SulAmérica lança campanha #AosQueSalvamVidas

Sulamerica coronavirus

Com lançamento de dois filmes publicitários, a seguradora reforça seu compromisso com clientes, colaboradores e parceiros 

A pandemia de coronavírus tem mostrado como a generosidade e o compromisso fazem a diferença. Partindo dessa premissa, a SulAmérica lançou uma campanha publicitária em que agradece a dedicação e a competência de todos os profissionais de saúde no cumprimento incansável de seu juramento de salvar vidas. E pede para que as pessoas também façam um juramento, o de que vão se cuidar e cuidar daqueles que estão a sua volta. 

Além do agradecimento e homenagem, as mensagens dos dois filmes, que utilizam a#AosQueSalvamVidas, se complementam: enquanto um destaca produtos e serviços ampliados para os beneficiários, o outro reforça a importância de todos participarem ativamente do combate à COVID-19. 

A SulAmérica, com a campanha, pede para que as pessoas se cuidem e reforça como está ao lado delas para ajudar nesta tarefa, ampliando os serviços do aplicativo SulAmérica Saúde, no qual foi incluído um botão exclusivo para atendimentos sobre coronavirus.

Além de fazer uma avaliação prévia e receber dicas de prevenção, é possível, por telefone, falar com especialistas e médicos para orientações 24h. O beneficiário que preferir atendimento olho no olho, tem a opção do Médico na Tela, com acesso ilimitado durante a pandemia.

Pelo whatsapp está disponível uma avaliação de saúde realizada com inteligência artificial. Basta salvar o número do whatsapp da SulAmérica (11 3004-9723) na lista de contatos e enviar um “olá”. As orientações são dadas de acordo com as respostas do usuário, que pode, caso seja necessário, ser transferido para atendimento humano. 

Allianz mantém 100% da operação e atendimento com toda a equipe em trabalho remoto

Companhia organizou força-tarefa para que nada fosse alterado no atendimento aos corretores e clientes

Fonte: Allianz 

Atenta à pandemia causada pelo COVID-19 e seguindo as recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde), a Allianz Seguros adaptou-se sem medir esforços para cuidar da saúde dos seus colaboradores. A seguradora decidiu ampliar o alcance das medidas preventivas e instaurou, em apenas cinco dias, o trabalho remoto para 100% de sua equipe, incluindo Contact Center e Backoffice.  

A medida, inédita na empresa, ocorreu com a liberação de uma ferramenta que possibilita o acesso ao ambiente Allianz por meio da internet e permitiu a um grupo de aproximadamente 500 pessoas, que nunca haviam se conectado ao sistema de casa, a fazer esse acesso de forma rápida. Além disso, máquinas foram fornecidas pela seguradora a colaboradores do Contact Center, Backoffice e Sinistros, que necessitavam dos computadores da empresa para trabalhar. 

O êxito das medidas até então adotadas é destacado por Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros: “Nós conseguimos colocar toda a nossa força de trabalho em casa, visando reduzir ao máximo o impacto sobre o atendimento aos nossos corretores e clientes. Quero registrar aqui o meu agradecimento pela colaboração e responsabilidade de todos da companhia diante desta situação excepcional e a parceria de sempre dos nossos corretores, que cada vez mais se mostram preparados para a digitalização e mantiveram o ritmo dos negócios mesmo neste contexto de reclusão”. 

A Allianz Seguros segue com o atendimento aos clientes por meio dos portais Allianznet, Chat e Allianz Cliente. Caso prefira, o segurado também pode entrar em contato com o seu corretor ou acionar a companhia por meio dos telefones 4090-1120 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800-7778243 (Demais Regiões).

Mapfre, BB Seguros e Chubb indenizarão clientes do ramo vida por Covid-19

Mais três seguradoras divulgaram que pagarão indenizações em caso de morte decorrente de infecção pelo novo coronavírus, conforme os valores previstos nas apólices de seguros de vida individual e empresarial. A definição se sobrepõe à cláusula contratual de exclusão de pandemia em alguns contratos e outros não contam com pandemia entre as exclusões. “Precisamos nos unir em torno de iniciativas que garantam a saúde e o bem-estar de toda a população. Como seguradora, entre outras iniciativas que tivemos, reavaliamos um cláusula importante para contribuirmos com o cuidado da sociedade neste momento”, afirma Luis Gutiérrez, CEO de Seguros da Mapfre Brasil. 

A medida está em linha com as demais ações tomadas pela MAPFRE para reduzir os impactos à sociedade da pandemia do novo coronavírus, como renovação para seguro Auto, Residencial e Rural, com manutenção das mesmas condições e preços de 2019 para este ano. Além disso, a Fundación Mapfre está doando € 3 milhões (o equivalente a mais de R$ 16 milhões) para apoiar iniciativas de autoridades governamentais e entidades de saúde, tanto de prevenção da disseminação do novo coronavírus quanto tratamento da infecção o enfrentamento da pandemia no Brasil. Os projetos beneficiados serão anunciados em breve. 

BB Seguros – A BB Seguros informa que pagará indenizações em caso de morte decorrente de infecção pelo novo coronavírus, conforme os valores previstos nas apólices de seguros de vida. A definição se sobrepõe à cláusula contratual de exclusão de pandemia, em caráter excepcional, visando minimizar os impactos à sociedade. “Neste momento tão delicado, a certeza de estar protegido traz a tranquilidade necessária para encarar ocasião tão desafiadora para a sociedade brasileira”, afirma Ivandré Montiel, presidente da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.  A empresa continua monitorando a situação com toda atenção, e analisando todas as medidas que possam contribuir para que as pessoas vençam este período. 

Chubb – O grupo também informou ao blog Sonho Seguro que decidiu que manterá os pagamentos nas apólices de seguro de vida com pedidos de indenização relacionados ao Covid-19.

Liberty Seguros, Previsul, Sura, Icatu, Prudential, MAG Seguros, MetLife, Pais, Centauro entre outras tantas anunciaram na semana passada a cobertura no segmento vida para perdas com a pandemia. A Prudential, inclusive, já recebeu os primeiros pedidos de indenização (leia no blog).

Um ponto importante agora é saber se as resseguradoras vao seguir as seguradoras nesta decisão. Até a semana passada, o sinal dado era que manteriam a exclusão para contratos onde a pandemia é excluída. Vamos acompanhar para noticiar.


MAG Seguros lança campanha em que convoca todos à união e prevenção

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Fonte: Portal Press

A MAG Seguros lançou, nesta semana, campanha institucional em meios digitais e offline. A campanha tem como mote o ditado popular ‘Um por todos e todos por um’.

Por meio da campanha, a MAG Seguros tem como objetivo de traduzir de forma simples a importância da coletividade e do mutualismo, princípios que servem como base para o mercado de seguros.

“O mundo está passando por um momento crítico em sua história e entendemos que é nosso papel prestar um serviço à sociedade e contribuir para que todas as pessoas fiquem em segurança”, conta Nuno Pedro David, diretor de Marketing da MAG Seguros.

Outra preocupação da seguradora é, por meio da campanha, enfatizar o poder da prevenção que, neste momento, segundo as autoridades, deve ser realizada por meio da higiene e do isolamento social. A empresa ainda reforça a sua presença no dia a dia das pessoas até de forma remota ou digital, consequência do constante investimento em tecnologia e inovação da seguradora.

“Fizemos uma campanha simples e leve e que vai ser veiculada nas redes sociais”, completa David. A campanha foi assinada pela agência DPBR.

Susep suspende edital para Sandbox

sandbox seguradoras susep

Decisão foi tomada em função da pandemia causada pelo Coronavírus (COVID-19) e o estado de calamidade pública estabelecido no país

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), tendo em vista a pandemia causada pelo Coronavírus (COVID-19) e o estado de calamidade pública estabelecido no país, resolveu suspender o Edital Eletrônico nº 1/2020/SUSEP, de seleção de interessados em participar exclusivamente de ambiente regulatório experimental (Sandbox Regulatório). A decisão foi tomada em Reunião Ordinária do Conselho Diretor, em 26 de março de 2020.

A autarquia entende que a medida permitirá que os interessados em participar do programa, diante do cenário atual, tenham mais tempo para se organizar e cumprir com as determinações previstas no Edital e nos normativos.

A nova data de vigência do edital será informada oportunamente, de acordo com os desdobramentos de cenários que a autarquia segue monitorando.

Fundación Mapfre doa € 3 milhões para combate do coronavírus no Brasil

Mapfre ceo

Fonte: Mapfre

A Fundación Mapfre anunciou a doação de € 3 milhões (o equivalente a mais de R$ 16 milhões) para o enfrentamento da pandemia de covid-19 no Brasil. O valor terá como destino o apoio a iniciativas de autoridades governamentais e entidades de saúde, tanto de prevenção da disseminação do novo coronavírus quanto tratamento da infecção. 

“Em um momento tão complexo como o que passamos, precisamos nos unir em torno de boas iniciativas que garantam a saúde e o bem-estar de toda a população, e cuidar da nossa comunidade é o principal compromisso da Fundación Mapfre”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, representante da entidade no país e CEO da Mapfre Brasil. 

A companhia anunciará em breve os projetos que serão beneficiados com o montante. 

Covid-19 muda cenário do setor para pessimista

O indicador das seguradoras é o mais baixo desde março de 2016 (ou seja, há quatro anos), número ocorrido no momento mais crítico do processo de impeachment da ex-presidente Dilma

A pandemia mudou completamente as expectativas do setor de seguros. Nesse momento, o indicador das seguradoras é o mais baixo desde março de 2016, número ocorrido no momento mais crítico do processo de impeachment da ex-presidente Dilma, ressalta o consultor Francisco Galiza.

Em março de 2020, o segmento passou a ficar pessimista sobre o que pode acontecer nos próximos seis meses. Ou seja, indicadores abaixo de 100 pontos. A última vez que o índice cruzou esse limite foi em setembro de 2018.

Nesse momento, o indicador das seguradoras é o mais baixo desde março de 2016 (ou seja, há quatro anos), número ocorrido no momento mais crítico do processo de impeachment da ex-presidente Dilma.

Os acontecimentos ainda estão muito recentes e incertos, e o comportamento de tal tragédia influenciará diretamente o cenário e as previsões das empresas nos próximos meses.

Apólices de vida da Liberty Seguros cobrem Covid-19

liberty seguros

Com o avanço do Coronavírus, a Liberty Seguros vem trabalhando globalmente para assegurar a saúde e bem estar dos colaboradores, clientes e corretores. “Entendemos que o seguro tem um papel importante de amenizar as perdas de nossos segurados e de suas famílias, por isso uma das medidas que tomamos foi revisar os procedimentos e cláusulas dos nossos produtos de Vida”, segundo informou o grupo em comunicado.

As apólices de seguro Vida, a Liberty geralmente não faz a exclusão para pandemias, cobrindo a COVID-19. “Continuaremos a monitorar a situação e procurar soluções para que todos possam passar por esse momento com o menor impacto possível”, afirmou.

O grupo, premiado com um dos mais inovadores no Brasil, acredita e incentiva o modelo de home office desde 2014, observando muitos ganhos nas operações e serviços. Como medida de prevenção ao Coronavírus, dos 1.800 mil colaboradores, 80% já estão trabalhando remotamente. A operação de home office foi implantada desde a semana passada e o grupo trabalha para ter 100% da operação remota até o final de março.

A ação de implementação do home office envolve todas as áreas, incluindo a matriz em São Paulo capital e filiais de todo o Brasil. Inclusive, 73% dos colaboradores das áreas relacionadas a atendimento ao cliente já estão trabalhando remotamente, finaliza o grupo.

Valor Econômico traz especial sobre Seguros

valor seguros

O Suplemento traz um cenário da evolução do setor antes da crise do Covid-19 e o quanto a pandemia deve afetar as companhias em 19 textos produzidos pela equipe de freelancers e editado pelos editores do jornal

Assim como os mercados globais, que buscam uma direção diante da evolução da pandemia do coronavírus, o mercado segurador corre contra o tempo para proteger funcionários, clientes, parceiros e acionistas. Os números de infectados e mortes pela pandemia de coronavírus segue aumentando na Europa e nas Américas, enquanto governos e bancos centrais ao redor do mundo continuam disparando munição contra os efeitos econômicos da Covid-19. As bolsas asiáticas e europeias caem, o petróleo opera na mínima e o dólar sobe.

O número de casos confirmados de Covid-19 em todo o mundo chega a 723.700 na manhã desta segunda-feira, incluindo 143.025 nos EUA. No Brasil, o número de mortes pelo vírus chegou a 136 ontem no país, segundo o Ministério da Saúde. No entanto, a briga política tem atrapalhado o ordenamento de uma politica capaz de mitigar os efeitos da doença e da economia.

Independentemente disso, as empresas do setor de seguros adotam medidas para gerenciar tamanho risco, que cresce a cada dia, afetando a todos. Veja abaixo um resumo das 19 matérias publicadas no especial de Seguros do Valor Economico, que podem ser lidas na íntegra por assinantes no portal ou na edição impressa que circula nesta segunda-feira.

Cenário– A indústria de seguros começa a fazer as contas dos estragos da pandemia do coronavírus. A paralisação de importantes cadeias de produção, o fechamento de comércios, a adoção de medidas de isolamento social e a perspectiva de recessão da economia, perda de renda da população e aumento do desemprego tendem a impactar diretamente na geração de prêmio em 2020. E, embora a pandemia seja um risco excluído da maioria das apólices, haverá impacto na sinistralidade e no aumento de indenizações em algumas linhas de negócios.

Pandemia – Ainda é cedo para mensurar os impactos da crise provocada pelo coronavírus sobre as companhias de seguros e resseguros internacionais, dizem os analistas. Mas a pandemia já começa a provocar alterações de ratings e perspectivas. “O coronavírus é único em seu escopo e complexidade de possíveis perdas, e a incerteza em relação aos impactos de curto prazo exacerba ainda mais a situação”, diz em um comunicado a agência de rating AM Best. Em 16 de março, a agência revisou para negativa a perspectiva da indústria de seguros de vida e renda (annuity) nos Estados Unidos, explicando que as condições econômicas atuais são mais propensas a afetar os balanços patrimoniais desses segmentos do que os de outros ramos, como propriedades, acident es ou de saúde.

Auto – As mudanças de comportamento trazidas pela Geração Y, que não enxerga mais o automóvel como um objeto de desejo, desafia as seguradoras que atuam na modalidade “autos”. “O cliente deseja tecnologia, aplicativos que o auxiliem na condução e na redução de riscos, quer coberturas enxuta no padrão de suas necessidades”, afirma Walter Pereira, presidente da comissão de automóvel da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

Investimentos – Preparando-se para atuar num cenário de juros baixos por um longo tempo, as seguradoras brasileiras estão tomando iniciativas para melhorar as suas operações e as experiências dos segurados. Por meio do controle de despesas e sinistros e do investimento em novas tecnologias, elas buscam contrabalançar a perda dos resultados financeiros. Se, no passado, estes eram tão elevados que costumavam mais do que compensar ineficiências, hoje isso já não é mais verdade.

Fundos – A alta volatilidade no mercado acionário nas últimas semanas levou os principais fundos de previdência em ações, balanceados e multimercado a acumularem perdas expressivas, que anularam todo o ganho que vinham obtendo no ano. Na categoria previdência ações indexadas, o tombo de janeiro a 18 de março foi superior a 40%. Já o previdência balanceado com exposição em ações acima de 49% dos ativos caiu quase 30%. Mesmo os fundos balanceados até 15% encolheram 5%, e o produto que vinha se tornando o ‘queridinho’ do setor, o multimercados, na sua classificação livre, teve 7% de seu patrimônio reduzido.

Previdência– Com 90% dos funcionários em home office e foco na comunicação com os clientes, a Brasilprev, que detém a maior carteira de previdência privada do país, espelha bem o momento que o setor vive. A indústria tenta minimizar os impactos financeiros e físicos que a disseminação mais acelerada do coronavírus trouxe para o mercado de capitais e para a economia como um todo. Este é, segundo seus participantes, um dos cenários de maior estresse e imprevisibilidade já experimentados.

Risco Cibernético – No dia 6 de março, cinco dias antes de o coronavírus ainda ser reconhecido como uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde, a agência americana que cuida da segurança cibernética dos EUA (CISA) distribuiu um comunicado alertando que todos ficassem atentos a possíveis ataques cibernéticos por meio de e-mails com anexos ou links que direcionavam os internautas a sites fraudulentos, que podiam coletar dados sigilosos ou pediam doações para vítimas da covid-19. Uma semana mais tarde, o hospital universitário da cidade de Brno, na República Tcheca, que faz testes para o novo vírus, sofreria um ataque cibernético que o obrigaria a desligar todos os seus sistemas e transferir pacientes para outras instituições.

Seguro Cibernético 2 – A proximidade da entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), prevista para agosto, está impulsionando a contratação de seguros contra riscos cibernéticos por parte das empresas. O mercado aposta no potencial desse tipo de proteção não só porque a lei estabelece pesadas multas em caso de vazamentos de dados, mas também porque o crescimento da utilização da tecnologia vem acompanhado do aumento dos riscos de ataques cibernéticos.

Insurtech  – As insurtechs prometem novo fôlego ao mercado segurador brasileiro e o total de parcerias com as grandes seguradoras é crescente. Cristiano Barbieri, vice-presidente de estratégia digital, inovação e tecnologia da SulAmérica, diz que a seguradora mantém atenção constante em startups que ajudem a resolver problemas nos principais ramos de atuação, entre eles, seguro saúde. Um exemplo é a parceria com a Docway para atendimento médico em domicílio para beneficiários de planos de até 12 anos e acima de 65. Disponível em 50 cidades brasileiras, a ferramenta é voltada para casos não emergenciais.

Tecnologia – Fornecedores de tecnologia estão despachando para o mercado segurador soluções de gestão de contratos, serviços on-line que desafogam as demandas dos call centers e softwares que identificam novos perfis de consumidores e não clientes (prospects). Para fechar mais negócios, direcionam as ofertas para seguradoras de médio porte, menos automatizadas, e apostam em ferramentas de produtividade que podem acelerar a contratação de apólices. Em alguns clientes, o prazo foi reduzido de oito para um dia. “As seguradoras querem soluções que as diferenciem da concorrência e garantam um melhor atendimento para o usuário final”, analisa Daniel Domeneghetti, CEO da consultoria de tecnologia E-Consulting. Também investem para entender os hábitos dos consumidores e ganhar agilid ade na c onclusão de sinistros e reembolsos, diz.

Inovação  – Os números globais fazem parte de um levantamento da consultoria IDC e da Liferay, fabricante americana de software. O estudo indica um impulso nas compras de sistemas ligados principalmente à melhoria da experiência do cliente. As ferramentas mais procuradas nos próximos dois anos devem ser baseadas em inteligência artificial (IA), com alta de 225 % no período, além de projetos de computação em nuvem (123%), internet das coisas (84%) e big data (68%). No Brasil, a Sompo Seguros investiu cerca de R$ 260 milhões em desenvolvimento e melhoria de recursos de infraestrutura entre 2018 e 2019, de acordo com Guilherme Muniz, diretor de inovação e tecnologia. A equipe trabalha alinhada às áreas de negócios para acelerar projetos que melhorem a experiência do cliente e auxiliem os corretores no aten dimento, diz.

Plataformas digitais – Depois dos comparadores on-line de seguros, as startups avançam em plataformas digitais para venda de produtos como seguro de automóvel e proteção para celulares e bicicletas. Segundo levantamento da empresa de inovação aberta Distrito, em parceria com a KPMG, há 113 insurtechs no Brasil, avanço de 47% em relação ao mapeamento anterior, de 2018. Muitas dessas empresas têm parceria com grandes seguradoras e não querem acabar com a figura do corretor na venda dos produtos.

Bancos Digitais – Seguro é tido como um dos produtos essenciais na estratégia dos bancos digitais e fintechs, que buscam a rentabilidade desde o começo de suas operações enxutas e totalmente digitalizadas. XP Investimentos e Banco Inter afirmam que a operação de seguros já nasceu rentável por usufruírem da plataforma do banco que já estava consolidada. “A atuação da XP em seguros segue a lógica da gestora: criar produtos que o mercado não oferece, vender somente aquilo que compraríamos e ajudar nossos clientes com proteções que agregam valor ao planejamento financeiro”, diz Roberto Teixeira, presidente da XP Seguros. Apesar de ter uma seguradora, a maior gestora de investimentos do Brasil oferece produtos de outras companhias, como Icatu, SulAmérica, Zurich em previdên cia, e P rudential, MetLife, MAG Seguros, Tokio Marine e também Zurich em vida. “Temos um portfólio completo em vida e previdência, e está no nosso radar expandir o leque de produtos para a nossa base de clientes.”

Varejistas – As redes varejistas que estavam otimistas com a retomada forte das vendas de seguros em canais físicos e virtuais perderam um pouco o fôlego com o fraco desempenho verificado desde o fim do ano até fevereiro. Agora, com o cenário mais cinzento por causa da pandemia do coronavírus, as estratégias e expectativas de faturamento serão revistas. Apesar de implementarem um esquema de “guerra” para segurar as vendas com o período de quarentena, a incerteza quanto a emprego e renda dos trabalhadores acende um sinal vermelho nas expectativas de todos.

Infraestrutura – A disparada do dólar, o fechamento de atividades para atenuar a pandemia de coronavírus e a consequente queda de demanda estão deixando os setores de infraestrutura e o de seguros em alerta máximo. Seguradoras, concessionárias e escritórios de advocacia estão analisando os contratos de concessão e Parcerias Público-Privadas (PPPs) assinados e as apólices firmadas a fim de avaliar os próximos passos. A retração da demanda é considerável, o que poderá levar à discussão sobre a existência de um “caso fortuito” ou de “força maior”.

Concessões – Governo federal e Estados tinham uma ambiciosa agenda de projetos de concessão. Mais de 20 ativos poderiam ser licitados neste ano, com destaque para a via Dutra, rodovia que interliga São Paulo e Rio de Janeiro e que deverá contemplar R$ 30 bilhões em investimentos durante os 30 anos de contrato; e a realização da sexta rodada de concessões de aeroportos para ampliação, manutenção e exploração de 22 terminais, distribuídos em três blocos e investimentos de R$ 6,7 bilhões. Juntos, os terminais respondem por 11% dos passageiros pagos movimentados no mercado brasileiro de transporte aéreo.

Pandemias passadas – Globalmente, mais de 400 epidemias e pandemias foram registradas nas duas últimas décadas. Entre 2001 e 2016, elas causaram perdas econômicas de US$ 197,7 bilhões, conforme estudo da consultoria de riscos Marsh. No Brasil, a epidemia do zika vírus gerou prejuízo de US$ 16 bilhões (cerca de R$ 80 bilhões, em valores atuais) na atividade econômica local. Parte do rombo é decorrente da perda de produtividade nas companhias, com redução de força de trabalho, interrupções nas cadeias de suprimentos e queda na demanda.

Resseguros – Debatida nos últimos 20 anos, a nova norma contábil IFRS 17 foi adiada pela segunda vez pelo Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (IASB, na sigla em inglês). Prevista para entrar em vigor em janeiro de 2022, agora as novas diretrizes passarão a valer a partir de janeiro de 2023, segundo informou há duas semanas o órgão responsável pelas chamadas Normas Internacionais de Demonstrações Financeiras (IFRS, em inglês). A expectativa é que as alterações provoquem uma grande transformação nos balanços das seguradoras mundo afora. Ainda assim, a complexidade das regras desafia a adaptação das companhias, num movimento que precisa incluir mudanças de processos, controles internos, sistemas e tecnologias. “A nova norma muda de forma profunda a mensuraç ã o e preparação de demonstrações contábeis das companhias de seguros”, afirma Carlos Matta, sócio da PwC Brasil.

Resseguros 2 – A esperança que o mercado de resseguros alimentava até pouco tempo de recuperação da economia em 2020 e consequente aumento do volume de prêmios, dificilmente irá se materializar. Para o vice-presidente e analista sênior da agência de rating Moody’s, Diego Kashiwakura, os eventos recentes adicionam incerteza em relação aos resultados de subscrição já que a sinistralidade geral deve aumentar. “Se isso de fato ocorrer, a rentabilidade das resseguradoras vai deteriorar, uma vez que os resultados financeiros estão comprimidos por conta do nível baixo de taxas de juros”, diz.

Credicor-SP cria linha de crédito social

Com o objetivo de auxiliar os cooperados no momento de crise do coronavírus, Sicoob Credicor-SP oferece empréstimo com taxa de juros de 1,3% ao mês

Fonte: Sincor-SP

“Tornamo-nos mais fortes quando descobrimos o poder da cooperação”. A frase do coach João Alberto Catalão se aplica perfeitamente ao negócio da Sicoob Credicor-SP (Cooperativa de Crédito dos Corretores de Seguros), criada pelo Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), e ao momento de desafios que passamos com a pandemia do coronavírus.

A crise gerada pelo isolamento social em função da pandemia atingiu, diretamente muitos empresários, principalmente os de menores portes e, para ajudar a ultrapassar essa etapa, a Sicoob Credicor-SP lançou uma linha de crédito social com taxa de juros mais baixa. 

O Crédito Social Credicor-SP oferece empréstimos de até R$ 20 mil, com parcelamento em até 10 meses e taxa de juros de 1,3% ao mês. E, importante: o tomador tem 60 ou 90 dias para começar a pagar. 

“A cooperativa de crédito, assim como os seguros, tem como principio a cooperação mútua, que é o que mais precisamos para passar por esse difícil momento de pandemia. Somente com solidariedade e ações visando ajudar o outro venceremos o coronavírus e sairemos melhores e mais fortes”, afirma a gerente da Sicoob Credicor-SP, Geny Schimith. “Estamos à disposição para atender com urgência as necessidades dos empresários”.