Pandemia reafirma o potencial das insurtechs, segundo Henrique Volpi

O mercado de seguros tem se transformado durante a crise do COVID-19. As insurtechs saem na frente para oferecer ofertas personalizadas e mais assertivas.

Fonte: Kakau

O setor de seguros não tem a fama de ser inovador. Porém, aos poucos, este mito está caindo por terra, muito principalmente por causa das insurtechs: startups que se dedicam a integrar seguros e novas tecnologias. Elas vieram para promover a desburocratização dos serviços, simplificando a vida dos clientes e propondo um modelo inovador de negócios. 

Segundo o relatório da Willis Towers Watson, o investimento em insurtechs atingiu US$ 6,7 bilhões Estados Unidos ao longo de 2019. E o aumento da penetração de startups no setor de seguros apresenta um desafio para as seguradoras tradicionais. Além disso, espera-se que o setor de seguros seja tecnologicamente revolucionado nos próximos 5 a 10 anos.

No Brasil a Superintendência de Seguros Privados (Susep) já entendeu o potencial das insurtechs, tanto que vem discutindo, desde 2019, a realização de um sandbox regulatório. 

“O termo refere-se à flexibilização de normas regulatórias vigentes, com o objetivo de permitir que empresas de tecnologia desenvolvam novos serviços sem desrespeitar as regras vigentes”, explica Henrique Volpi, co-fundador e sócio da Kakau Seguros. Lançado em março deste ano, a decisão foi postergada por conta da pandemia. E ainda não há uma data certa para a sua retomada.

Inclusive o coronavírus tem sido responsável pela aceleração do processo de transformação tecnológica no setor, tornando cada vez mais possível o avanço dos seguros digitais. 

“A palavra de ordem agora é inovar para não perder vendas! Dessa maneira ganham espaço as plataformas de atendimento, como também a possibilidade de pesquisar as mais diversas ofertas e valores, fechando o negócio online mesmo”, comenta o executivo.

Além de tornar o ecossistema de seguros mais acessível ao cliente a oferta digital também promete acelerar três tendências:

1- Popularização de tecnologias disruptivas 

“Já é realidade entrar em contato com uma central de atendimento e conversar com naturalidade com um robô dotado de inteligência artificial”, conta Volpi. Outras tecnologias que se popularizarão são a Internet das Coisas (IoT), telemática e Big Data, entre outras.

2- Transformação na maneira de vender e consumir seguros

Em agosto de 2019, a Susep aprovou a regulamentação dos seguros intermitentes, o que possibilitou o oferecimento de apólices acionadas de acordo com a conveniência do consumidor. “Isso significa que os seguros podem ser consumidos como um serviço, uma assinatura, por dia, hora ou mesmo pedalada, podendo ser pausado quando se desejar”, explica o executivo. 

3- Melhor análise de riscos

Um dos principais desafios é buscar maneiras de se adaptar às novas demandas dos clientes para atendê-los. E uma melhor análise de riscos já tem sido colocada em prática. “A partir da instalação de aplicativos que avaliam a maneira como uma pessoa dirige é possível dar descontos para quem oferece riscos menores” pontua.  

Insurtechs vão conquistar uma fatia maior do mercado

Segundo a PWC, 3 entre cada 4 seguradoras acreditam que parte de seu negócio corre o risco por causa das insurtechs. “As insurtechs, por serem mais enxutas, conseguem se movimentar e atender às necessidades do cliente com mais rapidez do que uma seguradora tradicional. Isso traz uma diferenciação que levará a conquistar uma fatia ainda maior do mercado de seguros nos próximos anos”, prevê Volpi. 

MAG Live: perspectivas e investimentos em relação à previdência complementar

Debate promovido pela MAG Investimentos trata sobre os impactos e tendências econômicas e financeiras do atual cenário

Fonte: MAG Seguros

A nova edição da MAG Live, realizada nesta quinta-feira (25/6), abordou o tema ‘Previdência Complementar como Alavanca para Investimento’. Participam do debate o Subsecretário de Previdência Complementar do Ministério da Economia, Paulo Valle, o Diretor- Presidente da Abrapp e diretor da MAG Fundos de Pensão, Luís Ricardo Marcondes e a estrategista da MAG Investimentos, Patrícia Pereira. 

O fórum teve como objetivo informar o público sobre as principais notícias do cenário político e econômico, para que os investidores se tornem protagonistas do seu próprio futuro. 

O subsecretário Paulo Valle abriu o fórum comentando sobre a implementação da reforma da Previdência em estados e municípios. “Começamos o processo para que os entes façam a sua previdência. Atualmente, há 19 em funcionamento e quase 30 em processo de instituição destes regimes. Nesse momento, estamos muito mais focados na divulgação do guia de orientações, que tem o objetivo de ser o facilitador desse processo”, afirmou o Subsecretário sobre a criação do guia que contou com a colaboração da MAG Investimentos. 

“Como teremos eleições municipais esse ano, acreditamos que qualquer decisão deve ser tomada depois do pleito. A partir do ano que vem, acreditamos ser possível acelerar esse processo de instituição”, complementou. 

Valle sinalizou ainda que estados e municípios devem se planejar para a instituição da previdência. “Temos uma preocupação muito grande com o custo. Por meio do CNPC – Conselho Nacional de Previdência Complementar -, criamos alguns parâmetros, incentivamos que o ente se integre aos poucos. O ideal é aderir ao plano primeiro, depois pensar em um plano exclusivo e só então buscar a criação de uma entidade. É de grande importância esse processo de consolidação para garantir o custo menor para os participantes”, afirmou. 

Luís Ricardo Marcondes, ressaltou a perspectiva para a Previdência complementar no Brasil. “Temos uma grande janela de oportunidades, um momento histórico com a necessária Reforma da Previdência. A longevidade está aí e, dentro desse cenário, as pessoas precisam ter qualidade de vida. Quando atingirem a idade da aposentadoria, certamente vão viver mais e com menos. A previdência complementar se coloca para atender uma demanda reprimida”, disse. 

Marcondes avaliou ainda o cenário atual. “O sistema vinha no seu melhor momento pré-pandemia, evoluiu demais e se aprimorou nos últimos anos. Agora vivemos outra janela de oportunidade com a pandemia. O que as pessoas querem é proteção, assistencialismo, solidariedade. E isso está no nosso DNA”, concluiu. 

Em relação às preocupações do mercado financeiro e suas perspectivas, a estrategista Patrícia Pereira trouxe um contexto educativo sobre a diferença entre Fundos de Mercado e Previdência Complementar. Ela reforçou que a Renda Fixa é uma categoria de investimento e não a previdência, ressaltando a importância de entender o que cada um é antes de investir e a tabela que deve ser seguida neste investimento. 

A estrategista ainda mencionou a importância e os benefícios que o investimento traz. “Investir em previdência privada tem o incentivo tributário de 12% no pagamento de imposto de renda. Caso o participante tenha acesso a planos de benefícios patrocinados pelo seu empregador, terá o benefício da contrapartida deste. Em relação a benefícios, o produto previdência não acaba na acumulação. O plano sucessório faz com que a previdência não entre em inventários, para o caso de morte do titular, a previdência vai automaticamente para os herdeiros do título, sem a necessidade de aguardar pela burocracia”, explicou . 

Ao final, o subsecretário pontuou a importância do CRP – Certificado de Regularidade Previdenciária – para a fiscalização e controle da previdência. Com a Lei de Responsabilidade Previdenciária, todos os entes precisarão estar em dia com seu CRP para realizarem operações junto à União. “Estamos muito focados na agenda de fortalecimento do setor de previdência no Brasil. E mediante a concorrência entre esses mais de trezentos entes, com certeza isso irá refletir em benefício para o participante e fortalecer ainda mais essa agenda”, disse Valle. 

Para encerrar, Luís Ricardo lembrou a importância do momento atual para o mercado brasileiro e no mundo. “No cenário atual em que o mundo vive, o setor privado será o grande protagonista do crescimento econômico brasileiro. Precisamos nesse cenário buscar incentivos tributários e fiscais,” concluiu. 

CNseg completa 69 anos

Uma trajetória que acompanha o progresso do País

Fonte: CNseg

A Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, a entidade de representação máxima do setor segurador brasileiro, comemora nesta quinta-feira, 25, seu 69º ano de fundação. Nasceu como Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta (Fenaseg) em 25 de junho de 1951, em meio a enormes transformações ocorridas no País e como resposta ao espírito desenvolvimentista da época. A década de 50 foi marcada por grandes transformações. O ano de 1951, abriga o surgimento, por exemplo, da Lei Afonso Arinos, pioneira contra o racismo no Brasil. Em 1952, foi criado o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (atual BNDES).  No ano seguinte, é fundada a Petrobras. Já em 1954, ganhava destaque a atuação do setor segurador no meio rural, com a constituição da Companhia Nacional de Seguro Agrícola (CNSA). 

Para atender uma necessidade de atualização do modelo de representação, a partir de 2008, a Fenaseg passou a ser o braço sindical e a CNseg foi criada para ser o braço associativo. O papel primordial da CNseg é atuar nacionalmente, em nome dos interesses das Federações segmentadas (FenSeg, FenaPrevi, FenaCap e FenaSaúde), que representam empresas de Seguros, Previdência Privada Complementar Aberta e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização.  Sua missão é contribuir para o desenvolvimento do sistema de seguros privados, representar suas associadas e disseminar a cultura do seguro, concorrendo para o progresso do País. Hoje o setor de seguros é líder em arrecadação de prêmios na América Latina e ocupa o 16º lugar no ranking mundial. Além disso, o setor acumula ativos que equivalem a 25% da dívida pública brasileira.

Ao longo de sua história, a Confederação fomentou debates sobre temas como tarifa de seguro contra incêndio (1969), seguro de vida (1977) e muitos outros tópicos pertinentes para as seguradoras, os consumidores e o País. O Centro de Documentação e Memória do Mercado Segurador (CEDOM) da CNseg (cnseg.org.br) apresenta mais informações sobre a trajetória da CNseg. 

Corretor deverá informar valor da comissão ao consumidor de seguros

Rafael Scherre. Susep

A partir de 1º de julho será obrigatório ter esta informação no contrato, sem caráter punitivo. A Susep vê este período como educacional

Poucos consumidores sabem quanto pagam de comissão aos vendedores no mercado financeiro, como em seguros e corretoras de investimentos. Já impostos todos estão mais conscientes depois de tantas campanhas educativas nos últimos anos. Corretores de imóveis também, pois a divulgação nos contratos de compra e venda passou a ser padronizado e obrigatória.

No mercado financeiro, o tema “conflito de interesse entre intermediários e consumidores” está na pauta do dia. Em seguros, a resolução 382, divulgada em março deste ano pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), entra em vigor a partir do dia 1º de julho. A norma estabelece princípios a serem observados pelas seguradoras e intermediários no que se refere ao relacionamento com o cliente. Armando Vergílio, presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), anunciou que solicitou a suspensão do início da vigência da regra da Susep. “Protocolamos ofícios solicitando formalmente que essa resolução não entre em vigor durante a vigência da pandemia”, revelou Vergilio em uma live realizada no último dia 24.

Já as corretoras de investimentos, que atuam com agentes autônomos, parecem querer antecipar uma regra semelhante ainda em discussão na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) diante da briga explícita iniciada na última terça-feira entre Itaú Unibanco e XP Investimentos, que por sinal são sócios. O Itaú veiculou um comercial dizendo que há um conflito de interesses na função de assessor de investimentos, uma vez que as corretoras “pagam comissão para seus assessores de acordo com os investimentos feitos pelos clientes”. Para alcançar a nossa missão, contamos com mais de 7.000 assessores independentes, que trabalham incansavelmente para trazer as melhores oportunidades para os investidores”, defende o CEO da XP, Guilherme Benchimol, em suas redes sociais.

Em nota, a Associação Brasileira de Agentes Autônomos de Investimentos (ABAAI) afirmou repudiar a propaganda veiculada pelo Itau “injuriando o trabalho de mais de 12 mil profissionais certificados e credenciados”. Também em nota, a Associação das Corretoras (ABAAI) afirmou que o papel dos agentes autônomos de investimento é fundamental para o crescimento da base de investidores no mercado de capitais e um elo vital entre investidores e produtos e serviços disponíveis.

Apesar de corretoras de seguros e corretoras de títulos mobiliários terem muitas diferenças regulatórias, de responsabilidade e de atuação, o tema é o mesmo: a transparência com o cliente, que precisa saber o quanto paga pela consultoria prestada, segundo estabelecem os reguladores locais e mundiais. Em contratos corporativos este tema é ultrapassado. Os clientes negociam este valor. O problema esta nos contratos do varejo, principalmente em seguros de carro, residência, vida, pequenos comércios.

Divulgar o valor da comissão causa muitas discussões em grupos de WhatsApp, comunidades de corretores no Facebook e também nas lives e webinars realizados pelo setor. O principal tema das perguntas aos seguradores é: vocês vão divulgar a comissão na apólice? Em um webinar promovido pela CNseg, a confederação das seguradoras, o presidente Marcio Coriolano informou que as seguradoras nao sao obrigadas a nada. “Quem será obrigado a falar para o cliente quando cobra de comissão é o corretor”, explicou. Mas esclareceu que “certamente a Susep poderá pressionar as seguradoras para ter a certeza de que seus vendedores estao cumprindo as regras”.

Diante de tanta polêmica nos grupos de corretores, que ainda não entendem como deverão proceder a partir da semana que vem, o blog Sonho Seguro foi perguntar para a Susep. Rafael Scherre, diretor de Supervisão de Conduta, explicou que a resolução tem o principio de trazer um tratamento adequado ao cliente. Ela se baseia em princípios internacionais, como o conceito suitability, já implementado nos bancos em relação a investimentos, bem como institucionalizar o ambiente de governança e princípios de transparência que estão explícitos nas regras exigidas pelos normativas da defesa do consumidor.

A Susep, por exemplo, faz parte da International Association of Insurance Supervisors (IAIS), uma organização voluntária de definição de padrões, orientada por membros, supervisores e reguladores de seguros de mais de 190 jurisdições em mais de 140 países. O que lá é definido, geralmente passa a ser adotado pelos países com elevado grau de confiabilidade para investidores.

Em março, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou uma espécie de guia sobre as melhores práticas de governança corporativa que devem ser adotadas pelas empresas. “Há um tópico somente com recomendações sobre intermediários e abertura de informações para evitar conflitos de interesse e assim beneficiar o consumidor”, ressalta. “Não se trata de gostar ou não da mudança. Ela é uma exigência de órgãos reguladores ligados ao consumo no Brasil e no mundo”, explicou Scherre.

Mas como será então a tal da divulgação?, questionam os corretores. A norma não estabelece se tem de ser percentual ou o valor nominal. Diz apenas que tem de divulgar a remuneração do intermediário antes da aquisição. “O Código de Defesa do Consumidor determina que o consumidor tenha mais informações antes de comprar”, reforça a Susep. “Como isso será feito faz parte das negociações entre seguradoras e corretores. Mas iremos observar se a regra esta sendo cumprida”, enfatizou Scherre.

Seguradoras e corretores queriam um tempo maior para adaptar sistemas. Depois de muitas conversas com todos do mercado, a Susep combinou com as instituições que até o final do ano será um período educativo, com a norma em vigor. “Será uma supervisão de forma orientativa. Sem multas ou cliente oculto para saber que a norma está sendo cumprida”, informou.

A Resolução, além das sanções já previstas em outras normativas, traz que o descumprimento dos parâmetros de adequação de tratamento ao cliente trazidos por ela poderão resultar em sanções de R$ 10 mil a R$ 500 mil. Mas essas multas só serão aplicadas após o período educativo. “O objetivo da norma é transformar a cultura. Com corretores e seguradoras atentos a cumprir esta transparência com o consumidor, a punição passa a ser inexistente”, argumenta.

Em 2019, o setor registrou cerca de R$ 25 bilhões pagos em comissão. Uma média de 20% por negociação. Há muitas contestações destes números. Mas, com a adoção do Sistema de Apolice Online, previsto pela Susep para breve, esta informação poderá ser acompanhada de forma online e contrato por contrato, segundo estimam especialistas que acompanham a construção do sistema.

A Susep também iniciou neste ano o cadastramento dos corretores de seguros. Dos 100 mil computados pela Fenacor, cerca de 48 mil já se cadastraram no sistema.

Desregulamentação – A Susep iniciou ontem um ciclo de reuniões virtuais com supervisores e organismos internacionais do setor de seguros. O objetivo é buscar alinhamento com práticas internacionais que estimulem a livre competição e uma regulação mais eficiente e moderna para o Brasil, tratando inclusive de questões relacionadas ao enfrentamento do Covid-19, para avançar nos processos de evolução do mercado nacional.

A agenda conduzida pela superintendente Solange Vieira e os diretores técnicos da autarquia foi iniciada com a chefe do secretariado do Comitê de Seguros e Previdência da OCDE, Mamiko Yokoi-Arai. Um dos destaques da conversa foi  a desregulamentação do setor, principalmente em grandes riscos.  As próximas reuniões devem acontecer ao longo do mês de julho e envolverão a EIOPA (Europa), NAIC (EUA) e Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Suíça, e os estados de Nova Iorque, Califórnia e Texas.

Anbima – Hoje, a ANBIMA, Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais que representa as instituições do mercado de capitais brasileiro, divulgou um manifesto em que defende o aprimoramento das regras que norteiam as atividades do consultor e do agente autônomo. Para este último, pregamos a multipreposição, que permitiria que ele possa trabalhar com mais de uma instituição financeira caso queira. “Também defendemos a transparência ao investidor, seja na abertura das informações quanto à remuneração dos agentes autônomos, dos consultores e demais profissionais de distribuição das instituições financeiras. A transparência também deve alcançar os custos envolvidos nas operações. Acreditamos na transparência como norte para a atuação das instituições, especialmente no relacionamento com o cliente – é esse o posicionamento que a ANBIMA persegue na construção das regras de autorregulação e nas propostas de aprimoramento à regulação”, diz o texto.

Porto Seguro fecha parceria com Volkswagem para seguro do modelo Nivus

A oferta é válida de 25 de junho até durarem o estoque dos veículos em pré-venda

A pré-venda do crossover compacto Volkswagen Nivus começará no dia 25 de junho e terá uma novidade para quem adquirir o veículo até o final do estoque: seguro grátis do Porto Seguro Auto por um ano*. Mais do que isso, os compradores também terão valor de 0km estendido de 6 para 12 meses e leva e traz para revisão do veículo – exclusiva para a parceria com a VW; além dos benefícios aos segurados Porto Seguro como: serviços a residência, linha básica e linha branca, 10 dias de carro reserva ou créditos em app de transporte. 

Mas a parceria entre montadora e seguradora vai além. Os clientes da Porto Seguro que adquirirem o Volkswagen Nivus terão acesso ao App da Porto Seguro por meio do VW Play, avançado sistema de informação, entretenimento e serviço que opera praticamente todos os formatos de mídia.  Ou seja: a partir desse sistema, que traz para o painel do veículo o que antes estava apenas no celular, será possível que o segurado Porto Seguro possa acionar o socorro como guincho e troca de pneu.

“Se por acaso for necessária uma assistência na estrada – assistência 24h para solicitação de guincho (com km ilimitado) – basta abrir o aplicativo no VW Play e escolher o serviço. Assim, não precisa ficar preenchendo o endereço do local, pois o aplicativo já verifica a posição GPS da antena do Nivus, de maneira muito mais precisa”, explica Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto. “Essa novidade reforça a nossa estratégia de investimento em tecnologia e inovação em nossos canais digitais de autoatendimento, trazendo mais agilidade e facilidade ao segurado”, completa.

O Porto Seguro Auto, que observa o comportamento dos clientes, tem investido constantemente em inovação, alinhando tal percepção a práticas que valorizam os serviços e o atendimento a fim de facilitar o dia a dia dos segurados. “Essa é mais uma opção para apoiar as pessoas e reafirmar nosso compromisso de cuidar do patrimônio e, principalmente, estar presente a qualquer momento”, diz Jaime.

 O prêmio do seguro será quitado conforme campanha promocional descrita no Regulamento Pré-Venda Nivus, disponível em https://www.vw.com.br/pt/carros/nivus.html.  Condição elegível para: veículo Volkswagen Nivus 0km, valor referenciado de mercado – Fipe 100%, cobertura compreensiva, RCF-V Danos Materiais e Corporais a terceiros no valor de R$ 100.000 cada, Acidentes Pessoais a Passageiros (APP) no valor de R$ 5.000 por passageiro, assistência 24h – Essencial (cláusula 31), Cobertura de Vidros (cláusula 76) e franquia obrigatória de 50%, As contratações que não forem realizadas com as regras descritas, não serão elegíveis à condição. Consulte região de abrangência, detalhamento do produto, condições e coberturas com um corretor de seguros. Processo Susep: 15414.100233/2004-59 − Automóvel (Ramo 0531) Valor de Mercado e Valor Determinado garantidos pela Porto Seguro Cia. de Seguros Gerais S.A. – CNPJ: 61.198.164/0001-60.

Série “O que mudou com o Covid-19”: Tokio Marine

ferrara Tokio marine

O blog Sonho Seguro fez um levantamento sobre como as seguradoras têm lidado com as consequências da crise do novo coronavírus. A quarta entrevista desta série foi José Adalberto Ferrara, CEO da Tokio Marine.

Quais as ações de voluntariado das seguradoras em tempos de isolamento?

Estamos vivendo uma crise de saúde sem precedentes onde, mais do que nunca, a solidariedade é um valor que deve ser partilhado por todos. Enquanto Companhia, sabemos do nosso papel mobilizador e da importância de estimularmos essas atividades entre nossos Colaboradores. Dessa forma, lançamos a campanha De Resolvedor para Resolvedor (forma pela qual tratamos os Colaboradores da Tokio Marine), que tem como foco o compartilhamento de iniciativas sociais com o objetivo de encontrar apoiadores ou até mesmo incentivar as pessoas a fazerem algo parecido. Criamos uma plataforma interna de divulgação de informações sobre a covid-19, na qual são compartilhadas iniciativas do time, como a fabricação e distribuição de máscaras caseiras, fabricação e doação de EPI´s como face shield e doação de alimentos e produtos de higiene, entre outras atividades.

Participam de algum grupo de doadores? Quais? Detalhe.

Em uma ação simbólica de reconhecimento e agradecimento pelo trabalho dos profissionais de saúde durante a pandemia, fizemos uma doação de seis mil Ovos de Páscoa aos funcionários do Hospital das Clínicas, em São Paulo. A entrega dos chocolates ocorreu no dia 12 de abril, Domingo de Páscoa.
Recentemente, a Tokio Marine Holdings criou um fundo mundial cuja finalidade é o investimento em ações humanitárias contra os impactos da Covid-19 em todos os 45 países nos quais o Grupo atua. Assim, a nossa Matriz investirá 50% a mais do valor das doações dedicado por cada operação. Desta forma, estamos avaliando criteriosamente as opções de entidades para fazermos uma doação em nome da Tokio Marine Seguradora no Brasil. 

Qual a experiência de áreas tradicionalmente fixas no escritório, agora em home office, como sinistros, operações, etc?

Desde o início da pandemia, nosso grande desafio foi, em primeiro lugar, preservar a saúde de mais de 2,3 mil Colaboradores, Corretores, Assessorias e Clientes. Além disso, era muito importante garantir a integralidade da nossa operação para continuarmos a cumprir a nobre função de oferecer proteção à sociedade. Dessa forma, desde o decreto da Organização Mundial da Saúde (OMS), estabelecemos o trabalho em regime remoto, graças a uma sólida infraestrutura de tecnologia e ao enorme espírito de cooperação de toda a nossa equipe. A Tokio Marine já tinha o home office como uma prática parcial e o grande desafio foi colocar todos trabalhando em casa, simultaneamente, em um curto espaço de tempo. Em uma movimentação de menos de 48 horas, implementamos um Plano de Continuidade de Negócios que colocou praticamente 100% do time Tokio Marine trabalhando em casa, mantendo os índices de produção e a qualidade da prestação de serviços aos nossos Corretores, Assessorias e Clientes. Um exemplo de operação que era realizada integralmente no escritório e que teve grande sucesso de adaptação foi a do nosso Contact Center. Temos hoje 450 pessoas exercendo essa função de suas casas. A solução que encontramos foi possibilitar que os Colaboradores façam o atendimento por um canal de dados e não por voz, de posse de um computador e um SoftPhone. 

Como as empresas estão mantendo a proximidade das equipes e se comunicando em tempos de isolamento?

Na Tokio Marine, o espírito de colaboração de toda a equipe foi fundamental para o sucesso dessa movimentação que descrevi. Todos sempre estiveram bastante engajados e abertos a apoiar as decisões do Comitê Gestor do Plano de Continuidade de Negócios da companhia. Estabelecemos uma rotina de comunicação entre Gestores e Colaboradores, incluindo a criação de uma ferramenta chamada “Diário de Bordo”, pela qual há um compartilhamento de informações sobre a operação de cada uma das áreas que compõem a Tokio Marine. Cada decisão tomada é comunicada integralmente aos Colaboradores por informativos digitais. O Blog Covid-19 é uma iniciativa do RH que também nos mantém muito próximos no dia a dia. Outra forma de nos mantermos próximos é cuidar da saúde mental e física de nossos Colaboradores. Dessa forma, também disponibilizamos atendimentos on-line com o médico da família, ginástica laboral, serviços de psiquiatria e assistência social, entre outros benefícios. E por fim, acredito que contribuiu muito para a motivação do time o fato de que a Tokio Marine foi uma das primeiras empresas do Brasil a aderir ao manifesto #NÃODEMITA. Neste momento especialmente difícil, é essencial proporcionar aos nossos Colaboradores a tranquilidade necessária para que preservem a saúde e continuem exercendo suas funções com segurança.

Como minimizar o impacto nas vendas neste momento: campanhas, treinamentos on-line, incentivo de vendas, visitas virtuais. 

Considerando este aspecto, eu gostaria de parabenizar toda a indústria securitária -Seguradores, Resseguradores, Corretores, Assessorias, Prestadores de Serviços-, por em tão pouco tempo colocar praticamente todos seus Colaboradores em Home Office e disponibilizar integralmente os Canais Digitais, permitindo que os Corretores e Assessorias continuem prestando Serviços de Excelência aos seus Clientes! Isso só demonstra o quão atualizada tecnologicamente está a nossa indústria, e o quanto o nosso mercado está disposto a enfrentar, combater e, com certeza, vencer as adversidades apresentadas por esta crise sanitária.

E com o corretor?

A Tokio Marine sempre apoia o Corretor por meio da tecnologia, oferecendo ferramentas digitais para ajudá-lo a aumentar a capilaridade de seus serviços e fechar cada vez mais negócios. Nosso compromisso em capacitar os Corretores não é somente sobre produtos, mas também sobre transformações digitais. Temos uma área especialmente dedicada ao treinamento comercial dos Corretores e Assessorias que, desde 2013, oferece além das modalidades presenciais de treinamento, webinars e vídeos disponíveis em nossas plataformas aos mais de 33 mil Corretores que trabalham conosco. Com o anúncio da pandemia, passamos a focar exclusivamente nos formatos on-line, intensificando os treinamentos de produtos como Empresarial, Garantia e Imobiliário para que o Corretor tenha alternativas de vendas, diante da estagnação que está afetando a carteira de Automóvel em todo o mercado. Esses treinamentos se adaptam às necessidades dos Corretores de forma bastante flexível –  ele pode assistir do celular, tablet, computador, etc. Neste período de quarentena, temos registrado um excelente engajamento, com o dobro na média de audiência. 

Com o distanciamento, eventos presenciais estão proibidos. Poderão ser online? Se já estão agendados, passar mais detalhes

Assim como tomamos medidas para atender integralmente nossos Clientes neste período, nossos esforços também estiveram sempre voltados para que Corretores e Assessorias tivessem o menor impacto em suas vendas e operações desde o decreto de pandemia e o início do período de quarentena. Assim, estamos viabilizando todas nossas atividades e eventos de forma on-line. Recentemente, realizamos uma edição virtual do Expertise PJ que foi muito bem sucedida. Além de apresentarmos as medidas que estão sendo adotadas para fazer frente à pandemia de Covid-19, destacamos as novidades da carteira Pessoa Jurídica.

Que tipo de ações acreditam que o governo poderia endereçar para ajudar o setor segurador?

Penso que, de forma geral, todo setor empresarial está preocupado com a retomada da atividade econômica, ao mesmo tempo que é fundamental considerarmos o aspecto social dessa crise. Recentemente, o presidente da CNSeg, Marcio Coriolano, afirmou que a indústria de seguros é uma força essencial de estabilização da economia, principalmente em momentos de crise, fornecendo segurança a médio e longo prazo, depoimento com o qual concordamos integralmente. O Brasil sem dúvidas terá condições de, como acontece nos países mais cientes da importância do seguro no suporte ao crescimento, contar com a força do nosso setor para recuperar o PIB durante o pós-pandemia.

Diante das dificuldades sociais, há alguma ação junto a clientes para mitigar riscos de desordem social?

Um dos pilares da filosofia do Grupo Tokio Marine é o compromisso de “Olhar Além do Lucro”. Sabemos que nossa principal função social como Seguradora é proteger Pessoas e Empresas e que não há como reparar o dano emocional decorrente de um cenário de crise como este, mas é fundamental cuidar de quem sofreu uma perda e permitir a reconstrução financeira dos locais atingidos e possibilitar a manutenção da atividade econômica.  Nesse sentido, adotamos uma série de ações para os segmentos de Massificados e Produtos Pessoa Jurídica, a fim de flexibilizar os processos e facilitar a realização de negócios dos nossos Parceiros e a garantia da proteção aos Segurados. Uma das mais importantes foi a decisão de indenizarmos os sinistros decorrentes da contaminação por Covid-19, especificamente nas coberturas contratadas de Morte, Funeral e Diárias de Internação Hospitalar, dos Seguros de Vida nos ramos de Vida em Grupo, Vida Individual, Prestamista, Educacional e Condomínio.

Na carteira de Produtos Massificados, as principais medidas foram a ampliação dos recursos digitais que permitem a realização de inspeções remotas e vistorias on-line em caso de sinistros; a preservação do preço anterior para renovações de apólices, ou o valor da cotação atual, caso ele seja menor, nos produtos Auto, Residencial e Condomínio; a dispensa de Vistoria Prévia para todas as renovações de congêneres de veículos com mais de 10 anos nos produtos Individual e Frota; a flexibilização das regras de sinistros do Tokio Marine Aluguel diante de condições de negociação amigável de encargos entre inquilinos e proprietários; e a dispensa de inspeção para casas dentro de determinadas condições. 

Já na carteira de Produtos Pessoa Jurídica, adotamos a alteração das regras de dispensa de inspeção para o Seguro Empresarial e a mudança de valores para o segmento de comércio, fábricas e depósitos. Também adotamos a ampliação dos recursos digitais que permitem a realização de inspeções de risco remotas; vistorias on-line em caso de sinistros; parcelamento em até seis vezes sem juros para todos os produtos da carteira de Seguros Patrimoniais e de Responsabilidade Civil, além do D&O;

No seguro Transporte, prestamos suporte na proteção e guarda da mercadoria por até 48 horas, para casos nos quais os motoristas sejam acometidos pelos sintomas da Covid-19 ainda em trânsito.

São iniciativas que reforçam nosso compromisso com a continuidade dos negócios de nossos Corretores e Assessorias, além de apoiarem nossos Clientes em um momento tão difícil. 

Há recomendações sobre os riscos de retomada das atividades? quais?

A Tokio Marine no Brasil vai respeitar as orientações dos órgãos públicos quanto à manutenção da quarentena e eventual retorno ao escritório. Temos hoje uma operação funcionando com 100% de sua capacidade em home office e, portanto, sem pressa para voltar a operar do escritório até que a situação esteja normalizada. Nossa prioridade é evitar a propagação do coronavírus. No momento mais adequado, voltaremos ao escritório, mas de forma gradual e cautelosa, tendo a saúde como prioridade número um e com todas as medidas de preservação da saúde adotadas.

A crise abre oportunidades. Há interesse em aquisições que possam surgir no pós Covid?

Neste momento, nossos esforços estão concentrados em preservar a saúde do time, viabilizar a continuidade dos negócios dos nossos mais de 33 mil Parceiros e oferecer tranquilidade para os segurados. Esta crise vai passar e eu posso garantir que a Tokio Marine continuará de olho em oportunidades e investindo no Brasil para oferecer soluções de excelência que protejam a Vida e o Patrimônio das Pessoas e Empresas. Eu sou um otimista por natureza e tenho certeza absoluta de que sairemos diferentes e mais fortalecidos dessa situação, social e economicamente falando.

Mapa estabelece critérios e procedimentos para regulação de sinistros em seguro rural

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Para Rodrigo Motroni, vice-presidente da NEWE Seguros, a mudança traz maior clareza e uniformidade de procedimentos ao mercado

Uma semana depois de anunciar o Plano Safra 20/21, com a subvenção ao Prêmio do Seguro Rural com um acréscimo de 30% no valor, chegando a R$ 1,3 bilhão, o maior montante desde a criação do programa de subvenção ao seguro rural, o Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural divulgou no último dia 22 a Resolução nº 73, que altera dispositivos de outras normas, que trazem desafios para as seguradoras em termos operacionais para cumprir as novas exigências. “Mesmo trazendo alguns desafios de ordem sistêmica e operacional, vemos com bons olhos a atuação do MAPA no sentido de trazer maior clareza e uniformidade de procedimentos ao mercado”, afirma Rodrigo Motroni, vice-presidente da NEWE Seguros.

Segundo ele, o Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural do Ministério da Agricultura na figura de Pedro Loyola discutiu amplamente com o mercado os pontos tratados nessa resolução, principalmente no que diz respeito aos prazos estabelecidos para o tratamento das ocorrências de sinistros, visando adequar o mercado as necessidades e realidade do campo e trazer padronização.

“É muito importante para o desenvolvimento sustentável do mercado de seguro agrícola que todos os entes dessa cadeia, corretores, segurados, seguradores, resseguradores tenham clareza quanto aos seus direitos e obrigações bem como, que haja o máximo de transparência nessa relação evitando assim discussões e judicializações desnecessárias. Nesse sentido, o MAPA vem fazendo um excelente trabalho ao fomentar o diálogo com o mercado privado e apoiar o desenvolvimento de novos produtos e soluções para a mitigação de riscos”, finaliza Motroni.

O seguro rural protege o produtor contra perdas causadas por fenômenos adversos da natureza até o limite máximo de indenização contratado. Além da atividade agrícola, o seguro rural abrange também a atividade pecuária, o patrimônio do produtor rural, seus produtos, o crédito para comercializar a produção e o risco de morte dos produtores. Ao contratá-lo, o produtor tem a possibilidade de recuperar o capital investido na sua lavoura ou empreendimento ante a perda da produção por conta de uma chuva mais forte ou de uma seca mais prolongada. O prejuízo pode ser evitado ou, no mínimo, reduzido.

O Mapa também trabalha para qualificar os peritos e melhorar o zoneamento agrícola, requisito para receber o seguro. Na próxima safra o programa pode chegar a atingir 300 mil produtores, 21 milhões de hectares e R$ 58 bilhões em riscos segurados. 

Abaixo a íntegra da resolução.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural

Resolução nº 73, de 22 de junho de 2020

Altera dispositivos da Resolução nº 21, de 9 abril de 2009; altera dispositivos da Resolução nº 40, de 18 de novembro de 2015; e dá outras providências.

O Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural – CGSR, no exercício da competência que lhe confere o parágrafo 1º, do artigo 1º, da Resolução nº 65, de 11 de março de 2019, observado o disposto no inciso IV do artigo 5º do Regimento Interno do CGSR, editado pela Resolução nº 5, de 3 de agosto de 2005, resolve:

1º Alterar os critérios e procedimentos para o fornecimento de informações de sinistros em operações de seguro rural beneficiadas pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Art. 2º Os artigos 2º e 3º da Resolução nº 21, de 9 abril de 2009, passam a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 2º A partir de 1º de janeiro de 2021, as seguradoras ficam obrigadas a informar ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, por meio do Sistema de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural – SISSER, os dados referentes às apólices beneficiadas pelo PSR com ocorrência de sinistros avisados e/ou liquidados, conforme orientações dispostas no anexo desta Resolução e no manual de utilização de serviços do referido sistema.

Parágrafo único. Os dados de que trata o caput, referentes a determinado mês, deverão ser informados ao MAPA até o último dia útil do mês subsequente.

Art. 3º Considera-se infração o não cumprimento do disposto no artigo 2º, ficando a seguradora sujeita à suspensão no PSR, a partir do recebimento de notificação oficial, enquanto não regularizar o envio dos respectivos dados.”.

Art. 3º O artigo 4º da Resolução nº 40, de 18 novembro de 2015, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 4º……………………………………………………………………………….

Parágrafo único. A partir de 1º de janeiro de 2021 será obrigatório que todos os laudos de vistoria das seguradoras estejam disponíveis em sistema próprio (digitizados).”.

Art. 4º As seguradoras deverão inserir, obrigatoriamente, a partir de 1º de julho de 2020, os dados dos seus respectivos peritos no Cadastro Nacional dos Encarregados dos Serviços de Comprovação de Perdas do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária – CNEC, consoante orientações a serem definidas pela Secretaria-Executiva do CGSR.

Parágrafo único. Considera-se infração o não cumprimento do disposto no artigo 4º, ficando a seguradora sujeita à suspensão no PSR, a partir do recebimento de notificação oficial, enquanto não regularizar o envio dos respectivos dados.

Art. 5º Nas apólices beneficiadas pelo PSR, deverão ser adotados os seguintes prazos no tocante à ocorrência de sinistros:

I – Pelos produtores rurais: na ocorrência de evento(s) coberto(s), o segurado por si, ou por seu representante legal ou preposto, sob pena de perder o direto à indenização, deverá comunicar o fato à seguradora, através do canal de comunicação da respectiva empresa, tão logo saiba do evento ocorrido, respeitando o prazo em dias, conforme abaixo especificado:

a) Prazo máximo de 8 (oito) dias corridos, a contar da data da ocorrência do evento, para as coberturas de: chuva excessiva na colheita, geada, granizo, incêndio/raio, inundação, variação excessiva de temperatura, ventos frios e ventos fortes/vendaval.

b) Para as coberturas de seca e chuva excessiva, prazo máximo de 5 (cinco) dias corridos do término do período de estiagem ou chuva, limitado ainda a 30 (trinta) dias corridos do início da colheita.

II – Pelas seguradoras: após o recebimento do aviso de sinistro, a seguradora enviará o perito no prazo máximo de:

a) Para Vistoria Preliminar – 20 (vinte) dias corridos a contar do aviso de sinistro.

b) Para Vistoria Final – O agendamento da vistoria final será acordado entre o perito e o segurado. Este agendamento seguirá a data constante no aviso de colheita, que deverá ser informada pelo segurado no prazo máximo de 15 (quinze) dias antes da realização da colheita.

Parágrafo único. Havendo ocorrência de eventos com características catastróficas, sejam climáticas com alta severidade e frequência, ou qualquer outras que venham interferir nos prazos e condições para a realização das vistorias, o prazo de envio da vistoria preliminar poderá ser alterado. O novo prazo deverá ser definido em comum acordo entre seguradora e segurado.

Art. 6º Ficam vedadas ações comerciais das seguradoras habilitadas no PSR, profissionais vinculados e empresas associadas, que prometam a garantia de acesso ao benefício da subvenção federal.

Parágrafo único. A prática prevista no caput será configurada como infração grave, sujeita às sanções previstas no regulamento do PSR.

Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

PEDRO AUGUSTO MARTINS LOYOLA JUNIOR

Presidente do Comitê Substituto

ANEXO

Procedimentos a serem adotados pelas seguradoras: envio de dados de sinistros

1. Serviço “Enviar Sinistro”: deverá ser utilizado para reportar os novos avisos de sinistro.

1. 2. Serviço “Alterar Sinistro”: deverá ser utilizado para atualizar as informações dos sinistros avisados ainda não encerrados, caso ocorram atualizações. Nesse caso deve ser utilizado o código de situação “A”.

Além disso, também deverá ser utilizado para informar os sinistros com a regulação finalizada. Nesse caso deve ser utilizado o código de situação “I” quando houver pagamento de indenização ou “S” quando não houver pagamento de indenização.

Exemplo: O aviso de um sinistro novo foi reportado no sistema em 01/05/2020 através do serviço “enviar sinistro”.

Caso não ocorra nenhuma atualização nos dados e esse mesmo sinistro só tenha sua regulação finalizada em 01/07/2020, ele deverá ser reportado novamente através do serviço “alterar sinistro” somente naquela data (indicando que foi encerrado sem pagamento de indenização ou com pagamento de indenização).

Note-se que as atualizações ocorridas no decorrer no processo devem ser imputadas sempre que houver, não podendo ultrapassar o prazo de um mês.

Conselho aprova nova governança do IRB Brasil RE

antonio Cassio IRB

Mudanças aprovadas no estatuto permitem aumento de três para até sete diretores estatutários, possibilitam ao Conselho de Administração deliberar sobre aumentos de capital e criam reserva de lucros estatutária

Fonte: IRB

A Assembleia Geral Extraordinária dos acionistas do IRB Brasil RE, realizada nesta terça (23), de forma virtual, aprovou mudanças no Estatuto Social da companhia, com objetivo de fortalecer ainda mais sua governança corporativa. As alterações permitem o aumento do número de diretores estatutários dos atuais três para até sete, descentralizando a tomada de decisões.

A diretoria funcionará de forma colegiada e será constituída por um diretor-presidente; um diretor vice-presidente executivo Financeiro e de Relações com Investidores; um diretor vice-presidente executivo de Riscos e Conformidade; um diretor vice-presidente executivo de Resseguros (posição criada agora); e até três diretores sem designação específica.

Os executivos também tiveram suas atribuições redefinidas, com a inclusão de competências, sob a justificativa de “permitir maior flexibilidade na determinação do perímetro de atuação” da diretoria. Além das especificações das funções de cada cargo, será possível, por exemplo, “constituir comissões de suporte à diretoria, com o objetivo de subsidiar a tomada de decisões, sempre em consonância com as orientações traçadas pelo Conselho de Administração, bem como aprovar os respectivos regimentos e definir os integrantes”. Na prática, será possível criar grupos especializados para auxiliar os diretores.

“A aprovação das mudanças pela AGE é um passo extremamente importante para a companhia, pois significa um aprimoramento imediato em nossas práticas de governança corporativa”, observa o presidente do Conselho de Administração e atual diretor-presidente Antonio Cassio dos Santos. “Sem pressa, mas sem pausa, estamos adaptando o IRB Brasil RE às melhores práticas do mercado, ao melhorar a segregação de funções e responsabilidades, promover a descentralização de poderes e aumentar a autonomia, com mais diretorias estatutárias.”

Reserva de lucros

O novo estatuto possibilita também a criação de reserva de lucros estatutária, a ser formada com até 100% do lucro líquido remanescente da companhia após as destinações obrigatórias para a reserva legal e o pagamento do dividendo obrigatório. Isso permitirá garantir que o ressegurador cumpra os requisitos regulatórios relacionados à manutenção de margem de solvência regulatória e demais requisitos de capital e liquidez; assegurar recursos para que a companhia suporte despesas operacionais e realize investimentos; e permitir a manutenção de um fluxo de distribuição de proventos regular e constante aos acionistas, sujeito à situação financeira.

Já o Conselho de Administração poderá, segundo a nova redação, deliberar sobre aumentos de capital, dentro do limite do capital autorizado, permitindo à companhia adotar, com maior flexibilidade e rapidez, medidas relativas à sua capitalização.

“Frente aos acontecimentos recentes, a nova diretoria e o novo Conselho de Administração vêm trabalhando incessantemente nas últimas semanas para dar uma resposta apropriada aos seus acionistas, às autoridades regulatórias e ao mercado, tendo sempre a transparência como premissa”, completa Antonio Cassio. 

Série “O que mudou com o Covid-19”: Liberty Seguros

Carlos Magnarelli CEO Liberty

O blog Sonho Seguro fez um levantamento sobre como as seguradoras têm lidado com as consequências da crise do novo coronavírus. A terceira entrevista desta série foi com Carlos Magnarelli, CEO da Liberty Seguros.

Quais as ações de voluntariado da seguradora em tempos de isolamento?

Com o isolamento social, a Liberty Seguros desenvolveu quatro diferentes ações internas de voluntariado:

  1. Abraço Virtual: a companhia acredita que, nesta situação de isolamento social, um gesto de carinho e atenção tem muito valor, por isso criou esta iniciativa, na qual seus funcionários podem trocar cartas e vídeos com idosos atendidos por instituições sociais de São Paulo, contribuindo para seu bem-estar emocional em um momento tão crítico.
  1. Doando para o amanhã: A companhia também está promovendo uma arrecadação online conjunta entre colaboradores e a Liberty para contribuir com duas frentes de combate à Covid-19:
  • Prevenção: uma parte das doações será destinada para a compra de kits de higiene para cerca de 2 mil idosos em situação de vulnerabilidade dos lares Velho Amigo, Instituto Pinheiro e Liga Solidária;
  • Tratamento: a outra parte da arrecadação será investida em hospitais públicos e instituições que estão na linha de frente da pandemia.
  1. Vizinho Amigo: Com o objetivo de ajudar nas tarefas diárias de pessoas que se encaixam no grupo de risco do coronavírus, a companhia desenvolveu a plataforma de mobilização “Vizinho Amigo”. Dessa forma, os mais vulneráveis podem contar com suporte de seus vizinhos para compras no mercado, farmácia, passeio com os pets e entre outras.
  1. Mostre seu apoio: Quase 100% dos funcionários da companhia estão trabalhando remotamente, entretanto, existem áreas e parceiros, como os prestadores de assistência 24 horas, que demandam atendimento presencial, além da equipe de apoio que tem que trabalhar da Matriz para garantir a operação remota. Por isso, a Liberty presta homenagem a esses profissionais que estão trabalhando ativamente nas ruas ou no escritório. Nesta ação, a seguradora incentiva que colaboradores mandem mensagens de apoio e notas de agradecimento aos funcionários na linha de frente.


A Liberty participa de algum grupo de doadores? Qual?

A Liberty Seguros faz parte do Fundo Emergencial para a Saúde – Coronavírus Brasil, que centraliza doações para beneficiar hospitais filantrópicos em regiões onde o sistema público dá indício de colapso, como Amazonas, Pará e São Paulo.


Qual a experiência de áreas tradicionalmente fixas no escritório agora em home office? (sinistros, operações, etc)

Desde setembro de 2014, a Liberty Seguros já possui a prática de home office. Na época, começamos com apenas dez funcionários da área de Sinistros e Operações trabalhando remotamente e aumentamos esse número rapidamente. Em 2016, a companhia ultrapassou o número de cem funcionários da mesma área trabalhando dessa forma. Desde então, a Liberty vem investindo no trabalho remoto para diversas áreas, incluindo as que são relacionadas ao atendimento ao cliente e até antes da pandemia, quase todas as áreas já tinham o hábito de fazer home office dois dias por semana. Portanto, trabalhar em home office não foi uma mudança drástica para a empresa, uma vez que já fazia parte da cultura interna. A grande diferença foi expandir essa possibilidade para áreas que ainda não haviam adotado essa prática. Além disso, tivemos uma preocupação muito grande que essa experiência fosse a melhor possível e com esse objetivo, fornecemos todos os recursos que facilitam o trabalho remoto, como equipamentos de áudio e vídeo, ferramentas e sistemas ágeis e todo o suporte necessário para os seus colaboradores darem continuidade às suas atividades com conforto e segurança.


Como a Liberty está mantendo a proximidade das equipes e se comunicando em tempos de isolamento?

A companhia tem um comitê que está discutindo e antecipando todas as ações necessárias durante esse período, e um time de comunicação dedicado a atualizar os colaboradores com transparência e clareza. Com a cultura do home office já implantada no dia a dia da maioria das equipes da companhia, os times já estavam equipados com ferramentas adequadas e contavam com processos digitais para realização de suas atividades. Em relação à gestão, os líderes são incentivados a manterem reuniões individuais e em equipe, assim como eram feitas no escritório. Até mesmo o café com o presidente, realizado periodicamente com grupos de funcionários, se manteve normalmente, porém foi realizado virtualmente neste mês. Os canais abertos também foram mantidos para ouvir e apoiar cada um dos funcionários, realizando pesquisas constantes sobre como eles estão se sentindo e quais as suas necessidades, além de, claro, trabalhar em planos de ação para atendê-los. A Liberty tem como objetivo acolher os funcionários em um período delicado como o que estamos vivendo e, dessa forma, mostrar que eles podem contar com a companhia.


Como minimizar o impacto nas vendas neste momento? Fizeram campanhas, treinamentos on-line, incentivo de vendas, visitas virtuais?

A crise causada pela pandemia trouxe diversos impactos para a economia como um todo. Nossa prioridade para os corretores neste momento é fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para amenizar eventuais impactos que possam ter. Para isso, algumas medidas foram tomadas, como a flexibilização das condições e datas de pagamento em todas as linhas de negócio – Auto, Vida, Residência e etc – para tornar os produtos ainda mais atrativos. Serão  realizadas campanhas como a “Na Vibe do Vida”; se trata de uma série de ações para capacitar os parceiros e crescer suas vendas no segmento de Vida. Além disso, a Plataforma de Treinamento Online para os corretores foi aprimorada com diversos cursos que oferecem conhecimentos importantes durante esse período de isolamento. Com a campanha #VemProTreino, a cada curso concluído dentro da plataforma, os corretores ganham pontos que podem ser acumulados e trocados por prêmios exclusivos.

Também vi uma parceria com a Fácil Assist….

Em parceria com a Fácil Assist, a companhia está oferecendo também um serviço de Helpdesk para ajudar os parceiros com eventuais problemas ou orientações referentes aos equipamentos do seu home office. Nossa equipe comercial também segue atendendo os corretores normalmente por meio de vários canais digitais e equipada para atender a qualquer demanda dos corretores. Por fim, a companhia expandiu a possibilidade da realização da autovistoria, que evitam o deslocamento dos peritos e o contato entre pessoas e incentiva o uso das ferramentas digitais já existentes como o aviso de sinistros online. Outra medida adotada pela Liberty foi a simplificação dos processos, como a isenção temporária de reconhecimento de firma no produto Fiança Locatícia, entre outros. 


Com o distanciamento, eventos presenciais estão proibidos. Poderão ser online? Se já estão agendados, podem nos passar mais detalhes?

Por enquanto, ainda não há previsão de quando a Liberty Seguros voltará a realizar eventos presenciais. Contudo, a companhia já está realizando encontros virtuais como, por exemplo, o webinar “Liberty Vai até Você – Edição Especial” Ainda neste mês, a seguradora também irá promover um encontro especial online com o Conselho de Corretores, com a presença das lideranças da empresa. 


Que tipo de ações acredita que o governo poderia endereçar para ajudar o setor segurador?

A Liberty Seguros não comenta questões políticas.


Há recomendações sobre os riscos de retomada das atividades? Quais?

A Liberty Mutual está trabalhando globalmente no monitoramento da situação em todos os países, para que o grupo todo possa se planejar para a retomada das atividades em um momento seguro para todos os colaboradores.

A crise abre oportunidades. Há interesse em aquisições que possam surgir no pós covid?

A Liberty não comenta movimentações futuras. 

SulAmérica aumenta sua presença no Nordeste com plano personalizado, o Direto Recife

Produto regional, em parceria com a Rede D´Or São Luiz, enriquece portfólio dos corretores na região 

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica segue expandindo sua família Direto pelo Brasil e gerando mais oportunidades de negócios para corretores de seguros em todo o país. A partir do dia 24, nossos parceiros comerciais poderão oferecer esta novidade para a cidade de Recife e região metropolitana. O SulAmérica Direto Recife é uma parceria da seguradora com a Rede D’Or São Luiz e pode ser contratado no planos Empresariais e PME a partir de três vidas, entre titulares e dependentes, e carteira de adesão. Além da capital pernambucana, os municípios de Abreu e Lima, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Igarassu, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista e São Lourenço da Mata serão impactados pelo produto.

“A chegada do SulAmérica Direto a Recife faz parte da estratégia de expansão de gestão de saúde em que acreditamos muito. Para o cliente, trata-se de um plano de saúde inteligente e com excelente relação custo-benefício, mantendo a alta qualidade pela qual a SulAmérica é reconhecida. Já para o corretor de seguros, o SulAmérica Direto traz ainda mais oportunidades e diversificação de negócios, tanto para quem já trabalha com seguro saúde quanto para quem quer ampliar seu portfólio de ofertas e atendimento aos clientes”, afirma André Lauzana, vice-presidente Comercial e Marketing da SulAmérica. “No cenário atual de pandemia, a família Direto é uma alternativa para manter a segurança de ter um plano de saúde. Destaco também os serviços de telemedicina que fazem parte dos benefícios deste produto e estão disponíveis para uso desde o primeiro dia de contrato”, completa.

Essa família de produtos, que é muito atrativa justamente por ser regional e personalizada, disponibiliza ao cliente, sem carência, todas as ferramentas inovadoras da SulAmérica, entre elas o Saúde na Tela com uso ilimitado: a plataforma de telesaúde da companhia proporciona agendamento de consultas médicas a distância com profissionais de diversas especialidades médicas, além de atendimento imediato com clínicos gerais. O atendimento remoto também está disponível com psicólogos e nutricionistas.

“O SulAmérica Direto Recife é mais um passo da companhia no sentido de ampliar a gestão de saúde com toda a orientação e o cuidado que estamos oferecendo neste momento para preservar a saúde, o bem-estar e a segurança de todos”, diz Raquel Giglio, vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica. “A parceria com a Rede D´Or São Luiz faz com que consigamos reunir, em um único produto, a qualidade, a capilaridade e a capacidade de gestão em saúde que eles têm com a excelência do corpo clinico e a eficiência dos demais prestadores parceiros.”

A rede referenciada do SulAmérica Direto Recife inclui atendimento ambulatorial e hospitalar nas unidades da Rede D’Or São Luiz. São elas: hospitais Esperança de Olinda, Esperança, Memorial São José e São Marcos, Prontimagem Serviços Médicos, Diagno São Marcos, Maximagem Diagnóstico por Imagem, Maxiclínicase e Neoh Memorial. O atendimento ambulatorial conta com 40 unidades a rede hospitalar é complementada por instituições de reconhecida qualidade médica, técnica e de atendimento: Hope, Instituto de Apoio a Resso e Saúde Mental, Atendo Nursing Home, Instituto de Olhos Fernando Ventura e Hospital Nappe Núcleo Apoio Psicossocial. Assim como nos outros produtos da família Direto, os serviços de urgências e emergências podem ser usados nas principais capitais do Brasil, para garantir conforto e segurança quando o cliente estiver fora de sua cidade natal.

O plano oferece cobertura para os procedimentos hospitalares, ambulatoriais e laboratoriais previstos no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com as opções de internação em enfermaria ou apartamento, para atendimento ambulatorial e hospitalar com obstetrícia, consultas, exames, terapias, atendimento em pronto-socorro, cirurgias e internações. Especialidades como fisioterapia, nutrição, psicoterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e acupuntura também são oferecidas via reembolso.

O produto está disponível com coparticipação, um instrumento importante para o uso consciente do seguro, e também sem coparticipação. A linha de produtos SulAmérica Direto está sendo disponibilizada gradualmente em várias cidades brasileiras, em parceria com prestadores médicos nas diversas regiões. Além do Recife e região metropolitana, clientes de São Paulo, Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro já têm o plano à disposição.