Carlos Eduardo Sarkovas assume como diretor comercial da It’sSeg

Fonte: It‘sSeg

A It’sSeg, uma das maiores corretoras de seguros do país especializada em gestão de benefícios, anuncia Cadu como novo diretor comercial corporativo. O executivo tem amplo relacionamento com o mercado de segurador, acumulando 18 anos de experiência. 

“Fico muito feliz com a chegada do Cadu, que por meio da sua experiência, energia e seu comprometimento de fazer acontecer, irá nos ajudar trilhar nosso caminho de forma mais rápida, mais assertiva e segura”, diz Thomaz Menezes, presidente da companhia. 

Cadu será responsável pela área de vendas de benefícios e ramos elementares corporativo, respondendo diretamente a Thomaz Menezes. “Pretendo aproveitar as oportunidades que uma empresa como a It’sSeg tem, nos seus vários segmentos de atuação. É gratificante poder fazer parte dessa empresa, que busca inovar e trazer soluções diferentes para o mercado de consultoria de benefícios”, revela. O executivo terá o desafio de contribuir com o objetivo da empresa de dobrar de tamanho nos próximos três anos.

Governo admite rever a revogação da Lei 4.594/64

Fonte: Fenacor

O presidente da Fenacor, Armando Vergilio, e o deputado Lucas Vergilio (SD-GO) – vice-presidente da Federação – estiveram reunidos nesta quarta-feira (20) com o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, para tratar dos efeitos da Medida Provisória (MP) 905/19, que revogou a Lei 4.594/64 – a qual regulamenta a profissão de corretor de seguros – e vários artigos do Decreto Lei 73/66, retirando a categoria do Sistema Nacional de Seguros Privados. “Foi uma reunião muito proveitosa. O Secretário assumiu conosco o compromisso de alterar o texto da MP, reconheceu que foram absolutamente inadequadas essas revogações e que deveriam ter sido feitos apenas ajustes no Decreto Lei 73. Ele prometeu dialogar conosco e fazer uma interseção junto à Secretaria de Política Econômica”, afirma Armando Vergilio.

 Foi acertada também uma nova agenda de reuniões, começando com um encontro da superintendente da Susep, Solange Vieira, com a equipe da Secretaria de Política Econômica na próxima semana para que se possa discutir o texto de um novo marco regulatório, tendo como pressuposto a recuperação da Lei 4.594/64 e dos artigos do Decreto 73/66. 

O presidente da Fenacor assinala ainda que a diretoria da federação vem “trabalhando firme e forte” nessa questão.  Nesse contexto, Armando Vergilio e Lucas Vergilio estiveram nesta terça-feira (19) na Susep para discutir com a diretoria da autarquia os termos de uma resolução do CNSP que estabelecerá uma nova regulamentação para as autorreguladoras. 
Essa nova norma vai substituir a Resolução 233 (que dispõe sobre as condições de constituição, organização, funcionamento e extinção de entidades autorreguladoras do mercado de corretagem de seguros, resseguros, de capitalização e de previdência complementar aberta, na condição de auxiliares da Susep).

Já nesta quarta-feira, além do encontro com o secretário Rogério Marinho, foram realizadas várias reuniões com diversos deputados e senadores. “Foi um dia inteiro com muitas articulações na Câmara e no Senado”, observa Armando Vergilio.

CNseg divulga finalistas do Prêmio Inovação. Confira:

A CNseg divulgou os nomes dos 15 projetos que participarão da última fase de seleção da edição 2019 do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguro, organizado pela Confederação Nacional das Seguradoras.

CATEGORIA COMUNICAÇÃO 

Projeto: APLICATIVO MUSEU DO AMANHàAutora: Daniele Carneiro Sibucs Empresa: IRB Brasil RE 

Projeto: APLICATIVOS DE AUTOSSERVIÇO DA BRADESCO AUTO/RE Autor: André Hirszberg Empresa: Bradesco Seguros 

Projeto: DRESS CODE – SEU JEITO, SUA AGENDA Autor: Julia Sena Nejaime Empresa: SulAmérica Seguros 

Projeto: JURISHEALTH Autor: Eduardo Sampaio da Silveira Gil Empresa: Amil Assistência Médica Internacional 

Projeto: LIBERTY MULHERES SEGURAS – Autora: Luiza Fernandes Maia Empresa: Liberty Seguros 

CATEGORIA PROCESSOS E TECNOLOGIA 

Projeto: IA NA LOCALIZAÇÃO DE VEÍCULOS Autor: Lucas Pittigliani Ferreira Empresa: Sompo Seguros 

Projeto: NOVA FUNCIONÁRIA DIGITAL: ANGELAutora: Angela de Sousa Hingel Empresa: Prudential do Brasil Seguros de Vida 

Projeto: NOVO MODELO DE PREVENÇÃO E COMBATE À FRAUDES Autora: Mariza Campos Battaglia Trancho Empresa: Seguradora Líder DPVAT 

Projeto: SOLICITAÇÃO MEDICAMENTOS Autor: Paolo Antonio Lourenço Marini Empresa: SulAmérica Seguros 

Projeto: VENDA DIGITAL Autor: Bruno Costa Ferreira Empresa: Mongeral Aegon Seguros e Previdência 

CATEGORIA PRODUTOS E SERVIÇOS

Projeto: AO INFINITO… E ALÉM! SOMOS MAIS COM O WHATSAPP Autora: Claudia Paes de Souza Empresa: SulAmérica Seguros 

Projeto: AUTO. VC: ACELERAR DEMAIS? SÓ NA INOVAÇÃOAutora: Patrícia Ornellas Alves Empresa: SulAmérica Seguros 

Projeto: IDOSO BEM CUIDADO: INTEGRAÇÃO DA CADEIA DE SAÚDE COMO ESTRATÉGIA DO CUIDADOAutora: Katia Christina Weber Empresa: SulAmérica Seguros 

Projeto: MÉDICO NA TELA – TELETRIAGEM MÉDICA POR VÍDEO Autora: Viviane Mathias Araujo dos Santos Empresa: SulAmérica Seguros 

Projeto: ZURICH TELEMEDICINA Autora: Katia Elizabeth Camara Empresa: Zurich Minas Brasil Seguradora

ABGR: Brasil tem taxas menores de reajustes em seguros de grandes riscos, diz Guilherme Perondi

“Os estudos recentes publicados vão todos na mesma linha e acredito que demonstram que o mercado brasileiro passa por uma correção, mas, na média, bem mais brando que outras regiões“, diz o executivo responsável pela área comercial da Swiss Re Corporate Solution

Guilherme Perondi, head comercial da Swiss Re Corporate Solutions, falou com o blog Sonho Seguro durante o evento da Associação Brasileira de Gerenciamento de Risco (ABGR), realizado nos dias 12 e 13 de novembro, sobre as tendências de grandes riscos. Leia a entrevista:

Quais são tendências na compra de seguros no Brasil? E no mundo?

As fronteiras da gestão de risco têm se expandido cada vez mais. Os riscos cibernéticos, por exemplo, representam um grande desafio, pois os ataques não respeitam as fronteiras geográficas.  Poucos países no mundo tem um mercado com as características do Brasil. Todos os grupos multinacionais de seguros, resseguros e corretores possuem presença relevante aqui. Além disso, há vários grupos de capital brasileiro com muita expressão no mercado. Isso faz com que as empresas consigam soluções para a transferências de seus riscos no mercado local. Para os compradores de seguro, essa ampla oferta local e o alto nível de concorrência servem como proteção contra a clara tendência de aumento de preços no mercado global. Ainda que haja uma tendência de aumento de preços de seguros, os estudos recentes demonstram que, na América Latina, os percentuais de aumento estão abaixo das médias globais. Poucos países fora da América do Norte e da Europa continental têm a diversidade e o tamanho do nosso.

Quais os novos seguros para novos riscos ofertados pela Swiss Re Corporate Solutions?  

Nosso foco no Brasil tem sido não em ofertar novos produtos, mas sim em melhorar a experiência de nossos clientes e corretores. Em 2019, lançamos duas plataformas digitais de cotação on-line (Compreensivo Empresarial e Responsabilidade de Administradores (D&O)). Agora, estamos investindo bastante em integrar novas tecnologias nestas ferramentas. Especificamente, no início do próximo ano, as plataformas terão melhorias como um assistente virtual, para atendimento com base em Inteligência Artificial; a possibilidade de inspeções de risco digitais e um chat ao vivo para suporte técnico, por meio de ferramentas que estamos embarcando na plataforma. Com esses avanços, no próximo ano, teremos mais produtos cotados via plataforma em tempo real, incluindo o Seguro Garantia, que será automatizado para o médio mercado, do processamento das informações financeiras até a emissão das apólices. Acreditamos que há bastante espaço para entregarmos uma melhor experiência aos clientes em produtos tradicionais. Esse será o nosso foco antes de lançarmos novos produtos, principalmente porque temos uma joint venture estratégica com a Bradesco Seguros, que possui um vasto canal de distribuição para levar nossos produtos ao segmento de pequenas e médias empresas em todo o País.

O uso de Inteligência Artificial e Internet das Coisas tem ajudado a criar soluções de transferência de riscos, com a criação de um banco de dados estatísticos que pode melhorar as negociações dos programas de seguros? Cite algum exemplo. Quais iniciativas do grupo para aprimorar o relacionamento com gestores de riscos?

Temos vários projetos em que usamos a Inteligência Artificial (IA). Nossas novas plataformas digitais para criação de assistentes virtuais para vários produtos são um exemplo. Mas também temos usado essa tecnologia para “ler” sobre o que nossos clientes e o mercado estão pensando. Nossa equipe de inteligência de mercado criou uma ferramenta com base em linguagem natural, que “leu” mais de seis mil artigos sobre o mercado de seguros na América Latina de 2016 até Setembro de 2019. Os resultados são interessantes.

Conte…

Em primeiro lugar, nos últimos 4 anos, existe uma consistência entre os produtos mais citados nos artigos, com destaque para Vida e Saúde, com cerca de 20% das menções. Porém, em 2019, produtos financeiros (Crédito e Garantias) aparecem ligeiramente à frente de Automóvel pela primeira vez. Ao longo dos quase quatro anos de análise, desastres naturais seguem sendo o risco mais mencionado, que não chega a ser uma surpresa pela realidade de região. Mas outros termos como risco de crédito, crime, riscos econômicos, competitivos e políticos são consistentemente mencionados ao longo dos anos, ajudando a revelar quais são os temas que preocupam nosso mercado e nossos clientes.

E quais são os temas?

Quando analisamos os principais temas discutidos nos mais de seis mil artigos publicados entre 2016 e 2019, há algumas preocupações recorrentes no mercado, como aumentos de prêmios de seguros, furacões, terremotos e suas consequências diretas, que são os sinistros.  Porém, a “leitura” dos artigos de Janeiro a Setembro de 2019 já deixaa claro que a tecnologia e a digitalização entraram definitivamente no radar da nossa indústria. Este é um exemplo, relativamente simples, de como temos utilizado AI para capturar um enorme volume de dados que estão disponíveis, mas que somente por meio da aplicação de tecnologia conseguimos transformar em insights para entender quais são os temas emergentes do nosso setor e melhorar a qualidade do diálogo com nossos parceiros e clientes.

Como seria possível melhorar o cenário de alta de preço sem a contrapartida de alta na sinistralidade para clientes brasileiros?

Os estudos globais indicam que há de fato um movimento de recomposição de preços no mercado global. Essa mudança tem a ver com vários fatores, incluindo os custos com catástrofes naturais. Mas também vale destacar os sinistros chamados “man-made”, ou seja, eventos relevantes não relacionados com a natureza. No segmento de riscos corporativos no Brasil, sinistros relevantes ligados a incêndios, a quebras de máquinas, a lucros cessantes e a acidentes de diversas naturezas impactam várias linhas de negócio, como seguros patrimoniais, responsabilidades, aeronáuticos e até linhas financeiras com eventos relevantes em Seguro Garantia e D&O. Como temos um mercado com grande concorrência, o setor tende a trabalhar com taxas muito competitivas e coberturas bem amplas, expondo as companhias de seguro e resseguro a perdas potencialmente altas. Com a redução da taxa de juros, o espaço de manobra está acabando e, com custos de resseguro em tendência de alta, é inevitável que os clientes sintam uma mudança de comportamento das condições de renovação. 

E o Brasil….

Os estudos indicam que o Brasil vem passando por um processo mais brando de recomposição de preços. Vale a pena citar um dos estudos mais recentes, publicado pela corretora Marsh (https://www.marsh.com/us/insights/research/global-insurance-market-index-third-quarter-2019.html) que demonstra que enquanto os preços de seguros corporativos subiram 8% em média no terceiro trimestre de 2019, em comparação ao mesmo período do ano passado, na América Latina o aumento foi de 4.6%, contra 19% na Ásia-Pacífico, 12% no Reino Unido e 6% nos Estados Unidos, ficando atrás somente da Europa, que teve aumento médio de 4.2%. O estudo é bem interessante, pois detalha o aumento também por linha de negócios e vale a análise. Os estudos recentes publicados vão todos na mesma linha e acredito que demonstram que o mercado brasileiro passa por uma correção, mas, na média, bem mais brando que outras regiões, em grande parte por ser um mercado competitivo e com ampla oferta de opções para os clientes brasileiros.

Quais os beneficios da competição?

Acredito que esse movimento também traz uma oportunidade de melhorarmos o nível de cooperação entre clientes e o mercado segurador, incluindo corretores, seguradores e resseguradores, para trabalharmos juntos em planos conjuntos de gestão de riscos. Todos queremos condições sustentáveis e previsibilidade nas condições, e temos inteligência e conhecimento no mercado para melhorarmos o diálogo e buscarmos soluções. A Swiss Re Corporate Solutions pertence a um grupo com mais de 150 anos de história na indústria e temos como parte de nossa filosofia de relacionamento mantermos o longo prazo em foco com nossos clientes e, mesmo com ajuste de condições em algumas renovações, muitas vezes em função da alta na sinistralidade, temos mantido nossa participação de forma expressiva na maior parte dos programas que participamos no Brasil, demonstrando que é possível conciliar a nova realidade com a sustentabilidade dos relacionamentos.

Liberty Seguros inicia mais uma edição do projeto de conexão com startups Liberty Open Colab

A partir desta semana, startups já podem se inscrever para participar dos desafios propostos pela companhia 

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros anuncia o início da nova etapa do seu projeto de inovação aberta, o Liberty Open Colab. O programa, criado em 2017 em parceria com o StartSe, tem como objetivo fomentar a inovação aberta por meio de um desafio de inovação para pequenas empresas e startups, no qual a vencedora pode se tornar parceira da companhia. 

A iniciativa consiste na construção um protótipo que deve ser testado até março de 2020 e é composto por 5 fases: screening, avaliação, conexão, piloto e avaliação final. Neste primeiro momento, de screening, a Liberty busca startups que tenham soluções relacionadas a um dos cinco desafios propostos pela companhia e que estejam no estágio de MVP (Produto Mínimo Viável). Podem se inscrever também startups cujo produto ou serviço já estejam operacionais no mercado. 

Dentre as opções de desafios a serem cumpridos pelas participantes, há: 

–       Geração de Ação Preventiva e Preditiva para redução de sinistros, que busca startups que aplicam Machine Learning e tecnologia de análise de dados para geração ações preventivas para redução do volume de sinistros.

–       Tecnologia para Automação de Processos, que avalia o uso da tecnologia para redução de processos repetitivos e de custos operacionais.

–       Redução de Fraude, que procura por tecnologias e soluções que visam identificar e prever a ocorrência de fraudes em seguros.

–       Produtos para não segurados, para soluções de produtos e serviços altamente relacionadas com seguros (auto, vida, residência) voltado para clientes que hoje não possuem interesse no seguro tradicional.

–       Meios de Pagamento, que engloba soluções de meios de pagamento e carteira digital para compra e venda de serviços avulsos de forma digital.

O prazo para inscrição vai até dia 13 de dezembro e, para participar da ação, startups devem acessar a página oficial do Liberty Open Colab aqui.

AIG Brasil muda para nova sede com tendências mais modernas de trabalho

Batizado de Espaço Colaborativo AIG, a nova sede da seguradora no Brasil visa promover um ambiente produtivo e ao mesmo tempo mais informal

Fonte: AIG

A partir desta segunda-feira, 18 de novembro, a AIG está de casa nova. Mais do que isso: a empresa está fortalecendo a cultura de inovação, marca registrada da seguradora. O Espaço Colaborativo AIG segue as tendências de trabalho atuais e responde às expectativas dos funcionários, clientes e parceiros de negócios quando o assunto é ambiente mais aberto que fomenta a integração entre as pessoas e facilita a atração de talentos. 

“O Espaço Colaborativo AIG será um lugar onde poderemos estar mais alinhados na busca das melhores soluções para o mercado. Esse é o nosso DNA: inovar e estar sempre prontos para os novos desafios”, afirma o CEO da AIG, Fabio Protasio Oliveira. Além de sediar as operações da companhia no Brasil, o Espaço Colaborativo AIG também é o ponto de convergência dos negócios da seguradora na América Latina e Caribe, divisão regional que inclui o Brasil, México, Equador, Porto Rico, Venezuela e o AIG Fac Desk Latam (Miami, Estados Unidos), liderada pelo CEO para a Região, Paride Della Rosa. 

São muitas as novidades que o espaço e o prédio oferecem para a equipe da AIG e visitantes. A começar pela ausência de barreiras visuais, pois todo o espaço é aberto, desde as estações de trabalho até salas de reuniões, espaços para conversas mais privadas e cabines telefônicas para uso de celulares. As cores serão mais vivas e ainda foram criadas muitas áreas de colaboração informais e uma grande cafeteria com oferta de diversos tipos de alimentos e bebidas que podem ser adquiridos pela equipe ao longo de todo o dia. Por fim, a AIG pensou também em um auditório para eventos internos e para corretores. Para momentos de descompressão e integração da equipe estão sendo instalados fliperama, pebolim e videogame. 

O edifício para onde a AIG está se mudando, a Torre Z, também oferece facilidades aos funcionários: praça de alimentação, bicicletário e vestiário, ponto de aluguel de patinete e uma área externa de convivência. O prédio ainda tem um processo de reciclagem de compostos orgânicos e distribuição de adubo aos condôminos. 

A nova sede da AIG fica na Avenida Dr. Chucri Zaidan, 296, 18° andar – Torre Z, Vila Cordeiro – São Paulo/SP, localizada bem na esquina da avenida Morumbi. 

Arrecadação de título de capitalização avança 12%, para R$ 17 bi

Fenacap

Fonte: FenaCap

Os Títulos de Capitalização são produtos que reúnem soluções de negócios com sorteios. De acordo com a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), entre os meses de janeiro e setembro, as empresas do segmento registraram receita acumulada de R$ 17,4 bilhões, avanço de 12,1% em relação ao mesmo período do ano anterior,  batendo, em setembro, o percentual de crescimento projetado para 2019.  

Os números divulgados pela FenaCap mostram, ainda, que as empresas do setor distribuíram R$ 870 milhões em sorteios para clientes contemplados de todo o país. O valor representa um crescimento de 1,2% em relação ao mesmo período de 2018 e ao pagamento de R$ 4,6 milhões de prêmios em dinheiro por dia útil, até setembro. Os resgates finais e antecipados ultrapassaram R$ 13,7 bilhões, registrando um crescimento de 4,4%. E o volume das reservas técnicas, constituídas pelos recursos de clientes com títulos de capitalização ativos, cresceu 3,9%, fechando o período em R$ 30,5 bilhões.

O mercado de Capitalização tem 17 milhões de clientes, entre pessoas físicas e jurídicas. “Mesmo que o cenário permaneça desafiador, as empresas estão empenhadas em oferecer soluções para facilitar a formação de reservas e proteger conquistas, assim como proporcionar melhores experiências de consumo”, assinala Marcelo Farinha, presidente da FenaCap.  

Swiss Re: perspectiva da economia global e do mercado de seguros para 2020 e 2021

Fonte: Swiss Re

Os mercados de seguros continuarão apoiando a resiliência, com a previsão de crescimento dos prêmios globais de 3% anualmente em termos reais em 2020 e 2021. Isto, em um momento em que a economia mundial está desacelerada

No último sigma, “Sustaining resilience amid slowing growth: global economic and insurance market outlook 2020/21” (Manter a resiliência em meio a um crescimento desacelerado: perspectiva da economia global e do mercado de seguros para 2020 e 2021), o Swiss Re Institute (SRI) prevê um crescimento para os EUA e zona do euro de 1,6% e 0,9%, respectivamente, abaixo do consenso. O principal motor da economia global será a Ásia emergente, com crescimento de aproximadamente 6% na Índia e na China. A contribuição do seguro para a resiliência também será maior nessa região. Na China, os prêmios de não vida têm previsão de crescimento de 9% em 2020, e de 11% para os prêmios de vida.

“Nossa perspectiva sobre o crescimento global diminuiu em relação ao ano anterior”, afirmou Jerome Jean Haegeli, economista-chefe do Grupo Swiss Re. “O conflito comercial entre os EUA e a China foi muito maior que o previsto. Em um sentido mais amplo, os desenvolvimentos geopolíticos não melhoraram. Pelo contrário, observamos mais polarização em todo o mundo, o que intensificou o ambiente de incertezas, inclusive para os negócios. Daqui para frente, apesar dos recentes sinais de trégua, o conflito comercial entre os EUA e a China apresenta o principal risco ao crescimento global, em nossa opinião.”

Japanização: quem será atingido?

Devido ao cenário de deterioração do comércio e dos desenvolvimentosgeopolíticos do último ano, o SRI diminuiu as previsões de crescimento para os mercados avançados. A previsão do SRI é de que o crescimento do produto interno bruto (PIB) nos EUA diminuirá, de 2,3% esse ano, para 1,6% em 2020, à medida que os efeitos do estímulo fiscal desaparecem e as tensões comerciais com a China continuam. A previsão do consenso para 2020 é de 1,8%. O risco de uma recessão nos EUA permanece elevado, a 35%, mas o SRI não se baseia neste cenário. De acordo com a análise do sigma, dos países do G4 (EUA, China, Japão e Alemanha) a economia dos EUA é a mais resiliente, com expectativa de um ligeiro crescimento de 1,8%.

O SRI reavaliou a previsão de crescimento da zona do euro para 2020 e diminuiu, de 1,4% um ano atrás, para 0,9% (também abaixo do consenso). Devido ao perfil demográfico idoso, a zona do euro, mais que os EUA, está em 2021 em risco de entrar em um período de crescimento baixo, inflação baixa e taxas de juros baixas, conhecido como “Japanização”.

No entanto, sem uma reforma, a experiência da Japanização na zona do euro pode ser mais desafiadora do que no Japão. Alguns dos aspectos do período de três décadas de inércia econômica do Japão, que muitas vezes são ignorados, o país tem gerenciado superávit em transações correntes, e observado altos níveis de produtividade da mão de obra observados e, nos últimos anos, também um crescimento do PIB per capta.

“Com níveis mais baixos de produtividade e inovação técnica, a zona do euro terá êxito em um estado de inércia econômica assim como o Japão o fez”, afirmou Haegeli. “Uma exigência fundamental é ter estabilidade em um sistema financeiro bem capitalizado para apoiar as necessidades de investimento das empresas. Para isso, incentivamos a formação de uma união de fundos na zona do euro para reciclar fundos, melhorar os canais de financiamento de empresas e reduzir a dependência de empréstimos bancários.”

Em termos agregados, o crescimento dos mercados emergentes deve observar uma melhora modesta nos próximos dois anos. Enquanto a Ásia, particularmente a Ásia emergente, permanecerá sendo o motor do crescimento global, também existe um impulso positivo em outras regiões. As perspectivas para alguns países grandes da América Latina, notavelmente o Brasil, melhoraram em comparação com o ano passado, e o crescimento na África também está se fortalecendo moderadamente. O conflito comercial contínuo com os EUA influenciará o crescimento da China, mas com o crescimento fiscal e a flexibilização monetária, o SRI prevê um aumento de 6,1% no PIB para o próximo ano.

As taxas de juros baixas e negativas permanecerão

As iniciativas de políticas monetárias foram cruciais, necessárias e bem- sucedidas em resposta à crise financeira global. Mas, “a longo prazo, as taxas de juros negativas são prejudiciais, levando a poupanças familiares maiores, má distribuição de capital, níveis elevados de dívidas, e rentabilidade mais baixa de bancos e também seguradoras”, afirmou Haegeli. “A curto prazo, o cenário de baixo crescimento não significa necessariamente que os mercados financeiros terão um mau desempenho, não enquanto os bancos centrais permanecerem em um modo acomodatício. No entanto, as políticas monetárias relaxadas a longo prazo aumentam o espectro da instabilidade financeira.”

Com opções de políticas monetárias praticamente esgotadas, as novas receitas de crescimento são necessárias para compensar os ventos desfavoráveis das incertezas demográficas, políticas e de protecionismo. Para melhorar a produtividade, é necessário intensificar os esforços de reformas do lado da oferta e aumentar os investimentos públicos. Os estímulos fiscais provavelmente permanecerão nos próximos anos. Eles podem aumentar a capacidade produtiva de uma economia, por exemplo, através de investimentos sustentáveis e projetos de infraestrutura.

O seguro apoia a resiliência

Os seguros são um fator de contribuição fundamental para a resiliência da economia, principalmente quando o crescimento abranda: quando famílias e empresas têm acesso a compensações financeiras para eventos de perda, a capacidade inerente de uma economia absorver impactos melhora. Animadoramente, o setor global de seguros continua crescendo em tendência. Os prêmios de vida e não vida têm previsão de aproximadamente 3% de aumento em 2020 e 2021. Ao eliminar as lacunas de proteções que existem, a indústria de seguros pode apoiar ainda mais a resiliência macroeconômica.

A Ásia emergente é considerada um dos principais impulsionadores do crescimento da indústria com a China, onde os prêmios de não vida têm previsão de crescimento de 9% em 2020, e de 11% para os prêmios de vida, na liderança. Mais além, o SRI prevê que a China será responsável por 60% de todos os prêmios de seguros na Ásia nos próximos 10 anos. Ampliar a partilha de riscos incluirá coberturas não auto pessoais, particularmente, de saúde e médicas. “O crescimento exponencial do mercado médico privado médio na China, com prêmios subindo até 1500% nos últimos dois anos, oferece um indício do tamanho do potencial”, continua Haegeli. “Os níveis de resiliência em outros mercados emergentes podem ser fortalecidos significativamente com os ensinamentos da experiência da China.”

O preço dos seguros de não vida se fortaleceram, impulsionados pelo aumento dos custos de perda de catástrofe de propriedades e acidentes dos EUA, e o SRI espera que isto continue. A rentabilidade tem aumentado em ambos seguros de vida e de não vida, embora isto também seja devido aos lucros realizados do portfólio de investimentos. No entanto, caso haja uma recessão, a demanda por seguros geralmente cai junto com a desaceleração econômica. Por exemplo, para o setor de não vida em geral, a análise mostra que uma queda de 50 pontos-base na curva de rendimentos, um cenário plausível nos baixos níveis de rendimento do mercado atual, ampliaria a lacuna de rentabilidade estimada do setor existente de 6–9% de prêmios em 1,2–1,5%.

Em parte, compensar o impacto da taxa de juros pode ser um efeito da desinflação de créditos. Algumas linhas de negócio, como os acidentes, tendem a beneficiar da gravidade reduzida de sinistros por meio de motores econômicos (por ex., inflação salarial e despesas médicas). Por outro lado, a inflação social (o impacto das alterações no sistema de infrações através do qual a maioria dos pedidos de indenização é efetuada) está fazendo pressão sobre os custos de perda. Isto está se tornando um tema predominante, especialmente nos seguros de indenização dos EUA. Além disso, o cenário de baixas taxas de juros significa que os retornos de investimentos permanecem enfraquecidos, o que continuará a prejudicar a rentabilidade, uma preocupação cada vez maior para as seguradoras de vida.

A experiência das seguradoras no Japão em três décadas de baixo crescimento e baixas taxas de juros oferece indicadores a outras regiões que estão enfrentando um cenário semelhante de inércia econômica. Na busca por rendimentos, as seguradoras do Japão investiram muito mais dos seus ativos no exterior. As seguradoras de não vida também se tornaram mais agressivas nas estratégias de investimento, reduzindo significativamente os recursos em caixa e empréstimos, e aumentando a exposição no mercado de ações. No ramo de vida, as seguradoras também alteraram a combinação de produtos para compor produtos de saúde com margem mais elevada e produtos com poupança menos sensíveis às taxas de juros.

ABGR: Segmento de grandes riscos pode crescer em novos negócios em 2020, afirma HDI

Guillermo Léon, CEO da HDI Global no Brasil, conversou com o blog Sonho Seguro sobre a gestão de riscos em grandes conglomerados durante o XIII Seminário Internacional da Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR), que aconteceu nos dias 12 e 13 de novembro, no World Trade Center, em São Paulo. O evento reúne risk managers e líderes do mercado de seguros do país para debates sobre como ter o melhor programa de seguros em tempos de tantas transformações tecnológica, perturbação econômica e ruptura social.

Qual a estratégia da companhia em grandes riscos?

A HDI Global é uma seguradora especializada em grandes riscos, operamos com os Produtos de Property, Engenharia, Liability, Marine, Financial Lines e Surety. Temos como objetivo atender as necessidades dos clientes por meio de soluções rápidas e personalizadas.Conhecer com detalhes as necessidades do cliente, mantendo transparência e confiança mútua na relação com os Segurados e Corretores, é um fator essencial para o sucesso de uma operação de grandes riscos. Trabalhar com Underwriters experientes e especializados, com perfil técnico e, ao mesmo tempo, comercial, é outro fator essencial para que se possa atingir as expectativas dos clientes. Em 2019 estaremos encerrando o 5º ano de operação da companhia no Brasil, sendo que todos os produtos apresentaram um excelente crescimento neste período. Neste ano, começamos a operar com o Seguro Garantia, nos preparando para o aumento de demanda pelo produto, a partir do impacto que a mudança na Lei das Licitações e a retomada do crescimento da economia devem trazer ao mercado.

Quais os investimentos nesta área?

Os investimentos estão sendo feitos através de novas instalações, contratação de funcionários especializados, desenvolvimento de TI, aumento de capital e intercâmbio com o exterior.

Qual a expectativa de retomada deste segmento para 2020?

As expectativas são muito boas, mas com cautela, pois a recuperação da economia do país será lenta.  As medidas que se iniciaram neste ano e o que se desenha para 2020 devem ser sentidas no médio prazo, e o mercado de seguros de Grandes Riscos pode experimentar um crescimento substancial em oportunidades de novos negócios.

Quais as áreas de mais interesse do grupo?

Entendemos que, em 2020, enfim serão iniciados os projetos de infraestrutura que o Brasil tanto precisa. Com isso, enxergamos muitas oportunidades para o nosso setor, com destaque para Surety, depois Engenharia e, por consequência, também os produtos de Property, Marine e Liability. Com a retomada do crescimento da economia, todos os produtos de Grandes Riscos terão uma perspectiva de novos negócios e crescimento.

Mundialmente, acredita que haverá capital disponível para o Brasil diante dos acidentes ambientais e política do atual governo com a polêmica sobre a Amazônia?

Sim, entendo que a capacidade de capital, de resseguro e de investimentos está mais ligada ao risco a ser segurado e ao crescimento econômico do País.

Como a tecnologia tem impactado as coberturas de grandes riscos?

Ainda não se sente no Brasil um impacto tão grande da tecnologia nas coberturas para Grandes Riscos, como nos seguros de Varejo ou Pessoais. Esse movimento está mais forte no contexto do desenvolvimento das seguradoras para fazer frente à rápida evolução que o mundo apresenta.

O grupo participa de alguma experiência com blockchain que já simplifica os contratos de multinacionais no Brasil?

Neste momento, não temos tido essa experiência.

Tokio Marine é a seguradora oficial da F-1 no Brasil, informa Valor Econômico

formula 1 seguro

Para cobrir riscos com a realização, infraestrutura, alimentação e segurança das mais de 150 mil pessoas que devem circular pelo Autódromo de Interlagos de sexta a domingo, a Fórmula 1 contratou US$ 100 milhões em coberturas com a Tokio Marine, escolhida seguradora oficial do Grande Prêmio Brasil 2019, informa o Valor Econômico.

O contrato foi fechado na terça-feira, 12, e tem como principal contratante a International Publicity (Interpub), organizadora do evento. A parte de resseguro ficará dividida entre IRB Brasil Re, XL Catlin Group (Reino Unido) e HDI Global (Alemanha), traz o Valor.

“Fizemos também a proposta de cobertura contra cancelamento do evento por questões incontroláveis, como chuva, desaparecimento de um piloto ou outra eventualidade do gênero. Mas isso ainda não foi aprovado”, afirma Felipe Smith, diretor executivo de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine.

Em outro texto, a jornalista Roseli Loturco conta que Dulce Thompson, corretora de seguros de entretenimento da empresa que leva o seu nome, é uma das brokers que estão envolvidas no milionário processo de seguros da Fórmula 1.

Há mais de 20 anos trabalhando com exclusividade para a F1, a corretora diz que, apesar de não ser obrigatório, o maior risco que a competição carrega para seguradoras e resseguradoras é o de cancelamento do evento por condições aleatórias, como a climática. “Este é o maior fantasma do produtor e do segurador de um grande evento porque perde o budget inteiro e tem que arcar com todas as despesas. Mas não é todo ano que os promotores contratam o seguro de cancelamento, que pode representar até 2% do custo total da produção do evento”, avalia Dulce Thompson.