Leve piora na projeção do PIB e alerta para alta da inflação estão no radar da CNseg

Pedro Simoes, CNseg

Após nove semanas com ajustes positivos nas expectativas para a queda do PIB este ano, a mediana das projeções dos agentes consultados no relatório Focus, do Banco Central, caiu de -5,28% para -5,31%

A contração da economia de 9,7% entre abril e junho, no auge dos efeitos econômicos da pandemia da Covid-19 e do isolamento social, trouxe ajustes nas projeções do PIB por parte dos especialistas consultados pelo Banco Central para o Boletim Focus, divulgado nesta terça-feira. Segundo Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação das Seguradoras, a principal razão para a interrupção do movimento de alterações positivas, porém, está na revisão que sofreram os dados do 1o trimestre, em que a economia contraiu 2,5%, e não 1,5% como estava previsto”, afirma.

“Ajustes técnicos, feitos pelo IBGE, levaram a uma queda maior nos gastos do governo, com a redução da oferta de diversos serviços públicos no primeiro semestre em função do isolamento social. Isso não era esperado pelos economistas”, disse Simões, que assina o boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.

Outro ponto destacado novamente por Simões é a inflação. “A projeção do IGP-M e do IPCA continua subindo, ainda que em patamares muito diferentes, e a inflação está retornando às discussões”. Apesar de baixa em sua mensuração oficial para o consumidor, a inflação tem voltado ao radar dos analistas e deveremos ver alguns debates a respeito daqui para frente. “Nesta terça-feira o tema já vem estampado em manchetes de jornais, que evidenciam a alta de preços dos alimentos, fato atribuído ao dólar mais caro e à demanda externa”, cita o economista.

Leia a análise completa abaixo:

Após nove semanas com ajustes positivos nas expectativas para a queda do PIB este ano, a mediana das projeções dos agentes consultados no relatório Focus, do Banco Central, caiu de -5,28% para -5,31%. Isso ocorre após a divulgação do PIB do 2o trimestre, na última terça-feira, mostrando que a economia contraiu 9,7% entre abril e junho, no auge dos efeitos econômicos da pandemia da Covid-19 e do isolamento social.

Essa queda foi um pouco maior que o esperado por muitos analistas, ainda que tenha vindo em linha com o IBC-Br, do Banco Central. Houve quedas mais intensas que o esperado no consumo do governo e nos serviços prestados às famílias, em função, principalmente, de tratamentos estatísticos inéditos feitos pelo IBGE para mensurar os impactos da pandemia no período.

A principal razão para a interrupção do movimento de alterações positivas, porém, está na revisão que sofreram os dados do 1o trimestre, em que a economia contraiu 2,5% (revisados de contração de 1,5%), configurando uma recessão técnica (dois trimestres seguidos de queda do PIB), antes mesmo de o nível de atividade ter retornado ao patamar alcançado antes da recessão anterior (de 2015 e 2016).

Com esse resultado, o PIB brasileiro está 15,1% abaixo do pico, registrado no 1o trimestre de 2014. Pela ótica da oferta, apenas o setor agropecuário apresentou crescimento no período (0,4%), o que reforça o cenário positivo para o seguro Agro, como temos enfatizado em nossas análises. As perspectivas para o 3o trimestre continuam, de maneira geral, positivas, com o carregamento estatístico garantindo crescimento em todos os setores e bons sinais da indústria que, em julho, cresceu 8%, bastante acima do esperado.

Além disso, a retirada suave dos estímulos, com o Auxílio Emergencial estendido até dezembro em menor valor, é também favorável para a expectativa de crescimento. Na política, apesar das tensões comuns em um noticiário cada vez mais voltado para as eleições municipais, o orçamento de 2021 foi apresentado ao Congresso sem grandes sobressaltos e com sinais positivos no que se refere à manutenção do Teto de Gastos, com previsão de aumento nos gastos em defesa e assistência social, mas redução no orçamento de pastas ligadas a obras de infraestrutura. Assim, projetos de obras e transferências federais se moveram para o segundo plano, enquanto as reformas se moveram para o primeiro.

A proposta de reforma administrativa trouxe alguma decepção para aqueles que esperavam efeitos em prazo mais curto, mas justamente por isso aumentam as chances de sua aprovação. Já a projeção para o IPCA voltou a subir ligeiramente, para 1,78% ao final deste ano e, para o IGP-M, a projeção subiu para 11,72%.

Como temos discutido neste e em outros espaços há algum tempo, a inflação, apesar de baixa em sua mensuração oficial para o consumidor, tem voltado ao radar dos analistas e deveremos ver alguns debates a respeito nas próximas semanas. Evidentemente, isso afeta também as discussões sobre política monetária.

Na semana passada, o presidente do Banco Central afirmou que “não existe juros baixos e inflação baixa com fiscal desorganizado”, explicitando o grande risco da economia brasileira: a trajetória fiscal e suas consequências sobre a inflação e os juros. A projeção mediana para a Selic ao final deste ano continua em 2,0% e a possibilidade de que caia mais, nesse cenário de maior discussão sobre a diferença da inflação para diferentes setores, diminui. Tanto é assim que a projeção mediana das instituições Top 5 para a Selic subiu de 1,75% para 1,88%.

No calendário econômico da semana, destaque para o IPCA de agosto, na quarta- feira (09/09), para a PMC de julho, na quinta (10/09) e para a PMS também de julho, na sexta-feira (11/09).

Icatu Seguros lança última edição de campanha do ano

Corretor poderá ter um incremento de 3.000 pontos com a premiação extra, além de aumentar as chances de viajar para a África do Sul e resgatar prêmios como TV e eletroportáteis 

Fonte: Icatu

A Icatu Seguros dá a largada para a última etapa da Rota das Vendas. A campanha de incentivo aos corretores, que visa atingir metas de vendas, também tem como objetivo superar seus próprios resultados e conquistar prêmios. É uma oportunidade para o corretor acelerar e alavancar suas vendas para conquista do desejado Prêmio Antonio Carlos Almeida Braga. Nesta campanha, quanto mais se produz, mais se acumula pontos para resgatar prêmios de um catálogo com mais de 15 mil itens. O prêmio poderá ser escolhido na plataforma virtual da seguradora e o acesso é integrado com a Casa do Corretor, espaço da Icatu Seguros dedicado aos corretores. 

Entre setembro e dezembro, os corretores terão a chance de acumular 3.000 pontos a mais na disputa – além dos que eles já conquistam com as vendas rotineiras – que poderão ser usados para resgatar prêmios como TV’s, eletroportáteis, eletrônicos, itens de beleza e muito mais. Esta é também uma oportunidade dos corretores terem sua produção contabilizada para conquistar o Prêmio Antonio Carlos Almeida Braga que premiará com viagens à África do Sul a serem definidas com o fim da pandemia na volta da normalidade e segurança. 

Segundo o vice-presidente corporativo da Icatu Seguros, Alexandre Vilardi, há uma novidade para esta última edição de 2020. “Serão classificados por regional os corretores com o melhor desempenho nos meses de setembro, outubro e novembro, sendo um em cada mês. E, em dezembro, dentre os classificados, o corretor que tiver alcançado em cada regional o maior volume de vendas e tenha produzido pelo menos R﹩ 10.000,00 no período da campanha, ganhará mais três mil pontos”. 

Vilardi ainda reitera que: “Esta é uma forma de incentivar nossos corretores e, principalmente, parabenizá-los pela parceria e empenho neste ano atípico que estamos vivendo. O grande vencedor vai ter a chance de escolher muito mais prêmios e assim ser recompensado pelo seu grande desempenho”. 

Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga 

A Rota das Vendas também é válida para a maior campanha da Icatu Seguros, que tem como destaque a entrega do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga. A iniciativa traz nesta premiação o resultado acumulado de todas as campanhas ocorridas ao longo do ano e os corretores que tiverem os melhores resultados serão contemplados com uma viagem à África do Sul, com direito a acompanhante. No total, serão 98 corretores premiados. “Além de usufruírem de uma grande jornada para relaxar após tanto esforço, trabalho e dedicação, os vencedores poderão desfrutar de uma programação feita sob medida! Nosso roteiro é repleto de experiências únicas de cultura, entretenimento e gastronomia”, explica Vilardi. 

O executivo reforça ainda que essas premiações valorizam e expressam a importância do corretor não somente para a Icatu, mas para a sociedade: “O corretor é tão importante para nós quanto é relevante para o consumidor brasileiro, já que seu papel como agente social busca conscientizar as pessoas quanto à necessidade de investir em proteção e planejamento financeiro a longo prazo”. 

Alta das taxas, disciplina na subscrição e clausulados claros são mantras dos resseguradores

Empresas realizam coletiva para substituir o tradicional evento de Monte Carlo Rendez-Vous que acontece há quase 70 anos e neste ano foi cancelado pela pandemia

As tendências em resseguros foram destaques na manhã desta terça-feira com coletivas de resseguradoras que habitualmente se reúnem em setembro há quase 70 anos no evento de Monte Carlo Rendez-Vous, que neste ano foi cancelado pela pandemia. Mas para não deixar de debater o tema, que antecede a renovação dos maiores contratos de resseguros no mundo, algumas resseguradoras realizaram coletivas para dar uma visão geral do cenário atual e o que esperam para os próximos meses. Veja abaixo um resumo:

Rating – A agência de classificação Moody’s Investors Service mudou sua perspectiva sobre o setor de resseguro global para negativa, dizendo que, apesar do aumento dos preços, “2020 parece ser outro ano decepcionante”. A Moody’s adverte que o coronavírus e outras catástrofes já esgotaram os orçamentos anuais de perdas por catástrofes de muitas resseguradoras. Diante disso, as chances de um ano lucrativo são mínimas para muitas. “Nos próximos 12 a 18 meses acreditamos que o ambiente operacional para o setor será desafiador, apesar dos preços mais fortes de resseguro”, explicou James Eck, VP- Diretor de Crédito Sênior da Moody’s.

Ainda não se sabe até que ponto as resseguros serão afetadas pela pandemia de coronavírus, mas como o evento está em andamento, muitos problemas de cobertura de lucros cessantes ainda precisam ser resolvidos, tornando a perspectiva do setor negativa.

As taxas de resseguro precisam endurecer ainda mais, acredita a Moody’s, pois até agora não são suficientemente altas para compensar os resultados voláteis do ressegurador. “Esperamos que a atual alta de preços dure até 2021, e a maioria das principais empresas espera aumentos de preços superior a 5% ou mais no ano que vem”, previu a agência de classificação.

Taxas de juros em queda, custos sociais relacionados à inflação e retrocesso de preços mais altos são desafios adicionais que as resseguradoras enfrentam agora, e Moody’s observa que o capital alternativo provavelmente continuará a se ajustar em busca de retornos mais elevados e estáveis, que poderia impactar ainda mais as capacidades e custos operacionais das resseguradoras

Além de tudo isso, a Moody’s vê as mudanças climáticas como outro desafio ao qual as resseguradoras precisam se adaptar, já que catástrofes climáticas mais frequentes estão criando “uma série de desafios de gestão de risco associados à avaliação, medição e mitigação de riscos de catástrofe, e aumentou a volatilidade dos resultados das empresas. ”

Espera-se que todos esses fatores impactem negativamente a lucratividade do setor, sugerindo a necessidade de mais taxas e mais eficiência no mercado, a fim de retornar os lucros a níveis sustentáveis ​​no longo prazo.

O que é positivo para o segmento de “seguros vinculados a títulos”, conhecido pela sigla ILS, uma vez que os fundos e investidores de ILS poderão se beneficiar da melhoria nas taxas, ao mesmo tempo em que se beneficiarão de qualquer melhoria na disciplina de subscrição que surgir. No entanto, isso poderia afetar as estratégias das resseguradoras para usar mais capital alternativo. Quando os lucros de subscrição recuam, compartilhá-los com outras fontes de capital pode não ser tão lucrativo quanto mantê-los para si mesmo.

Munich Re – A Munich Re espera perda controlada da temporada de furacões no Atlântico e da explosão do porto de Beirute, informou a resseguradora na coletiva de imprensa virtual do evento Monte Carlo Rendez-Vous. Torsten Jeworrek (FOTO), CEO de resseguro disse que nenhuma das perdas seria preocupante para a resseguradora. Com o início da temporada de furacões no Atlântico de 2020, a Munich Re ainda disse que as perdas combinadas dos furacões Hanna, Isaias e Laura em julho e agosto de 2020 não seriam particularmente significativas, com base nesta estimativa inicial ainda incerta. Quanto as perdas na explosão do porto de Beirute, Líbano, que ocorreu em 4 de agosto, a Munich Re disse que espera um impacto de baixo valor nos sinistros relacionados à explosão, principalmente da linha de negócios de resseguro de propriedade. A Munich Re também afirmou que suas perdas com a pandemia COVID-19 se desenvolveram mais lentamente no terceiro trimestre até agora, do que no início deste ano.

Swiss Re – A resseguradora prevê aumento de taxas em todas as linhas de negócios na próxima temporada de renovação e um também crescimento positivo do mercado com o aumento da demanda. Ao mesmo tempo, a resseguradora explicou que espera maior pressão no lado de subscrição do negócio para gerar lucros, tornando a disciplina e questões em torno de redações ou termos e condições fundamentais. As taxas já melhoraram, mas espera-se que isso continue, visto que a subscrição ainda não voltou a um nível sustentável de lucratividade. Uma combinação de tendências impulsiona taxas e preços, como o ambiente de taxas de juros continuamente mais baixas e a necessidade de preços para cobrir tendências de perdas. Além disso, há a pandemia COVID-19, com as perdas que ela gerou, bem como o movimento em direção a um mundo de taxas de juros ainda mais baixas por mais tempo, e coloca cada vez mais ênfase na subscrição de resseguradores como fonte de seus lucros no futuro. Estudo da Swiss Re revelou que para um retorno razoável sobre o patrimônio líquido até 2021, as seguradoras não vida reunidas no G7 devem melhorar suas margens de subscrição em entre 7 e 12 pontos percentuais para compensar o impacto dos juros mais baixos.

Riscos climáticos – A ação global para combater as mudanças climáticas é essencial para evitar que a exposição se torne sistêmica por natureza, o que pode fazer com que se torne menos segurável, de acordo com o CEO de Resseguros da Munich Re, Torsten Jeworrek. Ele destacou o medo de que o risco climático se torne menos administrável pelo seguro tradicional e resseguro. De acordo com os dados da Munich Re, as catástrofes naturais relacionadas ao clima foram responsáveis ​​por cerca de US$ 4,2 trilhões em perdas e custaram a vida de quase um milhão de pessoas desde 1980, com apenas um terço das perdas seguradas. Esses números enormes não incluem os efeitos indiretos dos riscos climáticos e meteorológicos, como quebra das cadeias de abastecimento, bancos que experimentam um aumento na inadimplência de empréstimos ou usinas de energia tendo que reduzir a produção durante uma onda de calor. Jeworrek alertou que as empresas podem não estar dando atenção suficiente às ameaças das mudanças climáticas. “Se não agirmos, o risco climático pode ser muito pior e mais difícil do que a pandemia”. Se as mudanças climáticas e o risco climático se tornarem sistêmicos, o setor de seguros e resseguros por si só pode não ser capaz de cobri-los e a assistência de governos e entidades públicas pode ser necessária. “Devemos tirar as conclusões certas disso e fazer melhores preparativos para minimizar as perdas. Como empresa, estamos fazendo a nossa parte analisando e ajudando a entender os riscos com a expertise de que dispomos, e estamos absorvendo parte deles com soluções de seguros adequadas ”, explica Jeworrek.

ILS – A pandemia e a inflação social juntas demonstraram o que pode acontecer quando os termos e condições do resseguro não são claros o suficiente, afirmou a Swiss Re na coletiva virtual realizada nesta terça-feira. Segundo o CEO de resseguro, Moses Ojeisekhoba, o mercado de títulos vinculados a seguros (ILS) experimentou os efeitos de uma falta de clareza ou ambigüidade na cobertura, por meio do aumento de perdas causado pela inflação social e também pela ameaça de perdas e garantias presas devido a negócios relacionados ao COVID-19 interrupção. “Uma coisa que vemos que é super importante é a questão de querer garantir que haja clareza”. Thierry Leger, CUO da Swiss Re explicou que o mercado de ILS tem visto alguns aumentos de preços significativos. Na Flórida, por exemplo, os aumentos de preços ficaram na faixa de 20%. Estabelecer a clareza dos termos, bem como o que está incluído e coberto nos contratos de ILS, é fundamental para manter o retorno esperado para os investidores.

Segfy traz ao mercado nova forma de apresentar suas ferramentas

Com objetivo de apresentar os detalhes das ferramentas, a startup curitibana desenvolveu um formato de live aberta para os corretores

Fonte: Segfy

Pensando em facilitar o processo de conhecimento das soluções desenvolvidas pela empresa, a Segfy irá disponibilizar Demonstrações Online abertas ao público. Todo o processo será guiado por uma colaboradora especializada para apresentar aos corretores de seguro o que as ferramentas podem facilitar o dia a dia do negócio.

A startup já oferece o serviço de trial gratuito por sete dias, mas agora pretende ampliar este primeiro contato do cliente em prospecção. Segundo Dielson Haffner, Diretor de Receitas da Segfy, o principal foco deste novo projeto é mostrar efetivamente como as ferramentas da Segfy podem ampliar as vendas de uma corretora.

“Decidimos aplicar este modelo para que os corretores vejam a efetividade dos nossos produtos antes de testá-los na prática com o trial gratuito. Com isso, o corretor pode desbravar melhor por todas as funcionalidades que nossas soluções entregam para gerar resultado a corretora”.

Outro fator relevante é a aproximação com o corretor, através do formato live a empresa tem um contato mais próximo e informal com seu cliente, trazendo liberdade para quem está assistindo a demonstração perguntar e tirar todas as dúvidas sobre as soluções de Gestão e Multicálculo com a profissional da Segfy que comanda a apresentação.

Dielson ressalta que toda a equipe que estará na demonstração é capacitada para ajudar o corretor neste processo inicial de conhecimento das ferramentas. “Treinamos mensalmente nossos colaboradores para entender tudo sobre nossos softwares e novidades do mercado. Trabalhamos pensando em facilitar a vida do corretor, com a demonstração o corretor que se tornar nosso parceiro, já inicia sabendo todas as funcionalidades da ferramenta e como utilizá-las ao máximo visando seu lucro”.

A primeira demonstração aberta será no dia 16/09 (quinta-feira), às 18h30, por chamada de vídeo. Para mais detalhes sobre como participar, acesse nossas redes sociais e aguarde a divulgação do evento.

Mapfre aposta em um segundo semestre melhor embalado pelo potencial de seguros

O Brasil é o oitavo país com o maior potencial para o mercado segurador no segmento vida e não vida entre as 96 nações pesquisadas

Temos uma economia ainda patinando, setores com dificuldades de retomada, famílias temendo o desemprego e a pandemia, o que as faz poupar as reservas, como mostra o recorde de captação da caderneta de poupança. Um cenário que exige mais das seguradoras para disputar o orçamento apertado das famílias e empresas e assim manter a venda de seguros em ritmo crescente.

Fernando Pérez Serrabona, CEO Mapfre Brasil, e Luis Gutiérrez, CEO da Mapfre Seguros afirmaram durante coletiva que depois de um grande baque em abril, o setor começa a se recuperar. Dados da Susep mostram alta de 5,9% das vendas em junho, comparado ao mesmo período do ano anterior, com receitas de R$ 23,3 bilhões. No primeiro semestre, o lucro líquido da Mapfre foi de R$ 334 milhões, com um crescimento de 58% em relação a igual período de 2019. O Brasil é a segunda maior operação da Mapfre, representando 20% do faturamento global.

Em vendas, a seguradora cresceu 0,2%, em comparação ao primeiro semestre de 2019, com R$ 8,93 bilhões em prêmios emitidos. “O segundo semestre é mais aquecido e esperamos melhores resultados. No entanto, temos de destacar que a pandemia continua e ainda há grandes dúvidas em relação à economia e os impactos que ela terá no mercado de seguros”, afirmou Serrabona.

Segundo a apresentação, o grupo registrou R$ 4,5 bilhões em vendas de seguros gerais, R$ 1,38 bilhão em vida e R$ 1,4 bilhão em automóveis, que registrou queda de 36%. Seguros massificados também amargaram recuo nas vendas diante do fechamento das redes varejistas. “Em seguros agrícolas empresariais e em residencial continuamos crescendo”, destacou Gutierrez.

Eles apostam no potencial do setor no Brasil. “O Brasil é o oitavo país com o maior potencial para o mercado segurador no segmento vida e não vida entre as 96 nações pesquisadas no Índice Global de Seguros Potenciais (GIP), elaborado pela Mapfre Economics”, cita Gutierrez. De acordo com o estudo, o mercado brasileiro de seguros poderia ser 2,6 vezes maior. “Apenas 30% da população tem seguro de caro, 15% das residências tem apólice de seguro, 8% tem seguro de pessoal e apenas 10% das PMEs possuem alguma proteção, o que significa que nós e os corretores temos muito trabalho pela frente para tornar a sociedade brasileira mais protegida dos riscos do dia a dia”, citou.

A seguradora foi uma das primeiras a voltar ao trabalho presencial, que já atinge 80% das suas filiais. “Temos que estar perto das pessoas e como o governo liberou diversos segmentos econômicos, com riscos que precisam de cobertura, retomamos para estar mais próximos dos nossos clientes”, argumentou Gutierrez.

A Mapfre adotou diversas medidas para que o consumidor perceba o valor do seguro no dia a dia e tenha o produto como um apoio financeiro diante das incertezas da vida ressaltadas com a pandemia. Veja abaixo um resumo da conversa do blog Sonho Seguro com Serrabona após coletiva com jornalistas realizada no início de setembro:

Nesta situação, o que a Mapfre faz para estimular as vendas?

Desde que o isolamento social foi estabelecido, adotamos uma série de condutas a fim de diminuir os impactos econômicos e sociais da pandemia para nossos públicos. Passamos a aplicar condições especiais de renovação e pagamento em apólices de automóvel, residencial, rural, comércio, serviços e condomínio. Isso inclui modalidades diferenciadas de parcelamento (há produtos que permitem o pagamento em até 10 vezes). Também ampliamos o desconto na franquia aos produtos AutoMais Gold e AutoMais Frota, para reparos realizados na rede de oficinas MAPFRE.

As indenizações de vida, mesmo por Covid-19, foram pagas?

Pagamento integral da indenização em caso de morte por infecção pela Covid-19 nos seguros de Vida, Viagem, Habitacional e Prestamista.

Incluíram benefícios nos produtos?

Sim, entre eles, a telemedicina. Passamos a oferecer este benefício nos seguros Vida Você Multiflex, Vida Você Mulher e Vida Você Special, além de Orientação Médica por Telefone (OMT).

E no residencial?

No seguro residencial ampliamos as atividades profissionais cobertas, beneficiando microempreendedores individuais que levaram seus negócios para casa.  Com isso, as atividades amparadas pela cobertura “Pequeno Empreendedor”, passaram de 13 para 24 categorias. Dentre os profissionais contemplados nesta cobertura estão cabeleireiros, manicures, pedicures, maquiadores, esteticistas, depiladores, vidraceiros, eletricistas, encanadores e chaveiros. Com a inclusão das novas atividades, personal trainers, por exemplo, são garantidos pela apólice comercializada pela companhia. O seguro residencial garante, ainda, a estes profissionais, assistência 24 horas e suporte complementar, como Proteção Digital e Help Desk.

Em termos digitais, o que mudou?

Reforçamos as soluções digitais para a realização da vistoria (com envio de fotos no aviso de sinistro realizado por aplicativo para smartphone e web) e perícia (WhatsApp para envio de vídeos e/ou fotos). Por meio da plataforma MAPFRE Open Innovation, recebemos propostas de startups com soluções que apoiem prestadores de serviços e pequenos e médios empresários a enfrentarem a complexa situação econômica imposta pela pandemia do novo coronavírus. A iniciativa segue aberta para recebimento de ideias de rápida implantação que ajudem a responder problemas como: agilidade e proximidade de clientes, além de aumento de receitas. Os nossos colaboradores também estão nos enviando propostas. 

E quanto a retomada das operações?

Além da abertura da plataforma de inovação, a MAPFRE acaba de colocar no ar o “Retomada Segura” (club.mapfre.com.br/retomada-segura/) para apoiar as pequenas e médias empresas no processo de retorno de seus negócios. No portal, os empreendedores encontram uma cartilha de orientações a funcionários, além de um kit de comunicações gratuito para que possam personalizar com a sua marca, imprimir e colocar em seus estabelecimentos, adequando toda a sinalização dos espaços físicos ao distanciamento necessário entre as pessoas.

Icatu Seguros lança fundo previdenciário em parceria com a Giant

A Giant tem oito anos de mercado, com patrimônio líquido superior a R$ 4,5 bilhões e possui mais de 60 mil investidores

Fonte: Icatu Seguros

A Icatu Seguros lançou um novo fundo de previdência em parceria com a Giant, maior gestora de fundos quantitativos da América Latina, o Giant Prev Icatu. Para completar a diversidade da carteira da Icatu, este fundo conta com alocação dinâmica buscando diversificação e consistência na performance. Rodrigo Terni, um dos sócios fundadores da Giant Steps Capital e co-CEO na Giant, explicou as características do novo produto na live quinzenal promovida pela seguradora no seu canal do YouTube 

A Giant, que tem oito anos de mercado com patrimônio líquido superior a R$ 4,5 bilhões, possui mais de 60 mil investidores e tem uma equipe formada por campeões de Olimpíadas de Matemática, PhDs e profissionais de diferentes mercados. Além disso, tem nota máxima (5 estrelas) da Morningstar, maior agência avaliadora de fundos de investimentos, chancelando a qualidade dos fundos geridos pela Giant. 

Terni explica que o novo fundo Giant Prev Icatu traz uma abordagem sistemática e quantitativa, combinando as principais estratégias de gestão na busca por menor alocação de risco e sempre respeitando todas as restrições previdenciárias. Dentre as características do novo fundo Giant Prev Icatu há retorno CDI +3,5%, volatilidade de 5% e taxas administrativas 1,9% a 2% por 20% de performance. 

“Combinamos duas renomadas estratégias da Giant – a Sigma e o Zarathustra que aliam diversificação e retorno absoluto, respectivamente – para lançar este novo produto. Representante das estratégias de diversificação, a Sigma procura construir um capital a longo prazo alocando sistematica e dinamicamente. Já o Zarathustra identifica momentos onde um preço se distancia demais do valor justo de um ativo e toma uma posição assertiva com a expectativa do preço voltar ao normal”, afirma o executivo. Essa combinação gerou o fundo Giant Prev Icatu que passa a absorver os diferentes fatores de investimentos estratégicos, resultando em um portfólio de ativos estatisticamente diversificado e adaptado a qualquer contexto. 

Rodrigo também explicou que a estratégia do Zarathustra se adequa a momentos em que os investidores estão apreensivos e inseguros, como o atual período de pandemia, com tecnologia para um rápido retorno. Já a Sigma é quase o oposto do Zarathustra. Ela opera com fundamento econômico e analisa informações variadas ao mesmo tempo. Com base nisso, toma a melhor decisão para estruturar a carteira. 

Esta foi mais uma das lives realizadas pela Icatu com a participação de especialistas e gestores sobre o atual cenário econômico, a importância da proteção e do planejamento financeiro. 

Presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel, participa do ITC World Tour

O presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel, é um dos convidados do ITC World Tour – encontro mundial de inovação em seguros – que, este ano, abordará o tema “Quais os legados da pandemia para o futuro do mercado de seguros no Brasil?”. Na ocasião, o executivo vai compartilhar o aprendizado da companhia nesse período atípico e as iniciativas que a companhia adotou para melhorar a experiência de clientes e corretores associados. O evento é online e acontecerá no dia 8 de setembro (terça-feira) a partir das 17h. 

Para Snel, os novos tempos trouxeram uma série de provocações e reflexões, inclusive sobre como queremos desenhar e planejar o nosso futuro. “Temos discutido muito essa abordagem e a consciência social no nosso dia a dia. Isso diz muito sobre o propósito da Icatu Seguros de proteger as famílias e contribuir com o planejamento financeiro dos brasileiros em todas as fases da sua vida. Por isso, participar deste evento, no Brasil, é motivador e uma troca muito construtiva para o organismo vivo do nosso trabalho”, afirma o presidente da Icatu Seguros. 

Adaptações à nova realidade – A Icatu Seguros já vinha investindo em um processo de transformação digital, que acabou acelerado nos últimos meses, com ampliação dos canais digitais de autoatendimento e soluções em vendas online para corretores e parceiros, por exemplo. Por ser uma plataforma de arquitetura aberta e com portfólio completo, democratizando o acesso a fundos de investimentos e produtos de Vida para os mais diversos perfis de clientes, neste último ano, a seguradora fez um aporte de R﹩ 116 milhões em projetos de tecnologia e inovação. Uma das principais iniciativas foi a implementação do nosso Portal de APIs para plugar startups, parceiros digitais e fintechs. O Portal foi desenvolvido com foco na experiência do usuário e permite atuar com diversos parceiros complementares, que possam reforçar a cadeia de prestação de serviços ao longo da jornada do cliente. 

A companhia também vem realizando lives semanais com especialistas, com análise de cenários sobre a economia, investimentos, planejamento financeiro e proteção das famílias. Mais de 100 mil pessoas já assistiram aos conteúdos no YouTube da Icatu. 

Conjuntura CNseg 27 destaca avanços na agenda regulatória do setor segurador

CNseg

Publicação está disponível no portal da Confederação

Fonte: CNseg

Uma avaliação positiva da consulta pública para modernizar o marco regulatório dos seguros massificados; a resiliência do segmento de títulos de capitalização, que injetou R$ 9 bilhões na economia neste ano; a perda líquida de segurados em Saúde Suplementar, afetada pela contração do emprego e renda das famílias e os rumos e a relevância do seguro de Vida, sobretudo com a pandemia, são os tópicos centrais apresentados na seção Destaques dos Segmentos, bloco de abertura da edição nº 27 da Conjuntura CNseg, publicação da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, disponível em seu portal (cnseg.org.br).

Além dos tópicos sobre os segmentos que integram o setor segurador brasileiro, a publicação apresenta também os Boxes “Regulatórios”, “Jurídico” e “Relações de Consumo”. No “Jurídico”, avalia-se a importância do princípio constitucional da irretroatividade das leis em prol da segurança jurídica, da estabilidade das relações jurídicas e do funcionamento sem sobressaltos do mercado segurador. 

Já o Boxe “Regulatório” avalia o descompasso regulatório no regramento entre as atividades de auditoria contábil e a auditoria atuarial das supervisionadas da Susep, o que representa uma ineficiência operacional capaz de elevar os custos de observância.

O microsseguro, tema do Boxe “Relações de Consumo”, depende cada vez mais do aprimoramento do marco regulatório desse tipo de seguro, com ênfase em mudanças na formatação de produtos e sua distribuição, para ganhar tração e mirar os 100 milhões de consumidores identificados como público potencial do segmento.

Por fim, uma seleção de seis artigos consta da seção “Produção Acadêmica em Seguros”. Entre outros tópicos, constam: “Os dilemas contemporâneos do seguro diante das coberturas aplicadas à pandemia”; “Coronavírus e o contrato de seguros”; “Gastos tributários como ferramenta de desenvolvimento”; “As perspectivas de telemedicina no pós-pandemia” e a “Revolução tecnológica no mercado atuarial”. 

CCS-RJ Connection 2020: participantes discutiram oportunidades em cenário impactado pela pandemia

Todo o conteúdo transmitido nos dois dias do CCS-RJ CONNECTION 2020 estão disponíveis no canal do Clube no YouTube

Fonte: CCS-RJ

As oportunidades de negócios no setor de seguros continuaram sendo o foco das atividades durante o segundo e último dia do CCS-RJ CONNECTION 2020. Apenas nesta quarta-feira, quatro mil pessoas acompanharam o evento, que contou com transmissão virtual ao vivo de todas as suas atividades. O CONNECTION foi organizado pelo Clube de Corretores do Rio de Janeiro (CCS-RJ) em conjunto com a Educa Seguros e ocorreu nos dias 1 e 2 de setembro.

 “Tenho a impressão de que conseguimos mostrar, no primeiro dia, todas as conexões possíveis para o corretor de seguros. Continuaremos a fazer isso hoje”, afirmou Anderson Ojope, fundador da Educa Seguros, na abertura. Fabio Izoton, presidente do CCS-RJ, comentou sobre a importância da cooperação. “Qualquer profissional, hoje em dia, precisa trabalhar junto a seus pares para compartilhar conhecimento e experiências, e isso foi mostrado largamente nas atividades do evento”, colocou.

Sonia Marra e Luiz Mario Rutowitsch, diretores da instituição, destacaram ainda que a expectativa do evento, que já era alta, foi superada. “A conexão é o que nos dá força nesse momento. As oportunidades que diversos grupos têm oferecido aos corretores é o que dá força, o mais importante”, diz Sonia. Já o diretor destacou que “o sucesso do CONNECTION como um todo mostra que o corretor busca, mais do que nunca, se capacitar para melhor atender a seus clientes”.

ASPECTOS TRIBUTÁRIOS – Roger Belisário, consultor em Gestão e Finanças, abordou os aspectos tributários mais importantes para a abertura de uma empresa, por parte de um corretor que atue como profissional liberal. “Por meio de adoção do livro-caixa e da adoção e conhecimento dos diferentes regimes tributários disponíveis, o corretor pode decidir qual o mais adequado para a sua realidade”, comentou.

CASES – Novos negócios com foco na assessoria dos corretores foi abordado no painel “Conexões S/A: Gerando Negócios em Grupo”. A Baeta Assessoria de Seguros, fundada por Luiz Philipe Baeta Neves, que também é o atual presidente da Aconseg-RJ, concede assessoria técnica e comercial para os corretores, intermediando sua relação com as seguradoras. Para Luiz, o modelo promovido pela empresa facilita o sucesso do trabalho do corretor. “Como a assessoria é ampla, o corretor fica mais disponível para prestar sua venda. Nossos investimentos em tecnologia e em espaço físico são essenciais para mitigar os possíveis problemas do cotidiano da corretagem.”, pontua.

Daniel Borges, sócio-diretor da Garnet Corretora de Seguros, atuante no Rio de Janeiro, é um dos associados da Baeta Assessoria, e comenta os benefícios do trabalho em conjunto com a empresa. “O backoffice oferecido pela Baeta é muito importante e faz toda a diferença. Se o corretor trabalha diretamente com as seguradoras, ele pode não ter força para lidar com questões políticas, por exemplo. Me sinto resguardado com a estrutura que me é oferecida”, opina Daniel.

O grupo A12+, outro projeto apresentado, é presidido por Renner Fidelis, que também é sócio da Apoliseg Corretora de Seguros, sediada em Goiânia. O grupo nasceu da necessidade de unir e trocar experiências entre diversos corretores. “O propósito da nossa empresa é promover o intercâmbio de ideias e negócios. Em 2018, acrescentamos o símbolo de mais em nosso nome mostrando a nossa vocação para receber mais profissionais”, coloca Renner. Já Henrique Carballo, diretor jurídico da Segna Consultoria em Seguros, do Rio de Janeiro, e assessor jurídico da A12+, apoia a formação de grupos para atuação no mercado. “A partir do grupo, o corretor adquire maior poder de negociação junto às seguradoras, além de acesso a canais de atendimento exclusivos”, entende Henrique.

A SEGASP univalores, originada com foco em seguros de vida e com sede em São Paulo, também foi citada como um dos projetos em destaque. Ricardo Tarantello, sócio-diretor da empresa, diz que a evolução com o passar dos anos é grande. “Formamos um ótimo marketplace. Conosco, o corretor ganha capacitação e percebe uma resposta positiva em todos os segmentos que desejar atuar”, estabelece Ricardo. Gisele Marques, da Marques Corretora de Seguros, indica a SEGASP univalores para outros colegas corretores. “A associação agrega diferentes soluções financeiras. A estrutura é algo que nos beneficia bastante. Conseguimos acompanhar nosso cliente ao logo do tempo, com as ferramentas que nos são dadas”, coloca Gisele.

A Loja Corr, que nasceu em Curitiba, já possui cinquenta e cinco unidades de negócios, em quase todos os estados. Diogo Ardnt Silva, CEO da rede de corretores, explica as vantagens conseguidas com o projeto. “Por meio da Loja Corr, o corretor aumenta sua competitividade. O nível de conhecimento acumulado, bem como o acesso em todo o país facilita a conclusão de novos negócios”, entende Diogo. Mariana Oliveira, CEO da Unialliance Corretora de Seguros, uma das empresas associadas, comenta porque escolheu a associação: “Dois pilares me mantêm ligada à Loja Corr. O acesso a mais produtos do que eu teria anteriormente e a plataforma de tecnologia utilizada, com excelente estrutura de backoffice”, entende Mariana.

Por fim, o MDS Group, corretora multinacional portuguesa, foi apresentada. Patrícia Martins, superintendente de Benefícios da empresa, comenta sobre a estrutura. “Dentro de nosso programa de relacionamento, oferecemos materiais de marketing, reembolso, patrocínio, entre outros instrumentos. Acumulamos condições diferenciadas com as seguradoras, além de maior expertise em segmentos e em sistemas de tecnologia”, coloca. Já Carlos Toscano, da Síntese Seguros, do Rio de Janeiro, uma das corretoras associadas, entende que só teve benefícios na relação. “A qualidade técnica da corretora facilitou muito meu trabalho. A outra é a amplitude do negócio. Desde o início, as pessoas se envolveram e mandaram novos produtos.”, entendeu Carlos.

SEGURO DE VIDA – O segmento de seguros de pessoas, celeiro de novas oportunidades, foi discutido em painel próprio. Fabio Lessa, diretor comercial da Capemisa, destacou os avanços políticos que influenciaram o bom resultado demonstrado pelo mercado de seguros durante a pandemia. “A aprovação das Reformas da Previdência e Trabalhista incentivaram a reflexão coletiva sobre os riscos e inseguranças, que podem ser mitigadas pelos seguros. O atendimento precisa ser genuíno, baseado em informação e personalização, por meio do corretor como meio”, comentou.

Raquel Giglio, VP de Saúde e Odonto da SulAmérica, reforçou o papel dos corretores em meio às mudanças que já estavam em curso. “Os corretores são consultores de inovação, porque conhecem cada um dos nossos clientes. Digitalização e inovação são ferramentas de inovação, para reforçar o ‘olho no olho’ entre corretores, beneficiários e seguradoras”, colocou a executiva.

Alfeo Marchi, diretor de mercado do grupo MAG Seguros, também participou do painel, frisando a demanda para os produtos voltados às pessoas. “Estudos de instituições do mercado de seguros já indicam um espaço de crescimento na proteção em todo o mundo. No pós-pandemia, teremos um ‘melhor normal’, unindo o relacionamento com as inovações tecnológicas”, avaliou. 

Amilcar Vianna, corretor de seguros e ex-presidente do CCS-RJ, por fim, fez uma analogia para explicar o momento. “Quando o mar está calmo, buscamos mais individualismo e solidão. No mar revolto, buscamos proteção e coletividade. Isso é o que acontece agora. Na área de seguro de pessoas, sou testemunha de um cenário nunca antes visto, no qual as pessoas são atraídas de forma mais espontânea para a compra dos produtos desse segmento”, relatou.

INVESTIMENTOS – Pedro Guimarães, CEO da FIDUC, tratou de investimentos e explicou detalhes importantes para aqueles que querem conhecer mais sobre os serviços do setor financeiro. “Os dois setores, de seguros e financeiro, são intimamente relacionados porque os profissionais de ambos os campos precisam ter bastante confiança nos produtos que vendem. O corretor de seguros, quando treinado, pode auxiliar no planejamento financeiro das pessoas, a partir de serviços complementares e que certamente expandem a renda do profissional de corretagem”, pontuou.

VISÃO DOS CORRETORES – Mais à noite, a nova realidade do setor de seguros foi analisada a partir da visão dos corretores. Armando Vergílio, presidente da Fenacor, entende que existe um novo papel a ser exercido pelas entidades de classe. “Até então, as instituições representavam e defendiam a categoria, com muito sucesso. Agora, viramos a chave e buscamos prover soluções para os corretores de seguros. Nosso objetivo maior é incentivar a ampliação da carteira e diversificar as áreas de atuação dos profissionais”, coloca.

Já Joaquim Mendanha, presidente do Ibracor, entende que os corretores sempre foram colocados à prova, situação que não se difere durante a pandemia. “Em diferentes momentos, os corretores se uniram em todo o país e alcançaram as vitórias da categoria. Para que a profissão se perpetue, o corretor precisa se tornar um mantenedor de boas práticas, deixando o amadorismo de lado”, disse.

Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP, considera o exemplo como a melhor forma das entidades representativas influenciarem seus representados. “O Sincor-SP tem que ser o primeiro lugar no qual os corretores representados por ele pensem ao buscar novas oportunidades e resolver desafios. Mesmo perdendo grande parte de sua renda durante a pandemia, as entidades acumularam mais importância no cotidiano dos corretores”, pontuou.

Por sua vez, Gustavo Doria, fundador do CQCS, colocou em pauta questões polêmicas para a categoria. “As associações precisam ser fortalecidas, com a participação cada vez maior dos corretores. A mudança na mentalidade também precisa ser discutida. Se os corretores não entenderem a tecnologia como aliada, seu trabalho será engolido por grandes empresas. Hoje, já não é possível desconsiderar um melhor uso dos canais digitais”, opinou.

VENDAS – A última palestra do CCS-RJ CONNECTION 2020 foi de Rodrigo Maia, consultor e professor da ENS. Para ele, o papel do corretor de seguros, na próxima década, será o de adaptação a uma realidade até então desconhecida. “O profissional de seguros não pode mais ser especialista em um único segmento. Planejamento e proteção se tornam as funções mais atendidas pelo setor. Para sobreviver no mercado, o corretor precisa agregar valor e diferencial ao seu serviço, e não apenas esperar a demanda do cliente chegar”, conclui Maia.

O encerramento do evento contou com a participação do presidente do CCS-RJ, Fabio Izoton, acompanhado dos diretores do Clube Sonia Marra e Luiz Mario Rutowitsch, e do fundador da Educa Seguros, Anderson Ojope.

MAG Seguros conquista selo RA1000 no Reclame Aqui

MAG Seguros Nuno david

Fonte: MAG Seguros

A MAG Seguros, seguradora especializada em vida e previdência com 185 anos de história no país, acaba de conquistar mais um marco: o selo RA100, concedido pelo site Reclame Aqui. O reconhecimento é destinado às empresas que atingiram o nível máximo de excelência no atendimento ao cliente, segundo o site. 

“Receber o selo RA1000 reflete o nosso compromisso em cuidar das pessoas e é consequência de um trabalho consistente da MAG Seguros na busca de manter sempre os melhores níveis de atendimento a todos os públicos e, neste caso específico, junto aos clientes e beneficiários”, explica Nuno Pedro David, CMO da seguradora. 

Para receber o selo RA1000 a empresa deve atender a critérios definidos pelo Reclame Aqui, como ter um número de avaliações igual ou superior a 50, possuir um índice de resposta e de solução igual ou superior a 90%, ter média mínima de 7 na avaliação dos consumidores e contar com índice mínimo de 70% no indicador em que o consumidor aponta se voltaria a fazer negócio com a empresa. 

“O selo RA1000 reforça ainda mais a confiança das pessoas na marca da MAG Seguros, além do elevado grau de confiança na nossa marca e na nossa prestação de serviço”, finaliza David.