Mercado segurador latino-americano debate efeitos da pandemia na região

cnseg

Evento ocorreu em 9 de setembro, transmitido pela plataforma Zoom. Veja neste link

Fonte: CNseg

Com o objetivo de debater os impactos e as reações dos mercados de seguro latino-americanos à pandemia do novo coronavírus, a sétima edição do CNseg Webinars, realizado em 9 de setembro, contou com a participação dos presidentes da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) e tesoureiro da Associação Panamenha de Seguradoras, Luis Enrique Bandera; da Federação Global de Associações de Seguro (GFIA) e Associação Mexicana de Seguradoras, Recaredo Arias; da Associação Peruana de Seguradoras (APESEG), Eduardo Morón Pastor; da Federação de Seguradores Colombianos (FASECOLDA), Miguel Gómez Martínez; com o Vice-Presidente Executivo da Associação de Seguradores do Chile A.G (AACH), Jorge Claude, e com o Presidente da CNseg e Diretor-Presidente da Fenaseg, Marcio Coriolano, que também atuou como moderador do encontro. 

Em 2019, lembrou Coriolano, o mercado de seguros na América Latina arrecadou US$ 174 bilhões em prêmios, o que corresponde a apenas 2,5% do mercado mundial, evidenciando seu potencial de crescimento. O Brasil, por sua vez, representa 47% do mercado latino-americano.  

O impacto no setor e os segmentos mais atingidos  

Logo no início do webinar ficou evidente que o seguro de automóvel foi um dos segmentos mais atingidos pela pandemia em toda a América Latina, devido às restrições de circulação, que também comprometeram a venda de carros. Na Colômbia, afirmou Eduardo Pastor, essa queda foi de 13%. “Nos últimos seis meses, abasteci apenas uma vez o meu carro”, afirmou ele, para ilustrar a situação em seu país. No Brasil, lembrou Coriolano, apesar da forte queda desse seguro em um primeiro momento da crise, já se nota a volta do crescimento dos financiamentos de automóveis, mas com uma maior participação dos carros usados no mix, o que atribui à proteção do veículo em tempos de contágio. 

Outro seguro fortemente impactado foi o de vida, citado pelos representantes de Chile, Colômbia e México, que alegaram, entre outras razões para tal, a dificuldade no registro de óbitos devido ao fechamento dos cartórios. Além disso, também foram citados os impactos no seguro de crédito, no Chile, e nos seguros para aluguel de imóveis e para grandes obras, na Colômbia.  

No México, afirmou Recaredo Arias, houve contração de 1,7% no volume total de prêmios e a estimativa é que o custo das indenizações relacionadas à pandemia chegue a US$ 400 milhões. Segundo Eduardo Pastor, o setor segurador peruano deve ter uma contração de 6 a 7% em 2020 e, no Chile, o volume de prêmios deve cair entre 1 e 1,1%, de acordo com Miguel Martínez.  

Como reagiu o regulador e o governo?  

Questionados sobre a atuação dos órgãos reguladores durante a pandemia, os participantes afirmaram, de um modo geral, que foi positiva, flexibilizando as normas e fazendo avançar a regulação. No Chile, afirmou Jorge Claude, as exigências para a venda online e as regras de investimento foram flexibilizadas à semelhança do ocorrido na Colômbia, segundo Eduardo Pastor. No Brasil, afirmou o Presidente da CNseg, os reguladores também têm atuado com muita cautela, “apesar da grande pressão sobre o setor”.  

Entretanto, um problema relatado por muitos foi o da “criatividade parlamentar, que busca fazer caridade com o chapéu alheio”, como disse Jorge Claude. Segundo Luis Enrique Bandera, os governos da região agiram com um “grau de populismo perigoso”, aprovando leis e normas que desconsideram os impactos financeiros na indústria de seguros. “Muitos projetos de lei foram mal concebidos e com muitos erros, fazendo as seguradoras terem um grande trabalho de representação”, complementou Miguel Martínez, afirmando, ainda, que na Colômbia houve um “tsunami legislativo”, com o surgimento de cerca de 100 projetos de lei que afetam de forma direta ou indireta o setor. 

E se Martínez já considerava esse número muito elevado, deve ter ficado muito surpreso com os 1.300 citados pelo peruano Eduardo Pastor e com os mais de 3.200 projetos de lei que tramitam no Congresso brasileiro tratando de seguros, como informou Marcio Coriolano, concluindo: “Em todos os países, houve formidável pressão dos parlamentos e judiciários para atropelar os fundamentos mais básicos do seguro para atender a demandas de caráter populista”. Entretanto, segundo ele, as declarações feitas pela FIDES e pela GFIA explicando as limitações do seguro foram de fundamental importância para ajudar o setor segurador brasileiro a “frear um pouco a onda de projetos de lei”.  

Ações positivas do setor em prol da sociedade 

Outro tema que entrou no debate foram as ações do setor em prol da sociedade. De acordo com o Presidente da GFIA, baseado em pesquisa feita junto aos países membros da Associação, as que mais se destacaram foram as doações para o fortalecimento das infraestruturas hospitalares e a oferta de seguro de vida gratuito para profissionais de saúde que, somente no Chile, alcançou 150 mil pessoas.  

Outro procedimento muito comum relatado foi o de cobertura de sinistros relacionados à pandemia, mesmo quando não previstos em contrato, principalmente nos seguros de vida e de saúde.  

O que fica dessa pandemia?  

Questionados sobre os impactos de longo prazo dessa pandemia, Luis Bandera afirmou que ela rompeu com os sistemas tradicionais de trabalho e com os modelos educacionais, “nos impulsionando em direção a um acelerado processo de digitalização que veio para ficar”, mudando radicalmente a forma com que as pessoas fazem negócios e se relacionam. Concordando com a afirmação do colega, Recaredo Arias afirmou: “É preciso entender que é a tecnologia que agora dita as regras do jogo” e que as mudanças nos próximos sete anos serão maiores que as dos últimos 100 anos. “As empresas de seguro devem estar à frente dessas mudanças no setor para não serem ultrapassadas pelas empresas de tecnologia”, concluiu.  

Miguel Martínez, por sua vez, disse identificar uma preocupação, dentro das seguradoras, relacionada ao marketing. “Tradicionalmente, a venda de seguros sempre foi feita cara a cara e as empresas ainda estão assimilando as melhores formas de capacitar suas equipes para a comercialização pelos canais digitais”. Esse fortalecimento dos canais digitais, entretanto, lembrou ele, tem ainda outras consequências, como o aumento da vulnerabilidade de empresas aos ataques cibernéticos, mas “as pessoas têm consciência disso”.   

Concluindo, Marcio Coriolano afirmou que, de uma forma geral, os consumidores aumentaram sua aversão ao risco, o que “só faz aumentar nossa responsabilidade para oferecer-lhes produtos e soluções adequados aos novos tempos”.

Lloyd’s of London estima pagar US$ 3,1 bi em indenizações por Covid-19

lloyds of london

À Reuters, o presidente Bruce Carnegie-Brown disse que as perdas devido à pandemia podem se estender pelos próximos anos

O Lloyd’s de Londres vai pagar 2,4 bilhões de libras (US$ 3,12 bilhões) em indenizações relacionadas à pandemia nos primeiros seis meses, segundo informou em comunicado, ao registrar prejuízo no primeiro semestre. A perda total por COVID-19 pode chegar na casa de 3 bilhões de libras.

Seguradoras de todo o mundo pagaram indenizações por cancelamento de eventos, viagens, crédito comercial e políticas de interrupção de negócios devido ao vírus. As que tinham resseguro com o Lloyd’s já estao acionando seus pedidos e expectativa é de uma fatura global de mais de US$ 100 bilhões este ano proveniente das seguradoras que atuam com seguros de bens e responsabilidades, classificadas em “não vida”.

À Reuters, o presidente Bruce Carnegie-Brown disse que as perdas devido à pandemia podem se estender pelos próximos anos. “Ninguém sabe quando começou, certamente não sabemos quando vai acabar.”

O Lloyd’s, cujos resultados são um agregado de seus mais de 90 membros conhecidos como sindicatos, informou que os pagamentos relacionados ao COVID-19 foram líquidos de resseguro. O mercado registrou uma perda antes dos impostos no primeiro semestre de 438 milhões de libras, em comparação com um lucro de 2,3 bilhões de libras um ano antes. Os prêmios emitidos brutos aumentaram 1,7%, para 20 bilhões de libras.

O índice combinado, uma medida de lucratividade de subscrição, deteriorou-se de 98,8% um ano antes para 110,4%. Um nível acima de 100% indica uma perda de subscrição. Excluindo os sinistros COVID-19, no entanto, seu índice combinado aumentou para 91,7%.

O Lloyd’s exigiu que seus membros abandonassem suas linhas de negócios de pior desempenho nos últimos anos e alguns saíram do mercado. Carnegie-Brown disse que seguros marine e Aviation estavam entre as linhas de negócios deficitárias e ele esperava que mais sindicatos deixassem o Lloyd’s, acrescentando que o mercado também tinha um “forte fluxo de novos candidatos”.

O Lloyd’s reabriu seu piso de subscrição na semana passada, após quase seis meses de fechamento devido à pandemia. O piso pode operar com até 45% de sua capacidade anterior. Carnegie-Brown disse que até agora os números que chegavam a cada dia estavam na casa das centenas, e não nos milhares anteriormente.
 

Susep divulga dados de julho, com sinais de recuperação nas vendas de alguns seguros

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulga nesta sexta-feira dados estatísticos do mês de julho do mercado segurador. Uma grata surpresa com alguns segmentos. Em residência, o volume de prêmios crescendo respectivamente 21,7% e 19,5% em cada mês, saindo de R$ 219,7 milhões em maio para R$ 319,5 milhões em julho, maior valor histórico da série divulgada pela Susep. Em relação a julho de 2019, esse valor representa um aumento de 9,8%. No acumulado do ano, no entanto, o volume de prêmios permanece pouco abaixo do mesmo período de 2019, com uma queda de 0,8%.

Os seguros de garantia estendida e transportes, impactados na pandemia, mostraram retomada em julho. O seguro garantia estendida, que costuma ser contratado na compra de produtos no varejo, cresceu 29% em julho ante junho e movimentou R$ 212,6 milhões no mês. Já nos seguros de transportes, ligados à circulação, que caiu na quarentena, o volume de prêmios foi de R$ 304,33 milhões, 26% maior do que em junho, segundo a Susep.

O segmento de seguros pessoais registrou uma marca inédita no Brasil em julho: R$ 4,12 bilhões em prêmios, o que representa um crescimento de 16,8% em relação a junho. Os ramos de vida em grupo e prestamista – modalidade comprada em financiamentos, por exemplo – foram os principais responsáveis por essa alta, com prêmios de R$ 1,07 bilhão (8,6%) e R$ 1,43 bilhão (35%) respectivamente. Em relação a julho de 2019, o crescimento de prêmios no segmento de seguros pessoais foi de 9,6%, com os ramos prestamista e vida em grupo tendo crescido 20,6% e 6,7%, respectivamente.

VI COPADES promove imersão contra fraude em seguros em setembro

Representante da CNseg participa do evento, este ano virtual, com especialistas internacionais

Fonte: CNseg

Uma imersão de sete dias para discutir delitos em seguro, incluindo prevenção e combate à fraude, reunirá especialistas de vários países; entre eles, o gerente de Prevenção e Combate à Fraude em Seguros da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Ricardo Tavares. Ele será um dos painelistas do VI Congresso Pan-Americano sobre Delitos em Seguros – COPADES, realizado de 13 a 19 de setembro, organizado pelo CESI’Internacional – Congresos, Eventos y Seminarios Internationales, e pelo BCRA – Bureau Coordinador de Resgos Asegurados, excepcionalmente na versão virtual desta vez, dada a pandemia.

Ricardo Tavares participará de painel da abertura do evento, abordando as fraudes em reclamações de seguros tendo como foco a experiência brasileira na prevenção e no combate a esses delitos. 

A programação do VI COPADES é composta, ainda, pelos seguintes temas: uso da inteligência artificial na prevenção e combate à fraude em seguros; deveres e responsabilidades dos seguradores na luta contra a corrupção e lavagem de dinheiro; avanços tecnológicos, seus benefícios na mitigação da fraude ou favorecimento de novos riscos; caminhos para minar as fraudes ainda na fase de subscrição de riscos ou na hora da liquidação; e a chamada fraude 4.0, advinda com a internet das coisas.

O COPADES reúne anualmente especialistas de seguradoras, resseguradoras e representantes dos órgãos de supervisão, com o objetivo de atualizar o conhecimento sobre medidas mais assertivas no combate à fraude, tema de sensível importância para toda a sociedade. 

As inscrições para o VI COPADES podem ser realizadas pelo seguinte link: https://www.cesinternacional.com/

Icatu Seguros lança serviço de telemedicina para clientes de vida e previdência

O serviço é oferecido sem custo para os clientes e ficará válido até 31 de dezembro deste ano

A Icatu Seguros acaba de disponibilizar um novo benefício para seus clientes que possuem planos de Seguro de Vida e Previdência em conjunto: a Telemedicina, um serviço de orientação médica totalmente online, com atendimento 24 horas por dia. Em um momento em que a população se encontra cada vez mais preocupada com a proteção de sua saúde e a de seus familiares, a seguradora oferece mais um serviço digital que garante praticidade e mais segurança aos clientes, apostando em uma iniciativa empática e humana. 

O serviço é oferecido sem custo para os clientes e ficará válido até 31 de dezembro deste ano, inclusive para novas contratações. Assim que os produtos forem aceitos pela seguradora, os usuários terão acesso às consultas e receberão por e-mail as instruções de uso. O atendimento funciona diariamente, a qualquer hora, sendo válido também para os cônjuge e filhos do cliente.  

Todo o processo de teleorientação é feito pelo WhatsApp. A partir desse primeiro contato é gerado um link seguro para o fluxo de atendimento de saúde e agendamento de teleconsulta, quando necessário, por uma plataforma de Telemedicina. O cliente pode usar o serviço sempre que precisar, com atendimentos ilimitados, seja para tirar dúvidas gerais, quando se sentir mal ou passar por algum procedimento médico. 

Para a diretora de Desenvolvimento de Produtos de Vida da Icatu Seguros, Luciana Bastos, esse momento de incertezas tem servido como gatilho emocional para que muitos brasileiros reflitam sobre o futuro, a proteção de sua vida e a preservação do bem-estar e da qualidade de vida da família. A oferta da telemedicina a clientes que já possuem ou vieram a contratar produtos de seguro de vida e previdência é uma forma de promover e validar essa reflexão. O seguro de vida é o pilar que viabiliza o recurso imediato e livre de inventário, garantindo a proteção e a liquidez patrimonial em uma eventualidade. A previdência proporciona a disciplina da economia de recursos no médio e longo prazos para atingir um determinado objetivo, entre eles, a aposentadoria. O serviço de telemedicina é um complemento dentro desse mesmo conceito de planejamento. 

“Pela natureza do nosso negócio, devemos ter a sensibilidade de nos adaptar às necessidades desse novo momento. A preocupação com a saúde virou tema central e, por isso, decidimos oferecer mais tranquilidade e conforto ao cliente, que sabe que poderá contar com um atendimento médico de qualidade mesmo de forma remota. Assim, em uma realidade onde tudo ficou mais distante, conseguimos nos manter próximos e atentos ao que importa”, afirma Luciana. 

SulAmérica conclui compra da Paraná Clínicas

sulamerica

A SulAmérica informou que concluiu a compra da Paraná Clínicas anunciada em 5 de junho de 2020. A Paraná Clínicas é a 5ª maior operadora de planos de saúde do estado do Paraná, com aproximadamente 90 mil beneficiários em carteiras empresariais e com centros clínicos que suportam a eficiência de sua operação, assim como o credenciamento do Hospital Santa Cruz do Grupo Rede D’Or São Luiz, tendo, no primeiro semestre de 2020, registrado receitas que totalizaram mais de R$ 103 milhões e índice de despesas assistenciais de 69% no período, segundo dados da ANS.

O preço base da Transação, de acordo com condições estabelecidas no contrato, foi de R$ 396 milhões, contemplando tanto os resultados do período desde a assinatura do contrato quanto cerca de R$ 9 milhões referentes à aquisição e investimentos em um novo centro médico ainda em construção em São José dos Pinhais (PR) que ampliará a capilaridade e capacidade de atendimento na região.

A aquisição da Paraná Clínicas representa um movimento importante na estratégia de crescimento da SulAmérica, fortalecendo nossa posição e relevância no Sul do Brasil, com novas opções de produtos mais acessíveis, ampliando o portfólio de produtos em um segmento altamente promissor. Com a conclusão da Transação, a SulAmérica alcança mais de 5% de market share no estado do Paraná em termos de beneficiários.

Ainda, a Transação reforça e acelera nossa estratégia de Gestão de Saúde e de Cuidado Coordenado, dois pilares centrais da nossa atuação nos últimos anos. Do nosso total de 2,3 milhões de beneficiários de saúde, já temos mais de 500 mil ativos sendo efetivamente coordenados com uso intensivo de tecnologia e medicina conectada, com acompanhamento integral de toda a sua jornada na saúde suplementar. 

Com a conclusão dos recentes movimentos estratégicos, reforçamos nosso posicionamento de cuidar da saúde física, emocional e financeira dos nossos beneficiários de forma cada vez mais integrada.

Nos segmentos de proteção financeira, também evoluímos no acompanhamento integrado da saúde, com os lançamentos recentes e pioneiros do serviço de telemedicina (Médico na Tela) para os clientes de vida e previdência e do produto de Assistência Financeira (SOSPrev) para clientes de previdência, oferecendo condições diferenciadas de crédito para quem precisa, sem ter de recorrer ao resgate do seu plano de previdência.

Desse modo, com nosso crescente foco voltado para todos os mais de 7 milhões de clientes da Companhia, aproveitamos para ressaltar a confiança no nosso modelo de negócios, investindo cada vez mais em tecnologia e inovação, ampliação da oferta de produtos e serviços e na nossa estratégia de crescimento nos segmentos de riscos pessoais, reforçado pela conclusão desta Transação.

Dive In, diversidade e inclusão. Faça a sua parte

webinar sonho seguro

Quer um spoiler sobre o evento mundial? Venha assistir o webinar que acontece nesta sexta-feira, dia 11, às 16 horas, no canal do Sonho Seguro no YouTube. Acesse e acione o sininho para lembrá-lo no dia e hora. E não se esqueça de se inscrever no canal

Já ouviu falar do Dive-In? Dive In é um movimento global no setor de seguros para apoiar o desenvolvimento de culturas inclusivas no local de trabalho. A sua missão é capacitar as pessoas para desenvolverem seus potenciais a partir de ações positivas dentro da estratégia de diversidade em todas as suas formas. 

O objetivo é olhar para além das definições tradicionais de diversidade para nivelar a competição dos talentos de forma abrangente, incluindo gênero, identidade de gênero, idade, formação cultural, orientação sexual, mobilidade social, fé, responsabilidades de cuidar, saúde mental e deficiências físicas.

Em sua 5ª edição, o festival acontece de 22 a 24 de setembro em 33 países, simultaneamente, com o objetivo de capacitar as pessoas a alcançarem seu potencial, aumentando a conscientização e promovendo ações positivas para a diversidade em todas as suas formas no mercado. Os eventos são realizados em seguradoras, corretoras e prestadores de serviços de todos os tipos e portes, em todo o mundo.

Brasil – Para dar spoiler (adoro antecipar notícias) sobre o evento do Brasil, o blog Sonho Seguro preparou o webinar “Dive In, diversidade e inclusão. Faça a sua parte”, que acontece dia 11 de setembro, às 16 horas. A ideia é promover um papo descontraído, de no máximo 45 minutos, sobre como o mercado caminha neste tema, conquistas e desafios, trazendo para a discussão o ponto de vista de players relevantes, como é o caso da AIG, da Chubb, da Aon e do Lloyd’s. 

O Dive In reconhece os desafios complexos que o mundo corporativo enfrenta, como mudanças climáticas e crimes cibernéticos. A fim de atrair os melhores talentos para acompanhar o ritmo das mudanças, o seguro precisa ser reconhecido como um setor atrativo por ser socialmente responsável para se trabalhar.

Originalmente lançado em Londres em 2015, por um grupo empresas que atuam no Lloyd’s, o evento buscou dar uma linha estratégica para o setor sobre a diversidade e a inclusão. Com o passar dos anos, o evento cresceu em números de parceiros e também para outras cidades para incluir algumas das maiores companhias de seguros, corretores, subscritores e serviços associados do mundo. “Agora congrega 32 países, atraindo mais de 10 mil pessoas”, ressalta Rafaela Barreda, diretora do Lloyd’s of London no Brasil.

Venha conhecer as pessoas que fazem o Dive In acontecer no Brasil e como elas têm contribuído para ampliar a consciência das empresas do setor de seguros sobre o tema.

ANOTE NA AGENDA:

O quê Webinar/Live “Faça a diferença. Participe da estratégia de diversidade e inclusão social na sua empresa” 

Quem?

Rafaela Barreda, diretora do Lloyd’s of London no Brasil

Mariangela Morenghi, executiva de marketing e comunicação da AIG

Rafael Ramos, líder de Diversidade e Inclusão na Chubb

Kaue Macedo, embaixador do Dive-In da Aon Brasil

Quando – dia 11, sexta-feira, às 16h

Onde – Ao vivo pelo canal do YouTube do Sonho Seguro​​​​​​​


MAG Seguros patrocina torneio 2020 da Copa Brasil

O acordo garantirá à seguradora visibilidade com painéis de LED ou placa estática em todos os 40 jogos

Fonte: MAG Seguros

A MAG Seguros, seguradora mais longeva do país com 185 anos de atuação ininterrupta, é a mais nova patrocinadora da Copa do Brasil. O torneio, que está na quarta fase, ganhou reforço da empresa especialista em seguro de vida e previdência. O anúncio acontece uma semana depois da MAG Seguros apoiar a volta segura do campeonato.

“Patrocinar futebol, que é a paixão nacional do brasileiro, contribui muito para o reconhecimento de marca. Isso ainda fica mais latente quando estamos falando de um campeonato tão democrático como é a Copa do Brasil, que levará o nosso nome para todo o país. Tenho a certeza de este patrocínio contribuirá muito com a nossa companhia”, explica Nuno David, CMO da MAG Seguros.

O acordo de patrocínio torna a MAG Seguros a primeira seguradora a patrocinar a Copa do Brasil, e garantirá à empresa visibilidade com painéis de LED ou placa estática em todos os 40 jogos da Copa do Brasil até a final, prevista para fevereiro, além da exposição em redes sociais e chancela como patrocinador.

Parceria com esporte

A seguradora também anuncia, nesta semana, a parceria com o ex-jogador e atual cantor, Jakson Follmann, que se torna um dos embaixadores da marca.

A MAG Seguros é a companhia que garante a cobertura securitária do ex-atleta e de sua esposa, além de garantir um plano de previdência privada para o filho do casal.

“O objetivo da nossa parceria é reforçar ainda mais a cultura do seguro de vida e a importância deste tipo de planejamento financeiro para os brasileiros em seus diversos momentos de vida”, finaliza David.

Estudo mostra mudanças nos canais de distribuição de bens e serviços aceleradas pela Covid-19

Swiss Re estudo

A divisão de estudos da Swiss Re divulgou nesta semana o estudo “De-risking global supply chains: rebalancing to strengthen resilience”. Segundo o autor, o desenvolvimento de cadeias de produção paralelas para reduzir o risco do fluxo global de bens/serviços intermédios é uma tendência macroeconômica chave.

As cadeias de produção globais estão passando por reestruturações fundamentais e aceleradas, de acordo com o estudo sigmamais recente do Swiss Re Institute “De-risking global supply chains: rebalancing to strengthen resilience”.

A interrupção do fluxo de bens e serviços intermédios durante as quarentenas devido à COVID-19 tornou os governos e fabricantes ainda mais conscientes dos riscos inerentes aos processos de produção cada vez mais globais, especializados e complexos.

Entretanto, os fabricantes estão acelerando o desenvolvimento de operações de cadeias de produção paralelas em novos mercados anfitriões, assim como as bases de produção existentes, como forma de diversificar e fortalecer a sua resiliência operacional. 

Os mercados no sudeste asiático serão os destinos preferidos para os novos mercados anfitriões. Também haverá alguma relocalização de atividades para os EUA, a Zona Euro e os mercados avançados na Ásia.

O estudo revela que:

·        A COVID-19 acelerou a tendência: os setores de saúde, tecnologia,  bens essenciais, têxteis e eletrônica estão provavelmente na vanguarda

·         As mudanças incluirão mercados anfitriões alternativos, principalmente no sudeste asiático, e relocalização dos processos de produção, principalmente nos EUA, na Zona do Euro e nos mercados asiáticos avançados

·         Ao longo de um período de transição de cinco anos, as mudanças serão positivas em termos líquidos para a economia global e são esperadas gerar aproximadamente US$ 63 bilhões em prêmios de seguro globais adicionais

Basic A4 / Version 0.1 / 18. 09. 2013 / Swiss Re – Media Production

Itaú faz parceria com Notredame Intermédica para venda de planos de saúde para PMEs

O Itaú deu mais um passo na oferta de produtos de seguros e saúde em sua plataforma digital. A notícia desta semana é que a Notre Dame Intermédica informou nesta quarta-feira o lançamento de uma parceria comercial com a Itaú Corretora de Seguros para comercialização de seus produtos. O contrato foi assinado em agosto e o processo de vendas teve início neste mês. O acordo prevê a venda de planos de saúde e planos odontológicos para clientes no segmento de pequenas e médias empresas.

Já são mais de 15 seguradoras parceiras. O próximo seguro previsto para entrar na plataforma do maior banco privado do Brasil e o seguro garantia para PMEs, contou Luiz Butori, diretor do Itaú Unibanco que dirige a área de seguros, em recente entrevista.