Itaú faz doação de R$ 1 bilhão para combater os efeitos do coronavírus

O Itaú Unibanco comunicou aos seus acionistas e ao mercado em geral a criação da iniciativa Todos pela Saúde. A iniciativa será financiada com a doação de R$ 1 bilhão e tem o objetivo de combater o novo coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade brasileira.

Caberá a uma equipe de sete reconhecidos especialistas a definição das ações a serem financiadas por esses recursos.

A atuação da Todos pela Saúde se dará por meio de quatro eixos:

  • Informar: orientação da população como campanha de incentivo ao uso de máscaras;
  • Proteger: testagem populacional e para profissionais de saúde;
  • Cuidar: apoio aos gestores públicos estaduais e de grandes municípios na estruturação de gabinetes de crise; capacitação e apoio aos profissionais de saúde; uso de telemedicina; ampliação da capacidade e eficiência em estruturas hospitalares referenciadas; compra e distribuição de insumos estratégicos, além da mobilização de equipamentos e recursos humanos;
  • Retomar: colaboração para o desenvolvimento de estratégias, visando a: retorno mais seguro às atividades sociais; e programas de monitoramento da população com risco elevado.

O Itaú Unibanco informa que quer ser parte da solução dessa grave crise. Nesse contexto, a iniciativa Todos pela Saúde soma-se a outras já anunciadas nas últimas semanas: cerca de R$ 250 milhões que têm sido direcionados a diferentes projetos de melhoria da infraestrutura hospitalar do país, além da produção e aquisição de testes, máscaras de proteção, equipamentos de saúde, kits de higiene e de alimentos.

CNseg divulga relatório de atividades de 2019

Estudo, disponivel no portal da confederação, destaca diretrizes e principais acoes das federações no ano

Detalhadas em 10 capítulos, as ações mais relevantes da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, das quatro Federações que a integram e do setor segurador, realizadas no último exercício. Elas estão sintetizadas no “Relatório 2019 – Confederação Nacional das Seguradoras”, disponível no portal cnseg.org.br. A publicação permite visão holística do setor e ratifica o compromisso da CNseg com a transparência de suas ações.

No primeiro capítulo, são destacadas as principais diretrizes institucionais da CNseg: ampliar a representação do setor segurador perante o Executivo, o Legislativo e o Judiciário; disseminar a importância estratégica do setor para o País e apresentar o setor, seus produtos e serviços,  como instrumento efetivo de desenvolvimento sustentado.

No segundo capítulo, o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, enfatiza o predomínio de um ambiente cada vez mais concorrencial, fruto da maior presença de multinacionais, da abertura dos canais bancários a produtos de distintas seguradoras e de inúmeros acordos operacionais entre competidores, ambiente esse que beneficia os consumidores. E apresenta balanço do desempenho superlativo do setor em 2019, com alta de 12,1% sobre 2018 e crescimento mais bem distribuído por diversos ramos de seguros.

Há um capítulo dedicado à agenda estratégica da CNseg para o triênio 2019/2022, expressa na “Carta de Ibirapuera”. São temas estratégicos expostos por ordem de prioridade. Outro avalia os aspectos regulatórios e da conjuntura econômica e os impactos de ambos sobre o setor segurador.

A publicação enumera os projetos de lei que foram acompanhados pela CNseg nos âmbitos federal, estadual e municipal em 2019 em razão dos impactos no mercado segurador; descreve as atividades jurídicas, que abrangeram proposições, manifestações, atendimentos ao Poder Judiciário, a órgãos públicos e consumidores; relata as ações para  um diálogo efetivo com a sociedade, acenando com informações qualificadas do mercado para melhorar o entendimento sobre seguros e tornar a compra de coberturas mais bem  compreendida. 

As iniciativas para fomentar e aprimorar o diálogo sobre o tema proteção do consumidor; o compromisso do setor com ações sustentáveis e no âmbito da diversidade; o processo de profissionalização do quadro funcional da CNseg; as soluções para aprimorar a precisão das informações necessárias ao desenvolvimento das atividades das seguradoras; a repercussão dos eventos promovidos pela entidade e os resultados proporcionados por sua comunicação estratégica são outros tópicos relevantes do Relatório.

O último capítulo “Setor unido e mais forte” é dedicado às Federações, que elencaram suas principais ações realizadas no ano passado.  A FenSeg focou em temas relacionados aos produtos para o ramo automóvel, à infraestrutura, ao seguro rural e ao combate à venda irregular de seguros. Já a FenaPrevi, motivada pela importância da Reforma da Previdência para a sociedade, reforçou seu compromisso com o desenvolvimento sustentável do País contribuindo de forma consistente para esse debate, oferecendo subsídios para melhor qualificá-lo. A estratégia da FenaSaúde, em 2019, foi reposicionar a imagem e amplificar o alcance das mensagens de interesse das operadoras de planos e seguros privados de assistência à saúde perante a opinião pública. Para a FenaCap, o destaque foi a atualização do marco regulatório para os títulos de capitalização, que já rendeu bons frutos para o segmento.

D’Or Talks traz série de debates e está disponível no Youtube

Programação trará assuntos relevantes durante a pandemia da COVID-19

Fonte: D’Or

A D’Or Consultoria estreou o D’Or Talks, série de vídeos semanais com especialistas que abordarão os mais diversos temas sobre saúde, durante a pandemia da COVID-19. O primeiro vídeo fala de saúde mental em tempos de isolamento e já está disponível no canal da empresa no Youtube.

A introdução ao tema foi realizada por Bruno Iannuzzi, CEO da D’Or Consultoria, que reforçou o objetivo dos debates. “O isolamento pode trazer muitas dificuldades e, pensamos neste formato para levar informações sobre qualidade de vida, em casa, com as nossas famílias, ao mesmo tempo em que nos desdobramos para garantir a continuidade e a evolução dos nossos negócios”, explicou o executivo.

A intermediação foi realizada por Guilherme Malaquias, psiquiatra e médico do Trabalho, e o primeiro convidado foi o psiquiatra, Victor Bigelli. “Não podemos separar o que é o corpo da mente, e essa pandemia evidencia essa necessidade. Às vezes nossa saúde mental está mais forte e, em outras, mais abalada e pode adoecer”, afirmou Bigelli, durante a primeira live da série D’Or Talks.

O especialista afirmou que o estresse e o medo são sentimentos naturais em um cenário como o que vivemos, em que houve uma mudança abruta, tanto individual como na sociedade. Durante a transmissão, ele indicou estratégias para combater esses sentimentos, que podem surgir com o isolamento. “Como resistimos a esse momento desafiador, como flexibilizamos nosso comportamento?”, questionou.

O público mandou perguntas em tempo real, debatendo-as com Bigelli, que frisou a importância do tratamento da saúde mental, com formas de prevenção e de enxergar o indivíduo existente em cada paciente. O vídeo completo da live está disponível em: www.youtube.com/watch?v=8GiYQcgoDec&t=2s.

Para não perder as próximas, inscreva-se no canal da D’Or Consultoria no Youtube e ative as notificações: youtube.com/dorconsultoria.

COVID-19: SulAmérica lança consulta médica e psicológica online para todos os beneficiários

sulamerica raquel

Médico na Tela é reforçado com centenas de profissionais de saúde e passa a fazer o atendimento médico completo, com possibilidade de prescrição

A SulAmérica anuncia duas novidades em telesaúde para reforçar o cuidado, o bem-estar e a segurança dos beneficiários de seguro saúde da companhia, especialmente neste momento de combate à pandemia do novo coronavírus (COVID-19). Desde o dia 9, os serviços Médico na Tela e Psicólogo na Tela, disponíveis no aplicativo SulAmérica Saúde, serão reforçados com centenas de profissionais de saúde e disponibilizados para toda a base de clientes, possibilitando atendimento médico e psicológico a distância. Com isso, os beneficiários terão acesso rápido e seguro a orientações de saúde, com comodidade e segurança, preservando o isolamento domiciliar. 

Médico na Tela – Com a liberação da teleconsulta pelo Ministério da Saúde no período de pandemia de COVID-19, o Médico na Tela, serviço inovador que permite aos beneficiários realizar videochamadas com médicos por meio do aplicativo SulAmérica Saúde, passa a permitir o atendimento médico completo, no formato de consulta online e com prescrição de medicamentos, exames, atestados e relatórios, quando necessário. 

Há duas formas de utilização: de maneira imediata, com os médicos de plantão, pelo aplicativo SulAmérica Saúde, ou agendada diretamente pelo beneficiário com o médico referenciado de sua preferência, que enviará ao paciente um link seguro da plataforma da SulAmérica para acesso à consulta. Além disso, durante todo o período de pandemia, a disponibilidade de acesso ao serviço será ilimitada. O beneficiário terá, inclusive, a possibilidade de retorno com o mesmo médico que o atendeu anteriormente, dentro dos mesmos prazos de uma consulta tradicional. 

“Nas últimas semanas, em virtude do cenário de proliferação do coronavírus, o Médico na Tela teve aumento considerável de procura. Praticamente o que atendíamos por mês estamos atendendo por dia. O que é muito bom, pois mostra que o isolamento domiciliar está sendo respeitado e as pessoas estão buscando nossos canais digitais para orientação confiável e segura de saúde”, explica Raquel Giglio, vice-presidente de Saúde e Odonto.

Com a ampliação do serviço, a SulAmérica reforçou o Médico na Tela com médicos de diversas especialidades, como pediatras e clínicos gerais, além de outros profissionais de saúde, como nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. Outra vantagem deste serviço é que o cliente pode dar continuidade a tratamentos de outras condições de saúde agudas (infecção urinária, queimadura leve, dor lombar) ou crônicas (hipertensão, diabetes, câncer). 

Psicólogo na Tela

Já o Psicólogo na Tela, que era de uso exclusivo para colaboradores da SulAmérica e de um pequeno grupo de empresas, agora está disponível para toda a base de beneficiários acima de 18 anos, em todo país. Trata-se de um serviço de psicoterapia por videochamada, de forma imediata ou agendada, diretamente pelo aplicativo SulAmérica Saúde. 

Com essa expansão, a SulAmérica busca oferecer aos clientes apoio e cuidado especializado em saúde mental, tão relevantes no momento em que estamos vivendo. Para ser atendido, o paciente precisa enviar uma foto do pedido médico pelo próprio aplicativo e aguardar a autorização. Na sequência, o beneficiário poderá, então, agendar a sessão com os psicólogos disponíveis, com a opção de acompanhamento contínuo com o mesmo profissional, se desejar. 

“Cuidar do corpo e da mente é importante em todos os momentos da vida. A melhor arma que temos para combater o coronavírus é ficar em casa, em isolamento social, mas sabemos que lidar com tudo isso pode ser desafiador. É por esse motivo que expandimos o Psicólogo na Tela para todos os nossos clientes, de modo que eles se sintam cuidados por completo”, explica Raquel Giglio.

Zurich promove “live” para debater a volatilidade em fundos de previdência

O debate acontece nesta segunda-feira, às 18 horas, no Instagram @zurichnobrasil)

A seguradora Zurich promove nesta segunda-feira, dia 13, às 18 horas, uma live na qual vai debater a volatilidade do mercado de fundos de previdência devido aos impactos do Covid-19. na próxima. Participam da conversa Fabiano Lima, diretor executivo de vida e previdência e Daniel Pegorini, CEO da Valora Investimentos. Conecte-se ao Instagram oficial da Zurich (@zurichnobrasil) e acompanhe este importante debate.

O tema está no ápice da ansiedade dos investidores, principalmente nos que aplicam em fundos de previdência, produto direcionado para o longo prazo. Até 2018, boa parte das aplicações se concentram vem fundos de renda fixa, Com o ciclo decrescente de juros, boa parte dos investidores correram para assumir riscos na busca de melhor rentabilidade para suas aplicações. Infelizmente, todos foram surpreendidos pelo derretimento da bolsa. O Ibovespa registrou desvalorização de 36,8% no primeiro trimestre por consequências da pandemia. Chegou a cair quase 50%, mas se recuperou.

A aposta era de que a economia brasileira avançasse 2% em 2020. Mas o Covid-19, que já contabiliza 1,2 mil mortes no Brasil e mais de 21 mil infectados, mudou tudo no mundo. A economia brasileira deverá ter uma retração de 5% neste ano por conta do impacto da pandemia do novo coronavírus, de acordo com a previsão do Banco Mundial. A estimativa consta de um novo relatório, intitulado “A economia nos tempos da Covid-19”, que está sendo apresentado neste domingo.

Segunda dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), os multimercados e os fundos de previdência tiveram resgates líquidos de R$ 5,1 bilhões e de R$ 3 bilhões, respectivamente, no mês, mas seguem com captações positiva de R$ 14,4 bilhões e de R$ 2,6 bilhões no ano.

No total da indústria de fundos, a crise desencadeada pela pandemia da Covid-19 gerou impactos, com resgates líquidos de R$ 31,2 bilhões em março. O saldo dos três primeiros meses de 2020 permanece positivo, com R$ 6,8 bilhões, mas representa queda em relação ao mesmo intervalo de 2019, quando foram registrados R$ 65,2 bilhões.

Os fundos de ações registraram captação líquida de R$ 8,3 bilhões em março, de acordo com o Boletim de Fundos de Investimento. No primeiro trimestre, a classe acumula entradas líquidas de R$ 45 bilhões, contra R$ 16,7 bilhões no mesmo período do ano passado.

Além da classe de ações, os FIPs (Fundos de Investimento em Participações) e os fundos cambiais tiveram aportes de recursos em março, de R$ 478,4 milhões e de R$ 790,5 milhões, respectivamente. Apesar das captações de R$ 5,1 bilhões e de R$ 4,9 bilhões no período, as movimentações dos ETFs (Exchange Traded Funds) e dos FIDCs (Fundos de Investimento em Direito Creditório) foram concentradas em fundos específicos.

Entre as classes com resgates em março, a de renda fixa foi a mais impactada, com R$ 42,9 bilhões. No primeiro trimestre, os fundos de renda fixa acumulam saídas líquidas de R$ 63,6 bilhões.

E agora, com juros em queda, bolsa volátil, economia caminhando para recessão, política ainda em descompasso… o que fazer? Tal cenário traz um acalorado debate pelos próximos meses. Não perca. Segunda-feira, às 18h, no Instagram da Zurich Brasil.

Telemedicina pode ajudar a diminuir a disseminação Da Covid-19

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Serviço de atendimento de saúde a distância evita a circulação de pessoas em hospitais, contribuindo para mitigar os riscos de contaminação

Fonte: Europ Assistance

Na segunda semana de março, o estado de São Paulo, o mais atingido até o momento pela pandemia da COVID-19, entrou em isolamento social. De lá pra cá, outros estados adotaram a mesma medida: diminuir o contato humano para diminuir também a expansão da doença. Com isso, recursos tecnológicos têm sido a principal ferramenta no atendimento às pessoas e, por sua vez, a Telemedicina, prática de atendimento de pacientes a distância, desponta como uma ferramenta que pode ser essencial para ajudar o sistema de saúde a atender seus pacientes.

Respaldada pela Resolução 1643/2002 – que define e disciplina a prestação de serviços por meio da Telemedicina no País – a prática que já tinha sua eficiência reconhecida na área médica, ganhou mais espaço e viu a demanda crescer após a disseminação dos casos de COVID-19. Além disso, conta agora com um novo projeto, em tramitação no Senado, que reforça as diretrizes e a importâcia do atendimento remoto.

O serviço é oferecido por companhias de assistência, como é o caso da Europ Assistance Brasil (EABR), piorneira em assistência 24 horas, que tem essa opção em seu portfólio. “Nosso produto possui duas modalidades: a Orientação Saúde, que é acionado por livre iniciativa do beneficiário e a Vídeo Consulta, que é quando o paciente é direcionado para o atendimento de um médico especialista”, exemplifica Luciana Volante, gerente executiva de Marketing e Produtos da companhia.

O produto pode, portanto, ser essencial na luta que o mundo todo vive hoje para combater a dissminação da COVID-19, pois evita que pessoas deixem o isolamento social para procurar ajuda médica, diminuindo não apenas a circulação nas ruas, mas principlamente em hospitais, espaços que podem oferecer bastante risco de contágio. “Não é incomum que as pessoas procurem hospitais com sintomas leves e acabem contaminados por doenças mais graves; nesse momento o risco é ainda maior, mas a Telemedicina pode mitigar isso”, alerta Luciana. 

No cenário da COVID-19, ter acesso a um serviço como esse evita, inclusive, que pacientes contaminados se dirijam até os espaços de saúde e permite ainda que eles possam começar, o quanto antes, o seu processo de quarentena sem ter entrado em contato físico com ainda mais pessoas. “Hoje, sabemos que não há como testar todos aqueles que apresentam quaisquer sintomas que possam ser similares aos provocados pelo novo Coronavírus; mas quando alguém com sintomas leves da doença é atendido remotamente, ele poderá ser orientado a tomar os cuidados necessários em casa,  evitando contaminar outras pessoas, inclusive profissionais de saúde, que tanto têm atuado na linha de frente dessa batalha para proteger a população”, reforça a executiva.

Na opção oferecida pela EABR aos seus parceiros, o beneficiário que esteja se sentindo mal – por qualquer motivo – pode entrar em contato com uma central 24 horas por meio de ligação gratuita, chat online ou aplicativo. Nessa primeira etapa, o atendimento é feito por um profissional de enfermagem que realiza a triagem e avalia a gravidade dos sintomas; essa triagem é um diferencial que a empresa oferece para não sobrecarregar o sistema, uma vez que ela permite orientações educativas e de autocuidado aos clientes. 

Caso os sintomas sejam mais complexos, o profissional de enfermagem encaminha o beneficiário à Vídeo Consulta. Essa etapa é realizada por médicos e também é feita totalmente online, permitindo, inclusive, que sejam prescritos tratamentos, exames e atestados. Apenas se esses dois níveis de atendimento não foremsuficientes para identificar o problema, o beneficiário é orientado a procurar atendimento presencial.

De acordo com dados levantados pela Europ Assistance Brasil, quando as pessoas não têm acesso a esse tipo de serviço, 54% delas acabam buscando atendimento em pronto-socorro de hospitais ou clínicas assim que sentem os sintomas. Com a triagem realizada pela serviço de Telemedicina, apenas 26% necessitam da consulta presencial.  

A Telemedicina é uma opção de atendimento preventivo de saúde de qualidade que tem na tecnologia sua grande aliada. A EABR tem fechado importantes parcerias para que esse produto possa alcançar a população de forma abrangente, com qualidade, eficiência e ajudando a achatar a curva de contaminação da COVID-19. “O isolamento social é a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que deve ser seguida para conter o vírus. Todos que puderem devem ficar em casa, mas tabém devem poder ter acesso a um atendimento de saúde de qualidade; a Telemedicina une as duas coisas e, contribuindo para a diminuição da circulação de pessoas, ajuda não apenas seus beneficiários, mas toda a população”, finaliza Luciana.

Estadão: Para liberar fundo bilionário, ANS exige que planos atendam os inadimplentes

Fonte: Estadão

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu exigir garantias de atendimento a clientes inadimplentes de plano de saúde durante a crise da covid-19. A medida é uma das contrapartidas para desbloquear cerca de R$ 15 bilhões do fundo de R$ 54 bilhões de reservas técnicas de operadoras do setor. Cerca de 50 milhões de brasileiros são atendidos por operadoras privadas de saúde e mais de 150 milhões dependem do sistema público, o SUS. Os diretores da agência aprovaram ontem um termo de compromisso com as operadoras para acertar também o pagamento a prestadores de serviço durante a pandemia. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), disse em 19 de março que o governo iria facilitar a liberação de ao menos R$ 10 bilhões do fundo.

Segundo fontes do governo, o termo de compromisso cria regras para que o recurso seja usado para equilibrar o mercado durante a pandemia. Prestadores de serviço, como hospitais e laboratórios, têm apresentado queda de receita, como resultado de esforços – cancelar cirurgias eletivas, por exemplo – para reduzir o fluxo nas suas unidades.

Na Justiça, também já surgem demandas para que os planos atendam clientes, mesmo que ainda não tenha sido cumprido o prazo de carência. O argumento é de que é preciso evitar sobrecarga no Sistema Único de Saúde (SUS), pressionado por causa da pandemia (mais informações nesta página).

A liberação de ativos deste fundo é pleito antigo do setor. A agência já sofreu forte pressão do governo no ano passado para facilitar o uso, mas não cedeu. Agora, os diretores entendem que é razoável liberar parte do fundo. “A Agência Nacional de Saúde faz com que os planos de saúde depositem um recurso, um dinheiro, que é a garantia, para, caso deixem de funcionar, paguem as pessoas. Esse fundo garantidor, desde 2012, 2013, 20% dele pode ser utilizado para a construção de hospitais, compra de equipamentos. E o setor vinha usando pouco esse recurso. A burocracia era muito difícil. Praticamente não mexeram com isso”, afirmou Mandetta em março.

A queda na receita também é vista em hospitais do SUS, que recebem recursos do governo federal conforme procedimentos executados. Para equilibrar as contas, o Ministério da Saúde decidiu repassar a média do que tem sido pago em períodos anteriores à pandemia.

Carência

O Ministério Público Federal quer ter acesso aos dados de custeio total do tratamento de infectados por covid-19, de testes de laboratórios realizados em domicílio e do tratamento em casa. Além disso, o MPF solicitou que os planos de saúde devem informar os clientes sobre todos os serviços de teleconsulta disponíveis e garantir o pleno acesso a eles. A telemedicina foi regulamentada em março e pode funcionar enquanto durar a pandemia. O atendimento deve garantir a privacidade do paciente, e os médicos estão autorizados a emitir atestados ou receitas desde que assinados eletronicamente e acompanhados de informações sobre o profissional.

PASI confirma primeiro pagamento de indenização de morte por COVID-19

Na tarde do dia 8 de abril, o PASI realizou o seu primeiro pagamento de indenização de morte por COVID-19. A indenização foi efetivada em menos de 24 horas após o recebimento da documentação. O segurado era do sexo masculino, possuía 44 anos e residia no Município de Mariana-MG.  Ele foi internado em um hospital do município de Nova Lima-MG e veio a óbito no dia 30 de março de 2020 por COVID-19, em exame detectável feito em um laboratório da rede pública na Fundação Ezequiel Dias – FUNED. O óbito foi confirmado e publicado no Informe Epidemiológico Coronavírus, pela Secretaria de Estado de Saúde de MG – COES MINAS/COVID-19/SESMG. 

O PASI ressalta que teve o suporte da corretora de seguros desde o primeiro momento após tomar conhecimento da ocorrência do óbito e, confirma que o comprometimento do parceiro foi fundamental para efetivação da indenização de forma ágil e simplificada. “ Num momento tão delicado e talvez único no mundo atual e principalmente onde a maioria das seguradoras se baseiam nas condições gerais para declinar um seguro, nós da Exclusive, a empresa e principalmente os familiares vimos um patamar muito mais elevado de atendimento em relação ao PASI. Muito além de um seguro de vida, a excelência operacional, a proximidade e a sensibilidade fazem do time PASI único, o que os coloca num nível acima.” afirma Marco Paulo Mascarenhas, CEO da corretora Exclusive Seguros. 

Além do PASI,  outras 25 seguradoras já aderiram à iniciativa do pagamento de sinistros de COVID-19, sem restrições aos segurados falecidos durante pandemia, mesmo tendo algumas a cláusula das Condições Gerais que exclui epidemia e pandemia.

HDI Seguros participa da contratação de 140 anestesistas para Hospital das Clínicas

Murilo hei

Reforço foi possível com projeto coordenado pelo BTG Pactual em parceria com Cosan, HDI Seguros, Advent, Aegea, Perfin e Alupar

Fonte: HDI

O BTG Pactual, Cosan, HDI Seguros, Advent, Aegea, Perfin e Alupar se reuniram em um projeto para contratar 140 anestesistas de reforço para o Hospital das Clínicas. O novo time chega na quinta-feira (9) e vai permitir o funcionamento de mil plantões extras por mês, o que equivale a quase 12 mil horas de serviço.

“Quando entramos em contato com o hospital, nos disseram que o gargalo era de anestesistas, por isso começamos por essa área”, explica Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual. “Estamos trazendo profissionais de hospitais privados que tiveram cirurgias eletivas canceladas, por isso podem atuar nessa causa”, complementa o executivo. No cenário atual da Covid-19, os anestesistas são particularmente ainda mais importantes pois são responsáveis por entubar e manter os pacientes sedados por longa permanência.

O banco e seus sócios já haviam anunciado na semana passada a doação de R$ 50 milhões para projetos de combate ao novo coronavírus. Agora, o valor do investimento social chega a R$ 55 milhões graças à captação com parceiros. Desse montante, R$ 7 milhões foram direcionados ao Hospital das Clínicas até o momento por meio de contratações e compra de materiais e equipamentos.

“Estamos comprometidos com diversas iniciativas de controle da pandemia de COVID-19 no Brasil. Nesse momento, em que o empenho e dedicação de todos é fundamental para conter o número de transmissão e apoiar as instituições e profissionais que estão à frente dessa luta, abraçamos essa iniciativa com o BTG. Valorizar o humano faz parte da HDI”, afirma Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros.

As pessoas que também tiverem interesse em contribuir com o HC podem doar pela conta que o BTG Pactual criou, especialmente dedicada ao hospital:

Banco BTG Pactual SA
CNPJ: 30.306.294/0001-45
Agência: 001
Conta: 2613669

Torneio Wimbledon, cancelado, tem seguro contra pandemia

Enquanto muitos contabilizam perdas, outros respiram aliviados. Por 17 anos, o clube pagou US$ 2 milhões para ter a cobertura de pandemia (totalizando US$ 34 milhões no período) e agora receberá US$ 141 milhões. Impressionante…

Há clientes que contratam seguro com cobertura para pandemia. Foi o caso do All England Tennis Club, administrador do Wimbledon, torneio mais tradicional da história do tênis. Segundo informa o jornalista Darren Rovell, no twitter, por 17 anos, o clube pagou US$ 2 milhões para ter a cobertura de pandemia e agora receberá US$ 141 milhões. Impressionante.

Segundo o portal www.actionnetwork.com, o All-England Lawn Tennis Club, que administra o Wimbledon, cancelou seu evento de 2020, em vez de adiá-lo, porque isso permitiu que ele recebesse um seguro contra pandemia.

Uma cláusula de pandemia semelhante é supostamente a razão pela qual o Royal & Ancient poderia sair relativamente incólume sem um campeonato aberto este ano, se quisesse, enquanto outros eventos que ainda não foram disputados estão e estavam mais inclinados a adiar.

Nem o R&A nem o All-England Lawn Tennis Club confirmaram os detalhes de suas apólices de seguro, embora uma porta-voz da AELTC tenha dito à The Action Network que ela poderia confirmar que o clube “sempre procurou comprar a melhor cobertura de seguro disponível”.

Mas a maioria das empresas esportivas não tem a sorte de ter um seguro contra pandemia; muitas delas contam com uma cláusula muito específica nos contratos: “força maior”. Esta cláusula destina-se a cobrir atos inesperados de natureza ou de Deus e pode absolver as empresas dos termos de um contrato.

Como a pandemia tomou conta do mundo, também houve buscas pelo termo “força maior” no Google: a última vez que o termo foi pesquisado foi há 16 anos, de acordo com os dados do Google.

O jornalista conversou com Jonathan Pray, sócio do escritório de advocacia de Brownstein, Hyatt, Farber Schreck, em Denver, sobre os meandros da cláusula de força maior e como as empresas esportivas diferentes podem usá-la se não tiverem um seguro contra pandemia, como Wimbledon. Acesse o link para ler o texto na íntegra.