Icatu Seguros alia proteção e reserva financeira em seguro

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Fonte: Icatu

A Icatu Seguros lança um seguro de vida que traz uma nova perspectiva aos seguros de vida com acumulação e flexibilidade. O primeiro produto no Brasil inspirado no Universal Life, que representa 44% do mercado de seguros americano. (Fonte: LIMRA, 2018). O Equilíbrio chega ao mercado reunindo prêmio nivelado, contribuição flexível e reserva financeira com rentabilidade garantida em um só produto.

A seguradora desenhou um produto com ampla flexibilidade para o cliente, seja na hora de escolher a vigência do seguro e na forma de contribuição: é possível pagar mensalmente, realizar aportes e trazer recursos de outros planos via portabilidade, essas contribuições compõem a reserva do cliente. Uma parte da reserva é utilizada para cobrir a proteção por morte, portanto o cliente pode ficar sem contribuir por um tempo, sem perder a proteção.

No Equilíbrio, os resgates podem ser parciais ou totais. Os resgates parciais são liberados à vista e não impactam no valor da indenização. Em caso de morte do segurado, além do capital segurado contratado, os beneficiários ainda recebem as reservas acumuladas.

Outro diferencial é que o valor das contribuições não aumenta com a idade, apenas é atualizado de acordo com a inflação. O produto possui o valor de proteção adequado para cada cliente e não possui limite máximo para definir o capital segurado a ser contratado. 

“O Equilíbrio é um produto inovador, que já estudamos há algum tempo para lançar no Brasil. Enxergamos um excelente potencial de mercado, pensando em um público que tem necessidades exclusivas”, afirma Luciana Bastos, diretora de produtos de Vida da Icatu. Vale lembrar que, segundo dados de mercado, apenas 19% dos brasileiros afirmam ter algum tipo de seguro de vida, enquanto a média global é de 32%, o que mostra o grande potencial que ainda pode ser conquistado nesse setor. 

Este produto foi feito para clientes que gostam de ter flexibilidade na forma de pagamento e querem um produto completo e transparente. Por este motivo sua venda será totalmente consultiva e feita por profissionais especializados. “A atuação do corretor na venda desse tipo de produto é fundamental. Ele precisa realmente ser um especialista”, explica Luciana. 

O processo de contratação do produto é 100% digital com realização de tele entrevista com profissionais qualificados para aceitação do seguro.

“O Equilíbrio é um lançamento que chega para revolucionar o setor, seja para o corretor que vai explorar um novo mundo de possibilidades de negócio, seja para o cliente que tem um alto nível de exigência e, muitas vezes, não encontra um produto que esteja alinhado com todas as suas necessidades de proteção e formação de reserva”, completa. 

Setor de seguros para pessoa física cresce 16,9% no terceiro trimestre

Mercado movimentou R$ 11,1 bilhões no período puxado pelo desempenho de produtos como seguro de vida, proteção financeira e seguro com coberturas para casos de doenças graves

Fonte: FenaPrevi

As contratações de seguros para riscos pessoais (seguro de vida, seguro de acidentes pessoais, prestamista, entre outras modalidades) somaram R$ 11,1 bilhões no terceiro trimestre deste ano. O valor é 16,9% superior aos R$ 9,5 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior, segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).

O seguro de vida individual obteve o maior crescimento relativo no período com expansão de 94,14% e prêmios de R$ 1,78 bilhão. No terceiro trimestre do ano passado, as contratações movimentaram R$ 915 milhões.

O seguro prestamista, que cobre o pagamento de prestações de compras no varejo no caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego do titular da apólice, também registrou forte expansão de julho a setembro. A modalidade apresentou crescimento de 23,17% frente ao ano anterior, com R$ 3,50 bilhões em prêmios.

A preocupação dos brasileiros quanto às despesas inesperadas com saúde também refletiu no desempenho dos seguros com coberturas para custear gastos com doenças graves. As contratações foram 18,70% superiores e os prêmios de R$ 261 milhões, contra os R$ 220 milhões do ano anterior.

Outro produto com resultado expressivo no terceiro trimestre foi o seguro auxílio funeral que acumulou prêmios de R$ 172 milhões, resultado 17,24% superior aos R$ 147 milhões verificados de julho a setembro de 2018. 

O seguro viagem também registrou crescimento expressivo no terceiro trimestre de 2019, com evolução de 10,24% prêmios totais da ordem de R$ 150 milhões. No mesmo período do ano anterior, movimentou R$ 136 milhões. 

O balanço da FenaPrevi mostra que as indenizações pagas aos segurados totalizaram R$ 2,6 bilhões, valor 4% superior aos R$ 2,5 bilhões registrados no terceiro trimestre de 2018.

Estadão: Governo Bolsonaro brigará na Justiça por fundo de R$ 8,9 bilhões do DPVAT

Consórcio Líder, que administra recursos, argumenta que dinheiro é privado e não público; governo federal discorda

Fonte: Estado de São Paulo

 Após decidir acabar com o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), o governo Jair Bolsonaro se prepara para travar uma briga judicial para ficar com o fundo de R$ 8,9 bilhões, o atual valor no caixa do seguro. Responsável por operar o DPVAT, o consórcio Líder argumenta que o dinheiro seria de natureza privada – e não pública.

Veja também: Seguradora prevê que fim do DPVAT vai afetar 314 mil acidentados em 2020

Em novembro, Bolsonaro assinou medida provisória extinguindo o “seguro obrigatório” para veículos a partir de 2020. O benefício garantia indenização de até R$ 13,5 mil em casos de morte, invalidez permanente ou despesas médicas por acidentes de trânsito dentro do território nacional causado por veículo registrado no Brasil.

Veja também: Consórcio responsável pelo DPVAT diz ter sido pego de supresa com MP de Bolsonaro

A decisão inspirou críticas e gerou dúvidas sobre o destino dos recursos acumulados na arrecadação do seguro. Por lei, 45% da receita do DPVAT têm como destino o Sistema Único de Saúde (SUS) e outros 5% vão para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Já a operadora é autorizada a ficar com 2% de lucro.

Em 2018, o DPVAT repassou R$ 2,08 bilhões para o SUS, segundo dados do Ministério da Saúde. Superintende da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira afirma, no entanto, que há tendência de queda na arrecadação e que o valor deve chegar a R$ 965 milhões neste ano – ou seja, menos da metade. O órgão é ligado ao Ministério da Fazenda.

“(O fundo) vem de cálculos de prêmios que eram feitos com base no ano anterior e, como tinha muita corrupção, o valor sempre ia aumentando. Depois, quando começaram as investigações de fraudes no DPVAT, o número de sinistros foi caindo assustadoramente”, diz Solange. “A sobra, hoje, é de R$ 9 bilhões e a gente está estimando que, acabando o DPVAT, R$ 5 bilhões vão ser devolvidos para o SUS.”

Segundo Solange, o valor garantiria repasses anuais ao SUS até o fim de 2025 – para o próximo ano, a previsão é que R$ 1,2 bilhão do DPVAT vá para a saúde pública. Por sua vez, o restante seria reservado para pagar indenizações de acidentes que ocorrerem até 31 de dezembro, já que a vítima ou a família tem até três anos para solicitar o benefício.

Para a superintendente, o período de cinco anos também serviria para o governo organizar a nova fonte do SUS, se necessário. “O SUS tem garantido pela Constituição o mínimo legal. A gente olhou o histórico e o gasto do SUS gira em torno do mínimo legal”, afirma. “Se o governo perde alguma coisa que faça falta, ele tem de remanejar.”

Antes que o dinheiro chegue ao Tesouro Nacional, o governo Bolsonaro acredita que terá de travar uma batalha na Justiça com a atual operadora do DPVAT. “Ela (a Líder) já avisou que vai judicializar a questão, mas eu não vejo espaço legal para algum juiz entender que esse dinheiro não é da população”, diz Solange.

“O governo faz uma cobrança pública, obrigatória, de recursos e transfere para o monopólio privado. Este monopólio privado é todo tabelado, até o lucro que ele pode ter é tabelado. O patrimônio da Líder, então, é de 2% do lucro”, afirma a superintendente da Susep. “Pode até discutir para onde devolve o fundo: se o Estado representa a população para recebe ou se eu tenho de bater na porta de cada um para devolver.”

Para que, de fato, o DPVAT acabe, a medida provisória precisa ser aprovada no Congresso Nacional em até 120 dias. Em caso contrário, ela caduca.

Questionada se pretende entrar na Justiça por causa do fundo do DPVAT, a Líder não respondeu. “O entendimento é de que estes recursos podem e devem ser utilizados em benefício da população com a elevação do valor das indenizações; em ações de prevenção a acidentes de trânsito; e para a melhoria da operação do Seguro DPVAT”, diz a nota. Segundo afirma, o valor das indenizações estão congelados há 12 anos.

Formado por 73 empresas, o consórcio diz que “vários juristas conceituados” defendem a posição de que esses recursos são de natureza privada. “Tal entendimento também foi registrado pelo TCU (Tribunal de Contas da União), em um Acórdão”, diz.

“Entendo que a relação estabelecida entre os proprietários de veículos e as seguradorasé de natureza privada. Em consequência, não há como afastar a natureza também privada dos recursos envolvidos nessa relação, notadamente daqueles voltados para a operacionalização do seguro”, destaca o comunicado, em trecho atribuído ao TCU.

Ainda de acordo com a Líder, as tentativas de fraudes representariam 2% do total de mais de 600 mil pedidos de indenização apresentados em 2018.

“Ao longo do tempo, usando inclusive modernos sistemas de inteligência artificial, aprimoramos o processo de prevenção e detecção de fraudes e reduzimos substancialmente as ocorrências e os pagamentos indevidos”, diz. “Os casos detectados e comprovados são denunciados às autoridades para investigação e aplicação das sanções previstas em Lei.”

Para Entender DPVAT: o que é e como funciona o seguro obrigatório? Entenda como acionar o DPVAT e confira os principais questionamentos sobre a indenização a vítimas de acidentes de trânsito 

Denatran vai emitir documentos de carro

Além de operar o DPVAT, a Líder é a responsável por emitir papéis usados para a documentação de veículos no País. Com o fim do seguro obrigatório, o Denatran deve assumir a função de emitir o licenciamento dos carros a partir de janeiro, segundo afirma a superintendente da Susep, Solange Vieira.

“Existia um convênio do Denatran com a Líder, para que a Líder emitisse o papel. Agora, eles é que vão ter de emitir”, afirma Solange. Para a superintendente da Susep, a mudança não deve enfrentar problemas com recursos. “Para a documentação de veículo, a taxa cobrada é sua, você quem paga. É R$ 4,15.”

Solange afirma, ainda, que o Denatran foi avisado da mudança. “Estamos fazendo um trabalho junto a eles”, diz. “A gente já mandou correspondência dizendo: ‘Olha, não esqueça que agora vocês vão ter que emitir o papel do documento do carro”.

Liberty Seguros destaca importância do corretor em vídeos institucionais

O presidente da Liberty Seguros, Carlos Magnarelli e o Vice-Presidente Comercial da companhia, Marcos Machini, gravaram uma mensagem para reforçar a importância do corretor mediante a possibilidade de aprovação da  MP 905/19. 

No vídeo, ambos executivos destacam como os corretores são essenciais para a sustentabilidade dos negócios da Liberty e como são indispensáveis para o contato com os clientes da seguradora, reforçando que a companhia continuará investindo para o desenvolvimento e reconhecimento destes parceiros. 

Além do vídeo com a declaração dos executivos, a Liberty também produziu outro vídeo, focado em ressaltar a relevância do corretor para o público final. O conteúdo será compartilhado nas redes sociais da companhia, enviado à base de clientes e também fará parte de uma campanha de marketing digital em torno do tema, a ser iniciada pela Liberty ainda esse mês. 

“Queremos que os corretores tenham certeza que sempre podem contar com a Liberty para crescerem suas carreiras e seus negócios. Continuaremos a investir nessa parceria tão importante e em 2020, traremos ainda mais novidades para nossos parceiros”, afirma Carlos Magnarelli, CEO da Liberty Seguros. 

D’Or Consultoria faz nova aquisição e amplia atuação no mercado

Fonte: D’Or

A D’Or Consultoria, empresa do Grupo Rede D’Or São Luiz especializada em seguros e benefícios, anunciou a compra da operação da Four Corretora, uma das mais sólidas companhias de Riscos Corporativos do Rio de Janeiro (Property, Financeiros e Benefícios). Além desses segmentos, a Four detém um grande volume de produção nas áreas de seguros de Óleo e Gás, Naval e Resseguros.

A aquisição faz parte da estratégia do Grupo Rede D’Or São Luiz, que, por meio da D’Or Consultoria, contará com a expertise e solidez da Four, atuante há mais de 30 anos no setor. Esse é um momento de expansão da D’Or, que já detém a posição de liderança em Benefícios.

“Essa expertise e longa trajetória de sucesso da Four, agora incorporada a nós, abre a possibilidade de oferecermos um serviço completo para os nossos clientes, já que amplia nosso escopo de atuação”, explica o CEO da D’Or Consultoria, Bruno Iannuzzi.

Na avaliação da direção da D’Or Consultoria, o impacto estratégico da aquisição é grande. Iannuzzi ressalta alguns números da D’Or Consultoria e afirma que a Four Corretora passará a entregar ainda mais qualidade em seus serviços. “Agregaremos a experiência, tecnologia e uma carteira com mais de 1.600 clientes, 1,8 milhão de vidas administradas, escritórios em quatro estados: São Paulo (capital e interior), Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia; e projeto para a abertura de filiais em Brasília e Recife”, reforça o executivo.

O CEO da Four Corretora, Joemir Ramos, destaca que, hoje, a Four acumula 90 milhões em volume de prêmios, possui uma carteira com 430 clientes, sendo 65% em Ramos Elementares e 35% em Benefícios. “A nossa expectativa é que com o suporte operacional e tecnológico da D’Or Consultoria, possamos ampliar com consistência e qualidade as nossas operações, consagradas por três décadas ininterruptas de prestação de serviços de excelência”, comemora.

Fechamento 2019 – Respaldado pelo maior grupo hospitalar da América Latina, a D’Or Consultoria prevê fechar 2019 com R$ 3 bilhões em prêmios. Com quatro anos de atuação, a D’Or Consultoria fez 13 aquisições, em especial no Rio de Janeiro, São Paulo (capital e interior) e Bahia. “Só nesse início de projeto, mais R$ 750 milhões em prêmios anuais foram incorporados. Apetite é o que não falta para continuar ampliando o nosso leque de atuação”, conclui Iannuzzi.

AceleraD’Or – A aquisição foi mais uma conquista realizada pelo modelo inovador de negócio, que permite à empresa atuar como uma aceleradora de pequenas e médias corretoras, gerando resultados expressivos em curto prazo. 

“As corretoras investidas contam com inovação tecnológica e suporte especializado nas mais diversas áreas da operação. Assim, conseguem vender mais e melhor, reduzindo custos, potencializando resultados e atendendo às empresas de diversos tamanhos, sem necessidade de estrutura própria”, explica o diretor responsável pelo programa, Carlos Alberto Oliveira.

Liberty Seguros busca startups para inovar na oferta de produtos

Empresas de todo o Brasil podem se inscrever, até o dia 13 de dezembro, para cinco desafios lançados pela companhia

O portal StartSe divulga que Liberty Seguros busca startups para inovar na oferta de produtos. Com o objetivo de transformar o mercado de seguros brasileiro, a Liberty Seguros criou o Open CoLab, seu programa de conexão com startups. Com a iniciativa, a companhia deseja aprimorar processos internos, ampliar a gama de clientes e oferecer um portfólio de produtos com mais benefícios.

Para isso, busca startups com soluções relacionadas a cinco desafios. Um deles é o de produtos para não segurados. A companhia deseja encontrar novos produtos e serviços relacionados aos seguros — como auto, vida e residência — e voltados para os clientes que não têm interesse nas ofertas tradicionais.

Além disso, a Liberty Seguros busca soluções para outros quatro desafios: meios de pagamentos, geração de ação preventiva/preditiva para redução de sinistros, redução de fraude e tecnologia para automação de processos. As inscrições para o Liberty Open CoLab vão até o dia 13 de dezembro. Podem participar startups com produtos e serviços relacionados aos cinco temas e  que estejam no estágio de MVP (Produto Mínimo Viável) desenvolvido e validado. Também são aceitas empresas que já estão operando no Mercado.

Natal da SulAmérica traz shows até 6 de janeiro no Largo da Batata, em SP

Fonte: SulAmérica

O show de Natal da SulAmérica continua no Largo da Batata, onde está a sede da companhia em São Paulo. Além do show de luzes (são 1 milhão de lâmpadas), a ação do grupo para alegrar quem passa pelo local traz seis shows diários, das 19h às 21h30, até 6 de janeiro. A programação musical preparada pela empresa ainda inclui a apresentação, no dia 20, de um pocket do musical Grandes Encontros da MPB, às 18h15, e da banda Galeria do Rock, às 19h30.

SulAmérica eleva comissão de corretor em previdência

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Fonte: SulAmérica

Os corretores parceiros da SulAmérica que trabalham com produtos de Previdência da companhia poderão ganhar ainda mais em comissão até o dia 26 de dezembro. A seguradora aumentou para 2,1% o valor pago ao parceiro sobre os aportes efetuados pelos clientes.

Entre as estratégias do corretor para crescer o volume de vendas em Previdência no fim do ano, a seguradora recomenda o incentivo ao cliente para o aporte dos rendimentos extras de fim de ano, ou parte deles, além de ressaltar a importância de se garantir um futuro financeiro tranquilo.

Carta de Conjuntura: 2019 comprova resiliência do setor de seguros

Apesar de cenário econômico desfavorável, estudo realizado pelo Sindseg-SP e Sincor-SP aponta crescimento de dois dígitos do mercado de seguros

Fonte: Sincor-SP

“O mercado de seguros brasileiro tem se mostrado resistente e flexível diante do momento econômico mais complicado do País, devendo, mais uma vez, ter crescimento real de receita neste ano”, é o que diz a última edição da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, produzida pelo Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros (SindsegSP) e pelo Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP).

Segundo o estudo, apesar do cenário desfavorável, o mercado de seguros deve fechar 2019 em alta. Um dos destaques é o segmento de pessoas, com taxas de crescimento acima de 10% ao ano.Nos ramos típicos de seguros, como automóvel, pessoas, residencial, empresarial, entre outros, a variação acumulada foi de 8% em valores até outubro. Já na separação, os ramos elementares registraram faturamento de R$ 6,4 bilhões, influenciados pela queda da receita do DPVAT. Os seguros de pessoas conseguiram registrar faturamento de R$ 3,7 bilhões até outubro deste ano. O segmento está crescendo acima de 15% nos últimos anos, superando a taxa de inflação.

Tokio Marine cria cobertura para carregadores de carros elétricos instalados em condomínios

Modalidades Condomínio e Residencial oferecem segurança aos equipamentos contra incêndio, danos elétricos, roubo e subtração de bens

Fonte: Tokio

A Tokio Marine acaba de disponibilizar, nos produtos Tokio Marine Condomínio e Tokio Marine Residencial, novas coberturas que garantem proteção a equipamentos de recarga de bateria para carros elétricos. O novo serviço está alinhado às mais novas tendências de mobilidade e a um projeto de cidade que mira em relações de consumo mais sustentáveis. 

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), até outubro foram vendidos 7,43 mil modelos de automóveis híbridos ou elétricos no Brasil, ante 3,97 mil em todo o ano passado. Como consequência desse mercado em expansão, muitos prédios e condomínios residenciais já estão considerando a instalação de pontos de abastecimento desde a sua construção. A adequação também é considerada um diferencial para os condomínios já existentes, a fim de atender a uma demanda cada vez mais comum entre seus moradores. 

“Em ambos os casos, há a necessidade de um investimento relevante para a aquisição e instalação dos carregadores, que, por consequência, demandam proteção. Trata-se de um patrimônio comum dos condôminos que diferencia o empreendimento e, a longo prazo, pode trazer conforto e praticidade aos moradores”, explica Arnaldo Bechara, Diretor de Precificação e RD Massificados da Tokio Marine. 

A partir de agora, tanto as apólices vigentes quanto as novas apólices do Tokio Marine Condomínio e Tokio Marine Residencial oferecem proteção contra incêndio, danos elétricos, roubo e subtração de bens, sem nenhum custo adicional aos Segurados. “São 50 mil condomínios e 250 mil residências em nossa carteira que já podem se beneficiar com mais essa proteção”, completa Bechara. 

Uma curiosidade, que comprova a proximidade da Tokio Marine com seus Corretores e a visão da Companhia para a inovação em seus produtos, é sobre como o serviço passou a ser estudado para inclusão no portfólio da Seguradora. A ideia partiu de um Parceiro de Negócios que já atendia um condomínio com a instalação do equipamento. “Isso mostra como estamos próximos dos Corretores e das Assessorias e, de fato, o quanto levamos em consideração suas avaliações. Eles são os agentes mais próximos dos Clientes, capazes de identificar com maior facilidade as necessidades diárias que se apresentam e é nosso compromisso desenvolver soluções cada vez mais aderentes, que muitas vezes antecipam demandas futuras de mercado”, ressalta o executivo.