Liberty doa 500 mil máscaras à saúde para combater Covid-19

Grupo também apoia empreendedorismo social para amenizar impactos da crise. Material será produzido por artesãs da Rede Asta e destinado a hospitais públicos de SP e RJ, além de apoiar comunidades carentes com cestas básicas e kits de higiene

A Liberty Seguros, atenta às necessidades atuais e urgentes da sociedade durante a pandemia do novo Coronavírus, anuncia ações de responsabilidade social especiais a fim de contribuir para atenuar os impactos da COVID-19, principalmente em populações mais vulneráveis neste momento, como os profissionais de saúde, idosos e comunidades carentes.

“Desde o início da crise, agimos colocando as pessoas em primeiro lugar, cuidando dos nossos funcionários, clientes e corretores. Agora, focamos nossos esforços para promover uma série de ações de responsabilidade social com o propósito de ajudar grupos impactados diretamente pelas dificuldades e riscos desta pandemia. Sempre fomos uma companhia muito comprometida com a sustentabilidade, e em momentos de crise como esse, temos uma responsabilidade maior, mas também o poder de fazer a diferença de alguma forma na vida das pessoas”, diz Carlos Magnarelli, CEO da Liberty Seguros.

Confira as principais iniciativas da seguradora:

Proteção aos profissionais de saúde 

A Liberty irá doar 250 mil máscaras à hospitais públicos de São Paulo e do Rio de Janeiro, através da Rede Asta, um negócio social que transforma artesãs em situação de vulnerabilidade em empreendedoras. O projeto auxilia e incentiva o empreendedorismo feminino e a responsabilidade ambiental, já que transforma resíduos em produtos bons, bonitos e do bem.

Outras 250 mil máscaras serão destinadas às unidades da Santa Casa através do Fundo Emergencial de Saúde, uma das principais organizações destinadas a arrecadação de itens de primeira necessidade para combate da pandemia. 

Cruz Vermelha móvel e segura

Em parceria com a Volvo, a companhia também dará apoio à Cruz Vermelha, uma das principais instituições de ajuda humanitária do Brasil e do mundo. Nesta ação, que ocorrerá até dia 30 de maio em diversas regiões do Brasil, a Liberty Seguros irá segurar, gratuitamente, os automóveis de concessionárias da Volvo que serão disponibilizados para serviços da Cruz Vermelha. Serão diversos modelos da marca cedidos para a instituição para atuação mais abrangente, como SUVs, XC40, XC60 e XC90, todos cobertos e atendidos pelas assistências da seguradora. 

Apoio a comunidades em situação de vulnerabilidade socioeconômica 

A companhia também promove um financiamento coletivo com objetivo de arrecadar  R$125mil entre doações, que serem convertidos em doações destinadas a duas frentes: saúde através da doação de mais de 2 mil kits de higiene destinados aos lares de idosos Velho Amigo, Instituto Pinheiro e Liga Solidária e alimentação por meio da doação de 3 mil cestas básicas contribuindo para a “Ação contra o Coronavírus” realizada pela Ação Cidadania, ONG fundada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza. 

Funcionários e corretores parceiros também podem contribuir com o crowdfunding. A cada doação realizada, a Liberty irá fazer um aporte correspondente ao mesmo valor da contribuição, no valor de R$75 mil. 

Carinho que dispensa proximidade

Em uma situação de isolamento social, um gesto de carinho e atenção tem muito valor, por isso a companhia criou a iniciativa Abraço Virtual, na qual seus funcionários podem trocar cartas e vídeos com os idosos atendidos por instituições sociais de São Paulo, contribuindo para seu bem-estar emocional em um momento tão crítico.

Reconhecimento para a linha de frente

Quase 100% dos funcionários da companhia estão trabalhando remotamente, entretanto, existem áreas e parceiros, como prestadores de assistência 24 horas, por exemplo, que demandam atendimento presencial dos profissionais, além da equipe de apoio que tem que trabalhar da Matriz para garantir a operação remota. Por isso, a Liberty presta homenagem a esses profissionais que estão trabalhando ativamente nas ruas ou no escritório.

Nesta ação, a seguradora incentiva que colaboradores mandem mensagens de apoio e notas de agradecimento aos funcionários na linha de frente por meio de mensagens escritas.

Para saber mais sobre as iniciativas, basta acessar: https://www.libertyseguros.com.br/covid-19.aspx

Chubb divulga balanço e CEO avisa: “Pagaremos o que devemos”

“Pagaremos o que devemos”, disse o CEO Evan Greenberg, em relação a avalanche de pedidos para cobertura de interrupacao de negócios

A Chubb registrou lucro líquido de US$ 252 milhões no primeiro trimestre, comparado a US$ 1,04 bilhão um ano atrás, devido a redução de mais de US$ 900 milhões nas perdas líquidas realizadas ajustadas, de acordo com comunicado divulgado na última terça-feira. Durante teleconferência com analistas, o CEO Evan Greenberg disse que o primeiro trimestre “seria um evento de ganhos para a Chubb” e não ameaçaria o balanço da empresa. A pandemia do COVID-19 provavelmente prejudicará as empresas comerciais menores, mais do que as empresas de médio porte, disse Greenberg.

Os prêmios líquidos de seguros gerais aumentaram 8,9%, para US$ 7,3 bilhões, e a receita de subscrição de aumentou 9,3%, para US$ 778 milhões, segundo o comunicado da Chubb. “O ambiente de preços de seguros de bens continua firme em todo o mundo”, disse Greenberg. Ele acrescentou, no entanto, que “o ganho será impactado por uma redução nos prêmios por um período de tempo”, embora não se saiba quanto e por quanto tempo.

O Índice Combinado da Chubb para o primeiro trimestre de 2020 foi de 89,1% em comparação com 89,2% no trimestre do ano anterior, de acordo com o comunicado.

As perdas por catástrofe no primeiro trimestre totalizaram US$ 237 milhões, incluindo US$ 224 milhões para eventos climáticos e US$ 13 milhões relacionados à pandemia do COVID-19, que está sendo apontado como um evento separado e contínuo de catástrofe, informou o comunicado. As perdas de US$ 946 milhões após impostos compreendem principalmente US$ 560 milhões relacionados ao impacto negativo da marcação a mercado no portfólio de resseguros de renda variável da empresa, segundo o comunicado.

Em relação ao elevado número de acoes movidas por segurados que querem receber indenização por interrupção de negócios, Greenberg foi enfático: “Na indústria de seguros, na maioria das vezes, exceto para os clientes que a compraram a cobertura, a interrupção dos negócios não cobre o COVID-19” e requer perda ou dano físico direto. Os advogados de clientes, disse que tentariam “deturpar” o que está escrito nas apólices para criar o que não existe, algo que ele disse que o setor combateria com “unhas e dentes”. “Pagaremos o que devemos”, disse Greenberg.

Restaurantes na Flórida e Nova Jersey entraram com ações coletivas contra a Chubb Ltd. em um tribunal federal na segunda-feira (20), buscando cobertura para a perda de negócios relacionados ao coronavírus. “Se a Chubb desejasse excluir da cobertura como “perda ou dano físico” perda de uso de propriedade que não foi fisicamente alterada, poderia ter usado linguagem explícita afirmando tal definição de “perda ou dano físico”, afirmam documentos judiciais, segundo noticiam agencias internacionais de noticias e o portal Business Insurance.

A apólice “não contém nenhuma exclusão que se aplicaria para permitir que os réus negassem a cobertura por perdas causadas pelo COVID-19 e ações relacionadas de autoridades civis tomadas em resposta ao COVID-19”, afirma o processo. “Consequentemente, como o contrato é uma apólice do tipo “all risks” e não exclui especificamente as perdas sofridas pelo autor, essas perdas são cobertas.”

Um porta-voz da Chubb disse que a seguradora não comenta questões legais pendentes.

Valor: Seguradoras esperam disparada nos sinistros em meio à pandemia

Valor Econômico relata que o setor de seguros já espera um forte crescimento no volume de sinistros pagos aos clientes, com potencial de chegar a um dos maiores níveis da história. Em alguns ramos, especialistas esperam que as indenizações podem mais que dobrar, em comparação ao que vinha sendo desembolsado antes da crise.

Em geral, os contratos de seguros não incluem ressarcimento devido a pandemias, pelo risco incalculável que essas situações representam, mas as seguradoras estão analisando as apólices para entender, caso a caso, se há espaço para cobertura. “Cada contrato de seguro é único e vai prever determinadas coberturas e exclusões, mas os segurados vão apresentar notificações em produtos específicos”, diz Marcela Hill, advogada do escritório Campos Mello.

Historicamente, grandes catástrofes levam a um elevado pagamento de sinistros, como terremotos ou tsunamis, mas são pontuais e limitadas a países ou regiões. “Essa pandemia é globalizada. Pode ser um fato inédito para fins de sinistros de seguradoras e resseguradoras”, diz Jaqueline Suryan, também do escritório Campos Mello, acrescentando que os próprios segurados tendem a buscar compensação para riscos não cobertos.

Nos ramos como viagens e eventos, especialistas apontam que o aumento das indenizações pode chegar a 150%. Devido à covid-19, houve cancelamento de eventos como o torneio de Wimbledon – cujo valor do seguro foi estimado em mais de 100 milhões de libras – e as corridas de Fórmula 1. “O mercado parou. Estão esperando normalizar a pandemia e a crise para reavaliarem”, diz o diretor de linhas financeiras da Willis Towers Watson, Álvaro Igrejas.

Já no caso do seguro garantia, o aumento dos sinistros pode chegar a 70%, a depender de descumprimento contratual do tomador. Nessa modalidade, há casos de linhas ficando mais caras, o que deve ficar mais evidente nas próximas semanas, quando ocorrerão renovações de apólices. Jorge Sant’Anna, presidente da BMG Seguros, diz que o seguro garantia de performance deve ser mais impactado nessa crise.

Esse seguro ressarce o contratante de uma obra em caso de abandono, e muitas dessas construções devem começar a ter paralisação por falta de recursos dos governos e das empreiteiras, principalmente pequenas e médias. Grandes concessionárias, que operam estradas e aeroportos, também podem vir a ter problemas. “As seguradoras já estão com dificuldades em repassar o risco desse tipo de operação às resseguradoras internacionais, devido ao aumento do risco e de pagamento de indenizações pelo mundo”, disse Sant’Anna.

No ramo de vidas, em que a cobertura no caso de pandemias é excluída, algumas seguradoras decidiram pagar sinistro em caso de morte por covid-19. Neste grupo, está a MAG Seguros (ex-Mongeral Aegon), especializada em seguro de pessoas, que ainda não percebeu grande diferença em seus indicadores. “Temos alguns estudos, mas até agora não houve grande impacto. Os ramos mais afetados são as coberturas por morte e internações, e, em um segundo nível, as coberturas de invalidez”, afirmou o diretor de serviços de marketing da empresa, Leonardo Lourenço.

As seguradoras ainda não publicaram estatísticas com relação aos aumentos efetivos de sinistros em 2020. No ano passado, a receita anual de prêmios do mercado foi de R$ 119,3 bilhões, alta de 5,76% em comparação a 2018, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Já o pagamento de sinistros foi de R$ 47,7 bilhões – crescimento anual de 5,5%. Os ramos de viagens e eventos pagaram R$ 275,5 milhões e R$ 303 milhões em indenizações, respectivamente, no ano passado.

Segundo o presidente da Confederação Nacional de Seguros (CNseg), Márcio Coriolano, não tem sido verificada uma demanda maior por sinistros, e um “boom de indenizações” não está em seu cenário. Setores pressionados, em sua opinião, têm instrumentos para mitigar os riscos. Ele diz que as seguradoras que estão optando por pagar os sinistros, no caso dos seguros de vida, fizeram os cálculos para isso. “É mandatório que haja um cálculo dessa natureza. A seguradora olha o cliente dela, a capacidade de fazer essa cobertura, calculando como recuperar de outra forma e fazer provisões”, afirmou.

De qualquer forma, o cenário daqui para frente pode ser de mais restrição das seguradoras. O advogado Fábio Ramos, sócio do Bichara Advogados, afirma que as novas apólices devem ser adaptadas para excluir expressamente eventos mais catastróficos, caso das pandemias e endemias. Foi o caso do atentado às torres gêmeas do World Trade Center, de 11 de setembro de 2001. Depois dele, as apólices passaram a adotar a exclusão de eventos terroristas. “Não acho difícil que venham exclusões mais categóricas”, disse

Susep inicia recadastramento de corretores atuais e novos

Os corretores que possuem registro profissional anterior a MP 905/2019 terão um prazo de 90 dias para fazer o recadastramento, conforme Circular Susep 602/2020, publicada hoje

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) decidiu dar início ao processo de recadastramento dos corretores de seguro que já possuíam registro profissional anterior à publicação da MP 905/2019. A decisão veio com a live realizada pela superintendente da autarquia, na última quarta-feira (22), no lançamento da plataforma.

Com os questionamentos e contribuições realizadas pelos próprios corretores e o início do funcionamento do sistema, foi percebido que seria mais eficiente se o recadastramento fosse iniciado em conjunto com o cadastramento dos novos corretores, propiciando assim, uma base de dados única e uma redução significativa dos erros que o sistema estava apresentando em casos de consulta à base antiga.

O recadastramento é uma obrigação da Susep, estabelecida pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e estava sendo adiado desde de 2017, quando foi realizado o último recadastramento do corretor de seguros para pessoa física (Circular 552/2017). Já o último recadastramento do corretor de seguros de pessoa jurídica foi realizado em 2009 (Circular 370/2008).

Durante o encontro, que foi promovido para criar um canal de diálogo direto e transparente da autarquia com os profissionais do setor, e contou com a participação da superintendente Solange Vieira e do procurador chefe Igor Lourenço, os corretores levantaram uma série de questões referentes ao recadastramento de profissionais já cadastrados.

A Susep compreendeu a relevância dos pontos apresentados e atentou para a necessidade de reorganizar o processo, com a antecipação do recadastramento dos profissionais. O novo processo é online e gratuito. Assim que o cadastro é finalizado, o corretor recebe um novo número de registro por e-mail, e o número antigo perde a validade. Os corretores que possuem registro profissional anterior a MP 905/2019 terão um prazo de 90 dias para fazer o recadastramento, conforme Circular Susep 602/2020, publicada hoje.

As evoluções promovidas nesta etapa são parte de um conjunto de ações para modernização do mercado que vêm sendo implementadas pela Susep. Os profissionais podem esclarecer eventuais dúvidas sobre o novo sistema dentro da própria plataforma ou utilizando o e-mail corretores@susep.gov.br.

Omint produz conteúdos exclusivos sobre testes rápidos

Médicos e diretores dos principais prestadores Omint esclarecem dúvidas sobre a aplicabilidade, eficácia e metodologia dos testes, além das circunstâncias mais adequadas para cada tipo de exame 

Fonte: Omint

Diante do avanço do novo coronavírus, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou a aplicação dos testes rápidos como forma de controle da pandemia. No Brasil, os primeiros testes rápidos, método que usa uma tecnologia capaz de apresentar resultados em até 15 minutos e exigem menos profissionais para operar o processo, começaram a ser aplicados em diversos Estados.

Com esse novo recurso de diagnóstico, a Omint, assumindo seu protagonismo na gestão da saúde e sua responsabilidade social de disseminar informações de qualidade com fontes referenciadas, lança mais uma série de vídeos e conteúdos exclusivos sobre os tipos de testes, com especialistas debatendo sobre a eficácia deles no diagnóstico do novo coronavírus. “Mais uma vez, reunimos os diretores e médicos dos nossos credenciados, que constituem os principais hospitais e laboratórios do Brasil para, de forma didática, esclarecerem as principais dúvidas e pontos de atenção sobre a utilização dos testes rápidos, além das diferenças entre nomenclaturas e metodologias”, explica Marcos Loreto, diretor Médico Técnico da Omint.

Entre os pontos abordados pelos especialistas, estão: as diferenças entre testes moleculares e sorológicos, as distinções entre exames sorológicos de laboratório e testes rápidos, em que período da infecção é mais adequada a utilização de cada um deles, quais as circunstâncias mais aderentes para o uso de cada teste, os pontos a serem considerados quanto à eficácia dos exames, além de explicações sobre os marcadores de anticorpos no organismo: IgA, IgM e IgG.

Até o momento foram veiculados vídeos apresentados por:  Dr. Cristovão Mangueira (Diretor Médico do Departamento de Patologia Clínica e Anatomia Patológica do Hospital Israelita Albert Einstein); Dr. David Salomão Lewi (Infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein); Dr. Edgar Gil Rizzatti (Direto Técnico Médico do Grupo Fleury) e Dr. Gustavo Campana (Diretor Médico da DASA), além de um compilado com os melhores momentos dos esclarecimentos prestados pelos especialistas.

Utilidade Pública

Assumindo sua responsabilidade social em colaborar para a disseminação de informações de utilidade pública com fontes altamente qualificadas, a Omint inclui essa nova onda de vídeos em seu hotsite com informações exclusivas sobre o novo coronavírus, reunindo todos os vídeos com diretores e médicos de seus principais prestadores, que atuam nos mais importantes hospitais e laboratórios do Brasil. 

Além disso, a Omint lançou recentemente um podcast com especialistas de sua rede credenciada com conteúdo sobre o coronavírus. A playlist está disponível no Spotify com áudios curtos e objetivos. Nas redes sociais – FacebookInstagram e LinkedIn, o plano de saúde também disponibiliza vídeos com orientações sobre a doença.

Artigo: Construindo uma plataforma segura que ajuda a combater o crime cibernético

Por Zurich

Os cibercriminosos estão mais bem equipados e mais prolíficos do que nunca – a única maneira de combater a crescente ameaça é ficar esperto e vencê-los em seu próprio jogo

O ano de 2020 foi um alerta para todas as empresas que ainda estão atrasadas na curva digital. Como centenas de milhões de pessoas estão trabalhando em casa, nas circunstâncias sem precedentes causadas pela crise do COVID-19, as medidas de segurança cibernética foram estendida até o limite e os criminosos perceberam as oportunidades.

Embora muitas empresas já tenham aproveitado as oportunidades trazidas pela transformação digital – Inteligência Artificial (AI), redes móveis sem fio de quinta geração (5G) e a crescente disponibilidade de energia computacional barata -, elas não são as únicas a colher os dividendos.

Os cibercriminosos estão utilizando da mesma tecnologia para seus próprios fins maliciosos – sejam ataques cibernéticos, fraude de dados, roubo ou todos os itens acima.

Os ciberataques à infraestrutura crítica afetaram setores como os de energia, saúde e transporte. Enquanto isso, a mudança quase universal das organizações para um modelo de ecossistema – parcerias intrincadas e longas cadeias de suprimentos, possibilitadas pela computação em nuvem – colocou os setores público e privado em um maior risco de serem reféns dos cibercriminosos.

“Se olharmos para o COVID-19, o Coronavírus, há grandes semelhanças”, diz Philipp Hurni, Líder de Prática Global em Engenharia de Riscos Cibernéticos da Zurich Insurance Group. E explica: “você precisa estar ciente de que ele existe e ter uma higiene específica para impedir que você o pegue. E, se você o contraiu, como se tratar e se recuperar? Isto é exatamente a mesma forma de como o ransomware está sendo espalhado – como vimos com o WannaCry e o NotPetya -, na medida em que há uma ampla gama de informações que você precisa conhecer para enfrentá-lo”.

Além da pandemia, que virou a vida das pessoas de cabeça para baixo este ano, há outros paralelos entre os riscos tradicionais – como incêndio e inundação – e a maneira como o ransomware afeta os negócios. “Incêndios e inundações não se importam se causam danos ou não, enquanto um cibercriminoso se adaptará a isso”, afirma Hurni.

“As empresas têm seu seguro contra incêndio e responsabilidade civil, mas o seguro cibernético precisa estar próximo disso, porque esses desastres podem ser verdadeiramente catastróficos para o seu negócio”, acrescenta Hurni.

Segundo o executivo, todo mundo sabe que uma fábrica em chamas significa uma grande perda, porque atrapalha a produção comercial. Porém, nem todo executivo entende que os problemas cibernéticos podem ser ainda mais desastrosos, pois podem afetar muitos locais diferentes ao mesmo tempo.

“A ameaça de crime cibernético é, de muitas maneiras, ainda maior por estar em constante evolução. Incêndios e inundações não se importam se causam danos ou não, enquanto se um criminoso cibernético não for bem-sucedido, ele se adaptará e voltará a atacar com técnicas diferentes”, diz.

No entanto, aderir aos modelos tradicionais herdados da tecnologia da informação (TI) – desenvolvidos internamente e de forma mais fácil, protegidos contra riscos externos – não é mais viável para os negócios modernos. Mais de 75% dos líderes empresariais acreditam que os ecossistemas serão os principais disruptores dos modelos de negócios nos próximos cinco anos.

O risco pode ser gerenciado com sucesso, no entanto. O ponto de partida é reconhecer que cada empresa agora possui um grande “fator de dependência de tecnologia da informação”. Isso inclui os provedores de nuvem nos quais os aplicativos comerciais estão sendo executados, funções comerciais terceirizadas, como ferramentas de gerenciamento de RH ou processadores de pagamento e a cadeia de suprimento físico automatizada, cada vez mais direcionada por TI, de matérias-primas e peças.

Você precisa criar uma estrutura formal para identificar e gerenciar o risco

Embora o perigo representado por esse admirável mundo digital seja real e evidente, ele tem sido um risco “crescente”, aumentando ano após ano, com as etapas da cadeia de valor cada vez mais se tornando digitais. A maioria das empresas raramente conhecem totalmente o aumento do risco cibernético e, portanto, negligenciaram tomar contramedidas.

“Isso precisa mudar”, diz Hurni. “Primeiro, você precisa criar uma estrutura formal e recursos dedicados para identificar e gerenciar o risco. Também é necessário criar uma cultura de alfabetização digital em seus negócios e cadeia de suprimentos, para que todos entendam como o risco digital funciona para os ecossistemas. É preciso aprender e ensinar sempre, porque os cibercriminosos estão se tornando especialistas em engenharia social, espionando ecossistemas inteiros e, depois, invadindo uma organização para lançar um ataque ainda maior”.

“Mesmo assim, algumas pessoas ainda clicarão em um link de malware e eles infectarão sua máquina. Portanto, é necessário haver um sistema de monitoramento constante, com pessoas e processos para detectar violações e reagir rapidamente – porque você pode conter a severidade de um ataque cibernético drasticamente usando de resposta e recuperação rápidas”, afirma.

O mesmo nível de vigilância é necessário em todo o ecossistema, com medidas tomadas para garantir que fornecedores e parceiros mantenham sua própria “higiene digital”. Essa tensão contínua entre empresas e cibercriminosos só vai aumentar. Os ataques de ransomware – facilmente a maior ameaça cibernética hoje em dia – aumentaram 41% no ano passado. No entanto, a probabilidade de ser condenado por esses crimes é muito baixa.

Atualmente, os criminosos podem terceirizar o ransomware como um serviço

E, longe de ser uma reserva de especialistas em computação altamente inteligentes e instruídos, essa forma de crime organizado está aberta a qualquer pessoa.

“Anos atrás, você precisava ter um entendimento completo da tecnologia da informação para realizar ciberataques”, diz Oliver Delvos, Gerente global de subscrição cibernética da Zurich. “Mas, hoje em dia, os criminosos podem terceirizar o ransomware como um serviço da mesma forma que as empresas legítimas usam o Software como Serviço (SaaS). Os profissionais do ramo de crimes cibernéticos lidam com muitas tarefas individuais necessárias para realizar um ataque cibernético, fornecendo o malware e as listas de possíveis vítimas. Um ecossistema criminal foi criado com qualidade e profissionalismo amplamente aprimorados e, como o pagamento é feito com criptomoedas, os criminosos podem permanecer completamente anônimos”.

“Você quase não precisa de nenhum conhecimento ou experiência para ser um cibercriminoso de sucesso – você pode basicamente ficar como apoio e usar as ferramentas fornecidas por eles”, acrescenta Delvos.

Este é apenas o começo. O Relatório Global de Riscos 2020, produzido pelo Fórum Econômico Mundial em colaboração com a Zurich, classifica os ataques cibernéticos como o segundo risco mais preocupante para as empresas globais na próxima década.

Atualmente, já vemos métodos de inteligência artificial aplicados em técnicas de ataques cibernéticos – mas eles ainda estão começando. Na próxima década, essas tecnologias amadurecerão e o desenvolvimento da computação quântica poderá permitir que os cibercriminosos quebrem a maior parte da criptografia de ponta atualmente em um futuro não muito distante. Portanto, é obvio que o problema cibernético se tornará bem mais complexo e desafiador. O tempo para agir e implementar um contra plano abrangente está efetivamente sobre nós.

Principais tópicos:

  • O risco cibernético é maior do que nunca – e cresce exponencialmente
  • A transformação digital é uma força para o bem e para o mal
  • Muitas empresas subestimam o risco cibernético
  • As contramedidas precisam ser abrangentes, multifacetadas e apoiadas com financiamento e apoio da diretoria

Webinar CNseg: Em tempos de depressão não se eleva impostos

“Pelo contrário. Vimos a redução dos tributos, especialmente para pequenas e médias empresas”, disse o economista José Roberto Afonso

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), promoveu na quarta feira (22) o webinar (debate por videoconferência) “O mercado segurador – questões tributárias em tempos de pandemia”,  que contou com mais de 450 participantes. Foram painelistas o economista José Roberto Afonso e os advogados Luís Gustavo Bichara, Francisco Giardina e Sandro Machado. O evento foi mediado por Patrícia Rocha, presidente da Comissão de Assuntos Fiscais (Cafis) da CNseg.

O surto do coronavírus tem causado um grande impacto em diversos setores econômicos do mundo e, com isso, um novo ambiente foi criado, inclusive no aspecto tributário. Desde o início da crise, até o dia 15 de abril, o governo federal editou 28 Medidas Provisórias e o Senado conta com 72 projetos em votação prioritária para o enfrentamento da pandemia. Há ainda várias medidas que mudam as regras de pagamento dos impostos adotadas pela Receita Federal. Diante deste cenário, três tópicos nortearam o debate: os principais projetos de lei relacionados a temas tributários de interesse do setor, as diferenciações para fins tributários entre instituições financeiras, seguradoras e entidades abertas de previdência e a substituição dos depósitos judiciais (em dinheiro) por seguro garantia em ações sobre tributos.

Empresas de diversos setores têm recorrido à Justiça para substituir o valor depositado em juízo por seguro garantia em processos em andamento para dar liquidez nos negócios. Com isso, as companhias pretendem garantir dinheiro em caixa para passar pelo período de crise gerado pela pandemia do Covid-19.

Os debatedores do webinar foram unânimes em avaliar que a arrecadação do governo já foi impactada negativamente pela queda do faturamento das empresas. Os Estados projetam queda entre 20% e 30% para a arrecadação de abril, referente às operações de março. Por outro lado, avaliaram também que não há como compensar essa queda com mais impostos, já que as empresas estão precisando de liquidez máxima. Segundo José Roberto Afonso, o aumento da carga tributária é um debate que não tem sido visto nos países da Europa e Estados Unidos, os mais afetados pelo Covid-19. “Pelo contrário. Vimos a redução dos tributos, especialmente para pequenas e médias empresas”, explicou o economista. 

Afonso também informou que muitos colegas seus avaliam que o Brasil pode caminhar para uma depressão (quando o mercado não tem mais segurança nem referências para funcionamento), a maior na história moderna. “Há uma grande incerteza com o cenário de paralisação de vendas e investimentos. Mas, há certezas: não voltaremos a ter um padrão social e econômico igual ao que tínhamos antes”, acrescentou. 

Em sua síntese, Afonso ressaltou dois grandes desafios: a digitalização da economia, que vai ser acelerada, com reflexos no setor de seguros. “Não só em como se vende o produto, mas também na aplicação dos recursos, uma vez que passaremos muito tempo com juros baixos. Isso deixa claro que as companhias levarão tempo para recompor as perdas financeiras e patrimoniais trazidas pela pandemia”, explica. O outro ponto é que os planos e seguros de saúde deverão ser a área mais impactada devido ao aumento da demanda e dos custos, seguida dos seguros de vida.

O economista ainda citou que quando se olha a literatura internacional, o setor de seguros tem mais riscos sistêmicos diante da pandemia do que os bancos. “É certo que há menos assaltos, menos carros na rua, portanto menos acidentes, o que traz ganhos ao setor, uma vez que cai a taxa de sinistros. Contudo, as seguradoras têm custos fixos e, certamente, não registrarão a expansão estimada um mês atrás, mesmo se considerar o aumento da demanda por planos de saúde e seguro de vida diante da maior consciência do risco que a pandemia vem explicitando ao consumidor”. 

É preciso, portanto, ter cuidado ao fazer cálculos. Para Afonso, “é preciso estimular o investimento privado e não tributá-los. O governo tem de pensar na tributação geral da economia dentro deste contexto, uma vez que o Brasil precisará do investimento privado e menos da dependência pública para a retomada econômica após a pandemia”.

Contribuição Social sobre Lucro Liquido (CSLL) 

Além das justificativas para evitar o aumento da carga tributária, os participantes do webinar da CNseg não concordam com a elevação da alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Liquido (CSLL) de 15% para 50% nem com a inclusão das seguradoras no âmbito de instituições financeiras, como apresentado no projeto de lei 1.276 do senador Ciro Nogueira (Progressistas/PI). O advogado Luís Gustavo Bichara comentou que o atual ambiente legislativo pode estar está propenso à aprovação de um projeto nesses moldes. 

– Há no Congresso um clima de que tudo pode acontecer. Tudo vai depender da matriz ideológica de cada um. Uns entendem que a tributação deve ser aumentada, outros que será necessário diminuir. A alíquota escandaliza. Seria praticamente um confisco de 50%. Trata-se de uma inconstitucionalidade. Além de ser incorreta a premissa de que bancos e seguradoras lucram muito mais do que outros segmentos – avalia Bichara.

O advogado traz uma dúvida: “Por meio do ministro da economia, Paulo Guedes, o governo federal já anunciou que não quer o aumento de impostos, mas o que acontecerá se o Congresso criar um pacote de aumento e votar? Temos de conferir”, pondera. Em sua participação no webinar, o advogado Francisco Giardina ressaltou que o judiciário vinha se posicionando de forma menos protecionista. Tanto seguro quanto plano de saúde representam um sonho do brasileiro e isso ajudou a sensibilizar o poder judiciário sobre a relevância do seguro e dos planos de saúde na sociedade. “Tanto que vínhamos observando um decréscimo na curva contra as empresas, sob pena de quebra do sistema.” 

Seguro judicial  

O último assunto debatido foi a substituição de depósitos judiciais por seguro garantia. O advogado Sandro Machado lembrou que, em 2010, o STF julgou que o seguro e a fiança não se equiparavam aos depósitos em dinheiro. “Só que agora temos um fato novo, complexo e que requer soluções extraordinárias, como a necessidade das empresas de ter fluxo de caixa. Isso faz o judiciário ter um olhar diferente sobre a substituição de dinheiro por seguro garantia. É um assunto de extrema relevância diante de uma crise como esta”, afirmou.

Por meio do seguro, as empresas poderão liberar parte dos recursos retidos, a título de provisões, de depósitos judiciais constituídos em virtude de ações de natureza tributária, utilizando-os como capital de giro ou em outras obrigações. O seguro poderá facilitar a liberação de algo entre R$ 20 bilhões e R$ 40 bilhões – ao todo são R$ 250 bilhões em depósitos judiciais dependendo das tratativas com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). 

Patrícia Rocha, mediadora do debate virtual, finalizou lembrando que, apesar do exemplo de outros países, e também da carga tributária, no Brasil, já ser acima da média, há diversos projetos sobre o tema no Congresso Nacional. Não há justificativas econômicas e jurídicas que sustentem aumentar a tributação em um setor já muito tributado. Além de seguradoras e dos bancos terem atividades distintas. Será preciso fazer essa distinção”.

Luto: Dedicação ao ramo de seguros

A cerimônia de sepultamento será realizada nesta quinta-feira, 23 de abril, das 8 às 11 horas, na Igreja do Divino Espirito Santo, no Cemitério Itacorubi São Francisco de Assis, localizado na Praça Getúlio Vargas, 212, 
no Centro de Florianópolis

“O mercado segurador brasileiro perdeu ontem um dos seus maiores expoentes, Mario José Gonzaga Petrelli. É impossível tentar sumarizar a sua imensa contribuição para os seguros, tamanho o trabalho que desenvolveu em todas as dimensões de nossa atividade ao longo de sua carreira. Mario Petrelli foi um gênio político, comercial e dos negócios do nosso setor. Doravante, devemos cultuar a sua memória e guardar a sua sabedoria. Ao nosso Mestre, os desejos que Deus lhe acolha em toda a Sua misericórdia. Aos familiares e amigos, respeitosas condolências”. Marcio Coriolano, presidente da CNseg.

Abaixo, uma matéria tocante sobre o grande profissional Petrelli.

Fonte: Jornal Notícias do Dia, Santa Catarina

Uma das maiores paixões e especialidades profissionais da vida do Dr. Mário Petrelli era o ramo de seguros, no qual atuou 55 anos com grande dedicação e pioneirismo, de 1965 até os seus últimos dias, quando ainda desempenhava as funções de diretor do Grupo Icatu, membro do conselho fiscal da Caixa Capitalização e vice-presidente da ex-Fenaseg, atual CNsegConfederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização.

Foi também, nesse ramo, vice-presidente executivo do Grupo Atlântica-Boavista até 1982, quando o Grupo Bradesco adquiriu o controle e o Dr. Mário passou a vice -presidente do Bradesco Seguro, o maior grupo segurador da América Latina. Foi ainda fundador, acionista e presidente do Grupo Roma Seguradora, junto com Roberto Marinho, a Golden Cross e a Burg Born.

Foi fundador do Top Club Turismo Organização e Previdência, em 1966, e que em 1970 foi transformado em Top Clube Bradesco, quando destacou-se, na década de 1980, como a maior apólice aberta de Seguro de Vida do mundo, com 1,6 milhão de segurados. O empresário também foi o idealizador e responsável pelo projeto de implantação, em 1982, do Seguro Saúde Bradesco; o fundador da Seguradora Golden Cross S/A; e o fundador e membro do Conselho Administrativo da Santa Catarina Seguros e Previdência, em 1996, com sede em Florianópolis, numa associação do Besc com a SeguradoraIcatu e a Paulista de Seguros, hoje incorporadas ao Banco do Brasil.

Foi Sempre inovando, destaca-se ainda em seu currículo o fato de ter sido um dos fundadores da Brasilcap (do Banco do Brasil), em 1996/97, e membro de seu Conselho Fiscal por sete anos; e um dos fundadores da Federalcap (da Caixa Econômica Federal), em 1998, uma associação da CEF, Icatu e Grupo Sul América. Atuou como diretor e membro do Conselho de Consultivo da Icatu Hartford Seguros Previdência e da Icatu Hartford Capitalização e membro do Conselho Consultivo do Grupo Icatu-Itaboraí Participações S/A, ambos com sede no Rio de Janeiro, além de outras empresas de seguros em que teve ativa participação por décadas.

Cargos em entidades

Tais expertises e competências o levaram a cargos em entidades de representação de classe, como a CNseg(Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), com sede no Rio de Janeiro, além de ter sido o primeiro presidente da Comissão Permanente de Propaganda e Publicidade (CPPRP) da Fenaseg e do IRB – Instituto de Resseguros do Brasil, de 1971 a 1973.

Foi fundador e membro do Conselho Superior da Academia Nacional de Seguros, Previdência e Capitalização, com sede em São Paulo.Participou de inúmeros seminários, conferências e eventos especializados da área de seguros no Brasil e no exterior, ganhando notoriedade e reconhecimento nacional no ramo.

IRB Brasil RE retira guidance para este ano

Tão logo a diretoria tenha conforto sobre as premissas que norteiam a definição das projeções, irá avaliar a conveniência e a oportunidade de voltar a divulgar os guidances revisados

Fonte: IRB

O IRB Brasil RE anunciou hoje, por meio de fato relevante divulgado aos acionistas e ao mercado após o fechamento do pregão, que retirou seus guidances para este ano. As projeções para 2020 haviam sido publicadas em 18 de fevereiro.

A decisão da nova diretoria executiva da companhia foi tomada com base nas condições atuais de mercado, diante das incertezas sobre o real impacto decorrente dos efeitos da pandemia de Covid-19 no Brasil e no mundo. 

“As últimas semanas trouxeram uma grande incerteza para o cenário macroeconômico, com a Covid-19, o que certamente altera os parâmetros com os quais estávamos trabalhando antes”, diz Werner Suffert, CFO do IRB Brasil RE. 

O ressegurador destaca que os guidances dependem, substancialmente, das condições gerais da economia, das condições do mercado de seguros e resseguros, bem como das condições regulatórias, que ficarão sujeitas às mudanças em função do novo cenário.

“Com as mudanças nas premissas e a incerteza em relação à conjuntura, vemos a retirada do guidance como algo natural e em linha com uma postura mais conservadora e prudente”, completa Werner.

O IRB informa que tão logo a diretoria tenha conforto sobre as premissas que norteiam a definição das projeções, irá avaliar a conveniência e a oportunidade de voltar a divulgar os guidances revisados. A companhia reiterou ainda o compromisso com a transparência e informou que manterá seus acionistas e o mercado informados sobre quaisquer desdobramentos relevantes a respeito dos guidances.

Brokerslink expande parceria na América Latina

A Brokerslink, empresa global de corretagem, tem dois novos afiliados na América Latina: a Asescor S.R.L. Corredor de Seguros (Asescor), com sede na Bolívia, e CyR Consultores em El Salvador.

A Asescor, com sede em Santa Cruz de la Sierra, é especialista em energia, bancos e comércio e atua na Bolívia desde 2000. Com mais de trinta anos de experiência no mercado latino-americano, a CyR Consultores é especializada em seguros patrimoniais, transporte, vida e saúde, automóveis e responsabilidade civil.
 
“A América Latina é uma região importante para a Brokerslink e estamos comprometidos em buscar oportunidades para ajudar nossos corretores nesta região a identificar e criar oportunidades de crescimento internacional. Temos o prazer de dar as boas-vindas à Asescor e à CyR Consultores como nossas afiliadas mais recentes”, comentou Ariel Couto, gerente regional das Américas da Brokerslink, em nota.

Segundo Couto, ambas equipes têm experiência no mercado local, que parceiros e afiliados em toda a rede podem solicitar para desenvolver seus próprios portfólios. Em troca, eles se beneficiarão dos produtos exclusivos, oportunidades de negócios internacionais e treinamento oferecido como parte de nossa comunidade global.

A Brokerslink combina uma empresa global de corretagem com uma rede mundial de corretagem. Ela fornece a seus parceiros independentes (acionistas da empresa) e afiliadas (empresas que têm a opção de se tornarem acionistas) em mais de 113 países conexões internacionais de mercado e serviços de consultoria de classe mundial. A Brokerslink e seus acionistas são proprietários e gerenciam uma rede de corretores independentes e consultorias de risco, com cerca de 18 mil profissionais.

Atualmente, a Brokerslink possui 55 acionistas independentes de 40 países nos cinco continentes. Uma parcela significativa dos clientes da Brokerslink são organizações multinacionais ou complexas que buscam suporte na avaliação de riscos, gerenciamento de riscos e no design e colocação de soluções de seguros econômicas. Segundo o grupo, o diferencial da oferta tem como base a experiência de múltiplos corretores da Brokerslink e nos serviços de risco de ponta, além de capacidade de fornecê-los em qualquer lugar do mundo.