Fundación Mapfre doa € 3 milhões para combate do coronavírus no Brasil

Mapfre ceo

Fonte: Mapfre

A Fundación Mapfre anunciou a doação de € 3 milhões (o equivalente a mais de R$ 16 milhões) para o enfrentamento da pandemia de covid-19 no Brasil. O valor terá como destino o apoio a iniciativas de autoridades governamentais e entidades de saúde, tanto de prevenção da disseminação do novo coronavírus quanto tratamento da infecção. 

“Em um momento tão complexo como o que passamos, precisamos nos unir em torno de boas iniciativas que garantam a saúde e o bem-estar de toda a população, e cuidar da nossa comunidade é o principal compromisso da Fundación Mapfre”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, representante da entidade no país e CEO da Mapfre Brasil. 

A companhia anunciará em breve os projetos que serão beneficiados com o montante. 

Covid-19 muda cenário do setor para pessimista

O indicador das seguradoras é o mais baixo desde março de 2016 (ou seja, há quatro anos), número ocorrido no momento mais crítico do processo de impeachment da ex-presidente Dilma

A pandemia mudou completamente as expectativas do setor de seguros. Nesse momento, o indicador das seguradoras é o mais baixo desde março de 2016, número ocorrido no momento mais crítico do processo de impeachment da ex-presidente Dilma, ressalta o consultor Francisco Galiza.

Em março de 2020, o segmento passou a ficar pessimista sobre o que pode acontecer nos próximos seis meses. Ou seja, indicadores abaixo de 100 pontos. A última vez que o índice cruzou esse limite foi em setembro de 2018.

Nesse momento, o indicador das seguradoras é o mais baixo desde março de 2016 (ou seja, há quatro anos), número ocorrido no momento mais crítico do processo de impeachment da ex-presidente Dilma.

Os acontecimentos ainda estão muito recentes e incertos, e o comportamento de tal tragédia influenciará diretamente o cenário e as previsões das empresas nos próximos meses.

Apólices de vida da Liberty Seguros cobrem Covid-19

liberty seguros

Com o avanço do Coronavírus, a Liberty Seguros vem trabalhando globalmente para assegurar a saúde e bem estar dos colaboradores, clientes e corretores. “Entendemos que o seguro tem um papel importante de amenizar as perdas de nossos segurados e de suas famílias, por isso uma das medidas que tomamos foi revisar os procedimentos e cláusulas dos nossos produtos de Vida”, segundo informou o grupo em comunicado.

As apólices de seguro Vida, a Liberty geralmente não faz a exclusão para pandemias, cobrindo a COVID-19. “Continuaremos a monitorar a situação e procurar soluções para que todos possam passar por esse momento com o menor impacto possível”, afirmou.

O grupo, premiado com um dos mais inovadores no Brasil, acredita e incentiva o modelo de home office desde 2014, observando muitos ganhos nas operações e serviços. Como medida de prevenção ao Coronavírus, dos 1.800 mil colaboradores, 80% já estão trabalhando remotamente. A operação de home office foi implantada desde a semana passada e o grupo trabalha para ter 100% da operação remota até o final de março.

A ação de implementação do home office envolve todas as áreas, incluindo a matriz em São Paulo capital e filiais de todo o Brasil. Inclusive, 73% dos colaboradores das áreas relacionadas a atendimento ao cliente já estão trabalhando remotamente, finaliza o grupo.

Valor Econômico traz especial sobre Seguros

valor seguros

O Suplemento traz um cenário da evolução do setor antes da crise do Covid-19 e o quanto a pandemia deve afetar as companhias em 19 textos produzidos pela equipe de freelancers e editado pelos editores do jornal

Assim como os mercados globais, que buscam uma direção diante da evolução da pandemia do coronavírus, o mercado segurador corre contra o tempo para proteger funcionários, clientes, parceiros e acionistas. Os números de infectados e mortes pela pandemia de coronavírus segue aumentando na Europa e nas Américas, enquanto governos e bancos centrais ao redor do mundo continuam disparando munição contra os efeitos econômicos da Covid-19. As bolsas asiáticas e europeias caem, o petróleo opera na mínima e o dólar sobe.

O número de casos confirmados de Covid-19 em todo o mundo chega a 723.700 na manhã desta segunda-feira, incluindo 143.025 nos EUA. No Brasil, o número de mortes pelo vírus chegou a 136 ontem no país, segundo o Ministério da Saúde. No entanto, a briga política tem atrapalhado o ordenamento de uma politica capaz de mitigar os efeitos da doença e da economia.

Independentemente disso, as empresas do setor de seguros adotam medidas para gerenciar tamanho risco, que cresce a cada dia, afetando a todos. Veja abaixo um resumo das 19 matérias publicadas no especial de Seguros do Valor Economico, que podem ser lidas na íntegra por assinantes no portal ou na edição impressa que circula nesta segunda-feira.

Cenário– A indústria de seguros começa a fazer as contas dos estragos da pandemia do coronavírus. A paralisação de importantes cadeias de produção, o fechamento de comércios, a adoção de medidas de isolamento social e a perspectiva de recessão da economia, perda de renda da população e aumento do desemprego tendem a impactar diretamente na geração de prêmio em 2020. E, embora a pandemia seja um risco excluído da maioria das apólices, haverá impacto na sinistralidade e no aumento de indenizações em algumas linhas de negócios.

Pandemia – Ainda é cedo para mensurar os impactos da crise provocada pelo coronavírus sobre as companhias de seguros e resseguros internacionais, dizem os analistas. Mas a pandemia já começa a provocar alterações de ratings e perspectivas. “O coronavírus é único em seu escopo e complexidade de possíveis perdas, e a incerteza em relação aos impactos de curto prazo exacerba ainda mais a situação”, diz em um comunicado a agência de rating AM Best. Em 16 de março, a agência revisou para negativa a perspectiva da indústria de seguros de vida e renda (annuity) nos Estados Unidos, explicando que as condições econômicas atuais são mais propensas a afetar os balanços patrimoniais desses segmentos do que os de outros ramos, como propriedades, acident es ou de saúde.

Auto – As mudanças de comportamento trazidas pela Geração Y, que não enxerga mais o automóvel como um objeto de desejo, desafia as seguradoras que atuam na modalidade “autos”. “O cliente deseja tecnologia, aplicativos que o auxiliem na condução e na redução de riscos, quer coberturas enxuta no padrão de suas necessidades”, afirma Walter Pereira, presidente da comissão de automóvel da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

Investimentos – Preparando-se para atuar num cenário de juros baixos por um longo tempo, as seguradoras brasileiras estão tomando iniciativas para melhorar as suas operações e as experiências dos segurados. Por meio do controle de despesas e sinistros e do investimento em novas tecnologias, elas buscam contrabalançar a perda dos resultados financeiros. Se, no passado, estes eram tão elevados que costumavam mais do que compensar ineficiências, hoje isso já não é mais verdade.

Fundos – A alta volatilidade no mercado acionário nas últimas semanas levou os principais fundos de previdência em ações, balanceados e multimercado a acumularem perdas expressivas, que anularam todo o ganho que vinham obtendo no ano. Na categoria previdência ações indexadas, o tombo de janeiro a 18 de março foi superior a 40%. Já o previdência balanceado com exposição em ações acima de 49% dos ativos caiu quase 30%. Mesmo os fundos balanceados até 15% encolheram 5%, e o produto que vinha se tornando o ‘queridinho’ do setor, o multimercados, na sua classificação livre, teve 7% de seu patrimônio reduzido.

Previdência– Com 90% dos funcionários em home office e foco na comunicação com os clientes, a Brasilprev, que detém a maior carteira de previdência privada do país, espelha bem o momento que o setor vive. A indústria tenta minimizar os impactos financeiros e físicos que a disseminação mais acelerada do coronavírus trouxe para o mercado de capitais e para a economia como um todo. Este é, segundo seus participantes, um dos cenários de maior estresse e imprevisibilidade já experimentados.

Risco Cibernético – No dia 6 de março, cinco dias antes de o coronavírus ainda ser reconhecido como uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde, a agência americana que cuida da segurança cibernética dos EUA (CISA) distribuiu um comunicado alertando que todos ficassem atentos a possíveis ataques cibernéticos por meio de e-mails com anexos ou links que direcionavam os internautas a sites fraudulentos, que podiam coletar dados sigilosos ou pediam doações para vítimas da covid-19. Uma semana mais tarde, o hospital universitário da cidade de Brno, na República Tcheca, que faz testes para o novo vírus, sofreria um ataque cibernético que o obrigaria a desligar todos os seus sistemas e transferir pacientes para outras instituições.

Seguro Cibernético 2 – A proximidade da entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), prevista para agosto, está impulsionando a contratação de seguros contra riscos cibernéticos por parte das empresas. O mercado aposta no potencial desse tipo de proteção não só porque a lei estabelece pesadas multas em caso de vazamentos de dados, mas também porque o crescimento da utilização da tecnologia vem acompanhado do aumento dos riscos de ataques cibernéticos.

Insurtech  – As insurtechs prometem novo fôlego ao mercado segurador brasileiro e o total de parcerias com as grandes seguradoras é crescente. Cristiano Barbieri, vice-presidente de estratégia digital, inovação e tecnologia da SulAmérica, diz que a seguradora mantém atenção constante em startups que ajudem a resolver problemas nos principais ramos de atuação, entre eles, seguro saúde. Um exemplo é a parceria com a Docway para atendimento médico em domicílio para beneficiários de planos de até 12 anos e acima de 65. Disponível em 50 cidades brasileiras, a ferramenta é voltada para casos não emergenciais.

Tecnologia – Fornecedores de tecnologia estão despachando para o mercado segurador soluções de gestão de contratos, serviços on-line que desafogam as demandas dos call centers e softwares que identificam novos perfis de consumidores e não clientes (prospects). Para fechar mais negócios, direcionam as ofertas para seguradoras de médio porte, menos automatizadas, e apostam em ferramentas de produtividade que podem acelerar a contratação de apólices. Em alguns clientes, o prazo foi reduzido de oito para um dia. “As seguradoras querem soluções que as diferenciem da concorrência e garantam um melhor atendimento para o usuário final”, analisa Daniel Domeneghetti, CEO da consultoria de tecnologia E-Consulting. Também investem para entender os hábitos dos consumidores e ganhar agilid ade na c onclusão de sinistros e reembolsos, diz.

Inovação  – Os números globais fazem parte de um levantamento da consultoria IDC e da Liferay, fabricante americana de software. O estudo indica um impulso nas compras de sistemas ligados principalmente à melhoria da experiência do cliente. As ferramentas mais procuradas nos próximos dois anos devem ser baseadas em inteligência artificial (IA), com alta de 225 % no período, além de projetos de computação em nuvem (123%), internet das coisas (84%) e big data (68%). No Brasil, a Sompo Seguros investiu cerca de R$ 260 milhões em desenvolvimento e melhoria de recursos de infraestrutura entre 2018 e 2019, de acordo com Guilherme Muniz, diretor de inovação e tecnologia. A equipe trabalha alinhada às áreas de negócios para acelerar projetos que melhorem a experiência do cliente e auxiliem os corretores no aten dimento, diz.

Plataformas digitais – Depois dos comparadores on-line de seguros, as startups avançam em plataformas digitais para venda de produtos como seguro de automóvel e proteção para celulares e bicicletas. Segundo levantamento da empresa de inovação aberta Distrito, em parceria com a KPMG, há 113 insurtechs no Brasil, avanço de 47% em relação ao mapeamento anterior, de 2018. Muitas dessas empresas têm parceria com grandes seguradoras e não querem acabar com a figura do corretor na venda dos produtos.

Bancos Digitais – Seguro é tido como um dos produtos essenciais na estratégia dos bancos digitais e fintechs, que buscam a rentabilidade desde o começo de suas operações enxutas e totalmente digitalizadas. XP Investimentos e Banco Inter afirmam que a operação de seguros já nasceu rentável por usufruírem da plataforma do banco que já estava consolidada. “A atuação da XP em seguros segue a lógica da gestora: criar produtos que o mercado não oferece, vender somente aquilo que compraríamos e ajudar nossos clientes com proteções que agregam valor ao planejamento financeiro”, diz Roberto Teixeira, presidente da XP Seguros. Apesar de ter uma seguradora, a maior gestora de investimentos do Brasil oferece produtos de outras companhias, como Icatu, SulAmérica, Zurich em previdên cia, e P rudential, MetLife, MAG Seguros, Tokio Marine e também Zurich em vida. “Temos um portfólio completo em vida e previdência, e está no nosso radar expandir o leque de produtos para a nossa base de clientes.”

Varejistas – As redes varejistas que estavam otimistas com a retomada forte das vendas de seguros em canais físicos e virtuais perderam um pouco o fôlego com o fraco desempenho verificado desde o fim do ano até fevereiro. Agora, com o cenário mais cinzento por causa da pandemia do coronavírus, as estratégias e expectativas de faturamento serão revistas. Apesar de implementarem um esquema de “guerra” para segurar as vendas com o período de quarentena, a incerteza quanto a emprego e renda dos trabalhadores acende um sinal vermelho nas expectativas de todos.

Infraestrutura – A disparada do dólar, o fechamento de atividades para atenuar a pandemia de coronavírus e a consequente queda de demanda estão deixando os setores de infraestrutura e o de seguros em alerta máximo. Seguradoras, concessionárias e escritórios de advocacia estão analisando os contratos de concessão e Parcerias Público-Privadas (PPPs) assinados e as apólices firmadas a fim de avaliar os próximos passos. A retração da demanda é considerável, o que poderá levar à discussão sobre a existência de um “caso fortuito” ou de “força maior”.

Concessões – Governo federal e Estados tinham uma ambiciosa agenda de projetos de concessão. Mais de 20 ativos poderiam ser licitados neste ano, com destaque para a via Dutra, rodovia que interliga São Paulo e Rio de Janeiro e que deverá contemplar R$ 30 bilhões em investimentos durante os 30 anos de contrato; e a realização da sexta rodada de concessões de aeroportos para ampliação, manutenção e exploração de 22 terminais, distribuídos em três blocos e investimentos de R$ 6,7 bilhões. Juntos, os terminais respondem por 11% dos passageiros pagos movimentados no mercado brasileiro de transporte aéreo.

Pandemias passadas – Globalmente, mais de 400 epidemias e pandemias foram registradas nas duas últimas décadas. Entre 2001 e 2016, elas causaram perdas econômicas de US$ 197,7 bilhões, conforme estudo da consultoria de riscos Marsh. No Brasil, a epidemia do zika vírus gerou prejuízo de US$ 16 bilhões (cerca de R$ 80 bilhões, em valores atuais) na atividade econômica local. Parte do rombo é decorrente da perda de produtividade nas companhias, com redução de força de trabalho, interrupções nas cadeias de suprimentos e queda na demanda.

Resseguros – Debatida nos últimos 20 anos, a nova norma contábil IFRS 17 foi adiada pela segunda vez pelo Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (IASB, na sigla em inglês). Prevista para entrar em vigor em janeiro de 2022, agora as novas diretrizes passarão a valer a partir de janeiro de 2023, segundo informou há duas semanas o órgão responsável pelas chamadas Normas Internacionais de Demonstrações Financeiras (IFRS, em inglês). A expectativa é que as alterações provoquem uma grande transformação nos balanços das seguradoras mundo afora. Ainda assim, a complexidade das regras desafia a adaptação das companhias, num movimento que precisa incluir mudanças de processos, controles internos, sistemas e tecnologias. “A nova norma muda de forma profunda a mensuraç ã o e preparação de demonstrações contábeis das companhias de seguros”, afirma Carlos Matta, sócio da PwC Brasil.

Resseguros 2 – A esperança que o mercado de resseguros alimentava até pouco tempo de recuperação da economia em 2020 e consequente aumento do volume de prêmios, dificilmente irá se materializar. Para o vice-presidente e analista sênior da agência de rating Moody’s, Diego Kashiwakura, os eventos recentes adicionam incerteza em relação aos resultados de subscrição já que a sinistralidade geral deve aumentar. “Se isso de fato ocorrer, a rentabilidade das resseguradoras vai deteriorar, uma vez que os resultados financeiros estão comprimidos por conta do nível baixo de taxas de juros”, diz.

Credicor-SP cria linha de crédito social

Com o objetivo de auxiliar os cooperados no momento de crise do coronavírus, Sicoob Credicor-SP oferece empréstimo com taxa de juros de 1,3% ao mês

Fonte: Sincor-SP

“Tornamo-nos mais fortes quando descobrimos o poder da cooperação”. A frase do coach João Alberto Catalão se aplica perfeitamente ao negócio da Sicoob Credicor-SP (Cooperativa de Crédito dos Corretores de Seguros), criada pelo Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), e ao momento de desafios que passamos com a pandemia do coronavírus.

A crise gerada pelo isolamento social em função da pandemia atingiu, diretamente muitos empresários, principalmente os de menores portes e, para ajudar a ultrapassar essa etapa, a Sicoob Credicor-SP lançou uma linha de crédito social com taxa de juros mais baixa. 

O Crédito Social Credicor-SP oferece empréstimos de até R$ 20 mil, com parcelamento em até 10 meses e taxa de juros de 1,3% ao mês. E, importante: o tomador tem 60 ou 90 dias para começar a pagar. 

“A cooperativa de crédito, assim como os seguros, tem como principio a cooperação mútua, que é o que mais precisamos para passar por esse difícil momento de pandemia. Somente com solidariedade e ações visando ajudar o outro venceremos o coronavírus e sairemos melhores e mais fortes”, afirma a gerente da Sicoob Credicor-SP, Geny Schimith. “Estamos à disposição para atender com urgência as necessidades dos empresários”. 

Governo estuda MP para transferir R$ 4,5 bilhões do DPVAT ao SUS

CNN Brasil informa que o governo estuda editar nos próximos dias uma nova Medida Provisória para fortalecer o orçamento do Sistema Único de Saúde. Desta vez, a proposta pretende repassar ao SUS os recursos que o Seguro DPVAT não utilizou para pagamentos de suas obrigações e indenizações. A medida havia sido prometida pelo ministro Paulo Guedes no último dia 16. Segundo ele, a MP injetará R$ 4,5 bilhões na saúde.

A CNN teve acesso a documentos internos do Ministério da Economia sobre a tramitação da proposta de medida provisória. A chamada exposição de motivos do Ministério, documento que enumera as razões para edição da medida provisória, foi encaminhada nesta sexta-feira à Presidência da República. Em um dos arquivos, a Secretaria do Orçamento Federal diz que os repasses de recursos do DPVAT ao SUS ocorrerão sob supervisão da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).

Impacto fiscal – De acordo com o Banco Central, os recursos ingressarão no orçamento federal por meio da chamada Conta Única do Tesouro Nacional, que acolhe todos os recursos financeiros disponíveis no governo. Por conta disso, o dinheiro adicional teria impacto positivo no cálculo do resultado primário (a diferença entre as receitas e despesas do governo) de 2020. Vale lembrar que, em virtude do decreto de calamidade pública por conta do novo coronavírus, o governo federal não precisará mais cumprir a meta de R$ 124 bilhões de déficit primário.

Em uma comunicação com o Ministério da Economia, o BC ressalta que “o sistema de seguro envolvendo o DPVAT, embora inclua entes privados, não deixa de ter natureza pública, seja pelo serviço social prestado, seja pelo risco que recai, em última análise, sobre o governo”.

Seguradora de vida recebe primeiros pedidos de indenização por Covid-19

aura rebelo prudential

Prudential do Brasil recebeu nesta semana os primeiros pedidos de indenização de vítimas fatais da pandemia que fez 114 mortos no Brasil até dia 27

A Prudential do Brasil, a maior seguradora independente de vida do país, recebeu nesta semana os primeiros pedidos de indenização por morte de clientes por coronavírus, que já fez mais de 20 mil vitimas fatais no mundo e 114 no Brasil até o último dia 27. Os casos confirmados do coronavírus ultrapassam 465 mil no mundo e no Brasil já superam 4 mil.

Apesar de ter clausula de exclusão para pandemias e endemias, a seguradora fez analises técnicas e solicitou a matriz nos Estados Unidos que autorizasse o pagamento dos beneficios. “Tínhamos exclusão em todas as coberturas de vida individual e vida em grupo. Fizemos um super estudo técnico e aprovamos na matriz nos EUA “, contou Aura Rebelo, vice-presidente de marketing & digital da Prudential Brasil, ao blog Sonho Seguro. A Prudential é uma das principais parceiras de vida da plataforma digital do Itaú.

No ano passado, mais de 89% das indenizações pagas pela empresa foram para casos de sinistros em vida. Entre os principais tipos de coberturas acionadas estão Renda Hospitalar e Doenças Graves, que juntos somaram 87% do total de benefícios concedidos. As principais causas para pedido de indenização do seguro de vida foram por diagnósticos de câncer e infarto, respectivamente, somando 30,9% dos casos. Em relação às faixas etárias que mais comunicaram pedidos de pagamento do capital segurado, a variação foi de 29 a 43 anos englobando ambos os sexos.

Concorrentes – De uma forma geral, as seguradoras de vida informaram que vão pagar as indenizações solicitadas por consequência da pademia Covid-19. MAG Seguros, MetLife, Generali, Sura, Previsul, Caixa e Youse divulgaram nota afirmando que as indenizações serão pagas mesmo se o contrato considerar pandemia como exclusão. Na Icatu não há risco excluído para epidemia para as coberturas de seguros de pessoas decorrentes de morte natural, invalidez funcional por doença, doenças graves e adiantamento por doença terminal.

Em 2019, o seguro de vida movimentou R$ 43,1 bilhões, um crescimento de 14% em relação a 2018. O volume de indenizações pagas nao chegou a R$ 10 bilhões. Neste ano, no entanto, a previsão é de alta significativa. Tanto por mortes como também por inadimplência no crédito em bancos, operação que geralmente conta com um seguro prestamista que é acionado em caso de não pagamento da dívida. Esse seguro tem um peso considerável nas seguradoras ligadas a bancos, que sao as maiores do ranking do setor. A ilustração abaixo mostra o peso do seguro de vida individual (em marrom claro) e do seguro em grupo (marrom escuro) no mix de produtos das maiores seguradoras do Brasil.

Análise divulgada pela Fitch na semana passada mostrou que no curto prazo, a deterioração dos mercados acionários e o declínio nas taxas de juros pressionarão os lucros, reservas e capital das seguradoras, enquanto também se espera que os ganhos das seguradoras de vida e saúde sejam pressionados pelo efeito direto dos custos elevados de sinistros relacionados ao tratamento de pacientes infectados ou cobertura de benefícios sob políticas de vida, respectivamente.

MAG lança pacote de benefícios para corretores durante pandemia

MAG Seguros CORONAVIRUS

Fonte: MAG Seguros

Na semana em que começou a operar 100% em home office em todo o Brasil em razão da pandemia mundial do novo coronavírus , a MAG Seguros lançou aos seus corretores parceiros um pacote de benefícios que visam, principalmente, a sustentabilidade financeira destes importantes profissionais durante o período de quarentena. 

A seguradora dará o suporte financeiro de R$ 3 mil para os seus corretores fidelizados que necessitem de internação hospitalar superior a dois dias em razão do diagnóstico de COVID-19. O benefício será estendido para cônjuge e filhos destes corretores. 

“Não podemos pensar o mercado de seguros sem a figura do corretor. Por isso, é nosso papel e responsabilidade enquanto seguradora que está sempre ao lado deste profissional zelar pelas suas boas condições para realizar suas atividades e pela sua saúde física e financeira”, explica Osmar Navarini, diretor Comercial da MAG Seguros. 

Dentre as outras iniciativas realizadas pela empresa aos corretores fidelizados estão a antecipação do comissionamento e adiantamento de comissões de angariação. 

Até o final de maio, a companhia também praticará uma bonificação diferenciada aos corretores nas suas principais campanhas de vendas. 

Para incentivar a geração de negócios destes profissionais, e MAG Seguros, que conta com a ferramenta Venda Digital que permite comercialização 100% remota e segura, tem intensificado treinamentos e capacitações que visam colaborar com o corretor para que eles consigam realizar a venda à distância. Como incentivo, a empresa também aumentou o peso de pontuação para as campanhas de vendas para iniciativas de cross sell e up sell . 

“Sem dúvida estas ações vão dar mais tranquilidade para os nossos corretores e para que todos passem por essa situação momentânea de uma forma mais tranquila”, finaliza Navarini. 

SulAmérica lança campanha sobre Covid-19

Neste domingo (29), a SulAmérica lança uma campanha sobre a pandemia de coronavírus. Serão dois filmes, um institucional e um de produto, que se completam e passam uma mensagem única. O lançamento será no intervalo do Fantástico. A empresa não deu mais detalhes, mas pelo teaser já pronto deve ser algo agradecendo todo o empenho dos prestadores de saúde para o combate da pandemia.

Até a última quinta-feira, a Ministério da Saúde informou que contabilizava 2,9 mil registros de pessoas infectadas com o novo coronavírus no país e 77 mortes.

FenaCap fará sorteios substitutos à extração da Loteria Federal para premiar Títulos de Capitalização

Fenacap


Fonte: FenaCap

A partir de hoje, sexta-feira, dia 27 de março, os sorteios que geram os números de premiação dos títulos de capitalização – exceto os da modalidade Incentivo, que têm dinâmica própria – serão operacionalizados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), a entidade representativa do setor, em substituição aos sorteios da Loteria Federal, que foram suspensos por três meses, para conter o avanço do coronavírus. 
Os primeiros sorteios capitaneados pela FenaCap para o mercado de capitalização serão feitos hoje, às 18h, na Caixa Seguradora, em Brasília (DF), substituindo a extração de sábado (21/03) e quarta (25/03) da Loteria Federal. Os demais obedecerão à mesma dinâmica: dois sorteios sempre às sextas-feiras, em substituição às extrações que ocorreriam na quarta e no sábado anteriores.   

Para conferir segurança e transparência ao processo, os sorteios substitutos serão realizados na presença de dois auditores independentes – da Ernst Young, pela FenaCap; e da BDO, pela Caixa Seguradora – com transmissão pela página da FenaCap no Facebook (www.facebook.com/fenacapoficiale pelo canal da Federação no YouTube (FenaCap Brasil ).  

“A nova condução reforça a função social da capitalização na medida em que garante a continuidade de distribuição de prêmios em um momento difícil para tantos brasileiros”, assinala Marcelo Farinha, presidente da FenaCap.

Vale lembrar que a Caixa Econômica Federal decidiu suspender os sorteios da Loteria Federal porque eles ocorrem de forma itinerante, em locais de grande aglomeração pública, constituindo um risco neste momento em que a principal medida de prevenção contra o novo coronavírus é o isolamento social.