CCS-RJ Connection reunirá especialistas em assuntos que mais interessam aos corretores

Fonte: CCS-RJ

O Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) em parceria com o Educa Seguros reunirá no CCS-RJ Connection – que será realizado no dia 31 de março, no Centro de Convenções do Prodigy Hotel Santos Dumont – os principais especialistas em diferentes assuntos que interessam diretamente aos profissionais do mercado, especialmente nos processos de comercialização, inovação e relacionamento com os clientes. “Esse evento será um marco no fortalecimento do mercado de seguros, conectando todos os seus players, através de palestras e debates de temas relevantes trazidos por profissionais qualificados e de sucesso do setor”, afirma o presidente do CCS-RJ, Fabio Izoton.

Ele acrescenta que a programação inclui ainda a Feira de Negócios, o networking entre os participantes e o momento final de descontração, com “happy hour”. O foco do evento, que conta com o patrocínio de seguradoras, entidades de seguros e empresas parceiras do setor, é totalmente direcionado para o desenvolvimento profissional do corretor de seguros.

A programação contará com as presenças de expoentes do mercado, incluindo o ex-superintendente da Susep e atual presidente do Ibracor, Joaquim Mendanha de Ataídes, participante do painel que abordará o atual cenário do setor, ao lado do fundador do CQCS, Gustavo Doria, e do sócio da Aris Corretora, Thiago Fecher.

Também estão confirmadas as palestras do colunista dos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo e da rádio CBN, Pedro Doria, que abordará o tema “Como o digital está mudando o mundo”; do vice-presidente nacional da ABCOMM – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico Rodrigo Bandeira, que apresentará sua visão sobre a importância de conhecer o comportamento do consumidor.

A idealizadora do PACS – Programa de Alta Performance para Corretores de Seguros, líder e fundadora da MegaLuzz Negócios, Bruna Garcia, vai falar sobre resultados e vendas.

Já o sócio-diretor da LUCRUS Treinamentos de Alto Impacto, Founder e Mentor na MENTORCOR, Rodrigo Maia, especialista no desenvolvimento de pessoas com foco em competências relacionadas 

às estratégias do negócio, vai listar para os corretores de seguros presentes argumentos práticos para vender mais.

FEIRA. Outra atração será a “Feira de Negócios” com mais de 20 expositores. Entre os confirmados, estão: Allianz, Bradesco Seguros, ENS, Capemisa, Fator Seguradora, SulAmérica, Carglass, NotreDame Intermédica, MBM Seguros, Previsul e TGL Consultoria.

O encontro também tem o apoio institucional da ABCOMM, Aconseg-RJ, Fenacor e Ibracor, e a parceria da Educa Seguros.

Todas as informações sobre ingressos, programação e patrocínios estão disponíveis no site: https://ccsrj.com.br/connection. Acompanhe todas as novidades por meio das redes sociais do CCS-RJ:

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Instagram: https://www.instagram.com/ccsrj/

SERVIÇO |

Data: 31 de março

Horário: das 8h às 17h

Local: Centro de Convenções do Prodigy Hotel Santos Dumont

PROGRAMAÇÃO |

08h00 – Credenciamento (Faça seu check-in com antecedência, chegue cedo ao evento)

09h00 – Abertura – participação de Anderson Ojope (Educa Seguros)

09h10 – Conectando Pessoas – Fábio Izoton, Sonia Marra e Luiz Mário Rutowitsch

09h30 – Palestra – “Mude seus hábitos e transforme seus resultados”

– Objetivo: tirar o corretor da zona de conforto.

Bruna Garcia – Idealizadora do PACS – Programa de Alta Performance para Corretores de Seguros; Líder e fundadora da MegaLuzz Negócios, empresa criada e desenvolvida para transformar a realidade de pequenas, médias e grandes empresas por meio do seu principal ativo: pessoas.

10h20 – Feira de negócios

10h55 – Produtividade

11h05 – Painel – Mercado de Seguros: As atualidades

O INTERLOCUTOR

Gustavo Doria – Fundador da Essenius Inclusão & Conectividade e do CQCS – Centro de Qualificação do Corretor de Seguros (www.cqcs.com.br), que conta com mais de 90.000 inscritos e tem mais de 25.000 participantes ativos. Atua há mais de 30 anos no mercado de seguros, passou por algumas seguradoras, corretoras de seguro, inclusive Bankassurance, corretor de resseguros, 1º especialista no Brasil em Resseguro Saúde, com diversas formações no mercado Londrino e Americano.

A AUTORREGULAÇÃO

Joaquim Mendanha – Foi superintendente da Susep, presidente do Sincor-GO e diretor secretário na FENACOR. Atualmente, é o presidente do IBRACOR. Corretor de Seguros desde 1989. Graduado em Administração e Marketing pela Universidade Católica de Goiás (PUC- GO) e Pós graduado em Seguros e Resseguros pela ENS.

A LGPD

Thiago Fecher – Coordenador da Comissão de Seguros de Transportes do Sincor/SP, membro da cátedra de Educação em Seguros da ANSP, sócio da Aris Corretora de Seguros e ex-diretor de Cultura e Ética do Clube dos Corretores de Seguros do Grande ABC. É corretor de seguros e advogado com atuação voltada para seguros empresariais e de transporte. Possui experiência em análise e gestão de risco em empresas que possuem aceitação restrita no mercado de seguros e presta serviço de consultoria para outras corretoras de seguros sem expertise nestes ramos.  

INOVAÇÃO NO MERCADO DE SEGUROS

Silvio Andrade – Com mais de 18 anos de experiência como gestor de empresas de tecnologia. Silvio Andrade é focado em projetos digitais e inovação, se dedica cada vez mais em observar os impactos da evolução de novas tecnologias, o surgimento e atuação dos novos empreendimentos digitais.

12h00 – Almoço – Feira de negócios

14h00 – Oportunidades

14h10 – Palestra: Como o digital está mudando o mundo

TRANSFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS DO ÚLTIMO SÉCULO E LGPD

Objetivo: trazer um panorama do que está acontecendo no mundo

Pedro Dória – Co-fundador do Meio, uma startup de jornalismo que conta todo o essencial do dia em apenas 8 minutos. É também colunista dos jornais O Globo, O Estado de S. Paulo e da rádio CBN. Em suas palestras, trata do período radical de inovação que vivemos, juntando sua larga experiência com tecnologia digital, gestão, política e história. É autor de sete livros. O último é “Tenentes, A Guerra Civil Brasileira”.⠀

15h15 – Feira de negócios

15h50 – Transformação Digital

16:05 – Palestra: Você conhece o seu cliente? Entenda mais sobre o comportamento do consumidor

Objetivo: capacitar o corretor para identificar o cliente que está preparando para comprar

Rodrigo Bandeira – Vice-presidente da ABCOMM – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico. Formado em Publicidade e Propaganda, pela Faculdade FACHA, com MBA em comércio eletrônico da INFNET. O especialista é professor e palestrante da Escola de Negócios e Seguros (ENS).

16h55 – Sucesso na Prática

17h05 – Palestra – Venda, causa ou consequência? Como manter o foco mesmo diante das turbulências do mercado

Objetivo: oferecer ao corretor argumentos práticos para vender mais

Rodrigo Maia – Sócio-diretor da LUCRUS Treinamentos de Alto Impacto, Founder e Mentor na MENTORCOR. É especialista no desenvolvimento de pessoas com foco em competências relacionadas às estratégias do negócio. Também certificado em coaching pelo Integrated Coaching Institute.

18h10 – Happy Hour

Artigo: Direito aplicado ao seguro

Por Walter Polido, docente da Unisincor

O segmento de seguros apresenta crescimento acentuado no Brasil e tem acervo próprio, tanto de legislação como de regulamentação. Ambas não conhecidas de forma ampla pelos operadores do direito. A jurisprudência dos tribunais é também vasta neste setor e são muitas as questões que merecem estudos mais aprofundados sobre elas.

O contrato de seguro, embora um modelo tipificado pelo Código Civil, não é estudado nas faculdades de graduação em Direito no Brasil, sendo que os operadores se vêm, a cada dia, mais envolvidos com demandas dessa área, apesar de não possuírem conhecimento especializado. Essa realidade, a qual envolve muito mais os segurados, na medida em que as seguradoras dispõem de rede de profissionais especializados que as assistem, pode prejudicar os interesses envolvidos.

Os corretores de seguros, muitas vezes, se veem diante da necessidade de indicar advogado para seus clientes e também não encontram especialistas no setor, mormente em razão da localização, em cujas cidades não estão disponíveis cursos dessa área.

O contrato de seguro e seus vários ramos apresentam especificidades que não podem ser resolvidas apenas sob o olhar dos aspectos e da prática processual, na medida em que requerem conhecimentos especializados. Entre as diversas questões, estão presentes os princípios norteadores do contrato de seguro na atualidade, assim como o pensamento contratual vigente, o qual impõe limites objetivos de atuação na atividade securitária, não mais persistindo o domínio pleno da vontade da seguradora nas relações.

O Código de Defesa do Consumidor também tem forte influência no setor, sendo que as normas de interpretação dos contratos de seguros apresentam especificidades que requerem sejam absorvidas pelo operador do direito. Conhecer o contrato de seguro e o direito que o envolve, pode trazer vantagens profissionais aos operadores do direito, uma vez que o segmento tem forte presença na sociedade  contemporânea, com tendência de ser ampliado a cada dia. Importante, também, para o corretor de seguros adquirir esse tipo de habilidade, na medida em que profissionalmente ele deve prestar o melhor serviço possível aos seus clientes e também no momento crucial do sinistro, sendo que conflitos podem acontecer nas relações segurado-seguradora.

O tema direito do seguro não se limita, portanto, aos advogados. Os conceitos apreendidos pelos corretores de seguros durante a habilitação devem ser reciclados, com aprimoramento.

De modo a possibilitar o contato direto com essa matéria, a Unisincor-Conhecer Seguros criou o curso de direito voltado ao seguro, semipresencial e intensivo, buscando oferecer visão global da estrutura formal do contrato de seguro na atualidade, com ênfase nos dispositivos comuns a todos os tipos ou ramos de seguros, passando pela formação do contrato.

O curso trata, ainda, das práticas usuais do mercado nacional, inclusive sobre os conflitos jurídicos que elas podem refletir. Os módulos buscam analisar de maneira crítica as bases contratuais vigentes, com visão propositiva na busca de soluções adequadas ou, ainda, preventivas. Adicionalmente, proporcionará visão ampla sobre o Código de Processo Civil e sua aplicação específica no segmento securitário. Esse curso pode ser realizado por advogados e (ou) operadores do direito, corretores de seguros, peritos, reguladores de sinistros e profissionais de seguradoras.

ANS afirma que planos de saúde devem cobrir tratamento de coronavírus

SulAmérica decidiu oferecer a seus segurados acesso ilimitado a consultas por vídeo e ligação telefônica no período de alta proliferação

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou que está garantida a cobertura, pelos planos de saúde, de tratamento aos pacientes diagnosticados com o novo coronavírus, de acordo com a segmentação do convênio médico (ambulatorial ou hospitalar). Segundo o órgão, “o tratamento independe do resultado laboratorial e deve ser indicado a partir do diagnóstico clínico, feito pela equipe médica de atendimento”, ressaltou, em nota.

A ANS destacou, porém, que não está prevista a cobertura pelos planos de exames para detectar a Covid-19. Os exames estão a cargo dos laboratórios da rede pública. “O acompanhamento do Covid-19 segue os protocolos e as diretrizes do Ministério da Saúde, autoridade sanitária responsável pela resposta brasileira à doença”, ressaltou. A ANS acrescentou que está alinhada, participando das reuniões e colaborando na estratégia e disseminação de informações.

“Todos aqueles que estão em território nacional que forem enquadrados na definição de casos suspeitos, o que inclui os beneficiários de planos de saúde, terão o teste laboratorial para coronavírus realizado por um dos laboratórios públicos de referência”, acrescentou a agência. 

A coluna Painel S/A, da Folha de S.Paulo, registra que por causa do coronavírus, a SulAmérica decidiu oferecer a seus segurados acesso ilimitado a consultas por vídeo e ligação telefônica no período de alta proliferação.

A Bradesco Saúde informou que, em caráter preventivo, divulgou aos seus segurados, corretores e estipulantes uma cartilha educativa com orientações sobre a doença, as formas de transmissão, os principais sintomas e como se prevenir. “Estamos monitorando a evolução e aguardando eventuais novas orientações do Ministério da Saúde ou da ANS.”

Nancy Green, vice-presidente de Soluções de Commercial Risk da Aon e líder da força-tarefa COVID-19 da empresa, lembra que surtos ocorrem e “mesmo que não possamos prever quando e em qual escala, podemos nos preparar para o impacto”. Em um mundo conectado, onde negócios e viagens globais são a norma, surtos mundiais de doenças são inevitáveis. As empresas devem antecipar a ameaça e avaliar o impacto econômico e financeiro que uma doença pandêmica ou infecciosa pode ter em suas organizações.

As principais etapas incluem a atualização dos planos de gerenciamento de crises e continuidade de negócios, conforme necessário, e a implementação de planos de contingência e comunicação para lidar com o impacto de um surto. Compreender os possíveis impactos nas cadeias de suprimentos e mitigá-los conforme necessário também é essencial. Além disso, as organizações devem considerar como os métodos de transferência de risco, como o seguro, podem responder aos custos relacionados à pandemia.

Por fim, é importante lembrar que, em tempos de crise, nem tudo ocorre conforme o planejado. “Quando planos são testados por eventos como uma pandemia”, explica Green, “pode ser um mecanismo de força que reúne equipes para desenvolver ainda mais as capacidades, manter um bom ambiente de tomada de decisão durante uma situação em evolução e, finalmente, se preparar para o impacto, construindo um caminho para a resiliência juntos”, finaliza a executiva em post do grupo empresarial.

Artigo: Os impactos da longevidade no mercado segurador brasileiro

Nilton Molina MAG

Por Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon

No último trimestre de 2019, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou estudo que revelou, novamente, que estamos vivendo cada vez mais. Segundo o Instituto, a expectativa de vida média do brasileiro ao nascer em 2018 chegou em 76,3 anos. Esse resultado representa um aumento de três meses e quatro dias no intervalo de um ano. A boa notícia é que não vamos parar por aí. Segundo as estimativas demográficas, a expectativa é de que este indicador, projetado para o ano de 2042, supere os 80 anos de idade. É importante incluirmos ao debate outro dado relevante. Também segundo o IBGE, a expectativa de sobrevida média à idade alcançada de uma pessoa de 70 anos em 2015 é de mais 15 anos. Há 20 anos, ou seja, em 2000, esse mesmo indicador apontava para uma sobrevida média de 12 anos. Quando projetamos a análise mais para frente, especificamente no ano de 2060, a expectativa média de sobrevida para um indivíduo de 70 anos será de mais 17,5 anos. É a manifestação clara e evidente do fenômeno da longevidade.

Mas, afinal, de que país estamos falando? Enquanto especialista e estudioso em longevidade, previdência e demografia, afirmo sem sombra de dúvidas: deixaremos de ser um país jovem nos próximos 40 anos. Este cenário traz impactos para vários segmentos econômicos. Neste momento, no entanto, vou especificar a minha análise ao mercado em que atuo há mais de 50 anos: o de seguros de vida e de previdência, ramo que, segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), representou 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no período de janeira a novembro de 2019.

O primeiro aspecto da minha análise é o da previdência social. Eu posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que o fenômeno da longevidade exigirá reformas cada vez mais frequentes. A matemática é simples: se vamos viver mais, é preciso garantir o pagamento da chamada aposentadoria por mais tempo. Consequentemente, será fundamental, minimamente, contribuir por mais tempo. Adiciona-se a isso mais um ingrediente: a queda na taxa de reposição, fator que aliado às melhorias da saúde impulsionam a longevidade.

Isso revela uma oportunidade grande e única para o segmento de previdência complementar. No entanto, é preciso ressaltar uma questão importante. O esforço de poupança do brasileiro pensando a longo prazo, ou seja, para o futuro, mesmo na iniciativa privada, deverá ser ainda maior em volume e em tempo de contribuição para garantir a reserva financeira mais adequada na hora de desacelerar a rotina de trabalho.

Já quando olhamos o mercado seguro de vida, podemos visualizar algumas possibilidades de análises. Pelo ponto de vista dos produtos de risco de morte, a longevidade e o aumento da expectativa de vida da população favorecem diretamente que essas soluções fiquem, na verdade, mais baratas para o consumidor.

Quando temos tábuas atuarias mais atualizadas, o mercado pode oferecer seguro de vida cada vez mais competitivo, uma vez que o tempo de vida do indivíduo passa a ser maior, tendo impacto direto no preço. Ou seja, se tem a expectativa de viver mais, o cliente pagará mais tempo e, consequentemente, pagará um valor menor referente a esta proteção.

Outra questão é que as pessoas estão cada vez mais ativas. Dessa forma, permanecerão por mais tempo no mercado trabalho, o que tornará cada vez mais recorrente e crescente a contratação de produtos e soluções garantidoras da renda. São exemplos de seguros para esta finalidade o Diária por Incapacidade Temporária (DIT), Diária de Internação Hospitalar (DIH) e Renda por Invalidez.

O mercado de seguro de vida e previdência tem crescido ano a ano e de forma consistente. Não há dúvidas de que a longevidade, juntamente com a maior conscientização financeira da população e a estabilidade econômica, serão fatores que certamente contribuirão para alavancar ainda mais esta indústria e fazer com que esse segmento alcance patamares históricos.

Werner Suffert assume como VP executivo, financeiro e de RI do IRB Brasil RE

Suffert foi eleito pelo Conselho de Administração da companhia após as saídas de José Carlos Cardoso, presidente, e Fernando Passos, até então vice-presidente Executivo, Financeiro e de Relações com Investidores, ocorridas nesta quarta-feira

O administrador Werner Suffert é o novo vice-presidente Executivo, Financeiro e de Relações com Investidores do IRB Brasil RE. O executivo, que ocupou o posto de CFO e diretor de Relações com Investidores da BB Seguridade pelos últimos seis anos, também assume a posição de CEO interinamente, até a nomeação de um profissional para a função.

“Werner é um profissional extremamente qualificado, reconhecido e reputado pela sua trajetória, que será fundamental para a boa relação do IRB Brasil com os acionistas e mercados em geral”, diz Pedro Guimarães, presidente interino do Conselho de Administração do IRB Brasil, que completa: “Sua extensa experiência no setor de seguros será fundamental para a sequência da companhia, que trilha o caminho da solidez e dos bons resultados”.

Administrador de empresas com mestrados pela Fipe e Coppead/UFRJ, Suffert iniciou sua carreira no Banco do Brasil, onde atuou em diversas áreas. Na Brasilseg, foi membro do Comitê Financeiro, e presidente também do Comitê Financeiro na Brasilcap. Foi membro de diversos conselhos da Brasilprev, incluindo o de Administração. Na BB Seguridade, além de CFO, também foi CEO durante um breve período. Suffert também foi membro do Conselho de Administração do IRB Brasil até fevereiro deste ano.

Suffert foi eleito pelo Conselho de Administração da companhia após as saídas de José Carlos Cardoso, presidente, e Fernando Passos, até então vice-presidente Executivo, Financeiro e de Relações com Investidores, ocorridas nesta quarta-feira. Ambos apresentaram suas cartas-renúncia, que foram aceitas pelo Conselho.

Ação do IRB Brasil Re recua 32% nesta quarta

Isso significa uma perda de cerca de R$ 8 bilhões em valor de mercado em relação ao fechamento de terça-feira. Se considerarmos o ano, lá se foram R$ 18 bilhões

Triste mês para o IRB Brasil Re, que vinha há mais de um ano como a ação preferida de diversos analistas. Nao so por perder valor de mercado, como levantar muitos questionamentos sobre governança corporativa. As recomendações de compra do papel por bancos de peso, como BTG, Credit Suisse, Brasil Plural levavam em consideração o potencial do mercado de resseguros, mesmo sem perspectivas de investimentos em grandes projetos no Brasil, que é onde atua um ressegurador. Mesmo no exterior, o mar não está para peixe pequeno.

Os analistas também desconsideravam um importante indicador: a rentabilidade muito maior em comparação com seus concorrentes, que foi o pulo do gato para a gestora Squadra montar uma posição contra a valorização do IRB e assim ganhar quando a ação caísse. A posição vencia no dia 17 de fevereiro, mas foi renovada. E agora deve gerar lucro para a Squadra. E perda para boa parte dos funcionários do IRB que compraram acoes no IPO, em 2017.

Nesta quarta-feira, os papeis chegaram a despencar mais de 40%, diante de comunicado da Berkshire Hathaway afirmar que não é acionista da resseguradora brasileira e nem pretende ser. A queda foi atenuada quase no final do pregão, para recuo de 32%, a R$ 18,98, depois ter de atingido a mínima de R$ 16,31. Isso significa uma perda de cerca de R$ 8 bilhões em valor de mercado em relação ao fechamento de terça-feira. Se considerarmos o ano, lá se foram R$ 18 bilhões.

O conselho do IRB esteve reunido durante todo o dia, presidido pelo presidente da Caixa. É dada como certa a saída do CEO Jose Cardoso e do CFO Fernando Passos. O nome mais comentado para assumir como CFO é do diretor de finanças da BB Seguridade, Werner Suffert, que era membro efeito do conselho do IRB até o final de fevereiro, quando renunciou.

Cardoso assumiu o IRB em 2017, indicado pelos sócios Itaú, com 11,1%, e Bradesco, com 15,2%, por ser considerado um executivo que agregaria mais valor para o momento do IPO. Ele já tinha presidido o IRB anteriormente, substituindo Leonardo Paixão. Mas foi recolocado como vice-presidente, para que Tarcísio Godoy, que foi por pouco tempo secretário-executivo do Ministério da Fazenda e presidente de uma das seguradoras da Bradesco, assumisse.

No twitter, o assunto está em alta. Segundo operadores, se o valor da ação dobrasse desde o IPO até 2021, o trio presidente, CDO e risco Officer levaria R$ 62 milhões no Programa Superação, segundo postou o gestor Pedro Cerize. “Bônus tem que ser atrelado a resultados da empresa se não os executivos ficam determinados em fazer o valor das ações aumentar a qualquer preço”, citou uma fonte que pediu anonimato.

Certamente, caso realmente entrem novos gestores, haverá uma varredura para os dados financeiros não sejam mais questionados. Certamente esse assunto permanecerá na pauta dos investidores e dos jornalistas por mais um tempo.

CNseg recebe novos presidentes dos SINDSEGs

cnseg sindesegs

Reunião foi para inaugurar a segunda fase do projeto “Sinergias entre a Confederação e os Sindicatos das Seguradoras”

Fonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, reuniu-se no dia 2 de março com todos os novos presidentes dos oito Sindicatos Regionais das Seguradoras para inaugurarem a segunda fase do projeto “Sinergias entre a Confederação e os Sindicatos das Seguradoras”. O projeto objetiva alinhar as atividades das entidades para obter todas as sinergias que resultem em coordenação compartilhada da estratégia representativa ao nível nacional, padronização de procedimentos operacionais, redução de custos através da escala de contratações para todos e incremento da interlocução sistemática entre os entes representativos do setor segurador.

A primeira fase, já concluída, constou da harmonização de estatutos, publicação das diretrizes nacionais, instituição de regime de alçadas e constituição de comitê executivo das mudanças. O comitê, presidido pelo Presidente da Confederação, Marcio Coriolano, é também integrado pelo 1º Vice-Presidente e mais um Vice-Presidente da CNseg, respectivamente, Roberto  Santos e Gabriel Portella, pelos Presidentes dos Sindicatos Regionais das Seguradoras de São Paulo e do Rio de Janeiro e Espírito  Santo, respectivamente, José Rivaldo Leite e Antonio Carlos de Melo Costa, e dos Diretores Executivos Luiz Tavares e Paulo Annes, que também estiveram presentes no encontro, assim como os Diretores Executivos Alexandre Leal, Miriam Miranda e Solange Beatriz Palheiro Mendes.

Marcio Coriolano ressaltou e agradeceu o empenho dos Presidentes que encerraram suas gestões. “Eles participaram ativamente da primeira fase do projeto. Mais do que nunca, o atual ambiente de desafios para o setor de seguros exige essas transformações, que ampliarão decisivamente a nossa capacidade de representação setorial”, declarou o presidente da CNseg.

Os vice-eresidentes Gabriel Portella e Roberto Santos enfatizaram que as sinergias têm “mão dupla”, assinalando que a Confederação deve estar preparada para internalizar as avaliações e projetos próprios da atuação sindical, que melhor capturam as características e oportunidades ao nível local.

Essas avaliações dos três dirigentes da CNseg foram unânimes e contaram com a aprovação entusiástica de todos os presentes. “Agora, é colocar em prática todas as recomendações do projeto”,  continuou Coriolano, aproveitando, junto com Tavares e Paulo Annes, para endereçar os próximos passos da implementação das sinergias. A interlocução envolverá todas as diretorias executivas da CNseg, lideradas também por Alexandre Leal, Solange Beatriz, e Míriam Miranda, de modo a garantir  a integração e suporte operacional  aos Sindicatos e suas equipes.

O ambiente foi também de grande confraternização da equipe da Confederação com os Presidentes dos Sindicatos recém-empossados.

Veja abaixo os Presidentes dos Sindicatos:

– SINDSEG-BA/SE/TO  – Alexandro Luciano Barbosa, dirigente da Allianz Seguros

– SINDSEG-PR/MS  – Altevir Dias do Prado, dirigente da Bradesco Seguros

– SINDSEG-RJ/ES  – Antonio Carlos de Melo Costa, dirigente da HDI Seguros  

– SINDSEG-RS  – Guilherme Bini, dirigente da Mapfre Seguros

– SINDSEG-SP  – José Rivaldo Leite da Silva, dirigente da Porto Seguro

– SINDSEG-MG/GO/MT/DF – Marco Antonio Neves, dirigente da Sul América

– SINDSEG-N/NE  – Ronaldo Dalcin, dirigente da Tokio Marine

– SINDSEG-SC – Waldecyr Schilling, dirigente da Zurich Minas Brasil Seguros

AXA no Brasil tem novo diretor para a regional São Paulo

Gustavo Rey de Carvalho chega à companhia para ampliar parcerias com corretores e vê com bons olhos a competitividade da capital e o potencial das cidades do interior

Fonte: AXA

A AXA no Brasil anuncia o novo diretor responsável pela regional São Paulo, que abrange a capital e o interior do Estado. Com mais de 15 anos de carreira no mercado de seguros, Gustavo Rey de Carvalho tem vasta experiência em desenvolver estratégias e canais para o corretor e chega para contribuir com os planos de expansão da AXA no mercado de PME.
“A companhia está focada em expandir sua atuação em pequenos e médios riscos e a minha missão, junto com as equipes, é mostrar aos corretores os benefícios da parceria com a AXA. Nosso objetivo é crescermos juntos, estreitar o relacionamento com o mercado e entregar a melhor experiência para corretores e clientes”, afirma Gustavo, que já passou por empresas como Unibanco AIG, Allianz, Chubb onde contribuiu com o processo de fusão com a Ace e mais recentemente Mitsui.  

Berkshire, de Warren Buffett, afirma que não é acionista do IRB Brasil Re

“A Berkshire Hathaway Inc. atualmente não é acionista do IRB, nunca foi acionista do IRB e não tem intenção de se tornar acionista do IRB”, informa comunicado do grupo americano

Em um release curto e claro, a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, afirmou que não tem relações ou interesse no IRB Brasil Re, como insinuam fofocas de bastidores desde a época da realização do IPO do ressegurador brasileiro, em 2017, quando levantou R$ 2,003 bilhões.

“Há notícias recentes na imprensa brasileira de que a Berkshire Hathaway Inc. é acionista do IRB Brasil Re (“IRB”). Essas histórias estão incorretas. A Berkshire Hathaway Inc. atualmente não é acionista do IRB, nunca foi acionista do IRB e não tem intenção de se tornar acionista do IRB”, informa o release publicado no portal do grupo americano.

“A Berkshire Hathaway e suas subsidiárias participam de diversas atividades comerciais, incluindo seguros e resseguros, serviços públicos e energia, transporte ferroviário de carga, fabricação, varejo e serviços. As ações ordinárias da empresa estão listadas na Bolsa de Valores de Nova York, com os símbolos BRK.A e BRK.B.”, finaliza o texto.

O ressegurador foi destaque entre as quedas do Ibovespa (-8,72%, aos R$ 30,35), na segunda feira, e novamente perdeu 7,05% no pregão desta terça-feira, com a ação cotada a R$ 28,21. A derrocada começou com os questionamentos da gestora carioca Squadra em fevereiro, antes da publicação das demonstrações financeiras de 2019, sobre dados do balanço referente ao terceiro trimestre.

A ação voltou a subir no dia 27 de fevereiro, quando a Agência Estado publicou nota informando que a Berkshire Hathaway praticamente triplicou a fatia que detinha do IRB Brasil Re em fevereiro. “Entre os dias 6 e 18, o fundo aproveitou a baixa das ações da resseguradora – causada pelo entrevero com a gestora Squadra– para aumentar sua posição”, diz o texto. Neste dia, o papel chegou a subir 10% durante o pregão e encerrou com ganho de 6,66%, em R$ 34,13.

No entanto, a situação voltou a se agravar com a divulgação de que o presidente do conselho, Ivan Monteiro, havia pedido demissão. O Estadão também informou que a advogada Márcia Cicarelli, indicada ontem a ocupar uma cadeira no conselho fiscal do IRB Brasil, representa o Berkshire Hathaway no País. Ela é procuradora do ressegurador eventual Berkshire Hathaway International Insurance Limited no Brasil. “Não foi feito um pedido formal pela nomeação de Cicarelli por Buffett, mas o movimento é visto como de aproximação entre as empresas”, diz o texto.

Agora, com essa declaração da Berkshire, a situação deve se agravar para o ressegurador. A CVM, que já tem três procedimentos de análise do IRB, desde que a gestora Squadra questionou em carta a sustentabilidade dos resultados da empresa, deve abrir um novo agora que o grupo presidido por Warren Buffett publicou release negando seu envolvimento.

Vamos acompanhar o próximo capítulo.

Até que o Coronavírus seja declarado uma epidemia, clientes estarão protegidos

Esse é o posicionamento da Assist Card, empresa do grupo Starr Companies, que deve ser adotado por outras empresas de assistência e de saúde

A Assist Card, empresa do grupo Starr Companies, que tem como CEO mundial o lendário Maurice R. Greenberg, sai na frente no Brasil e traz uma boa notícia. Em nota, informa que até que o Coronavírus (Covid-19) seja declarado uma epidemia seus clientes estarão protegidos, com acesso a toda a assistência necessária, exceto em viagens realizadas a países restritos pela OMS (Organização Mundial da Saúde), como é o caso da China, por exemplo. Caso o passageiro queira reprogramar sua viagem por motivos relacionados ao Coronavírus, o produto está válido para ser ativado com a confirmação da nova data. 

A OMS informou hoje que não existe motivo para que o coronavirus seja declarado uma pandemia, principalmente na América Latina onde os casos são limitados. Mas a entidade alerta que todos precisam preparar planos em caso de uma transmissão maior entre a população. A entidade insiste que a proliferação em grande escala estava sendo registrada apenas em cidades chinesas, com casos fora do país asiático ainda podendo ser contidos. Isso, em termos técnicos, não representaria uma pandemia.

Segundo a OMS, já foram registrados 90.893 casos de coronavírus no mundo, com 3.110 mortes. A entidade afirmou que 12 novos países reportaram os primeiros casos e 21 têm apenas um caso confirmado. “As ações que esses países recém-afetados adotam hoje serão a diferença entre um punhado de casos e um cluster maior”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

O número de casos suspeitos de coronavírus no Brasil praticamente dobrou entre sábado e segunda. Já são 433 pacientes monitorados, segundo o Ministério da Saúde. Houve mudança de método na contagem. Até agora, dois casos foram confirmados, ambos de pessoas de São Paulo que tinham viajado para a Itália.

Um deles é funcionário da XP Investimentos, cliente da SulAmérica Saúde. Segundo comunicado interno da gestora, todos os funcionários que tiveram contato com o paciente estão sendo acompanhados e orientados por médicos especialistas e por enquanto nenhum apresenta sintomas da doença.  A companhia orientou ainda que todos os funcionários que estiveram em países da chamada “zona de risco” trabalhem de casa por pelo menos 14 dias. “Essa é uma medida de cautela e preventiva, com o objetivo de evitar uma eventual transmissão do vírus no ambiente de trabalho”.

O Coronavirus beneficia algumas ações da bolsa e prejudica outras. Segundo levantamento do Valor Economico, os papéis do Fleury, que lançou há duas semanas o teste para detecção da doença, subiram ontem 3,83%, para R$ 30,90. Na sexta-feira, o papel encerrou o dia com a maior alta do Ibovespa, de 2,7%. As ações da Alliar avançaram ontem 6,53%, negociadas a R$ 20,03, após a empresa informar que os laboratórios da marca CDB iniciaram a coleta domiciliar para o mesmo teste. Outros destaques do segmento, a Hermes Pardini fechou em alta de 3,79%, a R$ 29,84.

Nos cálculos de analistas do banco UBS, empresas como Notredame Intermédica, SulAmérica e Bradesco detém 50% de seus planos de saúde ativos nos Estados mais afetados. Assim, o banco prevê que o MRL (Medical Loss Ratio, em inglês) destas empresas deve ser alto, devido a procura dos pacientes por seus seguros de saúde. O MRL calcula a proporção do total de perdas incorridas em sinistros, somadas as despesas de ajuste e divididas pelo total de prêmios ganhos.

A Assist Card montou central para atender e orientar seus clientes por meio de sua central telefônica, aplicativo e/ou diretamente nos centros de atendimento, 24h por dia, durante 7 dias na semana, nos casos de dúvidas sobre o processo de remarcação de voos ou em relação a exames quando exista a suspeita de contágio. Toda a rede de prestadores de serviços e parceiros Assist Card seguem protocolos padronizados e estão preparados para ajudar os viajantes que eventualmente apresentem sintomas. 

“A Bradesco Saúde informa que, em caráter preventivo, divulgou aos seus segurados, corretores e estipulantes uma cartilha educativa com orientações sobre a doença, as formas de transmissão, os principais sintomas e como se prevenir. Estamos monitorando a evolução e aguardando eventuais novas orientações do Ministério da Saúde ou da ANS”, informou a assessoria de imprensa.