Setor de seguros para pessoa física cresce 16,9% no terceiro trimestre

Mercado movimentou R$ 11,1 bilhões no período puxado pelo desempenho de produtos como seguro de vida, proteção financeira e seguro com coberturas para casos de doenças graves

Fonte: FenaPrevi

As contratações de seguros para riscos pessoais (seguro de vida, seguro de acidentes pessoais, prestamista, entre outras modalidades) somaram R$ 11,1 bilhões no terceiro trimestre deste ano. O valor é 16,9% superior aos R$ 9,5 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior, segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).

O seguro de vida individual obteve o maior crescimento relativo no período com expansão de 94,14% e prêmios de R$ 1,78 bilhão. No terceiro trimestre do ano passado, as contratações movimentaram R$ 915 milhões.

O seguro prestamista, que cobre o pagamento de prestações de compras no varejo no caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego do titular da apólice, também registrou forte expansão de julho a setembro. A modalidade apresentou crescimento de 23,17% frente ao ano anterior, com R$ 3,50 bilhões em prêmios.

A preocupação dos brasileiros quanto às despesas inesperadas com saúde também refletiu no desempenho dos seguros com coberturas para custear gastos com doenças graves. As contratações foram 18,70% superiores e os prêmios de R$ 261 milhões, contra os R$ 220 milhões do ano anterior.

Outro produto com resultado expressivo no terceiro trimestre foi o seguro auxílio funeral que acumulou prêmios de R$ 172 milhões, resultado 17,24% superior aos R$ 147 milhões verificados de julho a setembro de 2018. 

O seguro viagem também registrou crescimento expressivo no terceiro trimestre de 2019, com evolução de 10,24% prêmios totais da ordem de R$ 150 milhões. No mesmo período do ano anterior, movimentou R$ 136 milhões. 

O balanço da FenaPrevi mostra que as indenizações pagas aos segurados totalizaram R$ 2,6 bilhões, valor 4% superior aos R$ 2,5 bilhões registrados no terceiro trimestre de 2018.

Estadão: Governo Bolsonaro brigará na Justiça por fundo de R$ 8,9 bilhões do DPVAT

Consórcio Líder, que administra recursos, argumenta que dinheiro é privado e não público; governo federal discorda

Fonte: Estado de São Paulo

 Após decidir acabar com o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), o governo Jair Bolsonaro se prepara para travar uma briga judicial para ficar com o fundo de R$ 8,9 bilhões, o atual valor no caixa do seguro. Responsável por operar o DPVAT, o consórcio Líder argumenta que o dinheiro seria de natureza privada – e não pública.

Veja também: Seguradora prevê que fim do DPVAT vai afetar 314 mil acidentados em 2020

Em novembro, Bolsonaro assinou medida provisória extinguindo o “seguro obrigatório” para veículos a partir de 2020. O benefício garantia indenização de até R$ 13,5 mil em casos de morte, invalidez permanente ou despesas médicas por acidentes de trânsito dentro do território nacional causado por veículo registrado no Brasil.

Veja também: Consórcio responsável pelo DPVAT diz ter sido pego de supresa com MP de Bolsonaro

A decisão inspirou críticas e gerou dúvidas sobre o destino dos recursos acumulados na arrecadação do seguro. Por lei, 45% da receita do DPVAT têm como destino o Sistema Único de Saúde (SUS) e outros 5% vão para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Já a operadora é autorizada a ficar com 2% de lucro.

Em 2018, o DPVAT repassou R$ 2,08 bilhões para o SUS, segundo dados do Ministério da Saúde. Superintende da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira afirma, no entanto, que há tendência de queda na arrecadação e que o valor deve chegar a R$ 965 milhões neste ano – ou seja, menos da metade. O órgão é ligado ao Ministério da Fazenda.

“(O fundo) vem de cálculos de prêmios que eram feitos com base no ano anterior e, como tinha muita corrupção, o valor sempre ia aumentando. Depois, quando começaram as investigações de fraudes no DPVAT, o número de sinistros foi caindo assustadoramente”, diz Solange. “A sobra, hoje, é de R$ 9 bilhões e a gente está estimando que, acabando o DPVAT, R$ 5 bilhões vão ser devolvidos para o SUS.”

Segundo Solange, o valor garantiria repasses anuais ao SUS até o fim de 2025 – para o próximo ano, a previsão é que R$ 1,2 bilhão do DPVAT vá para a saúde pública. Por sua vez, o restante seria reservado para pagar indenizações de acidentes que ocorrerem até 31 de dezembro, já que a vítima ou a família tem até três anos para solicitar o benefício.

Para a superintendente, o período de cinco anos também serviria para o governo organizar a nova fonte do SUS, se necessário. “O SUS tem garantido pela Constituição o mínimo legal. A gente olhou o histórico e o gasto do SUS gira em torno do mínimo legal”, afirma. “Se o governo perde alguma coisa que faça falta, ele tem de remanejar.”

Antes que o dinheiro chegue ao Tesouro Nacional, o governo Bolsonaro acredita que terá de travar uma batalha na Justiça com a atual operadora do DPVAT. “Ela (a Líder) já avisou que vai judicializar a questão, mas eu não vejo espaço legal para algum juiz entender que esse dinheiro não é da população”, diz Solange.

“O governo faz uma cobrança pública, obrigatória, de recursos e transfere para o monopólio privado. Este monopólio privado é todo tabelado, até o lucro que ele pode ter é tabelado. O patrimônio da Líder, então, é de 2% do lucro”, afirma a superintendente da Susep. “Pode até discutir para onde devolve o fundo: se o Estado representa a população para recebe ou se eu tenho de bater na porta de cada um para devolver.”

Para que, de fato, o DPVAT acabe, a medida provisória precisa ser aprovada no Congresso Nacional em até 120 dias. Em caso contrário, ela caduca.

Questionada se pretende entrar na Justiça por causa do fundo do DPVAT, a Líder não respondeu. “O entendimento é de que estes recursos podem e devem ser utilizados em benefício da população com a elevação do valor das indenizações; em ações de prevenção a acidentes de trânsito; e para a melhoria da operação do Seguro DPVAT”, diz a nota. Segundo afirma, o valor das indenizações estão congelados há 12 anos.

Formado por 73 empresas, o consórcio diz que “vários juristas conceituados” defendem a posição de que esses recursos são de natureza privada. “Tal entendimento também foi registrado pelo TCU (Tribunal de Contas da União), em um Acórdão”, diz.

“Entendo que a relação estabelecida entre os proprietários de veículos e as seguradorasé de natureza privada. Em consequência, não há como afastar a natureza também privada dos recursos envolvidos nessa relação, notadamente daqueles voltados para a operacionalização do seguro”, destaca o comunicado, em trecho atribuído ao TCU.

Ainda de acordo com a Líder, as tentativas de fraudes representariam 2% do total de mais de 600 mil pedidos de indenização apresentados em 2018.

“Ao longo do tempo, usando inclusive modernos sistemas de inteligência artificial, aprimoramos o processo de prevenção e detecção de fraudes e reduzimos substancialmente as ocorrências e os pagamentos indevidos”, diz. “Os casos detectados e comprovados são denunciados às autoridades para investigação e aplicação das sanções previstas em Lei.”

Para Entender DPVAT: o que é e como funciona o seguro obrigatório? Entenda como acionar o DPVAT e confira os principais questionamentos sobre a indenização a vítimas de acidentes de trânsito 

Denatran vai emitir documentos de carro

Além de operar o DPVAT, a Líder é a responsável por emitir papéis usados para a documentação de veículos no País. Com o fim do seguro obrigatório, o Denatran deve assumir a função de emitir o licenciamento dos carros a partir de janeiro, segundo afirma a superintendente da Susep, Solange Vieira.

“Existia um convênio do Denatran com a Líder, para que a Líder emitisse o papel. Agora, eles é que vão ter de emitir”, afirma Solange. Para a superintendente da Susep, a mudança não deve enfrentar problemas com recursos. “Para a documentação de veículo, a taxa cobrada é sua, você quem paga. É R$ 4,15.”

Solange afirma, ainda, que o Denatran foi avisado da mudança. “Estamos fazendo um trabalho junto a eles”, diz. “A gente já mandou correspondência dizendo: ‘Olha, não esqueça que agora vocês vão ter que emitir o papel do documento do carro”.

Liberty Seguros destaca importância do corretor em vídeos institucionais

O presidente da Liberty Seguros, Carlos Magnarelli e o Vice-Presidente Comercial da companhia, Marcos Machini, gravaram uma mensagem para reforçar a importância do corretor mediante a possibilidade de aprovação da  MP 905/19. 

No vídeo, ambos executivos destacam como os corretores são essenciais para a sustentabilidade dos negócios da Liberty e como são indispensáveis para o contato com os clientes da seguradora, reforçando que a companhia continuará investindo para o desenvolvimento e reconhecimento destes parceiros. 

Além do vídeo com a declaração dos executivos, a Liberty também produziu outro vídeo, focado em ressaltar a relevância do corretor para o público final. O conteúdo será compartilhado nas redes sociais da companhia, enviado à base de clientes e também fará parte de uma campanha de marketing digital em torno do tema, a ser iniciada pela Liberty ainda esse mês. 

“Queremos que os corretores tenham certeza que sempre podem contar com a Liberty para crescerem suas carreiras e seus negócios. Continuaremos a investir nessa parceria tão importante e em 2020, traremos ainda mais novidades para nossos parceiros”, afirma Carlos Magnarelli, CEO da Liberty Seguros. 

D’Or Consultoria faz nova aquisição e amplia atuação no mercado

Fonte: D’Or

A D’Or Consultoria, empresa do Grupo Rede D’Or São Luiz especializada em seguros e benefícios, anunciou a compra da operação da Four Corretora, uma das mais sólidas companhias de Riscos Corporativos do Rio de Janeiro (Property, Financeiros e Benefícios). Além desses segmentos, a Four detém um grande volume de produção nas áreas de seguros de Óleo e Gás, Naval e Resseguros.

A aquisição faz parte da estratégia do Grupo Rede D’Or São Luiz, que, por meio da D’Or Consultoria, contará com a expertise e solidez da Four, atuante há mais de 30 anos no setor. Esse é um momento de expansão da D’Or, que já detém a posição de liderança em Benefícios.

“Essa expertise e longa trajetória de sucesso da Four, agora incorporada a nós, abre a possibilidade de oferecermos um serviço completo para os nossos clientes, já que amplia nosso escopo de atuação”, explica o CEO da D’Or Consultoria, Bruno Iannuzzi.

Na avaliação da direção da D’Or Consultoria, o impacto estratégico da aquisição é grande. Iannuzzi ressalta alguns números da D’Or Consultoria e afirma que a Four Corretora passará a entregar ainda mais qualidade em seus serviços. “Agregaremos a experiência, tecnologia e uma carteira com mais de 1.600 clientes, 1,8 milhão de vidas administradas, escritórios em quatro estados: São Paulo (capital e interior), Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia; e projeto para a abertura de filiais em Brasília e Recife”, reforça o executivo.

O CEO da Four Corretora, Joemir Ramos, destaca que, hoje, a Four acumula 90 milhões em volume de prêmios, possui uma carteira com 430 clientes, sendo 65% em Ramos Elementares e 35% em Benefícios. “A nossa expectativa é que com o suporte operacional e tecnológico da D’Or Consultoria, possamos ampliar com consistência e qualidade as nossas operações, consagradas por três décadas ininterruptas de prestação de serviços de excelência”, comemora.

Fechamento 2019 – Respaldado pelo maior grupo hospitalar da América Latina, a D’Or Consultoria prevê fechar 2019 com R$ 3 bilhões em prêmios. Com quatro anos de atuação, a D’Or Consultoria fez 13 aquisições, em especial no Rio de Janeiro, São Paulo (capital e interior) e Bahia. “Só nesse início de projeto, mais R$ 750 milhões em prêmios anuais foram incorporados. Apetite é o que não falta para continuar ampliando o nosso leque de atuação”, conclui Iannuzzi.

AceleraD’Or – A aquisição foi mais uma conquista realizada pelo modelo inovador de negócio, que permite à empresa atuar como uma aceleradora de pequenas e médias corretoras, gerando resultados expressivos em curto prazo. 

“As corretoras investidas contam com inovação tecnológica e suporte especializado nas mais diversas áreas da operação. Assim, conseguem vender mais e melhor, reduzindo custos, potencializando resultados e atendendo às empresas de diversos tamanhos, sem necessidade de estrutura própria”, explica o diretor responsável pelo programa, Carlos Alberto Oliveira.

Liberty Seguros busca startups para inovar na oferta de produtos

Empresas de todo o Brasil podem se inscrever, até o dia 13 de dezembro, para cinco desafios lançados pela companhia

O portal StartSe divulga que Liberty Seguros busca startups para inovar na oferta de produtos. Com o objetivo de transformar o mercado de seguros brasileiro, a Liberty Seguros criou o Open CoLab, seu programa de conexão com startups. Com a iniciativa, a companhia deseja aprimorar processos internos, ampliar a gama de clientes e oferecer um portfólio de produtos com mais benefícios.

Para isso, busca startups com soluções relacionadas a cinco desafios. Um deles é o de produtos para não segurados. A companhia deseja encontrar novos produtos e serviços relacionados aos seguros — como auto, vida e residência — e voltados para os clientes que não têm interesse nas ofertas tradicionais.

Além disso, a Liberty Seguros busca soluções para outros quatro desafios: meios de pagamentos, geração de ação preventiva/preditiva para redução de sinistros, redução de fraude e tecnologia para automação de processos. As inscrições para o Liberty Open CoLab vão até o dia 13 de dezembro. Podem participar startups com produtos e serviços relacionados aos cinco temas e  que estejam no estágio de MVP (Produto Mínimo Viável) desenvolvido e validado. Também são aceitas empresas que já estão operando no Mercado.

Natal da SulAmérica traz shows até 6 de janeiro no Largo da Batata, em SP

Fonte: SulAmérica

O show de Natal da SulAmérica continua no Largo da Batata, onde está a sede da companhia em São Paulo. Além do show de luzes (são 1 milhão de lâmpadas), a ação do grupo para alegrar quem passa pelo local traz seis shows diários, das 19h às 21h30, até 6 de janeiro. A programação musical preparada pela empresa ainda inclui a apresentação, no dia 20, de um pocket do musical Grandes Encontros da MPB, às 18h15, e da banda Galeria do Rock, às 19h30.

SulAmérica eleva comissão de corretor em previdência

sulamerica

Fonte: SulAmérica

Os corretores parceiros da SulAmérica que trabalham com produtos de Previdência da companhia poderão ganhar ainda mais em comissão até o dia 26 de dezembro. A seguradora aumentou para 2,1% o valor pago ao parceiro sobre os aportes efetuados pelos clientes.

Entre as estratégias do corretor para crescer o volume de vendas em Previdência no fim do ano, a seguradora recomenda o incentivo ao cliente para o aporte dos rendimentos extras de fim de ano, ou parte deles, além de ressaltar a importância de se garantir um futuro financeiro tranquilo.

Carta de Conjuntura: 2019 comprova resiliência do setor de seguros

Apesar de cenário econômico desfavorável, estudo realizado pelo Sindseg-SP e Sincor-SP aponta crescimento de dois dígitos do mercado de seguros

Fonte: Sincor-SP

“O mercado de seguros brasileiro tem se mostrado resistente e flexível diante do momento econômico mais complicado do País, devendo, mais uma vez, ter crescimento real de receita neste ano”, é o que diz a última edição da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, produzida pelo Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros (SindsegSP) e pelo Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP).

Segundo o estudo, apesar do cenário desfavorável, o mercado de seguros deve fechar 2019 em alta. Um dos destaques é o segmento de pessoas, com taxas de crescimento acima de 10% ao ano.Nos ramos típicos de seguros, como automóvel, pessoas, residencial, empresarial, entre outros, a variação acumulada foi de 8% em valores até outubro. Já na separação, os ramos elementares registraram faturamento de R$ 6,4 bilhões, influenciados pela queda da receita do DPVAT. Os seguros de pessoas conseguiram registrar faturamento de R$ 3,7 bilhões até outubro deste ano. O segmento está crescendo acima de 15% nos últimos anos, superando a taxa de inflação.

Tokio Marine cria cobertura para carregadores de carros elétricos instalados em condomínios

Modalidades Condomínio e Residencial oferecem segurança aos equipamentos contra incêndio, danos elétricos, roubo e subtração de bens

Fonte: Tokio

A Tokio Marine acaba de disponibilizar, nos produtos Tokio Marine Condomínio e Tokio Marine Residencial, novas coberturas que garantem proteção a equipamentos de recarga de bateria para carros elétricos. O novo serviço está alinhado às mais novas tendências de mobilidade e a um projeto de cidade que mira em relações de consumo mais sustentáveis. 

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), até outubro foram vendidos 7,43 mil modelos de automóveis híbridos ou elétricos no Brasil, ante 3,97 mil em todo o ano passado. Como consequência desse mercado em expansão, muitos prédios e condomínios residenciais já estão considerando a instalação de pontos de abastecimento desde a sua construção. A adequação também é considerada um diferencial para os condomínios já existentes, a fim de atender a uma demanda cada vez mais comum entre seus moradores. 

“Em ambos os casos, há a necessidade de um investimento relevante para a aquisição e instalação dos carregadores, que, por consequência, demandam proteção. Trata-se de um patrimônio comum dos condôminos que diferencia o empreendimento e, a longo prazo, pode trazer conforto e praticidade aos moradores”, explica Arnaldo Bechara, Diretor de Precificação e RD Massificados da Tokio Marine. 

A partir de agora, tanto as apólices vigentes quanto as novas apólices do Tokio Marine Condomínio e Tokio Marine Residencial oferecem proteção contra incêndio, danos elétricos, roubo e subtração de bens, sem nenhum custo adicional aos Segurados. “São 50 mil condomínios e 250 mil residências em nossa carteira que já podem se beneficiar com mais essa proteção”, completa Bechara. 

Uma curiosidade, que comprova a proximidade da Tokio Marine com seus Corretores e a visão da Companhia para a inovação em seus produtos, é sobre como o serviço passou a ser estudado para inclusão no portfólio da Seguradora. A ideia partiu de um Parceiro de Negócios que já atendia um condomínio com a instalação do equipamento. “Isso mostra como estamos próximos dos Corretores e das Assessorias e, de fato, o quanto levamos em consideração suas avaliações. Eles são os agentes mais próximos dos Clientes, capazes de identificar com maior facilidade as necessidades diárias que se apresentam e é nosso compromisso desenvolver soluções cada vez mais aderentes, que muitas vezes antecipam demandas futuras de mercado”, ressalta o executivo.

Beatriz Protasio é a nova Deputy Manager da divisão de riscos especiais da Liberty

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Mutual Insurance, junto à divisão Liberty Specialty Markets (LSM), reuniu mais de 70 pessoas durante o LSM Experience, evento no Museu da Casa Brasileira, que discutiu as principais tendências do mercado de seguros, o desenvolvimento de soluções customizadas para clientes da companhia e as novidades para os corretores parceiros.

A cerimônia contou com a presença de corretores e parceiros da companhia e teve como objetivo apresentar a nova fase da divisão de seguros especiais de Liberty, além de anunciar Beatriz Protasio como a nova Deputy Manager para a região. A divisão Liberty Specialty Markets oferece produtos de seguros e resseguros especiais e comerciais para regiões como Reino Unido, Europa, Oriente Médio, Estados Unidos, entre outras. A divisão também fornece aos corretores e segurados uma ampla gama de produtos e tem aproximadamente 1.800 funcionários em cerca de 65 escritórios.

“Nós investimos fortemente em ferramentas de auto serviços, para que os parceiros possam incorporar a tecnologia cada vez mais em suas atividades diárias”

“Atualmente, estamos vivendo um novo momento na companhia, no qual nosso foco é estar cada vez mais próximos de nossos por meio de soluções customizadas e oferecer mais agilidade e flexibilidade aos nossos parceiros”, afirma Protasio.  “Nós investimos fortemente em ferramentas de auto serviços, para que os parceiros possam incorporar a tecnologia cada vez mais em suas atividades diárias, otimizando seu trabalho e, por fim, empoderando-os a ter uma a melhor performance possível”, completa. 

Com uma ampla rede de escritórios na América do Norte, Europa, Ásia, Oceania e América Latina, a LSM possui uma equipe de subscritores de riscos em cada área de atividade, que inclui Marinha, Energia, Gestão de Crise, Responsabilidade Civil, Ambiental, portuária, Transportes, Casco, Construção, Terrorismo, D&O e E&O e Cobertura Paramétrica para Energia Sustentável.