Prudential lança seguro com proteção ampliada para doenças graves

Em meio ao aumento da preocupação dos brasileiros com a saúde, seguradora lança produto que cobre 25 doenças graves e procedimentos, além pagar até duas indenizações 

Fonte: Prudential

A saúde está entre as principais preocupações dos brasileiros. Pesquisas recentes revelam que o tema, em conjunto com a dificuldade financeira para pagar tratamentos, está no topo da lista do que tira o sono dos brasileiros. Soma-se ainda o fato de que três milhões de pessoas perderam acesso a planos de saúde privados nos últimos quatro anos. Com o aumento acelerado da expectativa de vida, a proteção financeira torna-se fundamental para enfrentar os problemas de saúde.

Com esse cenário, a Prudential do Brasil, que detém de 60% de participação de mercado no ranking de Doenças Graves no segmento de seguro de vida individual, lança novas possibilidades de proteção à saúde. O produto inovador, DDR Modular, tem como foco a proteção ampliada de doenças graves, incluindo quatro módulos que englobam 25 doenças e procedimentos. Possibilita ainda o pagamento de até duas indenizações para doenças cobertas em módulos distintos e 50% adicional ao capital segurado para mulheres que tenham câncer de mama diagnosticado em estágio avançado e homens com câncer de próstata na mesma situação.

O DDR Modular será comercializado como uma cobertura opcional, não sendo vendida separadamente, mas sim, fazendo parte de um plano de proteção mais amplo. Ela é dividida nos módulos “Câncer”, “Doenças Cardiovasculares”, “Falência de Órgãos” e “Doenças Neurológicas”.

“Nosso objetivo sempre será proteger vidas. Por isso, ao olhar as doenças que mais afetam a população brasileira de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), desenvolvemos esse produto com conceito de módulos que atendam às necessidades das pessoas e, quando possível, as ajudem em suas recuperações. Só quem já viveu o impacto de uma doença grave, sabe o quão devastador é esse momento para a pessoa e sua família, e a importância de receber uma indenização em vida”, destaca a vice-presidente de Marketing & Digital da Prudential do Brasil, Aura Rebelo.

Cada módulo engloba uma série de doenças como: câncer, infarto agudo do miocárdio, derrame, doença pulmonar crônica, esclerose múltipla, Parkinson idiopático, Alzheimer, entre outras.  Com o novo produto, a Prudential estende a cobertura para procedimentos como transplante de medula óssea, coração ou rins, cirurgias coronarianas (Bypass), cirurgia das válvulas cardíacas e situações como cegueira (perda profunda da visão), surdez (profunda e irreversível) e coma por traumatismo crânio-encefálico (TCE). “Depois de um ano de pesquisa e desenvolvimento, estamos muito orgulhosos em entregar ao mercado brasileiro um produto tão atual, abrangente e inclusivo” complementa Aura.

Acesso à cobertura – Para ter acesso à cobertura, o cliente passará por um processo de análise do seu histórico e condição de saúde e, após ser aprovado, poderá ter acesso a três ou quatro módulos do DDR Modular. “Esse é um grande diferencial. O seguro sempre será aplicado para os quatro módulos da cobertura e, caso o cliente não seja aceito em um dos módulos por pré-existência ou histórico familiar, poderá contar com a proteção nos outros três. Anteriormente, ao ser rejeitado no momento da subscrição, o cliente não conseguia contratar a cobertura opcional de doenças graves”, explica o gerente de Produtos da Prudential do Brasil, Sandro Cespes.

Sandro traz ainda mais detalhes sobre como funciona essa contratação e o processo de indenização. “Para tornar esse conceito modular mais claro, imagine que um cliente foi aceito nos quatro módulos de coberturas. Se ele apresentar um sinistro (um evento coberto) de uma das doenças do módulo Doenças Cardiovasculares, um infarto por exemplo, ele será indenizado. E a grande novidade é que a cobertura dele continuará vigente para os outros três módulos. Então, se esse mesmo segurado apresentar um segundo sinistro, por exemplo, uma pancreatite crônica, prevista em um dos outros três módulos, ele será indenizado novamente. Somente após o segundo sinistro é que a cobertura é encerrada. Atualmente, o mercado permite apenas um único sinistro nesse tipo de segmentação para encerrar a apólice”.

Indenização adicional para doenças em estágio avançado – Outra característica que torna o DDR Modular um produto diferenciado no mercado é a oferta adicional de 50% ao capital segurado para mulheres que forem diagnosticadas com câncer de mama em estágio avançado e para homens que forem detectados com câncer de próstata, também nesta situação. Ou seja, se um cliente que tivesse direito ao benefício recebesse R$ 500 mil em indenização ao ser diagnosticado com câncer de próstata, no caso da descoberta do tumor em estágio avançado, o valor da indenização passaria a ser de R$ 750 mil.

O DDR Modular já está sendo comercializado para novas contratações de seguro de vida e apresentado ao público pelos corretores franqueados Life Planner e pelas corretoras de seguros das empresas parceiras da seguradora. A cobertura tem vigência de cinco anos e o capital segurado mínimo (valor de indenização) é de R$ 55 mil. Há carência de três meses para o primeiro sinistro e, no caso de o cliente possuir os quatro módulos, haverá uma carência de seis meses para o segundo sinistro, contados a partir da ocorrência do primeiro.

Zurich busca startups para participar de Campeonato de Inovação

Na segunda edição do concurso global, a suíça Zurich procura
ideias para proteger futura geração

Fonte: Zurich Seguros

A seguradora Zurich lançou a segunda edição do seu Campeonato de Inovação, voltado para startups e empreendedores de todo o mundo, que contam com tecnologias comercialmente viáveis e modelos de negócios inovadores.

Com o tema “Protegendo a Próxima Geração”, o concurso tem um foco claro em buscar soluções sustentáveis para problemas globais e que contribuam positivamente para a sociedade, com ideias em torno de prevenção e mitigação de riscos que possam ser aplicados em áreas como saúde, mobilidade, viagens, riscos cibernéticos, previdência e mudanças climáticas.

O concurso terá três etapas: nacional, regional e global. Os vencedores nacionais serão selecionados em janeiro de 2020 e continuarão nas rodadas regionais, divididas em Ásia-Pacífico, América do Norte, América Latina, Europa e Oriente Médio. Os vencedores gerais da rodada regional, a serem selecionados em junho de 2020, participarão de uma rodada global final, que acontecerá em agosto de 2020.

As startups vencedoras da rodada final terão oportunidade de desenvolver projetos pilotos nas unidades locais da Zurich, com a finalidade de disponibilizar produtos e serviços aos clientes da seguradora em seus países e regiões, podendo ser expandidas globalmente.

“A competição está alinhada com nossa missão de ajudar os clientes a se tornarem mais sustentáveis ​​e resilientes, além de promover o crescimento de startups que trazem novas abordagens inovadoras para esse trabalho”, disse Giovanni Giuliani, Chefe de Estratégia, Inovação e Desenvolvimento de Negócios do Grupo Zurich.

A primeira edição do Campeonato de Inovação (2018-2019) recebeu mais de 450 inscrições de 49 países. A empresa está trabalhando com todos os quatro vencedores em projetos, que vão desde melhorar o bem-estar físico e mental, reduzir o desperdício de água até simplificar e acelerar os processos para os clientes.

Rodrigo Barros, Diretor de Inovação e Estratégia da Zurich no Brasil, destaca que a competição é uma excelente oportunidade para as startups locais, que já vêm desenvolvendo um relevante trabalho na área da inovação. “O Brasil tem um destaque incrível nessa área, com insurtechs extremamente capacitadas. Participar do concurso é uma chance de trabalhar com uma das principais seguradoras do mundo, ampliando sua ideia e expandindo negócios, além de aumentar a credibilidade junto aos investidores.” 

Vale lembrar que as startups participantes do Campeonato de Inovação podem continuar a buscar investimentos e parceiros no mercado, sem exigência alguma de exclusividade para o Campeonato.

As inscrições para o segundo Campeonato de Inovação estão abertas no site zurich.innovationchallenge.com até o dia 17 de dezembro. As startups que se inscreverem antes de 24 de outubro terão a oportunidade de serem selecionadas a receber treinamento, com a finalidade de melhorar suas chances de chegar à próxima rodada.

MDS Brasil anuncia nova estrutura para Região Sul

A nova diretoria regional será responsável pelos Estados de Santa Catarina e Paraná

Fonte: MDS

A MDS Brasil anuncia nova equipe na região Sul do País. O executivo William Puccini Lanfranchi assume como Diretor Regional Sul e Fabrizio Mascena ocupa a posição de Gerente Executivo da filial Curitiba. O reforço na equipe regional está alinhado à estratégia de negócios da MDS, que prevê expansão geográfica e crescimento também nos mercados do Sul.

“O Sul do Brasil é a segunda maior região do setor de seguros, com um total de R$ 36 bilhões de prêmios emitidos entre os meses de janeiro e agosto de 2019. A companhia está focada em oportunidades para ampliar ainda mais sua atuação local”, diz Ariel Couto, CEO da MDS Brasil. A empresa já está presente em 8 Estados – São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Bahia – com 11 escritórios e mais de 550 colaboradores.

O Diretor de Filiais da MDS Brasil, Paulo Loureiro, afirma que a companhia vê a forte atuação regional como um dos pilares para sustentar o crescimento dos próximos anos. “Reforçamos o time da MDS Brasil com dois executivos experientes para mantermos o atendimento diferenciado aos nossos clientes e também para sermos mais competitivos na nossa estratégia comercial de crescimento”, explica Loureiro.  

William Puccini Lanfranchi é formado em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina. Com 30 anos de experiência profissional, já esteve em cargos de liderança em grandes empresas nacionais e multinacionais na área de seguros. É considerado um especialista em Gerenciamento de Riscos.

 Já o executivo Fabrizio Mascena é formado em Relações Internacionais pelas Faculdades Integradas Curitiba e está no mercado de seguros há mais de 14 anos. Já trabalhou na MDS entre os anos de 2009 e 2011 e também esteve em posições estratégicas em outras corretoras e grandes seguradoras do mercado.

 A MDS Brasil é uma das maiores corretoras do Brasil e faz parte do Grupo MDS. A corretora registrou um incremento de 30% nos prêmios administrados de clientes no primeiro semestre de 2019, ritmo que deve se manter até o final do ano. A previsão é encerrar o ano com R$ 2 bilhões de prêmios de clientes colocados em seguradoras, acima dos R$ 1,5 bilhão obtidos em 2018.

Sudeste – O executivo Eduardo de Paranaguá, que estava no comando das operações da MDS Brasil no Sul e em Minas Gerais, ficará, a partir de agora, dedicado exclusivamente ao mercado mineiro. Recentemente, a MDS fez a aquisição da Ben’s, corretora com vasto portfólio de clientes no Estado, o que, somado a outras iniciativas, amplia a presença da companhia na região. Com sólida experiência em gestão, Paranaguá terá a responsabilidade de liderar o crescimento da operação no Estado. “A ampliação dos nossos negócios e a consequente necessidade de reforço na gestão fez com que investíssemos em duas regiões prioritárias para a MDS Brasil. O papel do Eduardo, que passa a ter foco exclusivo em Minas Gerais, será fundamental para o sucesso da nossa estratégia”, destaca Paulo Loureiro. 

Fenacor: Ajustes necessários para o setor de seguros avançar ainda mais

Fonte: CNseg

Conceitos como desburocratização, desregulamentação, enxugamento e eficiência do Estado são mantras que, se materializados, poderão colocar o mercado segurador no protagonismo da recuperação econômica. Essa foi a mensagem transmitida pelo presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em  prognóstico apresentado na última sexta, 11/10, no painel “Os caminhos para a retomada do crescimento e a reforma da Previdência”, do 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado na Bahia.

Ele lembrou que o novo ciclo de investimentos em infraestrutura no Brasil, a democratização do sistema financeiro, as novas fronteiras tecnológicas e um novo ambiente de negócios em linha com os padrões de economias maduras criam as precondições para alavancar o desenvolvimento e, em consequência, novos negócios para o mercado segurador. 

Coriolano destacou o fato de a equipe econômica, em vez de apostar em uma “bala de prata”, como já ocorreu no passado, vem adotando medidas que historicamente o País precisava. Como exemplos, citou o ajuste fiscal e “a manutenção obsessiva dos fundamentos econômicos, ancorados em boas políticas fiscal, monetária e cambial, entre as ações do cordão sanitário criado que reúne as melhores práticas”.

O presidente da CNseg fez questão de lembrar uma questão no mercado que não está restrita e nem ficará restrita à Susep, mas que permeará todo o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, que é o mercado marginal oferecendo proteção. “A questão é muito grave. Não se trata de concorrência e de que é preciso que o nosso mercado formal de seguros se ajuste a preços. Essa concorrência não está se fazendo com base em cálculos técnicos, nem de margens nem de carregamentos, mas está se fazendo pela ausência absoluta de recolhimento de impostos aos cofres públicos,  entre outras práticas danosas”, assinalou. Concluindo esse ponto pediu que a Susep coordene, no Executivo, os instrumentos de combate ai mercado marginal.

Em sua fala, Marcio Coriolano elogiou o papel relevante do corretor de seguros e deixou claro que sem esses profissionais – ao lado da adesão voluntária da sociedade brasileira aos diversos planos de seguros – não seria possível ao mercado manter sua resiliência durante os piores anos da crise ou do baixo crescimento, alcançando taxas sempre melhores que a do PIB e atingido os R$ 1,3 trilhão em poupança nacional.

O painel contou também com a participação da superintendente da SUSEP, Solange Vieira. Ela ressaltou que, independentemente de gostarmos ou não, o mundo está mudando muito rapidamente e nós precisamos também mudar nessa direção, utilizando a tecnologia como aliada. “No futuro, não existirá mais setor de vendas se o produto não estiver no celular e precisamos estar preparados para esse novo processo produtivo que se coloca”, afirmou. E para acelerar esse processo, disse que a apólice eletrônica e os seguros temporários e intermitentes serão importantes aliados.

Identificando o Estado como o maior segurador do Brasil, visto ser o fornecedor do seguro saúde (por meio do SUS), do seguro desemprego, do seguro de acidente de trabalho e de previdência, entre outros, afirmou que está na hora de se começar a incentivar o setor privado a suprir esses seguros. “O governo só deve estar onde o setor privado não consegue estar ou onde precisa estar por questões sociais”.

A superintendente da Susep identifica espaço para que a penetração do seguro chegue a dobrar em nosso País. E, para justificar, lembrou que, apesar de o PIB per capita brasileiro ser seis vezes menor que o dos Estados Unidos, o prêmio per capita é 12 vezes menor, e um trabalho de educação securitária junto à população poderia muito contribuir para esse crescimento.

O secretário Especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou que, este ano, o Brasil alcançará um déficit em seu sistema previdenciário beirando R$ 300 bilhões e que há um nexo causal entre a reforma da Previdência e o crescimento econômico. E “quando há crescimento econômico, há crescimento de empregos, de renda e de negócios e o negócio do seguro se integra perfeitamente neste ambiente”, disse.

O secretário Especial apresentou uma série de ações, além da reforma da Previdência, visando reduzir esse déficit e, assim, trazer benefícios à população e, sobretudo, aos mais pobres.

No debate, o presidente da FenaPrevi, Jorge Nasser, afirmou que a reforma da Previdência propiciará a diminuição da dívida pública e a retomada dos investimentos estrangeiros, destravando o crescimento do País. Entretanto, ele acredita que um dos maiores benefícios dessa discussão seja fazer a população entender que o Governo não opera milagres, como a falta de cultura sobre educação financeira leva a crer.

Afirmando que a reforma em curso é a possível, disse acreditar que será o primeiro grande passo para a transformação do sistema como um todo e para que seja retomada a crença dos brasileiros em nosso País.

Dirigindo-se aos corretores de seguro, afirmou que estes devem continuar acreditando na evolução do mercado segurador e na importante e indiscutível missão que têm de proteger.

Falando de tecnologia, Nasser defendeu que os processos digitais melhorarão os processos e o atendimento, gerando mais fluidez e conveniência. Entretanto, disse ele, continuaremos fundamentalmente analógicos na figura do corretor de seguros e seu contato indispensável com os clientes. “Enquanto houver o contato humano, continuaremos a precisar do corretor de seguros”, concluiu.

Também esteve presente no painel o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, que mediou os debates, comentando e endereçando as principais questões abordadas pelos palestrantes e debatedores.

Foto: Da esquerda para a direita: o presidente da FenaPrevi, Jorge Nasser; o secretário Especial da Previdência Social, Rogério Marinho; a superintendente da Susep, Solange Vieira; o presidente da Fenacor, Armando Vergílio; e o presidente da CNseg, Marcio Coriolano

ENS investe em reposicionamento de mercado

Fonte: ENS

Após 48 anos de atividades em ensino especializado, a ENS agora será a Escola de Negócios e Seguros. Ela lança hoje, no Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, na Costa do Sauípe (BA), um amplo projeto de reposicionamento mercadológico. Reconhecida pela formação e capacitação profissional no mercado de seguros e áreas correlatas, a Instituição moderniza sua identidade visual e expande a oferta de programas educacionais para outros segmentos de negócios. Dessa forma, transcende a cobertura que já oferece ao mercado de seguros.

O novo modelo de atuação inclui o lançamento de cursos inéditos de graduação e MBAs em áreas de interesse do mercado de seguros, tais como relações de consumo, inovação, marketing e transformação digital. Cerca de 100 novos coordenadores e professores com mestrado e doutorado já estão atuando. Os novos MBAs oferecem um amplo espectro de possibilidades aos alunos. Eles poderão se especializar em áreas como Liderança Sustentável de Pessoas, Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde, Finanças e Gestão Estratégica de Recursos Humanos, entre outras.

Um curso já disponível, com início das aulas no próximo dia 25, é o MBA Marketing & Consumer Insights. Os alunos serão estimulados a trazer o consumidor para o centro das atenções, a partir de ferramentas de pesquisa e inteligência analítica, ampliando conhecimentos sobre Consumer Experience (CX), estudando suas jornadas, padrões de compra e direitos. Com esses conhecimentos, poderão desenvolver habilidades para gestão de negócios, mercados e relações de consumo, com o aprimoramento de técnicas de negociação e finanças empresariais.

“Ampliar a cultura de seguros é vital para que essa indústria contribua para o aumento do nível de poupança no Brasil, o que é relevante para o crescimento econômico do país”, afirma Robert Bittar, presidente da ENS.

Treinamento no exterior – A especialização em novos segmentos de negócios valoriza o currículo dos alunos e contribui para a sua qualificação profissional. A ENS também vai aproximar cada vez mais as competências do negócio seguro à moderna prática de soluções digitais. Em paralelo, terá uma rede de parcerias com instituições de ensino de todo o Brasil, além da oferta de treinamentos em países como Chile, Estados Unidos, Índia, Inglaterra, Israel e Portugal. Os profissionais brasileiros manterão contato com as melhores práticas e renomados especialistas dos mercados de seguros mais desenvolvidos do mundo.

 Em junho e agosto deste ano, a Instituição promoveu dois cursos bem-sucedidos, um em Lisboa e outro em Londres. A agenda para 2020 inclui o lançamento de programas inéditos em três novos países. O destaque fica por conta das recentes parcerias firmadas com instituições de Mumbai (Índia), Santiago (Chile) e Tel Aviv (Israel). Os temas dos cursos já estão definidos: “Dinâmicas do Crescimento na Índia – Um Mercado de Seguros em Rápida Evolução”, “Inovação e Transformação Digital em Seguros” (Chile) e “Inovação e Tecnologias Financeiras – o Modelo Israelense”.

 Planejamento Estratégico –  Até o fim deste ano, o Planejamento Estratégico da ENS para o triênio 2020-2022 será submetido ao Conselho de Administração. O documento detalhará a quantidade de novos alunos a serem conquistados e o nível de investimento necessário para desenvolver uma grande rede nacional de parceiros e ampliar a capacidade da Escola Virtual. A ENS já conta, em todos os Estados, com os Sindicatos dos Corretores de Seguros e de Seguradoras (Sincors e Sindsegs) como potenciais parceiros e promotores.

 “Esse é mais um ciclo de transformações da ENS, que, em quase 50 anos de existência, vem buscando se colocar como uma Instituição moderna e inovadora. Vivemos um momento de grandes mudanças no mercado de trabalho, que exige profissionais altamente qualificados nas mais diversas áreas de negócio. A ENS está pronta para atender a essas demandas, com ensino de excelência reconhecido e especialidade na área de seguros”, explica Robert Bittar.

Nível de excelência – Os cursos da ENS são ministrados por especialistas, mestres e doutores de alto nível, com larga experiência acadêmica e ampla vivência de mercado nas áreas de negócios, marketing, serviços, mercado de seguros, entre outras. As aulas fomentam ricas trocas de experiência e ampliação de networking. As estruturas físicas das Unidades São Paulo e Rio de Janeiro, bem como dos parceiros pelo País, são modernas e confortáveis, levando o ensino a outro nível de aprendizado.

O padrão de excelência da ENS também pode ser medido pelo nível de avaliação dos cursos, especialmente os de nível superior. O Bacharelado em Administração, ministrado presencialmente no eixo Rio-São Paulo, e a Graduação Tecnológica em Gestão de Seguros, disponibilizada também nas duas maiores cidades do País e na modalidade online, já receberam diversas notas 4 e 5 (de uma escala até 5) em avaliações de autorização e reconhecimento do Ministério da Educação (MEC). Assim, figuram entre os melhores cursos do país em suas categorias.

Na última semana, o MEC divulgou as notas das edições mais recentes do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD). No primeiro, o Bacharelado da ENS obteve grau 4 nas duas cidades, e, no segundo, nota máxima (5), também nas duas cidades. O IDD é considerado um dos índices mais representativos do ensino superior nacional, pois avalia o desenvolvimento dos alunos ao longo de todo o curso, ou seja, mede a contribuição efetiva que a instituição teve na vida acadêmica do egresso.

“O IDD avalia o impulso de crescimento recebido pelo aluno, mostrando um mapa completo de como ele entrou e da maneira que saiu da instituição, comparando, inclusive, as notas do ENEM e do Enade. Essa nota 5 nos enche de orgulho e sinaliza que, de fato, contribuímos de maneira altamente positiva para o crescimento dos nossos alunos”, declara Bittar. 

Bradesco lança seguro auto com baixo custo

Auto Light é em média até 30% mais barato que o tradicional e mantém características e qualidade dos serviços ofertados pela seguradora

Fonte: Bradesco Auto RE

A Bradesco Auto/RE acaba de lançar o seguro Auto Light – seu primeiro produto low cost no segmento automotivo e com coberturas e serviços essenciais que cabem no bolso do segurado. O valor da cobertura é em média até 30% mais barato que o seguro auto tradicional, e o cliente ainda tem até 30% de desconto na franquia das oficinas referenciadas indicadas pelo Centro Automotivo – Bradesco Auto Center (BAC), sem contar que o valor da apólice ainda pode ser parcelado em até 10x sem juros.

Posicione a câmera do celular sobre o QR Code abaixo, assista ao vídeo de lançamento do produto e confira mais informações sobre serviços e assistências.

Entre os principais atrativos do Auto Light, a cobertura oferece desde a proteção básica e serviços que contemplam uma série de vantagens: assistência 24 horas, carro reserva para sete dias, utilização de serviços, que podem incluir Reparo Rápido e Super Martelinho e, ainda, guinchos para terceiros direcionado a pessoas físicas e jurídicas. 

A Bradesco Auto/RE aposta em preços competitivos para atender cada vez mais às demandas dos consumidores e ampliar o acesso da população ao seguro auto.“É importante frisar que o segurado não perde coberturas por estar pagando menos. O Auto Light permite que o cliente contrate um produto de qualidade e credibilidade”, explica Saint´Clair Lima, diretor técnico e de produtos da Bradesco Auto/RE.

Marcio Coriolano, da CNseg: há sinais positivos de reação do setor segurador

Marcio Coriolano fenacor

 Presidente da CNseg participa da abertura do 21º Congresso Nacional dos Corretores

O setor de seguros enfrenta uma conjuntura desafiadora, mas dá cada vez mais sinais positivos de reação. Essa foi a mensagem-chave apresentada pelo presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em discurso na solenidade inaugural do 21º Congresso Nacional dos Corretores, aberto nessa quinta-feira (10/10) à noite – o evento encerra-se no sábado, na Bahia.

Marcio Coriolano assinalou que as reformas estruturais encaminhadas pelo Executivo e Legislativo são transformações inéditas e seus resultados tendem a se  materializar a médio prazo para o setor. Ele disse que o equilíbrio fiscal e a sustentabilidade da economia, além da estabilidade política e solidez das instituições, são premissas importantes  para criar um novo ambiente de negócios, não só para os seguros, como para todas as atividades produtivas.

O presidente da CNseg disse que o setor já pode comemorar alguns dos avanços da sociedade. “Refiro-me especialmente ao empenho geral para fazer avançar as reformas estruturais, das quais a trabalhista, a previdenciária e a tributária ganharam ênfase privilegiada, com grande impacto futuro sobre o sistema securitário privado. Nessa direção, temos planos, projetos e programas claros e aderentes à nova realidade”, lembrou.

Ele destacou medidas que estão recuperando o protagonismo da livre iniciativa, como a Lei 13.784, a da liberdade econômica, sem falar nas diretrizes e medidas das áreas econômica, agrícola e a de infraestrutura do governo, para desregulamentar, desburocratizar e incentivar o investimento privado.

Para ele, as iniciativas reformistas estão de acordo com o clamor de mudanças exigidas pela sociedade. “Todo esse ambiente de debates e iniciativas reformistas vão ao encontro das expectativas de mudanças. Aqui, no nosso setor, sabemos bem sobre o novo consumidor, as suas preferências e o seu inédito protagonismo. E temos sido ativos em nos ajustar ao novo momento e perspectivas do Brasil, algo que impõe mudanças de mentalidades, de modelos e de práticas de nossos negócios”, declarou. 

Lembrando que o mercado acumula crescimento de 11,5% até agosto – dois dígitos só observado no antecedente de 2015 – ele chamou a atenção para a forte evolução de ramos de alcance social, como o de Vida Risco e o Residencial.

Concluindo, frisou que a harmonia entre as seguradoras e corretores é indispensável para assegurar a transformação sustentável do País “Mudando paradigmas, unindo competências, integrando funções, ajudaremos o nosso país a alcançar o seu melhor destino”.

Práticas sustentáveis em seguros em discussão na UNEP-FI

Fonte: CNseg

Agenda dedicada aos seguros será no dia 15 e contará com presença de especialistas internacionais

Uma programação exclusiva para debater de forma prática a integração dos aspectos ambientais, sociais e de governança à operação de seguros marcará a edição anual da “Mesa-Redonda Regional da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP-FI)”, que ocorrerá nos dias 14 e 15 de outubro em São Paulo. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) é uma das patrocinadoras do evento, que contará com representantes de seguradores e bancos de toda a América Latina.

Na agenda dedicada aos seguros, no segundo dia do evento, haverá debates sobre temas como a integração de aspectos Ambientais, Sociais e de Governança (ASG) na subscrição de Seguros de Danos e Responsabilidades, o desenvolvimento sustentável dos segmentos de Vida e Saúde, o lançamento do Guia Global PSI-WWF-UNESCO para proteger os sítios de Patrimônio da Humanidade e um debate sobre as recomendações da Força-Tarefa para Divulgação de Informações Financeiras Relacionadas a Riscos Climáticos (TCFD, na sigla em inglês). 

Estão confirmadas as presenças de Butch Bacani, líder da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI, na sigla em inglês); Marco Tormen, consultor de finanças sustentáveis da World Wide Fund for Nature (WWF) da Suíça, além de lideranças e executivos do setor de seguros.

O diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, ressalta que a realização da Mesa-redonda Regional no Brasil é uma oportunidade única para o setor: “Não é sempre que um evento global como esse acontece no Brasil e que o seguro garante o destaque devido na programação, entre os temas financeiros”. O superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade da CNseg, Pedro Henrique Fernandes Pinheiro, informa que a edição conta com o patrocínio da CNseg, as inscrições são gratuitas, e, portanto, essa é uma chance para que mais profissionais do nosso mercado possam participar. “Nossa intenção é imprimir a visão do setor segurador brasileiro ao debate da sustentabilidade do setor financeiro latino-americano e global, pautando temas que são materiais para a nossa realidade, como educação em seguros, acesso e inclusão”, salienta Pinheiro.

Durante a Mesa-Redonda, será lançado o Guia de Proteção dos Patrimônios da Humanidade pelo Setor de Seguros, elaborado pela Iniciativa dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros em parceria com o WWF e a Unesco, e as seguradoras poderão manifestar o apoio ao Compromisso de Proteção dos Patrimônios da Humanidade. O CEO da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, primeira seguradora do mercado brasileiro a manifestar apoio ao Compromisso, declarou que a empresa “reconhece os patrimônios da humanidade como vetores de sustentabilidade econômica, social e ambiental e o importante papel da indústria de seguros para protegê-los. Nossa missão é oferecer segurança e proteção para as pessoas. Portanto, aderimos à declaração desenvolvida pela Iniciativa PSI da ONU para o Meio Ambiente, WWF e UNESCO, e nos comprometemos a tomar ações proativas para proteger os locais de heranças mundiais”. A CNseg também já se comprometeu a apoiar a iniciativa.  

O compromisso compreende o aprimoramento do conhecimento e compreensão das melhores práticas para proteger os Patrimônios da Humanidade; o aumento da conscientização das pessoas e empresas para protegê-los; o estabelecimento de diretrizes de gerenciamento de riscos, princípios para seguros e investimentos, apólices, estruturas, e processos que impeçam ou reduzam o risco de garantir e investir em empresas ou projetos capazes de danificar ativos naturais e culturais.

SulAmérica: Histórias que nos inspiram

Em Governador Valadares, cidade localizada no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, Orlando Maurilo da Silva, de 73 anos, dedica sua vida ao setor de seguros. Ele foi inspetor de produção da SulAmérica no início de sua carreira e atua como corretor de seguros há 15 anos. “Eu diria que a SulAmérica é a melhor companhia para se trabalhar no Brasil, a mais transparente. É uma empresa que não se preocupa somente com os ganhos financeiros, mas também com o bem-estar do corretor, dos funcionários e dos clientes”, elogia Orlando.

Profissional dedicado, Orlando esteve presente em todas as viagens internacionais do PRA Super Campeões, o Programa de Reconhecimento ao Corretor da SulAmérica. “Essa premiação é realmente muito marcante para nós. Além de conhecer lugares sensacionais e adquirir conhecimento, temos a oportunidade de nos aproximar dos dirigentes da companhia”, afirma. ”A última viagem foi para a Rússia, um país que nem passava pela minha cabeça conhecer um dia. A SulAmérica proporciona muita cultura aos corretores com essas viagens.”

Orlando passou o gosto por trabalhar com seguros para sua família. Atualmente, seus três filhos, dois irmãos e um sobrinho também são corretores. “Um dos meus filhos já participou do Corretor Nova Geração, que é uma iniciativa anual da SulAmérica voltada para jovens corretores. Este programa é muito importante, porque capacita e valoriza os filhos dos corretores”, comenta.

Principal parceiro de negócios, o corretor de seguros é quem leva a experiência SulAmérica para os clientes. Tranquilidade, segurança e conforto são os atributos que direcionam os negócios da seguradora há mais de um século. “Temos muito orgulho de contar com o apoio dos corretores em todos os contratos fechados. É nosso compromisso estar atentos aos anseios dos nossos parceiros e clientes, oferecendo condições para que possamos expandir nossos negócios, adotando diferentes iniciativas e estratégias”, afirma André Lauzana, vice-presidente Comercial e de Marketing da SulAmérica.

Parcerias como a de Orlando são o que nos move há 123 anos. Obrigada aos nossos mais de 35 mil corretores de seguros espalhados pelo Brasil por nos ajudar a entregar, todos os dias, o nosso maior propósito: cuidar de pessoas. 

Feliz Dia do Corretor

12 de outubro de 2019

Confira nossa websérie Dia a Dia Corretorhttps://youtu.be/Jfi57qr1vRE.

Seguradoras arrecadam R$ 174 bi até agosto, alta de 11,5%, segundo CNseg

Fonte: Agência Brasil

O setor brasileiro de seguros registrou no período de janeiro a agosto deste ano faturamento de R$ 174,8 bilhões, aumento de 11,5% em comparação ao acumulado dos primeiros oito meses de 2018. Os números excluem o segmento de saúde e o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Seguro DPVAT).

O presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Coriolano, salientou que um crescimento de arrecadação de dois dígitos no ano, maior do que este, foi observado somente entre janeiro e agosto de 2015 ante igual período de 2014, da ordem de 14,3%, “quando o Brasil estava bombando, porque a crise recessiva só tomou fôlego a partir de 2016”.

Analisando-se o mês de agosto isolado, a receita de R$ 23,9 bilhões mostrou retração de 6,2% em relação a julho mas, comparativamente a agosto do ano passado, houve incremento de 13%. Na média móvel dos últimos 12 meses findos em agosto de 2019, a arrecadação do setor atingiu R$ 258,9 bilhões, evolução de 6,9%.

O presidente da Cnseg disse à Agência Brasil que o resultado representa uma boa notícia para o setor e indica que, em termos anualizados, “isso está bem ajustado à projeção para 2019 e até um pouco além da projeção”. As projeções feitas pela CNsegapontavam alta para o setor este ano entre 5,3%, em um cenário pessimista, e 8,7%, no cenário mais otimista. Coriolano acredita, inclusive, que essa previsão de aumento de 8,7% pode ser superada este ano. “Acho que a probabilidade de a gente se aproximar dessa parte superior é bastante grande”.

Para Coriolano, os números confirmam um panorama para o mercado de seguros que a entidade já vinha apontando há algum tempo, que é uma modificação bastante significativa dos ramos líderes do seguro no país. Nos chamados ramos elementares, destaca-se o seguro de propriedade ou patrimonial, que experimentou crescimento consistente de 12,8% entre janeiro e agosto deste ano, em comparação ao mesmo período de 2018. A maior parte desse ramo são os seguros residenciais. “As pessoas estão ampliando sua cobertura para seguros de residência, o que é uma boa notícia. Isso quer dizer que as pessoas estão deixando de considerar o seguro como um gasto, e vendo-o como um investimento em prevenção.”

A segunda confirmação ocorreu no ramo de vida, com os seguros de vida risco, que englobam cobertura para morte, invalidez, doença, que evoluiu à taxa de 12,9%. “São os seguros mais tradicionais”.

Já o mercado de seguro de automóveis teve outro comportamento. O presidente da CNseg atribuiu à redução da renda dos brasileiros a queda de 0,5% observada no segmento. Ele apontou, entretanto, para a recuperação desse setor nos próximos meses.

O resultado do acumulado até agosto mostrou que o enfraquecimento dos planos de acumulação (previdência complementar aberta), registrado nos primeiros meses de 2019, não teve continuidade. Eles não perderam a atratividade, ao contrário do que muita gente dizia, indicou Coriolano. “Aquele enfraquecimento não indicava uma modificação da preferência das pessoas por planos de previdência privada. Não era isso”. Os planos de acumulação envolvem o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).

Na avaliação do presidente da CNseg, havia muita volatilidade à época no mercado financeiro. Os juros começavam a cair e as pessoas se interessavam em fazer investimentos que dessem mais rentabilidade. “Houve uma disputa muito grande pelas chamadas taxas de carregamento, cobradas pelos bancos e seguradoras para administrar esses ativos. Com essa volatilidade no mercado, é natural que as pessoas fiquem inseguras e os ativos tenham esse comportamento errático”. A análise da CNsegestava correta, disse Coriolano. Na medida em que as taxas de juros estabilizaram em um patamar baixo, os planos de acumulação voltaram a crescer.

Outro setor de destaque no ano de 2019 até agosto foi o de títulos de capitalização, que registrou alta de 11,4%, apresentando também forte recuperação, depois de meses em que o novo marco regulatório dos produtos esteve em consulta pública e da adaptação da oferta.

“Eu acho que um setor que tem esse panorama de vigor em determinados ramos frente a uma conjuntura que a gente está vivendo hoje é uma notícia boa para todo mundo, porque é um setor que forma provisão técnica, forma poupança nacional”. Marcio Coriolano informou que o mercado segurador está atingindo agora em agosto R$ 1,3 trilhão em garantias financeiras que suportam os riscos assumidos. “É uma notícia boa para o próprio país. Tem uma poupança crescendo junto com o setor”.