A seguradora alemã Allianz informou que o lucro operacional caiu para € 2,304 bilhões (-22,2%), enquanto que o volume de negócios melhorou nos primeiros três meses do ano para € 42,600 bilhões (+ 5,7%). “A turbulência causada pelo COVID-19 nos mercados financeiros e a paralização da economia pioraram notavelmente as condições do setor de Serviços Financeiros”, disse a Allianz ao apresentar o balanço.
A empresa está preparada para superar a crise com um portfólio de negócios bem diversificado e um balanço robusto e considera que alcançou um bom resultado no primeiro trimestre.
O presidente da Allianz, Oliver Bäte, disse que “o primeiro trimestre mostra a força da Allianz nessa situação sem precedentes.” O negócio de seguros gerais reduziu o lucro operacional para € 1,032 bilhão (-29,1%) devido ao aumento das perdas por catástrofes naturais e aos efeitos do COVID-19. Os seguros de Vida e Saúde também pioraram o resultado operacional para € 819 milhões (-25,3%) devido à queda nas margens dos investimentos de capital pelas turbulências nos mercados financeiros e ao aumento dos custos nos EUA, mas a gestão de ativos melhorou até € 679 milhões (+ 18,6%).
A Allianz tinha no primeiro trimestre um índice de capitalização de acordo com os regulamentos de supervisão do Solvência II de 190% (218% no ano anterior e 212% no final de dezembro).
A Allianz eliminou os prognósticos de lucro operacional para 2020 entre € 11,500 e € 12,500 bilhões devido à pandemia e, por enquanto, não fará novas previsões até que possa calcular melhor os efeitos da crise.
O evento será realizado em inglês, português e espanhol, nos dias 3, 5 e 9 de junho
Quem quiser saber um pouco mais sobre o Lloyd’s of London, que na minha opinião é o mais deslumbrante mercado de seguros, deve se inscrever no webinar que sera realizado em três datas e três línguas. Veja abaixo datas, horários e como se inscrever na nota divulgada:
Nas circunstâncias atuais, e aproveitando as ferramentas de conectividade que todos usamos diariamente, gostaríamos de oferecer a você e aos membros de sua equipe um webinar de uma hora, com o objetivo de explicar “Como funciona o mercado do Lloyd’s “.
As apresentações abrangerão tópicos como a história do Lloyd’s, o que são “Membros”, “Sindicatos”, “Agentes Gestores”, “Coverholders”, a “Cadeia de segurança do Lloyd’s” e as iniciativas atuais do Lloyd’s.
Tendo em vista que a América Latina e Caribe é uma região vasta, você pode escolher o idioma e a data que melhor lhe convier:
Há grande preocupação também com crises geopolíticas, aprofundamento da crise ambiental, desemprego estrutural e aumento de restrições na circulação de bens e pessoas no pós-Covid
O temor de uma recessão global está no topo de suas preocupações, alerta o estudo “Covid-19 Risks Outlook: Um mapeamento preliminar e suas implicações”, divulgado pela Zurich Insurance Company Ltd, Marsh & McLennan Companies e World Economic Forum. O relatório que avalia os desafios globais nos próximos 18 meses na visão de 350 gestores seniores de risco.
A quebra de empresas, consolidação de indústrias e ruptura em cadeias de suprimentos, os riscos de um aumento de cyber ataques e fraudes de dados, também preocupam os executivos. Há grande preocupação também com crises geopolíticas, aprofundamento da crise ambiental, desemprego estrutural e aumento de restrições na circulação de bens e pessoas no pós-Covid.
Apesar de apontar para um momento de alta sensibilidade, o estudo abre a oportunidade para empresas e governos reavaliarem suas políticas. Conhecendo os riscos, temos a chance de corrigir rotas e criar as condições para a retomada da prosperidade nos próximos anos. Trata-se de uma leitura fundamental para entender o cenário que se avizinha.
É com profunda consternação e pesar que a diretoria executiva e o conselho consultivo do CVG-RJ comunica o falecimento nesta sexta-feira, dia 22 de maio, do fundador e primeiro presidente do CVG-RJ, Minas Mardirossian.
Profissional dedicado ao mercado de seguros, com notório saber deixa um vasto legado aos que trilham o segmento de Pessoas e Benefícios no Brasil. Ele foi um ferrenho defensor deste mercado, ao qual se dedicava desde 1957, quando começou a trabalhar na área de produção de seguro de vida em grupo na SulAmérica.
Em 65, Minas e o amigo segurador, Carlos Sampaio Salgado, convidaram para um almoço os responsáveis pela área comercial de seguro de vida em grupo das 22 seguradoras que operavam no ramo. Todos compareceram e o saldo do encontro promovido por eles na Casa Americana, no Centro do Rio, foi a decisão de criar o Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ), pioneiro dos CVGs no país.
Em 1966, uma nova reunião do grupo foi registrada em ata a fundação do CVG-RJ e aprovado o estatuto do CVG-RJ, sociedade civil sem fins lucrativos. Os participantes elegeram, por aclamação, em chapa única, Minas Mardirossian para a presidência. Tornou-se, o primeiro presidente da instituição.
Para o presidente do CVG-RJ, Octávio Perissé, a perda de Minas Mardirossian “enluta todo mercado segurador. Todos que tiveram oportunidade de conviver com este verdadeiro ícone do setor lamentam esta perda irreparável para o nosso mercado. Ele deixa um legado memorável. E muitas lições e ensinamentos sobre este setor tão importante de nossa indústria. Além de ser um amigo, colaborador e pessoa humana íntegra, solidária e dedicada, que fará falta no nosso convívio pessoal e profissional”.
Executivo terá como atribuições o planejamento e execução da estratégia da companhia, a gestão dos processos e do portfólio de projetos
Fonte: Brasilprev
Líder de mercado e referência em previdência privada, a Brasilprev anuncia Rodrigo Mucelin como novo superintendente de Gestão Estratégica. Entre suas atribuições estão o planejamento e execução da estratégia da companhia, a gestão de processos e do portfólio de projetos e representação em órgãos como a FenaPrevi, CNSeg e outros.
Formado em Sistemas de Informação e com especialização em Engenharia Econômica pela Universidade da Região de Joinville, Rodrigo possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela Fundação Getúlio Vargas, além de ser certificado CFP (Certified Financial Planner).
Funcionário de carreira do Banco do Brasil, atuou como superintendente responsável pelas áreas de Finanças, Controladoria e Gestão das Participações da BB Seguridade. Foi membro dos Comitês Financeiros da Brasilprev, Brasilcap, Brasilseg e da própria BB Seguridade, do Comitê de Investimentos do IRB Brasil Re e do Comitê de Gestão da Brasildental.
Meu Seguro Novo foi lançado em Abril e visa levar leads qualificados para os corretores de seguros cadastrados na ferramenta
Fonte: Segfy
Mesmo em meio a crise mundial causada pelo Coronavírus, as insurtechs seguem desenvolvendo novas soluções que otimizam o desempenho do corretor de seguros. Seguindo essa onda, neste mês de maio, chegou ao mercado o Meu Seguro Novo. Um marketplace, criado pela startup curitibana Segfy, que otimiza, de maneira online, o fechamento de uma apólice de seguro.
A experiência do usuário é prática e intuitiva para que, em poucos minutos, receba as melhores propostas para a sua necessidade. O diferencial do Meu Seguro Novo é a inclusão do corretor de seguros nesse processo. O cliente acessa a ferramenta, seleciona o segmento de seguro correspondente a sua necessidade, preenche alguns dados e em poucos minutos receberá o contato do corretor com as melhores opções de cotação.
Corretor de Seguros, protagonista na ferramenta
O novo marketplace foi desenvolvido para que, corretor e segurado, participem ativamente do fechamento da apólice. O processo de compra é consistente e intuitivo para que ambos tenham uma experiência rápida dentro da ferramenta.
Os corretores de seguros que investirem nesta ferramenta terão a vantagem de receber os leads qualificados e prontos para o fechamento de uma apólice. É nisso que Marcos Villa, CEO da Segfy, aposta para obter sucesso.
“O marketplace foi desenvolvido pensando em trazer novas oportunidades que queiram contratar seguros, não apenas entusiastas. Para isso, todo o projeto está sendo concebido pela nossa equipe. Importante salientar, que o corretor de seguros é o protagonista da solução”.
A plataforma conta com mais de 3 mil corretores de seguros disponíveis para atender a demanda, organizados por uma fila dentro do marketplace para receber cada lead que der entrada após preenchimento do formulário. Ao fechar a apólice com esse lead, o corretor poderá gerir todos os dados deste novo contrato.
Ao corretor que já é cliente da Segfy, existe uma vantagem de poder transitar entre as listas de clientes da ferramenta de Gestão e do Meu Seguro Novo. Com isso, é possível saber por qual via o lead chegou e está sendo gerenciado.
Inovação e otimismo – O projeto desenvolvido pela Segfy espera preencher uma brecha no mercado de seguros online, priorizando a segurança de fechar uma apólice online com um corretor de seguros, regularizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).
A empresa prevê que 1 milhão de usuários sejam impactados pela plataforma e se tornem oportunidades de venda para os corretores. Com base nesses dados, Dielson Haffner, Diretor de Negócios da Segfy, espera que o lançamento do marketplace aqueça as vendas.
“Nossa missão é proteger financeiramente o futuro das pessoas. Dessa maneira, transcendemos o universo de cotação online. Com a nova solução, queremos impactar mais o mercado brasileiro como um todo. Sem dúvidas, o lançamento do Meu Seguro Novo chega para entregar os melhores benefícios, e isso fará com que haja consumidores ainda mais exigentes”.
Foram vendidas 5,3 mil apólices, garantidas pela Zurich, em um mês
O Santander registrou até o início de maio, quando completou um mês de existência do Seguro de Vida para profissionais da saúde, 5.331 contratações e não houve registro de sinistro aberto no período. O produto é garantido pela Zurich Santander. No mesmo mês do ano passado (abril), entre todos os seguros de vida oferecidos para os mesmos especialistas, as vendas somaram 1.634 apólices, liderados pelos médicos, técnicos em enfermagem e enfermeiros – mais que o triplo de proteções. E até o dia 20, foram registradas a soma de mais de 10 mil vendas ante 2.583 no acumulado do mesmo período do ano passado.
Além desses profissionais, o seguro de vida Santander foi pensado em atender aos fisioterapeutas, farmacêuticos, biomédicos, odontólogos, instrumentadores cirúrgicos, terapeutas ocupacionais, técnicos em análises clínicas, exames, laboratórios e raio-x, nutricionistas e psicólogos.
O produto está com desconto de 40% em seu preço (se comparado ao Seguro Vida Select), carência zero para morte de qualquer causa até 31 de junho e cobertura de R$ 100 mil a R$ 1 milhão. Lembrando também que a Zurich Santander incluiu a indenização sobre as possíveis ocorrências relacionadas à covid-19 para as apólices vigentes dos seguros de Vida, Habitacional, Prestamista, Acidentes Pessoais, assistência médica no Viagem e Previdência, que não haviam cobertura para pandemias.
O IRB Brasil está em negociações avançadas para comprar carteiras de resseguros no Brasil e na América Latina, à medida que rivais estrangeiras reduzem operações na região, disseram à Reuters duas fontes próximas à empresa.
Com a crise econômica deflagrada pela Covid-19, algumas resseguradoras globais têm mostrado interesse em sair total ou parcialmente da América Latina para se concentrar nas regiões de suas matrizes, Estados Unidos e Europa, abrindo espaço para consolidação, disseram as fontes, sem revelar nomes das empresas.
“A crise está acelerando movimentos no setor”, disse uma das fontes. “E o IRB está negociando a compra de carteiras e fazendo alianças com mais seguradoras”, acrescentou a outra fonte, ambas pedindo anonimato, porque o assunto não é público.
Embora haja cerca de uma centena de resseguradoras autorizadas a operarem no Brasil, esse mercado é bastante concentrado no país, com o IRB detendo cerca de 40%. Junto com Munich, Swiss Re e Chubb, o grupo tem mais da metade do mercado. O restante é distribuído entre marcas domésticas e internacionais, incluindo grupos de renome, como AIG e Allianz.
Desde o ano passado, operações entre seguradoras têm sido intensa no país, incluindo a venda das carteiras de automóveis e ramos elementares da SulAmérica para a Allianz e a renovação parcial da parceria da francesa CNP Assurances com a Caixa Seguros.
O movimento ocorre enquanto a maior resseguradora do país tenta se recuperar de uma sucessão de problemas que estilhaçaram sua reputação e, junto com a crise, fizeram as ações desabarem cerca de 80% no acumulado do ano até agora.
Questionamentos da gestora de recursos Squadra sobre práticas contábeis do IRB e alegações de que a administração induziu investidores erroneamente a acreditarem que a Berkshire Hathaway tinha comprado ações da empresa precipitaram a saída dos principais executivos e uma ampla reformulação no conselho de administração da companhia neste ano.
A MAG Seguros, seguradora especializada em seguro de vida e previdência com 185 anos de atuação, promoveu hoje mais um webinar. Durante a live, que contou com nomes relevantes do cenário nacional, foram debatidos temas como os contextos político e econômico do Brasil, além de painel que discutiu sobre as transformações por meio da inovação.
No primeiro painel, o professor da PUC-RJ e membro do Conselho Consultivo da MAG Seguros, Luiz Roberto Cunha, contou que o mundo vinha em crescimento desde os anos 50 em razão da globalização. O estudioso acrescentou, ainda, que, para 2020, no Brasil, as projeções eram otimistas, tendo em vista a agenda de reformas e um modelo de economia mais liberal.
Cunha apontou saídas para a crise econômica atual na qual o país passa, algumas medidas, como o ajuste fiscal com redução de despesas, reformas estruturais e utilização de reservas. No mesmo painel, o também membro do Conselho Consultivo e cientista político, Paulo Delgado, reforçou a necessidade do governo em atuar na solução da crise sanitária e desenvolver ações que visam a proteção do emprego e do caixa das empresas.
O painel contou com a moderação de Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros e do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. O executivo contou que acompanhou diversas crises no país por guerra, política e terrorismo, e reforçou duas características desta pandemia. “Esta crise atual em que estamos vivendo é democrática. Atinge ricos e pobres; empresas grandes, médias e pequenas. Também é a única que estou vendo que fará nascer um novo comportamento”, explica Nilton Molina.
Na sequência, Helder Molina, CEO da MAG Seguros; Murilo Gun, Professor de criatividade e fundador da KeepLearning School; e Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS, discutiram sobre como a inovação é uma aliada às transformações sociais.
“Nós temos propósito e inovação. Isso que faz a nossa companhia ser tão diferente. Também investimos bastante em tecnologia nos últimos anos, o que certamente nos deixou preparados para um momento como este”, comenta Helder.
Os painelistas destacaram, ainda, durante o bate-papo, a importância sobre o olhar para si e para o outro, reforçando o conceito de empatia, fundamental para os dias atuais. Murilo reforçou que vamos passar de pessoas “sábias” para pessoas mais “conscientes”, no mundo após o coronavírus.
A live realizada nesta quinta-feira, 21, pela Icatu Seguros, reuniu os gestores Breno Guerbatin, da Studio e Ney Miyamoto, da Alaska, em um bate-papo sobre fundos de ações em previdência, dicas para os investidores e as visões dos especialistas sobre o cenário atual.
Para Ney, sócio fundador da Alaska, as altas de taxas de juros do país afastaram as pessoas da renda variável durante muito tempo, mas no último ano esse cenário mudou. “Quem investe para construir patrimônio tem que considerar ativos de verdade, então se você pensa em longo prazo, não tem como excluir investimentos em ações”, explica o gestor.
Obviamente essa dica vem acompanhada de prudência – é importante ter uma reserva de emergência antes de começar a investir na bolsa, mantendo também investimentos em renda fixa – e paciência, que é a grande virtude do investidor. Sobre como a Alaska vem navegando nos mares turbulentos dos últimos meses, Ney ressalta a importância de acompanhar de perto os negócios escolhidos pela gestora. “Monitoramos cada empresa, como está o caixa, o perfil da dívida e assim mantemos a convicção que estamos em um bom negócio“, afirma.
A Alaska manteve a mesma alocação nos fundos previdenciários que possui com a Icatu, o Alaska 70, que conta com 30% em caixa investido em LFTs e o Alaska 100, este 100% em ações. Com a crise, a gestora precisou rever seus investimentos, mas sem decisões bruscas, aumentando a aposta em empresas como Magazine Luiza e na Cogna, antiga Kroton. Seguindo o mantra de aproveitar boas oportunidades em um cenário negativo, a gestora acrescentou dois novos papéis ao seu portfólio. “São empresas que sempre admiramos, mas achávamos caras. Quando surgiu uma boa oportunidade, conseguimos aproveitar”, explica Ney.
Breno, sócio fundador da Studio, destacou a importância da análise entre preço e longo prazo, muito mais eficaz do que previsões sobre o fim da crise, para a tomada correta de decisões no momento atual. “Se a ideia é ganhar dinheiro na bolsa em poucos dias, realmente o investidor vai precisar de respostas urgentes que ainda não existem. Mas se eu consigo olhar os investimentos específicos nas companhias, com o potencial de geração de resultado que aquele negócio tem pelos próximos 10 anos, não faz diferença acertar se o lockdown vai acabar em junho ou julho, por exemplo, pois essa variação vai representar muito pouco do negócio”, diz Breno.
A Studio conta com o fundo previdenciário Studio Icatu, 100% alocado em equities, que combina investimentos em empresas brasileiras listadas no exterior, como Stone, Mercado Livre e XP e também alocação dentro da carteira de Brasil.
Embora os gestores não cravem previsões e evitem fazer projeções para o futuro, uma coisa é certa: para quem pensa a longo prazo, o cenário não é desesperador, mas pede cautela e resiliência. “O investimento é um aprendizado. É preciso buscar a geração de patrimônio de maneira sólida, sem movimentos arriscados, que parecem excitantes mas podem botar tudo a perder”, conclui Ney.
As lives da Icatu são realizadas semanalmente, sempre às quintas-feiras, com gestoras parceiras da companhia, levando informação sobre investimentos no cenário atual para clientes, corretores e parceiros. Para conferir todo o conteúdo, basta acessar o canal da seguradora no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCVyRx2WhYj1nfFc-BEtjBKw
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