Hapvida inaugura primeira unidade premium em São Paulo 

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Com investimento de aproximadamente R$ 35 milhões, chegando a R$ 50 milhões nos próximos anos, a Hapvida inaugurou, na última segunda-feira (1º), em São Paulo, a Unidade Avançada Brigadeiro, primeiro equipamento premium da companhia na capital paulista. A nova estrutura integra o conceito Hapvida Advance, que eleva o padrão de hospitalidade e reforça o compromisso da empresa em oferecer atendimento diferenciado, infraestrutura moderna e atenção personalizada em todas as etapas da jornada do paciente. 

“O lançamento simboliza a evolução da nossa proposta de valor em saúde. Esse é um marco para a nossa presença em São Paulo e reafirma a estratégia nacional de oferecer saúde de qualidade, próxima, com padrão de excelência em cada detalhe”, afirma Jorge Pinheiro, presidente da Hapvida, em nota.

Em sete andares, distribuem-se um parque diagnóstico completo, consultórios médicos, centro de cardiologia, área exclusiva para oncologia e boxes para infusões de quimioterapia. 

Espaços dedicados 

Um dos pavimentos é inteiramente voltado à saúde da mulher, sendo a primeira unidade da rede com essa estrutura, com consultórios e salas de exames que contemplam todas as fases da vida. 

O equipamento oferece mamografia, densitometria óssea, ultrassonografia, raio-X, colonoscopia, endoscopia, consultórios para check-ups e um protocolo de atendimento pensado para garantir privacidade, agilidade e conforto. 

O setor especializado em Cardiologia será concentrado em um andar específico, com esteiras ergométricas, aparelhos de ecocardiograma e salas para realização de MAPA, holter e teste pulmonar. 

O prédio terá ainda um pavimento voltado para a área de diagnósticos e coletas de exames e outro para oncologia, com boxes para infusões de quimioterapia. 

“Cuidado em cada detalhe para proporcionar um serviço diferenciado, com conforto, para um público que valoriza exclusividade, conveniência e excelência. O nosso paciente viverá uma experiência dentro de um centro de bem-estar: não apenas um atendimento”, afirma Cidéria Barbosa da Costa, diretora Executiva de Medicina Diagnóstica da Hapvida. 

Design a serviço do acolhimento 

Mais do que uma estrutura funcional, há um foco direcionado à experiência. O projeto de arquitetura privilegia o conforto sensorial e emocional, com ambientes aquecidos, iluminação planejada e mobiliário ergonômico. O sistema acústico garante silêncio e tranquilidade durante a permanência no local. Aromatização, amenities, roupões e detalhes pensados para o bem-estar também fazem parte da experiência premium. 

Dentre os diferenciais, destacam-se, também, o atendimento com concierge de saúde, equipe assistencial e operacional altamente qualificada, coleta domiciliar, espaço kids temático, estrutura para exames de ressonância, tomografia, endoscopia e colonoscopia. Há ainda manobristas, porteiros e concierges bilíngues, garantindo fluidez e atenção desde a chegada até o pós-atendimento. 

Expansão da rede 

A unidade tem localização estratégica na capital paulista (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 3.797, no Paraíso) e a inauguração integra o plano estratégico de expansão nacional da companhia, cujo objetivo é ampliar sua presença em regiões estratégicas e oferecer soluções integradas e cada vez mais qualificadas em saúde. Entre 2025 e 2026 a Hapvida vem investindo R$ 2 bilhões em todas as regiões do país. 

Dentro do plano diretor da companhia, além da Unidade Avançada Brigadeiro, já foram entregues, nos últimos meses, cinco novos hospitais: Ariano Suassuna, em Recife (PE); Santa Maria, em Fortaleza (CE); Jardim Anália, em São Paulo (SP); Nilton Lins, em Manaus (AM); e Layr Maia, em Belém (PA). Até o fim de 2026, a Hapvida vai entregar 10 hospitais pelo Brasil, além de novas clínicas, prontos atendimentos, unidades de diagnóstico e de coleta laboratorial.

Seguradoras de automóveis são bem avaliadas, mas rapidez no pagamento de sinistros segue como desafio

A inteligência artificial (IA) e novas tecnologias estão revolucionando o seguro auto, um segmento que cresceu 5,9% de janeiro a junho de 2025, para R$ 28,9 bilhões. A concorrência é acirrada entre as líderes do setor, Porto Seguro, Tokio Marine, Allianz, Bradesco, HDI e a inovação está por trás do desempenho das seguradoras. Mesmo com tantas inovações para qualificar a jornada do corretor e do cliente, ainda há muito a melhorar, conforme mostrou a Pesquisa para a Melhoria Contínua para o Seguro de Automóvel (PMC Auto 2025), realizada pelo Sincor-SP.

O estudo revelou que os corretores avaliam de forma positiva os serviços prestados pelas seguradoras no ramo de automóvel, mas apontam a rapidez no pagamento de sinistros como um ponto de atenção. O estudo, conduzido entre junho e julho deste ano com 915 corretores do estado de São Paulo, reuniu mais de 6 mil avaliações e é considerado estatisticamente representativo, com nível de confiança de 95%.

De acordo com a pesquisa, a maior parte das respostas ficou concentrada nas opções “Bom” ou “Excelente” em todos os sete quesitos analisados. O processo de renovação e a emissão de novos seguros foram os itens mais bem avaliados, com mais de 70% de opiniões positivas. Já no quesito rapidez no pagamento de indenizações, 18% dos corretores classificaram o serviço como “Regular” e 4% como “Ruim”, sinalizando que ainda há espaço para melhorias.

Para Francisco Galiza, consultor econômico e responsável pelo estudo, o levantamento marca um passo importante na construção de métricas de qualidade para o setor: “Os resultados mostram que, de maneira geral, os corretores reconhecem avanços importantes nos serviços oferecidos pelas seguradoras. Porém, a questão do pagamento de sinistros precisa de maior atenção, porque impacta diretamente a percepção de confiança e credibilidade junto ao cliente.”

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“O objetivo da PMC não é criar um ranking, mas oferecer subsídios para que as seguradoras identifiquem seus pontos fortes e fracos. O corretor é a ponta que sente o dia a dia do cliente, e trazer essa voz para a discussão é essencial para a evolução do mercado de seguros de automóvel”, afirmou Boris Ber, presidente do Sincor-SP, reforçando que a pesquisa tem caráter construtivo e busca fomentar melhorias contínuas.

Segundo o Sincor-SP, cada seguradora participante recebeu seus resultados de forma confidencial, de modo a permitir uma análise interna sem exposição pública. A ideia do sindicato é repetir a metodologia em edições futuras e até expandir o modelo para outros ramos do mercado de seguros.

ConectCar e Universal Assistance, do grupo Zurich, lançam seguro-viagem

A ConectCar, player de pagamento automático de mobilidade, em parceria com a Universal Assistance, do grupo Zurich, anuncia um seguro-viagem com uma cobertura que inclui desde despesas médicas e hospitalares até telemedicina e outros benefícios essenciais, a partir de R$ 9,03 por mês.

Segundo dados da Organização Mundial do Turismo (OMT) e de levantamentos do setor de seguros, cerca de 85% dos brasileiros ainda viajam sem qualquer tipo de proteção para saúde e acidentes. Esse novo seguro vem para suprir essa necessidade, oferecendo cobertura para situações emergenciais sem custo adicional para os clientes da ConectCar que já possuem o serviço ativo, oferecendo mais segurança e bem-estar.

“Essa parceria com a ConectCar nos permite levar um produto exclusivo e diferenciado aos clientes, com condições especiais e coberturas de despesas médicas hospitalares de até R$ 30 mil para viagens nacionais. Nosso objetivo é atender um público que valoriza, acima de tudo, a proteção em todos os momentos, reforçando a importância de um seguro-viagem que já oferece cobertura a partir de 50 km do domicílio.”, conta João Rigobello, Diretor Comercial Corporativo da Universal Assistance. 

Para Giovanna Hummel, gerente de produtos da ConectCar, “a união das empresas reforça nosso compromisso com a entrega de soluções que fortalecem a experiência do cliente por onde ele for”. A executiva reforça ainda que, “ao integrar o seguro-viagem ao portfólio, oferecemos um serviço adicional de proteção com cobertura nacional, contratação digital e valor acessível, alinhado à proposta de conveniência e cuidado da companhia em cada etapa da jornada”, explica. 

O seguro já está disponível para todos os clientes ConectCar, que podem contratar o serviço de forma simples e rápida pelo aplicativo da empresa, garantindo benefícios que fazem toda a diferença em possíveis imprevistos.

Saúde ganha protagonismo na COP30 em meio à tripla crise planetária, segundo Samplemed

Por Denise Bueno

A relação entre saúde e mudanças climáticas só começou a ganhar maior relevância global a partir da COP28, realizada em 2023 nos Emirados Árabes. Foi nesse encontro que governos assinaram a Declaração sobre Clima e Saúde, reconhecendo a urgência de medidas para enfrentar os impactos climáticos sobre a vida humana. Dois anos depois, a expectativa é que a COP30, em Belém do Pará, em 2025, coloque o tema no centro das discussões.

Para a médica Simone Melnick, responsável por pesquisa e subscrição na Samplemed, esse avanço ainda é incipiente. Um estudo do Instituto de Estudos Avançados da USP, publicado em fevereiro de 2025, mostrou que as políticas brasileiras de clima e saúde caminham de forma desarticulada. “No Brasil, persiste a falta de sinergia entre políticas de clima e saúde, somada à baixa percepção do risco, à carência de dados e à insuficiente capacitação de profissionais para lidar com essa agenda”, observa. 

O estudo mostra que ainda são raras as comparações entre custos de impactos na saúde e benefícios de medidas preventivas, além de persistirem falhas na notificação de mortes e doenças associadas a eventos climáticos extremos.

“Se alguém morre afogado numa enchente, a causa de óbito aparece apenas como afogamento, sem ligação com um desastre climático. Isso distorce os dados e impede políticas públicas eficazes”, alerta a médica.

A chamada “tripla crise planetária” — mudanças climáticas, poluição e perda da biodiversidade — já está refletida em surtos e padrões de adoecimento. Entre os exemplos citados por Simone:

  • Doenças respiratórias (asma, alergias) agravadas pela poluição do ar.
  • Doenças infecciosas (dengue, chikungunya, malária, febre amarela), impulsionadas pela elevação da temperatura e pela alteração da geografia de vetores.
  • Doenças cardiovasculares, associadas tanto ao calor extremo quanto à má qualidade do ar.
  • Transtornos mentais (ansiedade, depressão e estresse pós-traumático), comuns após enchentes e deslizamentos.
  • Impacto dos agrotóxicos, que formam um ciclo vicioso: usados em excesso para compensar perdas agrícolas causadas pelo clima, emitem gases de efeito estufa, reduzem a oferta de alimentos saudáveis e favorecem tanto a desnutrição quanto a obesidade.

Estudos recentes reforçam essas preocupações: em julho de 2025, a revista The Lancet Planetary Health publicou um estudo que encontrou evidências de que a exposição prolongada à poluição do ar aumenta a incidência de demência por meio de mecanismos inflamatórios e estresse oxidativo no cérebro.

De acordo com Simone, os impactos recaem de forma desproporcional sobre povos indígenas, pequenos agricultores, moradores de áreas urbanas precárias, pessoas em situação de rua, crianças e idosos.

“As crianças têm sistemas imunológicos ainda em desenvolvimento e ficam mais expostas ao calor e à poluição. Já os idosos, pela perda de massa muscular e menor regulação da temperatura, enfrentam maior risco de desidratação e agravamento de doenças pré-existentes”, explica.

Seguros como ferramenta de adaptação

Nesse cenário, o setor de seguros aparece como um aliado estratégico para financiar adaptação e resiliência. Simone defende o desenvolvimento de produtos mais inclusivos e personalizados, voltados a populações vulneráveis e a doenças ligadas ao clima.

Ela cita também a necessidade de novos modelos de subscrição que considerem dados preditivos: “Assim como conseguimos na Covid-19 correlacionar morbidade e mortalidade à pandemia, é possível usar dados estruturados para monitorar padrões relacionados ao clima. Mas para isso precisamos investir em modelos mais ágeis e integrados”.

Um exemplo vem da própria Samplemed, que desenvolve a plataforma digital S.360, integrando dados de saúde, geográficos e comportamento para apoiar seguradoras na avaliação de risco e na criação de novos produtos.

Entre as soluções que já vêm sendo adotadas pela Samplemed, destaca-se a ferramenta de Pontuação de Saúde desenvolvida pela dacadoo, inclusa também no s.360, que utiliza ciência comportamental e monitoramento em tempo real para incentivar escolhas mais saudáveis no dia a dia. Além de contribuir para a prevenção de riscos de saúde e a redução da sinistralidade, a ferramenta também estimula a adoção de práticas sustentáveis, mostrando como pequenas mudanças individuais podem gerar impacto coletivo.

A agenda em Belém prevê o lançamento do relatório GeoBrasil 2025, elaborado pelo PNUMA em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e a FGV. O documento terá capítulos temáticos — saúde, cidades, agricultura, indústria, recursos hídricos e biodiversidade — que dialogam entre si.

Para Simone, a COP30 é a chance de consolidar o conceito de “One Health” (Uma Só Saúde), que integra saúde humana, animal e ambiental. “Não dá mais para tratar essas áreas de forma isolada. Assim como os eventos climáticos impactam todos os ramos de seguro — vida, saúde, automóvel, patrimoniais —, também a saúde precisa ser entendida em sua interdependência com o meio ambiente”.

Seguros Unimed implanta sistema único de sinistro para produtos dos segmentos Vida, Previdência e Patrimoniais

São Paulo | 25/09/2023 | Seguros Unimed | Foto: Nilton Fukuda (55) 11 996154533

por Seguros Unimed

A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, acaba de implementar o Módulo de Sinistro Corporativo SUSEP (órgão que regulariza o mercado segurador), um sistema único de sinistro que contempla os segmentos de Vida, Previdência e Ramos Elementares (seguros patrimoniais e de responsabilidade civil médica).

O principal objetivo da seguradora com esta iniciativa é integrar o fluxo de sinistros em uma única plataforma, buscando maior eficiência operacional e uma experiência aprimorada para corretores e segurados.

O novo sistema foi desenvolvido para simplificar cada etapa do processo de sinistro, desde a abertura até a conclusão (seja pagamento ou recusa), por meio de uma interface mais intuitiva e interativa. Para os corretores, isso significa mais controle e praticidade no dia a dia, enquanto para os clientes, garante maior agilidade e transparência.

Daniel Vicentini, gerente de sinistros SUSEPna Seguros Unimed, destaca que “o novo módulo nos permite reduzir e tornar mais precisa a contabilização dos prazos de cada processo. Com isso, ganhamos ainda mais controle e previsibilidade para o cumprimento de prazos regulatórios, além de termos um aumento significativo em nossa eficiência operacional”.

Catástrofes expõem fragilidade da América Latina, onde só 32% das perdas são seguradas

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A indústria global de seguros deve se preparar para perdas anuais médias de US$ 152 bilhões decorrentes de catástrofes naturais, segundo o relatório anual de Perdas Modeladas de Catástrofes 2025, divulgado pela Veritas, reguladora de riscos que consolida estudos da Swiss Re e da Aon. O levantamento, que utiliza os modelos de catástrofe da Verisk, indica uma alta de US$ 32 bilhões em relação ao ano passado e reflete um cenário de maior frequência de eventos severos, urbanização acelerada e impactos das mudanças climáticas.

Nos últimos cinco anos, as perdas seguradas anuais médias foram de US$ 132 bilhões, contra US$ 104 bilhões no período anterior. “As perdas de catástrofes naturais deixaram de ser anomalias estatísticas: são o novo normal. Perigos de alta frequência estão sustentando perdas elevadas em várias geografias, e as seguradoras precisam evoluir suas estratégias para enfrentar esse desafio”, afirmou Rob Newbold, presidente da Verisk Extreme Event Solutions.

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Principais conclusões do estudo

  • Crescimento da exposição: entre 2020 e 2024, a exposição segurada em países modelados pela Verisk cresceu 7% ao ano, impulsionada por inflação e construção em áreas de alto risco.
  • Mudanças climáticas: cerca de 1% do crescimento anual das perdas é atribuído diretamente a efeitos climáticos de longo prazo.
  • Gap de proteção: enquanto na América do Norte 48% das perdas econômicas são cobertas por seguros, na Ásia esse índice é de apenas 12% e na América Latina, 32%.

Destaques regionais

  • América do Norte: apesar da alta penetração de seguros, os riscos de incêndios florestais aumentam. Os incêndios de Palisades e Eaton, em 2025, geraram até US$ 65 bilhões em perdas econômicas, das quais 60% a 70% seguradas.
  • Ásia e América Latina: persistem lacunas significativas de proteção, mesmo com o avanço da urbanização e maior exposição.
  • Europa e Oceania: inflação e expansão urbana puxaram o crescimento da exposição, com taxas anuais superiores a 8% em alguns países.

Avanços em modelagem e regulação

A Verisk apresentou novos modelos de inundação para Malásia, Indonésia e Irlanda, além de atualizações para incêndios florestais na Austrália, terremotos no México, enchentes no Reino Unido, tempestades severas nos EUA e tufões na Coreia do Sul.

Outro marco regulatório foi a aprovação do Verisk Wildfire Model sob o novo PRID framework da Califórnia, o que deve ampliar a oferta de seguros em áreas suscetíveis a incêndios.

“O relatório reforça a necessidade de seguradoras e resseguradoras adotarem modelos de risco que representem a realidade atual do ambiente construído e das mudanças climáticas”, concluiu Newbold.

Capital global de resseguro atinge recorde de US$ 805 bilhões no primeiro semestre de 2025

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O capital global da indústria de resseguros alcançou um novo recorde de US$ 805 bilhões no fim de junho de 2025, crescimento de 4,8% em relação ao encerramento de 2024, de acordo com levantamento da corretora de resseguros Gallagher Re. O resultado reflete o avanço tanto do capital tradicional quanto do alternativo, embora o retorno sobre o patrimônio (ROE) de um grupo de 16 resseguradoras tenha recuado de 15,2% no primeiro semestre de 2024 para 12,6% no mesmo período deste ano. Ainda assim, o índice permanece em patamar considerado saudável.

O capital dedicado ao resseguro passou de US$ 768 bilhões em dezembro de 2024 para o atual nível recorde, o maior desde o início da série histórica da Gallagher Re, em 2014. O capital tradicional atingiu US$ 660 bilhões (alta de 5%), enquanto o alternativo chegou a US$ 118 bilhões (crescimento de 4%).

As chamadas empresas do Índice Gallagher Re, que representam 82% do total do capital dedicado, responderam por boa parte da expansão. Os lucros retidos foram responsáveis por cerca de US$ 15 bilhões, o equivalente a metade do crescimento no primeiro semestre. No segmento de capital alternativo não vida, a elevação para US$ 118 bilhões foi impulsionada tanto por novos aportes líquidos quanto pelo bom desempenho dos instrumentos já existentes.

Perspectivas para o ano

Segundo a Gallagher Re, a expectativa é que a tendência de crescimento prossiga no segundo semestre. Considerando o cenário de rentabilidade e o retorno de capital, a projeção é de que o capital tradicional de resseguro avance cerca de 8% em 2025, o equivalente a mais de US$ 57 bilhões. A maior parte desse reforço deve vir de lucros retidos, estimados em US$ 40 bilhões.

Michael van Wegen, Head de Client & Market Insights International da corretora, afirmou:“Esperamos um ROE subjacente de 13% a 14% e um ROE reportado em torno de 17% a 18% para o ano, ambos significativamente acima do custo médio de capital do setor. Com a rentabilidade robusta, o capital tradicional deve crescer aproximadamente 8% em 2025.”

Apesar do recuo do ROE, os índices de sinistralidade combinada das resseguradoras permaneceram em níveis historicamente fortes: 87,5% no indicador subjacente e 94,7% no reportado. Desde 2014, apenas uma vez os resultados foram melhores.

As perdas por catástrofes naturais, puxadas pelos incêndios florestais de Los Angeles em janeiro, tiveram impacto de 9,6 pontos percentuais no índice combinado, acima do nível normalizado de 9%. Esse efeito, contudo, foi compensado por maiores ganhos de investimento (3,4 pontos percentuais) e liberações de reservas de anos anteriores (2 pontos percentuais).

Bradesco Saúde promoverá live com corretores para lançamento de campanha de vendas com foco no SPG

A Bradesco Saúde promoverá uma live com corretores na próxima quarta-feira, 3 de setembro, às 16h30, para anunciar sua nova campanha de vendas voltada ao segmento SPG (Seguro para Pequenos Grupos), para pequenos e médios negócios de 3 a 199 pessoas.

No encontro, a diretoria da operadora vai apresentar, em primeira mão, os incentivos para corretores e as condições especiais para as empresas contratantes.

“O plano de saúde é um produto de grande potencial de crescimento, desejado pela sociedade, especialmente quando falamos de uma marca como a Bradesco Saúde, reconhecida por sua solidez, qualidade e credibilidade. Com essa nova campanha de vendas, vamos trazer para corretores e clientes condições especiais para incentivar o fechamento de novos negócios, levando a mais empresas os cuidados dos nossos produtos”, comenta Flávio Bitter, diretor-gerente da Bradesco Saúde. 

Os corretores poderão participar da live por este link: BRADESCO SEGUROS.

A Bradesco Saúde é considerada a marca preferida pela população em pesquisas em diferentes mercados. Entre os reconhecimentos estão os de melhor plano de saúde de São Paulo por quatro anos consecutivos, na premiação promovida pela Folha de S. Paulo, e o de plano mais amado dos cariocas por cinco anos seguidos, na pesquisa realizada pela revista Veja Rio.

Com um portfólio diversificado, para empresas de todos os tamanhos e perfis, a Bradesco Saúde tem no SPG um dos seus principais focos de atuação, segmento no qual conta com mais de 1 milhão de beneficiários.  Este ano, a operadora tem registrado crescimentos expressivos na base de segurados de contratos de pequenas e médias empresas, em diversos mercados, em diferentes regiões.

Rede Atlântica D’Or anuncia primeiro hospital no Rio de Janeiro

A Atlântica D’Or, parceria entre a Rede D’Or e a Atlântica Hospitais e Participações (controlada pela Bradseg Participações e do Grupo Bradesco Seguros), assumirá a gestão do Hospital Glória D’Or.

Trata-se do primeiro hospital da Atlântica D’Or na capital fluminense e o sétimo da parceria, que já conta com quatro unidades em funcionamento: Macaé D’Or (RJ), São Luiz Campinas (SP), São Luiz Guarulhos (SP) e São Luiz Alphaville (SP). Outras duas unidades estão em construção: Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, e Taubaté, na região do Vale do Paraíba.

O Glória D’Or oferece uma infraestrutura moderna com pronto-socorro adulto e infantil, maternidade, centro cirúrgico com equipamentos de última geração, e um Centro de Hemodinâmica para procedimentos minimamente invasivos.

Localizado na Rua Santo Amaro, no bairro da Glória, o hospital geral é uma das principais unidades privadas entre as regiões Central e da Zona Sul carioca, contando também com a Perinatal, maternidade de referência na cidade. Com localização estratégica, a unidade ocupa 36.220 m² – sendo 22.000 m2 de área construída -, com 256 leitos totais (entre internação adulta, pediátrica e maternidade), 13 salas cirúrgicas, quatro salas PPP (pré-parto, parto e pós-parto), além de UTIs adulta, pediátrica e neonatal.

Uma nova torre de oito pavimentos, com 4.728 m² de área construída, está em fase de obras e ampliará ainda mais a capacidade instalada. A estrutura inclui ainda um Centro Médico com mais de 30 especialidades, espaço exclusivo para gestantes e um Centro de Imagens equipado com tecnologia de ponta para exames como biópsias minimamente invasivas. Com a expansão prevista, a unidade hospitalar passará a contar com 337 leitos e 20 salas cirúrgicas em uma área de mais de 27.000 m2.

Com a mudança, o hospital Glória D’Or seguirá mantendo a excelência assistencial da Rede D’Or, com seu corpo clínico renomado e tecnologia avançada, contando com a expertise de dois grandes grupos do setor, fortalecendo e aprimorando a saúde privada no Brasil.

“A chegada da Atlântica D’Or ao município do Rio de Janeiro se constitui em mais um marco do compromisso histórico de empresas com raízes profundas nessa cidade. Essas conexões autênticas com o passado, vivenciadas pela Rede D’Or e pelo Grupo Bradesco, estabelecem as diretrizes de investimentos que se traduzem hoje na construção de um futuro melhor para a sociedade, dando suporte a novos patamares para a medicina de excelência no Brasil”, afirma Jorge Moll, presidente do Conselho de Administração da Rede D’Or.

“O Grupo Bradesco Seguros e a Rede D’Or são duas empresas com relações históricas e longevas com a cidade do Rio de Janeiro. A integração do Hospital Glória D’Or à parceria Atlântica D’Or tem simbolismo especial, reafirmando nossas trajetórias e a crença que temos em comum, no fortalecimento e no crescimento da estrutura de Saúde no país”, destaca Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Conselho de Administração do Bradesco.

A consumação da transação está sujeita ao cumprimento de certas condições usuais em operações desta natureza, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE.

História

O conjunto arquitetônico que abrigou a Beneficência Portuguesa desde 1848 foi adquirido pela Rede D’Or em 2013 e passou por um amplo processo de revitalização, com preservação das características originais de seu patrimônio tombado. Reinaugurado em 2020 como Hospital Glória D’Or, teve papel decisivo no enfrentamento à pandemia de Covid-19.

Em março de 2023, a Perinatal foi incorporada ao complexo. A proximidade com a estrutura de um hospital geral garante acesso imediato a recursos clínicos e cirúrgicos de ponta, oferecendo máxima segurança no atendimento a mães e bebês.

Desde 2022, o Hospital Glória D’Or integra o seleto grupo de hospitais brasileiros certificados pela Joint Commission International (JCI), referência mundial em acreditação hospitalar, que atesta padrões de excelência em qualidade e segurança assistencial.

Marcelo Labuto é nomeado presidente da Brasilseg

A Brasilseg, uma empresa BB Seguros, anuncia Marcelo Labuto como seu novo presidente. Com 33 anos de trajetória no setor financeiro, Labuto tem ampla experiência em gestão estratégica e passagem consolidada por importantes instituições do mercado.  Labuto sucede a Amauri Vasconcelos, que esteve à frente da Brasilseg entre 2023 e 2025.

Labuto já foi presidente do Banco do Brasil, no final de 2018, e traz consigo a experiência em diversos cargos no conglomerado, como Diretor de Governança de Entidades Ligadas; de Empréstimos e Financiamentos; de Seguros, Previdência e Capitalização; foi Vice-Presidente de Negócios de Varejo, além de já ter atuado como Diretor-Presidente da BB Seguros (BB Seguridade Participações S/A). 

Natural de Belo Horizonte (MG), é formado em Administração e Finanças pela UFRJ. Fora do conglomerado BB, atuou como Diretor Executivo de Varejo no Santander, CEO do Grupo Pernambucanas e da Pefisa (fintech e braço financeiro do grupo), além de integrar conselhos de administração em empresas dos setores financeiro, de seguridade, serviços e mineração.