Insurtechs dominam a experiência digital dos consumidores, afirma estudo

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A colaboração entre seguradoras e InsurTechs é essencial para atender à demanda dos clientes por serviços complementares, personalização e ofertas flexíveis

O setor de seguros enfrenta uma mudança estrutural no qual a colaboração efetiva com as insurtechs é essencial para atender às crescentes expectativas dos clientes, de acordo com o World InsurTech Report 2019 (WITR) publicado pela Capgemini e Efma.

O World InsurTech Report 2019 descreve um novo ecossistema de seguros como um mercado aberto, com base no desenvolvimento de novas experiências centradas nos clientes, em uma seleção estruturada de InsurTechs e em um mercado colaborativo. Os principais resultados incluem quatro mudanças fundamentais no setor estão em andamento. O relatório descreve que o setor está evoluindo de quatro maneiras diferentes:

• Uma mudança do foco do produto para a experiência do cliente: 70% das seguradoras e das InsurTechs disseram que o foco em soluções holísticas de risco para os clientes era fundamental para estabelecer um mercado de seguros em seu estado futuro.

• A evolução dos dados como um ativo crítico: mais de 70% das seguradoras e insurtechs disseram que os recursos avançados de gerenciamento de dados são críticos.

• Uma transição da propriedade de ativos para uma economia compartilhada: mais de 35% das seguradoras e insurtechs já perceberam que o foco na propriedade compartilhada de ativos é fundamental.

• Parcerias com especialistas sobre a abordagem tradicional “Construir ou Comprar”: 90% das insurtechs e 70% das operadoras tradicionais afirmaram que desejam colaborar entre si. Tanto as seguradoras quanto as insurtechs têm um forte apetite por colaboração com outros setores, como prestadores de serviços de saúde ou empresas do setor de viagens, transporte e hospitalidade.


A maturidade digital está no topo das preocupações para as seguradoras, mas as aspirações não correspondem à realidade

Enquanto as seguradoras perceberam a importância dessas mudanças fundamentais, há uma lacuna significativa entre as expectativas e a atual maturidade digital. Por exemplo: 79% das seguradoras dizem que os recursos avançados de gerenciamento de dados são importantes, mas apenas 37% possuem uma estratégia concreta de transformação digital. Da mesma forma, mais de um terço (37%) afirmou que a propriedade compartilhada de ativos é crítica, enquanto apenas 11% estão aproveitando a arquitetura aberta para estabelecer parcerias com outros players do setor.

Colaboração e parceria devem ser priorizadas

Algo como 68% das seguradoras dizem que as parcerias são críticas, porém apenas 32% estão colaborando com parceiros do ecossistema para fornecer serviços de valor agregado. Afinal, um ecossistema digitalmente integrado oferecerá suporte às experiências personalizadas em tempo real exigidas pelos clientes. Essa integração digital será fundamental para as seguradoras, pois os clientes esperam mais comodidade e serviços perfeitos. Embora as parcerias ajudem claramente a atender às suas necessidades, ainda há muito a ser feito. Menos de 40% das seguradoras existentes desejam construir uma infraestrutura de tecnologia pronta para colaboração aberta com as InsurTechs, enquanto mais de 60% das startups desejam trabalhar com as seguradoras para criar uma base sólida.

Aqueles que evoluírem para o patamar de “Seguradoras Inventivas” estarão em melhor posição para o sucesso

O relatório determina que o sucesso no mercado futuro depende muito da capacidade das seguradoras evoluírem para um perfil de “seguradoras inventivas”. Isso exigirá o aprimoramento de sua maturidade digital e a agilidade, além de ingressar em um ecossistema aberto para fornecer ofertas digitais baseadas na experiência por meio de uma colaboração eficaz com a InsurTechs. Uma “Seguradora Inventiva” bem-sucedida usará plataformas abertas para melhor desenvolver maneiras inovadoras de garantir que o cliente permaneça no centro de seus negócios.

“À medida que o mercado de seguros evolui, as seguradoras vão além de seu papel tradicional de cobertura das perdas dos clientes para parceiros que identificam e preveem riscos, auxiliando nas necessidades de seguros e nas não relacionadas aos seguros”, afirmou Anirban Bose, CEO da Unidade de Negócios Estratégicos de Serviços Financeiros da Capgemini e membro do Conselho Executivo do Grupo. “Para aprofundar o relacionamento com os clientes, as seguradoras terão que colaborar mais com as insurtechs que já estão dominando a experiência do cliente, aproveitando as tecnologias mais inovadoras e o uso de dados”.

“As seguradoras se beneficiarão de parcerias com as InsurTechs à medida que o mercado se tornar mais saturado”, disse Vincent Bastid, Secretário Geral da Efma. “Os dados mostram que as seguradoras e as insurtechs estão ansiosas para fazer parcerias, o que acabará por beneficiar o cliente na forma de produtos e serviços mais avançados”.

Metodologia do relatório – O World InsurTech Report (WITR) 2019 cobre todos os três amplos segmentos de seguro: seguro de vida, “o que não é seguro de vida” e saúde. O relatório deste ano baseia-se em insights de pesquisa de duas fontes principais – pesquisas e entrevistas com empresas de seguros tradicionais e empresas InsurTech. Essa pesquisa primária abrange ideias de mais de 75 executivos em 20 mercados: África do Sul, Alemanha, Austrália, Bélgica, Brasil, China, Cingapura, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Israel, Itália, Japão, Reino Unido, Suécia, Suíça e Turquia.

Bradesco Seguro estima indenizações de R$ 1,5 milhão no Paraná

Operação Calamidade da Bradesco Auto/RE recebe 194 chamados emergenciais em dez dias, no Paraná

Fonte: Bradesco Auto RE


Em consequência das fortes chuvas ocorridas nas últimas semanas, na região Sul, que atingiram mais de 18 mil pessoas em 24 cidades do Paraná – dados da Defesa Civil -, a Bradesco Auto/RE iniciou mais uma edição da “Operação Calamidade’, no dia 20 de setembro, para atendimento de sinistros de seguros residenciais em situações climatológicas severas. Somente nos primeiros dez dias de operação, a seguradora foi acionada 194 vezes para avaliação emergencial de danos e a estimativa total de avarias já ultrapassa o valor de R$ 1,5 milhão. Os principais sinistros acionados foram em virtude dos vendavais, enchentes e da queda de granizo.

Esta é a 29ª edição da operação, que foi desenvolvida em 2015 pelo Grupo Segurador, para, no menor prazo possível, quantificar e indenizar segurados envolvidos em tragédias naturais. “A preocupação com o aumento de tempestades tem despertado a atenção dos moradores, sobretudo nos estados do Sul e Sudeste. Se comparado às demais regiões, a cobertura securitária de seguros patrimoniais – residenciais e empresariais – nos três estados do Sul é significativa e ultrapassa os 22%,” comenta Carlos Oliva, superintendente de sinistros da Bradesco Auto/RE.

Desde que foi criada, a operação proporcionou o pagamento de sinistro a mais de 6536 segurados atingidos por vendavais em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. O montante indenizado ultrapassa o valor de R$ 26 milhões – entre residências, empresas e condomínios.

Seguro DPVAT lança segunda edição de campanha infantil sobre educação no trânsito

Fonte: Seguradora Líder

O Dia das Crianças é uma das datas mais aguardadas pelos pequenos. A data é sinônimo de brinquedos, desenhos e muita diversão. Mas também é uma oportunidade para chamar atenção para a educação o trânsito. Para isso, a Seguradora Líder lança, nesta segunda-feira (07/10), a segunda edição da promoção Pequeno Grande Motorista. Com o tema “Cantando no Trânsito”, a iniciativa conta novamente com a parceria da youtuber Juliana Baltar, que tem mais de 9,5 milhões de inscritos no seu canal na rede de vídeos. A influenciadora convida crianças de até 14 anos a enviarem vídeos dando continuidade à música sobre segurança no trânsito gravada por ela, especialmente para a iniciativa. O prêmio para o vencedor é gravar um clipe com a Juliana, no Rio de Janeiro.

Em 2018, a promoção convidou as crianças a gravarem um vídeo sobre segurança no trânsito. Foram mais de 110 vídeos inscritos e 64 disputaram a preferência popular. O vídeo mais votado teve mais de 20 mil e a vencedora passou um dia ao lado da youtuber Juliana Baltar. O vídeo campeão teve mais de 20 mil votos e a vencedora passou um dia ao lado da influenciadora.

Para concorrer este ano, as crianças deverão assistir ao vídeo da youtuber cantando a primeira parte da música sobre segurança no trânsito. Depois, será a vez dos pequenos. Eles precisarão completar a canção, gravando um vídeo, que deve ter, no máximo 2min e 30s. Na sequência, o responsável deve fazer a inscrição da criança no site da promoção, www.pequenograndemotorista.com.br, enviando o vídeo gravado. Após análise do material enviado, estando dentro das regras previstas no regulamento, a confirmação da participação será enviada para o e-mail cadastrado pelo responsável. As inscrições ficarão abertas até 27/10.

Entre os dias 29/10 e 11/11, o público poderá acessar o site da campanha para votar no melhor vídeo. O dono da música mais votada será anunciado em 26/11 e ganhará uma viagem ao Rio de Janeiro para gravar o clipe da música vencedora com a Juliana Baltar. A criança deverá estar acompanhada do responsável legal.

A promoção Pequeno Grande Motorista: Cantando no Trânsito é mais uma iniciativa da Seguradora Líder dentro da plataforma “Salvar Vidas”, que, em agosto, lançou o Projeto 3 Segundos e, no final de setembro, o aplicativo Modo Trânsito DPVAT.

Todos esses esforços são reflexo dos números de acidentes de trânsito, que também são alarmantes na faixa etária de 0 a 17 anos. Apenas de janeiro a setembro, mais de 9 mil crianças e adolescentes foram indenizadas pelo Seguro DPVAT em função de ocorrências com veículos. Deste total, cerca de 58,2% eram pedestres e quase 70,5% ficaram com algum tipo de invalidez permanente.

“Acidentes de trânsito envolvendo crianças e adolescentes ainda são uma realidade, apesar da diminuição observada nos últimos anos. As estatísticas do Seguro DPVAT mostram que a maioria é atingida quando está na condição de pedestre. A realidade indica, portanto, a necessidade de mais atenção dos motoristas ao limite de velocidade e o respeito aos semáforos, principalmente em áreas escolares e domiciliares. Também é importante que os pais acompanhem os filhos no momento de atravessar as ruas, estejam atentos à sinalização e sempre utilizem a faixa de pedestre”, explica Arthur Froes, superintendente de Operações da Seguradora Líder.

Associação INPAO Dental e Swiss Life

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Fonte: Inpao

O Instituto de Previdência e Assistência Odontológica – INPAO Dental – anunciou parceria com a seguradora multinacional Swiss Life. O objetivo do INPAO Dental é ampliar sua operação e gerar novos negócios. Com representação em mais de 90 países e mais de 100 seguradoras independentes associadas, a multinacional suíça faturou 19 bilhões de francos suíços em 2018, com alta de 6% no lucro em relação ao período do ano anterior. Hoje a mesma detém 32% de market share em seu segmento de atuação na Europa.

Entre outros mercados, como China, África do Sul e México, a Swiss Life decidiu investir no Brasil pelo potencial de crescimento. Para Claudio Aboud, diretor Administrativo Financeiro do INPAO Dental, participar dessa associação reforça o compromisso da empresa com seus clientes e parceiros. “Estamos visando oportunidades de novos negócios, retenção de clientes, além de obter oportunidades de crescimento com a Swiss Life”, explica Aboud. 

Instituto de Longevidade lança campanha com foco no preparo das cidades para o público 60+

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Fonte: Instituto Mongeral Aegon

Para celebrar o Mês do Idoso em outubro, o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon lança campanha para chamar a atenção sobre o despreparo das cidades brasileiras em oferecer qualidade de vida à população acima de 60 anos, crescente a cada ano no Brasil. Com produção da agência DPBR e roteiro do Instituto, o filme publicitário de 1’’ convoca pessoas de todas as idades e partes do Brasil para responder à pergunta no site da campanha: sua cidade está preparada para você viver mais e melhor? 

A pesquisa online será usada como base para o lançamento de uma versão atualizada do estudo que avaliou o grau de preparação dos municípios brasileiros para o envelhecimento de sua população. Publicado em 2017, o IDL (Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade) avaliou as condições de 498 cidades sobre a capacidade de atender às necessidades das pessoas à medida que envelhecem. O Índice foi desenvolvido pelo Instituto em parceria com o Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EASP).

“Mais do que fazer uma campanha de conscientização, queremos a participação real das pessoas neste mês do idoso. Como as cidades, o Instituto também é o lugar onde nos encontramos, envelhecemos, conhecemos pessoas e trocamos opiniões”, destaca Henrique Noya, diretor executivo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon.

População 60+ e desafios crescentes

É fato que os brasileiros estão vivendo cada vez mais. Atualmente, a população considerada idosa no país, ou seja, acima de 60 anos de idade, já representa 13% do total, chegando a 31 milhões de pessoas. Até 2060, o percentual subirá para 25%, batendo os 73 milhões de idosos.

Ainda que a realidade mostre o crescimento acelerado desta população, os desafios aumentam na mesma proporção. O exemplo disso é que muitas cidades estão na contramão da longevidade, como indicam os seguintes números: 65% das cidades do Brasil não estão preparadas para o envelhecimento; apenas 6% oferecem boas condições de participação social e 94% das cidades não possuem nível adequado de habitação para este público.

“Nosso índice identificou que existe uma preocupação por parte de muitos gestores públicos para tornar as cidades mais amigáveis aos idosos, mas ainda é muito pouco o que estamos fazendo neste sentido”, analisa Noya. “A população idosa no país ainda enfrenta grandes desafios em várias áreas com a falta de políticas públicas que os beneficiem, como, por exemplo, a capacitação para a reinserção desse público no mercado de trabalho, além de atividades que os motivem a se renovar. É preciso que tanto o setor público quanto o privado passem a olhar mais atenta e cuidadosamente para este nicho que pode continuar sendo produtivo”, completou.

Mercado segurador europeu em números: veja estudo

mercado segurador europeu

Algumas curiosidades que sempre me perguntam sobre o mercado segurador europeu. O European Insurance divulgou o estudo completo, que não passou despercebido pelo consultor Francisco Galiza, e pode ser acessado neste link. Interessante, pois acredito que o Brasil caminha para ter mais similaridades com o mercado europeu, com a redução do tamanho do seguro de carro e aumento do seguro de pessoas.

O European Insurance é a federação européia de seguros e resseguros, representando cerca de 38 associações que envolvem o setor. Com sede em Bruxelas, representa empresas responsáveis por cerca de 95% da receita total de prêmios europeus. As seguradoras europeias geraram uma receita prêmios de mais de 1,3 trilhão de euros em 2018, com crescimento de 6,7% em vida (764 bilhões de euros) e de 5,7% em seguros gerais (407 bilhões de euros). Saúde, diferentemente do Brasil, é o menor volume, com 140 bilhões de euros, diante do atendimento público que atende boa parte das necessidades da população. O setor segurador europeu pagou mais de 1,06 trilhão de euros em beneficios e indenizações, emprega diretamente mais de 900 mil pessoas e investe mais de 10 trilhões de euros na economia.
 

Liberty lança websérie de vídeos sobre atitude empreendedora

A websérie trará conteúdos e dicas para o público feminino evoluir na sua carreira ou nos negócios

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros acaba de lançar uma série de vídeos para incentivar a atitude empreendedora e empoderar as mulheres para conquistar cada vez mais. A websérie “Atitude”, criada em parceria com a Rede Mulher Empreendedora e liderada por Ana Fontes, fundadora da RME e considerada umas das 20 Mulheres mais Poderosas do Brasil no ranking da Forbes 2019, está disponível online no canal de Youtube da seguradora.

Os vídeos curtos englobam conteúdos que vão apoiar a mulher a alcançar seus objetivos profissionais e colocar em prática a atitude empreendedora no seu dia a dia no trabalho, seja para cuidar da imagem pessoal, para administrar o tempo e até para conquistar um melhor relacionamento com seus clientes.

“Desde o lançamento do Mulheres Seguras, em 2015, a Liberty Seguros vem trabalhando para inspirar e capacitar cada vez mais mulheres. Com a websérie, poderemos ajudar mais pessoas a encarar os desafios profissionais ou de seus negócios de forma ágil e interativa, com conteúdo de qualidade que estará disponível no nosso canal a qualquer momento que precisarem”, diz Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros. “Até 2023 nossa meta é de impactar 1MM de mulheres e treinar 10 mil através das iniciativas do programa Liberty Mulheres Seguras”.

Tokio Marine registra forte demanda por seguro cibernético

Tokio Marine riscos ciberneticos

A Tokio Marine estreiou no mercado de seguro cibernético neste ano, um produto que tem despertado o interesse das empresas tanto pelos ataques cada vez mais frequentes de hackers como também pelas punições mais severas trazidas pelas novas regulamentações no Brasil e na Europa. Caroline Ayub, gerente de Garantia e Linhas Financeiras da Tokio Marine, conversou com o blog Sonho Seguro sobre o tema. Veja abaixo:

Como está a demanda?

Temos registrado bastante interesse na busca de informações sobre o Tokio Marine Riscos Digitais, seguro de Riscos Cibernéticos que lançamos recentemente. Desde pequenas empresas limitadas até sociedades anônimas com exposição no mercado de capitais nacional e estrangeiro têm solicitado cotações. Também há grande heterogeneidade na atividade das empresas: temos sido procurados desde pequenos escritórios locais até grandes grupos financeiros e petroquímicos.

Qual a evolução das vendas?

Apesar da grande procura, notamos que há um longo período de maturação entre a apresentação da cotação, pela Seguradora, e a efetiva contratação do seguro. Ainda assim, já tivemos a emissão de apólices neste ramo de seguro. Enquanto os prêmios deste seguro ainda apresentam uma participação pequena na receita da Tokio Marine, o potencial de crescimento é enorme.

As empresas realmente estão protegidas? Qual o valor médio de IS contratado?

Ao analisar o risco cibernético de várias empresas, verificamos que há grande disparidade nas medidas protecionais adotadas. Ao mesmo tempo em que é impossível afirmar que uma empresa está 100% protegida, fica claro que empresas menos preocupadas com segurança da informação estão mais expostas a ataques. Um ataque cibernético pode causar danos muito além da operação da própria empresa. Além dos custos associados à recuperação de sistemas e interrupção de negócios, a empresa poderá ser demandada por terceiros por conta do vazamento de informações confidenciais. É importante destacar que toda empresa que armazena informações de terceiros, em meio físico ou digital, está exposta a este risco, que merece uma atenção ainda maior com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD no ano que vem. Quanto à importância segurada, que é escolhida pelo próprio segurado, o valor pode variar bastante, desde R$1 milhão até diversas dezenas de milhões. A escolha depende de uma série de fatores, como porte da empresa, grau de informatização de suas operações, medidas de segurança utilizadas e o tipo de informações de terceiros armazenadas em seus sistemas.

Quais os serviços ofertados?

O seguro é dividido em 2 partes: a responsabilidade da empresa por danos causados a terceiros e os danos causados à própria empresa, em ambos os casos em decorrência de um ataque cibernético. Na parte de responsabilidade por danos a terceiros, estão cobertos  os custos de defesa, indenizações e acordos, este último desde que com a anuência da Seguradora. Na parte de danos à própria empresa, estão cobertos os custos de remediação, que incluem, entre outros, os custos de recuperação de sistema e de reconstituição de rede, assim como os associados à extorsão cibernética e lucros cessantes. Além de contar com a cobertura do seguro em si, o segurado conta com uma equipe de respostas a incidentes, formada por profissionais que tem o objetivo de agir rapidamente de forma a minimizar os danos.

Qual o potencial de vendas no mercado brasileiro?

Acreditamos que este é um produto com enorme potencial de crescimento no País. Como qualquer outra modalidade de seguro no Brasil, temos o desafio de trabalhar a cultura da proteção. Isto fica ainda mais evidente em um nicho tão específico como o de cyber. Acreditamos que este trabalho de conscientização, aliado à entrada em vida da LGPD e ao aumento do número de ataques cibernéticos no Brasil, pode fazer com que o Tokio Marine Riscos Digitais seja um dos nossos  principais produtos securitários nos próximos dez anos. Para oferecer este produto localmente, contamos com a experiência de 10 anos do Grupo Tokio Marine com a comercialização deste seguro no exterior, além de contarmos com uma equipe altamente qualificada, preparada para atender Corretores e Segurados.

Quais as principais recomendações para os clientes em gestão para terem acesso ao seguro?

O tema segurança da informação deve ser tratado com a devida importância. O seguro, apesar de fornecer proteção, não deve ser a única iniciativa da empresa. Cabe a ela adotar as medidas necessárias pra proteger suas operações e os dados armazenados em seus sistemas. A criptografia de mídias portáteis ou backup periódico de servidores e o treinamento de segurança da informação obrigatória a todos os funcionários são algumas destas medidas. Quanto ao seguro, empresas interessadas devem pedir mais informações ao seu Corretor. A Tokio Marine está disposta a analisar uma grande variedade de atividades empresariais para a oferta desse seguro.

CNseg lança glossário do seguro

Fonte: CNseg

Um novo glossário do seguro, criado, desenvolvido e publicado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), está disponível noportal, contribuindo para a ampliar a compreensão dos principais conceitos do setor e das características de seus produtos.

A iniciativa busca disseminar a cultura do seguro entre os mais variados públicos e é relevante em prol da educação em seguros, ação fundamental para empoderar o consumidor e qualificar suas escolhas. “O glossário enquadra-se entre as ações que estão sob o guarda-chuva do Programa de Educação em Seguros. São iniciativas que oferecem conteúdo para incrementar o conhecimento do consumidor, dos órgãos de defesa do consumidor e dos poderes executivo, legislativo e judiciário sobre o setor segurador”, assinala com entusiasmo o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, ao chamar a atenção para a relevância do glossário.

A nova publicação digital objetiva contemplar todos os produtos ofertados pelos segmentos de seguros, como os de Danos e Responsabilidades, Coberturas de Pessoas, Saúde Suplementar e Capitalização.  Disposto em seções, com amistosa construção gráfica, o glossário detalha as principais características de cada tipo de seguro, as suas coberturas principais e adicionais, os riscos excluídos, amplitude de capitais segurados, formas de contratação etc.

Ao mesmo tempo, a publicação responde às dúvidas mais frequentes dos consumidores, oferecendo um guia prático para auxiliar as suas escolhas. Até agora estão disponíveis sete capítulos, compreendendo os Seguros de Automóveis, Saúde Suplementar, Títulos de Capitalização, Garantia Estendida, Responsabilidade Civil, Transportes e Habitacional.

EZZE Seguros nasce com 12 sócios para atuar em linhas financeiras

Fonte: EZZE

Seguradora 100% nacional tem patrimônio líquido de R$ 30 milhões, expectativa em projeção de prêmios de R$ 1bilhão e meta de estar entre as 20 maiores seguradoras do país nos próximos anos 

A EZZE Seguros, seguradora com capital 100% nacional, começa a operar no mercado brasileiro com o objetivo de atuar inicialmente na modalidade de linhas financeiras, lançando produtos de seguro garantia com soluções customizadas para diferentes tipos de negócios. A empresa começa a operar com um patrimônio líquido de R$ 30 milhões, expectativa e projeção de prêmios de R$ 1 bilhão e meta de estar entre as 20 maiores seguradoras do país nos próximos 5 anos. 

A iniciativa de fundar a seguradora surgiu há um pouco mais de um ano, a 
partir de um grupo de executivos do setor de seguros, e teve sua aprovação previa pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) no mês de maio deste ano. Desde então, a empresa trabalha na infraestrutura de seu novo escritório, no desenvolvimento de tecnologias e sistemas e na contratação de pessoas para finalmente comercializar seus produtos e emitir apólices após aprovação final do órgão na primeira semana de outubro. 

A estrutura acionária da seguradora conta com 12 sócios investidores, dois deles atuando diretamente na operação; Richard Vinhosa, presidente e Ivo Jucá Machado, vice-presidente Comercial e de Marketing da EZZE. Binho Bezerra, Ari de Sá Neto, Bruno Girão, Pedro Fiúza, Degas Filgueiras e Bruno Elias, Nicholas Weiser e Edson Toguchi são outros nomes que formam a empresa.

Dentre os principais produtos trabalhados incialmente pela EZZE destacam-se o Depósito Recursal, seguro que substitui os depósitos exigidos nas ações trabalhistas; Garantia Judicial, que substitui as cauções e/ou depósitos efetuados junto ao Poder Judiciário; e o Garantia de Bid/Performance, que garante obrigações assumidas pelo tomador, em contratos firmados entre ele e o segurado. 

Richard Vinhosa, presidente da EZZE Seguros, explica que a entrada no mercado, a partir desta modalidade, tem o objetivo de proporcionar uma 
experiência digital que integre toda a cadeia de serviços. 

“A decisão de começar a operar no mercado a partir de seguro garantia se deu em função do cenário de oportunidades que estão acontecendo, tais como licitações públicas que envolvem grandes riscos, nas quais essa modalidade de linhas financeiras tem uma boa demanda e uma tendência de aceleração. Além disso, a modalidade passou a ser aceita também como alternativa para as empresas após a entrada em vigor da Reforma Trabalhista”, esclarece. 

A EZZE também se prepara para, em um próximo momento, contemplar produtos nos segmentos de vida, previdência, acidentes pessoais e riscos, nos ramos  elementares e de benefícios, tornando-se uma seguradora multilinear e multicanal, com aproximadamente 40 novos produtos. 

“Atenderemos o mercado com uma estrutura comercial multicanal. Até o momento, temos mapeadas parcerias com 150 grupos econômicos, entre corretoras e outras empresas, e limite de crédito disponível pré-aprovado de R$ 300 milhões para cada grupo”, pontua. 

Richard destaca que pretende explorar os canais de vendas em sua totalidade pois a empresa já nasce com atendimento digital para clientes e corretores. Como exemplo, no seguro garantia para cobrir um depósito judicial, a emissão da apólice poderá ser feita on-line e em tempo real, podendo ser anexada ao processo judicial. A facilidade deve ser estendida a novas modalidades. O avanço do setor de seguros em canais digitais e o uso de tecnologias e aliados à qualidade no atendimento serão os principais pilares do seu modelo de negócios. 

“O mercado e a penetração dos seguros no Brasil, comparado com outros mercados, não nos deixa em uma condição privilegiada. Não faz parte da 
cultura do brasileiro a contratação desse serviço, mas a expectativa é que, à medida que a renda cresça, gradativamente aconteça o aumento dessa 
procura. Estar bem preparado, com um atendimento de qualidade, com velocidade, e saber aproveitar os momentos de mudança tecnológica e trazer essa realidade para o cliente, com certeza é um fator que nos fará conquistar esse mercado”, concluiu. 

Foto: Richard Vinhosa, Ivo Machado e Cláudio Vale