Rivaldo Leite participa de webinar no programa CQCS Mesa Redonda

O presidente do Sindseg SP, Rivaldo Leite, que também é vice-presidente de marketing da Porto Seguro, participou na última quinta-feira (28), da edição do programa CQCS Mesa Redonda, da TV CQCS, do Centro de Qualificação do Corretor de Seguros.

Rivaldo falou sobre os desafios enfrentados pelo setor durante a pandemia do novo coronavírus e como as empresas estão unidas para desenvolver produtos que atendam às necessidades da população neste momento e no pós-pandemia.

Participaram da live importantes jornalistas do mercado de seguros como: Denise Bueno, fundadora do Sonho Seguro, Kelly Lubiato, diretora da Revista Apólice, Júlia Senna Carvalho, editora-chefe do JRS, Jorge Clapp, Jornalista do CQCS, Paulo Kato, editor-executivo da Revista Cobertura e Sérgio Carvalho, Editor do Jornal Nacional de Seguros.

Confira o programa na íntegra:

CNseg cria hastag #juntopodemos para divulgar ações das seguradoras no Covid-19

Fonte: CNseg

O Setor Segurador e a CNseg têm, pela sua própria natureza, a prevenção e a proteção como dois de seus principais pilares, que se tornam ainda mais importantes em tempos de pandemia. Por essa razão, a CNseg tem feito um grande esforço de comunicação para informar sobre o coronavírus e refletir sobre seus impactos e desdobramentos.

Além disso, para demonstrar que somente pela união de esforços superaremos os desafios impostos pela pandemia, criamos a hastag #juntopodemos, que a Confederação tem utilizado em sua comunicação nas redes sociais relacionadas ao tema e convida todo o setor segurador a também utilizá-la.

A página reúne todo o conteúdo relacionado à pandemia que foi produzido para os diversos canais da Confederação Nacional das Seguradoras, possibilitando assim um acesso mais rápido e fácil.

Confira, informe-se e proteja-se.

INICIATIVAS DAS SEGURADORAS

As empresas do setor de seguros, considerado serviço essencial nos termos do Decreto 10.282/20, estão de mãos dadas com a sociedade no enfrentamento da pandemia. O setor mobilizou-se de forma proativa face aos primeiros sinais de que a COVID-19 chegaria ao Brasil e imporia medidas de isolamento social. 

Todas as seguradoras transferiram equipes para o regime de tele trabalho, a fim de prevenir o contágio, e fizeram ajustes em rotinas e processos para garantir o atendimento ininterrupto aos seus clientes por meio, principalmente, de soluções digitais que já estavam amplamente difundidas nas operações.

As empresas também estabeleceram estratégias e políticas de responsabilidade social e filantropia para apoiar o Governo e o terceiro setor no fortalecimento da infraestrutura de socorro à população. 

Mais de 25 milhões de reais já foram mobilizados pelo setor para ações de responsabilidade social no enfrentamento da pandemia.

Dentre as medidas de responsabilidade social adotadas, alguns exemplos são os seguintes: 

  • Doações em dinheiro para iniciativas de saúde pública, construção de hospitais de campanha, ampliação da capacidade de diagnóstico, instalação de leitos em UTI, compras de materiais hospitalares, materiais de higiene pessoal, máscaras e outros EPIs, ações preventivas, etc.
  • Adesão ao Manifesto #nãodemita (www.naodemita.com) ou estabelecimento de políticas internas de retenção no período de duração da pandemia
  • Oferta de seguro gratuito para automóveis cedidos à Cruz Vermelha
  • Doações de alimentos e materiais de higiene pessoal para lares da terceira idade
  • Desafio para startups focado no desenvolvimento de vacinas e tratamentos médicos, saúde mental, ensino à distância, acesso a produtos de higiene para a população de baixa renda e entretenimento para grupos de risco
  • Apoio ao empreendorismo social
  • Ações informativas para o público externo (guias, canais para solução de dúvidas, etc)
  • Ações de engajamento dos colaboradores para atuação social
  • Ações de apoio aos colaboradores (home office, campanha de vacinação contra a gripe, etc)

Com a rápida propagação do novo coronavírus (Covid-19), a sociedade e as organizações têm atuado de forma conjunta para conter o ritmo de disseminação da doença. Na CNseg não foi diferente. Nós, que trabalhamos com seguros, sabemos dos riscos a que estamos sujeitos, por isso, tão importante quanto se informar, é atuar proativamente no combate à pandemia.

Nesse sentido, seguindo as recomendações das autoridades sanitárias brasileiras, a CNseg adotou diversas medidas de prevenção, como a implementação de home office.

Clique AQUI para ver o comunicado completo sobre as medidas adotadas pela CNseg em relação à Covid-19.

Confira abaixo todo conteúdo que foi veiculado em nossos canais sobre o tema.

Comunicação InternaA CNseg, em um trabalho de sinergia entre as áreas de Comunicação e Recursos Humanos, tem realizado inúmeras ações para manter o alinhamento de informações e a proximidade com os funcionários e colaboradores, mesmo à distância.

Inicialmente, os funcionários do grupo de risco foram os primeiros a trabalhar em home office e, em seguida, os demais. Como exemplos de iniciativas do RH, os funcionários foram vacinados contra a gripe e participaram de encontros virtuais, como o do dia das mães.

Marcio Coriolano, presidente da CNseg, também se aproximou do público interno através de textos via email marketing, publicados na intranet e também promoveu um encontro virtual, como forma de tranquilizar os funcionários em casa e mostrar a sua preocupação e a da Confederação com a saúde e bem-estar das pessoas, ressaltando que o retorno de todos aos escritórios do Rio de Janeiro e de Brasília será de forma gradual e planejada.

Susep lança novo site nesta semana

A migração de dados para o novo endereço terá início na próxima segunda-feira, dia 1º de junho. O site antigo também poderá ser acessado, por meio do botão “Site Antigo”, localizado no topo direito da nova home page

Fonte: Susep

Funcionalidade, praticidade e foco no usuário. Estes são os objetivos da Superintendência de Seguros privados (Susep) para a criação da nova interface do seu site que estará disponível a partir da próxima semana. A nova plataforma é mais responsiva e está dividida em quatro áreas principais: Empresas Autorizadas, Planos e Produtos, Fale Conosco e uma área exclusiva para Corretores de Seguros.

O novo site faz parte do processo de modernização que a Susep vem implementando. O processo liderado pela Superintendência e o Conselho Diretor da autarquia foi implementado pelo Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação (DETIC) e a Assessoria de Comunicação (ASCOM) da Susep, que trabalharam para proporcionar uma entrega para o usuário focada nas necessidades do cidadão, facilitando o acesso aos serviços mais procurados.

Para isso, as áreas elaboraram os destaques da página a partir de pesquisas sobre o perfil de áreas e conteúdos mais utilizados. Além disso, a nova plataforma foi dimensionada para suportar fluxos intensos de acesso, conferindo mais eficiência a outras etapas de utilização da plataforma para as diversas frentes de atuação da Susep e demandas do público.

A migração de dados para o novo endereço terá início na próxima segunda-feira, dia 1º de junho. O site antigo também poderá ser acessado, por meio do botão “Site Antigo”, localizado no topo direito da nova home page.

O novo site da Susep pode ser acessado neste link

Seguradoras participam do evento do Lean Institute

Lean Institute Brasil vai realizar um webinar no dia 4 de junho, as 16h30, para discutir e aprofundar como o mercado de seguros pode adotar conceitos e práticas lean para gerar soluções de qualidade, mas ágeis, preparando, assim, as organizações para o contexto atual de crise e também para a “pós-pandemia”.  O encontro vai reunir cinco super lideranças de quatro das maiores empresas do setor — Liberty Seguros, SulAmérica, Unimed e BRQ — que vão compartilhar experiências sobre como estruturar uma organização de sucesso com alta qualidade e produtividade na jornada do cliente.  A inscrição é gratuita, e as vagas são limitadas. Inscreva-se!

Victoria Werneck, economista da Icatu Seguros, avalia futuro da economia

“Hoje vejo uma recuperação para o Brasil seguindo o formato U. Se houvéssemos feito um isolamento sério e responsável desde março, o período de dor teria sido mais curto”, disse

Economista-chefe da Icatu Seguros, Victoria Werneck foi a convidada da live realizada pela seguradora em seu canal no Youtube na noite de quinta-feira, 28. A profissional trouxe um panorama econômico atualizado sobre a crise mundial e apresentou uma análise do momento atual e futuro para o Brasil.

Ela alerta que a crise causada pela pandemia é diferente de todas as outras crises econômicas na história do país, pois combina dois grandes choques macroeconômicos: um pelo lado da demanda e outro pelo lado da oferta, imposto pela necessidade do lockdown.

Os dados da economia dos Estados Unidos mostram a gravidade do momento atual. Lá, somente em abril, 20,5 milhões de pessoas perderam o emprego. Desde a segunda quinzena de março, 40,8 milhões de americanos entraram com pedidos de seguro-desemprego no país.

A especialista explicou que no Brasil, em particular, o timing foi ainda pior. No início do ano a economia apresentava certa retomada, com inflação sob controle, taxa de juros baixas, porém a pandemia desarticulou o avanço das reformas que tornariam possível uma consolidação fiscal, que ainda se faz necessária para o país voltar a crescer. Hoje enfrentamos uma complexa interação de três grandes crises: sanitária, econômica e política.

Analisando cenários de curto e médio prazo, para 2020 Victoria projeta que o PIB caia 8% e a Selic seja reduzida até 2%, sendo o segundo trimestre o pior do ano. Já em 2021, a projeção é um crescimento do PIB de 3%, com uma retomada lenta, porém que já simboliza algo positivo.

“Hoje vejo uma recuperação para o Brasil seguindo o formato U. Se houvéssemos feito um isolamento sério e responsável desde março, o período de dor teria sido mais curto. Por isso, agora temos que lidar com o problema por muito mais tempo. Existe ainda toda pressão para a retomada de atividades, o que pode resultar no surgimento de uma segunda onda da pandemia, como aconteceu no Chile, por exemplo, o que seria muito mais grave”, explica Victoria.

Com a chegada do “novo normal”, há ainda a questão mudança no padrão de consumo, que representa cerca de 70% do PIB. Se o nível de confiança continuar baixo será mais uma razão para que a recuperação econômica do país aconteça em U, segundo Victoria.

A discussão também levantou perceptivas positivas. Com o baque trazido pela crise, a tendência é que a pessoas fiquem mais atentas à necessidade de poupar e cuidar do dinheiro com mais responsabilidade, que fará subir a procura por planos de previdência, por exemplo.

Por mais que o cenário seja negativo de modo geral para os próximos meses, Victoria reforça características que podem ajudar o Brasil a se recuperar de uma crise dessa magnitude. “Contamos com um parque industrial verticalmente integrado, onde produzimos de tudo, um agronegócio extremamente produtivo e competitivo. O país pode se beneficiar disso ao longo do tempo, porém precisa evitar a incerteza que a crise política traz”, finaliza.

As lives da Icatu são realizadas semanalmente, sempre às quintas-feiras, com gestoras parceiras da companhia e especialistas do setor, levando informação sobre o cenário atual para clientes, corretores e parceiros. Na próxima quinta-feira, dia 04, às 11h, a live contará com a presença do presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel, que falará sobre o momento atual da seguradora.

Para conferir o conteúdo completo, basta acessar o canal da Icatu no YouTube:

Corretora de seguros da Vivo se prepara para ampliar oferta para a base de clientes

Conquistar e encantar clientes da Vivo. Esse é o desafio de Fábio Ursaia, que assumiu o comando da corretora Telefonica, cativa da Vivo, operadora que tem 73 milhões de linhas ativas, além de centenas de parceiros de negócios que podem ser impactados com produtos da própria corretora.

O executivo, de 39 anos e passagens pelas empresas Aon, AIG e a startup Doutor Direto, prepara a corretora para ser um dos principais players em distribuição de seguros através de diferentes canais de afinidade. Afinal, a corretora atua num segmento que se tornou o principal bem das pessoas: o celular. Ninguém fica sem o seu, e comprar um novo pesa no orçamento, o que torna o seguro uma opção interessante do ponto de vista custo beneficio.

Como esta a corretora hoje em termos de clientes, produtos e parceiros de negócios?

A TCS, como e chamada dentro do grupo, foi criada para atender as demandas do grupo. No inicio de suas operações ela cuidava somente das apólices de seguros, de maneira tradicional de uma corretora, ou ate mesmo um departamento de compras e seguros de um empresa . Como a evolução do know-how adquirido pela corretora, ela foi ganhando espaço e passou a ser responsável pela politica de gestão de risco e toda gestão de benefícios (não somente os seguráveis, mas todos os flexíveis) para todo o grupo telefônica no Brasil, e também ganhou protagonismo na distribuição dos produtos de afinidade para os clientes da vivo. Hoje, além dos produtos comuns ao mercado segurador, a corretora possui produtos próprios, desenvolvido com tecnologia própria, o que permite, além de atender as empresas do grupo, a corretora estende s eus serviços para funcionários e familiares, fornecedores, clientes e ainda para outras corretoras cativas no Brasil e no exterior.

Quais as principais mudanças no curto e médio prazo?

O ecossistema que a corretora esta inserido trás, ao mesmo tempo desafios e oportunidades.  Neste momento, a corretora trabalha para evoluir o “mindset” de seus colaboradores. A forma de trabalhar das corretoras cativas em geral não traz mais o mesmo resultado que trazia antes. A frase que mais se diz aqui dentro, é “O que nos trouxe ate aqui não será forte o suficiente para nos levar à diante”. Por isso, estamos nos acostumando a trabalhar nos moldes de um “Venture Builder”, ou seja estamos fomentando a “produtização” da linha de serviços com investimento próprio. Esse movimento é a representação de uma mudança, absolutamente necessária,  que propicia agilidade para a inovação e transformação digital, em um ritimo condizente com as necessidades atuais.

A moda agora é ganhar escala com oferta assertiva com a tecnologia….

Quando diz-se “produtizar” significa conseguir entregar aquilo que é esperado pelo cliente, em larga escala, com melhores custos e de maneira ágil. Isso esta intimamente ligado à experiência do usuário (UX), e vai muito além da subscrição ou precificação do risco para emissão de apólices.

Para quais nichos de negócios busca seguradoras parceiras?

Ser a corretora do grupo telefonica, não significa ter total liberdade para fazer ofertas diretas aos portadores de linhas e aparelhos celulares ou clientes de banda-larga. Para gerir essas ofertas ao clientes a Vivo possui uma unidade de negócios especifica que dedica, na totalidade, suas atividades à experiência do usuário em relação aos produtos de seguros. Para algumas seguradoras que não estão próximas do dia-a-dia da operação a impressão é que são duas corretoras, mas não. São focos distintos e complementares que trabalham em harmonia. A exemplo disso, a corretora se dedicou em desenvolver tecnologia e buscar benchmark em outros países onde opera, como Reino Unido, Alemanha e a própria Espanha. Essa expertise que a corretora aportou no Brasil trouxe para a operação de afinidades maior controle operacional, signifi cativa economia de custo, e um ganho de escala na operação dos produtos de afinidade para uma gestão “end-to-end”.

A corretora exige exclusividade dos parceiros?

Empolgados por essa história de sucesso, a corretora quer desenvolver o mesmo modelo “autosserviço” para o balcão do “Worksite”. Apesar de já possuir esta operação em andamento, os projetos em desenvolvimento estão direcionados para migrar o negocio para o quadrante de “estrela” e depois de “vaca leiteira” na matriz BCG desenvolvida pela corretora. Para que isso aconteça da maneira aspirada, a corretora tem se aproximado de empresas de assistências e microsseguros, corretoras com foco em produtos e serviços para pessoas, e seguradoras preparadas para “low or no touch underwritting”.

A corretora está preparada tecnologicamente para atuar com diversas seguradoras e produtos?

O conceito de “Venture Builder” proporciona um protagonismo da corretora em relação ã seus clientes, ficando para segundo plano pedir uma para  seguradoras com quem trabalham a exclusividade daquela ofertas. A corretora, atualmente, não acredita que “limitar” o acesso do mercado a um produto seja sinônimo de receita futura. A aposta atual da corretora esta em buscar uma  ótima experiência do usuário, e na afinidade que a combinação da marca, tecnologia e ofertas possam ter com a “persona”. Essa crença da corretora não se limita para as seguradoras. A TCS tem feito negócios com corretoras tradicionais, insurtechs, e outras corretoras cativas do mercado.

Muitas seguradoras já atuam com APIs, onde é possível apenas plugar na corretora. Vocês estão prontos?

Inspirada pela própria aceleradora do grupo, a corretora participa de comunidades de startups, núcleos de inovação aberta, e outras iniciativas que colaboram para um ambiente orientado para tecnologia. Apesar da corretora possuir sistemas e APIs próprias, sabe-se que essa jornada é mercadológica e por isso, os avanços desejados não dependem só da TCS, mas  da positiva e rápida evolução do mercado segurador.

A Vivo, assim como as outras operadoras de telefonia, lideram o ranking de reclamações em órgãos de defesa do consumidor. Qual parte disso se refere a seguros?

Quando se fala de Telecom associamos, rapidamente, a fama das operadoras em relação as reclamações por conta de experiências de negativa dos consumidores em geral. Para seguros no grupo Telefonica, isso é diferente. O índice beira o numero Zero. A atual estrutura de atendimento para o seguro de perda e roubo de celular conta com uma central própria e o acompanhamento é feito de maneira ininterrupta.

Quais os novos produtos e serviços que pretende ofertar para os clientes Vivo ainda neste ano?

Na atual esteira, para desenvolvimento já passaram produtos como  “On demand” , micorsseguros e assistências. Atualmente, a corretora experimenta esses produtos com um grupo fechado de usuários. O que deve aparecer mais rapidamente é “personal cyber” que visa cobrir não somente as perdas por quebra de segurança cibernética do usuário, mas também o serviço de concierge para neutralizar vulnerabilidade após invasões nos aparelhos dos segurados

Já tem uma ideia de como será o “novo normal” pós pandemia e quais produtos serão mais demandados pelos clientes?

Num momento tão delicado quanto ao que vivemos, falar em investimento e em desenvolvimento pode parecer estranho, mas para a TCS esse momento esta em linhas com suas expectativas. A busca pelo “novo normal” já começou. Serviços associados aos consumidores de Internet também fixa passaram a ser prioridade, pois o numero de ofertas e o tempo de utilização, aumentaram significativamente.

Hospital de Campanha Lagoa-Barra, no Rio, já atendeu mais de 400 pacientes de Covid-19

Com 200 leitos em operação, o hospital é fruto de iniciativa privada da Rede D´Or, Bradesco Seguros e outros parceiros. Mais de 200 pacientes já receberam alta

Fonte: Bradesco Seguros

Iniciativa liderada pela Rede D´Or em parceria com Bradesco Seguros, Lojas Americanas, Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e Banco Safra, o Hospital de Campanha Lagoa-Barra, no Rio de Janeiro, completou recentemente um mês em operação e já atendeu 417 pacientes do SUS com Covid-19. Em um balanço desses 30 primeiros dias, foram registrados 218 pacientes recuperados, o que corresponde mais da metade já atendida. Inaugurado no fim de abril (25), antes do prazo previsto, o hospital conta com 200 leitos em operação, sendo 100 de UTI e 100 de enfermaria e recebeu investimento total de R$ 45 milhões.

O hospital apresenta um tempo médio de internação de 13 dias e já chegou a receber 24 pacientes em um único dia. Outros dados chamam atenção: ao todo, foram realizados 1.380 exames de raio-X e 41% dos pacientes tiveram que receber ventilação mecânica no CTI. A média de idade é de 56 anos, mas o paciente mais jovem a ser atendimento tem 20 anos e já recebeu alta.

A Rede D´Or lidera a operação do hospital, mas é a Secretaria Estadual de Saúde a responsável por encaminhar os pacientes, por meio do sistema de regulação de vagas do Estado. A maior parte é oriunda das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da cidade do Rio, mas o hospital vem recebendo também pacientes indicados pelas Coordenações de Emergência Regionais (CER) e de outros hospitais públicos do Estado.

SulAmérica: Foi dada a largada para o PRA 2020!

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Para contar todas as novidades, surpresas e prêmios, preparamos um episódio especial do ContaTudo SulAmérica. Só um spoiler: uma das novidades está ligada à operação de Auto e Massificados. 

A SulAmérica apresenta a edição 2020 do seu Programa de Reconhecimento ao Corretor, o PRA, e traz diversas surpresas nesta décima edição. Devido ao isolamento social, diferentemente dos anos anteriores, a campanha de lançamento foi feita de forma 100% digital por meio de um episódio especial do ContaTudo SulAmérica. “Temos muito orgulho da forte parceria e do relacionamento que construímos com os corretores de seguros ao longo dos anos. Juntos estamos entregando proteção e segurança para a sociedade brasileira, com confiança e resiliência mesmo neste momento delicado de pandemia. Seguimos ao lado do corretor de seguros para apoiá-lo, capacitá-lo e comemorar suas conquistas”, afirma André Lauzana, vice-presidente Comercial e Marketing da SulAmérica. 

Uma das novidades desta edição é que, com a proximidade da conclusão da transação das operações de Auto e Massificados, será realizada uma campanha exclusiva para este segmento: a Super Campeões Auto. “Estamos muito empolgados para a campanha deste ano. Temos diversas ações em andamento e um leque de estratégias para ajudar o corretor a potencializar as suas vendas e garantir, como cereja do bolo, a premiação máxima ao fim do ano”, destaca Eduardo Dal Ri, head da SulAmérica Auto e Massificados. 

Com isso, os corretores passam a concorrer a quatro viagens! Serão duas nacionais e duas internacionais, uma para cada campanha. As viagens, sobretudo a internacional, são os prêmios mais cobiçados pelos corretores. “Sabemos que estamos passando por um momento de incertezas com a pandemia, mas isso tudo vai passar e voltaremos a estar fisicamente próximos, passeando e celebrando com nossos super campeões”, afirma Lauzana. 

E o destino internacional? 

Uma das revelações mais esperadas é sempre o destino internacional. Ainda mais agora, que será em dobro! No PRA Super Campeões da SulAmérica, os vencedores conhecerão Doha, capital do Catar e palco da próxima Copa do Mundo. E no Super Campeões Auto, o destino é o berço das civilizações, a Grécia. As viagens devem ser realizadas no primeiro semestre de 2021, mas com data a confirmar. 

Intensificando a estratégia de diversificação de carteira, a SulAmérica manterá uma pontuação adicional para os corretores que comercializarem produtos de mais de uma linha de negócio. As regras dos dois programas são as mesmas, a única diferença é o período de apuração: PRA SulAmérica está computando pontos desde janeiro, como já solicitavam os corretores, e Super Campeões Auto, a partir de junho. 

Para conhecer todos os detalhes da campanha 2020, assistam ao 5º episódio do ContaTudo SulAmérica, no qual André Lauzana e Eduardo Dal Ri apresentam as campanhas. O programa conta com a mediação da apresentadora Dani Monteiro. 

Susep reduz prazos para guarda de documentos

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Normativo editado pela autarquia possibilitará significativa redução de custos para o setor de seguros

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicará circular que reduz prazos para guarda de documentos, promovendo a diminuição nos custos dos processos de armazenagem e manutenção de documentos gerados nas operações realizadas pelas entidades sob sua supervisão. O normativo entrará em vigor em 1o de julho de 2020.

O prazo de guarda desses documentos, que era de até 20 anos, conforme a regulamentação vigente, será reduzido para 5 anos para todos os setores supervisionados pela Susep. Esse prazo é definido com a finalidade de dar suporte às atividades de supervisão desempenhadas pela autarquia.
Para os estipulantes e intermediários, entre eles os corretores de seguro, devido às suas condições particulares de atuação no mercado, é exigida a guarda apenas dos documentos determinados expressamente pela legislação ou pela regulamentação.

Ainda, com o objetivo de evitar custos desnecessários, os intermediários e estipulantes ficam dispensados da guarda daqueles documentos já armazenados pelas demais entidades supervisionadas.

Outra inovação relevante, com grande potencial para proporcionar a redução de custos operacionais das entidades supervisionadas, consiste na permissão para a digitalização de documentos, conforme os requisitos técnicos definidos em legislação. Com a edição desse normativo, os documentos originais mantidos pelas entidades poderão ser digitalizados e, na sequência, descartados, reduzindo-se o custo de armazenamento.

MAG Seguros conta como adaptou eventos para a era Covid-19

Grupo, que realizou em 2019 mais de 27 eventos presenciais, passou aos eventos virtuais em pouco menos de uma semana após a proibição do governo para evitar aglomerações

Como tem sido a reviravolta do marketing das companhias de seguros depois que a pandemia proibiu eventos e aglomerações? As seguradoras certamente sao uma das principais clientes de eventos. Eram muitos. E todos presenciais. E agora, tudo virou virtual.

Para contar um pouco sobre essa mundança, o blog Sonho Seguro conversou com Raphael Maia, coordenador de comunicação da MAG Seguros. No ano passado, o grupo, ainda como Mongeral Aegon, fez 27 eventos presenciais, com quase 15 mil participantes. Em janeiro, promoveu basicamente o último grande evento do setor presencial. O MagNext comemorou os 185 anos, numa festa sem igual no Rio de Janeiro, tanto em termos de organização, impecável e totalmente sustentável, como em novidades trazidas ao público. Estiveram presentes mais de 2 mil pessoas e quase 50 jornalistas e influenciadores, de diversas mídias, áreas, idades e dos quatro cantos do país. 

E agora em confinamento, como fica? Veja o vídeo onde o Raphael conta para nós um pouco das mudanças no marketing e comunicação durante e pós Covid-19.