Tradicional evento promovido pela seguradora agora é realizado de forma virtual para seus corretores
Fonte: Zurich
Criado em 2017 com o intuito de estreitar o relacionamento com os corretores, aproximando cada vez mais esse público das ações e projetos da Zurich, o Experiência Zurich ganhou novo formato após o início da pandemia. O evento, que tradicionalmente acontece com os parceiros da seguradora em diversas regiões do país, neste ano teve que se readequar ao novo cenário e passou a utilizar canais digitais. Desde maio, a companhia tem realizado semanalmente encontros onlines, com parceiros das cidades de São Paulo, Campinas, Piracicaba, Belo Horizonte, Curitiba, entre outras, com a participação dos diretores regionais.
“Nos adaptamos às condições atuais para manter os laços e o ótimo relacionamento que temos com os nossos corretores, migrando o nosso Experiência Zurich para plataforma digital. Estamos muito felizes, pois este formato está nos trazendo um resultado muito positivo”, diz Marcio Benevides, Diretor Executivo de Distribuição da Zurich.
Nas reuniões, os executivos fazem um brinde à vida e trocam ideias sobre os negócios e os principais desafios da atual situação do mercado e do Brasil. A Zurich continua investindo em uma série de melhorias e está sempre pensando na melhor forma de atender seus parceiros e clientes.
“Esses eventos têm nos proporcionado momentos muito agradáveis com nossos corretores e parceiros. Pequenos gestos podem nos trazer um retorno maior, além dos negócios, principalmente em situações adversas como essa”, afirma Benevides.
Entre os executivos da seguradora presentes nos encontros virtuais, estão: Marcio Benevides, Diretor Executivo de Distribuição Brasil; Alexandre Oliveira, Diretor Regional São Paulo; Peter Rebrin, Diretor Executivo de Personal Lines e Bancassurance; Roberto Hernandez, Diretor Executivo de Commercial Insurance; Luiz Gasperi, Gerente de Relacionamento com Corretores; Luciano Silveira, Diretor Regional SP Interior; Rogerio Gebin, Diretor Regional Minas Gerais e Centro Oeste; e Waldecyr Schilling, Diretor Regional Sul.
A companhia viu crescer sua carteira de Vida, Previdência e Capitalização crescer 132% no resultado operacional dos últimos cinco anos
Fonte: Capemisa
Nascida de uma história de dedicação e proteção à vida das pessoas há 60 anos, a Capemisa Seguradora chega ao mês do aniversário de sua fundação comemorando os resultados da atual gestão. Com a meta de estar entre as dez seguradoras independentes mais rentáveis até 2021, a companhia viu crescer sua carteira de Vida, Previdência e Capitalização, com um aumento de 132% no resultado operacional dos últimos cinco anos. Em 2019, a receita operacional da companhia chegou a R$ 374 milhões.
De lá para cá, o presidente Jorge Andrade e sua diretoria implementaram um planejamento estratégico, tático e orçamentário, que reduziu em 38% as despesas administrativas. A nova gestão também passou a envolver e valorizar os colaboradores neste processo de crescimento e investiu em tecnologia para melhorar a experiência dos corretores parceiros e clientes.
“Trouxemos transparência e uma gestão de orientação para resultados. Como uma seguradora especialista em Vida, nosso principal ativo são as pessoas que trabalham com a gente. Essa sensação de pertencimento contribuiu enormemente com todas as estratégias para construirmos um caminho de crescimento”, afirma Jorge Andrade, lembrando que este ano a empresa recebeu o selo conferido pela consultoria Great Place to Work. “Estimulamos essa cultura de desenvolver e capacitar nosso colaborador, de fazê-lo criar e pensar diferente em formas de contribuir para o nosso negócio – que também é dele, que ele que faz acontecer”, explica o presidente.
Parceria com o Corretor e Capitalização
Desde 2015, a companhia também vem se dedicando com especial atenção à força de vendas. Em meio à cultura de transformação digital, os processos de trabalho foram repensados para dar agilidade, flexibilidade e autonomia aos corretores. A companhia recentemente lançou a Central do Corretor e há novas entregas e previstas também para o Meu Portal CAPEMISA, o novo Portal de Clientes.
Em relação à estratégia de segmentação, Jorge Andrade explica que a companhia busca entender as necessidades do cliente para formatar o produto que ele precisa. “Esse cuidado faz com que tenhamos as soluções de Vida para pequenas e médias empresas com maior aceitação e volume de cobertura. Fazemos questão de entender do negócio para criar diferenciais de flexibilidade e inovação, empoderando o corretor”, diz ele.
Além do PME, a companhia passou a apostar na comercialização de Títulos de Capitalização, consolidando-se neste ramo, principalmente após novo marco regulatório, que instituiu a modalidade de filantropia premiável. A Capemisa Capitalização, controlada da Capemisa Seguradora, arrecadou R$ 426 milhões, em 2019, contribuindo para a melhora no resultado da sua controladora.
A Capemisa também voltou a atuar com assistência financeira para funcionários públicos e militares das Forças Armadas, dentre outros.
Investimentos em Tecnologia
Os investimentos em tecnologia garantiram cotadores e processos digitais mais ágeis aos corretores. Outras entregas ainda estão por vir, como a assinatura digital, implantação, endosso e renovação onlines, negociação de inadimplência, aviso de sinistros. Todo o relacionamento com clientes e corretores será feito com um clique, preservando a mesma qualidade no atendimento.
Dentro de casa, a empresa investiu na implementação de um sistema de soluções que permitem ao colaborador trabalhar remotamente, já que todos os dados e arquivos estão na nuvem. Durante a pandemia, essas iniciativas garantiram o pleno desenvolvimento do negócio e vão permitir também que a Capemisa adote permanentemente o modelo de Home Office, sem qualquer prejuízo às operações.
“Conseguimos manter a continuidade do negócio porque nos preparamos para isso. O planejamento estratégico, tático e orçamentário tem feito grande diferença desde que assumimos, em 2015. Continuaremos nos estruturando para o crescimento dos negócios e melhor experiência dos nossos mais de 2 milhões de clientes, sobretudo com investimentos em tecnologia e inovação”, afirma Jorge Andrade.
Compromisso social
A Capemisa Seguradora contribui para a assistência de crianças e idosos em vulnerabilidade social por meio do trabalho realizado pelo Lar Fabiano de Cristo. Atualmente são 49 unidades e instituições parceiras em todo o Brasil, beneficiando mais de 50 mil pessoas.
O grupo promete aos clientes que eles podem adquirir o seguro em menos de dois minutos sem burocracia e indenizações pagas em até três dias
A concorrência no mercado segurador aumenta. Como previam os futurologistas, novos players entram para disputar um mercado de US$ 5 trilhões no mundo e de quase R$ 300 bilhões no Brasil. Depois da Tesla anunciar na semana passada que vai vender “mais baratos e melhores” do que os disponíveis atualmente no mercado até o final deste ano, a Amazon Pay divulgou nesta semana que estreia no setor com a oferta de apólices de seguro de duas (bicicletas e motos) e quatro rodas, em parceria com a Acko General Insurance Ltd. na Índia, seu ponto de partida.
O grupo promete aos clientes que eles podem adquirir o seguro em menos de dois minutos sem burocracia e indenizações pagas em até três dias. Os clientes podem comprar o seguro de automóvel na página Amazon Pay ou apenas pesquisá-lo. Eles podem obter uma cotação para o seguro de carro ou bicicleta em algumas etapas simples, fornecendo detalhes básicos. Os clientes podem pagar usando o saldo do Amazon Pay, UPI ou qualquer cartão salvo e a apólice estará em sua caixa de entrada de e-mail em menos de 2 minutos. Uma cópia da apólice também pode ser baixada na página Seus pedidos.
Vikas Bansal, diretor e chefe de serviços financeiros da Amazon Pay India, disse: “Nossa visão é tornar a Amazon Pay a maneira mais confiável, conveniente e gratificante de pagamentos de nossos clientes. A demanda é crescente por mais serviços. Estamos entusiasmados em lançar um produto de seguro de automóvel que seja acessível, conveniente e ofereça uma experiência de sinistros ininterrupta”.
Varun Dua, CEO da Acko General Insurance, disse: “Estamos felizes em fazer parceria com a Amazon Pay para oferecer uma proposta de seguro de automóvel que foi projetada com o cliente no centro da estratégia. Com esse produto, nosso objetivo é oferecer uma experiência melhor ao consumidor, desde a compra até as reclamações, tornando-o mais acessível e sem burocracias. Este lançamento marca um importante passo em nossa parceria com a Amazon e estamos entusiasmados com a jornada que temos pela frente.”
Expectativa no médio prazo está no comportamento da inflação, para entender qual a atuação do Copom na taxa Selic
A mediana das projeções do mercado para a variação do PIB brasileiro em 2020 voltou a subir, de -5,95% para -5,77%, no Relatório Focus, do Banco Central, divulgado hoje com estimativas coletadas até o fim da semana passada. Para 2021, o ponto-médio das expectativas ficou em 3,5%, com economistas ajustando as apostas na recuperação de parte das perdas deste ano no próximo.
“A defasagem no ajuste das projeções das expectativas do PIB e a busca por rentabilidade por parte do mercado financeiro podem gerar, nas próximas semanas, a continuidade na melhora das projeções”, acredita Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação das Seguradoras, no boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas semanal das expectativas econômicas feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.
A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2020 caiu de 1,72% para 1,67%. Para 2021, se manteve em 3%. Já mediana das estimativas para a taxa básica de juros no fim de 2020 manteve-se em 2%, na estimativa que inclui todo o mercado, e reduzida de 2% para 1,88% entre os Top 5. Para 2021, a projeção para a Selic permaneceu em 3%. O dólar segue seu ciclo em alta. A mediana das estimativas para o dólar no fim deste ano foi mantida em R$ 5,20. Para 2021, o ponto-médio das projeções também permaneceu em R$ 5,00.
Segundo Simões, o IPCA vindo abaixo do que se esperava reforça a percepção que a Selic vai ter um novo corte na próxima reunião do Copom nos dias 2 e 3 de agosto. “A principal aposta é em um novo corte de 0,25% na taxa básica de juros. Certamente teremos muitos debates sobre este tema pois é importante calibrar até que ponto a redução é importante para a sustentabilidade do serviço da dívida, sua relação com os juros de longo prazo e, finalmente, até qual taxa o mercado financeiro está disposto a aceitar para financiar o governo”, citou o economista da CNseg.
Apesar de as projeções sinalizarem melhora, Simões ressalta que há uma certa defasagem entre a atualização dessas projeções e uma deterioração marginal que já é sinalizada nos indicadores dos Estados Unidos, com uma segunda onda de contágio do Covid-19. “As projeções melhoraram na semana passada, o que implicaria em mais otimismo, mas não é exatamente assim. Tem uma defasagem na divulgacão e na revisão dos cenários, o que nos faz ficarmos atentos aos acontecimentos do dia-a-dia no Brasil e no mundo para ter uma visão mais apurada”, alerta
Leia abaixo a edição 109 – julho/2020 – semana 4.
Nesta semana, há dois grandes destaques nas projeções econômicas dos analistas de marcado compiladas pelo Banco Central no relatório Focus. O primeiro está relacionado à continuidade do movimento de revisões de queda para o PIB este ano. O segundo, à inflação. A projeção mediana subiu de -5,95% para -5,77%. Para o ano que vem, continua em 3,50%. É importante dizer que tais expectativas têm algumas características de comportamentos de “manada”.
A atual revisão altista, expressa pela mediana, começou já há várias semanas com casas “liderando” o movimento e, nessas últimas semanas, foram seguidas por outras. Ou seja, é possível que em determinada semana as expectativas já estejam mais otimistas ou pessimistas, mas isso demora algum tempo até aparecer na mediana das projeções, pois muitas casas “esperam para ver” na hora de ajustar suas projeções e informá-las ao Banco Central.
Como temos enfatizado, independentemente da leitura que se faz dos dados mais recentes da pandemia da Covid-19, a grande liquidez dos mercados e os juros reais historicamente baixos – até negativos em algumas economias líderes – devem impulsionar ondas de otimismo que podem descolar da realidade dos dados em alguns momentos. Juntando esses dois fatores (a defasagem no ajuste das projeções e a busca por rentabilidade), é possível que testemunhemos, nas próximas semanas, a continuidade na melhora das projeções, mesmo com alguma deterioração marginal nas perspectivas para a recuperação. Isso, de certa maneira, já está ocorrendo.
Nos Estados Unidos, continuam a ser divulgados dados mais fracos que o esperado: indicadores de confiança em julho decepcionaram (provavelmente como reação à segunda onda de contágio da Covid-19 país) e o número de pedidos de auxílio- desemprego subiu pela primeira vez desde março, em meio a divisões consideráveis no Congresso sobre os detalhes relacionados à aprovação do novo pacote de estímulos, tema que deve dominar o debate na maior economia do mundo esta semana.
Enquanto os PMI indicam uma continuidade mais clara da recuperação na Europa, nos EUA os sinais desses indicadores antecedentes são estáveis. No Brasil, depois de alguma decepção com o indicador do BCB para atividade, o IBC-Br, os indicadores de confiança em julho divulgados até agora mantiveram trajetória de recuperação, mas em ritmo um pouco menos intenso, ainda que se encontrem distantes dos patamares pré-pandemia. Entretanto, continuam a ser mais positivos os sinais vindos do ambiente político. O segundo destaque está na projeção para a inflação oficial este ano, o IPCA, que depois de algumas semanas em alta voltou a cair, de 1,72% para 1,67%, após a divulgação do IPCA-15 de julho: alta de 0,3% no mês, abaixo do esperado, com a queda dos preços do grupo alimentação compensando o aumento do preço da gasolina.
Para 2021, segue em 3,00%. Isso reforça o cenário de queda da taxa básica de juros para 2,00% na próxima reunião do Copom, que já era forte principalmente depois dos pronunciamentos do presidente do Banco Central, como enfatizamos na semana passada. A expectativa é de que a Selic seja mantida nesse patamar até o final do ano. No calendário econômico, destaque para a divulgação de mais uma série de indicadores de confiança para o mês de julho, para a PNAD Contínua de junho, para a reunião do Fomc (o Copom do Federal Reserve), na quarta-feira (29/07), e para as notas para imprensa de crédito, setor externo e fiscal, do Banco Central do Brasil.
SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS E PROJETOS – SUESP estudos@cnseg.org.br
Fontes: SGS (BCB) e SIDRA (IBGE). Data de corte:27/07/2020 Notas: 1- dados até junho/20; 2- dados até maio/20; 3- dados até abril/20; 4- dados até março/20.
A pandemia e a necessidade de isolamento social impulsionaram o aumento dos transtornos psicológicos, como ansiedade e depressão
Fonte: SulAmérica
Cada vez mais no foco da Organização Mundial de Saúde, a saúde mental ganhou manchetes dos veículos de comunicação de todo o mundo. A pandemia e a necessidade de isolamento social impulsionaram o aumento dos transtornos psicológicos, como ansiedade e depressão.
Diante disso e alinhada com sua estratégia de visão integral da saúde, ou seja, cuidar da saúde física, emocional e financeira de forma unificada, a SulAmérica estendeu a oferta de Psicólogo na Tela para que adultos e também crianças possam acessar onde quer que estejam. São mais de 600 profissionais cadastrados e disponíveis via aplicativo da Companhia.
“Nosso foco está nas pessoas, na sua saúde física, emocional e financeira. Em nossa ouvidoria constante durante a pandemia, percebemos que clientes de todas as idades apresentavam questões psicológicas relevantes, principalmente com sintomas de ansiedade e depressão. O Psicólogo na Tela permitiu que cuidassem de sua saúde mental mantendo-se seguros em casa”, conta Marco Antunes, vice-presidente de Operações e Experiência do Cliente da SulAmérica. Alem do Psicólogo na Tela, a SulAmérica também oferece consultas médicas a distância, com especialistas de mais de 40 áreas, entre elas, psiquiatria, muito necessária em diversos casos de tratamento mental.
Com o pedido médico em mãos, os clientes acessam o aplicativo da SulAmérica Saúde e agendam com o profissional de sua preferência, que pode continuar o acompanhamento, se assim o cliente desejar.
Em fevereiro, o número de consultas do Psicólogo na Tela não chegava a 150 mensais. Em junho, passaram de 9 mil. Cerca de 80% dos clientes que utilizam este serviço não faziam acompanhamento psicológico antes, o que demostra que a opção de teleatendimento facilitou o acesso e encorajou o tratamento.
“Alguns clientes contam em suas avaliações que não conseguiam deslocar-se ou levar seus filhos até o consultório do profissional ou ainda não tinham esse tipo de profissional em sua cidade e isso impedia o tratamento. Retiramos a barreira geográfica para auxiliá-los no enfrentamento de suas questões de saúde”, explica Antunes.
O Psicólogo na Tela faz parte do guarda-chuva do Saúde na Tela que disponibiliza médicos plantonistas e especialistas de mais de 40 áreas, além de fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e nutricionistas via aplicativo SulAmérica Saúde para todos os seus beneficiários durante a pandemia. No mês de junho, este serviço registrou mais de 60 mil consultas com aprovação de 91p.p. (NPS).
Corretores ganharão adicional de agenciamento de 50 pontos percentuais até 31 de julho
Fonte: SulAmérica
Os corretores da SulAmérica podem celebrar: a campanha que dá bônus às propostas de Saúde PME + Odonto foi prorrogada. Até 31 de julho, os parceiros de negócios da companhia terão um agenciamento adicional de 50 pontos percentuais, além dos demais incentivos que já estão vigentes. Já no segmento Vida, a campanha Mais Individual, Mais Digital, que rende ao corretor 50% a mais de agenciamento por contratações com assinatura digital e débito automático, vai até 31 de dezembro.
“Nosso objetivo com estas iniciativas é motivar nossos parceiros a incrementarem seus negócios em um momento de tantas incertezas e reforçar nosso apoio”, disse Solange Zaquem, diretora comercial da empresa. “Outro ponto importante é influenciar cada vez mais os corretores a diversificarem seus negócios para serem consultores de proteção para as pessoas, ofertando o melhor produto de acordo com o perfil de seu cliente”, completa Luciano Lima, diretor comercial da SulAmérica.
Campanhas de fomento aos negócios
Os parceiros têm também à disposição as campanhas Grana Extra, que até 31 de agosto está com tabela turbinada para cadastro de propostas de Saúde PME, PME+, Saúde + Odonto e Capital Global (Vida), e Meu Primeiro PME, que incentiva o cadastro de propostas de Saúde PME, com premiação extra para Odonto PME e adicional de 50% na tabela para vendas do SulAmérica Direto.
Em Previdência, a campanha de aporte 1,75% foi prorrogada até 31 de dezembro. Já no segmento de Vida, a campanha Mais Global oferece 50% a mais de agenciamento na contratação do produto Capital Global com débito automático também até 31 de dezembro, além de redução de 10% no prêmio do seguro durante o mês de julho.
A SulAmérica promove também a 10ª edição do Programa de Reconhecimento ao Corretor, o PRA, que oferece apoio para os parceiros em cinco pilares: Suporte à estratégia; Eventos e Treinamentos; Atendimento; Infra-estrutura e Incentivos. Em linha com o incentivo à diversificação de portfólio, a SulAmérica manterá a pontuação adicional para os corretores que comercializarem produtos de mais de uma linha de negócio. No pilar incentivos, uma das campanhas mais esperadas é a PRA Super Campeões, que reconhece os parceiros com melhor desempenho no ano com uma viagem nacional para um resort paradisíaco e uma internacional, que nesta edição será para Doha, capital do Catar e palco da próxima Copa do Mundo de futebol.
O APP pode ser utilizado pelo corretor e pelo cliente final que deseja proteger sua Bike
Fonte: Berkley
A Berkley Brasil inova e disponibiliza a contratação do seguro Bike por meio do aplicativo Seggy. O seguro Bike da Berkley possui coberturas para danos causados as bicicletas e seus acessórios. Destina-se a pessoas físicas e jurídicas, com aceitação inclusive para bikes elétricas. A partir de agora, a contratação ficou muito mais fácil por meio do aplicativo Seggy, sem custo adicional e pode ser baixado em celulares Android ou IPhone (IOS).
Para Alexandro Sanxes, diretor técnico da Berkley, “Para os clientes que desejam proteger a sua Bike utilizando o aplicativo, o processo de contratação e emissão da apólice é muito simples. É só fazer o download do aplicativo, realizar um breve cadastro e nomear o seu corretor. Caso não tenha um corretor, é só indicar o seu CEP que o aplicativo apresentará os corretores mais próximo”. Este processo é muito simples e intuitivo e está disponível na palma de sua mão. Ao adquirir uma bike, o cliente tem a chance de contratar o seguro dentro da loja, completa Sanxes.
Os corretores também podem cotar e emitir o seguro pelo aplicativo, para isso, o corretor deve realizar o cadastro no APP, ou clicar no link: https://www.seggy.app/corretor/cadastro. Após realizar o cadastro, o corretor terá acesso a todas as funcionalidades do aplicativo.
Sobre a Seggy: Insurtech brasileira que prioriza o corretor de seguros. O nosso propósito é inserir o Corretor de Seguros no mundo digital, colaborando para a proteção pessoal e material de toda população, gerando maior e melhor qualidade de vida a todos. Permitindo que todos, independentemente do local em que vivam ou de sua condição financeira, possam proteger seu patrimônio, sua vida e de sua família, tendo um presente sólido e um futuro com qualidade. Para saber mais acesse: www.seggy.app
Os planos da empresa foram anunciados nesta quarta-feira, 22, e devem cobrir diversos serviços financeiros na ÍndiaO WhatsApp planeja se unir a mais bancos indianos para expandir serviços bancários em áreas rurais e para indivíduos de baixa renda, disse o chefe da plataforma de mensagens, controlada pelo Facebook.
O WhatsApp, que considera a Índia seu maior mercado, com 400 milhões de usuários, já se associou a bancos como o Icici Bank e o HDFC Bank, permitindo que eles se comuniquem com clientes com mensagens de texto automatizadas.”Agora queremos incluir mais bancos ao longo do próximo ano para ajudar a simplificar e expandir os serviços bancários, especialmente para os segmentos rural e de baixa renda”, disse Abhijit Bose, chefe do WhatsApp na Índia.
O WhatsApp também expandirá projetos-piloto com bancos e outros parceiros para cobrir serviços financeiros, como previdência e seguros. “Nosso objetivo coletivo nos próximos dois a três anos deve ser o de ajudar trabalhadores com baixos salários e a economia informal e desorganizada a acessar facilmente três produtos – seguros, microcrédito e previdência”, disse Bose.
Além das parcerias com bancos, a empresa tem seu próprio serviço de pagamentos na Índia com usuários limitados há mais de dois anos, aguardando autorizações regulatórios em questões como localização de dados, antes de um lançamento completo.
O WhatsApp afirmou ter cumprido os pedidos da Índia de armazenar dados de clientes localmente.Espera-se que o investimento de US$ 5,7 bilhões do Facebook na unidade digital da Reliance Industries dê ao WhatsApp posição privilegiada dos pagamentos para o negócio de varejo do conglomerado indiano, que visa atender dezenas de milhões de pequenas lojas em toda a Índia
Apesar de o preço do seguro auto tradicional cair, volume de contratação segue baixa. Busca por alternativas, mais em conta ao bolso, aumentam, como o seguro Pay Per Use
Fonte: Thinkseg
O preço do seguro auto caiu entre 11% e 27% para cinco modelos de carros neste ano, comparado com os preços de julho de 2019, segundo levantamento na plataforma digital de seguros do Grupo Thinkseg, chamada Bidu. Para as mulheres, a queda de preço varia de 2% a 14% na pesquisa. Mesmo estando mais barato, o segmento que representa o seguro auto (Fenseg) registra queda do volume de contratações. No intervalo de janeiro a abril deste ano sobre mesmo o período do ano passado, o valor recebido de quem contrata o seguro auto (prêmio) caiu cerca de R$ 1,1 bilhão.
A plataforma digital Bidu analisou os preços dos automóveis Ka, Gol, HB20, Ônix, Polo, todos modelos 2020, nas cinco capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Fortaleza, Brasília, para um homem e uma mulher, ambos de 35 anos, casados, que rodam 20 quilômetros por dia e que guardam o carro da garagem.
Um dos fatores da menor contratação de seguro auto em 2020 é a queda das vendas de veículos zero quilômetro que diminuiu 40% neste semestre em relação aos primeiros seis meses de 2019, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Outro fator é que as pessoas estão postergando contratar apólices de seguro auto, com vigência de um ano. Motivo: há incertezas sobre a retomada da rotina anterior à pandemia. Milhões de pessoas continuam em home office e crianças tendo aulas online. O fato é que a maioria das famílias está se mantendo nas residências, sem viagens programadas.
Por esse motivo, o seguro auto Pay Per Use (Pague pelo Uso), com contratação mensal, mostra alavancagem nas vendas. Esse novo modelo de seguro passou a somar três “players” no fim deste primeiro semestre. Dois deles anunciaram a entrada no setor em junho deste ano. A Thinkseg, pioneira neste modelo no Brasil, tem registrado aumento significativo de contratações. “Atingiu 600% de incremento nas vendas do produto de abril até 20 de julho, comparado aos números do primeiro trimestre deste ano, período em que ainda não havia pandemia no Brasil, diz o CEO do Grupo Thinkseg, Andre Gregori.
No novo seguro Pay Per Use, o motorista de 35 anos, com o mesmo Ônix, CEP na região central de São Paulo, pagaria R$ 55,20 de assinatura mensal e R$ 0,06 (seis centavos de reais) por cada quilômetro rodado, ou seja, R$ 1,20 por cada 20 kms diários. Como o contrato é mensal, a pessoa pode cancelar a qualquer momento o seguro pelo aplicativo. Tudo é online. E a assinatura para carro modelo básico começa a partir de R$ 25,00 mensais, mais os kms rodados.
“Mesmo em um cenário de controle do Covid-19, as contratações do Pay Per Use continuarão aumentando porque as pessoas também vão buscar formas de economizar. Elas passaram a se preocupar mais com o controle de gastos e poupança de recursos. Há um segmento de público que prioriza a transparência na hora de pagar. Por meio do aplicativo do Pay Per Use, o motorista vê cada quilômetro rodado e quanto vai pagar por ele”, explica Andre Gregori. “Ainda é preciso considerar que o home office é uma tendência que ganhou força no Brasil. Muitas empresas vão manter parte da equipe trabalhando em casa. Neste cenário, o Pay Per Use é uma boa opção para quem usa o carro aos finais de semana”, completa.
O seguro auto tradicional para o modelo ônix 1.0, ano 2019, apresentava média de preço de R$ 2.155,00 no ano passado, em cinco capitais do País (Brasília, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza). Neste ano, a média de preço do seguro auto para o ônix 1.0, ano 2020, nas mesmas cinco capitais, ficou em R$ 1.930,00, ou seja, 10% menor do que no ano passado
A redução do preço do seguro auto tradicional, ao longo de um ano, considera alguns fatores de mercado. Entre entre abril e julho deste ano, houve redução de valor dos automóveis analisados, segundo dados da tabela Fipe. Também as seguradoras modificaram alguns serviços ofertados. Agora, é possível encontrar seguro auto com guincho dentro do raio de 100 km, 200 km e 400 km, em vez do raio ilimitado, como no passado. Em alguns casos, nota-se a diminuição de dias para o uso do carro reserva após acidentes. Para facilitar a venda, ainda houve o aumento do prazo de pagamento do preço anual do seguro auto em até 10 ou 12 parcelas sem juros. Mas, é preciso ficar atento a cada condição. Há parcelamento em 10 vezes, com taxa de juro progressiva a partir da quinta parcela.
Em ano marcado por pandemia, WebTec contextualiza a busca de empresas e gestores na geração de impactos social e ambiental
Fonte: CNseg
A segunda edição da série de webinars técnicos (WebTec) da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg abordou o tema “Investimentos de Impacto”. O encontro, que teve a mediação da Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, deixou claro que os investimentos estão considerando cada vez mais os aspectos ambiental, social e de governança, sem perder o foco em resultado e aumentando a percepção de riscos e oportunidades.
O ano de 2020 está sendo marcado pela pandemia do novo coronavírus e outros fenômenos políticos e sociais globais. Os esforços feitos por empresas para gerar impacto social e ou ambiental mensuráveis, também nesse período, estão assumindo papel prioritário.
No WebTec, Solange Beatriz frisou: “É benéfico quando se pode dar materialidade e exemplificar ações e “cases”. É tudo que se espera do tema sustentabilidade, já que por muito tempo esteve no imaginário de pessoas e empresas. Acredito que no médio prazo, já consigamos notar expressivos resultados e usufruir como planeta e sociedade.”
Solange destacou ainda que o setor de seguros, vida e previdência, saúde e capitalização é um grande formador de poupança. Em 2019, os ativos totais do setor de seguros alcançaram cerca de R$ 1,275 trilhão, sendo 75% desses ativos (R$ 957 bilhões) concentrados em aplicações financeiras. Dessas aplicações financeiras, 98% estão em quotas de Fundos de Investimentos, títulos de renda fixa e variável e aplicações no exterior. Concluindo que a dinâmica do setor demonstra a importância da diversificação.
O evento contou com as participações do Head de Previdência da XP Seguros, Amâncio Paladino Messina; da Presidente da Comissão de Sustentabilidade e Inovação da CNseg e Diretora de Sustentabilidade da Mapfre, Maria de Fátima Mendes Lima; da Analista ESG no Santander Asset e Membro do Grupo Consultivo de Sustentabilidade da ANBIMA, Luzia Hirata e do VP de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica, Marcelo Mello.
Para Maria de Fátima Lima, as empresas com boa retrospectiva com seus clientes e com questões de sustentabilidade são as mais resilientes e com resultado financeiro melhor. “É uma tendência, na minha concepção já uma realidade, que veio para ficar e gerar melhores resultados nos médio e longo prazos”, afirmou.
Dentro da discussão sobre investimento e sustentabilidade, o WebTec CNseg teve a apresentação do Guia ASG (Ambiental, Social e Governança) para orientar instituições e gestores, realizada por Luzia Hirata. Segundo a Analista do Santander, “o setor de seguros tem um potencial enorme para tratar dessas questões, até porque é bastante afetado”. Luzia observou que haverá uma série de impactos, mas não só do ponto de vista de riscos, como de oportunidades.
Já o Head de Previdência da XP Seguros, Amâncio Paladino Messina, destacou que as empresas buscam longevidade em seus negócios e os clientes cada vez mais olham para os investimentos com o viés da sustentabilidade. Segundo ele, a tendência é que os aspectos ASG estejam ainda mais presentes. “Existem clientes que levam em consideração em seus investimentos o total critério dos aspectos ASG. Por outro lado, é uma questão das próprias empresas terem essa preocupação porque está diretamente ligada à sustentabilidade dos seus negócios.”
O VP de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica, Marcelo Mello, explicou como se deu a evolução dos aspectos ASG e frisou que o “Ambiental” foi o último a ganhar importância nos processos de investimentos nas empresas, no Brasil. “Acho que avançamos muito, principalmente em termos de “Governança” e “Social”. “Nessa direção, estamos semelhantes ao investidor americano, mas muito longe do europeu”, explicou. E destacou: “O aspecto Ambiental começou a ganhar importância quando as empresas repararam que teria impacto positivo em todos os outros investimentos.”
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