Porto Seguro e Ibmec lançam programa “Gestão de performance comercial” para corretores

Porto Seguro Fernanda

Iniciativa visa apoiar profissionais em seu desenvolvimento e prepará-los para os desafios do setor nos próximos anos

Fonte: Porto Seguros

Após a realização do Programa de Especialistas em Planejamento Financeiro (EPF), a Porto Seguro e o Ibmec apresentam mais uma novidade: o programa Gestão de Performance Comercial. Lançada neste mês de outubro, em São Paulo, a ação visa apoiar os Corretores de seguros em seu desenvolvimento e prepará-los para os desafios do setor nos próximos anos.

Durante quatro meses, os Corretores selecionados pelo programa participarão semanalmente de encontros online com foco em administração, empreendedorismo, finanças, seguros, tendências, vendas e comportamento. Eles poderão trocar experiências com outros alunos, professores e convidados e após a conclusão do programa, receberão o certificado do Ibmec. 

“Buscamos oferecer aos Corretores um amplo espaço de aprendizagem e também de reflexão de como suas atividades impactam no dia a dia dos clientes. Fazer um balanço da própria atuação também é a chave para o sucesso”, destaca Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro.

Liberty aponta principais motivos dos consumidores para ter um seguro de vida

A companhia realizou a pesquisa com 2 mil pessoas para traçar um cenário sobre o segmento 

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros apresenta dados de sua pesquisa com foco no setor de Vida. Em parceria com uma empresa de consultoria, a companhia abordou diversas frentes da relação das pessoas com o seguro de vida – que vão desde fatores que influenciam no momento de contratar um seguro do segmento aos atributos que mais valorizam nos produtos.

Ao longo da análise, foi entrevistada uma amostra de 2.000 pessoas – entre clientes, não-clientes e corretores.  A pesquisa revelou que os entrevistados estão mais propensos a fechar esse tipo de seguro quando são influenciados por alguns acontecimentos de sua vida. Um exemplo disso é a chegada de um filho: 35% das pessoas que ainda não tem seguro de vida afirmam que se tornar pais seria um fator relevante para a contratação do produto. A preocupação com um cônjuge, como no caso de um casamento, também é um fator decisivo para 15% dos entrevistados que ainda não têm seguro.

“O seguro de vida pode ser um grande aliado em diversos momentos da vida do segurado, não apenas uma proteção em caso de óbito. A Liberty Seguros oferece uma série de coberturas que podem ser utilizadas em vida, dentre elas, a de Doenças Graves, que oferece cobertura no tratamento de até 24 doenças, como transplantes de órgãos, implante de marcapasso e em casos de Alzheimer”, explica Alexandre Vicente, Diretor de Seguros de Pessoas da Liberty Seguros.

Situações empregatícias

Outro aspecto da pesquisa demonstrou que o momento empregatício dos possíveis clientes também afeta a decisão de contratar um seguro de vida. 23% das pessoas que ainda não têm seguro de vida optam por adquirir o produto no momento de uma promoção ou aumento de recursos financeiros. Já 16% dos entrevistados preferem contratar um seguro de vida quando mudam de trabalho e passam de uma empresa que segue as normas da CLT para outra na qual o contrato é de outra natureza.

“Pensando na necessidade de segurança para profissionais autônomos, a Liberty Seguros oferece a cobertura DIT (Diária de Incapacidade Temporária), que visa a indenização diária do período contratado em caso de acidentes, reavendo a quantia equivalente ao período durante o qual o segurado estava impossibilitado de trabalhar”, afirma Vicente.

Relacionamento com o corretor

Um insight importante da pesquisa é que, mesmo com os constantes lançamentos de canais alternativos para contratação das apólices, os potenciais clientes se sentem mais confortáveis em contratar um seguro de vida a partir de um corretor. Além disso, dos que já possuem seguro, 25% disseram que a contratação do seu seguro de vida aconteceu por terem relacionamento com quem ofertou o produto.

“O corretor de seguros é o profissional capacitado para auxiliar o cliente na hora da contratação do seu seguro de vida, pois ele pode indicar o melhor produto a partir da análise de diversos fatores como: orçamento familiar, estilo de vida e necessidades específicas. Desta forma, o cliente tem a segurança de que sempre que precisar, terá um seguro completo para ampará-lo, bem como sua família” completa Alexandre.

SulAmérica conclui rodada de encontros com colaboradores e parceiros de negócios

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica promoveu encontros com colaboradores e corretores parceiros da companhia nas últimas semanas. A ação teve como objetivo informar e tirar eventuais dúvidas sobre a venda da operação de Automóveis e Ramos Elementares para a Allianz. O road show contou com a participação do vice-presidente Comercial e de Marketing da SulAmérica, André Lauzana, e do vice-presidente de Auto e Massificados da companhia, Eduardo Dal Ri, passando por Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza, Salvador, São Paulo, Goiânia, Brasília, Recife, Blumenau, Vitória, Belo Horizonte, Ribeirão Preto e Campinas.

“Corretores e assessorias de seguros seguem oferecendo os produtos e serviços de Auto e Massificados para seus clientes, que serão atendidos com a qualidade de sempre da SulAmérica. A transação é uma das mais importantes já realizadas pelo mercado de seguros e resultará em benefícios para os nossos parceiros, com geração de novos negócios e absorção de novos conhecimentos”, disse Eduardo Dal Ri.

Foto: Eduardo Dal Ri discursa ao lado de André Lauzana durante visita ao Distrito Federal. Um dos compromissos assumidos no contrato de venda foi a criação de uma nova seguradora, que preservará o modelo de negócios e agregará todo o conhecimento da SulAmérica.

CNseg recebe senador Davi Alcolumbre em visita oficial

Fonte: CNseg

O senador Davi Alcolumbre almoçou com lideranças das seguradoras, em visita oficial à Confederação das Seguradoras (CNseg), no Rio de Janeiro, ontem, dia 30 de setembro. Ele explicou que, impossibilitado de comparecer à 9ª CONSEGURO, realizada há três semanas, quis conhecer as principais questões do setor segurador em visita especial.

O senador foi recebido pelo presidente da CNseg, Marcio Coriolano, e pelos presidentes da FenaPrevi, Jorge Nasser, da FenaSaúde, João Alceu Amoroso Lima, e da FenSeg, Antonio Trindade. Também estavam presentes os diretores executivos Alexandre Leal, Luis Tavares e Solange Beatriz, e o superintendente Genildo Lins. E também assessores do senador.

O almoço transcorreu em ambiente informal, quando, em mais de uma hora, as lideranças presentes tiveram a oportunidade de apresentar o setor de seguros, o planejamento estratégico da Confederação, e os principais temas que estão e que deverão estar na pauta do Congresso Nacional nas próximas semanas e meses.

Ao final do encontro, o senador Davi Alcolumbre, que interagiu ativamente com todos durante as exposições, pediu que, doravante, a CNseg aprofunde com ele a pauta apresentada.

Foco deixa de ser veículos e passa a ser proteger pessoas que se movimentam por diferentes modais

Mobilidade e seguros foi o tema debatido no HDI Talks realizado no Distrito Fintech, na cidade de São Paulo, na última segunda-feira

Fonte: HDI

De que forma tendências de mercado como conectividade e economia compartilhada vão afetar a mobilidade e quais fatores socioeconômicos e ambientais, como poluição, crime e população, afetam as decisões das pessoas de como se locomover. Essas foram as questões propostas na 2ª edição do HDI Talks, encontro que reuniu diversos profissionais do mercado na última segunda-feira (30), no Distrito Fintech, hub de inovação dedicado aos setores financeiro e de seguros, localizado na cidade de São Paulo (SP).

Fábio Leme, Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros, abriu o evento destacando o papel das seguradoras tradicionais de alavancar discussões que colaborem para o desenvolvimento de um mercado ecossistêmico, onde novos modelos de negócios são fundamentais para acompanhar a forma como as pessoas estão se relacionando com produtos e serviços. “Não podemos olhar apenas para a proteção de um automóvel, embora essa proteção vá continuar existindo. Precisamos estar preparados para proteger as pessoas durante suas jornadas de acordo com as formas de mobilidade escolhidas por elas”, afirmou.

Na sequência, Hugo Assis, sócio e diretor executivo da Accenture, comentou que a explosão de novas soluções em mobilidade, que surgem em diferentes modelos de negócios, deve continuar avançando, seguindo cinco tendências mundiais: conectividade, compartilhamento, veículos autônomos, veículos elétricos e pessoas no centro. “Daqui há 5 anos, 95% da frota de veículos terão algum tipo de conectividade, seja com infraestrutura das estradas, com pedestres, com casas ou com outros veículos. Esse é um caminho sem volta”, afirmou. Mesmo considerando a adoção mais lenta no Brasil de determinadas tecnologias, é esperado que até 2035 cerca de 25% dos carros circulantes sejam totalmente autônomos.

O aumento das opções de locomoção tem feito com que cada vez as pessoas adotem múltiplos modais, dependendo do local em que se encontram e da infraestrutura disponível, priorizando fatores como conforto, rapidez e segurança. Para Rodrigo Ventura, fundador e CEO da 88 InsurTech, seguradoras e insurtechs devem estabelecer parcerias para desenhar e testar novas soluções rapidamente. “Hoje motoristas de aplicativos não são aceitos por muitas seguradoras. Faltam opções simplificadas que atendam a esse público, talvez num modelo intermitente, que que ligue quando o veículo estiver sendo usado em corridas. Temos como monitorar isso com conectividade”, sugeriu.

Rodrigo Del Claro, CEO na Santuu, lembrou que o mercado de seguros vem tendo muitos avanços e que os órgãos regulamentadores estão correndo atrás para normatizar os novos modelos de negócios. “Já tem integração acontecendo, como oferecer bike elétrica ou Uber ao invés de carro reserva e essa é a tendência. O mercado de compartilhados vai crescer, mas não vai acabar com outros mercados e sim complementar. Mobilidade não é um modismo que vai passar, porque aumenta a qualidade de vida e também gera negócios”, enfatizou.

Para Ana Luiza Dal Pian, gerente de produtos na HDI Seguros, com a quantidade enorme de dados disponíveis hoje não faz sentido as pessoas não poderem contratar seguros de forma simplificada, usando apenas o CPF, por exemplo. “O corretor é uma figura importante e vai continuar existindo, mas devem haver outras formas de contratação de seguros. Estamos vendo que seguro oferecer e como as pessoas se relacionam com esses serviços. Temos que pensar cada vez mais no seguro da pessoa e não do bem, porque ela pode estar no metrô, na bike ou no carro e precisa estar protegida”, ressaltou.

ARTIGO: AXA democratiza acesso aos corretores

karine axa

por Karine Brandão é Diretora Comercial RJ/ES & Digital Brasil da AXA

Segundo a Fenacor, temos cerca de 95 mil corretores ativos no Brasil, sendo 44 mil Pessoa Jurídica. Somos um país de dimensões continentais, o 5º maior em extensão territorial, com incrível diversidade regional. Só há um jeito de democratizar o acesso às nossas soluções, com agilidade e qualidade: o caminho é pela tecnologia.

Sabemos que o contato e o relacionamento são extremamente relevantes, sobretudo no mercado de seguros, mas ele pode ser um fator limitante quando pensamos em ampliar nossas oportunidades de negócios e parcerias.

A tecnologia proporciona acesso rápido e eficiente a tudo que a companhia tem a oferecer. Com atividades operacionais disponíveis numa esteira de processos digitais, nossos times têm mais tempo para se dedicar ao relacionamento com propósito. Estar junto quando isso realmente faz a diferença na parceria, no resultado final, no atendimento e suporte ao corretor, assim ele terá impacto junto aos seus clientes.

Nossa Filial Digital reflete essas crenças. Através dessa estrutura, o corretor pode ter acesso a todo o portfólio de produtos da AXA para suportar o seu negócio, além de treinamentos para capacitação em produtos que precise se aprimorar, aprimorar técnicas de gestão e fazer um uso eficiente dos canais digitais, para atender com agilidade às expectativas dos clientes.

Somos digitais para o que precisa ser digital. E reforçamos a importância da proximidade em nossos encontros com corretores, com participação de vários membros do time e de nossa CEO, Delphine Maisonneuve – porque o momento da companhia é de estar próxima, de trocar experiências de valor, de ouvir e apresentar o que já alcançamos e nossas ambições, para que os parceiros tenham visibilidade dos nossos planos e a AXA entenda os desejos do corretor, para crescermos juntos

Com a Filial Digital, entregamos uma experiência que une a agilidade do digital com o atendimento dedicado e qualitativo, uma estratégia que tem se mostrado eficiente para que possamos de fato abraçar todos os corretores que almejam trazer e ampliar seus negócios com a AXA. Porque para nós a tecnologia não é uma barreira, ela é ponte. 

Americana Markel vende operação no Brasil para executivos locais e passa a se chamar Newe

A Markel International anunciou a venda de sua operação de seguros no Brasil para os próprios executivos. A Markel Seguradora do Brasil está autorizada a operar em seguros diretos em diversas classes de negócios em todo o territorio brasileiro. Com seu principal foco no agronegócio, a companhia se estabeleceu como um dos principais “players” do mercado nacional.

Os executivos Carlos Caputo, CEO para América Latina, Gabriel Boyer, vice presidente, e Rodrigo Motroni, diretor técnico, adquiriram a totalidade das ações da Markel Seguradora e passam a ser os únicos acionistas. A oferta se deu depois de uma revisão estratégica do grupo Markel, que optou por vender a subsidiária local.

Sujeito a aprovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep), a seguradora passará a se chamar NEWE Seguros. Não haverá nenhuma outra mudança na operação e seus clientes e parceiros não serão afetados, informa a empresa. “Todos os negócios da companhia continuam sendo realizados da mesma forma, com todos seus contratos e apólices seguindo seu curso normal, geridos pelos mesmo time no Brasil”.

“Estamos extramente orgulhosos de ter feito parte da Markel nos últimos cinco anos, mas esperamos ansiosamente pelo próximo capítulo da nossa jornada. Acreditamos que o agronegócio continuará sendo o pilar mais importante para o crescimento dos nossos negócios e do país e estamos comprometidos em continuar a fornecer excelência em serviços aos nossos clientes e parceiros”, afirmou Carlos Caputo, CEO para América Latina. “Manteremos em nosso DNA a vocação para os ramos de Specialty e nosso objetivo a partir de agora é mehorar nossa eficiência e expandir a oferta de produtos e soluções inovadoras para nossos clientes.”

A Markel foi fundada em 1930. Sediada em Richmond, no Estado norte-americano da Virgínia, tem 75% dos negócios nos Estados Unidos. Seguros e resseguros são o principal, mas há investimentos em outros setores, como construção civil e consultoria. Tem patrimônio líquido calculado em US$ 8,5 bilhões e administra ativos de US$ 26,4 bilhões.

O grupo ingressou no Brasil por meio da aquisição da Alterra Insurance Company, que atuava apenas com resseguros na América Latina. Em janeiro de 2017, foi aberta a seguradora para atuar apenas na gestão de riscos no setor agropecuário, onde enxerga grande potencial de negócios.

Fórum da FenaSaúde vai discutir mudanças que garantam a sustentabilidade da saúde suplementar

Evento acontece pela primeira vez em Brasília e terá a participação de representantes do Poder Executivo e do Legislativo 

Fonte: FenaSaúde

O 5° Fórum FenaSaúde, com o tema “Novos Rumos da Saúde Suplementar” será realizado em 24 de outubro, em Brasília, com a missão de discutir propostas para tornar o setor sustentável e garantir que mais brasileiros possam ter acesso aos planos de saúde. Nos últimos 5 anos, cerca de 3,5 milhões de beneficiários deixaram o mercado privado. 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, fará a abertura do evento com a palestra magna 

“O desafio da saúde suplementar na ampliação do acesso da população aos serviços de saúde”. Também confirmado, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, abordará as particularidades do “Sistema de saúde no Brasil e o papel do judiciário”. 

Um dos objetivos do Fórum é fazer um balanço dos 20 anos da promulgação da Lei 9656/98, que regula o setor, e discutir a modernização necessária para atender as necessidades de beneficiários, operadoras e prestadores de serviços. Nesse sentido, serão debatidas formas de unir toda a cadeia do sistema de saúde diante de um cenário que combina diminuição de recursos do SUS e perda de beneficiários de planos privados devido à queda na renda e ao desemprego. 

Para Vera Valente, o evento pretende sensibilizar os principais formuladores de política no país às propostas para garantir a sustentabilidade do setor de saúde suplementar. “Nosso cenário é desafiador. Combina a maior longevidade da população, a restrição financeira do setor público, das famílias e das empresas, além da alta crescente dos custos, da judicialização, da importância da análise do custo-efetividade na incorporação de novas tecnologias”, destaca a Diretora-executiva da FenaSaúde.

Susep abre consulta pública para sandbox para produtos massificados

sandbox seguradoras susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou, nesta terça-feira, 1º de outubro, em consulta pública, as minutas de Resolução CNSP, Circular Susep e edital para participação no Projeto de Inovação da autarquia – sandbox regulatório. A consulta estará disponível até o dia 30 de outubro deste ano e a entrada em vigor dos normativos está prevista para janeiro de 2020.

O diretor da Susep Eduardo Fraga explica que a autarquia espera receber produtos e serviços que tragam, de fato, tecnologia diferente para o mercado de seguros aliada à redução de custos. “Estamos falando de empresas (S.A., por exigência legal) que venham com novas propostas para subscrição e retenção de riscos. O objetivo é ampliar a cobertura de seguros no País com a diminuição dos preços dos produtos aos consumidores, estimulando a concorrência e a inovação, por meio de uma experiência diferente para os segurados”, enfatizou.

Incialmente, a Susep avaliará os dez primeiros projetos que chegarem à autarquia no prazo determinado e que atendam aos requisitos do edital.  As propostas precisarão comprovar que possuem produtos ou serviços prontos para entrar no mercado. Após a aprovação, a Susep concederá uma autorização por tempo determinado para que essas empresas possam operar no setor de seguros com regras diferenciadas por até 36 meses.

Os critérios de análise técnica e de pontuação dos projetos também levarão em consideração se os produtos ou serviços apresentados são diferentes do que é oferecido pelo mercado atualmente, se podem ser comercializados em larga escala e se possuem projeção de riscos aos consumidores. O foco do sandbox está em produtos massificados de curto prazo e, com isso, estão excluídos os segmentos de vida, previdência, resseguros, grandes riscos e responsabilidade civil, por exemplo.

AXA XL faz parceria com Accenture para atender clientes da carteira de riscos cibernéticos

ataques cibernéticos

Depois da AIG anunciar no Brasil a parceria com a Delloite para uma linha direita de atendimento a clientes vitimas de ataques de hackers, a AXA XL, divisão de riscos especiais do grupo AXA, anunciou que fornecerá serviços globais de segurança cibernética aos seus clientes por meio da Accenture, que ajudará seus subscritores, corretores e clientes a entender melhor os riscos cibernéticos e a fornecer relatórios que alertem sobre as ameaças cibernéticas.

Segundo post do portal Reinsurance News, os serviços adicionais fornecidos pela Accenture ajudarão os clientes AXA XL a atenuar os riscos cibernéticos, com serviços de segurança pós-violação disponíveis para clientes fora dos EUA, incluindo gerenciamento de incidentes e análise forense em TI. Para os clientes americanos da AXA XL, a Accenture entregará serviços pós-violação como parte de um grupo de provedores de serviços.

A parceria se concentrará inicialmente nos setores de manufatura, varejo, saúde e serviços financeiros, mas será expandida para cobrir o setor de P&C no início de 2020. “Estamos muito entusiasmados em anunciar essa parceria abrangente de segurança, projetada para identificar e atender às necessidades cibernéticas de nossos clientes”, disse Jason Harris, diretor executivo da divisão de seguros globais de P&C da AXA XL. “É fundamental que promovamos uma melhor segurança cibernética e, ao mesmo tempo, protejamos os clientes de uma perspectiva de seguro de forma transparente e com visão de futuro”.

Sushil Saluja, diretor administrativo sênior da Accenture e líder do grupo de serviços financeiros na Europa, comentou: “O risco cibernético é uma das maiores ameaças que as empresas enfrentam e está profundamente sub-avaliado”. “De fato, nossa própria pesquisa mostrou que, nos próximos cinco anos, os ciberataques podem custar às empresas US$ 5,2 trilhões em oportunidades de criação de valor”, explicou ele.

“Embora isso ofereça oportunidades às seguradoras, os desafios envolvidos na subscrição de seguros cibernéticos são significativos, especialmente devido à falta de dados históricos e à rápida evolução das ameaças cibernéticas.” Max Richter, diretor administrativo da prática de seguros da Accenture no Reino Unido e líder global de contas da AXA XL, afirmou: “Acreditamos que há um enorme potencial para uma proposta diferenciada de segurança cibernética por meio de nossa parceria com a AXA XL.

“Esta parceria dará aos subscritores da AXA XL e, em particular, aos seus clientes, amplo acesso ao ecossistema da Accenture Security, incluindo inteligência de ameaças, serviços de mitigação de riscos e pós-violação, o que deve promover decisões mais informadas sobre riscos cibernéticos e melhores resultados pós-violação”.