Brasil avança na reforma da regulamentação de seguros, apesar das dificuldades econômicas

A AM Best considera que as profundas reformas do Brasil em sua estrutura regulatória de seguros representam uma mudança institucional para o mercado de seguros do país, avançando rumo ao maior profissionalismo, proteção ao consumidor e alinhamento internacional.

Comentário da Best em “Equilibrando Reforma e Restrição: A Reforma do Sistema de Seguros no Brasil em meio a Dificuldades Econômicas“, observa que a reforma regulatória do país ocorre em um momento de desaceleração na economia. Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), o crescimento real do PIB do país deverá desacelerar de 3,4% em 2024 a 2,0% em 2025. A inflação deverá aumentar de 4,4% em 2024 a 5,3% em 2025. “Altas taxas de juros, rigor fiscal e dificuldades do comércio mundial vêm restringindo o crescimento e limitando a flexibilidade das políticas do governo”, disse Ann Modica, Diretora de Critérios de Classificação de Crédito, Pesquisa e Análise da AM Best.

Um passo importante na reforma regulatória brasileira é a promulgação da Lei de Contrato de Seguro (Lei nº 15.040/2024), que substitui provisões legais obsoletas e introduz uma estrutura modernizada para contratos de seguros. Em vigor a partir de dezembro de 2025, a lei impõe prazos de resposta mais estritos para seguradoras e resseguradoras, aumenta a transparência dos sinistros e restringe o cancelamento unilateral de apólices. Também limita a capacidade das partes de designar leis e jurisdição estrangeiras em disputas de seguros e resseguros, que impactam potencialmente a estruturação de contratos internacionais.

Outras reformas promulgadas buscam abordar a regulamentação de sociedades mútuas e cooperativas, bem como intensificar a governança de risco mediante requisitos de Avaliação Própria de Risco e Solvência (ORSA), bem como regras operacionais mais robustas para corretores e reguladores de sinistros. Como consequência, os participantes do mercado devem atuar prontamente para adaptar suas estruturas legais, operacionais e de governança.

“Juntas, estas mudanças legais e institucionais representam um ponto de inflexão para o mercado de seguros do Brasil, pois visam expandir o acesso ao mercado e aprofundar a inclusão financeira, enquanto introduzem padrões de solvência e governança proporcionais ao tamanho e à natureza destas organizações”, disse David Lopes, Analista Sênior do Setor de Pesquisa e Análise Industrial na AM Best.

MAPFRE celebra 1 ano de transformação digital

por Mapfre

Há pouco mais de um ano foi inaugurado o MAPFRE VILLAGE, um espaço pioneiro no segmento de seguros que promove transformação digital, agilidade e colaboração, visando acelerar e melhorar a qualidade de todas as entregas da companhia espanhola.

O espaço físico e colaborativo da seguradora reúne equipes ágeis (ou squads) que são formadas por equipes multidisciplinares que trabalham juntas para alcançar objetivos específicos e alinhados à estratégia de toda a organização. São times, compostos por profissionais de diferentes áreas com autonomia para tomar decisões, propor soluções e promover agilidade e inovação com foco no cliente e no resultado.  

“A criação do MAPFRE Village foi um passo fundamental para acelerar nossa metodologia ágil e elevar o padrão de nossas entregas. Mais do que um ambiente de trabalho, o Village se tornou um hub de expertise, onde times multidisciplinares promovem a troca de conhecimento e a resolução de desafios complexos. É a prova do nosso compromisso em construir o futuro do mercado de seguros cada vez mais tecnológico, com soluções que simplificam a jornada de nossos clientes e corretores com inovação e eficiência”, destaca Hugo Assis, Diretor Geral de Inovação e Transformação da MAPFRE. 

Durante esse período, a companhia reuniu novos perfis profissionais, migrou projetos estratégicos para a metodologia ágil e criou o Village para tangibilizar essa nova cultura de trabalho. Atualmente, o espaço conta com 32 squads e cerca de 300 profissionais, incluindo colaboradores de negócio, tecnologia e áreas transversais. 

O primeiro ano do MAPFRE Village já trouxe resultados significativos, tanto na velocidade e qualidade das entregas quanto na transformação cultural das equipes. A adoção de desenvolvimentos menores e mais ágeis permitiu que a companhia dobrasse a velocidade das entregas, resultando em maior previsibilidade e qualidade nos projetos.

Daniela Neves, head de Transformação da companhia, destaca que o MAPFRE VILLAGE permite execução de projetos com alta performance e resultados relevantes por meio de acompanhamento de indicadores em tempo real e foco total na experiência dos clientes. “O MAPFRE Village é a materialização da nossa jornada de transformação. Ao concentrar nossos projetos estratégicos em um ambiente de cocriação, impulsionamos a velocidade e a qualidade das entregas. Este é um espaço de inovação onde o foco na excelência técnica e na colaboração se traduzem em soluções de alto valor, colocando o cliente e o corretor no centro da nossa estratégia”, explica a executiva.
 

A aceleração proporcionada pelo MAPFRE Village já reflete no lançamento de novos produtos e na ampliação da oferta digital, que impactam diretamente a jornada de corretores e segurados. Entre os principais destaques estão oGeorreferenciamento por satélite no seguro Patrimonial Rural MAPFRE, que permite a identificação exata de imóveis rurais, resultando em ofertas mais assertivas e menor risco de fraudes,  a digitalização das jornadas de produtos estratégicos, como o MAPFRE Cargo (seguro de transporte) e MAPFRE Air (seguro aeronáutico), novas modalidades de seguro Automóvel, com ofertas mais acessíveis e flexíveis, como o seguro de Roubo e Furto e Franquia 25%, a vistoria digital acompanhada, com um processo para seguro auto que combina tecnologia com atendimento personalizado, proporcionando mais comodidade e segurança aos segurados. Há também melhorias na jornada de pós-vendas para os segurados, com personalização da URA na Central de Relacionamento e a revisão completa do App e do Portal para os clientes e do Portal para os corretores.

Allianz Brasil projeta crescer acima do mercado e conquista a terceira posição no seguro auto em agosto

por Denise Bueno

Em novembro, Eduard Folch, CEO da Allianz, vai entregar o orçamento de 2026 para o comitê executivo da matriz, em Munique. E tem muitas notícias boas para contar aos acionistas alemães e colegas do mundo todo que se reunem para alinhar a estratégia do próximo ano. O plano 2023–2027 priorizou dobrar o tamanho da companhia, recuperar a participação de mercado no segmento de automóveis que tinha quando comprou a carteira da SulAmérica, em agosto de 2019, por R$ 3,18 bilhões, diversificar o mix de produtos e ampliar o canal de distribuição, que tem o corretor de seguros como principal parceiro.

“Estamos satisfeitos com os resultados obtidos pelo plano de aceleração desenhado em 2023 e que entrou em ação em 2024. As metas atingidas estão dentro das estimativas traçadas no plano de quatro anos. Nosso faturamento está perto do previsto e ainda temos mais um ano para cumprir e, estamos prospectamos crescer acima da projeção de um dígito do mercado em 2026”, afirmou o CEO a jornalistas durante um almoço realizado na sede da filial brasileira da maior seguradora da Alemanha e uma das maiores do mundo.

Em agosto, a Allianz assumiu a terceira posição no seguro auto. “Já somos a terceira maior do mercado em seguro auto. Temos hoje 13% de participação e a meta é chegar a 14%, o que deve acontecer ainda no primeiro semestre do próximo ano.” Segundo dados da Susep organizados pela consultoria Siscorp, a Allianz é a terceira considerando-se o prêmio emitido líquido, com R$ 5,508 bilhões, desbancando a Tokio Marine por pouco (R$ 5,464 bilhões). No top temos Porto (R$ 10,6 bilhões) e HDI (R$ 6,9 bilhões). No prêmio retido, descontando o resseguro, a Tokio Marine mantém a terceira posição, com R$ 5,464 bilhões, e a Allianz figura na quinta, com R$ 4,302 bilhões.

A conquista, segundo Folch, veio da inovação em produtos e serviços com base na escuta ativa dos corretores de seguros e dos clientes. Somente neste ano, o plano de ação do comitê executivo voltado para colocar em prática as sugestões de melhorias realizou 169 entregas e 52 projetos foram implementados para tornar o seguro um item indispensável na vida das pessoas, facilitando assim a venda pelos corretores.

O Brasil tem um potencial enorme para atrair investimentos estrangeiros para o setor de seguros, que passa por uma revolução tanto em termos de inovações como de regulamentações baixadas pela Suseo, que visam tornar o seguro mais inclusivo. “Podem vir comprar seguro, porque a nova lei harmoniza o entendimento.” A afirmação do superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, sintetizou o espírito do painel O novo microssistema de seguros privados no Brasil, realizado durante o 8º Seminário Jurídico de Seguros, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) em parceria com a Revista Justiça & Cidadania, no dia 9 de outubro, em Brasília.

“Quando olhamos o mundo, é difícil encontrar um país com um crescimento de 7%, como está previsto para 2025 pela CNseg. Na Allianz esperamos crescer acima do mercado neste e no próximo ano. O seguro automóvel ainda tem baixa penetração, com menos de 30% da frota segurada, e temos muitas ações para reduzir a lacuna de proteção no Brasil”, disse Folch.

E os resultados são comemorados. no primeiro semestre de 2025, a companhia registrou R$ 5,4 bilhões em receitas no Brasil, alta de 23% em comparação ao mesmo período do último ano, frente a um crescimento de apenas 8% do mercado. O lucro líquido ficou praticamente estável, com R$ 154 milhões, dando a ela a décima sexta colocação neste quesito no ranking da Siscorp no primeiro semestre do ano.

Folch atribui o bom desempenho à melhor jornada digital proporcionada a corretores e clientes, resultado de investimentos expressivos em inovação e tecnologia, com preços acessíveis a todos os bolsos. “Também entramos em novos segmentos, como carros com mais de 10 anos de uso, e temos ampliado nossa presença geográfica por meio de filiais próprias e parcerias com assessorias e cooperativas. Somente com corretores de seguros, que são nosso principal canal, temos atraído cerca de 300 profissionais por mês e nos tornando mais presentes na carteira dos corretores que já atuam conosco”, acrescenta.

Outros segmentos também seguem em expansão. O executivo destaca o avanço nos seguros agrícola, de condomínio e de transporte. Apenas no seguro rural, o crescimento foi de 91% em 2024, tornando a empresa a segunda maior do país, atrás apenas do Banco do Brasil. Em vida, a Alllianz ainda engatinha num mercado dominado por bancos e seguradoras especialistas em vida, como Prudential, MetLife, MAG Seguros e Icatu.

Recentemente contratou Caio Souza como novo diretor de vida da companhia para avançar. “Temos redesenhado produtos na carteia empresarial, que tem um comportamento mais nervoso em razão da acirrada concorrência, e prevemos lançamentos no vida individual”, citou. Souza passagens por XP Inc, Banco Modal, SulAmérica, Liberty Seguros e Unibanco AIG Seguros, além da AGF Seguros (hoje Allianz Seguros).

“Um dos grandes impulsionadores do crescimento, além de produtos e inovações, é o treinamento oferecido aos corretores. Todos os cursos que abrimos lotam rapidamente. A demanda é enorme por parte dos corretores, que querem ampliar suas áreas de atuação levando aos clientes produtos diferenciados, com técnica e preços adaptáveis aos orçamentos dos brasileiros.”

O espanhol Eduard Folch ingressou no Grupo Allianz em 2011 como Head of Motor Retail na Allianz Espanha e assumiu como CEO do Brasil em 2018. Desde então, recebeu a missão de dar à filial brasileira o tamanho que ela deve ter como uma das maiores do mundo. Após quase oito anos no país, está mais brasileiro do que nunca. Ele e a família gostam de viver no Brasil e valorizam a convivência com brasileiros, uma escolha rara entre expatriados. “Temos apreço pela cultura e pelo brasileiro. Queremos realmente contribuir para que o seguro e o Brasil cresçam e assumam a posição de destaque que o país deve ter no mundo.” Missão dada e, até o momento, missão cumprida.

Marsh McLennan e seus negócios agora serão Marsh

por Marsh

A Marsh McLennan anunciou hoje que mudará seu nome e marca para Marsh a partir de janeiro de 2026, e criou uma nova unidade, Serviços Corporativos ao Cliente (BCS), para acelerar a inovação e centralizar os investimentos em excelência operacional, dados, IA e outras análises.

“Em um ambiente cada vez mais complexo, os clientes precisam de aconselhamento, soluções e conhecimentos baseados na experiência de toda a nossa empresa”, diz John Doyle, Presidente e CEO da Marsh McLennan. “As mudanças que anunciamos hoje refletem a forma como continuamos unindo nossa empresa para melhor auxiliar nossos clientes a encontrar novas oportunidades e superar desafios.”

A nova marca Marsh

A nova marca Marsh representa as capacidades especializadas e líderes de mercado da Companhia em áreas como risco, resseguro, saúde, pessoas, investimentos e consultoria de gestão, e reflete a evolução contínua da empresa para se tornar cada vez mais impactante, eficiente e simples para seus clientes. As quatro divisões da Companhia adotarão o nome e a marca Marsh a partir de 2027, após um período de transição.

“A Marsh representa a excelência em consultoria de riscos e corretagem de seguros. A nova Marsh também simbolizará tudo o que nossa empresa tem a oferecer: uma combinação distinta de capacidades em serviços profissionais, escala e especialização para os clientes, habilitada por inteligência artificial e análises de ponta,” diz Doyle.

“Unificar-se sob uma única marca acelerará o impacto que entregamos ao mercado e dará aos clientes uma confiança ainda maior para prosperar por meio do poder da perspectiva”, afirma John Jones, Diretor de Marketing e Comunicações da Marsh McLennan.

“A nova marca Marsh ganha vida com um novo logo: um design ousado que representa nossa colaboração lado a lado com os clientes e a perspectiva ampliada que oferecemos”, diz Jones.

Após o período de transição, Marsh e Mercer entrarão no mercado sob a nova marca Marsh. Guy Carpenter será Marsh Re. Oliver Wyman entrará no mercado como Oliver Wyman, um negócio da Marsh, enquanto a unidade operacional Oliver Wyman Group se tornará Marsh Management Consulting.

O símbolo de negociação da empresa será “MRSH” no próximo ano.

Serviços Corporativos e ao Cliente

A BCS reúne as equipes de tecnologia, dados e operações da empresa sob a liderança de Paul Beswick, Diretor de Informação e Operações da Marsh McLennan. Por meio da BCS, a Companhia criará um ecossistema único de dados e tecnologia que aproveita a inteligência artificial e outras tecnologias para melhorar os resultados dos clientes em seus negócios, ao mesmo tempo em que oferece excelência operacional e eficiência.

“O rápido desenvolvimento da IA e os insights que podemos obter de nossos dados ajudarão a abrir novas oportunidades para nossos clientes e colegas”, afirma Beswick. “Ao aproveitar essa poderosa ferramenta para simplificar as operações e elevar a qualidade do serviço, impulsionaremos a inovação e ofereceremos eficiências para reinvestir no valor e crescimento do cliente.”

“Com as mudanças anunciadas hoje, nossa marca refletirá o maior valor que podemos criar para todos os nossos públicos, enquanto a BCS impulsionará um melhor atendimento ao cliente. Ambas as iniciativas refletem nosso firme compromisso de oferecer resultados significativos e experiências excepcionais para nossos clientes e colegas”, diz Sr. Doyle.

André Almeida assume como CEO da i4pro após aquisição pelo grupo Banyan Software


por i4pro

A i4pro anuncia a chegada de André Almeida como novo CEO, consolidando uma nova fase de crescimento e inovação após sua aquisição pelo grupo americano Banyan Software.
Com mais de 20 anos de experiência em liderança de receita, transformação digital e expansão de negócios em gigantes globais de tecnologia como AWS, IBM e DXC, André Almeida traz um histórico de liderança de equipes de alta performance em cinco países da América Latina e pioneirismo em adoção de IA e soluções em nuvem para o segmento financeiro/segurador. 

A aquisição da i4pro pela Banyan Software marca uma das primeiras movimentações do grupo na América Latina, reforçando sua estratégia de expansão internacional e compromisso com o desenvolvimento sustentável de empresas líderes em nichos de tecnologia. A i4pro seguirá atuando de forma independente, mantendo sua cultura, autonomia operacional e foco em inovação para o mercado segurador brasileiro. 

Segundo André, “assumir a liderança da i4pro neste momento é uma honra e uma grande responsabilidade. Nosso objetivo é acelerar ainda mais a transformação digital das seguradoras, ampliando o uso de inteligência artificial, automação e soluções em nuvem para entregar valor real aos nossos clientes e parceiros. Com o suporte estratégico e a visão de longo prazo da Banyan Software, estamos prontos para fortalecer nossa posição como referência em tecnologia para seguros no Brasil e na América Latina.”

A Banyan Software destaca que a aquisição da i4pro representa um compromisso com a continuidade, estabilidade e crescimento sustentável, sem mudanças estruturais, mas com mais recursos e expertise global para apoiar a inovação e o atendimento de excelência aos clientes.

MAG Seguros lança campanha “Outubro Rosa – Protegeu, Ganhou!”

por MAG

A MAG Seguros, seguradora especializada em vida e previdência com 190 anos de atuação ininterrupta, mais uma vez une propósito e incentivo em sua mais nova campanha de vendas. Em um mês tradicionalmente dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, a companhia lança a campanha “Outubro Rosa – Protegeu, Ganhou!”, que chega à edição de 2025 com novidades na mecânica e reforço no compromisso com a proteção de vidas.

“As seguradoras têm um papel fundamental não apenas em facilitar o diagnóstico precoce e o tratamento de doenças graves como o câncer de mama, mas também em oferecer suporte completo ao segurado. Na MAG, sempre estivemos atentos às reais demandas da sociedade, desenvolvendo produtos que fazem sentido para as famílias”, comenta Márcio Batistuti, Diretor Comercial de Varejo da MAG Seguros. “Por meio da “Protegeu, Ganhou!” incentivamos a conscientização ao longo da jornada de atendimento com o segurado, além de fornecer soluções que apresentem acima de tudo, um cuidado com a vida,” complementa.

A campanha, que vai até o dia 31 de outubro, oferece aos especialistas em proteção financeira a oportunidade de conquistar 50% de bônus na angariação pela venda de produtos selecionados. As coberturas contempladas são Doenças Graves, Diária de Internação Hospitalar, Cirurgias, Invalidez e Morte, que fazem parte da linha INVIDA. Além disso, os participantes do Programa de Formação de Corretores também já podem participar da ação. Para mais informações, consulte um representante da liderança comercial MAG e o regulamento da campanha.

Grupo Bradesco Seguros está novamente entre as melhores empresas para trabalhar no Brasil

por Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros foi novamente reconhecido pela consultoria Great Place to Work (GPTW) e figura entre as 85 melhores empresas para trabalhar no Brasil, na categoria Grandes (de 1.000 a 9.999 funcionários), do ranking nacional de 2025. A companhia já havia recebido o reconhecimento no âmbito em 2024, 2021 e 2018.

“Ser reconhecido mais uma vez pelo GPTW é a confirmação de que nosso compromisso com o bem-estar das pessoas se reflete em ações concretas. Esse resultado é fruto de uma cultura construída com diálogo, respeito e valorização de cada funcionário”, diz Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

Neste ano, a seguradora também conquistou destaque nos rankings regionais do Rio de Janeiro, Barueri (SP) e Paraná, além do ranking setorial de saúde, reforçando que a prática da centralidade nas pessoas e da conexão, que são atributos da nossa cultura, são prioridades em todas as regiões onde a companhia atua.

CNseg e UNICEF unem esforços pela educação e futuro profissional de adolescentes e jovens

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) firmaram nesta terça-feira, 14 de outubro uma parceria estratégica para fortalecer a qualidade da educação de crianças e adolescentes no Brasil e promover habilidades fundamentais para a transição para o mundo do trabalho, com foco na temática da educação financeira.


A colaboração, que se estenderá até dezembro de 2026, utilizará as plataformas dos programas Trajetórias de Sucesso Escolar (TSE) e Um Milhão de Oportunidades (1MiO) do UNICEF para atuar em 7 territórios prioritários: Acre, Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe.


As entidades reconhecem que o pleno desenvolvimento de meninas e meninos inclui, necessariamente, a oferta de currículos ricos em experiências pedagógicas que promovam o desenvolvimento de competências e habilidades cruciais para a transição positiva da escola para o mundo do trabalho. O desenvolvimento dessas competências e habilidades é fator fundamental para romper com ciclos de exclusão, principalmente de estudantes em situação de maior vulnerabilidade, muitos dos quais estão em situação de fracasso escolar. 


O principal objetivo da aliança entre a CNseg e a UNICEF é investir na permanência de meninas e meninos na escola e promover o desenvolvimento de habilidades e competências que permitam aos estudantes reconstruir suas trajetórias escolares e conectar seus projetos de vida a um futuro financeiramente mais seguro – o que significa promover autonomia e segurança econômica para que adolescentes e jovens tomem decisões financeiras seguras, pratiquem o consumo consciente, elaborarem um planejamento financeiro pessoal e exerçam sua cidadania financeira.


Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, a parceria tem um objetivo fundamental: ir além dos muros da escola para garantir que nossos jovens construam um futuro sólido. 


“Não se trata apenas de assegurar a permanência de meninas e meninos em sala de aula, mas de equipá-los com as habilidades e competências essenciais para a vida adulta. Nosso foco é a Educação Financeira. Queremos que esses estudantes consigam, de fato, conectar seus projetos de vida a um futuro financeiramente mais seguro”, destacou.


“O UNICEF atua no Brasil para fortalecer o direito de cada criança e adolescente a uma educação de qualidade, que se traduza em oportunidades. O investimento nas iniciativas Trajetórias de Sucesso Escolar (TSE) e Um Milhão de Oportunidades (1MiO), em parceria com um ator chave como a CNseg, é uma sinergia poderosa que nos permite contribuir para o país ter para uma educação de cada vez mais qualidade, equitativa, inclusiva e protetiva e oferecer aos estudantes as ferramentas reais para a transição para o mundo do trabalho, incluindo a educação financeira” afirma Joaquin Gozález-Aleman, representante do UNICEF no Brasil.


Neste primeiro ano da parceria, a colaboração prevê o lançamento de uma trilha formativa sobre educação financeira para professores a partir da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e de uma jornada formativa para adolescentes e jovens sobre educação financeira, além da mobilização do Distrito Federal e 6 estados para que implementem a temática da educação financeira em seus currículos de forma integrada à elaboração do projeto de vida dos estudantes. 


Para garantir que o conteúdo seja relevante e prático, o projeto envolverá a escuta de professores, gestores e estudantes na construção e validação da jornada formativa sobre educação financeira.

Setor de seguros arrecada menos até agosto, mas vida e capitalização seguem em alta

A arrecadação do mercado supervisionado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) recuou no acumulado de janeiro a agosto de 2025, refletindo a desaceleração dos produtos de acumulação — especialmente o VGBL. Segundo o boletim mensal da autarquia, o setor somou R$ 279,9 bilhões em receitas, uma queda nominal de 2,8% frente ao mesmo período do ano passado e retração real de 7,6%.

O resultado foi fortemente influenciado pelo desempenho negativo dos planos de previdência. As contribuições aos produtos de acumulação (VGBL, PGBL e previdência tradicional) totalizaram R$ 111,7 bilhões, o que representa redução nominal de 15% e queda real de 19,1% em relação a 2024. O VGBL, principal produto da categoria, encolheu 15,9% nominalmente e 19,9% em termos reais, acumulando R$ 102 bilhões no período.

Por outro lado, os resgates e benefícios pagos a participantes aumentaram, somando R$ 104,6 bilhões no ano, alta nominal de 13,7%. A diferença entre contribuições e resgates resultou em uma contribuição líquida positiva de apenas R$ 7,1 bilhões, o que indica que muitos investidores estão utilizando seus planos para complementar renda ou enfrentar despesas emergenciais.

As indenizações, resgates, benefícios e sorteios pagos pelo setor somaram R$ 175,7 bilhões até agosto, alta de 9% sobre 2024, sinalizando aumento da devolução de recursos à sociedade. O estoque de provisões técnicas – reservas constituídas pelas companhias para garantir o pagamento futuro de compromissos – alcançou R$ 1,98 trilhão, o equivalente a 15,98% do PIB brasileiro.

Seguros resistem à queda

O segmento de seguros de danos e pessoas (excluindo VGBL) manteve trajetória de crescimento, com arrecadação de R$ 145,5 bilhões, alta nominal de 7,1% e real de 1,8% sobre 2024. Dentro desse grupo, os seguros de danos geraram R$ 95 bilhões em prêmios (+6,4% nominais), com o auto ainda dominando o portfólio — 42% do total, avanço de 5,4% nominais.

Outros ramos tiveram desempenho acima da média, como os seguros financeiros (+16,3%), compreensivos (+12,7%)e habitacionais (+12,4%). Já o seguro rural apresentou forte retração, de 6,7% nominais e 11,3% reais, refletindo a menor demanda após o pico de contratações registrado em 2024.

Nos seguros de pessoas, a arrecadação somou R$ 50,4 bilhões, aumento nominal de 8,4% e real de 3%. O seguro de vida segue sendo o carro-chefe do segmento, com R$ 24,8 bilhões em prêmios e crescimento de 11,6% nominais. Também avançaram o seguro prestamista (+5,2%) e o de acidentes pessoais (+3%), embora este último tenha recuado em termos reais.

O segmento de capitalização foi o que mais cresceu no ano, com receitas de R$ 22,7 bilhões, alta nominal de 9,7% e real de 4,3%. O produto tradicional representou 72% do total, seguido por filantropia premiável (13%) e instrumento de garantia (11%).

Os resgates e sorteios atingiram R$ 18,1 bilhões de janeiro a agosto, alta nominal de 4,4%, mostrando que o produto segue relevante tanto como instrumento de poupança quanto de premiação.

SulAmérica promove bem-estar e reforça presença no interior do RJ com patrocínio a corrida em Macaé

No último dia 5 de outubro, a SulAmérica patrocinou o evento “Corridas Populares – etapa Macaé”, promovida pelo Hospital Macaé D’Or, reunindo mais de mil participantes em um evento que uniu atividade física, integração e qualidade de vida. A iniciativa reforça o compromisso da companhia em estimular hábitos saudáveis e aproximar-se de clientes e parceiros por meio de experiências que valorizam o bem-estar. Além disso, tem como objetivo também acompanhar o plano de expansão da operadora no estado do Rio de Janeiro.

Os inscritos puderam escolher entre caminhada de 3km, ou corrida de 5km e 10 km. A SulAmérica ofereceu espaço exclusivo de ativação com buffet de café da manhã, estações de massagem e kit personalizado. O sucesso da ação marca também o início de uma série de iniciativas voltadas à promoção da saúde na região, inclusive com o patrocínio à primeira Meia Maratona de Macaé, prevista para novembro, fortalecendo ainda mais sua presença no Norte Fluminense.

Recentemente, a companhia inaugurou duas unidades no estado do Rio: em Volta Redonda e na Barra da Tijuca, ampliando a capilaridade da marca no estado. Hoje, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a SulAmérica possui cerca de 550 mil beneficiários em sua carteira de saúde no estado, ocupando a terceira posição entre as operadoras de planos equivalentes, com 14% de participação de mercado. A meta é alcançar a liderança, ampliando essa fatia em pelo menos dois pontos percentuais.

A nova unidade de Volta Redonda, inaugurada em agosto, já firmou contratos relevantes com empresas do setor automobilístico, consolidando o movimento de interiorização da SulAmérica. Já a unidade da Barra, inaugurada em setembro, vem para fortalecer a proximidade com parceiros e beneficiários, em um movimento de crescimento e liderança no estado. Essa expansão representa um diferencial competitivo, com atendimento mais próximo e personalizado, especialmente em regiões em crescimento no setor de saúde suplementar.