do Seguro Empresarial em todo o país. É fator essencial de proteção contra infortúnios dessa natureza. Uma cobertura robusta não só cobre danos ao patrimônio material, como também ameniza o impacto causado pela perda de vidas. Muito além dos prejuízos financeiros e patrimoniais, o gestor deve ter em foco a responsabilidade civil, no caso de indenizações às vítimas e aos seus familiares. É igualmente importante que os limites contratados sejam compatíveis e adequados aos riscos expostos, e que estejam o mais próximo possível dos necessários a reposição dos bens.

  As cenas do hospital em chamas e o drama enfrentado pelos pacientes evidenciaram a função estratégica do seguro. Seja qual for o ramo de atividade da empresa ou instituição, é preciso ter em mente que ações preventivas, um bom gerenciamento de riscos e uma cobertura robusta são peças-chave para enfrentar ocorrências desse porte. Eles representam fator de tranquilidade para empreendedores diante do inesperado.

 O Seguro Empresarial possui cobertura básica que protege o imóvel segurado contra incêndio, cobertura de contratação obrigatória que resguarda contra riscos de incêndio, queda de raio e explosão. A esta garantia básica poderão ser adicionadas outras coberturas observando a característica da empresa ou ramo de atividade e ainda, o local onde ficam as instalações. Esta é a modalidade de seguros denominada Multirriscos ou Compreensivos.

 O seguro compreensivo é análogo ao seguro contra incêndio tradicional; porém, é um seguro mais amplo. A cobertura básica indeniza o segurado por danos decorrentes de incêndio, queda de raio e explosão de qualquer natureza. Além destas, as empresas podem contratar coberturas adicionais, como as de explosão de caldeiras, queda de aeronaves ou ainda coberturas contra danos provocados por granizo, vendaval, impacto de veículos, danos elétricos, acidentes pessoais, roubo e furto qualificado de bens e valores, quebra de vidros, responsabilidade civil, entre outros.

 Apesar de obrigatório, o seguro contra incêndio ainda enfrenta resistência por parte das empresas, conforme revelou a Pesquisa Global Zurich PMEs.  Levantamento feito em 15 países, reunindo 3 mil companhias de pequeno e médio porte, revela que a adesão ainda é baixa. Apenas 8,5% das empresas se preocupam com as consequências do fogo. No Brasil, esse índice chegou a 23% de um total de 200 empresas ouvidas. O resultado fez com que o Brasil ficasse na primeira posição com o maior índice do mundo de preocupação com incêndio, seguido da Espanha e do México.

O seguro contra incêndio pode resguardar as empresas em diferentes aspectos, como por exemplo, o ressarcimento financeiro quando ocorre sinistro de grandes proporções.  Em 2018, o Instituto Sprinkler Brasil (ISB) contabilizou 531 ocorrências de incêndio estruturais. Entre as diferentes categorias de estruturas, a que registrou o maior número de ocorrências foi a dos Estabelecimentos Comerciais (lojas, shoppings e supermercados), com 190 registros, seguida por depósitos, com 114.

 Os danos causados ao patrimônio e bens físicos, devido ao incêndio, podem potencialmente ser a grande fonte de preocupação para muitos negócios, caso não se tenha um seguro adequado. A apólice é um fator de proteção para gestores e empreendedores, que de uma hora para outra convivem com a perda do patrimônio, interrupção das atividades e lucros cessantes. O seguro, acima de tudo, é um aliado de toda a sociedade.

Mercado segurador volta a crescer dois dígitos no acumulado do ano até julho

Marcio Coriolano cnseg

O mercado segurador registrou crescimento de 11,3% nos sete primeiros meses do ano, com arrecadação de R$ 150,9 bilhões, sem considerar DPVAT e Saúde. Trata-se da primeira vez que a taxa no ano voltou a crescer dois dígitos desde 2015. Segundo a Conjuntura CNseg, na ótica mensal, julho registrou alta de 16,8% sobre o mês anterior. Esse desempenho também resultou positivo na ótica da comparação com o mesmo mês de 2018, com crescimento nominal de 29,2%.

Como tem dito Marcio Coriolano, presidente da CNseg, o crescimento do setor segurador tem se mostrado desigual, com os seus segmentos e ramos respondendo diversamente ao ciclo econômico e à preferência dos clientes. A maior contribuição para tanto foi do segmento de Cobertura de Pessoas, que cresceu 13,7%. Desta vez, além dos Planos de Risco – Vida e Prestamista terem mais uma vez se destacado, ocorreu recuperação expressiva da taxa de crescimento dos Planos VGBL (14,6%).

O segmento de seguros gerais, que envolve bens e responsabilidades, avançou 6%. O ramo de seguros patrimoniais permaneceu com forte desempenho (12%), considerando-se os seguros marítimos e aeronáuticos, de crédito e garantias, de responsabilidade civil e o rural.

O segmento de títulos de capitalização também se destaca, com um avanço de 12,7% nesses primeiros sete meses.

Segundo comenta Coriolano na Conjuntura CNseg, o bom desempenho registrado nesses sete meses do ano serve para ratificar a reversão da tendência do comportamento anualizado que já estava em perspectiva ao final do primeiro semestre, evidenciada pela série de 12 meses móveis, que até abril mostrava virtual estabilidade, tendo crescido 1,5% com a inclusão do mês de maio, passou a 3,1% computado o mês de junho e agora, com julho, chegou a 5,5%.

Lloyd’s anuncia lucro de US$ 3 bi no 1o. semestre de 2019

Lloyd's of london

Fonte: Lloyd’s

O Lloyd’s anunciou hoje um lucro de US$ 3 bilhões (£2,3 bilhões), antes dos impostos, para o 1o semestre de 2019 com a publicação dos resultados parciais

O lucro do Lloyd’s, antes dos impostos, para o período foi de USD 3 bilhões (£2.3bi) (Junho 2018: £0.6bi), sustentado por um índice combinado de 98.8% (Junho 2018: 95.5%) e receita de investimento de USD3 bilhões (£2.3bi) (Junho 2018: £0.2bi), uma vez que o mercado se beneficiou de ganhos não realizados devido a redução de títulos dos EUA e do Reino Unido, bem como retornos robustos de ações nos primeiros seis meses de 2019.

A qualidade do balanço do Lloyd’s permanece excepcionalmente forte com recursos líquidos crescendo para USD41,2 bilhões (£32.4bi) (Dezembro 2018: £28.2bi) e o índice combinado central de solvência crescendo para 266% (Dezembro 2018: 249%). A força financeira do Mercado do Lloyd’s foi ressaltada pelas recentes afirmações de classificações pelas agências de rating Standard & Poor’s (A+ Forte), AM Best (A Excelente) e Fitch (AA- Muito Forte).O Prêmio Bruto Emitido para o período até Junho 2019 foi de USD25,4 bilhões (£19.7bi), representando um aumento de 1.8% sobre o mesmo período em 2018.

No entanto, a eliminação dos movimentos de taxa de câmbio e do crescimento de novos sindicatos aponta para uma redução homóloga de prêmios de 2,6% em relação ao ano anterior. Esse é o impacto líquido de uma redução de 6,5% no volume de negócios, uma vez que os subscritores ajustaram suas contas para melhorar o desempenho e os aumentos médios da taxa ajustada ao risco de 3,9%.

O mercado do Lloyd’s também viu uma redução na taxa de sinistralidade atricionária para o atual ano de subscrição (2019) quando comparado ao ano de subscrição de 2018 no mesmo momento. Em conjunto, essas mudanças refletem a disciplina reforçada de subscrição aplicada em 2019.

O índice de despesas operacionais do Lloyd’s registrou uma redução de 1,2% no período, de 39,3% em 2018 para 38,1% em 2019. Despesas administrativas menores, refletindo o esforço contínuo do mercado para gerenciar seus custos controláveis, contribuíram com uma redução de 1,5% enquanto houve um pequeno aumento, de 0,3%, no índice de custos de aquisição devido a mudanças no mix de negócios.

O Presidente Mundial do Lloyd’s, John Neil, disse: “Estamos satisfeitos em relatar um lucro durante os primeiros seis meses de 2019. É encorajador que o mercado do Lloyd’s mostre maior disciplina em 2019, como evidenciado por uma redução nos prêmios emitidos brutos e uma melhoria na taxa de sinistralidade atricionária para o ano de subscrição atual. No entanto, reconhecemos a importância do foco contínuo no gerenciamento de desempenho para manter esse momento ao longo e além de 2019.”

“Ao mesmo tempo em que garantimos que nosso mercado possa proporcionar um crescimento sustentável e rentável, precisamos fazer algumas escolhas corajosas sobre como atender às expectativas de nossos clientes e de todos os nossos ‘stakeholders’ no futuro. A estratégia ‘The Future at Lloyd’s’ – O futuro no Lloyd’s, garantirá que nosso mercado esteja pronto para esses desafios e oportunidades à nossa frente, com o primeiro plano a ser publicado em 30 de setembro.”

“O Lloyd’s também não hesitou em implementar um conjunto robusto de ações para combater comportamentos inaceitáveis em todo o mercado e garantir que déssemos o tom para uma cultura que incentive as mentes mais brilhantes a permanecer e ingressar em nosso setor. A peça central dessas ações é a pesquisa de cultura de mercado do Lloyd’s, que construiu a imagem mais abrangente já encomendada da cultura em todo o setor de seguros. Anunciaremos os resultados dessa pesquisa e as ações que realizaremos no Festival Dive In, em 24 de setembro.”