Proteção para celulares cresce 15% com a abertura do comércio e aquece setor de seguros

Pitzi insurtech celular

Aumento nas vendas de smartphones amplia oferta de descontos na compra de planos de proteção

Fonte: BemMaisSeguro

O aumento na procura por novos smartphones aqueceu também o mercado de seguros nos últimos meses, em especial com a abertura do comércio nas diversas regiões do país. É o que tem observado especialistas da BemMaisSeguro, plataforma de venda de seguros online, uma das pioneiras na oferta de proteção para equipamentos eletrônicos no Brasil. 

Já é fato que o celular é um item de primeira necessidade da grande maioria da população e com a abertura do comércio, aquecido com as ofertas da Semana Verde Amarela, ou a famosa Black Friday, muitas pessoas irão adquirir aparelhos mais modernos, e com isso, aumentará a procura pela proteção do equipamento. 

De acordo com Marcel Giacon, Superintendente Digital e Produtos da BemMaisSeguro, o mercado retraiu um pouco nos primeiros meses da pandemia, mas entre julho e agosto a retomada tem sido gradativa e o crescimento da busca por novos seguros para celulares acompanha esse ritmo. “Com a melhora gradual da economia, as pessoas entenderam que viver no novo normal é a nossa realidade. A partir da abertura das lojas, observamos também o crescimento na procura por seguros de celulares em torno de até 15%. E agora com a Black Friday, a expectativa é de que aparelhos mais modernos sejam adquiridos. Pensando nisso, a partir dessa semana daremos um desconto de 15% nas novas aquisições de serviços. ” 

Segfy representará o Brasil no ITC Global

Segfy insurtech

Startup curitibana conquistou a versão nacional do principal evento de insurtechs do mercado

Fonte: Segfy

Na última terça-feira (08/09) aconteceu a parada nacional do ITC + DIA World Tour, evento que celebra as melhores insurtechs brasileiras e a Segfy foi a escolhida por voto popular como a vencedora e representará o Brasil no ITC Global. A apresentação do pitch da startup curitibana mostrou toda a importância do sistema de tecnologia para fazer a ligação entre corretores, seguradoras e segurados.

A Segfy trabalha desenvolvendo soluções e estratégias para trazer praticidade ao mercado. Seus principais produtos são os Sistemas de Gestão e Multicálculo que auxiliam o corretor de seguros a gerenciar o seu negócio. Além disso, a empresa trabalha com BI e com estratégias de geração de demanda para os corretores. Todos esses produtos são desenvolvidos e atualizados por uma equipe com mais de 60 funcionários.

“O que nos move e faz o nosso coração bater mais forte é acabar com a complexidade e proteger as pessoas financeiramente. Entregamos para o segurado uma solução transparente que o conecta com o corretor de seguros; com soluções tecnológicas, ajudamos os corretores a venderem mais”, comentou Marcos Roque Villa, CEO da Segfy.

O evento ITC Global acontecerá entre os dias 21 e 23 de Setembro, com conteúdos, palestras e a apresentação das insurtechs representantes de cada país,

Susep implementa novas normas que permitem redução do capital base das seguradoras

Resoluções já estão em vigor e levam em consideração o porte e a complexidade das empresas do setor

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou as resoluções que dispõem sobre regras de segmentação e de aplicação proporcional da regulamentação prudencial no setor de seguros. Os objetivos das normas são aumentar a oferta de produtos e o acesso dos consumidores, sem o comprometimento da solidez das entidades supervisionadas. “A norma faz parte das iniciativas da Susep para modernizar e desenvolver o setor de seguros no Brasil, trazendo novos players para o mercado, aumentando a concorrência, diminuindo o custo dos produtos e aumentando a cobertura”, afirma a superintendente da Susep, Solange Vieira. As normas foram aprovadas em reunião do Conselho Nacional de Seguros Privados.

De acordo com os procedimentos de segmentação, as entidades supervisionadas pela Susep serão classificadas em quatro categorias: S1, composta por 19 entidades supervisionadas, S2, composta por 60 entidades, e S3 e S4, onde 89 entidades estão inseridas. A distribuição das entidades supervisionadas nas categorias foi feita em simulação realizada pela Coordenação Geral de Regulação Prudencial da Susep, com base nos valores de prêmios e provisões referentes a dezembro de 2019. A classificação tem como base critérios de porte (prêmios anuais e provisões técnicas) e perfil de risco. As classificações não se aplicam a empresas participantes do Sandbox Regulatório.

Segundo o Coordenador-Geral de Regulação Prudencial, César Neves, a segmentação é uma ferramenta importante para a implementação da proporcionalidade no regramento atual. “Esse ato normativo é o ponto chave para início da regulação baseada no princípio da proporcionalidade. Com isso as ações da Susep não extrapolarão o necessário para que os objetivos da supervisão sejam atingidos, implicando que a regulação seja flexível”, afirma. A aplicação proporcional das regras prudenciais se dará de acordo com o porte e a complexidade das empresas do setor. 

Algumas das alterações proporcionadas pela Resolução sobre Proporcionalidade envolvem a redução de capital-base, que ficará entre R$ 3,6 milhões e R$ 8,1 milhões, respectivamente, para entidades enquadradas como S4 ou S3, e a periodicidade dos Questionários Prudenciais, que foi reduzida para todas as supervisionadas. As demonstrações financeiras referentes ao primeiro semestre de cada ano, por sua vez, não precisarão mais ser auditadas para entidades enquadradas nas categorias S3 e S4 e as seguradoras S4 usarão modelos simplificados de cálculo de capital baseado em risco, nos termos que serão regulamentados pela Susep.

Com a iniciativa, a autarquia visa promover a redução de custos operacionais para o setor e mais eficiência nos processos de supervisão da autarquia. Isto beneficiará o mercado consumidor de seguros com melhores preços e mais concorrência.

O diretor da Autarquia, Vinicius Brandi, afirma que as Resoluções fazem parte de um momento de mudanças e desafios para a Susep. “As normas têm o potencial para atrair novas tecnologias, inovação e novos produtos para o setor, reduzindo as barreiras de entrada no mercado”, comenta.

A Resolução CNSP sobre a Segmentação das entidades supervisionadas pela Susep foi publicada na quinta-feira (10) e pode ser lida na íntegra pelo link. A Resolução que dispõe sobre a aplicação proporcional da regulação prudencial foi  publicada na sexta-feira (11) no Diário Oficial da União e pode ser lida pelo link.

Munich Re suspende venda de cobertura de pandemias para empresas

Com impacto relacionado ao coronavírus de US$ 1,8 bi no primeiro semestre, resseguradora informou que manterá opção nos contratos de vida e saúde

Fonte: Bloomberg

A Munich Re suspendeu a venda de cobertura para proteção contra perdas de empresas em futuras pandemias. A resseguradora alemã registrou impacto relacionad ao coronavírus de 1,5 bilhão de euros (US$ 1,8 bilhão) no primeiro semestre.

“No momento, estamos examinando se iremos oferecer novos contratos que incluam proteção contra pandemias em seguros patrimoniais e de acidentes no futuro”, disse Torsten Jeworrek, responsável por resseguros da Munich Re. “No momento, foi suspenso, por exemplo, no que diz respeito a cancelamentos de eventos”, afirmou o executivo em entrevista. A empresa continuará a cobrir pandemias em contratos de vida e saúde.

Seguradoras e resseguradoras tentam enfrentar danos da pandemia reservando caixa suficiente para cobrir sinistros futuros, embora haja um alto nível de incerteza sobre o custo final. O Lloyd’s of London estimou em maio que o setor de seguros deve registrar perdas de cerca de US 203 bilhões relacionadas ao coronavírus neste ano, com cerca de US 107  bilhões provenientes de subscrição de seguros e o restante de carteiras de investimentos.

Jeworrek disse que está cauteloso ao estimar as perdas potenciais no segundo semestre, dada a incerteza sobre o que acontecerá no quarto trimestre. “Podemos enfrentar um momento crítico novamente, por exemplo, se houver novos ‘lockdowns’”, disse.

O executivo está mais otimista em relação ao próximo ano.

“Provavelmente vamos superar a maioria das perdas da Covid neste ano”, disse Jeworrek. “Isso também se deve ao fato de que os contratos de seguro em questão geralmente têm prazo de um ano, e atualmente não estamos emitindo nenhuma cobertura adicional para pandemia. Então isso deve acabar.”

Olhando para o futuro, a Munich Re apoia a criação de fundos de seguro apoiados por governos para ajudar a proteger empresas contra perdas durante futuras pandemias, disse Jeworrek. O Lloyd’s lidera uma campanha no setor em defesa desses fundos e novos tipos de apólices de seguro para proteger contra emergências de saúde pública e ameaças globais.

Diversidade e inclusão, o novo normal para apoiar o crescimento do mercado segurador

webinar sonho seguro

O blog Sonho Seguro fez um webinar sobre o tema com participação da AIG, Chubb, Aon e Lloyd’s of London. O vídeo poder visto no YouTube e o podcast nas plataformas Spotify, Deezer e Apple. Ouça

“Nossa mãe, eu que nunca vou querer trabalhar no mercado de seguros. Olha isso. Tem mais de 1 mil pessoas aqui e não vejo negros, só algumas mulheres, poucos jovens e os gays são tão reprimidos que nem usam meias coloridas”. Foi no dia que minha filha Gigi me disse isso que percebi a dicotomia entre o que os executivos me falavam — e eu escrevia — e a realidade.

Depois disso, passei a prestar muita atenção ao tema. O que é realmente é uma prática dentro das empresas e o que é apenas marketing? É certo que há muitas ações colocadas em prática para transformar a cultura de um país com sérias deficiências educacionais escolares e familiares. No entanto, da mesma forma que a baixa penetração de seguros no PIB do Brasil é um sinal de grande potencial para o crescimento das empresas, apoiar a diversidade e inclusão também é.

Estou certa de que as seguradoras podem transformar a sociedade, não só garantindo proteção financeira para famílias e empresários seguirem adiante mesmo diante de acidentes, como também empoderando seus funcionários com ensinamentos que muitas vezes faltam nas escolas e nas relações familiares.

Este foi o bate papo que o blog Sonho Seguro promoveu “DIVE IN, diversidade e inclusão. Faça a sua parte” com Rafaela Barreda, diretora do Lloyd’s of London no Brasil, Mariangela Morenghi, executiva de marketing e comunicação da AIG, Rafael Ramos, líder de Diversidade e Inclusão na Chubb e Kaue Macedo, embaixador do Dive-In da Aon Brasil. O video do evento, organizado com o apoio da jornalista Adriana Aguilar, está disponível no canal do Sonho Seguro no YouTube.

Milhões de pessoas já estão inscritas no evento DIVE-IN que acontece nos dias 22, 23 e 24 em todo o mundo, conta Rafaela

O debate está apenas começando no Brasil. Nos dias 22, 23 e 24, várias seguradoras, corretoras e prestadores de serviços realizarão o DIVE-IN Brasil. Trata-se de um evento criado pelo Lloyd’s of London em 2015 com o intuito de promover uma linha estratégica para o setor de seguros ao promover debates para a conscientização de inclusão social e diversidade.

Com o passar dos anos, o evento cresceu em números de parceiros e também para outras cidades para incluir algumas das maiores companhias de seguros, corretores, subscritores e serviços associados do mundo. “Agora congrega 32 países, atraindo mais de 10 mil pessoas”, ressalta Rafaela Barreda, diretora do Lloyd’s of London no Brasil.

Kaue Macedo: “A empresa que não tem uma pauta de diversidade e inclusão acaba sendo menos bem vista pelos profissionais que vão ingressar no mercado de trabalho”

Macedo, da Aon, teve a oportunidade de participar do evento em Londres e contagiou outros executivos para que fosse possível realiza-lo também no Brasil. E conseguiu. A AIG, uma das patrocinadoras mundiais, bem como a Chubb, Willis entre outros passaram a apoiar diversas acoes, que agora vão muito além do evento. “Todos despertamos para a inclusão pois é uma temática que esta em nossa vida. Uns despertam mais cedo, outros mais tarde, mas todos despertam. Eu fui despertado quando participei da segunda edição do DIVE IN, em Londres, e me apaixonei pela temática de discutir o tema de diversidade e inclusão, sem barreiras das empresas. É um evento único, setorial e de total portas abertas. E deu certo. O evento cresceu e temos muitas ações que passaram a fazer parte do dia a dia do setor. Ainda é um primeiro passo, mas já é muito mais do que tínhamos anos atrás”.

Mariangela: É ótimo sermos todos diferentes. Cada um tem a sua própria identidade. A ideia é que um dia esses grupos deixem de existir pois todos nós seremos tratados de uma forma única”

A AIG, por exemplo, que participa pelo 4º ano consecutivo do DIVE IN Festival, tem cerca de 12 mil funcionários no mundo engajados em alguma discussão em um dos 147 grupos de diversidade (mulheres, LGBT, identidade racial, religião, gerações e geografias). “No Brasil, temos três grupos: Women@Work (WOW) Mulheres e Aliados, Diversitas LGBT e Aliados e DÆRC Diversidade Étnico-Racial Consciente”, conta Mariangela.

Segundo os participantes, o apoio dado pelas lideranças das empresas viabiliza uma série de ações realizadas dentro e fora do mercado segurador. O tema ganhou tanta relevância que em algumas companhias a área de diversidade e inclusão se reporta diretamente ao CEO e ao Conselho. São diferentes iniciativas de discussão e conscientização sobre equidade de gênero, desenvolvimento profissional mais igualitário para todos, conquistas e desafios da comunidade LGBTQ +, de pessoas com deficiência física e mental e da população negra, entre outras temáticas.

Dos 250 funcionários da AIG no Brasil, cerca de 20% (em torno de 50 pessoas) participam ativamente e de forma voluntária de algum grupo de diversidade no Brasil, citou Mariangela. Uma das iniciativas mais recentes é o treinamento sobre viés inconsciente a todos os funcionários AIG e também sobre microagressões no ambiente de trabalho.

“Na Chubb, o Brasil virou referencia no tema na América Latina por estar muito à frente de outros países”

Assista o vídeo. Se preferir, ouça o podcast nas plataformas Spotify, Deezer ou Apple e saiba mais sobre este tema tao crucial para que o mercado segurador cresça atraindo mais talentos e que possa ter mais criatividade para criar produtos para diferentes públicos. Rafael Ramos conta que a Chubb tem um modelo criado como uma governança, com os vice presidentes alinhados com as acoes. “O Brasil é se tornou referência na América Latina para a Chubb e isso nos traz muitos desafios. Neste ano lançamos o pilar de gerações e futuro do trabalho e vamos debater este tema nesta edição do DIVE-IN. É um tema muito relevante tanto para jovens como para pessoas com mais de 60 anos”, comemora.

Simone volta ao ‘palco’ em lives aos domingos com apoio da Icatu Seguros

Simone Icatu Seguros

Repertório da cantora trará canções clássicas, inéditas e releituras de sucessos

Fonte: Icatu

Quem gosta da cantora Simone terá a chance de acompanhar canções inéditas nas próximas lives da artista, que ocorrem sempre aos domingos no Instagram da artista (@simoneoficial), e passará a ter apoio da Icatu Seguros, companhia comprometida com a valorização da cultura brasileira. Acompanhada de violão e bases de instrumentos pré-gravados, a eterna Cigarra traz sua alegria, música e bom humor ao palco virtual. 

Além das canções inéditas, Simone vai apresentar ao seu público sucessos e releituras de seus 47 anos de carreira. Diretor de Marketing e Canais de Relacionamento da Icatu Seguros, Rafael Caetano ressalta o compromisso da companhia, como agente de transformação social. 

“Há quase 30 anos, apoiamos iniciativas e atividades de diferentes formatos que preservam a história e a identidade cultural do Brasil. Entre eles, shows, peças teatrais, livros e documentários. O momento atual trouxe adaptações em diversos setores, inclusive o cultural. Os artistas precisaram se reinventar e inovar suas apresentações e o apoio a eles neste cenário é essencial”, afirma Rafael. 

Zurich divulga seus canais digitais e simplifica o atendimento aos seus clientes

Ação será divulgada em diversas plataformas digitais, como Facebook, Instagram, Youtube, Google (Ads + Search) e Teads (tecnologia out-tream)

Fonte: Zurich

A Zurich tá online”. Este é o tema da campanha que a seguradora lançou hoje, 11 de setembro, com o objetivo de criar brand awareness e, principalmente, informar que seus canais digitais chegaram para simplificar e acelerar o atendimento aos clientes. Com criação de peças em 3D, ampla cobertura no universo digital e duração de 45 dias, a iniciativa destaca as diversas possibilidades de autosserviço disponíveis para quem possui os seguros de automóvel, roubo e furto, quebra acidental, garantia estendida e previdência.

Desenvolvida pela agência de comunicação CuboCC, a campanha também conta com uma landing page, animações em motion graphics e a presença da assistente virtual Laiz, que foi lançada recentemente pela companhia e ajuda a dar agilidade ao atendimento nos canais digitais.

Nas redes sociais, a campanha será divulgada no Facebook, que possui o maior potencial de alcance de usuários. Já no YouTube, haverá vídeos em formato in-stream, que são aqueles veiculados antes da exibição do vídeo escolhido pelo usuário, e in-discovery (visualizados como resposta a buscas).

A estratégia também contempla anúncios out-stream, mostrados em sites de veículos de imprensa, e que serão apresentados no formato in-read (aqueles que aparecem no meio do conteúdo). Haverá, ainda, anúncios no Google Display e Google Search. O primeiro possui mais de mil  audiências catalogadas e o segundo permite que o anúncio apareça quando os internautas fizerem buscas.

“Por ser uma das maiores seguradoras do mundo e se diferenciar por ser uma companhia multilinha, multisserviço, multicanal e cada vez mais digital, é natural que nossos esforços de marketing sejam no ambiente virtual, que se tornou ainda mais importante depois da pandemia, proporcionando comodidade e rapidez na prestação de serviços”, afirma o diretor executivo de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil, Rodrigo Barros. “Estes, aliás, foram os motivos dos nossos esforços, já que, com o isolamento social, o mercado pediu por soluções que atendessem a essa necessidade. Nesse sentido que diversas funcionalidades foram e estão sempre sendo pensadas para proporcionar uma experiência cada vez melhor e mais agradável aos nossos clientes”, complementa.

Serviços digitais

O executivo se refere às medidas adotadas e intensificadas depois da pandemia para ampliar o contato e a proximidade com clientes (pessoa física e empresas), corretores e parceiros de negócios. 

Entre elas, atendimentos nos canais do site, chat, SMS e APPs, vistoria mobile, além de ampliação dos serviços do app Zurich Risk Advisor (para segurados e corretores realizarem autoavaliações de riscos via colaboração remota).

Além disso, os atendimentos foram complementados com o lançamento da assistente virtual Laiz, que ajuda a esclarecer dúvidas recorrentes e disponibiliza serviços como segunda via do boleto, do contrato de seguro (apólice) e acionamento e status do sinistro para clientes de Automóvel e de Afinidades, que possuem seguro de roubo e furto, garantia estendida ou danos acidentais.

A Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros

Solange Beatriz CNseg

Confira a entrevista com a Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg

Fonte: CNseg

25 de Setembro é o “Dia da Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros”, efeméride lançada pela CNseg em 2019 para, nas palavras da Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, “fortalecer o compromisso do setor com as melhores práticas de diversidade e inclusão”. Confira abaixo a entrevista com Solange Beatriz sobre um tema que ganha cada vez mais relevância no debate nacional e internacional, tanto pelo ponto de vista ético como pelo financeiro. 

Como anda o debate a respeito da diversidade no setor de seguros?    

O setor de seguros está consciente que é preciso acelerar suas políticas de inclusão, pois, além de gerar mais justiça social, um ambiente mais inclusivo fomenta soluções inovadoras, que são essenciais para um melhor desempenho das empresas, razão pela qual o tema passou a fazer parte da agenda social e econômica do nosso setor. 

Em 2017, um grupo de diretoras de empresas nacionais e estrangeiras com afinidade com o tema criou o Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão da CNseg que, já no ano seguinte, realizou a “1ª Conferência Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros”.  Em abril de 2019, o tema entrou novamente em debate no painel técnico “Diversidade em Ação”, durante o 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro.   

Em setembro de 2019, a CNseg realizou a 1ª Conferência de Sustentabilidade e Diversidade, paralelamente à 9ª Conseguro.  

Na mesma época, durante o Festival Dive In para Diversidade e Inclusão em Seguros, a Confederação lançou o Dia da Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros, a ser celebrado a cada 25 de setembro, visando fortalecer o compromisso do setor com as melhores práticas de diversidade e inclusão de talentos na carreira de seguros e refletir a riqueza demográfica, étnica, cultural e social do nosso País. 

Outra ação que apresentou uma recepção bastante positiva foi o lançamento do Calendário 2020 da CNseg, que teve a Diversidade e a Inclusão no Setor de Seguros como tema da edição, celebrando o rico mosaico humano que compõe a aldeia global.    

Além disso, o setor já conta com entidades autônomas dedicadas ao tema, como o Instituto pela a Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros (IDIS) e a Associação de Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS), ambas com apoio da CNseg.  E, nesse contexto, também podemos citar o apoio da CNseg ao Instituto Ação Pela Paz, que capacita egressos do sistema prisional, visando reinseri-los no mercado de trabalho e, assim, diminuir a reincidência criminal. 

E o quais os esforços das empresas do setor para fortalecer a diversidade?   

Temos visto empresas do setor se tornarem referência em políticas e práticas de diversidade e lideranças do mercado enfatizando a importância da diversidade para os negócios. De acordo com último levantamento da Escola de Negócios e Seguros (ENS), 40% das seguradoras brasileiras já possuem programas de igualdade de gênero, o que certamente contribuiu para que, atualmente, no cômputo total, as mulheres já serem maioria nesse mercado. O desafio agora é alçá-las, cada vez mais, às posições de liderança, onde ainda são sub-representadas. Também precisamos trabalhar para reforçar a representatividade de pessoas negras, transgêneras e com deficiências em posições de liderança e evitar – de modo geral – que os vieses inconscientes prejudiquem a contratação do melhor profissional para a vaga, independentemente de qualquer atributo subjetivo que não esteja estritamente relacionado à atividade a ser exercida.    

Como um setor que cuida da proteção do patrimônio das pessoas, não podemos prescindir da diversidade de talentos para compreender as necessidades de públicos variados e atender melhor a todos.    

Em termos de produtos de seguro, também possuímos exemplos interessantes, como é o caso de  seguradora que, na contratação de um seguro viagem, disponibiliza cartilha apontando os locais com maior risco de ocorrerem crimes de ódio contra minorias e disponibiliza call center para prestar auxílio nesses casos. Outro bom exemplo, este vindo do Reino Unido, se relaciona à violência contra a mulher no âmbito do abuso do poder  econômico, com bancos aceitando o cancelamento de contas conjuntas sem a necessária concordância do parceiro agressor e seguradoras cancelando apólices solicitadas pelas vítimas de relacionamentos abusivos.

CNseg também realiza ações para fortalecer a diversidade dentro da própria Confederação?  

Os funcionários, como participantes do mercado segurador, também sempre foram alvo de nossos eventos e ações de comunicação. Entretanto, sentíamos falta de ações voltadas objetivamente para nossos colaboradores, inclusive as lideranças, razão pela qual já iniciamos o desenvolvimento de um programa interno de diversidade, em parceria com o GT de Diversidade e Inclusão da Comissão de Recursos Humanos. Em uma primeira fase, pretendemos realizar ações de conscientização para as lideranças e os colaboradores sobre o valor da diversidade e temas específicos como os viéses inconscientes, além de mapear os recortes de diversidade do nosso quadro com base em um censo com os colaboradores. Temos consciência que a CNseg, enquanto representante institucional de um setor extremamente relevante – tanto econômico, quanto socialmente -, pode estabelecer um bom exemplo e contribuir para o avanço desse tema. 

Economia da saúde é fundamental para o futuro do setor

Webinar do IESS reuniu especialistas e pesquisadores vencedores do Prêmio IESS de Produção Científica em saúde suplementar

Fonte: IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) promoveu nesta semana o webinar “Propostas do Prêmio IESS para assegurar a sustentabilidade do setor em tempos de crise”, que reuniu especialistas e premiados na categoria Economia do Prêmio IESS de Produção Científica em transmissão ao vivo no YouTube e nas redes sociais da entidade. 

Com mediação de José Cechin, superintendente executivo, o debate contou com a participação de Antonio Carlos Campino, professor da FEA-USP e avaliador da categoria Economia do Prêmio IESS; Marília Raulino Jácome, vencedora em 2018, Head da G-Sin (Startup de Gestão de Riscos na Saúde) e doutoranda em Ciências Contábeis (UFPB); e Luís Carlos Moriconi, vencedor em 2017, gerente atuarial na Unimed Fesp e mestre em economia (UFRGS). 

José Cechin reiterou o compromisso da instituição com a criação de ferramentas tanto nesse momento de crise sanitária e social quanto para o desenvolvimento do setor de saúde nacional. “O Prêmio IESS é uma das provas desse esforço e do anseio de mobilizar a nossa capacidade de agregar conhecimento e estudos técnicos e convergir a produção acadêmica com a prática do mercado ao longo desses dez anos da premiação”, comentou. 

A importância de se gerar informação técnica e fomentar a pesquisa foi lembrada por Antonio Campino como fundamental para garantir a perenidade dos setores público e privado. “O mundo todo passa por um fenômeno de transição demográfica e consequente envelhecimento populacional. Claro que é um avanço da sociedade e da medicina, mas isso traz um aumento das despesas médicas para todos os envolvidos nessa cadeia”, aponta o professor. “Não há conflito entre os setores público e privado. A economia da saúde é importante por se debruçar em problemas reais da sociedade com implicações em diferentes âmbitos. É necessário que o país e os diversos segmentos se planejem para os impactos dessa mudança”, completou. 

Além das implicações econômicas do atual cenário e da necessidade de mudança e atualização da regulação do setor e das práticas de diversos agentes envolvidos, o encontro reforçou a importância de se fomentar os estudos que envolvam o setor de saúde suplementar. “É fundamental que a academia enxergue o potencial da pesquisa para esse setor. Em termos de economia, é um segmento que agrupa 25% dos brasileiros e movimenta um grande volume investimentos, despesas e receitas”, analisou Marília Raulino. 

Já Moriconi ressaltou que o setor precisa se apossar das diferentes ferramentas para ser mais forte, efetivo e resolutivo. “A economia da saúde deve ser o centro de tudo. Por meio dela é que iremos ampliar a qualidade em termos de recursos humanos e de produtividade, garantindo equilíbrio, satisfação e bem-estar de todos, sejam beneficiários, operadoras e prestadores de serviços”, concluiu. 

A íntegra do webinar pode ser vista no Portal IESS (http://iess.org.br/eventos) e no YouTube (http://youtu.be/bivn282VNXM). A série de encontros continuará apresentando importantes questões para o desenvolvimento do setor de saúde suplementar nacional com transmissão ao vivo nas redes sociais do IESS e no canal do YouTube.

Seguros SURA está entre as maiores no ranking de seguros da América Latina

Seguros SURA tem uma participação de mercado de 2,8% no mercado regional ; 4.1% em seguros gerais e 1,2% em vida

Fonte: Seguros Sura

A Seguros SURA, subsidiária do Grupo SURA, subiu do quarto ao terceiro lugar no segmento de seguros Não-Vida, no último “Ranking de Grupos Seguradores na América Latina”, publicado pela Fundação Mapfre, sendo a primeira de origem latino-americana. No ranking total, classificação dos grupos seguradores do mercado na América Latina, a Suramericana se manteve no oitavo lugar e é a quarta entre as latino-americanas, atrás de três seguradoras brasileiras. Com um volume de prêmios que superou os US$ 4 bilhões em 2019, a companhia registrou uma participação de mercado de 2,8%, segundo o informe.

“Nos posicionarmos entre as seguradoras latino-americanas mais relevantes tem sido possível graças a nossa estratégia como gestores de tendências e riscos, que nos permite avançar na entrega de capacidades para as pessoas e as empresas, a maior diversificação do nosso portfólio com soluções que transcendem a segurança tradicional, assim como continuar consolidando as companhias nos nove países onde Seguros SURA está presente”, expressou Juana Francisca Llano, a presidente de Suramericana.

No segmento de Vida, a companhia se posiciona como a nona de origem latino-americana e se encontra no 17º lugar no escalão geral. Vale destacar que a produção por valor de prêmios no último ano se deu em 52% em seguros gerais e 48% em vida, que somaram aproximadamente 16 milhões de apólices.

A Seguros SURA tem desenvolvido quatro frentes de negócio nas operações da região: Autos, Vida, Saúde e Empresariais, onde os portfólios de soluções se tem se diversificado para acompanhar as pessoas e as empresas, não somente quando ocorre um sinistro, mas desde a entrega de capacidades e conhecimento que permite identificar oportunidades em mobilidade, competitividade, conectividade, residência, saúde e autonomia.

Resultados da Suramericana até junho

No fechamento do primeiro semestre, a companhia consolidou ingressos totais que aumentaram 10,5% e somaram US$ 2,3 bilhões, com crescimento nos segmentos de seguros gerais (7,5%), vida (7,0%) e a saúde na Colômbia (21,5%).

“Os resultados refletem os esforços de fidelizar os nossos clientes desde três frentes: transformação do modelo operativo; desenvolvimento de novas soluções e reconversão de outras, para responder às condições atuais das pessoas e das empresas na região; ao mesmo tempo que fortalecemos nossos acessos e canais. Assim, cuidamos do ajuste de reservas, a solvência e a liquidez frente aos cenários que temos projetado diante a pandemia”, indicou Juana Francisca Llano, a presidente de Suramericana.

O mercado segurador na região teve um comportamento positivo em 2019 que somou um volume de prêmios de US$ 153,1 bilhões, 1,7% a mais do que em 2018, segundo o relatório da Fundação Mapfre. Especificamente, houve um crescimento no segmento Vida de 5,1%, enquanto diminuiu 1% no segmento Não Vida, explicado, em boa parte, pela depreciação das moedas locais em comparação ao dólar, particularmente na Argentina e no Brasil.