Brasil é o pior classificado em relatório de Risco de Sustentabilidade da Dívida Pública

Euler Hermes divulga estudo com análise de 16 mercados emergentes

Fonte: Euler Hermes

 Nesta semana, o time internacional de economistas da Euler Hermes, especialista em seguro de crédito, divulga um novo estudo a respeito das políticas monetárias em 16 Mercados Emergentes (MEs), constatando que a sustentabilidade da dívida e a inflação são os maiores riscos no curto prazo, especialmente para o Brasil, Costa Rica, Índia, Turquia e Hungria.

De acordo com o estudo, com o pânico gerado entre os investidores no início da pandemia, em março, os MEs sofreram saídas de capital líquidas sem precedentes (-USD 84 bilhões, excluindo a China), causando saltos dramáticos nos rendimentos dos títulos do governo. Nesse contexto, 16 bancos centrais de mercados emergentes anunciaram que estavam prontos para realizar compras de títulos do governo, se necessário.

Como resultado desses programas de compra de títulos, os rendimentos dos títulos do governo de longo prazo na amostra de MEs diminuíram em -48pb em média no final de abril em comparação com o final de março.

Segundo os economistas, apesar dos benefícios de curto prazo, se buscados intensamente, esses programas de flexibilização dos países emergentes podem causar sérios problemas no médio e longo prazo, como inflação excessiva e excesso de endividamento.

Quais mercados emergentes enfrentam o maior risco de sustentabilidade da dívida?

Entre os 16 países analisados, Brasil, Costa Rica, Índia, Colômbia e Croácia apresentam o maior risco de endividamento, tendo o Brasil com a pior classificação na Pontuação de Risco de Sustentabilidade da Dívida da Euler Hermes, devido à sua dívida pública muito elevada e aos títulos de dívida do governo mantidos pelo Banco Central.

Além disso, o relatório aponta que os governos do Brasil, Tailândia, Índia, Turquia, Indonésia e Malásia devem efetuar o pagamento de mais de USD 50 bilhões de dívida pública até o final de 2022.

Icatu Seguros anuncia nova diretora de Pessoas, Camila Asenjo

Se não foi possível trabalhar pela manhã em casa, pode trabalhar à tarde. Qual a negociação que o gestor precisa fazer com a sua equipe?

Rio de Janeiro, 24 de setembro de 2020 – Graduada em Psicologia pela PUC – Rio, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV-RJ e curso de extensão em Recursos Humanos pela Ross School of Business pela Michigan University, a executiva também tem formação em coaching e estará atuando no apoio aos 1.900 colaboradores da companhia. Camila acumula passagens por empresas como BTG Pactual, Andrade Gutierrez e a multinacional italiana Generali Seguros. 

Na Icatu – que há cinco anos consecutivos é eleita por seus colaboradores como uma das melhores empresas para se trabalhar no país e no Rio de Janeiro, pela consultoria Great Place to Work –, Camila chega para reforçar a agenda interna que, nos últimos anos, foca especialmente em investir na preparação do time para acompanhar o ritmo de crescimento da companhia, incluindo a transformação digital. Um dos principais objetivos é garantir que os melhores talentos estejam prontos para os desafios futuros proporcionando sempre o bem-estar e a realização dos times. 

“Trabalhei na Icatu de 2001 a 2013 passando por todos os subsistemas de RH além de ter atuado também na área comercial da companhia. É uma casa que valoriza seus colaboradores e os apoia em seu crescimento pessoal e profissional. Há uma cultura muito forte de aproveitar as oportunidades, permitindo a construção de um plano de carreira e uma atenção individual para que todos sintam parte importante de uma engrenagem. É um grande prazer estar de volta”, diz Camila. 

Para reforçar esse posicionamento, a empresa tem feito diversas ações para engajar os times à distância nesse ano atípico, manter a produtividade e a excelência do trabalho e assegurar a sensação de pertencimento. Para contar o desenvolvimento destas mudanças, a executiva participou de uma live  da PUC-Rio , realizada nesta semana, sobre “Liderança à distância: como engajar as equipes”. No encontro virtual, Camila falou da importância do gestor de ter empatia e flexibilidade com o trabalho remoto devido ao isolamento social deste ano e as dificuldades deste cenário. A executiva também passou dicas práticas para ajudar no home office, como a importância do contato diário entre as equipes, o uso de vídeos para gerar maior aproximação dos times e a fim de intensificar os vínculos, promover interações sociais virtuais e oferecer incentivos e apoio emocional aos colaboradores. 

“Temos sido bastante flexíveis. Se não foi possível trabalhar pela manhã em casa, pode trabalhar à tarde. Qual a negociação que o gestor precisa fazer com a sua equipe? É natural dedicar mais tempo de trabalho no trabalho remoto porque além de manter a produtividade e o deadline das entregas, as pessoas precisam cuidar também da casa e família. É um desafio que conseguimos administrar e superamos esse novo cenário de trabalho. O ser humano e nossos colaboradores têm uma capacidade de superação e de adaptação às mudanças enormes”, conta Camila. 

Capemisa mantém colaboradores do programa “Jovem Aprendiz”

Capemisa

Seguradora garante equipamentos para trabalho home office

Fonte: Capemisa

Dados do Instituto Brasileiro de Aprendizagem – o Saber – indicam que 52% de jovens do programa “Jovem Aprendiz” tiveram seus contratos suspensos. Na contramão deste cenário, a CAPEMISA Seguradora levou em consideração a insegurança do momento atual e o impacto da pandemia para as famílias dos 13 jovens aprendizes que estão no programa da companhia, prorrogando seus contratos por mais quatro meses. Além de garantir uma ocupação e estímulo ao desenvolvimento profissional, com remuneração até dezembro, a seguradora ainda disponibilizou transporte particular para a entrega de equipamentos para o trabalho em home office e acrescentou entre os benefícios um auxílio para subsidiar o custo do colaborador com internet.

O programa “Jovem Aprendiz” tem como objetivo contribuir para a inclusão social do jovem entre 14 e 24 anos com o primeiro emprego, desenvolver competências para o mundo corporativo e combater a evasão escolar, uma vez que o projeto tem o compromisso da capacitação prática e teórica. Para a gerente de RH da CAPEMISA, Patrícia Pacheco, a continuidade das atividades em casa permitiu que esses jovens pudessem permanecer ativos e assistidos em plena pandemia, reforçando o comprometimento da empresa com o programa e com a formação deste grupo.

“Olhamos para o nosso colaborador, incluindo esses jovens aprendizes que integram nosso programa. Mapeamos as atividades exercidas por eles e adaptamos para que fossem realizadas em home office. Eles puderam buscar suas cadeiras, o computador e ainda ganharam um subsídio para a contratação de internet. Não basta garantir a remuneração desses jovens. Nosso esforço também está em prepará-los para o mercado de trabalho em um momento em que profissionais precisam se reinventar”, explica Patrícia.

Os jovens do programa têm um histórico de vulnerabilidade social e são assistidos pelo Lar Fabiano de Cristo, a obra social apoiada pela CAPEMISA. Neste período, eles vêm recebendo acompanhamento de lideranças e monitores de forma remota e também têm aulas online seguindo o programa da instituição.

O “Jovem Aprendiz” é uma das portas de entrada dos jovens para o mercado de trabalho. Foi através deste programa que Alexia Paiva Abreu, de 20 anos, teve seu primeiro contato com o mundo corporativo. “Quando fui aprovada pelo processo seletivo, fiquei muito feliz. Primeiro eu aprendi sobre a rotina e os processos da empresa, auxiliando nas atividades de diferentes setores.  Hoje, depois de quase 2 anos, sou Jovem Aprendiz no setor de Regulamentação de Sinistros da seguradora e percebo meu crescimento profissional e pessoal. A oportunidade de continuar no programa até o final do ano, trabalhando em home office, com aulas online e todo o suporte da empresa é única”, diz a jovem, que mora em Jacarepaguá e sonha em ingressar na universidade para o curso de Biologia.

Luciana Matias, supervisora da área de Regulação de Sinistros da CAPEMISA e gestora de Alexia, incentiva jovens a buscarem oportunidade de emprego no programa. “Tenham coragem do novo, de aprender e acreditem que são capazes. Este programa é uma grande oportunidade para os jovens de hoje”, afirma.

Mauricio Galian assume como diretor de produtos e resseguros da HDI

HDI Seguros Mauricio Galian

Executivo chega à companhia para acelerar a diversificação e digitalizar ainda mais os serviços e produtos ofertados

A HDI Seguros anuncia a chegada de Mauricio Galian como diretor executivo de Produtos e de Resseguros. A área, ligada diretamente à Presidência, passa a ter papel ainda mais estratégico para apoiar o projeto de diversificação e digitalização dos produtos e serviços oferecidos pela empresa.

Nos últimos três anos, a HDI tem trabalhado intensamente em digitalização de processos e desenvolvimento de novos produtos, criando um grande ecossistema de parcerias e oportunidades que permitem a diversificação e o aumento da área de atuação da companhia. 

“Estou confiante de que, por meio das minhas experiências, poderei contribuir para o mantra de a HDI ser uma empresa humana, digital e inovadora. Minha expectativa é desenvolver ainda mais a área de Produtos e Resseguros e colaborar com os projetos de melhoria de performance, gerando ainda mais diferenciais para a seguradora em relação às experiências dos clientes e corretores”, declara Galian.

O executivo, formado em Marketing pela Universidade Paulista (UNIP), tem especialização em Matemática Financeira pela Fundação Getúlio Vargas e MBA em Gerenciamento Avançado pelo IESE Business School, de Navarra (Espanha). Mauricio conta com mais de 30 anos de experiência nas áreas de Seguros, tendo acumulado conhecimentos em gestão de carteiras, precificação e subscrição, e experiência nas áreas de Operações, Contact Center e Tecnologia. Iniciou sua carreira na Paulista Seguros e ocupou importantes funções, como diretor técnico, diretor de Sinistros e Diretor de TI, Operações e Pós, em seguradoras como AGF, Liberty, BBMapfre e Mapfre.

Munich Re fortalece base de capital com emissão de títulos verdes  

Christoph Jurecka Munich Re

Atualmente, os investimentos da empresa em energias renováveis ​​chegam a cerca de € 1,6 bilhão, um valor que a empresa espera aumentar continuamente para € 2,8 bilhões nos próximos anos

Fonte: Munich Re

A resseguradora global Munich Re emitiu “Green Bonds” subordinado de € 1,25 bilhão (US$ 1,46 bilhão). A resseguradora alemã diz que os rendimentos dos títulos serão investidos em energias renováveis e similares, enquanto a emissão também reforça a base de capital da empresa em meio a um mercado de resseguro cada vez mais difícil. A Munich Re observa que esta emissão de títulos verdes mostra seu compromisso em alavancar os mercados de capitais para ajudar a alcançar uma transformação da economia favorável ao clima.

A resseguradora pretende usar os fundos levantados para financiar ou refinanciar projetos sustentáveis ​​de acordo com seu Green Bond Framework, divulgado em comunicado. Os projetos incluem investimentos de capital e dívida em energia renovável, eficiência energética, transporte limpo, edifícios verdes, gestão sustentável de água e águas residuais, economia ecoeficiente e também a gestão ambientalmente sustentável de recursos naturais vivos e da terra.

O título tem um cupom de 1,25% e está previsto para vencer em 2041. De acordo com a Munich Re, seu Green Bond está alinhado com os Princípios de Green Bond 2018 delineados pela International Capital Market Association.

O diretor financeiro (CFO) da Munich Re, Christoph Jurecka, comentou: “Ao lançar este título verde, estamos assumindo um papel pioneiro em finanças sustentáveis ​​e respondendo à crescente demanda por opções de investimento favoráveis ​​ao clima. Também estamos fortalecendo a base de capital da Munich Re em um momento em que o fortalecimento dos mercados de resseguro está oferecendo inúmeras oportunidades de crescimento lucrativo.”

A resseguradora explica que está de olho nas oportunidades de crescimento que surgem em diversos mercados de resseguros. Além disso, os títulos subordinados são uma importante ferramenta de gestão de capital, diz a empresa, que, entre outras coisas, fornece à Munich Re a opção de resgatar títulos subordinados em circulação em 2021 e 2022.

A Munich Re também reiterou seu compromisso com as metas do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas e observa que alinha seus próprios investimentos incluindo a integração de critérios ESG.

Atualmente, os investimentos da empresa em energias renováveis ​​chegam a cerca de € 1,6 bilhão, um valor que a empresa espera aumentar continuamente para € 2,8 bilhões nos próximos anos.

Em fevereiro deste ano, a Munich Re anunciou que havia ingressado na Net-Zero Asset Owner Alliance, um grupo internacional de investidores institucionais que se comprometeu a descarbonizar seus portfólios para emissões líquidas zero até 2050.

Artigo: Por um microsseguro inclusivo

Solange Beatriz cnseg

por Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora da CNseg

Nesta semana, o time internacional de economistas da Euler Hermes, especialista em seguro de crédito, divulga um novo estudo a respeito das políticas monetárias em 16 Mercados Emergentes (MEs), constatando que a sustentabilidade da dívida e a inflação são os maiores riscos no curto prazo, especialmente para o Brasil, Costa Rica, Índia, Turquia e Hungria.

De acordo com o estudo, com o pânico gerado entre os investidores no início da pandemia, em março, os MEs sofreram saídas de capital líquidas sem precedentes (-USD 84 bilhões, excluindo a China), causando saltos dramáticos nos rendimentos dos títulos do governo. Nesse contexto, 16 bancos centrais de mercados emergentes anunciaram que estavam prontos para realizar compras de títulos do governo, se necessário.

Como resultado desses programas de compra de títulos, os rendimentos dos títulos do governo de longo prazo na amostra de MEs diminuíram em -48pb em média no final de abril em comparação com o final de março.

Segundo os economistas, apesar dos benefícios de curto prazo, se buscados intensamente, esses programas de flexibilização dos países emergentes podem causar sérios problemas no médio e longo prazo, como inflação excessiva e excesso de endividamento.

Quais mercados emergentes enfrentam o maior risco de sustentabilidade da dívida?

Entre os 16 países analisados, Brasil, Costa Rica, Índia, Colômbia e Croácia apresentam o maior risco de endividamento, tendo o Brasil com a pior classificação na Pontuação de Risco de Sustentabilidade da Dívida da Euler Hermes, devido à sua dívida pública muito elevada e aos títulos de dívida do governo mantidos pelo Banco Central.

Além disso, o relatório aponta que os governos do Brasil, Tailândia, Índia, Turquia, Indonésia e Malásia devem efetuar o pagamento de mais de USD 50 bilhões de dívida pública até o final de 2022.

Eleita nova diretoria para a gestão 2020/2022 da Aconseg-RJ

A eleição foi realizada em Assembleia Geral Ordinária da entidade nesta quarta-feira, 23 de setembro

Fonte: Aconseg-RJ

A Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria de Seguros do Rio de Janeiro (Aconseg-RJ) tem nova diretoria eleita para o biênio 2020/2022. Em conformidade com o estatuto da Aconseg-RJ, houve convocação prévia de todos os associados. Dezessete das dezoito assessorias participaram da votação virtual, que terminou com o placar de 10 x 7 para chapa vencedora.

A nova diretoria será composta por: Joffre Nolasco (presidente/Rapport Assessoria de Seguros); Renato Rocha (1º secretário/Nova Fortaleza Assessoria e Corretagem de Seguros); César Braga (2º secretário/CDS Assessoria); Luiz Philipe Baeta Neves (1º tesoureiro/Baeta Assessoria); Mario Roberto Santos (2º tesoureiro/TEA Assessoria de Seguros).

Novo presidente – Joffre Nolasco, já esteve no comando da Aconseg-RJ no período de 2004-2006. A partir de uma avaliação sobre o atual cenário do mercado de seguros, ele reforça a importância das assessorias no apoio às seguradoras e corretoras. “Tive a oportunidade de trabalhar bastante pela modernização das nossas associadas, adquirindo experiência e conhecimento. Frente aos desafios atuais, tivemos que assumir uma atitude mais proativa ao desconhecido. Somos competentes e reagimos muito bem, engrandecendo o seguro”, diz.

Dever cumprido – A diretoria liderada por Luiz Philipe Baeta Neves, que encerrou o seu segundo mandato no comando da Associação, teve as contas aprovadas por unanimidade por todas as associadas.

Baeta declarou que “saio com o sentimento de dever cumprido, mas com muita disposição para continuar contribuindo com a nova diretoria como 1º tesoureiro e reitor da Universidade Aconseg. Estaremos juntos nos próximos dois anos buscando  construir um futuro melhor para o nosso segmento e para o nosso mercado”. 

2º Encontro Magno das Aconsegs – Joffre e Baeta participaram nestes dias 22 e 23 de setembro do evento virtual promovido pela Aconseg-MG, que contou com a presença de presidentes e diretores das seguradoras parceiras, presidentes das Aconsegs e representantes das assessorias associadas. Na avaliação deles o encontro foi um marco importante, que demonstrou a vitalidade, agilidade e capacidade do modelo de assessorias responder rapidamente ao desafio de superar uma das situações mais difíceis enfrentada pela humanidade, a pandemia do coronavírus.

Icatu Seguros reúne gestores para tirar dúvidas de clientes de Previdência

Luciano Snel presidente Icatu Seguros_0287

“O propósito da Icatu é assistir e proteger as pessoas em todas as fases da sua vida”, disse Luciano Snel

Fonte: Icatu

O brasileiro vive uma dúvida bastante comum neste momento, em um cenário econômico de juros baixos e incertezas: como investir seus recursos para ter mais rentabilidade a longo prazo? A diversificação da carteira de ativos foi uma das sugestões trazidas por gestores das mais renomadas assets do país no tradicional Encontro com Gestores, realizado pela Icatu Seguros, na manhã da última quarta-feira, dia 22. 

Em formato virtual, o evento contou com a abertura do presidente da seguradora, Luciano Snel, e foi mediado pela jornalista Natuza Nery, especializada na cobertura econômica. Esta foi uma oportunidade de o público se conscientizar sobre a importância do planejamento financeiro e entender e sanar dúvidas sobre perfis e novas e diversificadas formas de investimentos, sobretudo de longo prazo.

Participaram da edição 2020 o economista Mário Torós da Ibiuna e gestores de investimentos como Antonio Coutinho Correa, da Icatu Vanguarda; Pierre Jadoul da ARX; Arturo Profili, da Capitânia; Sérgio Luiz da Silva, da AZ Quest; Damont Carvalho, da Clarita; Duda Rocha, da Occam; Marcelo Mesquita, do Leblon Equities; Felipe Campos, da Navi; Pedro Sales, da Verde Asset Management. Os temas debatidos foram cenário econômico, multimercado, renda fixa e variável. 

Como um marketplace de Previdência e a maior diversidade de fundos da indústria, a Icatu Seguros realiza este encontro com o objetivo de democratizar o acesso e desmistificar o investimento, salientando que há oportunidades adequadas para todo tipo de público. Durante a abertura, Snel comentou a fragilidade e vulnerabilidade do do momento atual, em função dos impactos da pandemia, que despertam o brasileiro para uma atenção mais especial à proteção e planejamento do seu futuro e de suas famílias. 

“O propósito da Icatu é assistir e proteger as pessoas em todas as fases da sua vida”, disse o executivo, destacando a importância de dar acesso à informação. “Investimos em nossos canais digitais para ampliar a comunicação com o público e torná-la cada vez mais próxima do nosso cliente. Nosso portal de APIs, outra ferramenta fundamental para atender a todos os perfis de investidores, permite que tenhamos parceiros variados, um portfólio completo e preços acessíveis”, explicou Snel. 

Painéis com formas diversificadas de investimentos

O painel sobre renda fixa esclareceu dúvidas de clientes em relação à taxa Selic na mínima histórica e títulos públicos com pouco retorno. Os gestores convidados citaram países desenvolvidos que, mesmo em cenário de juros baixos, têm a renda fixa e o CDI como ativos em alta. Os gestores também explicaram sobre investimentos com um nível maior de risco, como multimercado e ações, o que diminui a sensação de conforto causada pelo CDI, reforçando a estratégia de construção de uma carteira de produtos diversificada, sobretudo para equilibrar períodos de instabilidade econômica. 

Já no segundo painel, que tratou de fundos multimercado, foram debatidos métodos de superação da atual crise e seu impacto no mundo. Os convidados trouxeram alguns pontos de influência no mercado, desde o risco de reinfecção e novos bloqueios na Europa, passando pela retomada dos blocos econômicos globais, fortalecimento do dólar, eleições norte-americana e suas consequências para a Ásia. Sobre o Brasil, os convidados acreditam que ‘o pior já passou’, mas apontam a necessidade de foco nos ajustes fiscais e acompanhamento dos avanços das políticas sociais.  

Os gestores também sinalizaram sobre o momento de recuperação econômica, com melhor resultado da bolsa de valores, inclusive com oportunidades de investimentos em empresas tidas como mais baratas e que vêm se transformando e crescendo com projetos globais. Em um último painel, os participantes avaliam que os efeitos da crise ainda devem perdurar por alguns anos, mas transmitiram um olhar otimista, de que a recuperação será gradual e constante como já vem ocorrendo. 

Para o economista Mário Torós, os juros não ficarão em 2% por muito tempo, trazendo um cenário econômico mais estável. Ele reforçou que as discussões sobre a proteção ambiental no Brasil e a pressão estrangeira diante disto são relevantes para o mercado financeiro e para o fortalecimento da imagem do país frente e impacto em potenciais investimentos futuros. 

Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo elege diretoria

Chapa única, liderada pelo atual mentor Evaldir Barboza de Paula, foi aclamada pelos associados do CCS-SP em assembleia virtual.

Fonte: CCS-SP

O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) elegeu nova diretoria para a gestão 2020/2022 em Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada de forma virtual, no dia 22 de setembro, com a participação de associados. A chapa única liderada pelo atual mentor Evaldir Barboza de Paula foi eleita por aclamação pelos votos dos associados registrados por escrito no chat da plataforma virtual e também por áudio.

A abertura do evento foi realizada pelo secretário Nilson Arello Barbosa que, em seguida, indicou o fundador e ex-mentor do CCS-SP, Henrique Elias, para presidir a assembleia. Este, por sua vez, indicou o ex-mentor Adevaldo Calegari para assumir o posto de secretário da AGO. Após a leitura do edital de convocação da AGO, Elias comandou a votação e abriu espaço às manifestações do mentor e dos associados. 

O mentor Evaldir Barboza de Paula manifestou sua satisfação pelo bom andamento da assembleia online e elogiou a rápida adaptação dos corretores de seguros às novas tecnologias. “A categoria é ousada”, disse. Segundo ele, a posse da nova diretoria será realizada em outubro, conforme define o estatuto, mas, desta feita, de forma virtual.

Em relação aos projetos da nova gestão, Evaldir Barboza de Paula adiantou que além de reuniões virtuais com associados e de novas lives com a participação de personalidades do setor, alguns projetos serão resgatados. “A modernização do estatuto será retomada, porque o documento foi produzido em 1972 e, desde então, apenas uma revisão foi realizada para adaptação ao Código Civil”, disse.

Dentre os novos projetos, o mentor destacou o inédito “Prata da Casa”, uma série de vídeos com a participação de corretores associados especialistas em determinadas áreas. “O Clube é um celeiro de talento e a ideia é disseminar esse conhecimento em prol da categoria”, disse. Em seguida, ele agradeceu o trabalho da diretoria anterior e deu as boas-vindas aos novos diretores. 

Evaldir Barboza de Paula afirmou, ainda, que na condução da entidade espera receber as manifestações dos associados, sejam elogios ou críticas. “Nosso objetivo é levar o Clube ao seu merecido lugar de destaque”, disse. 

Nova diretoria CCS-SP – Gestão 2020/2021

Mentor: Evaldir Barboza de Paula

Secretário: Ednir Fornazzari

Tesoureiro: Nilson Moraes

Junta Fiscalizadora: Ivone Elise Gonoretske, Gilberto Januário e Marcia Del Bel

AXA XL divulga relatório sobre recuperação de desastres do Cambridge Center for Risk Studies

axa xl

Fonte: AXA XL

A AXA XL, em colaboração com o Center for Risk Studies (“CCRS”) da Cambridge Judge Business School, divulgou um relatório abrangente que demonstra o impacto que o (re) seguro tem sobre a velocidade e a qualidade da recuperação após desastres naturais. Intitulado “Otimizando a recuperação de desastres: o papel do capital de seguros na melhoria da resiliência econômica”, o relatório também descreve o crescente impacto econômico dos desastres naturais nas últimas três décadas. Observa-se que a média anual de perdas provocadas por tais catástrofes aumentou de uma média de US$ 27 bilhões em 1970-1980 para quase US$ 200 bilhões em 2010-2019, impulsionada pelo desenvolvimento econômico global e o aumento do valor dos ativos em áreas perigosas, particularmente em regiões de rápido crescimento, como o Sudeste Asiático.

As principais conclusões do relatório incluem:

• Cada ponto percentual de aumento na penetração do seguro (prêmios não vida divididos pelo PIB do país) reduz os tempos de recuperação em quase 12 meses.

• Eventos em países com alta penetração de seguros (3% – 4% incluindo na Europa Ocidental,Japão, Austrália, Coreia do Sul) têm uma taxa média de recuperação de menos de 12 meses e eventos em países com penetração de seguro muito baixa (Bangladesh, Haiti, Nepal, Filipinas) têm uma taxa de recuperação de mais de 4 anos.

• Os EUA são anômalos – os EUA desfrutam de uma penetração de seguro muito alta (> 4%), mas a natureza fragmentada da cobertura, especialmente inundações, resposta a desastres e escala de perdas resultou em uma taxa média de recuperação de pouco mais de 3 anos (por exemplo, Furacões Andrew (1992), Katrina (2005) e Sandy (2012), e Great Mississippi and Missouri River Floods (1993)).

• A qualidade da recuperação para países com penetração de seguro muito alta e alta é melhor do que os níveis anteriores à perda, e o inverso é verdadeiro para países com penetração de seguro mais baixa, embora as diferenças sejam muito pequenas. Existe potencial para o desenvolvimento de produtos em termos de “reconstruir melhor”.

• A recuperação econômica é mais rápida do que a recuperação social em quase 60% dos casos e é particularmente pronunciada nos primeiros seis meses. Os destaques são as enchentes alemãs em 2013, com mais de 600.000 afetados e 80.000 deslocados se recuperando de acordo com as normas econômicas e sociais em 12 meses, e o Haiti sofrendo um terremoto em 2010 do qual ainda não se recuperou.

Comentando sobre o relatório, Jonathan Gale, Chief Underwriting Officer da AXA XL Reinsurance, que liderou o patrocínio do relatório, disse: “Colocar de pé as comunidades afetadas por desastres o mais rápido possível e em melhor estado é apenas um exemplo de como tornamos em realidade o propósito da AXA de ‘agir para o progresso humano protegendo o que é importante’. O caso de (res) seguro é claro, mas raramente é explicado de forma adequada. Queríamos trazer informações comparativas relacionadas à velocidade de recuperação – com que rapidez o emprego e a produtividade voltam ao normal (econômico) e com que rapidez as pessoas voltam para suas casas e o poder é restaurado (social). Também queríamos focar na qualidade da recuperação, ou seja, se o estado pós-desastre normal é melhor do que o estado pré-desastre em termos de economia e resiliência da comunidade a eventos futuros do ponto de vista de infraestrutura e resiliência econômica. Este relatório mostra o financiamento pré-desastre (predominantemente (re) seguro) com a capacidade de canalizar fundos significativos instantaneamente e sem recurso como a única maior solução para eventos catastróficos.”

O professor de Pesquisa Operacional da Cambridge Judge Business School e Diretor Acadêmico do CCRS Daniel Ralph disse: “Este projeto fornece a quantificação necessária de resiliência e recuperação após catástrofes naturais, visto que muitas das evidências não têm sido comprovadas. Com os eventos de mudança climática, incluindo enchentes e tempestades, aumentando em frequência, é mais importante do que nunca entender as alavancas de recuperação para comunidades e empresas. O relatório analisa principalmente as comunidades vulneráveis, mas também há lições claras para as empresas em termos de preparação para catástrofes, investimento em formas de recuperação mais rápida e tomada de decisões e implementação mais eficazes em caso de desastres. Avaliar o impacto das surpresas requer esforço para delinear os tipos de surpresas possíveis e, em seguida, testar o estresse de sua organização em toda a gama desses eventos – o teste de estresse por meio de cenários é a chave para planejar a surpresa. ”

O relatório é o ápice de uma série plurianual de estudos de recuperação de desastres, como parte do trabalho para compreender a lacuna de proteção de seguro, realizado pelo CCRS em colaboração com a AXA XL Reinsurance na última década. A próxima fase do trabalho da AXA XL Reinsurance com CCRS envolverá o desenvolvimento de um banco de dados online que estará acessível em todo o mundo e conterá a pesquisa até a data e ao longo do tempo, expandindo o banco de dados com estudos de caso adicionais e informações relacionadas.