MetLife e Gympass anunciam parceria para ofertar solução de bem-estar

Empresas que adquirirem o seguro de vida em grupo da MetLife poderão optar por um pacote completo de bem-estar do Gympass

Fonte: MetLife

O grupo da MetLife fechou uma parceria inédita e exclusiva com o Gympass, plataforma de benefício corporativo presente em 14 países, com o objetivo de oferecer aos funcionários acesso a uma solução holística de cuidado com a saúde física e mental, com diversas opções de academias e estúdios, aulas ao vivo, aplicativos de nutrição, meditação e personal trainers online. O foco são empresas entre 100 e 1.000 funcionários 

A geração de valor para o RH das empresas é um dos diferenciais desta parceria: “Com  essa parceria, as empresas podem aumentar sua cesta de benefícios com um custo que só a parceria entre MetLife e Gympass oferece e, para o colaborador, há a possibilidade de ter acesso a diversos benefícios de cuidado com a saúde com uma única mensalidade”, explica o vice-presidente comercial da MetLife, Ramon Gomez.  

Ramon ainda reforça o conceito de Living Benefits, tendência mundial quando se trata de seguros de vida. “Buscamos cada vez mais oferecer um seguro que permite que você o utilize ao longo da vida e não só em uma fatalidade. Existem várias formas de utilizar esses  os benefícios do seu seguro de vida e, poder praticar atividade física ou cuidar da saúde mental é um diferencial”, explica Gomez.  

Uma vez concretizado o fechamento da apólice de seguro de vida em grupo com a MetLife, a empresa que ainda não tem o Gympass, poderá optar por esse novo benefício e ter acesso a plataforma, onde receberá um treinamento completo e poderá tirar todas as suas dúvidas, além de  ativar o benefício para seus funcionários.  

Priscila Siqueira, CEO do Gympass no Brasil, explica a importância da parceria: “O Gympass tem um modelo de negócio no qual todos os stakeholders (empresas, academias e pessoas) se beneficiam. Para as empresas, por exemplo, além de melhorar a saúde física e mental dos colaboradores, o Gympass também ajuda a reter e atrair talentos”, diz. Segundo ela, por ser única no mercado, a parceria com a MetLife também acaba sendo um agregador de vendas e ao propósito das duas empresas. “Ficamos muito felizes em poder contribuir para o crescimento de outros negócios ao mesmo tempo em que conseguimos fazer jus à nossa missão de combater o sedentarismo e impactar positivamente a saúde de milhares de pessoas”, afirma Siqueira. 

Allianz apresenta Relatório Global 2020 do sistema previdenciário: estamos prontos ou não?

operarios previdencia

Fonte: Allianz

  • Nas próximas décadas, os baby boomers se aposentarão em massa e colocarão o sistema de seguridade social sob forte estresse
  • Apenas alguns países já colocaram seu sistema previdenciário à prova da demografia, sobretudo Suécia, Bélgica e Dinamarca
  • A maioria dos outros sistemas enfrentará dificuldades, cercados por elevados déficits públicos e equilíbrio desigual entre “sustentabilidade” e “adequação” – inclinados na maioria dos casos a favor deste último
  • O sistema previdenciário do Brasil ocupa a 43ª posição – algumas lições de casa ainda devem ser feitas nas reformas previdenciárias

O Grupo Allianz apresenta a primeira edição do seu “Relatório Global do  Sistema Previdenciário”, tomando o pulso dos sistemas em todo o mundo com seu indicador próprio de previdência , o Allianz Pension Indicator (API). O indicador segue uma lógica simples: inicia a análise com os pré-requisitos demográficos e fiscais e, em seguida, continua a examinar os sistemas previdenciários acerca de suas duas dimensões decisivas: “sustentabilidade” e “adequação”. Assim, baseia-se em três pilares e leva em consideração cerca de 30 parâmetros, que são classificados em uma escala de 1 a 7, sendo 1 a melhor nota. Ao somar todos os subtotais ponderados, o API atribui a cada um dos 70 países analisados uma nota entre 1 e 7, proporcionando assim uma visão abrangente do respectivo sistema previdenciário.

“Dados demográficos e as previdências foram ofuscados por outras políticas nos últimos anos, principalmente as mudanças climáticas e, hoje, a luta contra a Covid-19”, disse Ludovic Subran, economista-chefe do Grupo Allianz. “Mas você ignora a demografia por sua própria conta e risco, a mudança demográfica logo estará de volta com uma vingança. Neutralizar a iminente crise previdenciária e preservar a justiça e a igualdade geracionais são fundamentais para a construção de sociedades inclusivas e resilientes”.

A mudança dramática na demografia é melhor caracterizada pelo aumento da taxa de idosos inativos economicamente: até 2050, crescerá de 77% a 25%, ou seja, mais rápido do que nos últimos 70 anos desde 1950. Em muitas economias emergentes, a taxa vai mais do que dobrar nas próximas três décadas, isto é, em menos da metade do tempo que esse desenvolvimento levou na Europa e América do Norte. O exemplo mais proeminente é a China, onde a proporção aumentará de 17% para 44%. Para os países industrializados, no entanto, o nível absoluto dessa proporção é o principal motivo de preocupação, atingindo, por exemplo, 51% na Europa Ocidental.

Esse desenvolvimento se reflete no primeiro pilar do API, chamado de “pontos de partida”, que combina mudança demográfica e situação financeira pública (margem financeira). Não surpreendentemente, muitos países emergentes na África ou na Ásia têm uma boa pontuação, pois a população ainda é jovem e os déficits públicos e as dívidas são bastante baixos. Por outro lado, muitos países europeus, como Itália ou Portugal, estão entre os piores desempenhos: a população de idosos enfrenta dívidas altas. “Para a maioria dos países industrializados, a velha piada escocesa se aplica: se eu construísse um sistema previdenciário estável, certamente não começaria por ali”, disse Michaela Grimm, autora do relatório. “E essa é a situação antes do coronavírus e seu tsunami de novas dívidas. Um dos legados da atual crise certamente será o de que teremos de dobrar nossos esforços para reformar nossos sistemas previdenciários. O que havia sobrado de margem financeira se foi para sempre”.

O segundo pilar do API é a “sustentabilidade”, medindo como os sistemas reagem às mudanças demográficas: existem estabilizadores embutidos ou o sistema será destruído quando o número de colaboradores diminui e o número de beneficiários continua subindo? Nesse contexto, uma alavanca importante é a idade da aposentadoria. Na década de 1950, um homem de 65 anos, em média, morando na América do Norte ou Europa, poderia esperar passar cerca de 12,5 anos na aposentadoria. Hoje, a expectativa média de vida adicional de uma pessoa de 65 anos é de 17,6 anos e deve aumentar para 20,8 anos em 2050. Como consequência, a proporção entre vida profissional e tempo de aposentadoria diminuiu acentuadamente. Os países que decidiram ajustar a idade legal para aposentadoria ou o aumento dos benefícios ao desenvolvimento de uma expectativa de vida adicional – como a Holanda – têm, portanto, um sistema previdenciário mais sustentável do que os países onde adiar por mais tempo a aposentadoria ainda é um tabu.

O terceiro pilar do API classifica a “adequação” do sistema previdenciário, questionando se eles proporcionam um padrão de vida adequado na velhice. Elementos importantes são a taxa de cobertura – ou seja, qual a proporção da população em idade ativa e do grupo em idade de aposentadoria coberta pelo sistema previdenciário? – a relação de benefícios – ou seja, quanto (em termos de renda média) um aposentado recebe? – e, por último, mas não menos importante, a existência de fundo pensão para idosos e outras fontes de renda financiadas por capital. No geral, a pontuação média no pilar de “adequação” (3,7) é um pouco melhor do que a do pilar de “sustentabilidade” (4,0), um sinal de que a maioria dos sistemas ainda atribui maior peso ao bem-estar da atual geração de aposentados do que a da futura geração de contribuintes e contribuições sociais. Os países que lideram o ranking de “adequação” ainda têm pagamentos a aposentados bastante generosos, como Áustria ou Itália, ou fortes segundo e terceiro pilares, como Nova Zelândia ou Holanda.

No entanto, as soluções de aposentadoria financiadas por fundos de pensão estão sob crescente pressão no cenário persistente de baixa taxa de juros. A pandemia da Covid-19 exacerbou ainda mais essa tendência, pressionando ainda mais os rendimentos. “O cenário de baixo rendimento forçou os fundos de pensão e as seguradoras de vida a explorar classes alternativas de ativos”, disse Cameron Jovanovic, chefe da proposta global de aposentadoria do Grupo Allianz. “Esse impulso para alternativas permite que os provedores de benefícios capturem o prêmio de iliquidez que combina bem com a duração do portfólio. Outra estratégia é descarregar o risco, em vez de buscar retornos, já que as permutas de longevidade, transferências de risco de pensão e configurações criativas de resseguro se tornam um meio de otimizar a exposição assumida pelos fundos de pensão e pelas seguradoras.”

A combinação das pontuações dos três pilares do API fornece os resultados gerais: Suécia, Bélgica e Dinamarca têm relativamente os melhores sistemas previdenciários do mundo (veja a tabela). O Brasil, por outro lado, ocupa a 43ª posição. Tem uma posição inicial difícil. A margem financeira é relativamente baixa (mesmo antes da Covid-19). E em nenhum outro país da América do Sul o envelhecimento da população será tão rápido quanto no Brasil: a taxa de idosos inativos economicamente quase triplicará nas próximas três décadas para cerca de 36%. Mesmo após as reformas mais recentes, o Brasil ainda possui um sistema previdenciário relativamente desigual: enquanto a pontuação de “sustentabilidade” (4,3) está claramente abaixo da média global (vide idade da aposentadoria e taxas de contribuição), a pontuação de “adequação” (3,2) está muito acima, principalmente graças à boa cobertura e a taxas de benefícios. Embora o Brasil já tenha feito grandes progressos para melhorar o sistema, não se pode permitir uma “fadiga” da reforma da Previdência: o trabalho ainda não está concluído.

Os dez principais sistemas previdenciários do mundo:

Caixa lucra 5,2% mais no semestre mesmo com queda de 12,6% das vendas

IPO Caixa Seguridade

O impacto nas vendas foi causado pelas medidas restritivas em função da pandemia covid-19

A Caixa Seguridade divulgou nesta segunda-feira lucro recorrente de R$ 897 milhões no primeiro semestre, alta de 5,2% comparado ao mesmo período do ano anterior. Segundo comunicado, o faturamento chegou a R$ 13,9 bilhões no primeiro semestre, queda de 12,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já em junho, com uma maior circulação, houve alta de 9,6%, na comparação com o mesmo mês de 2019. O resultado financeiro foi de R$ 112 milhões no segundo trimestre, com queda anual de 2,8%.

O impacto foi causado pelas medidas restritivas em função da pandemia covid-19, refletindo, principalmente, em menores receitas de acesso à rede de distribuição e uso da marca. “O faturamento de junho, no entanto, foi 9,6% maior do que o do mesmo mês em 2019 e em patamar próximo ao de janeiro e fevereiro de 2020, evidenciando a retomada da produção para níveis de faturamento do período anterior à pandemia”, comentou o grupo em release.

Segundo o grupo, as estratégias de vendas dos produtos de seguros por canais digitais ganharam força diante da distribuição feita pelo banco do auxilio emergencial para aproximadamente 50 milhões de brasileiros.

A margem líquida (84,4%) da companhia registrou aumento de 0,9 ponto porcentual em relação ao segundo semestre de 2019, refletindo a redução de 14,3% nas despesas tributárias no período. O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) ficou em 31,2%.

A Caixa informa que o prazo para o fechamento da renovação da parceria com a francesa CNP Assurances, anunciada em setembro do ano passado, foi revisto e alterado de 31 de março de 2020 para 31 de dezembro de 2020.

Na Caixa Seguros, os prêmios emitidos tiveram queda anual de 7,1%, a R$ 1,571 bilhão. Na comparação com o primeiro trimestre, a baixa foi de 9,3%. As principais linhas são habitacional, com R$ 636,2 milhões (alta anual de 3,5%); prestamista, com R$ 380,7 milhões (queda de 18,7%); e vida, com R$ 325,6 milhões (baixa de 6,4%). Já na Too Seguros os prêmios subiram 27,2%, a R$ 226,3 milhões.

O índice de sinistralidade ficou em 24,4% no segundo trimestre, de 23,4% no primeiro trimestre e 21,8% no segundo trimestre de 2019. O índice combinado – quanto menor, melhor – ficou em 60,6%, de 62,5% e 56,2%, na mesma base de comparação.

No dia 7 de agosto, o presidente Jair Bolsonaro editou Medida Provisória para permitir que a Caixa venda a área de cartões e “setores considerados não estratégicos”, segundo nota conjunta do Ministério da Economia e do banco estatal. O texto é o primeiro passo, de acordo com o governo, para um programa de alienação de ativos e Ofertas Públicas Iniciais (IPOs, na sigla em inglês).

Perdas econômicas somam US$ 75 bi no semestre, sendo US$ 31 bi indenizadas por seguros

Catástrofes causaram mais de 2 mil vítimas no primeiro semestre de 2020

As perdas econômicas globais com catástrofes naturais e desastres provocados pelo homem no primeiro semestre de 2020 foram de US$ 75 bilhões, de acordo com as estimativas preliminares do sigma do Swiss Re Institute. Isso foi acima dos US$ 57 bilhões no mesmo período do ano anterior, mas bem abaixo da média das perdas econômicas do primeiro semestre dos 10 anos anteriores (US$ 112 bilhões). Essas estimativas de perda por catástrofe relatadas no estudo Sigma referem-se a danos materiais e excluem reivindicações relacionadas ao COVID-19.

Das perdas econômicas, cerca de 40% (US$ 31 bilhões) foram cobertas por seguros. Nos 10 anos anteriores, os sinistros segurados no primeiro semestre foram em média de US$ 36 bilhões anuais. Mais de 2 mil pessoas perderam a vida ou desapareceram em desastres durante o primeiro semestre deste ano. O principal fator para as perdas no primeiro semestre foram os perigos secundários, com as tempestades na América do Norte desempenhando um papel significativo.

“Cerca de 60% das perdas por catástrofes naturais no primeiro semestre de 2020 não foram seguradas. Como a gravidade dos perigos secundários provavelmente aumentará nos próximos anos, a importância da indústria de seguros em fechar as lacunas de proteção contra catástrofes naturais é muito clara. Um risco sistêmico e, ao contrário do COVID-19, não tem data de validade “, disse Jerome Jean Haegeli, Economista-Chefe do Grupo Swiss Re.
 

Executiva da Fundación MAPFRE discute a segurança do trânsito em painel do Summit Mobilidade Urbana

fatima lima fundación Mapfre

Durante o evento, Fatima Lima apresentará os dados da pesquisa conduzida com idosos

Fonte: Mapfre

Discutir a mobilidade e o uso de opções de transportes dos perfis mais vulneráveis, como idosos, e os caminhos para democratizar o acesso sem distinções de gênero ou por presença de desabilidades. Esse é o objetivo do Painel Garantir segurança a todos e todas, que acontece durante o Summit Mobilidade Urbana 2020, promovido pelo Estadão, no dia 12 de agosto, das 9 às 18 horas. 

O evento contará com a presença da diretora de sustentabilidade e da Fundación MAPFRE, Fatima Lima, que contará sobre as iniciativas da Fundación para promover a segurança no trânsito. 

Durante o encontro, a executiva apresentará os dados da pesquisa conduzida pela Fundación sobre mobilidade da pessoa idosa. O estudo, divulgado recentemente, mostra que 81% dos deslocamentos desse grupo são feitos com maior frequência a pé ou de ônibus. O levantamento também revelou que para 80% dos entrevistados existem muitos buracos nas calçadas, um dos principais motivos de quedas e tropeços, e 50% consideram a infraestrutura das ruas ruim ou péssima. 

O debate também contará com a presença de Melina Risso, diretora de Programas do Instituto Igarapé, Bruno Mahfuz, sócio-fundador do Guiaderodas e Bianca Bianchi Alves, secretária de Mobilidade e Transporte. 

A transmissão acontecerá a partir das 11h35 nas redes sociais do Estadão. As inscrições devem ser feitas no site do evento – http://summitmobilidade.estadao.com.br/

Apesar da boa percepção com a redução da queda do PIB, indicadores ainda desafiam o rumo do país

cnseg pedro simoes

A lenta recuperação dos serviços, a fraqueza do mercado de trabalho e a percepção de deterioração das contas públicas preocupam

“A grande incógnita em relação ao PIB está mesmo no último trimestre, quando ainda haverá um grande caminho para a retomada do patamar pré-pandemia”, diz Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação das Seguradoras, no boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg. “A produção industrial de junho veio mais alta do que se esperava, sendo ela um possível motor para a retomada, mas ainda numa base deprimida desde 2014. O cambio desvalorizado pode ajudar neste desempenho melhor”, cita.

Para Simões, não há garantias de que o ritmo da recuperação se mantenha. A possibilidade de o auxílio emergencial ser estendido até dezembro, uma atenuação das tensões políticas e os efeitos defasados do corte de juros na economia real são fatores positivos para o segundo semestre. “A lenta recuperação dos serviços, a fraqueza do mercado de trabalho e a percepção de deterioração das contas públicas preocupam”, comenta Simões com o blog Sonho Seguro

Para o economista da CNseg, o quarto trimestre trará uma visão mais clara para o crescimento do PIB, quando realmente haverá uma decisão do governo sobre os estímulos dados com o auxilio emergencial. “Por quanto temos as ondas de otimismo, mas só no final do ano vai entender mais qual vai ser o ritmo do crescimento do Brasil”, opina.

Esta semana tem uma agenda cheia de divulgação de importantes indicadores que devem trazer novas projeções dos analistas de mercados no Focus da próxima segunda-feira (17). Entre eles, nesta terça-feira será divulgada a Ata do Copom, que mostrará o quanto o Banco Central estaria disposto a levar adiante a sinalização de continuar cortando a taxa Selic. Pesquisa divulgada pela Agência Estado mostra que a ampla maioria (75%) dos analistas acredita que o Copom não terá espaço para derrubar a Selic abaixo dos 2%.

Entre os dados da evolução da pandemia, um deles pode vir a favorecer o seguro auto, uma vez que pesquisas mostram que boa parte da contaminação pelo Covid-19 tem se dado no transporte público, como mostra reportagem da Folha nesta segunda-feira.

Leia abaixo a edição No 111 – agosto/2020 – semana 2

SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS E PROJETOS – SUESP | estudos@cnseg.org.br

As projeções para a retração do PIB este ano melhoraram pela sexta semana consecutiva, ainda que em ritmo mais lento. A projeção mediana subiu de -5,66% para -5,62%, enquanto os analistas aguardam as divulgações de importantes indicadores de atividade para o mês de junho que ocorrerão nesta semana. Com esses dados, será possível traçar um quadro mais completo a respeito da atividade econômica no auge da crise provocada pela pandemia da Covid-19.

Para o ano que vem, a projeção foi mantida em 3,50%, ratificando a percepção de que os movimentos recentes não são apenas“transferências” de crescimento de um ano para o outro, mas realmente uma expectativa de recuperação mais intensa no biênio. A produção industrial cresceu 8,9% em junho, com ajuste sazonal, segundo divulgou o IBGE, e o resultado ficou acima das projeções, acompanhado de uma revisão de 7 para 8,2% do dado de maio.

Apesar das manchetes destacarem o vigor dos indicadores antecedentes para o terceiro trimestre, há poucas novidades. Após um tombo da dimensão do que a economia brasileira sofreu entre abril e junho, é natural que haja uma recuperação mais intensa a seguir, especialmente com as medidas de reabertura da economia prosseguindo. Isso não surpreende, dada a exaustão econômica e social com as medidas de isolamento. Afinal, se não é possível afirmar que a pandemia esteja controlada no país, com uma média diária de mortes associadas à doença rodando o patamar de 1000 desde meados de junho, tampouco as projeções mais pessimistas têm se verificado.

A grande incógnita em relação ao PIB está mesmo no último trimestre, quando ainda haverá um grande caminho para a retomada do patamar pré-pandemia. Porém, não há garantias de que o ritmo da recuperação se mantenha. A possibilidade de o auxílio emergencial ser estendido até dezembro (ainda que com valor menor), uma atenuação das tensões políticas e os efeitos defasados do corte de juros na economia real – especialmente em atividades que são muito afetadas pelo custo de capital, como a construção civil – são fatores positivos para o segundo semestre.

Por outro lado, a lenta recuperação dos serviços, a fraqueza do mercado de trabalho e a percepção de deterioração das contas públicas preocupam. Esse último fator, inclusive, pode ser visto no comportamento dos juros futuros, que, apesar da redução dos juros básicos pelo Copom em 0,25p.p. – como esperávamos – subiram no final da semana por conta dos riscos fiscais e alguma deterioração no cenário externo. As projeções para a Selic, aliás, permaneceram em 2,00% para o final deste ano e em 3,00% para o final de 2021, valores diferentes da mediana das instituições Top-5, mostrando que a trajetória da política monetária no Brasil ainda não é tão definitiva.

A projeção para o IPCA, depois da divulgação do índice de julho, se manteve em 1,63%. Para 2021, segue em 3,00%. Por outro lado, a projeção para o IGPM continuou a subir, chegando a 8,76% para 2020 No calendário econômico da semana, destaque para a divulgação da Ata do Copom, amanhã (11/08) e para a PMC, na quarta-feira (12/08), PMS, na quinta (13/08) e IBC-Br, na sexta-feira (14/08), todos com dados referentes ao mês de junho, encerrando a divulgação de pesquisas conjunturais de atividade no segundo trimestre, cujo PIB será conhecido no final deste mês.

Marcos Piangers e Chico Bosco conversam sobre o “novo” pai nos tempos atuais em live especial da Icatu Seguros

Encontro virtual, em homenagem ao Dia dos Pais, contou com a participação do público

Como forma de homenagear os pais e debater os desafios que eles têm vivenciado com a pandemia, a Icatu Seguros promoveu uma live especial e inspiradora com a participação dos influenciadores e jornalistas Marcos Piangers e Chico Bosco. Intitulada “O novo pai” e com tradução em LIBRAS, o encontro virtual trouxe ao público questões que se tornaram comuns nos tempos atuais com a pandemia, como a conciliação da pressão do trabalho em casa com a presença e o controle da ansiedade dos filhos que tiveram a rotina alterada e estão sem poder ir à escola e rever os amigos. Os convidados também contaram suas experiências na paternidade, desde o primeiro momento da descoberta de que teriam filhos até a preocupação com o planejamento financeiro da família. Para proporcionar maior interação e participação da audiência, o público pôde enviar perguntas e reagir ao vivo aos comentários e reflexões da dupla.

Na abertura, Chico Bosco levantou o questionamento do que é ser pai hoje em dia. “Hoje, o pai é mais presente e valoriza dedicar mais tempo aos filhos e à família sem deixar de lado o comprometimento com o trabalho. O novo pai tenta equilibrar essas obrigações. Já antigamente, o papel do pai era assegurado pela responsabilidade do gênero masculino de ser apenas um provedor dos bens materiais, enquanto o amor e a responsabilidade com os filhos cabiam à mãe”, explicou Bosco. 

A mudança da sociedade global, ocorrida na década de 60, mudou esse cenário quando houve uma revolução comportamental em que o feminismo se destacou acarretando no empoderamento feminino. “As mulheres tiveram protagonismo e crescimento no mercado de trabalho e com menos tempo dedicado à casa e até mesmo aos filhos. Por outro lado, passaram a ser também provedoras financeiras da família. Essa mudança provocou um novo conceito de família, incluindo a concepção do real sentido da paternidade. Com o tempo, o conservadorismo foi saindo de cena dando espaço para o surgimento da família moderna, dos tempos atuais, em que os pais também participam da criação dos filhos, o amor e o carinho passam a ser expressados. Assim como se deu a desconstrução dos gêneros e das obrigações de um homem e de uma mulher dentro de casa”, ponderou Bosco. 

O debate estimulou a participação do público. Uma das perguntas questionava se há um meio termo entre a permissividade e o autoritarismo na educação dos filhos, sobretudo nesse período de quarentena em que a família está muito mais tempo junta e, às vezes, os pais ficam mais impacientes. Marcos Piangers explicou que sim:

“É necessário haver esse meio termo porque a imposição do autoritarismo na educação torna a criança muito insegura e sem saber se ela está acertando ou não, já que tem um pai que sempre manda e não dá liberdade aos filhos. Por outro lado, a permissividade transforma a criança em um ser humano que não respeita o todo nem mesmo leis e regras da sociedade, uma vez que dentro de casa ela sempre pôde fazer tudo. Ela foi criada assim e levará esse comportamento por toda a vida”.

A importância com o futuro dos filhos, a maior preocupação financeira e a relevância de se conectar com o que realmente importa em nossas vidas, como a família, que se firmaram com a pandemia, também foram levantadas. Bosco e Piangers reforçaram a importância de viver com simplicidade para ter uma vida boa e longa. “Trabalhar é importante e necessário, mas, nos tempos atuais, o cansaço dos pais está redobrado devido ao trabalho em casa estar sendo conciliado com a educação dos filhos e as tarefas domésticas. Tudo ao mesmo tempo. Mas é importante haver equilíbrio e investir seu tempo na conexão com os filhos de forma leve e produtiva”, diz Bosco.

O influenciador Piangers trouxe ao debate também o que realmente importa na vida para que o aspecto financeiro não seja o fator dominante e motivo de distanciamento familiar por falta de tempo presencial, bem como o que deve ser levado em consideração mais adiante, com o passar dos anos: “Devemos ter essa reflexão em mente para que, de fato, vivamos com tranquilidade até o fim da vida. É preciso ter preocupação com o futuro não apenas na ótica financeira, mas na relação familiar e de trabalho. Para que se, em determinado momento, você achar, por exemplo, que não está mais satisfeito com o seu chefe ou trabalho ter a coragem de sair dali por não acreditar mais nos valores daquele ambiente porque poupou, construiu e tem uma segurança econômica que te proporciona isso”. 

Na live, Piangers reforçou que atenção também é um ato de amor, por isso, com o fim da pandemia, não vê vantagem na retomada de certas normalidades por parte dos pais a fim de prover um alto padrão de vida e oferecer o melhor aos filhos como deixá-los 12 horas em uma creche e trabalhar mais de 15 horas por dia:  “A conexão com a criança é fundamental. A presença é o melhor presente que um pai pode oferecer ao seu filho. Economistas e grandes empresários do século passado vislumbravam três horas de trabalho por dia para que pudesse haver uma boa qualidade de vida e mais tempo dedicado à família, aos filhos”.

Como estratégia para construir uma relação mais firme e próxima com seus filhos, os influenciadores destacaram a realização de atividades presenciais com eles que estimulem interesse e até mesmo o afastamento de equipamentos eletrônicos como smartphones, games e computadores. “O esporte e brincadeiras diversas, além de serem saudáveis, gera diversão, gasto de energia, maior aproximação e vínculo afetivo entre pai e filho”, conta Piangers.

live está disponível no canal do Youtube da seguradora.

Fórum Conexão PME terá transmissão online e gratuita em agosto

Voltado para o universo do empreendedorismo e inovação, o evento convida grandes nomes do setor para fornecer informações, dicas e compartilhar histórias com o público PME

Fonte: Capemisa

O Conexão PME, iniciativa da BandNews em parceria com a CAPEMISA Seguradora e a agência Binder, chega a sua terceira edição nesta quinta-feira, 13, dessa vez em formato 100% online, com transmissão ao vivo, às 20h, nos canais do YouTube da CAPEMISA e da BandNews. Voltado para o universo do empreendedorismo e inovação, o evento convida grandes nomes do setor para fornecer informações, dicas e compartilhar histórias com o público PME.

Para esta edição, Caito Maia, fundador da Chilli Beans e um dos “tubarões” do programa Shark Tank Brasil e Izabel Alvarez, ganhadora do Master Chef Brasil e criadora da marca Magrela Shop, de produtos low carb, trarão seus exemplos de vida para falar sobre motivação, liderança, processo criativo e gestão. Alfredo Soares, sócio da Vtex e Pedro Salomão, idealizador da Rádio Ibiza, que participaram da primeira edição do Conexão PME, voltam no formato online para também integrar o time de palestrantes.  

“A CAPEMISA é uma seguradora especialista em soluções de seguros de vida para pequenas e médias empresas. Mais do que nunca, nesse momento delicado em que vivemos, devemos estar próximos desses profissionais, levando informação de qualidade, dicas e visões de negócio que podem ajudar e inspirar os empreendedores. Nas últimas edições, que tiveram as inscrições esgotadas já no primeiro dia, recebemos o público em nossa sede no Rio de Janeiro. Agora, nos adaptamos a essa nova realidade e vamos realizar o evento de forma online, com a mesma qualidade e entrega”, afirma Mariana Fagundes, Gerente de Marketing da CAPEMISA Seguradora. 

Os interessados podem se inscrever de forma gratuita, acessando o  blog Especialista PME, da CAPEMISA, e aproveitar para conferir ainda mais dicas sobre empreendedorismo. 

Conexão PME –  Transmissão Online

Data: 13/08/2020 

Horário: 20h 

Link para inscrição: https://especialista-pme.com.br/

Liberty Seguros registra sete vezes mais vistorias virtuais durante a pandemia da COVID-19

Opções digitais e acessíveis da companhia facilitam o dia a dia dos consumidores no período de isolamento social

Fonte: Liberty

A crescente adesão dos consumidores pelos serviços e atendimentos digitais demonstram uma tendência que deve se consolidar definitivamente durante e após o período de pandemia que o mundo vivencia. Por isso, a Liberty Seguros investe fortemente em inovação e plataformas que descomplicam a rotina dos clientes e ampliam as opções de negócio para corretores. Atualmente, a companhia oferece mais de 20 funcionalidades em seu aplicativo e no Meu Espaço Cliente, seção do site da seguradora voltado exclusivamente para segurados.

No decorrer da quarentena ocasionada pela COVID-19, grande parte dos clientes da Liberty optou por essas opções digitais de atendimento. Em autovistoria de sinistros, por exemplo, com a qual clientes podem reportar sinistros auto ou residenciais por meio do envio de imagens, o aumento da adesão foi de cerca de 70%. Além disso, a média de uso desse tipo de vistoria atualmente é superior a 2.700 casos mensais, sete vezes mais do que antes da quarentena. O mesmo aumento se repete para as auto vistorias prévias de automóveis, que nos últimos três meses, tiveram representatividade de 99,3% de todas as vistorias realizadas no período.

Além da autovistoria, a seguradora oferece outras funções totalmente online em seu app – há desde informações sobre as coberturas contratadas e manual do seguro, a opções de reprogramação de parcelas, pagamentos online, abertura e acompanhamento de sinistros, e solicitações de assistência.

“A facilidade e agilidade oferecida pela Liberty nestes canais de atendimento são grandes diferenciais que podem ser destacados pelos corretores no contato com os segurados”, reforça Dennis Milan, diretor de operações e sinistros da Liberty Seguros. “Os consumidores estão buscando experiências cada vez mais simples e acolhedoras de com as empresas e o foco da Liberty é atender a esses anseios para que nossos clientes sintam sempre que podem contar conosco “, completa.

Mitsui Sumitomo Seguros comemora 55 anos no Brasil durante live

Fonte: Mitsui Sumitomo

Com o objetivo de se aproximar mais de seus clientes, mesmo que distantes fisicamente, a Mitsui Sumitomo Seguros reuniu no dia 06 de agosto mais de 350 parceiros virtualmente. Helio Kinoshita, vice-presidente da companhia; e Masayuki Nagano, presidente, abriram o evento dando as boas-vindas aos participantes.

Kinoshita teve a oportunidade de apresentar a performance da empresa neste primeiro semestre. “Crescemos 31% dos nossos negócios e atingimos o menor índice de sinistralidade da seguradora mesmo vivendo em um período desafiante como este que o mundo está passando. Isso nos mostra como estamos fortalecidos e preparados”. O executivo também destacou os pilares que norteiam a estratégia da organização. “É em processos, inovação e com foco em nossas pessoas que conseguimos reagir a pandemia, manter vendas e aumentar renovações”, disse.

Giuliano Borro, diretor de TI, Operações e Sinistro da seguradora, apresentou o desempenho do produto Auto. “Hoje contamos com mais rapidez para apresentar soluções de seguros aos nossos clientes, tendo agilidade também para encontrar a melhor precificação e ganhar em competitividade”, reforçou.

Mauro Caetano, diretor técnico da empresa, trouxe as novidades. “Vamos lançar o produto Garantia neste mês e estamos felizes também com o desenvolvimento dos negócios digitais”, afirmou.

Toda a equipe comercial da companhia esteve presente virtualmente para reforçar o posicionamento da seguradora: #tomonimss. Tomoni é estar junto, no idioma japonês, e esta filosofia está empregada em tudo que a organização faz.

O evento também comemorou os 55 anos da empresa japonesa aqui no Brasil. Uma dinâmica com um símbolo da cultura oriental, o Daruma, foi realizada com os convidados para reforçar a campanha externa da empresa onde se destaca que com a Mitsui Sumitomo Seguros todos têm muitos bons motivos para alcançar o que quiser. 

Ao final, o palestrante Dado Schneider colocou todos para refletirem sobre o novo, e complexo, cliente e outros temas.