Grupo Sura: vendas crescem e receita financeira recua no 1o. trimestre

Apesar dos impactos financeiros conjunturais da pandemia, o Grupo SURA mantém solidez patrimonial, crescimento operacional e promove ações em favor das pessoas e empresas na América Latina

  • Suas subsidiárias Suramericana e SURA Asset Management reforçaram o suporte a clientes e afiliadas, com base na transformação de modelos operacionais e de serviço e com a tecnologia como facilitadora.
  • O Grupo Empresarial renova seu compromisso de preservar o emprego, contribuir para a recuperação econômica e tomar iniciativas de solidariedade da Fundação SURA.
  • O crescimento da receita de prêmios, prestação de serviços e comissões reduziram o impacto no resultado contábil negativo de final de março, principalmente devido à desvalorização das carteiras de investimentos.
  • O Grupo SURA e suas subsidiárias apresentam a liquidez e solvência necessárias para superar os efeitos relacionados com a pandemia.

O Grupo SURA divulga os resultados consolidados do primeiro trimestre em um cenário marcado pela volatilidade dos mercados, devido à conjuntura gerada pela pandemia global. A resposta da holding e de suas subsidiárias, Seguros SURA (Suramericana) e SURA Asset Management, demonstram capacidade financeira, adaptação e transformação dos negócios, além de ser relevante para milhões de pessoas e empresas da região para enfrentar e superar os efeitos relacionados à COVID- 19.

“Em meio à pandemia global, demonstramos a capacidade do Grupo Empresarial de preservar o emprego de 30 mil pessoas, garantir a continuidade dos negócios e criar valor para os nossos clientes. Além disso, nossas avaliações mostram que temos força, liquidez e solvência para enfrentar e superar esse momento desafiador para toda a humanidade”, afirma Gonzalo Pérez, presidente do grupo SURA. 

Ao aderir o isolamento preventivo, as empresas do grupo fizeram ajustes operacionais, fortaleceram seus canais de comunicação remotos, habilitaram ferramentas digitais e desenvolveram outros serviços; ao mesmo tempo, conseguindo aprendizado e avaliando as oportunidades geradas pela contingência e o papel dos negócios da empresa na reativação social e econômica da região. 

Ações em face da pandemia

Nesse contexto, as seguradoras da Suramericana tornaram mais flexíveis os processos e as condições de contratação de seguro e pagamento de prêmios, incluíram a pandemia na cobertura em Saúde e Vida, onde não era prevista, ampliaram a capacidade de assistência e serviços para as pessoas, desenvolveram novas soluções, fornecendo conhecimento para PMEs do programa regional Empresas SURA, durante o confinamento e agora na reativação gradual de setores da economia.

Na SURA Asset Management, os administradores de fundos de pensão anteciparam o pagamento de provisões, aumentaram seus canais transacionais virtuais e fortaleceram sua dinâmica de assessoramento e acompanhamento dos clientes. Os negócios de poupança e gerenciamento de ativos oferecem atualizações periódicas de mercado com avaliação das alternativas de investimentos para indivíduos e para o segmento institucional.

Particularmente na Colômbia, a Seguros SURA, entre outras ações, aumentou sua capacidade de assistência à saúde, agilizou os esquemas de realização e o processamento de testes de diagnóstico para a COVID-19. A partir do seu Administrador de Riscos Ocupacionais (ARL), implantou em tempo recorde um modelo diferenciado para facilitar as medidas de atendimento a milhões de trabalhadores em empresas de serviços essenciais e para outras empresas em processo de retorno gradual e escalonado a atividade industrial.

Além dos negócios, das empresas e da administração da Fundação SURA, até o momento, cerca de COP 13.278 milhões (US$ 3,3 milhões) foram alocados a iniciativas públicas e privadas nos 10 países para fortalecer hospitais e clínicas, a compra e entrega de equipamentos de proteção para o pessoal médico e contribuir para a segurança alimentar de 100 mil famílias em condições de vulnerabilidade. Os funcionários da Organização na Colômbia se uniram em solidariedade a essas frentes, contribuindo com doações que ultrapassam 422 milhões de COP.

Solidez financeira, crescimento resiliente e impactos externos

As projeções e avaliações de risco mostram que o Grupo SURA e suas subsidiárias mantêm liquidez e solvência adequadas, considerando aspectos como a boa posição de caixa disponível das três companhias; bem como a menor exposição cambial e dividendos esperados na holding, a liquidez das carteiras na América do Sul e a solvência da SURA Asset Management, junto com os ativos sob gestão (AUM).

Os resultados financeiros do primeiro trimestre do ano reafirmam os benefícios da diversificação de receitas e dos países, bem como a resiliência dos negócios em relação ao mesmo período de 2019. Mantém-se o aumento da receita de prêmios de seguros retidos (9,9%), gestão de ativos (6,4%) e prestação de serviços de saúde (25,4%). Isso compensou parte da queda nos retornos dos investimentos (-104,1%), dada a desvalorização dos ativos financeiros, e a menor receita do método de equivalência patrimonial das associadas (-72,1%), principalmente do Bancolombia, devido às maiores provisões da carteira.

No caso da Suramericana, destaca-se o aumento de 14,6% na receita, com crescimento nos segmentos Vida (18%), Geral (6,1%) e Saúde (25,3%), com um lucro líquido de COP 106.697 milhões (US $ 30,2 milhões), queda de 9,8%, em grande parte devido ao valor da carteira na Argentina.

“Nesta contingência, aceleramos o desenvolvimento de nossa estratégia como gestores de tendências e riscos e nos adaptamos a esse novo ambiente, desde o modelo operacional de negócios até o desenvolvimento e melhorias no portfólio de soluções. Nosso foco é fornecer capacidades e conhecimento às pessoas e empresas que acompanhamos durante o isolamento e agora na reativação gradual das atividades produtivas”, afirma Juana Francisca Llano, Presidente da Suramericana. 

Quanto à SURA Asset Management, em março, a empresa contava com 20,5 milhões de clientes, 3,5% a mais do que um ano atrás, e a AUM cresceu 6,5%, totalizando 473,6 bilhões de COP (116.512 milhões de dólares). Registrou um crescimento sustentado de receitas de comissões nos negócios Obrigatório (4,5%) e Voluntário (19,8%); no entanto, apresentou um prejuízo líquido que subtraiu COP 129.870 milhões (USD 36,7 milhões) do resultado final consolidado, explicado pelas desvalorizações dos investimentos de carteiras próprias nos negócios Obrigatórios (reserva).

“Embora tenhamos um impacto em nossos resultados devido à recente volatilidade global do mercado de capitais, no momento a visão de longo prazo e a diversificação nas carteiras e fundos que gerenciamos assumem relevância. Enquanto isso, agimos prontamente para adaptar nossas operações e canais para continuarmos próximos de nossos clientes na região com a assessoria e identificação de alternativas de poupança e investimento”, esclarece Ignacio Calle, Presidente da SURA Asset Management.

No total, a receita operacional consolidada do grupo SURA diminuiu 6,6% e totalizou COP 4,7 trilhões (US $ 1.339,4 milhões); as despesas aumentaram 6,3%, impulsionadas por maiores custos de prestação de serviços de saúde, levando a uma redução de 71,1% no lucro operacional, que alcançou COP 244.128 milhões (US$ 21,5 milhões). A desvalorização do peso colombiano, atrelada à pandemia e à queda dos preços do petróleo, também causou uma perda líquida de COP 75.956 milhões (US$ 21,5 milhões), 114,9% a menos em relação ao lucro obtido em março de 2019.

“Como organização, estamos nos adaptando a esse novo ambiente e acreditamos, sem dúvida, que temos conhecimento, talento e robustez para enfrentar essa situação, identificar novas oportunidades e continuar a transformar os negócios, gerando bem-estar e desenvolvimento sustentável para os latino-americanos”, conclui Gonzalo Pérez.

Artigo: Resseguro Estatal? Nossa Síndrome de Estocolmo

joao marcelo demarest

por João Marcelo dos Santos*

Síndrome de Estocolmo é um estado psicológico apresentado quando a pessoa se encontra em uma situação de tensão, como em sequestros ou prisão domiciliar. Para se sentir segura e tranquila, a pessoa estabelece vínculos mais pessoais com os agressores. Esse vínculo é uma resposta do inconsciente diante a uma situação de perigo. Uma característica muito presente em situações que desencadeiam a Síndrome de Estocolmo é a relação de poder e submissão.

Essa é a clara definição, dada pelo Instituto de Psicologia Aplicada – INPA, da Síndrome de Estocolmo, descrita pela primeira vez em 1973 após um assalto a um banco em Estocolmo, associado ao sequestro dos clientes.

São características da Síndrome de Estocolmo a natureza pós-traumática e sintomas como o desamparo, a dependência do sequestrador, a dificuldade de aceitar os eventos ocorridos, flashbacks recorrentes, irritabilidade e estranhamento.

Obviamente, não é a Síndrome de Estocolmo o objeto principal destes comentários, mas a nossa relação com o Estado brasileiro e sua presença na nossa vida. E a antiintuitiva dinâmica da Síndrome de Estocolmo explica, de forma perturbadoramente exata, a relação entre a a sociedadebrasileira e o Estado.

A presença excessiva do Estado na nossa vida e na economia é deletéria. Sabemos dos desvios de todo o tipo que ela permite e incentiva, mas alguns insistem em recusar os fatos, seja como sequestrados, seja com sequestradores.

Ora, o debate quanto à redução do tamanho do Estado brasileiro não passa pela extinção dele. Ocorre que o Estado brasileiro, com seu tamanho e ineficiência, sequestrou a capacidade da sociedade de avançar e ter uma economia dinâmica e que beneficie a todos. Esse não devia mais ser um debate ideológico. Simplesmente acabou o dinheiro. 

O Estado, que deveria incentivar a distribuição de renda, um dos nossos maiores problemas, tem servido como demeritório concentrador dela.

A “nova ideia” mais recente foi o resseguro estatal.

Justificariam a estatização do resseguro o risco de solvência dos resseguradores globais e a suposta dificuldade de seguradoras em contrar resseguro “satisfatório”, tudo catalizado e ampliado pela recessão global. Exemplo de possível solução seria a Agência Brasileira Gestora de Fundos e Garantias – ABGF.

Vale lembrar que o mercado de resseguro global passou por duas guerras mundiais e por outras crises e pandemias, tendo sobrevivido a tudo isso. E “carregar” esse eventual risco para o Estado brasileiro é gerar externalidades negativas (nas quais parte dos custos ou benefícios da transação, que beneficia diretamente poucos, será imposta à todos).

A suposta dificuldade de seguradoras brasileiras em acessar boas coberturas de resseguro, se existe, é consequência da necessidade de completarmos o processo de abertura e modernização dos seguros e resseguros iniciado em 2007.

Vale lembrar que a abertura do mercado brasileiro de seguros não foi imediatamente completa, ou seja não se deu com a privatização concomitante do então Instituto de Resseguros do Brasil, porque esse modelo de abertura total não era aceitável para o Governo de então. Do contrário, poderíamos hoje ter resseguros tão bons, modernos e disponíveis como telefones celulares.

E sabemos a quantos problemas isso nos levou: escândalos de corrupção (um dos primeiros naquele Governo), a necessidade de passos atrás no processo de abertura do mercadode resseguro, com a imposição da reserva associada à vedação de operações intragrupo (medidas que destruíram o processo de construção da nossa credibilidade no mercado internacional), a perda significativa (e invisível nas estatísticas) de investimentos, e outros.

O que se propõe, com a reestatização do resseguro, é dobrar a aposta que não deu certo, em homenagem a problemas atuais inevitáveis e negando os problemas do passado, muito maiores e evitáveis.

Quanto à recessão global, embora a crise atual seja de tamanho e características únicos, não é a primeira, e não parece, ao menos nesse aspecto, que devamos expandir a poética pretensão de Cazuza exposta na música “O Brasil vai ensinar o mundo”.

Por fim, quanto à ABGF, com tudo o que foi dito, escrever mais seria gastar vela boa, e caracteres, com santo ruim, quase (oxalá se torne) defunto.

Enfim, nosso processo de psicoterapia social não será fácil, mas o primeiro passo é reconhecer o sequestro e a Síndrome, e o segundo é aceitar o tratamento: reduzir ao Estado ao mínimo, para que nos traga resultados minimamente aceitáveis.

*João Marcelo dos Santos, Presidente da Academia Nacional de Seguros, ex-Diretor e Superintendente Substituto da SUSEP e sSócio Fundador do Santos Bevilaqua Advogados

Susep promove webinar sobre Modernização do Processo Administrativo Sancionador

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) realizará, no dia 19 de junho, a partir das 11h, um webinar sobre Modernização do Processo Administrativo Sancionador. O objetivo do evento é ampliar o diálogo com a sociedade sobre as evoluções e modernização do setor propostas pela Autarquia.

O modelo em debate propõe, dentre outras ações, a possibilidade de substituição do processo administrativo sancionador por outros instrumentos e medidas de supervisão, reservando a instauração do regime repressivo às hipóteses de maior gravidade ou relevância, sob o aspecto regulatório.

Além disso, o projeto visa atualizar a Resolução CNSP n° 243/2011 e absorver parte do marco regulatório presente na Resolução CNSP n° 97/2002, que será revogada, dando prosseguimento ao processo de consolidação das normas prevista no Decreto n° 10.139/2019 (“revisaço”).

O tema será apresentado pela Coordenadora Geral de Julgamentos, Tatiane Rocha, pelo Procurador Chefe, Igor Lourenço, e pelo Diretor Danilo Moura. A Superintendente Solange Vieira realizará a abertura do evento.

As inscrições no webinar são limitadas e já estão abertas. Os interessados podem se inscrever neste link

Insurtech Lemonade registra IPO e quer captar US$ 100 milhões na NYSE

A edição da newsletter Finsiders, focada no ecossistema fintech e produzida quinzenalmente pelo jornalista Danylo Martins, destaca que a insurtech americana Lemonade, plataforma de seguros que usa inteligência artificial (IA), entrou com um pedido de abertura de capital (IPO) na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) e quer levantar cerca de US$ 100 milhões. Fundos de Venture Capital estimam um valor de mercado de US$ 2,1 bilhões para a startup, conforme reportagem da Fast Company

Fundada em 2015, a empresa já levantou cerca de US$ 480 milhões em investimentos, com o maior volume (US$ 300 milhões) injetado no ano passado em rodada liderada pelo SoftBank. Além do fundo japonês, a Lemonade tem entre os investidores nomes como General Catalyst e Sequoia Capital Israel. Apesar de um crescimento de três vezes na receita entre 2018 e 2019, a startup apurou um prejuízo de US$ 108,5 milhões no ano passado. Veja o perfil dela no Crunchbase.

No Brasil, o mais recente movimento veio da XP. Leia mais

Marcio Coriolano participa de webinar da Iniciativa FIS

O convidado especial do encontro virtual será o Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão

Fonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, participará do webinar “O Papel da Saúde no Desenvolvimento Social, Econômico e Ambiental Brasileiro”, promovido pela Iniciativa FIS – Fórum Inovação Saúde. O evento ocorrerá no próximo dia 19 de junho, às 15h, pelo canal da FIS no YouTube (bit.ly/CanalFIS). O Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão, será o convidado especial do encontro virtual, a ser moderado por Josier Vilar, da Iniciativa FIS.

Além de Marcio Coriolano, os entrevistadores serão: Bernardete Weber, do Hospital do Coração (HCor); Leandro Reis Tavares, da Rede D’Or São Luiz e Mauricio Ceschin, ex-Presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 

A Iniciativa FIS – Fórum Inovação Saúde foi criada para conectar e unir as maiores lideranças, empresas e associações da cadeia da saúde, tanto do setor público, do privado e da academia.  É uma entidade sem fins lucrativos e suprapartidária voltada a ajudar,  de maneira colaborativa, a transformar a saúde do nosso país, gerando discussões sobre os principais pilares do setor: educação, empreendedorismo e inovação, financiamento, gestão, governança, modelos assistenciais e regulação.

BNDES vai atuar com seguros para garantir projetos

Fonte: Agência Brasil e blog Sonho Seguro

Gustavo Montezano, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), disse ontem em entrevista que pretende que o banco atue, ainda este ano, como garantidor, com seguro de crédito, em operações do mercado de capitais e em sindicalização com outros bancos, informa o Estadão.

Em entrevista concedida ontem, ele disse que o BNDES, para realizar sua missão de promover o desenvolvimento sustentável do Brasil, tem atuado historicamente pelo canal do crédito, como financiador principal do crédito direto e indireto. Nos últimos 12 meses, deu uma escala sustentável ao canal de serviços e, agora, pretende entrar no terceiro pilar, que é o seguro de garantias e fianças, que complementa os dois primeiros canais, quando o banco toma risco direto ou indireto do projeto, mas sem colocar o caixa proprietário.

Um marco disso ocorrerá no próximo mês de julho, com o lançamento do programa emergencial de acesso ao crédito, onde o banco vai atuar em escala nunca vista em seguro de crédito, mencionou Montezano. O próximo passo é o banco operar, em seus negócios de infraestrutura, com seguros e fianças para projetos.

“Isso é importante porque você começa a quebrar a sua matriz de risco em vários ítens de risco e em vez de atuar como um financiador principal no projeto, ele pode pegar uma matriz de risco, de uma parte temporal do projeto, de uma reserva de liquidez, e prover uma fiança para aquela parte do projeto”.

O BNDES está trabalhando na forma mais adequada de lançar essa nova modalidade no mercado, mas Montenazo afirmou que isso vai prover garantia de capitais para outros investidores que, porventura, não tenham o mesmo apetite do banco para outros vetores da matriz de risco. A ideia é fazer isso ainda este ano.

A corretora Wiz, da Caixa, vinha ajudando o banco a desenvolver um projeto neste sentido, no ano passado, em parceria com seguradoras, segundo acompanhou o blog Sonho Seguro.

Práticas de diversidade e inclusão reduzem o risco de ações trabalhistas

vinicius mercado AIG

Fonte: Blog da AIG

estudo global Women in the Worplace 2019 (em português, Mulheres no Ambiente de Trabalho 2019), da McKinsey & Company, mostrou que muito se avançou na equidade de gêneros no mercado de trabalho. No entanto, apesar do progresso nos níveis seniores, as mulheres permanecem subrepresentadas nos cargos de liderança. A pesquisa adverte que “para alcançar a verdadeira equidade, as empresas devem investir na criação de uma cultura forte de diversidade e inclusão”.

Mas quando falamos em uma política igualitária, não podemos nos referir apenas aos gêneros masculino e feminino. Ela deve ocorrer em várias frentes. Negros, por exemplo, que representam 55% da população brasileira, segundo o IBGE (2014), ainda são minoria com possibilidade de desenvolvimento de carreira e cargos de liderança. A comunidade LGBT+ e PCDs, entre outros, também enfrentam dificuldades de inclusão.

A sociedade vem amadurecendo e tem, cada vez mais, a percepção de que não deve mais pensar e cometer os erros do passado. Seguindo essa transformação, vemos um movimento crescente de empresas que buscam ser referência na atração, capacitação e desenvolvimento de talentos em todas essas frentes, dando oportunidade a todos, inclusive para o próprio bem do negócio. Segundo o instituto Lean In e McKinsey (2017), companhias mais diversas têm 35% mais retorno financeiro que a média de mercado e com mais diversidade de gênero, 21%.

A empresa deve estar atenta a criar um ambiente interno que seja favorável ao respeito entre os colaboradores. Ao sentirem-se bem em expressarem quem realmente são, as pessoas se sentirão mais motivadas, o que influenciará diretamente sua produtividade profissional. Esse é o impacto direto do respeito à diversidade e inclusão nos negócios das companhias”, destaca Vinicius Mercado, Coordenador de Linhas Financeiras da AIG e líder do grupo de afinidade LGBT+ e aliados da companhia.

Apesar do movimento de transformação pelo qual passamos, o risco existe. Palavras mal colocadas e ações indevidas podem trazer processos e dores de cabeça a qualquer companhia.  “Um seguro de práticas trabalhistas deve ser visto como uma ferramenta de gerenciamento de riscos, que cobre as custas da empresa em processos por causas diversas”, explica Mercado. “Inclusive, levamos em conta as políticas de diversidade existentes nas companhias no momento da precificação do seguro, pois elas são essenciais para a gestão de riscos a exposições trabalhistas”, alerta o especialista. Um ponto importante, o executivo destaca, é que após as atualizações na legislação trabalhista, as ações dos colaboradores pedindo indenizações por danos morais estão mais bem fundamentadas, o que eleva o risco para os empregadores.

Aposte numa política consistente de diversidade! E consulte o seu corretor para ter um seguro que o auxilie a gerenciar qualquer risco. As apólices do Seguro de Práticas Trabalhistas Indevidas podem cobrir custas judiciais e indenizações que a empresa ou seus gestores tenham que arcar, por atos ilícitos praticados no ambiente de trabalho que causam um dano moral – entre eles alegações de condutas discriminatórias (gênero, raça, religião e condição física etc.).

Icatu investiu, no último ano, R$ 116 milhões em ações ligadas à inovação

Missão é acelerar soluções digitais para clientes, corretores, parceiros e startups

Fonte: Icatu

A Icatu investiu no último ano mais de R$ 116 milhões em ações ligadas à inovação em negócios e tecnologia. Uma das iniciativas de maior destaque é o Portal de APIs. Foi graças a plataforma aberta ao acesso de desenvolvedores que a seguradora realizou a primeira venda 100% digital de Previdência pelo aplicativo de um banco digital.

Criado em 2018, o portal de APIs da companhia soma 19 parceiros, entre bancos digitais, corretoras e startups, que utilizam regularmente a plataforma, testando e criando soluções e possibilidade de novos negócios. Um dos ativos para o sucesso da plataforma é a integração entre os times de TI e a área comercial.

“Com equipes multidisciplinares trabalhando através da metodologia ágil, conseguimos dar esse grande passo dentro do irreversível movimento de inovação da companhia. A criação do Portal foi um divisor de águas em nosso processo de aceleração digital, permitindo que nos aproximássemos de importantes players do mercado como insurtechs e fintechs”, avalia José Loureiro, diretor de Tecnologia e Projetos da Icatu Seguros.

Outro diferencial é o laboratório de Analytics aplicado ao negócio, que orienta na tomada de decisões sobre temas como o desenvolvimento de produtos e serviços e até mesmo gestão de marca. Aqui, mais do que coletar dados, a empresa está orientada para a gestão e análise dos insights gerados pelas diversas ferramentas, incluindo o uso de Inteligência Artificial.

“Hoje contamos com uma equipe de tecnologia especializada no core business da empresa, o que nos garante uma alta performance e continuidade no processamento das operações. As iniciativas adotadas nos últimos dois anos refletem em melhores entregas para nossos clientes, parceiros e corretores e nos fazem avançar em um ambiente cada vez mais digital e tecnológico”, finaliza Loureiro.

Susep disponibiliza carteira digital de corretores de seguros via app

Iniciativa, no app COORETORES SUSEP, atende demanda da categoria. O sistema de registro reúne atualmente 38.655 corretores

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) disponibiliza, a partir de hoje, a carteira de identificação do corretor de seguros. Digital e gratuito, o documento é acessado via app CORRETORES SUSEP. A inovação é parte da plataforma que facilitou o registro de corretores de seguros, que voltou a ser obrigatório para os profissionais do setor com a revogação da MP 905. A carteira de habilitação atende uma demanda da categoria e está disponível para os profissionais que já cumpriram a etapa obrigatória de identificação no sistema de registro, por meio de foto portando o documento utilizado no cadastro.  Veja aqui tutorial para facilitar o processo. Até 09/06/2020 eram 38.655 registros entre pessoas físicas e jurídicas na Susep.

 “A nova carteira é uma demanda que nasceu do feedback e sugestões dos corretores”, explica o chefe do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação (DETIC) da autarquia, Leonardo Brasil. “A partir do dialogado com a categoria, novas demandas têm surgido e estão sendo atendidas. A interação com os corretores tem nos permitido avançar em novos serviços para a categoria”, diz. Entre as vantagens apontadas pelo diretor na nova etapa está a possibilidade de compartilhamento rápido em contatos profissionais em redes como LinkedIn e o próprio Whatsapp. 

A carteira de habilitação digital da Susep estará disponível para profissionais em situação regular no novo sistema de registro de corretores. O cadastro é gratuito e pode ser feito através do link: https://www2.susep.gov.br/safe/Corretores/. Ou via app, nos sistemas Android e iOS. O recadastramento poderá ser feito até o dia 31 de julho.

 A nova identidade digital do corretor de seguros é parte de um processo de modernização que a Susep vem implementando em todo o setor. Com esta iniciativa, evitam-se também os custos da emissão de um documento físico, além de permitir agilidade no envio e manutenção das habilitações para os corretores cadastrados.

Icatu Seguros reduz aplicações mínimas de entrada e aportes em fundos de previdência

Até 31 de julho, 75 fundos de diversos perfis têm condições de entrada a partir de R$ 100 mensais

Com o objetivo de ampliar o acesso e estimular a diversificação de investimentos nesse momento de instabilidade e incertezas na economia, a Icatu Seguros está oferecendo condições diferenciadas de investimentos em seus fundos de previdência até 31 de julho.

São 75 produtos com perfis diversificados – life cycle, renda fixa (inflação, conservador, moderado e arrojado), crédito privado, multimercados e ações. Os fundos varejo terão aplicações mínimas reduzidas de R$ 100 mensais ou aportes de R$ 1 mil. Para os fundos qualificados as aplicações mínimas são de R$ 500 mensais ou aportes de R$ 5 mil.  

“É tempo de proteção e reforçar o horizonte de longo prazo da previdência. Neste cenário mais desafiador, a campanha será uma oportunidade para que o investidor tenha mais opções de investimentos, com o incentivo dos valores mínimos reduzidos para aplicar em produtos renomados do mercado”, explica Henrique Diniz, superintendente de Previdência Privada da companhia.

A Icatu tem contribuído com uma série de iniciativas de apoio e ligadas à educação financeira para clientes, corretores e parceiros durante este cenário de incertezas causado pela pandemia. Semanalmente, sempre às quintas-feiras, a companhia promove as lives “Conversa com especialista” com gestoras parceiras em seu canal no Youtube.

Casas como Adam Capital, Alaska, AZ Quest, ARX, Vinci Partners, Kinea, Schroders e Sparta já participaram dos encontros.Até fevereiro de 2020, último dado disponível pela Susep, a seguradora somava mais de R$ 38 bilhões em reserva em previdência. A seguradora foi a primeira a atuar em um modelo de plataforma aberta que conta, hoje, com mais de 280 fundos de 83 gestores (entre fundos exclusivos e fundos de distribuição).