Generali Brasil é reconhecida como uma das empresas mais inovadoras do país pela MIT Technology Review 

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por Generali

A Generali Brasil foi premiada pela quarta vez no Innovative Workplaces 2025 como uma das 20 empresas mais inovadoras do país. O reconhecimento, concedido pela MIT Technology Review Brasil, destaca a combinação de estratégia e transformação digital para aprimorar a experiência do cliente, simplificar a comunicação e utilizar tecnologia de forma cada vez mais humanizada. 
 

A seguradora adotou diversas iniciativas nos últimos anos, como a aplicação de inteligência artificial e automação em diferentes setores da companhia, além de criar a área de Experiência do Cliente para manter o consumidor no foco de todas as suas decisões. 
 

Para Alexandre Muniz, Diretor de TI e Operações da Generali Brasil, o prêmio conquistado pelo quarto ano consecutivo confirma o compromisso da empresa com a inovação. “Nosso objetivo é oferecer aos segurados os melhores serviços. Para isso, acompanhamos tendências e novidades, mantendo-nos na liderança da disrupção do setor”, afirma. 
 

Projetos de destaque 
 

A Generali tem implementado ferramentas de inteligência artificial em diversas frentes. Um dos primeiros passos foi a criação de uma célula dedicada à inovação com governança própria para definir automações e gerar ganhos operacionais e de atendimento. “Na prática, essas ferramentas tornaram a operação mais eficiente e permitiram direcionar recursos para ações de maior valor estratégico”, afirma Muniz. 
 

Outra iniciativa de sucesso é o projeto de Embaixadores do Cliente, grupo interno de gestores que difundiu a cultura centrada no segurado. A ação resultou no redesenho de jornadas em cada ponto de contato do cliente com a companhia para personalizar o atendimento, proporcionando melhorias significativas de percepção e desempenho. Prova disso é que, no primeiro semestre de 2025, houve um avanço de 15 pontos no Net Promoter Score (NPS) da seguradora em comparação com 2024. 
 

Já o terceiro case submetido foi o do Projeto Facilita, que utiliza metodologias como Legal Design e UX Writing para simplificar o entendimento de documentações. Legal Design é uma abordagem que aplica princípios de design e da experiência do usuário ao universo jurídico, enquanto UX Writing se concentra em textos voltados para interfaces digitais, com foco em guiar o usuário de forma clara e objetiva. 
 

A Generali continua sua agenda de inovação, ampliando a implantação das ferramentas e práticas que contribuem para a eficiência, o aprimoramento da jornada do segurado e o fortalecimento da transformação digital no setor de seguros.

Coface reforça liderança regional e mira oportunidades de negócios na América Latina

Mariangela Coface

A Coface, uma das empresas líderes mundiais em Seguro de Crédito e em soluções de gestão de riscos, anuncia a contratação de novos líderes para compor sua diretoria regional América Latina, responsável pelas operações na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru.

Diogo Machado é o novo COO e diretor de Business Technology para a América Latina. Com mais de 20 anos no setor de seguros e serviços financeiros, atuou na liderança de empresas como American Express e Marsh McLennan. 

Silvia Heidrich, após quatro anos de experiência na sede do Grupo Coface na França, à frente de projetos globais de engajamento, diversidade e transformação digital, retorna ao Brasil para liderar as estratégias de Recursos Humanos na região como diretora de Regional de Recursos Humanos.

Quedmar Camargo é a nova Diretora de Riscos América Latina. Com vasta experiência no mercado segurador, após passagens por empresas como Zurich, Chubb, Itaú Unibanco e PwC, ela se une ao time para fortalecer a região.

À frente de Marketing e Comunicação, Mariangela Morenghi traz sua experiência em projetos de reputação e relacionamento com o mercado, após 10 anos na AIG e experiência em empresas dos setores de tecnologia, infraestrutura, agronegócio e varejo, para fortalecer e ampliar a marca e oportunidades de negócios da Coface.

Os quatro novos líderes regionais da Coface estão baseados no escritório da companhia em São Paulo.

Expansão na América Latina

A Coface está entre as líderes de mercado em seguro de crédito em diferentes países da América Latina, e agora consolida sua estrutura ainda mais robusta para ampliar esse espaço. “No segmento de seguro de crédito, vemos oportunidades de crescimento, considerando o tamanho do mercado e espaços ainda pouco explorados, principalmente se consideramos o risco crescente de inadimplência e pedidos de recuperação judicial na região”, explica Marcele Lemos, CEO da Coface para a América Latina e Brasil. 

Segundo último levantamento da Latino Insurance, o mercado de seguro de crédito movimentou USD 521 milhões entre junho de 2024 e junho de 2025 na região, sendo que, em termos globais, o mesmo segmento atingiu USD 10 bilhões em 2024, segundo a ICISA (International Credit Insurance & Surety Association).

“Neste mesmo cenário de oportunidades, também temos expandido nossa oferta de serviços na América Latina, oferecendo soluções de gestão de riscos como informação de empresas e serviço de cobrança em mais de 200 países ao redor do mundo”, completa Marcele.

Seguradoras marcam presença nos Pavilhões Brasil da COP30 com painéis sobre riscos climáticos 

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) divulgou na quinta-feira (25/09) o resultado da seleção de painéis que comporão a programação dos Pavilhões Brasil na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). Este é um dos mecanismos de participação do setor privado e da sociedade civil na cúpula da COP30, que ocorrerá em Belém (PA) de 10 a 21 de novembro. Entre os destaques dessa lista estão propostas do setor segurador, que terá participação ativa nos debates, reforçando seu papel estratégico na construção de uma economia de baixo carbono e na adaptação às mudanças climáticas.

As propostas foram avaliadas pelo Comitê Técnico dos Pavilhões Brasil, formado por representantes do MMA, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Presidência da COP30, Casa Civil e outras pastas. O grupo recebeu aproximadamente 1.270 propostas, das quais 140 foram selecionadas.

Esse número de inscrições reflete o interesse crescente da sociedade brasileira em participar da cúpula. Na COP28, em Dubai, foram 700 propostas; na COP29, em Baku, 500. O salto para a COP30 representa aumento de 81% em relação a Dubai e 154% em relação a Baku.

A forte presença do setor segurador no processo simboliza a consolidação do tema climático como prioridade para as companhias. As seguradoras devem apresentar experiências ligadas à “inteligência climática”, uso de dados para gestão de riscos, resiliência de infraestruturas críticas e financiamento de soluções sustentáveis. 

Nos Pavilhões Brasil, elas terão espaço para dialogar com governos, empresas e sociedade civil sobre instrumentos que protegem populações vulneráveis, estimulam práticas empresariais sustentáveis e contribuem para reduzir perdas econômicas diante de desastres naturais.

Na Zona Azul, dedicada à cooperação internacional e à implementação da NDC brasileira no âmbito do Acordo de Paris, o setor vai defender a relevância do seguro como ferramenta de mitigação e compartilhamento de riscos globais. Já na Zona Verde, voltada ao contexto doméstico e à execução do Plano Clima até 2035, as seguradoras apresentarão iniciativas de inovação em produtos e políticas de adaptação, com foco na proteção das cidades e no fortalecimento da infraestrutura resiliente.

Os eventos nos Pavilhões Brasil ocorrerão entre 10h e 19h, com duração máxima de 60 minutos. Além disso, algumas propostas não selecionadas para a programação principal poderão integrar atividades autogestionadas na Zona Verde, ampliando ainda mais a presença da sociedade e do setor privado, incluindo seguradoras, na COP30.

A confirmação final de painelistas e moderadores será realizada nas próximas semanas. O MMA também divulgará até 10 de outubro uma nova lista de cerca de 80 painéis da sociedade civil, contemplando iniciativas adicionais de alto nível e qualidade.

Com sua presença ativa, as seguradoras reforçam que a transição climática não é apenas uma pauta ambiental, mas também de segurança econômica, social e de desenvolvimento sustentável.

Propostas aprovadas:

1 . Zona Verde – 14/11: I Investimentos Sustentáveis: como os setores financeiro e de seguros contribuem para o financiamento da transição climática? – parceria CNseg, Febraban e Anbima.

2 . Zona Verde – 14/11: participação no painel da EY (Ernst & Young): ” Perdas Climáticas: Inteligência de dados a favor da mitigação, adaptação e implementação do Plano Clima”.

3 . Zona Azul – 20/11: “Inteligência climática como instrumento de mitigação e adaptação: contribuições para a implementação do Plano Clima” – proposta exclusiva da CNseg.

Resseguro entra em fase de calmaria tensa, com furacões e marco legal no radar

O encontro anual de Baden-Baden, na Alemanha, de 19 a 23 de outubro, tradicional espaço para discutir as renovações de contratos de resseguro na Europa, acontece neste mês em clima de expectativa. A pauta do mercado internacional reflete a transição de ciclo vivida pelos resseguradores: depois de dois a três anos de forte endurecimento, com aumentos de dois dígitos que devolveram rentabilidade ao setor, o mercado agora se encontra em trajetória de suavização. Os preços estão “flat” — sem altas ou quedas abruptas —, trazendo um alívio cauteloso em meio à instabilidade global de juros, geopolítica e economia.

Se o encontro de Monte Carlo, realizado em setembro, foi marcado por especulações, Baden-Baden costuma traduzir em negociações concretas o que se debateu semanas antes. Mas a diferença central é o calendário: outubro é historicamente o mês mais tenso para os resseguradores, porque a temporada de furacões do Atlântico Norte, que se encerra em novembro, está em seu auge. “É quando todos ficam de vela acesa, esperando que nada grandioso aconteça. Um único evento pode mudar completamente o humor e o preço das renovações”, afirma Pedro Farme, CEO da Guy Carpenter no Brasil.

O ano de 2025 já entrou para a história como um dos mais desafiadores para a indústria global. Em janeiro, incêndios florestais devastaram a região metropolitana de Los Angeles, deixando prejuízos segurados entre US$ 50 bilhões e US$ 80 bilhões. Desde então, as catástrofes naturais seguiram uma curva mais típica, levando analistas a projetar perdas totais em torno de US$ 150 bilhões no ano — patamar que se tornou o “novo normal”.

A temporada de furacões, no entanto, pode virar a mesa. Em setembro, o furacão Milton nasceu no Golfo do México e, em vez de seguir para o nordeste dos EUA, desviou à direita e atingiu a Flórida. “Esses fenômenos não impactam apenas o mercado americano, mas também os resseguradores com exposição na América Latina, que são fundamentais para o Brasil”, observa Farme.

Brasil já não é imune a catástrofes

Por décadas visto como um país de risco climático baixo, o Brasil passou a viver catástrofes de grande escala, como mostrou a tragédia no Rio Grande do Sul em 2024. O episódio deixou perdas econômicas superiores a R$ 100 bilhões, sendo R$ 6 bilhões em indenizações seguradas em linhas que foram do prestamista ao seguro de concessões e aeroportos.

Mais recentemente, em setembro deste ano, ventos intensos destruíram a fábrica da Toyota em Porto Feliz (SP). Apesar da gravidade, o impacto foi limitado porque a unidade tinha menos fornecedores locais do que outras plantas da montadora. Se fosse em Sorocaba, onde há um polo industrial, o efeito seria muito maior. “Esse tipo de destruição total por vento é inesperado, assim como ninguém esperava o que ocorreu no RS”, diz Farme.

A sucessão de eventos tem reforçado o interesse de resseguradores internacionais pelo mercado brasileiro. “O país já chegou a uma saturação na atividade primária. Agora, ter riscos catastróficos aumenta a demanda por resseguro, porque há mais negócios sendo feitos. Isso tem atraído novos players para a região”, avalia o executivo.

Mais do que os riscos climáticos, porém, o foco dos executivos no Brasil está na adaptação ao novo marco legal dos seguros, que entra em vigor em dezembro de 2025. A lei pode mudar o equilíbrio entre seguradoras, clientes e reguladores, elevando o grau de litigiosidade e exigindo novos parâmetros de precificação. “Os que já operam no Brasil sentem o desafio de se adaptar, enquanto os novos entrantes já chegam moldados à nova lei”, explica Farme.

Na prática, os contratos automáticos continuam com prazos de 12 meses, mas nos resseguros diretos e facultativos há maior procura por renovações de prazo mais longo, justamente para mitigar a incerteza. O aumento surpresa do IOF sobre o resseguro, anunciado neste ano, também entra na conta. “Ainda que o mercado não esteja focado nisso agora, o fato é que a soma do IOF com o marco legal pressiona custos e exige rediscussão das condições para 2026”, completa.

A entrada de novos resseguradores e MGAs (agências de subscrição) no Brasil e na América Latina, como Fidelis e Convex, tem ajudado a sustentar preços estáveis, mesmo diante das pressões. “Esse movimento funciona como contrapeso: ainda há incertezas, mas a chegada de capacidade adicional garante a continuidade de um mercado flat — sem redução e sem aumento relevantes”, afirma o CEO da Guy Carpenter.

Segundo ele, a expectativa é que o Brasil viva uma fase de maior litígio do que no passado, ainda que distante do nível observado nos EUA. “Nos primeiros anos de adaptação à lei, certamente teremos discussões mais longas e desafiadoras. Mas, com o tempo, o mercado tende a se ajustar”, avalia.

O saldo, até aqui, é de estabilidade aparente. O Brasil tem seguradoras capitalizadas e com apetite para reter riscos, enquanto o mercado global parece se ajustar de forma gradual à virada do ciclo. Mas a sensação geral é de uma “calmaria tensa”, como resume Farme: “Vivemos um momento em que há muitas panelas cozinhando ao mesmo tempo. Isso dificulta prever o que pode acontecer. Tudo vai depender do que outubro nos reserva”.

M&A, corretores de resseguro, capital alternativo e AI

Segundo observações da McKinsey & Company sobre o evento de Monte Carlo, as fusões e aquisições perderam força nos últimos anos no setor de resseguros, reflexo de um desaquecimento mais amplo da atividade de mercado. Mas em Monte Carlo, esse foi novamente um dos principais temas, à medida que organizações buscam os benefícios da escala. Dois anúncios recentes, às vésperas do RVS, despertaram ainda mais interesse: a aquisição da Aspen Holdings Inc., de Bermudas, pela japonesa Sompo Holdings, por US$ 3,5 bilhões, e a compra da Apollo Group Holdings, especialista do Lloyd’s, pela Skyward Specialty Insurance Group, por US$ 555 milhões. Ambos os negócios têm foco em resseguro e sinalizam apetite por inovação, crescimento e modelos alternativos. Nas conversas em Monte Carlo, vários executivos já especulavam sobre os próximos movimentos.

O mercado de corretagem de resseguros era dominado por dois ou três grandes grupos, mas esse cenário mudou com a consolidação de players menores em busca de escala. Hoje, os cinco maiores respondem por cerca de 85% das colocações globais. Embora o ranking dos cinco principais não tenha mudado no último ano, os corretores em 3º, 4º e 5º lugares crescem de três a cinco vezes mais rápido que os dois primeiros. O resultado é um ambiente mais competitivo, que exige atenção redobrada dos líderes e beneficia todo o mercado.

Em um mercado com capital total estimado em US$ 800 bilhões, o capital alternativo — de investidores fora do setor de seguros — já representa cerca de 15%. Inicialmente visto com preocupação pelos incumbentes, ele hoje está consolidado como parte do tecido da indústria. Muitos grupos passaram, inclusive, a diversificar receitas com taxas de administração sobre esse capital de terceiros. A grande dúvida era o que aconteceria quando o ciclo de resseguro mudasse. A resposta parece ser: nada muda. O capital alternativo continua crescendo em linha com o mercado, deixando de ser ameaça e passando a ser complemento de capacidade.

Atualmente, é quase impossível realizar um evento de serviços financeiros sem que a Inteligência Artificial domine o debate — e no resseguro não foi diferente. Em Monte Carlo, falou-se muito sobre como a IA pode impactar modelos operacionais, elevando eficiência e eficácia. O grande diferencial da IA generativa — e agora da chamada agentic AI — é lidar com grandes volumes de dados não estruturados, automatizando etapas de coleta e verificação de informações. Já é possível treinar agentes de IA para preparar casos completos antes mesmo de chegar ao olhar humano. Isso abre caminho para um salto de produtividade, e já há pilotos relevantes sendo testados. No entanto, permanecem questões em aberto, como a escassez de talentos, o impacto em empregos e a real capacidade de gerar valor financeiro. Como em outros setores, ainda é cedo para conclusões definitivas.

Icatu Seguros desvenda mitos e verdades sobre o Seguro de Vida

por Icatu

O Seguro de Vida, produto que está cada vez mais presente nas conversas sobre planejamento financeiro das famílias, vem crescendo consistentemente ao longo dos últimos anos. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), a contratação da modalidade individual cresceu 13,2% no primeiro semestre de 2025.  

Mesmo em ritmo de crescimento, o mercado brasileiro ainda tem amplo potencial de expansão. Uma pesquisa da Fenaprevi em parceria com o Datafolha revela que apenas 18% dos brasileiros contam com a proteção de um seguro de vida. “Essa baixa cobertura reflete a falta de conhecimento e até um certo tabu acerca deste assunto, gerando insegurança na contratação –apesar de sua relevância para a proteção financeira”, revela a diretora de Produtos de Vida da Icatu Seguros, Luciana Bastos.

 Mitos e verdades sobre o Seguro de Vida

Um dos principais e mais disseminados mitos sobre o Seguro de Vida é a ideia de que ele só pode ser usado em casos de morte. Na realidade, o produto oferece uma série de coberturas para serem utilizadas em vida. “Ele garante segurança em todas as fases da vida, proporcionando proteção em situações inesperadas, como em casos de uma incapacidade temporária, uma doença grave ou invalidez”, afirma Luciana. “Nesses casos, a pessoa recebe uma indenização para utilizar da forma que desejar: seja para garantir o acesso a um bom tratamento, medicamentos, cuidadores ou até mesmo para o pagamento de contas no período em que estiver impedido de trabalhar”, complementa.

Em caso de morte do segurado, o Seguro de Vida também garante proteção para a família, reforçando sua relevância como uma ferramenta estratégica de proteção patrimonial e sucessória. “A indenização não passa por inventário, trazendo liquidez para que a família dê entrada no processo de transmissão de bens inventariados e possa se reorganizar e reestruturar financeiramente”, diz Bastos. 

Indenização do Seguro de Vida pode ser rápida e descomplicada

Outro equívoco comum é pensar que acionar o seguro é difícil e que a indenização é demorada. Após o acionamento da seguradora, o prazo legal para o pagamento da indenização gira em torno de 30 dias, mas muitas vezes a liberação do valor pode ocorrer antes. “Por isso é tão importante trazer esse tema para o debate familiar. O ideal é que todos da casa tenham conhecimento da contratação do produto para que eles possam acionar a seguradora no melhor momento”, aconselha.  

 Produto acessível: proteção financeira a partir de valores baixos

Outra informação disseminada sobre o Seguro de Vida é a de que o produto é caro. No entanto, hoje em dia, é possível encontrar opções com valores cada vez mais acessíveis. “O Seguro de Vida é um produto para todos. Independentemente da sua classe social, idade, se é solteiro, casado, se tem filhos ou até mesmo se você já tem um seguro de vida em grupo. Contar com a proteção financeira de um seguro de vida é investir em um futuro mais seguro para si e para quem se ama”, conclui a diretora da Icatu Seguros.

Zurich Seguros patrocina Rio Open pelo segundo ano consecutivo e reforça compromisso com o futuro do esporte 

A Zurich Seguros anuncia a renovação do patrocínio ao Rio Open, evento da Associação de Tenistas Profissionais (ATP) e maior torneio de tênis da América do Sul, realizado no Brasil. Esta será a segunda participação consecutiva da seguradora como patrocinadora oficial do campeonato, que em sua 12ª edição acontece entre os dias 14 e 22 de fevereiro de 2026, no Jockey Club Brasileiro, na Gávea, Rio de Janeiro. Entre os nomes já confirmados na chave de simples está o italiano Lorenzo Musetti (medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Paris-2024). 

Mais do que uma plataforma de visibilidade institucional, o patrocínio consolida o esporte como um dos pilares estratégicos da marca Zurich. Em 2026, a atuação da companhia nesse território estará estruturada em quatro frentes complementares: apoio a grandes eventos esportivos, incentivo a projetos de base, investimento em ações sociais com foco na democratização do esporte e campanhas de mídia que reforçam os valores da seguradora junto ao público brasileiro. 

“Estamos muito felizes em renovar nossa parceria com o Rio Open, um evento que carrega a essência do tênis e conecta o público brasileiro à elite mundial do esporte. Essa iniciativa reflete o compromisso da Zurich em investir no futuro do esporte no Brasil, seja por meio de grandes competições, seja por projetos que promovem inclusão e impacto social”, afirma Lucía Sarraceno, diretora de Marketing e Clientes da Zurich Seguros. 

Além do patrocínio ao torneio, a Zurich mantém um histórico consistente de incentivo ao tênis como instrumento de transformação. Um dos principais exemplos é o apoio às Irmãs do Tênis, Agatha e Tabatha Carvalho, jovens atletas que são um exemplo da inclusão de meninas no esporte. A seguradora também atua em parceria com o Instituto Próxima Geração (IPG), em Belo Horizonte, por meio de ações que contribuem para o desenvolvimento de novos talentos e ampliam o acesso de crianças e adolescentes à prática esportiva. No campo da comunicação e engajamento com os fãs da modalidade, a Zurich também patrocina o New Balls Please!, podcast especializado em tênis apresentado por Fernando Meligeni e Fernando Nardini. 

A presença da Zurich no Rio Open integra uma estratégia mais ampla de posicionamento de marca, que busca alinhar inovação, empatia e responsabilidade social. O esporte, nesse contexto, é visto como uma poderosa ferramenta de inclusão, construção de valores e fortalecimento do vínculo com a sociedade. Ao apoiar iniciativas que promovem diversidade, educação e mobilidade social por meio do esporte, a seguradora reafirma sua ambição de ir além da proteção financeira e contribuir ativamente para um futuro mais justo e sustentável.  

Brasil 2050: o desafio de amadurecer com qualidade de vida

O Brasil está envelhecendo mais rápido do que a média dos demais países. Projeções demográficas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que, em pouco mais de duas décadas, em 2050, aproximadamente 23% da população brasileira terá 60 anos ou mais. Ainda segundo o instituto, essa proporção deverá atingir 37,8% em 2070, quando a idade média da população prevista será de 48,4 anos, frente aos 35,5 anos de 2023. 

O fenômeno, conhecido como Tsunami Prateado, é resultado da combinação entre o aumento da expectativa de vida ao nascer, que deve superar 81 anos até 2040 e chegar a 83,9 anos em 2070, e a queda da taxa de fecundidade, que passou de seis filhos por mulher nos anos 1960 para 1,6 em 2025, inferior ao patamar mínimo para reposição populacional. 

O desafio é claro: considerando a idade mínima de aposentadoria no Brasil, de 65 anos, será preciso garantir renda por cerca de duas décadas após o fim do período laboral. Mais do que uma questão individual, esse cenário representa um chamado coletivo para repensar como financiar a longevidade. É nesse ponto que a previdência privada se apresenta como ferramenta estratégica, ajudando famílias a atravessar esse período com mais segurança, bem-estar e qualidade de vida. 

“Envelhecer não é só ver o tempo passar, mas poder acompanhar o crescimento dos filhos, cuidar dos netos, realizar sonhos guardados e viver com mais calma. Para que esses anos a mais sejam de fato uma conquista, precisamos pensar no futuro desde já. A previdência privada contribui para que cada fase da vida seja usufruída com equilíbrio, acesso a oportunidades e perspectiva de realizações pessoais”, afirma Estevão Scripilliti, diretor da Bradesco Vida e Previdência. 

O estudo Brasil Prateado, realizado pelo Data8, hub de pesquisa e inteligência focado em Economia da Longevidade, reforça essa urgência. Os brasileiros 50+ já consomem, em média, 38% a mais por mês do que os jovens, principalmente em moradia, saúde, transporte e alimentação. Em 2024, representavam 35% do consumo de saúde no país, e devem chegar a 43% até 2034. Apesar do maior poder de consumo, a cesta dos maduros é menos diversificada, refletindo necessidades específicas da longevidade. 

“A longevidade é uma conquista coletiva, mas só será plenamente aproveitada se vier acompanhada de preparo. Quanto antes cada um se planejar, maiores serão as chances de viver essa fase com autonomia e plenitude. A previdência privada é um instrumento que tem muito a contribuir nessa direção, com a vantagem adicional de oferecer soluções que se estendem para além da aposentadoria. Pode ser programada, por exemplo, para o pagamento de um bom plano de saúde em idades mais avançadas ou mesmo a aquisição de um imóvel, entre outras possibilidades” destaca Scripilliti.  

Além disso, a previdência privada possui atributos exclusivos frente às demais modalidades de investimentos, como dedução no Imposto de Renda dos valores investidos em até 12% da renda bruta anual, no caso do PGBL; escolha do regime tributário entre progressivo e regressivo; isenção da cobrança intermediária de IR, potencializando acumulação; portabilidade, que permite alterar a estratégia de investimento sem incidência de imposto; eficiência do planejamento sucessório, pois os recursos não entram em inventário, sendo transferidos diretamente aos beneficiários indicados no plano em no máximo 30 dias, sem incidência de ITCMD.  

“Há várias possibilidades para destinar as reservas acumuladas ao longo da vida na fase pós-laboral, mas todas envolvem uma dose de risco. Já a previdência privada oferece previsibilidade à renda futura, por meio da atualização monetária e da garantia de juros”, conclui o diretor da Bradesco Vida e Previdência.       

Bradesco Seguros redesenha área comercial para ganhar velocidade nos estados

Leonardo Pereira de Freitas Bradesco Seguros

por Denise Bueno

A Bradesco Seguros promoveu uma ampla reestruturação em sua área comercial, sob liderança de Leonardo Freitas, diretor responsável pelos ramos elementares. O movimento combina especialização na matriz, divisão mais granular das regionais e reforço no canal de assessorias, que já responde por 26% da produção da companhia. “O redesenho regional tem um norte: falar com realidades distintas. No Sudeste, onde está mais de 50% do mercado de Auto, a gestão mais granular busca ganhos de velocidade e ajuste fino de oferta. O objetivo da reestruturação é calibrar estruturas para avançar de forma sustentável, com mais especialização e proximidade com os corretores”, conta Freitas.

No nível executivo, Raquel Cerqueira da Costa, até então superintendente sênior de Produto Auto, assumiu a nova Superintendência Sênior de Planejamento e Gestão Comercial, com foco em equilibrar o mix de negócios – a seguradora é forte em frotas e pesados, mas busca ganhar terreno no individual – além de apoiar pequenos e médios corretores com ferramentas de produtividade e ampliar conexões com ecossistemas de distribuição, como varejo, farmácias e atacarejos.

Emanuel Paiva do Nascimento, antes superintendente de Planejamento e Gestão Comercial, passa a comandar a recém-criada regional Rio, Minas e Espírito Santo. Já Luiz Carlos Ferreira Gomes, que respondia pela região Sudeste, assume como superintendente sênior de Negócios em São Paulo, que agora foi subdividido em capital e interior.

Nas demais regiões, Cleverson Veroneze, que era superintendente comercial em Porto Alegre, passa a ser superintendente regional de Seguros para o Sul; Mateus Nunes Leandro Silva, vindo da superintendência comercial de Brasília, assume como superintendente regional de Seguros no Conem (Centro-Oeste e Nordeste); e Ricardo Luis Costa, antes em Campinas, torna-se superintendente regional de Seguros para o Sudeste.

A companhia estruturou governança dedicada, com painéis de gestão e uma liderança específica também para grupos. “O mundo comercial não é mais só relacionamento. É técnica, dados e pricing — sem perder a alma”, diz Freitas. Além da mudança organizacional, a companhia lançou o Programa Recompensa, que prevê remuneração adicional de até 7% e busca deslocar a narrativa da venda do menor preço para a entrega de valor em coberturas e serviços, especialmente no seguro de automóveis.

Outro destaque é o programa de road shows, que percorre diferentes regiões do país em encontros de dois dias, primeiro com as equipes locais e depois com grupos de 30 a 40 corretores em microfone aberto. A dinâmica já resultou em 46 entregas concretas, entre ajustes de produtos, novas jornadas e mudanças de política comercial, sempre acompanhadas do selo “Você pediu, a gente fez”.

Para PMEs, o Empresarial foi segmentado em 10 modalidades (bares, restaurantes, consultórios, escritórios, entre outros), facilitando a prova de valor ao cliente. Em residencial, a seguradora enxerga espaço aberto no pós-pandemia. “A pequena e média empresa não pode desaparecer por um sinistro. A segmentação ajuda o corretor a mostrar, com clareza, a proteção certa.”

Para Freitas, bola na trave tem potencial de alterar o placar. “Quando algo não funciona, nossa equipe senta com o corretor para entender o problema e tem interesse genuíno em resolver. Dar a mão ao corretor virou processo e isso tem aumentando a conexão do time com nosso principal canal de distribuição”, destacou Leonardo Freitas

Conscientização: a importância do seguro de vida como ferramenta de proteção e liberdade financeira

Setembro é o mês dedicado à conscientização sobre o seguro de vida e sua importância na proteção e liberdade financeira das famílias. Segundo relatório elaborado pela FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), no primeiro semestre deste ano os valores arrecadados pelas companhias em seguro de pessoas, que incluem vida, funeral, acidentes pessoais, educacional, viagem, prestamista e por internação hospitalar, totalizaram R$37,8 bilhões, um incremento de 8,4% na comparação com o mesmo período de 2024.
 

Para o CEO e Chairman do Grupo MAG, Helder Molina, o crescimento do setor é possibilitado por três fatores: a mudança cultural a respeito do seguro, qualificação de profissionais do segmento e adoção de tecnologias pelo setor. “Nos últimos anos, as pessoas têm se conscientizado cada vez mais sobre a importância do seguro de vida. O seguro é uma alternativa para oferecer proteção em momentos de imprevisibilidade, tornando-se fundamental para assegurar a estabilidade financeira do segurado e das pessoas dependentes. Neste sentido, é fundamental que o corretor o apresente de forma consultiva e que faça sentido ao seu perfil e momento de vida”, afirma.
 

Paralelamente, corretoras, gestoras e consultorias estão atentas às necessidades do mercado e têm contado com profissionais cada vez mais qualificados. Eles precisam sugerir, de forma assertiva, as melhores oportunidades, gerenciar portfólios e ser um canal direto para tirar dúvidas, possibilitando uma relação de confiança com o cliente. “O trabalho dos profissionais tem amadurecido, possibilitando suporte aos segurados desde o primeiro contato, além de passarem a oferecer pacotes completos, que incluem aplicações, planejamento e educação financeira em um só pacote”, explica. 
 

Sobre inovações do mercado, Helder reforça que as empresas vêm trabalhando para ampliar seus portfólios para atender as necessidades dos mais diversos públicos. “No último ano, o Grupo MAG aplicou o uso de IA em processos de machine learning em diversas frentes do grupo, que otimiza as rotinas e processos, além de implementar a área de Experiência do Cliente para gerar uma jornada mais fluida para os corretores e clientes finais. Outra novidade interessante, nesse sentido de novas ofertas, é o lançamento da Favela Seguros, parceria entre a Favela Holding e a MAG, com apoio social da CUFA, voltada a atender os moradores de favelas brasileiras”, conclui Molina.

Tokio Marine anuncia internalização da Assistência 24h do Seguro de Vida

A Tokio Marine Seguradora anuncia a internalização da Assistência 24h do Seguro de Vida, já disponível para todo o país. Como parte deste movimento, a Companhia internalizou o gerenciamento da rede de Prestadores e toda equipe de atendimento aos Clientes nas Operações de Assistência 24h para serviços como Assistências fornecimento de cestas, Funeral, Pet, recolocação profissional, apoio psicológico e nutricional, entre outros.

De acordo com Andrea Ribeiro, Diretora de Operações da Tokio Marine, a estratégia tem como objetivo aprimorar a experiência de Corretores e Clientes junto à Companhia. “Sabemos que acionar uma Assistência ou comunicar um sinistro são momentos delicados. Nosso propósito com essa internalização foi justamente oferecer um cuidado ainda maior às vidas que protegemos, garantindo mais agilidade nos processos e maior eficiência na resolução de problemas”, destaca.

Além disso, a executiva enfatiza o impacto positivo dessa iniciativa para toda a Companhia. “Uma vez que somos responsáveis por esse atendimento direto, conseguimos também mensurar e avaliar melhor a qualidade desse serviço, implementando melhorias constantes na operação”, explica. 

Estratégia consistente

Essa ação faz parte de uma estratégia da Companhia, que teve início em 2018, com a internalização da Assistência 24h do Seguro Auto. Em um movimento inédito no mercado segurador, a Companhia investiu R$ 20 milhões de reais e contratou 250 novos Colaboradores. Já em 2024, a Tokio Marine deu um novo passo em direção ao processo de transformação digital, com a integração da Assistência 24h dos Seguros Auto e Patrimonial para todo o País.