Práticas de diversidade e inclusão reduzem o risco de ações trabalhistas

vinicius mercado AIG

Fonte: Blog da AIG

estudo global Women in the Worplace 2019 (em português, Mulheres no Ambiente de Trabalho 2019), da McKinsey & Company, mostrou que muito se avançou na equidade de gêneros no mercado de trabalho. No entanto, apesar do progresso nos níveis seniores, as mulheres permanecem subrepresentadas nos cargos de liderança. A pesquisa adverte que “para alcançar a verdadeira equidade, as empresas devem investir na criação de uma cultura forte de diversidade e inclusão”.

Mas quando falamos em uma política igualitária, não podemos nos referir apenas aos gêneros masculino e feminino. Ela deve ocorrer em várias frentes. Negros, por exemplo, que representam 55% da população brasileira, segundo o IBGE (2014), ainda são minoria com possibilidade de desenvolvimento de carreira e cargos de liderança. A comunidade LGBT+ e PCDs, entre outros, também enfrentam dificuldades de inclusão.

A sociedade vem amadurecendo e tem, cada vez mais, a percepção de que não deve mais pensar e cometer os erros do passado. Seguindo essa transformação, vemos um movimento crescente de empresas que buscam ser referência na atração, capacitação e desenvolvimento de talentos em todas essas frentes, dando oportunidade a todos, inclusive para o próprio bem do negócio. Segundo o instituto Lean In e McKinsey (2017), companhias mais diversas têm 35% mais retorno financeiro que a média de mercado e com mais diversidade de gênero, 21%.

A empresa deve estar atenta a criar um ambiente interno que seja favorável ao respeito entre os colaboradores. Ao sentirem-se bem em expressarem quem realmente são, as pessoas se sentirão mais motivadas, o que influenciará diretamente sua produtividade profissional. Esse é o impacto direto do respeito à diversidade e inclusão nos negócios das companhias”, destaca Vinicius Mercado, Coordenador de Linhas Financeiras da AIG e líder do grupo de afinidade LGBT+ e aliados da companhia.

Apesar do movimento de transformação pelo qual passamos, o risco existe. Palavras mal colocadas e ações indevidas podem trazer processos e dores de cabeça a qualquer companhia.  “Um seguro de práticas trabalhistas deve ser visto como uma ferramenta de gerenciamento de riscos, que cobre as custas da empresa em processos por causas diversas”, explica Mercado. “Inclusive, levamos em conta as políticas de diversidade existentes nas companhias no momento da precificação do seguro, pois elas são essenciais para a gestão de riscos a exposições trabalhistas”, alerta o especialista. Um ponto importante, o executivo destaca, é que após as atualizações na legislação trabalhista, as ações dos colaboradores pedindo indenizações por danos morais estão mais bem fundamentadas, o que eleva o risco para os empregadores.

Aposte numa política consistente de diversidade! E consulte o seu corretor para ter um seguro que o auxilie a gerenciar qualquer risco. As apólices do Seguro de Práticas Trabalhistas Indevidas podem cobrir custas judiciais e indenizações que a empresa ou seus gestores tenham que arcar, por atos ilícitos praticados no ambiente de trabalho que causam um dano moral – entre eles alegações de condutas discriminatórias (gênero, raça, religião e condição física etc.).

Icatu investiu, no último ano, R$ 116 milhões em ações ligadas à inovação

Missão é acelerar soluções digitais para clientes, corretores, parceiros e startups

Fonte: Icatu

A Icatu investiu no último ano mais de R$ 116 milhões em ações ligadas à inovação em negócios e tecnologia. Uma das iniciativas de maior destaque é o Portal de APIs. Foi graças a plataforma aberta ao acesso de desenvolvedores que a seguradora realizou a primeira venda 100% digital de Previdência pelo aplicativo de um banco digital.

Criado em 2018, o portal de APIs da companhia soma 19 parceiros, entre bancos digitais, corretoras e startups, que utilizam regularmente a plataforma, testando e criando soluções e possibilidade de novos negócios. Um dos ativos para o sucesso da plataforma é a integração entre os times de TI e a área comercial.

“Com equipes multidisciplinares trabalhando através da metodologia ágil, conseguimos dar esse grande passo dentro do irreversível movimento de inovação da companhia. A criação do Portal foi um divisor de águas em nosso processo de aceleração digital, permitindo que nos aproximássemos de importantes players do mercado como insurtechs e fintechs”, avalia José Loureiro, diretor de Tecnologia e Projetos da Icatu Seguros.

Outro diferencial é o laboratório de Analytics aplicado ao negócio, que orienta na tomada de decisões sobre temas como o desenvolvimento de produtos e serviços e até mesmo gestão de marca. Aqui, mais do que coletar dados, a empresa está orientada para a gestão e análise dos insights gerados pelas diversas ferramentas, incluindo o uso de Inteligência Artificial.

“Hoje contamos com uma equipe de tecnologia especializada no core business da empresa, o que nos garante uma alta performance e continuidade no processamento das operações. As iniciativas adotadas nos últimos dois anos refletem em melhores entregas para nossos clientes, parceiros e corretores e nos fazem avançar em um ambiente cada vez mais digital e tecnológico”, finaliza Loureiro.

Susep disponibiliza carteira digital de corretores de seguros via app

Iniciativa, no app COORETORES SUSEP, atende demanda da categoria. O sistema de registro reúne atualmente 38.655 corretores

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) disponibiliza, a partir de hoje, a carteira de identificação do corretor de seguros. Digital e gratuito, o documento é acessado via app CORRETORES SUSEP. A inovação é parte da plataforma que facilitou o registro de corretores de seguros, que voltou a ser obrigatório para os profissionais do setor com a revogação da MP 905. A carteira de habilitação atende uma demanda da categoria e está disponível para os profissionais que já cumpriram a etapa obrigatória de identificação no sistema de registro, por meio de foto portando o documento utilizado no cadastro.  Veja aqui tutorial para facilitar o processo. Até 09/06/2020 eram 38.655 registros entre pessoas físicas e jurídicas na Susep.

 “A nova carteira é uma demanda que nasceu do feedback e sugestões dos corretores”, explica o chefe do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação (DETIC) da autarquia, Leonardo Brasil. “A partir do dialogado com a categoria, novas demandas têm surgido e estão sendo atendidas. A interação com os corretores tem nos permitido avançar em novos serviços para a categoria”, diz. Entre as vantagens apontadas pelo diretor na nova etapa está a possibilidade de compartilhamento rápido em contatos profissionais em redes como LinkedIn e o próprio Whatsapp. 

A carteira de habilitação digital da Susep estará disponível para profissionais em situação regular no novo sistema de registro de corretores. O cadastro é gratuito e pode ser feito através do link: https://www2.susep.gov.br/safe/Corretores/. Ou via app, nos sistemas Android e iOS. O recadastramento poderá ser feito até o dia 31 de julho.

 A nova identidade digital do corretor de seguros é parte de um processo de modernização que a Susep vem implementando em todo o setor. Com esta iniciativa, evitam-se também os custos da emissão de um documento físico, além de permitir agilidade no envio e manutenção das habilitações para os corretores cadastrados.

Icatu Seguros reduz aplicações mínimas de entrada e aportes em fundos de previdência

Até 31 de julho, 75 fundos de diversos perfis têm condições de entrada a partir de R$ 100 mensais

Com o objetivo de ampliar o acesso e estimular a diversificação de investimentos nesse momento de instabilidade e incertezas na economia, a Icatu Seguros está oferecendo condições diferenciadas de investimentos em seus fundos de previdência até 31 de julho.

São 75 produtos com perfis diversificados – life cycle, renda fixa (inflação, conservador, moderado e arrojado), crédito privado, multimercados e ações. Os fundos varejo terão aplicações mínimas reduzidas de R$ 100 mensais ou aportes de R$ 1 mil. Para os fundos qualificados as aplicações mínimas são de R$ 500 mensais ou aportes de R$ 5 mil.  

“É tempo de proteção e reforçar o horizonte de longo prazo da previdência. Neste cenário mais desafiador, a campanha será uma oportunidade para que o investidor tenha mais opções de investimentos, com o incentivo dos valores mínimos reduzidos para aplicar em produtos renomados do mercado”, explica Henrique Diniz, superintendente de Previdência Privada da companhia.

A Icatu tem contribuído com uma série de iniciativas de apoio e ligadas à educação financeira para clientes, corretores e parceiros durante este cenário de incertezas causado pela pandemia. Semanalmente, sempre às quintas-feiras, a companhia promove as lives “Conversa com especialista” com gestoras parceiras em seu canal no Youtube.

Casas como Adam Capital, Alaska, AZ Quest, ARX, Vinci Partners, Kinea, Schroders e Sparta já participaram dos encontros.Até fevereiro de 2020, último dado disponível pela Susep, a seguradora somava mais de R$ 38 bilhões em reserva em previdência. A seguradora foi a primeira a atuar em um modelo de plataforma aberta que conta, hoje, com mais de 280 fundos de 83 gestores (entre fundos exclusivos e fundos de distribuição). 

Covid-19 reforça empenho da Mitsui Sumitomo Seguros em ajudar quem mais precisa

Toda a equipe fez uma arrecadação financeira e a MSS foi lá e dobrou!

MSS Solidária foi o nome da campanha que uniu toda a equipe da Mitsui Sumitomo Seguros para ajudar às populações que se encontram em vulnerabilidade neste período de isolamento social. Toda a equipe fez uma arrecadação financeira e a MSS foi lá e dobrou! O valor arrecadado foi transformado em mais de 400 cestas básicas e centenas de kits higiene para cinco organizações sociais que já são parceiras.

Segundo Helio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo Seguros, só temos a agradecer: “Precisamos nos conscientizar que também podemos e queremos ajudar a todos a passar por esta pandemia da melhor forma possível. Ficamos orgulhosos do que estamos construindo juntos, um time unido até para ajudar ao próximo”, complementa.

Conheça as instituições:

Tucca – http://www.tucca.org.br/ – Doação de Fraldas e Kit Higiene – O Tucca tem a proposta de elevar as taxas de cura e melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes carentes com câncer.

Casa Um – http://www.casaum.org/ – Doação de Cestas Básicas – A Casa 1 é uma organização localizada na região central da cidade de São Paulo de acolhida para pessoas LGBT expulsas de casa por suas orientações afetivas sexuais e identidades de gênero.

Adefav – http://www.adefav.org.br/ – Doação de Cestas Básicas – A ONG desenvolve ações para crianças com Deficiência Múltipla, Surdocegueira e Deficiência Visual.

ACCV – https://www.accv.com.br/ – Doação de Cestas Básicas – Uma organização social que oferece diversas atividades de acolhida e educativa para a comunidade carente da região do Butantã de SP.

Mulekes da Praça – https://www.instagram.com/mlksdapraca/ – Doação de Cestas Básicas para a ONG Mulekes da Praça que atende famílias em situação de vulnerabilidade que moram nas comunidades do Grande ABC.

Estas ONG´s e a ONG Plantio90 https://www.facebook.com/pedra90plantios/ atuam em reflorestamento e já são nossas parceiras desde o início de 2020. Nossos colaboradores se unem para ajudá-las mesmo antes da pandemia.

Porto Seguro Transportes passa a ofertar produto do ramo de RC com resseguro da AIG

seguro transporte

Como parte da aliança estratégica com a AIG, o RC Ambiental Transportes amplia o portfólio de soluções da companhia

Fonte: Porto

A partir de junho, o Porto Seguro Transportes amplia sua carteira e lança o Responsabilidade Civil Ambiental Transportes. O novo produto surge da aliança estratégica com a AIG e foi desenvolvido especialmente para imprevistos nos transportes de mercadorias e resíduos perigosos ou poluentes, oferecendo coberturas e contenção para danos que a carga possa causar ao meio ambiente e à propriedade de terceiros.

De acordo com dados da CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, de janeiro a novembro de 2019 a média de ocorrências de acidentes com cargas perigosas no Estado foi de 25,6 casos por mês. No mesmo período de 2018 a média era de 24,8. “Para quem transporta cargas de risco, ter um seguro de responsabilidade civil ambiental é fundamental, diante do risco exposto tanto para o dono da mercadoria e transportador da carga, quanto para a população e meio ambiente”, alerta Rose Matos, gerente do Porto Seguro Transportes.

O produto pode ser contratado por embarcadores (donos de mercadorias) e por empresas transportadoras. A vigência da apólice é de 12 meses e o limite de garantia mínimo é de R$50 mil, e o máximo R$1 milhão. São consideradas cargas perigosas líquidos inflamáveis, produtos transportados em alta temperatura, explosivos, materiais sólidos inflamáveis, substâncias oxidantes, tóxicas, infectantes, produtos corrosivos e outras cargas específicas.

Entre as coberturas básicas, o RC Ambiental Transportes garante: danos pessoais e danos materiais causados a terceiros; despesas de limpeza resultantes de condições de poluição da carga transportada; custos de monitoramento, remoção de contaminação do solo, águas de superfície e lençóis freáticos. Ainda é possível incluir a cobertura adicional de poluição decorrente de eventos não acidentais durante o transporte da carga, além de diferenciais como cobertura para poluição decorrente do tanque de combustível e fluídos automotivos dos veículos transportadores.

O segurado terá acesso também a parceria com empresa de atendimento emergencial com 0800 para emergências ambientais; e Plano de Ação de Emergência – PAE. “Sabemos que são inúmeros os riscos para quem transporta esse tipo de carga, mas são materiais essenciais para muitos serviços, e que não podem parar. Para isso, buscamos trazer recursos que auxiliem no transporte dessas cargas e que proporcionem maior segurança no trajeto ou em casos de acidentes”, conclui Rose. 

Em dezembro de 2018, a AIG e a Porto Seguro anunciaram a formação de uma aliança estratégica envolvendo alguns produtos voltados ao segmento de Pequenas e Médias Empresas e contando com a garantia de proteção de resseguro da AIG. Tanto a Porto Seguro quanto a AIG disponibilizam o RC Ambiental Transportes para suas bases de corretores, o que permite uma distribuição mais ampla devido à grande capilaridade do canal corretor da Porto Seguro.

XP compra plataforma DM10, marketplace que conecta corretores

Segundo o grupo, XP Seguros é a empresa que mais cresce no setor, segundo dados da FenaPrevi, e, em abril, liderou em captação líquida e portabilidade

Fonte: XP

A XP Seguridade, braço da XP Inc. que engloba todos os negócios de seguros da companhia (XP Seguros e XP Corretora de Seguros), anuncia a aquisição da DM10, um marketplace que conecta centenas de distribuidores autônomos aos melhores produtos de Vida e Previdência das seguradoras, agregando valor com tecnologia e treinamento.

Dessa forma, a XP amplia a sua presença comercial e a sua rede de distribuição no segmento, fortalecendo ainda mais a estratégia de Seguridade. Após um ano desde o seu lançamento, a XP Seguros é a empresa que mais cresce no setor, segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), e, em abril, liderou em captação líquida e portabilidade.

A XP espera conquistar na XP Seguridade o mesmo protagonismo atingido nos investimentos, democratizando o acesso a produtos de qualidade no segmento, que é ainda mais concentrado nos grandes bancos quando comparado ao mercado de produtos de investimento, e no qual há, também, uma grande presença de produtos inadequados e com altas taxas.

Fundada em 2007 pelo empresário Daian Moura, a DM10 possui presença em todo o território nacional e uma base de cerca de 1.000 profissionais ativos, que agora terão acesso a estrutura de produtos, suporte e tecnologia da XP. A empresa, a primeira do setor a oferecer uma plataforma de arquitetura aberta 100% digital, destacou-se nos últimos anos se posicionando como uma insurtech, apoiada pela qualidade da sua rede de corretores e pela construção, em conjunto com as seguradorasparceiras, de produtos previdenciários exclusivos e diferenciados.

Para Roberto Teixeira, sócio responsável pela XP Seguridade, o setor será transformado nos próximos anos a partir do atual cenário econômico, mudanças regulatórias e inovação. “O planejamento da aposentadoria não poderá ser construído sobre produtos de renda fixa com a taxa de juros SELIC no menor patamar da história. Nesse novo contexto, a Previdência Privada torna-se quase uma obrigatoriedade para qualquer carteira de investimentos de longo prazo. O Brasil deve realmente avançar para uma revolução no setor. Quando comparamos a penetração dos produtos aqui em relação a outros países existe ainda uma disparidade enorme”, diz. “Queremos fazer no mercado de Previdência Privada a mesma transformação que realizamos no setor de investimentos, valorizando o profissional de setor e, principalmente, os milhões de brasileiros que podem se beneficiar de produtos com qualidade superior.

“Para isso, a XP continuará investindo fortemente em tecnologia para ampliar a experiência digital do cliente e do corretor/parceiro de seguros, reforçando o seu ecossistema e oferecendo uma plena integração entre produtos de Seguros e com a plataforma de investimentos”, completa.

Para Daian Moura, CEO da DM10, a transação com a XP vai acelerar o acesso a investimentos de qualidade no mundo de Seguros. “Eu sempre acreditei na valorização do profissional do setor e é por isso que a nossa rede tem se destacado tanto nos últimos anos. Não tenho dúvidas de que os corretores parceiros continuarão sendo protagonistas e agora, com a XP, poderemos impactar milhões de brasileiros que ainda estão presos a produtos previdenciários ultrapassados ou pagando por seguros que não se adequam ao seu perfil e necessidades”, afirma.

A XP Seguridade é o braço da XP Inc. que engloba todos os negócios de seguros da companhia (XP Seguros e XP Corretora de Seguros). A XP Inc. é uma das maiores instituições financeiras do Brasil, dona das marcas XP Investimentos, Rico, Clear, Infomoney, Leadr e Spiti, entre outras. A companhia possui mais de 2 milhões de clientes e R$ 385 bilhões de ativos sob custódia. Nos últimos 19 anos, a empresa vem transformando o mercado financeiro brasileiro para melhorar a vida das pessoas, garantindo relações mais transparentes entre os clientes e as instituições financeiras.

O fechamento da operação está sujeito ao cumprimento de determinadas condições precedentes, incluindo a autorização prévia do Banco Central do Brasil, nos termos da regulamentação aplicável.

“CNseg Webinars” com presidentes do Sindseg do PR/MS, RJ/ES, RS e de SC abordou os impactos regionais da pandemia

Fonte: CNseg

O volume de vendas das seguradoras registrou queda de 21% em abril contra março deste ano e 26% em relação a abril de 2019. “Isso sinaliza que teremos um segundo semestre muito difícil. Mas como somos otimistas, sabemos que temos também muitas oportunidades para criar produtos que atendam às demandas criadas pela pandemia”, disse Marcio Coriolano, presidente da CNseg e diretor-presidente da Fenaseg na abertura do quinto encontro da série ‘CNseg Webinars’, responsável por fazer a mediação do evento que trouxe a visão dos presidentes dos Sindicatos das Seguradoras sobre o mercado de seguros na COVID-19.

O primeiro a trazer informações aos internautas foi Antonio Carlos Costa, presidente do Sindseg RJ/ES e diretor Regional da HDI Seguros, que comanda o sindicato que tem 12% de participação em vendas no mercado de seguros. Antonio Carlos Costa, do Sindseg RJ/ES, iniciou sua participação lembrando a situação em que o estado do Rio já se encontrava antes da pandemia, “recuperando-se de uma longa crise”, diferentemente do Espírito Santo que, segundo ele, “devido ao equilíbrio de suas contas, tinha uma expectativa de crescimento acima da média nacional para 2020”.

No primeiro trimestre, ambos estados apresentaram crescimento nas vendas. Mas em abril, com um mês completo de isolamento social, os dados mostram o impacto nas vendas. Em abril, números preliminares da Susep, já com o isolamento em todo o mes, o Rio registrou queda de 19% sobre março desde ano e 25% sobre marco de 2019. O Espirito Santo seguiu a mesma curva declinante em 18% e 29%, respectivamente. “Já começamos a sofrer bastante como citou Coriolano”, disse.

Costa destacou várias iniciativas das seguradoras para manter seus clientes, como desconto e facilidades aos corretores, mas “quando avaliamos a queda das vendas de carros novos, percebemos que falta matéria prima para os corretores trabalharem”. Também sugeriu que o serviço de telemedicina seja incorporado ao seguro residencial, como uma inovação que trará de fato um beneficio ao consumidor, bem como uma melhor comunicação do setor sobre explicar aos consumidores o que realmente tem cobertura ou não. “Certamente neste pós pandemia o consumidor demandará informações mais claras e objetivas”.

Como reflexos permanentes da pandemia no setor, Antonio Carlos afirmou estar notando a aceleração da digitalização de processos e canais. E prevê um aumento da demanda por seguros de crédito, viagem, D&O, garantia judicial, cibernético e “no show”. O Presidente do Sindseg RJ/ES alertou, ainda, para a necessidade de simplificação dos produtos e da comunicação, visto que, frente a incertezas, os consumidores desejarão entender cada vez melhor as coberturas que estão adquirindo.

Altevir Prado, presidente do Sindseg PR/MS e superintendente executivo regional Sul da Bradesco Seguros, destacou que a crise dramática que assola todo o Brasil não se repete em sua região Sul do país. Em MS 22 obitos decorrentes da Covid. Já o Paraná, estado mais populoso, apenas 243 obtidos, sem nunca passar de 50% dos leitos de UTI ocupados. “Esta realidade é uma das responsáveis por não termos tido uma queda tão acentuado como os índices nacionais”, comentou, ressaltando a vocação da região para o agronegócios. “A demanda dos produtos do agronegócios não caiu nem internamente como para exportação”.

Ele destacou que nenhuma seguradora “quis inventar a roda”. “Antes de lançar produtos inovadores, é preciso fazer bem feito o que já vinha em curso. E foi essa a nossa realidade”, citou. Em relação as facilidades implementadas para facilitar o dia a dia com a pandemia, como vistoria remota, ele espera que seja mantido, mas dependerá do comportamento da sociedade”.

Essa realidade, segundo Altevir, somada à forte vocação da região para o agronegócio, contribuiu para que não fosse observada uma queda tão acentuada na arrecadação do setor, como a ocorrida em outras regiões do país. E destacou: “O ‘show’ de tecnologia apresentado pelas seguradoras possibilitou a entrega de um atendimento ainda mais eficiente, por meio dos canais digitais, para corretores e clientes”. Sobre os impactos econômicos de longo prazo da pandemia no setor, Dias afirmou: “Historicamente, o mercado de seguros não acompanha necessariamente as ondas de queda dos demais, como o observado nas últimas três grandes recessões.”

Waldecyr Schilling, presidente do Sindseg SC e diretor comercial regional Sul da Zurich Seguros, ressaltou que Santa Catarina é um estado treinado para lidar com eventos aleatórios. “Tivemos apenas 177 óbitos por Covid-19 até o momento, o que mostra que o estado vem se comportando bem. Somos um estado acostumados a lidar com adversidade, como os tornados que nos causaram tantas perdas no passado”, citou.

O estado de Santa Catarina, diz Schilling, não apresentou queda nas receitas no primeiro trimestre de 2020. Também informou que o seguro de responsabilidade civil registrou, nesse período, crescimento de 56,6% – em relação ao mesmo período do ano passado- , e o de garantia estendida, 44%, “apesar de se prever uma queda a partir de abril, mas menor que a de outros estados”. Como tendências, o presidente do Sindseg SC aponta para o crescimento do seguro rural, “por força do agronegócio na região”; dos seguros cibernéticos, “uma vez que o Brasil é um dos principais alvos de ataques de hackers”, e dos seguros de automóvel, “com a cobertura intermitente”. Entretanto, alertou que os profissionais do seguro precisam se preparar para melhor atender e agregar mais valor ao consumidor, “cada vez mais informado, exigente e conectado”.

Segundo Guilherme Bini, presidente do Sindseg RS, o mercado segurador vai continuar crescendo devido à sua importância para a sociedade e para a economia. Segundo Bini, essa situação pôde ser bem demonstrada com a atual crise sanitária, devido ao pagamento das indenizações e, também, pela contribuição das seguradoas na instalação de leitos, doação de equipamentos e incentivo a pesquisas. No entanto, alertou: “A retomada não será fácil, sendo importante utilizar todo o conhecimento adquirido nesse momento de pandemia para melhor adaptar os produtos de seguro e os canais de atendimento às necessidades dos consumidores. “Nosso cliente é hibrido em termos de hábitos de consumo; alguns preferem os canais digitais e outros, não”, afirmou. 

Ativismos legislativo e judicial preocupam e podem levar ao abalo dos fundamentos do seguro

Lembrando que a Confederação Nacional das Seguradoras tem como uma de suas principais funções a interlocução do setor junto aos poderes constituídos, Marcio Coriolano alertou para outros desafios enfrentados nesse momento de pandemia, que são “a exacerbação dos ativismos judicial e legislativo”, com a existência de centenas de projetos de lei que pretendem ampliar as coberturas e responsabilidades do setor segurador. Coriolano enfatizou que o setor é extremamente técnico e tais decisões podem abalar os fundamentos do seguro, comprometendo a sua sobrevivência e, consequentemente, a proteção dos segurados. Entretanto, afirmou, além do forte trabalho da CNseg de explicar esses fundamentos aos poderes constituídos, há uma forte confiança no órgão regulador, “que está atento a essas questões”.

Ao finalizar o evento, o presidente da CNseg enfatizou: “A dificuldade será ultrapassada e o momento é de união para se alcançar o mesmo propósito”.

A gravação do webinar está disponível no portal cnseg.org.br

Susep publica norma sobre capitalização

Fonte: Susep

A Susep divulgou, hoje, a Resolução CNSP nº 384/2020, que dispõe sobre operações de capitalização. O documento converte em resolução do CNSP as disposições normativas da Circular Susep nº 569/2018. O principal objetivo da norma é melhorar a conduta do mercado de capitalização, dando maior transparência ao consumidor e, em particular, ampliando a ajuda financeira para as entidades filantrópicas de forma clara e adequada, inclusive com a criação de uma modalidade específica para esta finalidade denominada filantropia premiável.

Icatu recebe gestores da AZ Quest em sua live semanal

Em um ano sem precedentes no cenário econômico como 2020, a diversificação se mostrou uma saída fundamental para não sofrer perdas durante uma realidade desafiadora

Fonte: Icatu

A Icatu recebeu nesta quarta-feira, em sua live semanal, os gestores da AZ Quest. Alexandre Silverio, Bernardo Zerbini, Eduardo Carlier e Sergio Luiz da Silva apresentaram suas perspectivas em relação ao cenário econômico atual e a importância da diversificação dos investimentos e adequação ao perfil do investidor para uma estratégia bem-sucedida nas finanças. 

Para Alexandre, o fato da AZ Quest contar com fundos de estratégias variadas facilita a tomada de decisão num cenário de longo prazo, que é fundamental para um investidor de previdência. Além disso, em um ano sem precedentes no cenário econômico como 2020, a diversificação se mostrou uma saída fundamental para não sofrer perdas durante uma realidade desafiadora. 

Gestor de renda fixa da casa, Sergio Luiz explicou um pouco sobre como os fundos atuam em um cenário de juros tão baixos como o atual. “A grande desafio é tentar precificar por quanto tempo o Banco Central deixa os juros inalterado, se ele vai subir, o quanto vai subir. Isso vai gerando oportunidades ao longo da curva, aonde fazemos apostas com base no nosso cenário macroeconômico para capturar as melhores oportunidades”, explicou. 

Eduardo acredita que ainda é preciso ter respostas ao longo do tempo para desenvolver um cenário mais estável, mas um dos aprendizados que a crise já trouxe é a importância de saber alocar os ativos de risco para conseguir aproveitar as oportunidades. 

Sobre a análise do desempenho da bolsa, Eduardo é prudente. “Acho que o movimento de alocação veio para ficar, mas é preciso de temperança ao atuar no mercado, por que tão impressionante quanto a queda, tem sido também a alta. O ideal seria termos um cenário com menos volatilidade e um caminho estrutural mais claro no Brasil. A vida na renda variável é um horizonte bem construtivo de médio e longo prazo, mas dado a novidade da última crise, teremos que ter cuidados”, afirma Eduardo. 

Para o investidor de longo prazo que está olhando para os preços e pensando no que fazer, é preciso entender o objetivo, o prazo em que vai ter a alocação e buscar a diversificação.  O momento ideal de investir ocorre ao longo do tempo, com a construção de uma carteira diversificada. Para Alexandre, a grande dica para os investidores atualmente é “se atenha ao que você enxerga de risco e vá fazendo a sua alocação ao longo do tempo”, concluiu.