BB Seguros patrocina Superliga 19/20

Marca estará presente em todas as partidas do campeonato

Fonte: BB Seguros

A BB Seguros entra para a principal competição do calendário do voleibol brasileiro como patrocinadora da Superliga masculina e feminina de vôlei 2019/2020 e estará presente em todos os jogos disputados. A marca irá aparecer nos adesivos de piso, nos dois fundos de quadra, e nas placas de publicidade expostas em todas as partidas. 

Para Fabio Mourão, superintendente executivo de marketing, clientes e planejamento comercial da Brasilseg, uma empresa BB Seguros, o patrocínio é uma oportunidade de fomentar o esporte nacional. “Nossa estratégia de patrocínio prioriza projetos de grande relevância que contribuam para incentivar o crescimento sociocultural, como é o caso do voleibol brasileiro. Essa é uma oportunidade de patrocinar um esporte apaixonante, que tem um histórico de conquistas”, comenta o executivo. 

O diretor executivo da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Radamés Lattari, destaca que a chegada de um patrocinador como a BB Seguros é motivo de orgulho. “Estamos muito felizes com a vinda de uma marca como essa, que chega para fazer a nossa Superliga cada vez mais forte. Essa é a principal competição do nosso calendário, onde estão alguns dos principais atletas do mundo, e contar com a BB Seguros a partir de agora nos deixa realmente extremamente orgulhosos”, disse Lattari. 

A Superliga masculina e feminina conta com quase 30 medalhistas olímpicos, entre eles nomes de destaque do voleibol mundial como Wallace, Tandara, Lucão, Fernanda Garay, Serginho, Thaísa, Lucarelli, Sheilla, entre tantos outros, além de receber cerca de 20 estrangeiros, que proporcionam uma troca de experiência enriquecedora para o campeonato nacional. 

Quatro jogos serão realizados já no dia 24 de janeiro pela Superliga feminina e serão os primeiros a exibir a marca da BB Seguros: São Paulo /Barueri (SP) x Flamengo (RJ), Fluminense (RJ) x Sesc RJ, e Itambé/Minas (MG) x Valinhos (SP), todos com transmissão ao vivo do Canal Vôlei Brasil, além de Pinheiros (SP) x Osasco/Audax (SP), que será transmitido pelo site Globoesporte.com. 

Fator Seguradora passa a vender RC para dentistas

Produto foi desenvolvido em parceria com AIO Corretora e com tecnologia da Dentalis 

A Dentalis,  especializada em softwares odontológicos, viabilizou a plataforma para a Fator Seguradora e a AIO Corretora venderem apólices de Responsabilidade Civil Profissional Dentistas (pessoa física e pessoa jurídica), com condições especiais, a partir do início deste ano, informa release da empresa.

O seguro de Responsabilidade Civil Profissional é uma das modalidades que mais crescem no mercado de seguros. “Falando especificamente para o serviço de dentistas, a procura subiu 30% nos últimos dois anos. O brasileiro passou a procurar cada vez mais seus direitos e com isso as reclamações sobre falhas na execução do serviço começaram a aparecer”, informa Mariana Bruno, gerente de subscrição de RC Profissional da Fator Seguradora. 

De acordo com Fernando Mustafá, diretor de relacionamento da ĀIO acrescenta que a corretora está sempre em busca de inovação. “A parceria com Dentalis e Fator Seguradora foi fundamental para conseguir viabilizar este projeto de comercialização do seguro de RC Profissional sob medida para cada dentista, através de um processo ágil, fácil e transparente para a proteção da reputação, carreira e patrimônio de cada profissional”. 

São mais de R$ 38 bilhões movimentados anualmente no segmento odontológico, com um crescimento de 7%, segundo dados do Conselho Federal de Odontologia (CFO). Aproximadamente 20% de todos os dentistas do mundo se encontram no Brasil. 

O risco de imprevistos torna o seguro viagem um investimento barato

Exames obrigatórios podem chegar a 10 mil dólares, e cirurgias de emergência variam de 30 a 100 mil dólares

Fonte: Omint

De acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), a busca por seguros viagem no Brasil cresceu 19,2% no último trimestre de 2019 em comparação com o mesmo período do ano passado.  Entre os motivos para essa mudança de mentalidade do brasileiro, estão a maior conscientização em relação aos acidentes e doenças que podem acontecer na viagem e a importância do suporte em caso de imprevistos, somados à compreensão dos valores praticados no exterior.

Ainda assim, trata-se de uma mudança de comportamento gradual. Por outro lado, com a alta do dólar e do euro, o seguro viagem muitas vezes é visto como um gasto adicional, cujo valor poderia ser revertido em passeios e alimentação na visão de muitos turistas. No entanto, em emergências – que vão desde um roubo ou furto e até mesmo um mal-estar súbito ou acidente – além dos gastos exorbitantes, há toda uma situação a ser administrada.

“Costumamos dizer que não se trata apenas de valores monetários, mas todo o cenário que a pessoa vive naquele momento. Muitas vezes ela precisa lidar com trâmites consulares, emissões de passagens urgentes, repatriações, contato com família para transmitir notícias, e quando ela viaja sozinha, sem apoio de qualquer amigo ou parente do país de origem, as coisas podem ficar até mais delicadas”, comenta Fabio Pessoa, head de Seguro Viagem na Omint. “Para isso, oferecemos um seguro viagem bem estruturado que, além das coberturas, fornece toda a estrutura de intermédio com hospitais, clínicas, companhias aéreas, órgãos governamentais e demais locais”.

O barato sai caro?

De acordo com o executivo, se o viajante visitar outro país sem um seguro viagem, com toda certeza. “Se o turista estiver nos Estados Unidos e sofrer um mal-estar, ele terá que passar por um atendimento médico de emergência em que ele vai desembolsar, em média, 1.900 dólares. Fora os exames, complexos, que podem ir de 4 a 9 mil dólares”, ressalta.

Segundo Pessoa, caso o viajante não tenha seguro viagem e esteja desprovido da quantia a ser paga na ocorrência, ele pode receber uma cobrança de empresas especializadas, mesmo após seu retorno ao país de origem. “Os Estados Unidos, por exemplo, contam com uma estrutura altamente profissionalizada. Enquanto o viajante não quitar suas dívidas, ele pode inclusive ter incidentes diplomáticos”, frisa o executivo.

Enquanto isso, na Europa, os países que fazem parte do Tratado de Schengen exigem cobertura mínima de 30 mil euros para o viajante adentrar no continente. “Mesmo que a Europa apresente sistema público de saúde, há gastos envolvidos. Em todo o território, o valor médio de atendimento é de 540 euros – sendo 495 libras no Reino Unido”, explica.

Verão no Hemisfério Sul, esqui no Hemisfério Norte

Com a chegada do inverno nos Estados Unidos e Europa, regiões como o Estado do Colorado e os Alpes europeus atraem milhares de turistas que querem desfrutar da neve e, consequentemente, esquiar. Segundo Pessoa, é uma das atividades que mais geram lesões e, por isso, é imprescindível que o turista esteja devidamente amparado pelo seguro viagem. “Caso o turista se machuque, dependendo da montanha, não tem como uma ambulância ir busca-lo: ele precisa de um helicóptero. Apenas um voo de descida pode custar 2 mil dólares. Além disso, há os custos com exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância, que são bastante dispendiosos: nos Estados Unidos, por exemplo, podem chegar a até 10 mil dólares”,  alerta.

O executivo ainda esclarece que “em condições como essas, também são frequentes os casos de lesões em membros inferiores, que precisam ser imobilizados. Com isso, o turista tem que voltar de primeira classe, uma vez que ele é inviável seu acondicionamento na econômica, e isso também mobiliza custos. Caso essas condições não sejam atendidas, ele sequer consegue autorização médica para embarcar, tampouco da companhia aérea”.

Pessoa ainda frisa que a Omint é uma das únicas companhias no mercado a apresentar a cobertura de esportes amadores já inclusa. “Esportes de inverno, praticados de forma amadora, não são cobrados como adicional pela Omint, o que assegura ao turista a certeza de contar com uma cobertura altamente qualificada, amparando-o nas mais diversas situações”, finaliza.

Liberty Seguros disponibiliza kit digital de boas-vindas para clientes de Residência

patricia chacon liberty inovacao

Com a expansão, todos os kits de seguros pessoais da companhia passam a ser digitais, com vídeos personalizados e todas as informações sobre o produto contratado

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros lança mais uma atualização do kit digital da companhia que dá as boas-vindas a clientes recém-chegados. O formato interativo, já disponível anteriormente para clientes dos seguros de automóvel e vida, passa a ser válido também para clientes residenciais, dando a eles todas as informações sobre o produto contratado, como as coberturas adquiridas, dados sobre o pagamento, acesso ao Espaço Cliente e informações sobre o Clube Liberty Momentos.

Para cada novo segurado, serão enviados dois e-mails, um com informações iniciais de apresentação, dados de seu corretor e dicas de como utilizar o seguro da melhor forma, e o segundo com todos os detalhes da apólice. Para isso, é importante que o e-mail do novo cliente esteja preenchido corretamente na emissão da apólice. O kit conta com um vídeo personalizado, que apresenta em pouco mais de um minuto todas as informações sobre o seguro contratado e segue o movimento global da companhia, com uma identidade visual moderna, divertida e simplificada. Além disso, o vídeo pode ser personalizado por cada corretora com seu logo no cabeçalho – junto ao logotipo da Liberty – e dados de contato dos responsáveis pela apólice, a fim de que a parceria entre corretora e seguradora fique cada vez mais clara para o consumidor.

“A expansão do Welcome Kit Digital para clientes dos seguros residenciais vai ao encontro dos objetivos da Liberty de facilitar cada vez mais a vida do consumidor, atendendo às suas expectativas de digitalização de serviços e oferecendo uma proximidade maior com a seguradora desde o primeiro contato”, pontua Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros.

Despesas de operadoras de saúde com usuários podem variar até 484%, aponta estudo

Pesquisa inédita da corretora It’sSeg revela a enorme discrepância de gastos com atendimentos de beneficiários em rede terceirizada e própria 

Fonte: It’sSeg

O alto volume de exames, consultas e terapias realizadas pelos usuários na rede terceirizada está impactando os custos dos planos de saúde. Uma pesquisa inédita da It’sSeg, terceira maior corretora de seguros do país especializada em gestão de benefícios, revela que o desembolso de despesas das operadoras de saúde com atendimento de beneficiários na rede terceirizada é 484% superior ao registrado na rede própria. 

O levantamento contemplou cerca de 165 mil vidas distribuídas em diversas  operadoras de planos de saúde (medicinas de grupo, cooperativas médicas e seguradoras), em 80 clientes da Its’Seg e com apuração de dados de setembro de 2016 a agosto de 2019.

Os objetivos dessa pesquisa foram identificar as médias dos exames e terapias geradas a cada consulta ambulatorial e o custo deste pacote de atendimento nos últimos três anos, além de avaliar a eficiência das redes verticalizadas das operadoras de saúde. Foram observados os custos de eficiência de 12 operadoras a partir das despesas geradas pelos beneficiários atendidos exclusivamente por redes próprias, terceirizadas ou por operadoras com ambos formatos de atendimento (terceirizadas e próprias).

O estudo apontou a operadora A, com rede exclusivamente terceirizada, como campeã em desembolso com despesas ambulatoriais com seus usuários, totalizando R$ 788,01. Em contrapartida, os gastos dos beneficiários da operadora L, que possui rede própria, foi de R$ 134,86, registrando diferença de 484,3%. Essa grande variação também foi notada na quantidade de exames e terapias realizados pelos usuários das duas operadoras. Na operadora A foram 4,58 exames e 0,80 terapias por consulta, enquanto que na operadora L foram 1,10 exames e 0,13 terapias por consulta.

“O número de redes total ou parcialmente verticalizadas tem crescido. Com hospitais e especialistas próprios, as operadoras acabam buscando melhoria em sua gestão, redução de custos, menor tempo entre a ocorrência do atendimento e o aviso dos sinistros, além de menores provisões. Essas estratégias têm ajudado essas redes a monitorarem seus indicadores e a compor custo de eficiência mais sustentável, medida extremamente necessária para a longevidade das operadoras”, explica Thomaz Menezes, presidente da It’sSeg.

Ao avaliar operadoras com perfil de comercialização similar, se observa que as despesas da Operadora F, exclusivamente de rede terceira, chegaram a R$ 190,97 e na operadora L, com rede própria, a R$ 134,86, apontando variação de 41,6%. O desvio é também observado na média de exames e terapias por consulta, que na Operadora F é de 2,30 e 0,47 e na operadora L 1,10 e 0,13, respectivamente.

Mas a menor diferença apontada na pesquisa apareceu entre os beneficiários atendidos totalmente pela rede própria das operadoras. As despesas da operadora K chegaram a R$ 144,02 e na L, R$ 134,86, apontando variação de 6,8%. E foi justamente nessa categoria onde também apareceram as menores quantidades de exames e terapias por consulta. Na K, 2,84 e 0,29, enquanto na L, 1,10 e 0,13.

“Essa drástica diferença de despesas e consequente volume de exames e terapias entre as operadoras mostram que as redes verticalizadas apresentam custo de eficiência bem mais satisfatório. É um indicador valioso e que serve de alerta para que outras operadoras revejam suas estratégias de negócios”, finaliza Thomaz Menezes.

IESS traça panorama da saúde da mulher no Brasil

Análise considera dados das beneficiárias de planos médico-hospitalares de 2013 a 2018

Fonte: IESS

A procura por mamografia teve um aumento relevante entre as beneficiárias de planos de saúde médico-hospitalares de 2013 a 2018. De acordo com a Análise da Assistência à Saúde da Mulher na Saúde Suplementar Brasileira, feita pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o total de exames desse tipo avançou de 4,8 milhões para 5 milhões entre 2013 e 2018, que acabamos de publicar. Alta de 5,1%. 

Mais importante, o levantamento mostra que a procura por mamografia cresceu justamente pelo grupo definido como prioritário pelo Ministério da Saúde, as mulheres com idade entre 50 anos e 69 anos. Para elas, o total deste procedimento subiu de 2,1 milhões, em 2013, para 2,3 milhões em 2018. Incremento de 7,3%. José Cechin, superintendente executivo do IESS pondera que apesar do resultado, essa faixa etária ainda responde por menos de metade dos exames desse tipo no País. “Os números demonstram que mesmo que aconscientização sobre o câncer de mama tenha crescido em decorrência de campanhas como o Outubro Rosa, ainda é necessário mais investimento em promoção da saúde das mulheres”, avalia. 

Enquanto o total de internações relacionadas ao câncer de mama avançou 19,7% no período analisado, passando de 34,9 mil para 41,7 mil, o de internações por câncer no colo de útero recuaram de 12,3 mil para 12,1 mil. Retração de 2,3%. Cechin pondera, entretanto, que é preciso fazer uma investigação mais aprofundada para entender se esse resultado é efetivamente positivo. “Entre 2013 e 2018, detectamos uma redução expressiva, de 6,8%, na procura pelo exame diagnóstico preventivo de câncer de colo de útero, conhecido como Papanicolau. Com isso, é preciso estudarmos mais detalhadamente a questão para entender se houve um recuo da incidência da doença ou se os casos estão sendo subdiagnosticados”, alerta. Em 2013, foram realizados 6,6 milhões de exames de citopatologia cérvico vaginal (Papanicolau). Já em 2018, foram 6,1 milhões. 

O Estudo do IESS ainda indica um expressivo incremento na utilização de métodos contraceptivos. O total de laqueaduras tubárias avançou 20,7% no período analisado, de 13 mil para 15,7 mil. Já o implante de dispositivo intrauterino (DIU) mais do que quadruplicou. Foram 40,2 mil procedimentos em 2013 e 167,7 mil em 2018. Alta de 317,2%. 

Até em decorrência desse comportamento, o levantamento detectou uma redução de 5% no total de partos no Brasil, de 535,7 mil partos para 508,9 mil. As cesarianas continuam respondendo pela maior parte dos procedimentos na saúde suplementar. Foram 425,9 mil ante 82,9 mil partos naturais em 2018. Ou seja, somente 16,3% dos partos são naturais. Vale lembrar, a meta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é de no máximo 45% dos partos sejam cesáreas e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que esse parto não responda por mais de 15% do total. Praticamente o oposto do registrado atualmente. “Apesar das metas estabelecidas, acreditamos que é preciso destacar que cada procedimento tem benefícios próprios e os casos devem ser avaliados individualmente em conjunto pela mãe e seu médico de confiança”, opina Cechin. 

Em relação a 2013, o total de cesáreas recuou 6%, passando de 453,2 mil para 425,9 mil. Já o total de partos naturais cresceu 0,5%, avançando de 82,4 mil para 82,9 mil. Os números, novamente, são referentes apenas aos procedimentos realizados na saúde suplementar. 

Susep abre consulta pública de autorregulação de corretores de seguros

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública, a minuta de Resolução CNSP que estabelece condições de constituição, organização, funcionamento e extinção de entidades autorreguladoras do mercado de corretagem de seguros, de capitalização e de previdência complementar aberta.

A inciativa da Susep tem como pilares eficácia, produtividade, flexibilidade e economia. A autarquia entende que a autorregulação trará a experiência e o conhecimento dos próprios corretores para o mercado de seguros. 

O agente econômico terá o controle da atividade e, com isso, o aprimoramento será constante. No que se refere à flexibilidade, o mercado e os consumidores também ganham com mais rapidez, processos menos burocráticos e, consequentemente, redução de custos de fiscalização e supervisão e também de processos judiciais. Cabe esclarecer que a medida Provisória 905/2019 retirou da Susep a atribuição de regular e fiscalizar os corretores de seguros, mas não retirou do CNSP as competências regulatórias relativas às autorreguladoras do mercado de corretagem, e nem da Susep a função de fiscalizar as suas operações. A consulta estará disponível até o dia 19 de fevereiro de 2020.

Viva Previdência fecha 2019 com rentabilidades de 14,51% e 19,34%

Aplicação estratégica em títulos vinculados à inflação e em ações resultou em ganhos expressivos para os planos da fundação, bem acima da meta atuarial. Para 2020, política de investimentos foi revista, em razão da baixa dos juros básicos

Fonte: Viva Previdência

Os planos administrados pela Fundação Viva de Previdência, entidade fechada de previdência complementar, voltaram a ter resultados extremamente positivos em 2019, superando de longe a meta atuarial e as principais aplicações no mercado financeiro. As estratégias de investimentos adotadas pela Viva no ano passado permitiram uma rentabilidade dos planos Geaprev e Vivaprev de, respectivamente, 19,34% e 14,51%, ante uma inflação pelo IPCA no ano de 4,31%.

O Vivaprev, principal plano da Viva, com cerca de 49 mil participantes, tinha como meta atuarial para o ano 8,72%. Já para o Geaprev, mais novo, que possui aproximadamente mil participantes, a fundação estipulou a meta de 8,86%, mas o ganho em ambos os planos foi bem superior. Para se ter uma ideia, investimentos tradicionais, como a caderneta de poupança e aqueles atrelados ao CDI (taxa de juros) renderam no ano passado apenas 4,26% e 5,96% respectivamente.

As posições dos títulos públicos vinculados à inflação (NTN – Notas do Tesouro Nacional) e da alocação em bolsa de valores (ações) foram os principais responsáveis pelos ganhos dos planos da Viva Previdência. Com isso, a fundação manteve o longo histórico de resultados expressivos nos últimos anos.

O Vivaprev, atualmente com patrimônio de R$ 2,8 bilhões, obteve em 2017 rentabilidade de 16,44%, ante uma meta de 5,89%. Em 2018, mais um ótimo resultado, o plano rendeu 12,55%, para uma meta de 7,31%.

O GEAPREV, por sua vez, entre 2017 e 2018, também obteve resultados acima das metas atuariais. No primeiro ano desse período, o plano alcançou 14,05% de rentabilidade, com meta de 6,15%. Em 2018, o resultado foi superior, rendendo 14,46%, para uma meta de 7,57%.

“Os excelentes resultados obtidos pela Viva nos últimos anos e, em particular, em 2019, demonstram a adequada administração dos recursos dos nossos participantes e assistidos. Importante destacar que a gestão das políticas de investimentos dos nossos planos é executada de forma colegiada pela diretoria executiva, com suporte de comitê especializado”, afirma o diretor de Administração e Finanças da Viva, Júlio César Alves Vieira.

Para 2020, a fundação alterou sua política de investimentos em função da queda da taxa de juros, com a Selic atualmente em 4,5% ao ano, menor nível da história, o que torna menos atraente as aplicações em renda fixa. Neste ano, a política de investimentos, aprovada no final do ano passado, pelo Conselho Deliberativo, prevê alocação indicativa de 70% em renda fixa e 22% em ações e, complementarmente, 8% em fundos de investimentos diversificados, com o objetivo de superar os indicadores referenciais.

Perdas econômicas por desastres naturais atingem US$ 232 bilhões em 2019

catástrofes

A lacuna de proteção, que é a parte das perdas econômicas não cobertas por seguros, foi de 69% em 2019 – a quinta mais baixa desde 2000

A corretora Aon, uma das maiores do mundo, divulgou o tradicional estudo Weather, Climate & Catastrophe Insight: 2019 Annual Report. O relatório revela que os 409 eventos de catástrofes naturais de 2019 resultaram em perdas econômicas de US $ 232 bilhões, 3% abaixo das perdas anuais médias deste século, mas 20% inferiores à década anterior. Desse total, o setor privado e os programas de seguros patrocinados pelo governo cobriram US$ 71 bilhões do total – 6% acima da média do século, mas significativamente abaixo dos US$ 157 bilhões em 2017 e US$ 100 bilhões em 2018. Isso significa a lacuna de proteção, que é a parte das perdas econômicas não cobertas por seguros, foi de 69% em 2019 – a quinta mais baixa desde 2000.

Os 12 meses em análise geraram perda econômica de US$ 41 bilhões e eventos de perda segurada de US$ 12 bilhões, com os dois eventos de seguro mais caros, o Typhoon Hagibis e o Typhoon Faxai, ocorrendo no Japão e causando US$ 9 bilhões e US$ 6 bilhões em perdas seguradas, respectivamente. O risco individual mais caro foi a inundação, que causou perdas econômicas globalmente de US$ 82 bilhões, precedido pelo ciclone tropical, com US$ 68 bilhões.

Do ponto de vista climático, 2019 foi o segundo ano mais quente já registrado para temperaturas terrestres e oceânicas desde 1851. Temperaturas recordes de 46°C foram observadas na França e 42,6C na Alemanha, enquanto o período de janeiro a maio foi o mais chuvoso em recorde nos Estados Unidos, com 399 mm de chuva.

Andy Marcell, CEO da Aon Resseguros, comentou: “Após dois anos consecutivos de desastres naturais em 2017 e 2018, houve várias catástrofes moderadamente grandes, mas uma forte capitalização permitiu que o setor de resseguros administrasse confortavelmente as perdas. No entanto, como os padrões socioeconômicos se combinam com fatores científicos, como mudança climática ou extrema variabilidade climática, os custos financeiros potenciais em jogo só aumentam, de modo que a construção de resiliência é fundamental “.

O período 2010-2019 marcou a década mais cara já registrada, com danos econômicos atingindo US$ 2,98 trilhões – cerca de US$ 1,1 trilhão a mais do que 2000-2009 e com a Ásia-Pacífico respondendo por 44%. Entidades de seguros públicos e privados pagaram US$ 845 bilhões durante a década, sendo os EUA responsáveis ​​por 55%.

Steve Bowen, diretor e meteorologista da equipe de Previsão de impacto da Aon, comentou que a maior solução da última década de desastres naturais tenha sido o surgimento de perigos ‘secundários’ anteriormente considerados – como incêndios, enchentes e secas – se tornando muito mais caros. “Pesquisas científicas indicam que as mudanças climáticas continuarão afetando todos os tipos de fenômenos climáticos e subsequentemente afetarão áreas cada vez mais urbanizadas.Como os setores público e privado equilibram o entendimento da ciência com soluções de negócios inteligentes, isso levará a novos avanços que diminuem o risco físico e melhorar a conscientização geral “.

INPAO cria pool para dividir perdas e ganhos em contratos odontológicos

O plano odontológico INPAO é a primeira empresa a ingressar em um pool internacional na área de Odontologia. Nessa estratégia de negócios, a empresa divide o risco da apólice com outras seguradoras. Em caso de prejuízo, o pool oferece a cobertura da operação. Divide também o ganho. No caso de a empresa ter um excedente econômico, que conta como lucro líquido, ela transfere uma parte para o pool, ou seja, com as empresas que estão dividindo o risco, e um outro percentual do excedente vai para o cliente, que pagará menos pela apólice ou, dependendo do caso, não sofre reajuste.  “Isso cria oportunidade para que muitas multinacionais comecem a ingressar na nossa carteira de clientes,”, explica Claudio Aboud, diretor Administrativo-Financeiro do INPAO Dental.