Seguros SURA realiza lives para conscientizar parceiros sobre segurança cibernética

Seguros Sura

Especialistas discutem temas que vem ganhando importância entre pessoas, pequenas e médias empresas, além de grandes organizações

Fonte: SURA

Seguros SURA vem desenvolvendo diversas ações para capacitar pessoas e empresas para uma jornada segura e sustentável. Entre elas, o SURA Talks, uma nova iniciativa de eventos online, onde é transmitido uma série de lives,  para abordar assuntos atuais, de gestão, tendências e iniciativas para ajudar corretores e empresários de qualquer segmento a refletir e se preparar melhor para as mudanças constantes que estamos vivendo, no canal do Youtube da Seguros SURA Brasil.

Com um olhar cada vez mais para a segurança, a companhia trouxe para o SURA Talks uma série dividida em dois blocos para abordar a importância da segurança cibernética e a proteção de dados, questões que vem sendo potencializadas durante a pandemia em um cenário que estamos cada vez mais conectados e expostos digitalmente. 

O primeiro bloco teve como tema “Os desafios da Cyber Segurança em tempos de pandemia”comandada por Thomas Batt, CEO da Seguras SURA Brasil, em bate-papo com os convidados Eduardo Guedes, VP de Tecnologia e Operações da Seguros SURA e Yanis Cardoso Stoyannis, Gerente de Consultoria e Inovação de Cyber Security da EMBRATEL/Claro Brasil. O assunto deu sequência ao segundo bloco com a live “Proteção de Dados: A sua empresa está preparada?”,dessa vez comandada por Guedes com a participação de Yanis e de Leonardo Braga Moura, Sócio da Silveiro Advogados, como convidado.

A pandemia do novo coronavírus acelerou a transformação digital nos negócios e trouxe uma série de novos hábitos no mundo corporativo, entre eles o home office. Com as empresas tendo que operar remotamente de casa e as pessoas em um estado emocional atingido pelo medo da pandemia, as organizações criminosas perceberam na vulnerabilidade uma porta de entrada. De acordo com Yanis, os hackers são criativos, estudam o linguajar da vítima, enviam e-mails e criam app’s falsos utilizando imagem do Ministérios da Saúde e da Economia, por exemplo, se aproveitando assim da vulnerabilidade de pessoas que estão com medo à procura de informações. É importante explorar o comportamento humano, ter a conscientização e entender o que acontece no mundo para se precaver.

Ainda segundo o executivo, engana-se quem pensa que apenas grandes organizações são alvo de ataques cibernéticos e afirma que as invasões acontecem em qualquer empresa independente do porte ou segmento. “Estima-se que 60% dos ataques são em pequenas e médias empresas, geralmente as empresas menores não possuem cultura de segurança como uma grande organização”.

De acordo com Eduardo Guedes, existem no mercado diferentes serviços disponíveis na nuvem que ajudam na blindagem, gestão e monitoramento do ambiente para uma defesa cibernética eficaz. Em caso de ataques bem sucedidos, existem ainda ferramentas que monitoram o ambiente e ajudam a descobrir o que aconteceu e quais dados foram violados. É importante explicar e entender o que houve para planejar uma resposta tanto de proteção tecnológica quanto de proteção física e de relacionamento, pensando em uma comunicação que não gere pânico aos envolvidos.

A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados protege as atividades de tratamento de dados pessoais. Os principais pilares que precisam ser tratados na proteção de dados, sob o ponto de vista da LGPD, segundo Yanis, é a confidencialidade das informações, quem realmente pode ter acesso a essas informações; a integridade para garantir que as informações não tenham sido alteradas de forma indevida durante seu ciclo de vida; a disponibilidade para garantir que as informações estarão disponíveis sempre que necessário; e a autenticidade do documento.

Para Leonardo Braga, a lei no Brasil se aplica a pequenas, médias e grandes empresas, pessoas jurídicas e físicas. De acordo com o advogado, todas as empresas precisam se adequar à lei, empreender algum tipo de programa interno para entender os princípios da LGPD e melhorar suas práticas de proteção.

Caso as empresas não estiverem adaptadas a LGPD a partir da data que a lei entrar em vigor, poderão ser aplicadas sanções e multas pela autoridade nacional, podendo resultar em multas de até R$50 milhões por infração. “A lei traz uma série de obrigações que demandam esforço e investimento, mas há uma perspectiva positiva. Podemos enxergar como uma oportunidade de negócios, de estimular o momento de tecnologia e inovação que vivemos”, diz o advogado.

O SURA Talks é resultado da iniciativa Empresas SURA, plataforma de orientação gratuita para aumentar a competitividade das MPMEs. O projeto agora ganha espaço no ambiente digital para abordar as questões mais requisitadas pelos empreendedores, no canal do Youtube da Seguros SURA Brasil.  

Mais acesso na saúde suplementar ajuda a desonerar o SUS

Em live promovida pela Revista Apólice, diretora executiva da FenaSaúde sugere maior oferta de planos individuais e nova segmentação de cobertura

A ampliação do acesso à saúde suplementar pode ser benéfica para todo o sistema de saúde, inclusive o SUS. Por isso, aperfeiçoamentos que aumentem a oferta e facilitem a aquisição de um plano ou seguro de saúde por famílias e empresas, como vem defendendo a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), precisam estar na agenda do país no pós-pandemia.

“Precisamos trazer mais usuários para a saúde suplementar e desonerar o SUS. Cada paciente que se vale do sistema particular para tratamento deixa aberta uma vaga para quem só tem o sistema público a que recorrer. Logo, mais saúde suplementar é bom para todos. Nossa agenda é ampliar o acesso com a maior oferta de planos individuais e novas segmentações de cobertura que façam mais sentido para o beneficiário”, defendeu a diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente, durante a live “O mercado de seguros no pós-pandemia”.

Realizado nesta quarta-feira (2), o evento integrou as comemorações pelos 25 anos da Revista Apólice e também contou com a participação da advogada e professora Angélica Carlini. A mediação foi da jornalista Kelly Lubiato.

Vera ressaltou que o desempenho do setor de saúde suplementar, assim como muitos outros segmentos, está estritamente ligado à oferta de emprego e renda. Com a crise econômica agravada pela covid-19, o desafio é se preparar para um cenário com maior demanda por saúde, queda de renda e do emprego formal e menor capacidade do Estado de atender a população por meio do SUS. 

“Mesmo antes da pandemia, já vínhamos defendendo o aperfeiçoamento regulatório do setor, de maneira a adequar o mercado às condições econômicas do país e à capacidade financeira das famílias e das empresas. Entre as propostas apresentadas, e agora reforçadas, estão maior segmentação, com mais modalidades de cobertura além dos planos referência, hospitalar e ambulatorial; novos modelos de franquias e coparticipação; e mais liberdade para a comercialização de planos individuais, com regras mais competitivas para preços e reajustes”, esclareceu.

A diretora executiva da FenaSaúde também defendeu a adoção de novos modelos de remuneração com base em valor e não só no chamado fee for service,que paga por volume de serviços realizados.“Precisamos fazer a transição para modelos de remuneração baseados em evidências e na geração de valor, ou seja, melhores resultados para os pacientes e menores custos para o sistema. É preciso mudar o foco: de quantidade para desempenho e resultados”.

Além disso, a FenaSaúde vem propondo, e o novo coronavírus reforçou, a necessidade de maior ênfase na atenção primária, maior prevenção e menor uso de hospitais. “A pandemia mostrou que nem sempre é preciso estar no ambiente hospitalar. A telemedicina também ajudou e veio pra ficar porque trouxe acesso seguro ao paciente”, avaliou a diretora executiva da entidade.

Zurich muda comando na América Latina, mas mantém uma mulher no cargo de CEO para a região

O grupo Zurich anunciou nesta semana várias mudanças de executivos ao redor do mundo. Veja o novo board da Zurich a partir de 1º de outubro de 2020, e na América do Norte e APAC a partir de 1º de janeiro de 2021:

Segundo comunicado do grupo, Claudia Dill (foto) decidiu renunciar ao cargo de CEO da América Latina por motivos pessoais e saiu da empresa ontem. Claudia será sucedida a partir de 1º de outubro por Laurence Maurice (sem foto disponível para divulgação), nova CEO da América Latina, que deixa a Allianz após mais de 20 anos no grupo. 

O blog Sonho Seguro deseja sucesso a Claudia, executiva que concedeu a seguinte entrevista no passado:

Leia mais Assumir como CEO das operações da Zurich na AL foi desafiador, conta Claudia Dill

Vejam as outras mudanças:

  • Kristof Terryn assumirá como CEO da América do Norte, sucedendo Kathleen Savio.
  • Sierra Signorelli assumirá a função de Group Chief Underwriting Officer (CUO) (Diretora Executiva de Subscrição do Grupo).
  • Tulsi Naidu. Ela, que é CEO da Zurich no Reino Unido desde 2016, assumirá como CEO da APAC.
  • A Zurich anuncia a nomeação de Katja Roth Pellanda como nova Group General Counsel (Diretora Jurídica do Grupo), a partir de 1º de outubro.
  • Jack Howell, CEO da Ásia-Pacífico (APAC), será o líder da unidade de Global Business Platforms e será realocado em Zurique. 
  • Ericson Chan, atualmente CEO da Ping An Technology, entrará para a Zurich a partir de 1º de outubro, como Group Chief Information and Digital Officer (Diretor executivo de Tecnologia da Informação e Digital) e membro do Comitê Executivo.
  • A partir de 1º de janeiro de 2021, Kathleen Savio, CEO da América do Norte, será nomeada para a nova função de Group Chief Transformation Officer (CTO)

Susep publica circular com políticas sobre prevenção à lavagem de dinheiro

Fonte: Valor

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou nesta quarta-feira (2) no “Diário Oficial da União” (DOU) a circular 612, que dispõe sobre políticas e procedimentos destinados ao combate de crimes de lavagem de dinheiro e prevenção ao terrorismo. A decisão abrange seguradoras, corretoras, empresas de capitalização, resseguradores e entidade abertas de previdência complementar.

Segundo a norma, essas empresas devem desenvolver e implementar política, procedimentos e controles internos, efetivos e consistentes com a natureza, complexidade e riscos das operações realizadas, que contemplem a identificação, avaliação, controle e monitoramento dos riscos de serem envolvidas em situações relacionadas à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

As empresas devem dispor de estrutura de governança visando a assegurar o cumprimento da política e dos procedimentos e controles internos de prevenção à lavagem de dinheiro. Deve ser indicado um diretor responsável, que terá acesso imediato e irrestrito aos dados de identificação dos clientes, beneficiários, terceiros, outras partes relacionadas e beneficiários finais.

As empresas precisam ainda promover uma avaliação interna de risco, que deverá ser revisada a cada dois anos, bem como quando ocorrerem alterações significativas nos perfis de risco. Um monitoramento deverá ser feito de forma reforçada e contínua em operações envolvendo pessoas expostas politicamente, seus familiares, representantes e estreitos colaboradores.

Além disso, operações suspeitas deverão ser comunicadas ao Coaf, no prazo de vinte e quatro horas contadas a partir da conclusão da análise ou do conhecimento de condição assim enquadrada. A comunicação será automática em operações realizadas com pagamento de prêmio, contribuição, aporte e aquisição de título de capitalização em espécie, em valor igual ou superior a R$ 10 mil.

Bitfy e 88i fazem parceria para viabilizar a contratação de seguros em bitcoin

bitcoin e seguros

O valor é convertido em reais automaticamente

O portal Money Times informa que a carteira multiuso e sem custódia de bitcoins Bitfy acaba de firmar parceria com a 88i, uma empresa de tecnologia de seguros que fornece soluções digitais de seguro. Assim, a parceria viabiliza a contratação de seguros e assistências com pagamento em bitcoin. O valor é convertido em reais automaticamente para cumprir a legislação de seguros determinada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), segundo informou Rodrigo Ventura, CEO da 88i, ao blog Sonho Seguro.

Segundo o texto, os usuários podem contratar proteção para celular, seguro de acidentes pessoais, assistência para automóveis e bagagens, entre outros serviços de proteção, usando bitcoins por meio da carteira Bitfy, além de obter descontos de até 8%.

“Além da necessidade, compartilhamos com a 88i da missão de tornar as contratações e experiências de serviços mais práticas e democráticas, agora com a possibilidade de contratações de seguros de forma inovadora com pagamento em Bitcoins”, comenta Lucas Schoch, CEO da Bitfy.

“A 88i está conectada a várias seguradoras e empresas de assistência para oferecer aos clientes experiências diversificadas, acessíveis e confiáveis. 88i e Bitfy compartilham do mesmo propósito de inclusão social e acesso aos serviços financeiros para todas as pessoas. Juntas, combinam duas soluções poderosas em serviços financeiros e seguros para a nova economia digital” afirma Rodrigo Ventura, CEO da 88i.

Rádio CNseg agora em formato de podcast

Fonte: CNseg

A Rádio CNseg, iniciativa da Confederação Nacional das Seguradoras, que desde sua inauguração em outubro de 2016 já produziu mais de 1.600 programas e mais de 80 horas de conteúdo informativo relacionado ao mercado segurador, lança, hoje, 1º de setembro, o formato de podcast em seus programas, tornando a mensagem do seguro ainda mais acessível ao grande público.

Alinhados às novas tendências de comunicação digital, os programas da Rádio CNseg poderão ser acompanhados por meio do agregador de conteúdo preferido de cada um (Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcast ou Castbox) ou pelo site da própria emissora (radio.cnseg.org.br), podendo ser baixados para serem acompanhados no momento mais conveniente.

O programa “Fala Presidente”, o “Boletim da Confederação” e os boletins das Federações associadas terão a marca “SeguroCast” e um maior tempo de duração, possibilitando o aprofundamento dos temas tratados.

O material veiculado pela Rádio CNseg desde o seu lançamento ficará disponível na seção “Acervo da Rádio CNseg”, no site do canal.

Lembre-se que você também pode acessar os podcasts e conhecer mais sobre o mercado segurador e seus produtos e serviços, que levam proteção e tranquilidade a milhões de brasileiros, através do site da Rádio CNseg (radio.cnseg.org.br).

Tutorial para acessar o Podcast da CNseg no celular

Se você já possui um dos agregadores instalado no seu celular, basta procurar por “Rádio CNseg” ou “SeguroCast” na busca da plataforma.

Caso você não possua um agregador instalado, visite a Play Store (Google) ou a App Store (Apple) e procure pela plataforma de sua preferência.

Depois de instalar o aplicativo, basta fazer login ou criar uma conta. Depois, é só seguir a etapa de pesquisa descrita anteriormente.

Tutorial para acessar o podcast no navegador

Para você acessar através do seu navegador, entre em um dos endereços abaixo e faça login ou crie uma conta e pesquise por “Rádio CNseg” ou “SeguroCast”:

open.spotify.com/

www.deezer.com/br/

podcasts.google.com/

castbox.fm/

“A inovação é construída a cada dia”, diz presidente da CNseg no Connection 2020

Fonte: CNseg

“O seguro tem uma missão civilizatória muito importante, que é a da mobilização da sociedade em prol da proteção e segurança de todos”, afirmou o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, durante sua participação no primeiro dia do Connection 2020, evento online organizado pelo Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCSRJ), em 1º e 2 de setembro.  

Segundo Coriolano, o “susto” gerado pela pandemia do novo coronavírus e a consequente crise epidemiológica tiveram como um dos principais efeitos o fortalecimento do sentimento de finitude das pessoas, “fazendo crescer a demanda da sociedade por proteção e aumentando a necessidade do setor de oferecer produtos cada vez mais acessíveis a todos os públicos, de todas as regiões desse Brasil imenso”.

Com nível de solvência reconhecido internacionalmente, que “permitiu ao setor atravessar quase incólume a grande recessão ocorrida entre 2015 e 2017”, com reservas de capital na ordem de R$1,2 trilhão e preparo tecnológico, que “possibilitou a colocação da esmagadora maioria de seus profissionais em regime de home office, praticamente da noite para o dia, sem comprometimento da produtividade”, o segmento de seguros brasileiro mostrou-se à altura de sua missão. E, aproveitando a oportunidade, declarou: “Quero homenagear todos os colegas da CNseg, que não pararam de levar adiante a missão da Confederação, mesmo após seis meses de distanciamento social”.

Para o presidente da CNseg, “a inovação é construída a cada dia”, ressaltando a importância dos processos que já vinham sendo implementados pelas seguradoras antes da pandemia. “A atual crise sanitária criou mais aversão aos riscos da natureza e mostrou a necessidade de se acelerar o passo para deixar a tecnologia à disposição de todos, especialmente daqueles que mais precisam, que são os de menor renda”.

Ainda respondendo às questões que lhe foram endereçadas, o executivo disse que a ampliação da proteção securitária da sociedade também depende de outros fatores, como as reformas estruturais, principalmente a administrativa e a tributária. Na análise do Presidente da CNseg, “a atual administração da Susep, depois de algumas mensagens de difícil entendimento, vem avançando positivamente em desregulamentações que podem vir a reduzir custos e aumentar eficiência.”. Destacou a necessidade de enxugamento dos custos regulatórios e da ampliação do conhecimento dos fundamentos do seguro por parte dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. E fez questão de afirmar: “O posicionamento da CNseg é de confiança no Brasil”. 

Outra análise comentada foi que, em decorrência da pandemia, o volume de prêmios do primeiro semestre de 2020 retornou ao nível de 2013, interrompendo a forte taxa de crescimento de 2019. “No primeiro trimestre de 2020 ainda houve crescimento, mas, em abril, a queda foi sentida com mais força, chegando a 22%, seguida de um mês de maio menos agravado. Entretanto, apontou boas perspectivas no segundo semestre em alguns segmentos, que já voltaram a crescer em junho. 

Sobre os corretores, Marcio Coriolano ressaltou a importância do papel que desempenham, principalmente na “identificação dos desejos e necessidades de proteção da população”. Para tanto, destacou a necessidade de uma boa formação técnica, que, segundo ele, “fará toda a diferença na hora de entender o que passa na cabeça do consumidor, cuja diversidade de comportamentos se ampliou ainda mais com a pandemia”. 

Incentivado a falar sobre as oportunidades para o setor segurador, disse que os seguros de vida/risco terão cada vez mais importância para as pessoas, assim como o seguro saúde. Outro bom exemplo, segundo ele, é o seguro auto. “No final de 2019, muita gente dizia que o seguro de automóvel iria desaparecer. Hoje, tornou-se uma verdadeira ‘cápsula de proteção móvel’, ganhando uma importância renovada”, destacou.   

O Presidente da CNseg encerrou a entrevista reafirmando sua paixão pelo setor segurador, que, como nenhum outro, é caracterizado pelo sentimento de solidariedade, o que permite juntar pessoas e famílias para dividir riscos.

Paketá Crédito anuncia parceria inédita com a seguradora AXA no Brasil

Funcionários das empresas conveniadas da fintech poderão contratar crédito consignado atrelado a uma apólice de seguro prestamista que protege o funcionário em caso de perda de renda, invalidez e óbito

Fonte: AXA

A fintech de crédito consignado Paketá fecha parceria inédita com a AXA no Brasil, parte de um dos maiores grupos seguradores do mundo. A proposta é trazer mais segurança para o tomador no momento da contratação do empréstimo, oferecendo uma proteção financeira que cobre invalidez, desemprego involuntário e óbito. Nos próximos cinco anos, a fintech planeja emprestar R$ 1 bilhão e pretende incluir a proteção financeira em todas as transações.

“O crédito consignado é um motor da economia mas, muitas vezes, os funcionários têm receio de fazer dívidas mais longas, seja por não sentir estabilidade do trabalho ou por receio de acontecer algum acidente e essa dívida não ser paga. Queremos oferecer ao tomador a segurança que ele precisa para ter o seu empréstimo com tranquilidade” afirma Fabian Valverde, CEO da Paketá.

Com mais de 650 empresas conveniadas em todo o Brasil, dos mais variados portes, a Paketá oferece taxas atrativas e o modelo da oferta do seguro será aplicado a todos pedidos de empréstimos.

Para a AXA, essa também é uma grande oportunidade de expandir as parcerias da seguradora para novos mercados, através de uma oferta totalmente digitalizada.

“Trata-se de uma parceria em que todos só têm a ganhar. Pesquisas mostram que problemas financeiros impactam a produtividade dos funcionários e as empresas estão atentas a isso e também mais conscientes de seu papel em promover educação financeira. Isso está diretamente ligado à nossa missão de levar a proteção para o dia a dia das pessoas e contribuir para aumentar sua resiliência financeira”, afirma Sebastien Guidoni, Vice-Presidente executivo de Parcerias, Estratégia e Finanças da AXA no Brasil.

Os pedidos de empréstimo na plataforma da Paketá são liberados em até 24 horas. Todo o processo é on-line e o crédito é descontado direto da folha de pagamento do funcionário contratado em regime CLT. O prazo para o pagamento do empréstimo é de até 60 meses.

Primeiro dia do CCS-RJ CONNECTION 2020 ultrapassa 3,5 mil espectadores

Interessados ainda podem se inscrever gratuitamente para acompanhar a programação deste dia 2 de setembro, ao vivo, a partir das 14h 

Começou nesta terça-feira, 1º de setembro, o CCS-RJ CONNECTION 2020. Com mais de 3,5 mil participantes apenas no primeiro dia, o evento virtual reúne nomes consagrados do seguro, de corretores a executivos de seguradoras e entidades. A programação do encontro, promovido pelo Clube dos Corretores de Seguros (CCS-RJ) e pela Educa Seguros, foi transmitida ao vivo, das 14h às 21h. 

O fundador da Educar Seguros, Anderson Ojope, iniciou os trabalhos agradecendo a participação em massa de corretores de seguros de todo o Brasil. “Sempre soubemos da importância das conexões, mas os últimos acontecimentos nos deram a real noção disso. Estamos aprendendo a lidar com o novo normal, e o essencial trabalho dos corretores conta com novas oportunidades, a serem compartilhadas durante o CONNECTION”, comentou, convidando a diretoria do CCS-RJ para saudar os participantes do evento. 

O presidente, Fabio Izoton, destacou os parceiros que auxiliaram na realização do evento. “Os próximos dias mostrarão a todos nossa dedicação e amor no trabalho realizado para o Clube. Os apoios das entidades de mercado foram essenciais para chegarmos nesse momento”, afirmou.   

Já a diretora Sonia Marra relembrou as mudanças ocorridas no evento, que seria, originalmente, presencial. “A oportunidade que temos com esse CONNECTION é enorme, já que o público aumentou exponencialmente com o formato virtual. A solidariedade conectou, nos últimos meses, os corretores, as seguradoras e todas as instituições do mercado. É esse sentimento que nos inspira”, colocou.  

O diretor Luiz Mario Rutowitsch comentou ainda sobre sua boa percepção com o trabalho realizado. “É gratificante olhar para trás e ver que conseguimos possibilitar esse evento para todos os corretores”, disse.  

Em meio ao evento, foram lançados também dois episódios da série “O novo normal do corretor de seguros”, da Seguros na Prática, que retrata com bom humor os desafios dos corretores durante e após a pandemia. 

No início da tarde, Bruna Garcia, líder e fundadora da Megaluzz Negócios, ministrou a palestra “Mude seus hábitos e transforme seus resultados”. Para ela, “obter autoconhecimento, estabelecer suas metas e propósito, além do cultivo de bons hábitos, entre outras mudanças de comportamento, se mostram essenciais para a construção de um profissional de alta performance e, em consequência, para estabelecer uma equipe mais motivada e vencedora”.  

UNIÃO – Projetos de inovação liderados por profissionais da corretagem foram divulgados durante o painel “Conexões S/A – Evoluindo em grupo”. Um deles foi a Associação Estadual dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (AECOR-RJ). A instituição foi fundada a partir da reunião de corretores atuantes nas cidades da Baixada Fluminense. Roberto Cabral Neto, da Cabral Seguros, atuante em Nova Iguaçu, vê a instituição como disseminadora da cultura do seguro. “Precisamos, como corretores, nos unir para aprender em meio a um mercado tão conturbado quanto o nosso. A solução, antes voltada para os corretores da Baixada, agora se tornou um projeto de todo o Estado”, complementa. 

Roberto comenta, ainda, sobre a expansão da instituição. “Começamos com três corretores de seguros e buscávamos unir esforços. Hoje, percebemos que realizamos uma trajetória muito gratificante, com muito espaço para crescimento.”, entende Roberto.

O segundo caso de inovação foi a União dos Corretores de Seguros (UCS). Ezaqueu Antonio Bueno, presidente da UCS e sócio-proprietário da Jundiaí Corretora de Seguros, instalada na cidade de mesmo nome, diz que o propósito inicial era a melhoria nos processos cotidianos de cada corretor. “Os fundadores se reuniram para dividir experiências de sucesso, impulsionando a carreira de todos”, comenta. 

Já Luiz Moraes, da Allah Corretora de Seguros, de Curitiba, Paraná, opina que ações como a implementação e expansão da UCS são necessárias. “Um corretor, sozinho, não conhece todo o mercado. A cumplicidade entre os profissionais é o principal fator de sucesso da União, que reúne cada vez mais corretores”, coloca. 

Por fim, as ações do grupo SuperAçãoTotal, encabeçado por Eliseu Dias, corretor da Tudo Seguros, sediada em Cacoal, Rondônia, mereceram um espaço no painel. Por meio do grupo, que se reúne via Whatsapp, 250 corretores de todo o Brasil trocam informações sobre sua profissão e a rotina dos corretores. “Criei o grupo com a expectativa de compartilhar metodologias de trabalho e para aproximar profissionais de seguros. Hoje, vemos o quanto fomos beneficiados com as informações ali repassadas”, disse. 

Rodrigo Rosa, da R2 Corretora de Seguros, entrou no grupo por indicação de um amigo e também se beneficia das conversas com outros profissionais. “Unidos, conseguimos funcionar como velas, que ajudam a acender outras velas e assim, formam uma grande luz”, afirmou. 

Ygor Sydartha, corretor da Sydharta Seguros, em Aracaju, Sergipe, começou na carreira da corretagem por meio dos planos de saúde e, por tratar de benefícios, se interessou no projeto. “Se todos valorizarem o conhecimento ali obtido, o corretor consegue alcançar melhores patamares na carreira”, entende Sydartha. 

Érico Parente, diretor e corretor, e Bianca Peres, corretora da Mais Proteção Financeira, de Manaus, Amazonas, também são participantes. Érico entende que as informações ali colocadas. “Conseguimos nos conectar com pessoas de todo o Brasil para melhorar nosso atendimento aos segurados”. Bianca, por sua vez, também valoriza a troca de experiências: “Ali, vemos que não existe receita de bolo, mas o compartilhamento é tranquilo”, complementa. 

AUTO E RE – Mais adiante, quatro profissionais do mercado de seguros se reuniram para tratar das oportunidades de negócios abertas nos segmentos de auto e ramos elementares. Thiago Fecher, sócio da Aris Corretora de Seguros, abordou o seguro de transportes. “Não consigo ver hoje uma ação com mais risco do que o ramo de transportes. O risco do deslocamento da mercadoria existe tanto para quem transporta, quanto para quem é o dono do patrimônio transportado. É um oceano azul”, colocou o executivo.  

Christian Menezes, diretor comercial da Allianz Brasil, comentou sobre seguro de automóveis: “A companhia concluiu uma grande operação, que mostra sua aposta nesse segmento em todo o país. O seguro tradicional deve sempre ser uma possibilidade, mas a tecnologia nos auxilia a atender os consumidores que representam 70% do mercado, ainda não segurados”, esclareceu. 

Samantha Sampaio, superintendente comercial da Junto Seguros, deu mais detalhes sobre os seguros garantias judiciais. “Nossa legislação já equipara o seguro garantia a dinheiro, o que é bom para diferentes empresas, que tenham saúde financeira”, disse.  

O corretor de seguros, Jayme Torres, diretor da AECOR-RJ e ex presidente do CCS-RJ, mencionou ramos de demanda crescente no cenário atual: seguros residenciais, de D&O e de lucros cessantes foram alguns deles. “Percebemos, com espanto, um aumento na demanda de maior proteção para casas, bicicletas, e vimos novas possibilidades de atrair os clientes. O seguro de bike, por exemplo, mesmo com prêmios menores que os do segmento auto, ajudam na saúde financeira dos corretores”, explicou. 

CENÁRIO MACRO – O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, marcou presença no evento para falar sobre o panorama do mercado de seguros a partir de análises econômicas e políticas. Em entrevista realizada pelo jornalista convidado William Anthony, da JRS Comunicação, ele avaliou: “Temos uma confiança muito grande no Brasil. Mesmo após um grande período de recessão econômica, o mercado registra crescimento. Isso mostra nossa resiliência, e o corretor precisa se atentar às oportunidades que o momento atual oferece”.  

Coriolano opinou sobre a participação dos seguros na economia nacional. “A crise epidemiológica, que impulsionou a crise econômica, afetou a todos os campos de produção. “No entanto, na última divulgação do PIB, nosso setor contribuiu positivamente para o setor de serviços, registrando aumento. Não será um ano fácil, mas apostamos nos sistemas de trabalho híbridos e o constante investimento em tecnologia para superar os desafios”, entende o presidente da CNseg. 

O executivo ainda elogiou a iniciativa, que nomeou como “pioneira”, do CCS-RJ CONNECTION 2020, “um evento com formato que preza pela segurança de todos”. 

VISÃO DAS SEGURADORAS – À noite, executivos de grandes seguradoras discutiram o que esperam ser a nova realidade do mercado de seguros. Luiz Gutiérrez Mateo, CEO da MAFPRE Seguros, vê que o corretor de sucesso precisa entender as necessidades dos clientes. “Conseguimos, mesmo de modo remoto, manter os atendimentos, ainda com a imprevisibilidade do cenário atual. Tudo está mudando e precisamos pensar em novas demandas. O coronavírus não foi um agente de mudança, mas sim acelerou projetos e novos sistemas”, comenta.   

Roberto Santos, presidente da Porto Seguro, por sua vez, interpreta o panorama de maneira mais pragmática. “A pandemia aumentou a demanda por produtos mais modernos. O seguro não será mais o mesmo, mas os corretores ainda serão centrais, porque precisamos de alguém na frente desse negócio”, coloca.  

Leonardo Freitas, diretor comercial da Bradesco Seguros, destaca o preparo do mercado de seguros nos desafios trazidos pela pandemia, bem como a importância do apoio governamental ao setor. “A agenda positiva e políticas de incentivo podem ajudar na recuperação da economia, e sempre auxiliam o setor de seguros. Os riscos ficaram mais evidentes para os possíveis consumidores, e focamos no desenvolvimento dos canais digitais”, comenta. 

Por fim, Renato Pedroso, presidente da Previsul, entende que novas formas de relacionamento foram favorecidas em meio à pandemia. “O digital deve ser entendido como um meio, e não um fim. As ferramentas digitais, potencializadas durante esse momento é facilitar, de forma direta sem desconsiderar a complexidade do seguro”, entende.

CONSUMIDOR – Thiago Amorim, gerente de riscos e seguros da iFood, tratou, a partir de uma visão externa ao mercado de seguros, das ações tomadas pela empresa frente às mudanças nos hábitos dos consumidores. Ele considera que a análise dos públicos atingidos pelo iFood, ou stakeholders, foi fundamental para lidar com a nova situação. “Estacionamos todos os projetos a longo prazo para preservar a vida e o saúde do nosso ecossistema. Nosso negócio só existe se tivermos entregadores e restaurantes protegidos e atuando em sua melhor performance”, ele explicou, fazendo correlações com possíveis caminhos para os corretores de seguros. 

O evento continua nesta quarta, 2 de setembro, a partir das 14h. Para se inscrever, acesse www.connection.ccsrj.com.br

EZZE cria plataforma para emissão de seguros garantia e depósito recursal

ezze seguros

Plataforma permite consultas pelo celular de forma ágil e prática 

A EZZE Seguros lança uma versão mobile de sua plataforma nas modalidades de seguros garantia. Com o aplicativo é possível consultar, emitir e imprimir apólices, boletos e recibo de comissão. Posteriormente, a seguradora irá estender a funcionalidade aos demais produtos. A ferramenta é compatível com as tecnologias Android e IOS e podem ser baixadas nas lojas de aplicativos de forma gratuita.

Ivo Jucá Machado, vice-presidente comercial e de marketing da EZZE, destaca que com a pandemia de Covid-19 o setor de seguros acelerou seu processo de transformação digital. “Atuamos fortemente na criação de produtos para atender a nova realidade dos negócios. Nosso compromisso é tornar mais agradável a experiência dos corretores, assessorias e clientes”.