Liberty Seguros registra sete vezes mais vistorias virtuais durante a pandemia da COVID-19

Opções digitais e acessíveis da companhia facilitam o dia a dia dos consumidores no período de isolamento social

Fonte: Liberty

A crescente adesão dos consumidores pelos serviços e atendimentos digitais demonstram uma tendência que deve se consolidar definitivamente durante e após o período de pandemia que o mundo vivencia. Por isso, a Liberty Seguros investe fortemente em inovação e plataformas que descomplicam a rotina dos clientes e ampliam as opções de negócio para corretores. Atualmente, a companhia oferece mais de 20 funcionalidades em seu aplicativo e no Meu Espaço Cliente, seção do site da seguradora voltado exclusivamente para segurados.

No decorrer da quarentena ocasionada pela COVID-19, grande parte dos clientes da Liberty optou por essas opções digitais de atendimento. Em autovistoria de sinistros, por exemplo, com a qual clientes podem reportar sinistros auto ou residenciais por meio do envio de imagens, o aumento da adesão foi de cerca de 70%. Além disso, a média de uso desse tipo de vistoria atualmente é superior a 2.700 casos mensais, sete vezes mais do que antes da quarentena. O mesmo aumento se repete para as auto vistorias prévias de automóveis, que nos últimos três meses, tiveram representatividade de 99,3% de todas as vistorias realizadas no período.

Além da autovistoria, a seguradora oferece outras funções totalmente online em seu app – há desde informações sobre as coberturas contratadas e manual do seguro, a opções de reprogramação de parcelas, pagamentos online, abertura e acompanhamento de sinistros, e solicitações de assistência.

“A facilidade e agilidade oferecida pela Liberty nestes canais de atendimento são grandes diferenciais que podem ser destacados pelos corretores no contato com os segurados”, reforça Dennis Milan, diretor de operações e sinistros da Liberty Seguros. “Os consumidores estão buscando experiências cada vez mais simples e acolhedoras de com as empresas e o foco da Liberty é atender a esses anseios para que nossos clientes sintam sempre que podem contar conosco “, completa.

Mitsui Sumitomo Seguros comemora 55 anos no Brasil durante live

Fonte: Mitsui Sumitomo

Com o objetivo de se aproximar mais de seus clientes, mesmo que distantes fisicamente, a Mitsui Sumitomo Seguros reuniu no dia 06 de agosto mais de 350 parceiros virtualmente. Helio Kinoshita, vice-presidente da companhia; e Masayuki Nagano, presidente, abriram o evento dando as boas-vindas aos participantes.

Kinoshita teve a oportunidade de apresentar a performance da empresa neste primeiro semestre. “Crescemos 31% dos nossos negócios e atingimos o menor índice de sinistralidade da seguradora mesmo vivendo em um período desafiante como este que o mundo está passando. Isso nos mostra como estamos fortalecidos e preparados”. O executivo também destacou os pilares que norteiam a estratégia da organização. “É em processos, inovação e com foco em nossas pessoas que conseguimos reagir a pandemia, manter vendas e aumentar renovações”, disse.

Giuliano Borro, diretor de TI, Operações e Sinistro da seguradora, apresentou o desempenho do produto Auto. “Hoje contamos com mais rapidez para apresentar soluções de seguros aos nossos clientes, tendo agilidade também para encontrar a melhor precificação e ganhar em competitividade”, reforçou.

Mauro Caetano, diretor técnico da empresa, trouxe as novidades. “Vamos lançar o produto Garantia neste mês e estamos felizes também com o desenvolvimento dos negócios digitais”, afirmou.

Toda a equipe comercial da companhia esteve presente virtualmente para reforçar o posicionamento da seguradora: #tomonimss. Tomoni é estar junto, no idioma japonês, e esta filosofia está empregada em tudo que a organização faz.

O evento também comemorou os 55 anos da empresa japonesa aqui no Brasil. Uma dinâmica com um símbolo da cultura oriental, o Daruma, foi realizada com os convidados para reforçar a campanha externa da empresa onde se destaca que com a Mitsui Sumitomo Seguros todos têm muitos bons motivos para alcançar o que quiser. 

Ao final, o palestrante Dado Schneider colocou todos para refletirem sobre o novo, e complexo, cliente e outros temas.

Wiz e Banco Bmg se unem para alavancar distribuição de produtos de seguridade

O acordo prevê a aquisição de 40% da CMG, corretora do banco, para distribuição dos produtos de seguridade em canais Bmg

Fonte: Wiz

A Wiz Soluções (WIZS3), maior gestora de canais de distribuição de produtos financeiros e seguros do país, e o Banco Bmg (BMGB4), uma das principais instituições financeiras dedicadas a crédito pessoa física do país e com mais de 4,5 milhões de clientes ativos, se unem para construir uma operação de venda de produtos de seguridade nos canais do banco.

A parceria se dará por meio da aquisição de 40% da CMG, corretora do banco, e prevê alavancar a distribuição dos produtos de seguros já comercializados como o prestamista, além de agregar novos produtos de seguros, previdência e consórcio com condições competitivas e proposta de valor atraente para os clientes. As inovações trazidas pela parceria estarão disponíveis nos canais digitais, correspondentes bancários e lojas help!. Além de ampliação no portfólio de produtos, estão previstas evoluções tecnológicas voltadas para distribuição de produtos de seguridade e difusão da cultura de venda de seguros. 

Para Heverton Peixoto, CEO da Wiz, a parceria com o Banco Bmg é celebrada com grande entusiasmo pelo grupo por aliar a expertise da Wiz em alavancar vendas de produtos de seguridades em canais de terceiros com a capilaridade e alto potencial das transações do Banco BMG. “Estamos honrados em celebrar parceria com uma das instituições mais relevantes no cenário de crédito pessoa física no Brasil e que tem a inovação no seu DNA. A forte expansão das lojas help! e a liderança do segmento de cartão de crédito consignado mostram a capacidade de execução e o foco em resultados do Bmg. Ambas características também fazem parte da cultura Wiz, o que só torna mais promissora essa parceria”. 

Segundo Ana Karina Bortoni Dias, CEO do Bmg, a escolha da Wiz como parceira faz parte de um movimento de transformação pelo qual o banco passa nos últimos meses, acelerando a modernização e oferta de seus serviços e produtos. “Estamos sempre focando nossos esforços no cliente, tornando o ecossistema do Bmg cada vez mais completo. Com a novidade, o Banco se torna ainda mais ágil e inovador, proporcionando as melhores experiências e entregas para nossos públicos”.

Além da fatia já acordada entre as empresas, há a opção para aquisição de 9% adicionais pela Wiz em 2024. A exploração comercial para venda de produtos de seguridade nos balcões do Bmg será realizada exclusivamente pela CMG pelo prazo de 20 anos. Segundo o acordo, a Wiz indicará o Diretor Presidente e Diretor de Marketing e Tecnologia. Já a CMG, indicará o Diretor Comercial da Companhia (CMG). 

A empresa irá atuar em diferentes frentes de vendas, no meio presencial, no ambiente digital ou de forma remota, gerando valor ao ecossistema do Banco Bmg com fortalecimento do negócio de seguridade e adoção de um modelo de oferta qualificada em todos os canais, apoiado por estratégias de engajamento das forças comerciais. Especificamente no canal digital, a intenção é fortalecer a presença de seguridade entre os clientes digitais do Bmg, aplicando a expertise de outras operações bancassurance com atuação da Wiz. 

Para a Wiz, o negócio será um importante vetor de diversificação da atuação. “Com essa transação, adicionamos um dos mais importantes bancos brasileiros ao rol de operações com a presença Wiz, onde visualizamos expressivos ganhos futuros, assim como realizado em outras operações de bancassurance que atuamos. Entendemos que esse é nosso core de atuação e onde podemos agregar valor, além de manter sinergia com todas as estruturas já existentes na companhia, totalmente alinhado com a visão de crescimento do nosso conglomerado”, afirma Heverton. “A transação é mais um sinal de que estamos abertos a boas oportunidades”, finaliza o executivo.

Duas chapas concorrem à eleição de diretoria do CCS-SP

Diretoria que comandará o Clube pelos próximos dois anos será eleita em setembro

Fonte: CCS-SP

O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) encerrou no dia 4 de agosto a primeira etapa do processo eleitoral para a escolha de nova diretoria para a gestão 2020/2022. Na ocasião, duas chapas foram registradas. Uma, é encabeçada pelo atual mentor do CCS-SP, Evaldir Barboza de Paula, e a outra pelo associado Luiz Morales (foto).

As chapas são compostas por seis membros, dos quais três são indicados para a diretoria executiva (mentor, secretário e tesoureiro) e os demais para a Junta Fiscalizadora. Conforme o estatuto do CCS-SP, em setembro, um mês após o registro de chapas, será realizada a eleição. 

Em comum acordo com as duas chapas foi constituída uma Junta Eleitoral, que será presidida por Henrique Elias, membro do Conselho Consultivo e fundador do CCS-SP. Ele contará com o apoio de dois integrantes do quadro associativo, Marcos Abarca e Edson Lasse Fecher.

Por causa do isolamento social decorrente da pandemia de coronavírus, a eleição de diretoria do CCS-SP, que costuma ser presencial e na sede da entidade, poderá ser realizada em outro local. Nos próximos dias, serão definidos os detalhes da eleição. 

O regimento eleitoral estabelece que poderão votar apenas os associados que estiverem em dia com as suas obrigações estatutárias. A chapa vencedora tomará posse em outubro, conforme define o estatuto do Clube.

Candidatos à gestão 2020/2022

Chapa 01

Mentor: Evaldir Barboza de Paula

Secretário: Ednir Fornazzari

Tesoureiro: Nilson Moraes

Junta Fiscalizadora

– Ivone Elise Gonoretske

– Gilberto Januário

– Marcia Del Bel

Chapa 02

Mentor: Luiz Carlos Alvarez Morales Junior

Secretário: Marcelo Guirao Vera

Tesoureira: Mara Borges Sutto

Junta Fiscalizadora:

– Josusmar Alves de Sousa

– José Amélio de Souza

– Alexandre Colella

Liberty Mutual registra perda com covid, catástrofes e comoções sociais nos EUA

O efeito da pandemia na economia prejudicou os resultados da seguradora, “como era de se esperar”, disse o CEO David Long

A Liberty Mutual Holdings Co. registrou prejuízo líquido de US$ 320 milhões no segundo trimestre de 2020, em comparação com um lucro de US$ 397 milhões no mesmo período do ano passado, em grande parte devido a perdas de cancelamento de eventos do COVID-19, catástrofes naturais e distúrbios civis, informou a seguradora nesta quinta-feira.

Além disso, o efeito da pandemia na economia prejudicou os resultados de investimento da seguradora. “Como era de se esperar, o COVID-19 e a desaceleração econômica relacionada afetaram significativamente nossos resultados de seguros e investimentos”, disse David Long, presidente e CEO da Liberty Mutual, com sede em Boston.

A seguradora reportou US$ 878 milhões em perdas por catástrofe no trimestre – que inclui perdas por distúrbios civis – e US$ 529 milhões em perdas com a COVID-19, segundo o comunicado. O índice combinado geral deteriorou-se 4 pontos para 105,2% no trimestre em comparação com o segundo trimestre de 2019.

A Liberty Mutual registrou receita de US$ 10,17 bilhões no segundo trimestre, uma queda de 5,7% em relação ao mesmo trimestre de 2019. A receita de investimento da Liberty Mutual caiu para US$ 144 milhões no segundo trimestre, de US$ 1,37 bilhão no mesmo trimestre de 2019, de acordo com a seguradora.

No segmento de soluções de risco global, que inclui negócios de grandes contas, o prêmio emitido líquido aumentou para US$ 2,95 bilhões, uma melhoria de 9,5% em relação ao mesmo trimestre de 2019, mas o índice combinado do segmento se deteriorou para 116,2%, de 106% no mesmo período do ano anterior, com 18 pontos atribuídos às perdas do COVID-19, afirmou comunicado.

“O maior impulsionador do impacto COVID-19 foi a linha de produtos de cancelamento de eventos, que contribuiu com aproximadamente nove pontos”, disse Dennis Langwell, vice-presidente executivo e presidente do segmento de soluções de risco global da Liberty, na demonstração de resultados. Ele atribuiu cerca de US$ 100 milhões a perdas relacionadas à propriedade e custos esperados de litígio e cerca de US$ 260 milhões ao cancelamento de eventos.

Langwell disse que a seguradora aplicou exclusões para pandemias nas apólices de cancelamento de eventos a partir de janeiro de 2020 e estima cerca de US$ 50 milhões relacionados a cancelamentos adicionais de eventos em 2021.
 

Oxigênio Aceleradora abre as inscrições para o 10º ciclo de aceleração Com o foco em startups em fase de tração

Depois de mais de 50 Startups aceleradas em nove ciclos, as inscrições para mais um ciclo já estão abertas e são equity free, ou seja, não exige troca de participação societária

Fonte: Oxigênio

Começa no dia 4 de agosto o 10º ciclo de aceleração da Oxigênio Aceleradora com foco em 100% de geração de negócios e modelo equity free. Isso significa que não exige a abertura de participação societária e consultorias. A aceleradora, que integra o Grupo Porto Seguro, busca atrair startups em fase de tração, com foco em oportunidades de negócio entre elas e a Porto Seguro.

O objetivo é que sejam selecionadas até 10 startups, que participarão durante quatro meses do processo de aceleração da Oxigênio, em São Paulo, tendo a disposição um espaço equipado com laboratório de tecnologia, auditório, salas de reunião, além da possibilidade de ter acesso a eventos sobre inovação e empreendedorismo.

“Todos terão o acompanhamento de mentores de mercado, da equipe da Oxigênio Aceleradora e de executivos da companhia”, diz gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Porto Seguro e Oxigênio Aceleradora, Mauricio Martinez. “Além dos nossos parceiros, que já oferecem descontos e bônus para utilização dos seus serviços, serão disponibilizadas consultoria jurídica, design, assessorias, entre outros, que certamente irão contribuir para os desenvolvimentos das atividades das startups”, completa.

A Oxigênio Aceleradora busca soluções que possam gerar valor nos mercados em que a Porto Seguro atua como: seguros, produtos financeiros, crédito, saúde, serviços residenciais e automotivos. Para este ciclo, entre os temas prioritários, estão big data e analytics, soluções financeiras e para crédito, customer experience, customer insights, novos canais, combate a fraudes, CRM e inteligência artificial. “Nosso maior objetivo é criar oportunidades de negócios com a Porto Seguro, desenvolver empresas com soluções inovadoras e assim estimular o ecossistema do empreendedorismo no Brasil.

O modelo equity free oferece um processo mais simplificado e uma série de benefícios para as startups que já têm um projeto em andamento e precisam de estímulos para seguir com seu trabalho. Queremos startups que ofereçam soluções aos nossos negócios e contribuam para o mercado”, ressalta Mauricio Martinez.

A Oxigênio também irá promover encontros com outras empresas parceiras e clientes do Grupo Porto Seguro, a fim de proporcionar oportunidades de negócios para essas empresas.

Os interessados no novo processo seletivo, podem se cadastrar pelo site da aceleradora https://oxigenioaceleradora.com.br.

Serviço Início das inscrições: 04 de agosto
Final das inscrições: 27 de Setembro
Valor para se inscrever: grátis
Startups a serem selecionadas:  Até 10 startups

Riscos de pandemia podem vir a ser incluídos nas apólices de seguro, afirma CEO da RGA Global

Evento ocorrido em 4 de agosto contou com a moderação do Diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal

Fonte: CNseg

O diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal (foto), participou na última terça-feira, dia 4, como moderador, do webinar “COVID-19 sob a perspectiva de um atuário: GPS no laboratório de estatísticas”, organizado pela CFA Society Brazil  e apresentado pelo CEO da RGA Global Insurance Company, Ronald Poon Affat, atuário com 30 anos de experiência em mercados de seguro emergentes. 

De acordo com Ronald, apesar de o Brasil enfrentar uma “tempestade perfeita”, com vários fatores contribuindo para a propagação do vírus, países como o Chile e a Bélgica estão em condições piores, com um número maior de mortes por milhão de habitantes. 

Ainda assim, ele acredita que há no Brasil um grande número de casos de subnotificações, tanto de infecções quanto de mortes. Identificar os números corretos, porém, é um grande desafio. As estimativas do aumento do número de óbitos em 2020, por conta da COVID-19, variam entre 6% e 47%, por exemplo.

Alexandre Leal citou estudo da Prefeitura de São Paulo apontando que pode haver até 10 vezes mais pessoas infectadas na cidade do que o notificado, perguntando se esse número procede. Apesar de Ronald não conhecer a fundo esse estudo, informou sobre outro feito na Califórnia que indica que os casos não notificados podem ser de 50 a 85 vezes maiores que os notificados, alertando, porém, que o estudo é controverso. 

Outra estimativa que possui uma grande variação é a projeção para o total de mortos por COVID-19 no Brasil até o final de agosto, que variam entre 116 mil e 180 mil. Além disso, Ronald acredita que ainda demoraremos muito tempo para voltarmos à normalidade, mesmo após a descoberta da vacina, visto que para conter a doença, pelo menos 60% da população precisa estar imunizada. 

Questionado pelo moderador sobre as comorbidades, ou seja, sobre as doenças que, associadas à COVID -19, geram um maior risco de morte, o palestrante citou a diabetes, a hipertensão, as doenças cardíacas e a obesidade das pessoas com IMC acima de 30%. 

Um dos participantes do webinar indagou se Ronald acredita que as seguradoras passarão a considerar, na subscrição dos seguros de vida, se o contratante já testou positivo para o coronavírus. O CEO da RGA acredita que não, dadas as dificuldades para tal, mas não descarta a possibilidade que as subscrições dos seguros para diabéticos, cardíacos e hipertensos passarem a levar esses riscos em consideração. Como exemplo, citou uma lei da Inglaterra que obriga àqueles já fizeram testes genéticos indicando propensão a certas doenças a informarem à seguradora. 

Já no fim da apresentação, o diretor da CNseg perguntou que lições o setor segurador deverá aprender com a pandemia. Lembrando que as seguradoras brasileiras se posicionaram rapidamente no sentido de cobrir eventos de morte decorrentes da pandemia, ainda que não previstos em contrato, Ronald disse acreditar que os riscos de pandemia passarão a ser incluídos nas apólices de seguro, além de prever um aumento pela procura do seguro devido a uma maior conscientização de sua importância.  

A CFA Society Brazil é o braço local do CFA Institute, maior associação mundial de profissionais de investimentos, com mais de 178 mil membros e representação em 157 países.

Empresas SURA tem o objetivo de apoiar 100 mil MPMEs na América Latina em 2020

Desde o início da pandemia, a iniciativa capacitou mais de 30.000 empresas em nove países onde a Seguros SURA está presente

Fonte: Seguros Sura

A Seguros SURA, uma das maiores seguradoras latino-americanas especializada na gestão de tendências e riscos, fortaleceu a sua iniciativa de capacitação de empreendedores por meio da plataforma regional Empresas SURA, disponível em nove países. Nos últimos três meses, mais de 30 mil empreendedores de Micro, Pequenas e Médias empresas receberam o apoio da Empresas SURA, entre elas algumas brasileiras. A meta para este ano é apoiar 100 mil empresários latino-americanos, como parte do compromisso da companhia em contribuir com a reativação econômica para continuar entregando bem-estar e competitividade sustentável. 

“Durante a pandemia, observamos o aumento de 55% na procura pelos serviços da Empresas SURA em toda a América Latina, graças à rápida ativação dos canais digitais para continuar a entregar conhecimento e capacidades, fundamentais para a transformação e competitividade das MPMEs neste novo ambiente de negócios, afirma Juana Francisca Llano, Presidente da Seguros SURA. 

A partir do acompanhamento e apoio oferecido por mais de 40 especialistas com capacitação e conhecimento do mercado, foram identificados cinco pontos mais requisitados pelos empresários latino-americanos neste momento: garantir a liquidez para continuar operando, redesenhar e transformar o modelo de negócios para continuar oferecendo produtos e serviços, recuperar a confiança do consumidor nos padrões de produção “covid-free“, e criar ou fortalecer os processos de marketing digital. 

Diante disso, Thomas Batt, CEO da Seguros SURA no Brasil, explica que a iniciativa “ganhou força no País, principalmente porque conseguimos nos adaptar rapidamente à nova realidade e passamos a oferecer serviços e conteúdos também de forma digital”. Batt explica que “o conhecimento do mercado e das necessidades das pessoas nos deu a oportunidade de entregar mais valor para as empresas também no sentido de realizar a adaptação do modelo de negócios para preparar esses empresários para os diferentes desafios derivados da conjuntura”. 

A companhia adaptou o programa para apoiar os empresários e atendê-los através dos canais digitais e da página regional segurossura.com/ br / empresas da Empresas SURA, com informações sobre tendências de mercado, cursos gratuitos e estudos que podem ajudar na tomada de decisões diante do novo ambiente que estamos vivendo no Brasil e no mundo. 

Durante o segundo semestre deste ano, Batt afirma que a Empresas SURA trabalhará no desenvolvimento de uma comunidade de empresários para fortalecer as relações comerciais, facilitar as oportunidades com fornecedores e fomentar alianças para desenvolver mercados. 

Além disso, Thomas diz ter um formulário no site da Empresas SURA “para os empresários se conectarem com o nosso time e participar dessa comunidade de aliados para compartilhar conhecimento e gerar capacidades aos empreendedores”. 

O modelo de atenção aos negócios 

Com a iniciativa, Batt explica que a Empresas SURA apoia um setor fundamental da economia, que são as MPMEs – responsáveis por mais de 90% do tecido empresarial e as maiores geradoras de emprego no País. “A iniciativa é uma das maneiras da Seguros SURA agregar valor à sociedade ao entregar conhecimento a esses empresários, sendo clientes ou não da seguradora, ajudando-os na gestão de riscos estratégicos de seus negócios”, complementa Maria Elvira Fioratti, líder da iniciativa no Brasil. 

“Neste momento, percebemos que os empresários estão precisando de orientações sobre como enfrentar a crise e se manter competitivo diante das grandes transformações do mundo e a Empresas SURA potencializa a nossa força para apoiá-los nessa nova jornada”. Maria Elvira reforça que a iniciativa foi desenvolvida com base nas tendências do mundo digital e por isso hoje tem “o formato ideal para ajudar a construir os novos modelos de negócios adaptados às demandas do futuro”. 

Para isso, as orientações personalizadas aos empreendedores são realizadas em torno de cinco pilares: desenvolvimento de mercado, talento humano, finanças, marketing e tecnologia. Além de informações, os especialistas orientam o empreendedor a aplicar as adaptações necessárias e de acordo com as tendências de um mundo em transformação. 

A iniciativa Empresas SURA não tem fins lucrativos e não está atrelada a comercialização de nenhum tipo de produto e/ou serviço. Empresas SURA é um dos projetos que materializa a cultura do Grupo SURA de entregar bem-estar e competitividade sustentável para pessoas e empresas. Os empreendedores que possuem interesse na iniciativa podem solicitar o apoio pelo site da Empresas SURA (www.segurossura.com.br/empresas-sura), através de um formulário para enviar suas dúvidas e desafios em relação aos negócios atuais ou futuros. 

Prudential faz parceria com a africana Vitality

CEO prudential

As duas empresas desenvolverão um programa para incentivar melhor saúde e qualidade de vida, com foco na longevidade  

Fonte: Prudential

A Prudential do Brasil anuncia uma parceria com a Vitality - a maior plataforma de mudança de comportamento do mundo que incentiva as pessoas a fazer escolhas mais saudáveis.   A parceria une a experiência da Prudential em proteção financeira por meio do seguro de vida e a experiência da Vitality em ajudar as pessoas a melhorar seus hábitos de saúde e rotina. Assim, as empresas estão trabalhando juntas em uma iniciativa inovadora e exclusiva, que será lançada no Brasil no início do próximo ano.  

Com base em pesquisas médicas e científicas da Universidade de Medicina de Stanford, ficou provado que o “Estilo de Vida” explica 75% da longevidade individual, enquanto o “DNA” e o “Meio Ambiente”, explicam os outros 25%. Esse contexto reforça a importância do engajamento estratégico da Prudential com o bem-estar das pessoas:  entre cada dez brasileiros, oito deles já estão preocupados em manter uma vida saudável. O desafio é manter uma rotina ativa, pois a maioria não se exercita e tem um estilo de vida sedentário, como mostra um estudo de 2018. Como resultado, doenças crônicas e outras limitações de saúde podem encontrar espaço a ser desenvolvido.  

Além disso, o recente cenário de pandemia do novo Coronavírus, os desafios econômicos desencadeados pelo isolamento social e os impactos emocionais diante das vidas perdidas reforçam ainda mais a urgência dessa parceria. As pessoas estão mais conscientes da vulnerabilidade e finitude da vida. Como resultado, elas estão ainda mais preocupadas em estabelecer sua proteção financeira e olhar mais de perto para sua saúde física e mental diante de circunstâncias imprevistas. O programa será um grande aliado das pessoas na busca por um estilo de vida novo, mais saudável e bem planejado.  

“Com essa iniciativa estratégica, a Prudential, mais uma vez, revolucionará o mercado de seguros brasileiro, antecipando as necessidades desconhecidas dos clientes. Nossa posição global defende o conceito de “Bem-estar Total”, que combina bem-estar financeiro e qualidade de vida. Como companhia de seguros, sabemos que a falta de atividade física e nutrição equilibrada é um fator de risco para doenças. Por esse motivo, pretendemos aproveitar o programa da Vitality e  sua  experiência mundial para incentivar bons indicadores de saúde e comportamento de nossos clientes. O objetivo é incentivá-los a tomar as melhores decisões na busca por vidas mais saudáveis ​​”, afirma David  Legher, presidente e CEO da Prudential do Brasil, que complementa:” Queremos ajudar as pessoas a alcançar a qualidade de vida necessária para a longevidade, que inclui a segurança de ser protegido financeiramente, além da saúde física e mental. Criaremos um serviço exclusivo para nossos clientes, incluindo prevenção de doenças e melhoria de hábitos saudáveis ​​”.  

“Estamos empolgados em trabalhar com a Prudential do Brasil e em trazer o programa  Vitality  para os brasileiros”, diz Barry  Swartzberg, CEO do  Vitality  Group. “Como na maioria dos países, o Brasil está enfrentando grandes incidentes de doenças coronárias e diabetes. Sabemos que, incentivando as três áreas principais com maior potencial de afetar os resultados de saúde – nutrição, atividade física e triagem preventiva – podemos melhorar a saúde das pessoas, o que é mais o importante”.  

O programa  

Para ingressar no programa, é preciso baixo o aplicativo Vitality em seus smartphones, se registrar e vincular um dispositivo de condicionamento físico para monitorar o nível de atividade física e sinais vitais durante suas rotinas diárias. A plataforma também utilizará os dados fornecidos pelos clientes em suas consultas médicas, nas quais a pressão arterial, açúcar no sangue, colesterol e peso são medidos, para estabelecer fatores de risco à saúde e determinar um plano de bem-estar. O aplicativo fornecerá dados sobre atividade física e melhorias na saúde, em busca de determinados objetivos. Atingidos os objetivos específicos, os pontos são contabilizados em atividades voltadas ao desenvolvimento de hábitos saudáveis, como descontos em academias, estabelecimentos que servem alimentos saudáveis, entre outros. Há também níveis de status de Vitalidade – Bronze, Prata, Ouro e Platina. Quanto maior o status, mais benefícios serão obtidos no ecossistema, que é gerenciado por um aplicativo robusto e intuitivo.  

Medicamentos oncológicos precisam passar pela avaliação da ANS

Em debate promovido pelo Instituto Oncoguia, a diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente, alertou que segurança e custo-efetividade precisam ser levados em conta na incorporação de novos medicamentos

Fonte: FenaSáude

Medicamentos oncológicos orais são bem-vindos. Mas devem ser incorporados após análise técnica da ANS que comprove benefícios relevantes para os pacientes, como custo-efetividade, valor em saúde e segurança. Os prazos da ANS para a incorporação, que hoje giram em torno de dois anos, podem e devem ser encurtados. Um projeto de lei, 6.330/2019, aprovado no Senado e em discussão na Câmara, entretanto, determina que esses medicamentos sejam incorporados imediatamente após o registro na Anvisa, o que não seria uma boa solução para a questão, segundo a diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente.

“O projeto 6.330 passou muito aceleradamente no Senado, sem nenhuma audiência pública, sem nenhuma discussão mais técnica. O que pode parecer um ganho para a sociedade na verdade pode trazer mais riscos do que benefícios”, afirmou Vera, no debate “os desafios da incorporação das drogas orais nos planos de saúde”, parte do 10º Fórum Nacional do Instituto Oncoguia.

“É importante deixar claro que ninguém é contra a esse acesso do medicamento, muito pelo contrário. O foco não é a via de administração. Os dois tipos de produtos, antineoplásicos orais ou infusionais, deveriam passar pelo processo de ATS [da ANS], que não visa só questões econômicas, mas questões de segurança. O que é relevante é trazer benefícios e valor em saúde para os pacientes”, complementou Vera Valente.

A Anvisa apenas autoriza a comercialização do produto, não emite nenhuma recomendação de uso. Já a ATS é uma etapa obrigatória e necessária à regulação em todo mercado desenvolvido do mundo. Hoje, já existe acesso aos produtos oncológicos orais na saúde suplementar brasileira. Segundo dados da ANS, são 43 quimioterápicos orais no rol. Também, de acordo com a ANS, há 41 em análise pela agência. Somando entre os em análises e disponíveis são atendidos 93% das indicações terapêuticas oncológicas. Desde 2016 o número de pacientes atendidos pelos planos de saúde com medicamentos oncológicos de uso oral cresceu 56%.

O fundamental é que os prazos da ANS para a incorporação sejam encurtados. “Nós temos uma agência criada por lei, que tem seu papel na regulação do sistema, inclusive na atualização do rol. Esse processo é essencial e fundamental, mas o que precisa fazer é a redução nesse prazo”, disse Vera.

Em sua fala, a diretora da Fenasaúde também buscou esclarecer alguns equívocos sobre o tema, como a ideia de que possa existir uma substituição automática, de maneira que os oncológicos orais evitariam a ida de pacientes a hospitais neste período de pandemia. “Todos que conhecem sabem que isso é falacioso, que não é possível. Criam-se expectativas equivocadas”. 

Outra questão que precisa ser debatida é que o projeto aprovado no Senado deixa de fora os pacientes do SUS. Ou seja, agrava a desigualdade. “Se isso for discutido como projeto de lei que traga para seu escopo a discussão do SUS. Que traga eventualmente a existência de uma agência de incorporação de tecnologia, com protocolos bem definidos, e sem essa diferenciação entre sistema pública e privado. Mas nunca se elimine uma etapa essencial para a segurança do paciente”, afirmou Vera. 

Também participaram da discussão o presidente do comitê brasileiro da International Society of Pharmacoeconomics and Outcome Research (ISPOR), Stephen Stefani; a diretora executiva do Designing Saúde, Martha Oliveira; o oncologista clínico do hospital Albert Einstein, Rafael Kaliks; o diretor de Acesso e Relações Governamentais da Interfarma, Eduardo Calderari; e o diretor executivo da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Renan Clara. A mediação foi de Luciana Holtz, fundadora e presidente do Instituto Oncoguia e do diretor de advocacy do Instituto, Tiago Matos.