SURA lança cobertura para proteger a imagem e a reputação das empresas

Com o apoio de agência especializada em relações públicas, companhia inova ao oferecer suporte as possíveis situações de crise 

Fonte: Seguros SURA

Zelar pela imagem e pela reputação se tornou uma preocupação crescente entre as pessoas e empresas, principalmente com a velocidade da informação onde até uma fake news pode ser viralizada em minutos nas redes sociais. Seja no mundo virtual ou no físico, uma crise pode causar danos, muitas vezes irreversíveis à reputação de qualquer um. Pensando nisso, a Seguros SURA lança a Cláusula Especial de Risco Reputacional no Seguro de Frotas de Automóveis e Responsabilidade Civil Ambiental, que oferece ao segurado orientações antes, durante e após as situações de crise que possam afetar sua reputação. 

“Entendemos a partir da nossa gestão de tendências e riscos que as pessoas e as empresas estão cada vez mais expostas, e mesmo tomando todas as medidas de prevenção, todos estão expostos a situações que podem fugir do controle, o que torna essa cobertura algo indispensável no mundo conectado e ágil em que vivemos hoje”, explica Carlos Savarese, diretor de Automóvel e Resseguros da Seguros SURA. 

Segundo o Institute for Crisis Management, 67% das crises são resultado de situações pré-existentes, possíveis de serem previstas e, consequentemente, evitadas. Diante disso, Savarese explica que o segurado contará com o apoio e a expertise da PUB Comunica, uma agência de comunicação especializada na prevenção e gestão de crises. 

“No mundo corporativo entendemos que proteger a reputação e a imagem da empresa é uma frente estratégica indispensável para manter a percepção de valor que as pessoas e o mercado têm sobre a marca. Por outro lado, por trás de uma crise existem pessoas, e é para elas que vamos oferecer esse apoio”. Reforça Savarese. 

Em fase piloto desde dezembro do ano passado, a Seguros SURA incluiu a cobertura inicialmente no Seguro de Frotas de Automóveis e Responsabilidade Civil Ambiental, pensando no bem-estar do cliente. 

“Estamos muito animados com a parceria com a Seguros SURA. Diferentes estudos confirmam que a imagem da marca e a reputação estão entre as maiores preocupações dos diretores de empresas de diversos segmentos, existindo uma lacuna de proteção muito grande especialmente para pequenas e médias empresas. Por isso, procuramos trazer soluções inovadoras e assuntos relevantes para os segurados, contribuindo para aumentar o nível de satisfação e tranquilidade diante de imprevistos.” Agrega Guillermo Delfino, diretor da PUB Comunica. 

A Cobertura de Risco Reputacional inclui gastos por gestão de danos de reputação e imagem pública do segurado desde que seja decorrente das coberturas básicas, além de despesas emergenciais necessárias para mitigação dos riscos cobertos nesta cobertura. 

Estudo da Allianz traz tendências de sinistros e a exposição ao risco com Covid-19

Fonte: AGCS

  • Relatório AGCS mostra que os sinistros tradicionais de Property e Responsabilidade Civil diminuíram durante os lockdowns, mas isto foi mais do que compensado por um aumento nas notificações de sinistros relacionados à Covid-19, particularmente da indústria do entretenimento.
  • O impacto da pandemia moldará as tendências de perdas futuras para as empresas a médio e longo prazo, com mudanças nos ambientes de trabalho, hábitos de viagem e redes da cadeia de abastecimento.
  • Análise detalhada das tendências de perdas por danos causados pela Covid-19 nas linhas de Property/Business Interruption, Responsabilidade Civil, Linhas Financeiras e Seguros de Aviação.

São Paulo – 6 de outubro de 2020 – A pandemia de Covid-19 é um dos maiores eventos de perdas da história, tanto para empresas como para seguradoras. Entretanto, não é apenas a magnitude das perdas que não tem precedentes. As tendências de sinistros e a exposição ao risco podem evoluir tanto a médio como a longo prazo como resultado da pandemia. Com a redução da atividade econômica durante as fases de lockdown, os sinistros tradicionais de Property e RC diminuíram, principalmente no setor de aviação e carga, como também em outros segmentos, que apresentaram uma queda nos acidentes de trabalho, nas estradas e em espaços públicos, de acordo com um novo relatório Covid-19 – Mudando os Padrões de Sinistrosda Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS).

“O surto de coronavírus reduziu o risco em algumas áreas e, ao mesmo tempo, o modificou e o acentuou em outras. As mudanças mais amplas na sociedade e na indústria trazidas e aceleradas pela pandemia provavelmente terão um impacto a longo prazo nos padrões de sinistros e nas tendências de perdas no setor de seguros corporativos“, diz Thomas Sepp, Diretor de Sinistros da AGCS.“A crescente dependência da tecnologia, a mudança para o trabalho remoto, a redução das viagens aéreas, a expansão da energia verde e da infra-estrutura e um repensar das cadeias de abastecimento globais moldarão as tendências de perdas futuras para as companhias e seus seguradores”.

As estimativas variam, mas atualmente espera-se que a indústria de seguros pague até US$ 110 bilhões de sinistros relacionados à pandemia em 2020, de acordo com a Lloyd’s. Só a AGCS reservou cerca de 488 milhões de euros (US$ 571 milhões), especialmente para o cancelamento de eventos ao vivo e a interrupção de produções cinematográficas na indústria do entretenimento.

Aumento e diminuição
“Temos visto sinistros em algumas linhas de negócios, tais como seguros de entretenimento, surgirem durante a Covid-19, enquanto os sinistros tradicionais de Property e RC caíram durante os períodos de fechamento”, diz o Diretor Global de Sinistros AGCS, Philipp Cremer. “Ainda há um potencial de ocorrências à medida que fábricas e empresas reiniciam as atividades após um período de paralisação, além do padrão de desenvolvimento mais longo nos sinistros de terceiros das linhas de long-tail”.

Notificações de sinistros de acidentes automobilísticos, escorregões e quedas ou ferimentos no local de trabalho diminuíram à medida que mais pessoas ficavam em casa, e com o fechamento temporário de muitas lojas, aeroportos e empresas durante os lockdowns em todo o mundo. A AGCS também notou um impacto positivo na regulação de sinistros nos EUA devido à suspensão dos tribunais e julgamentos. Alguns requerentes têm sido mais abertos a negociar acordos fora dos tribunais em vez de esperar muito tempo até que seu caso seja agendado – uma tendência também destacada em outra recente publicação da AGCS sobre tendências em perdas de responsabilidade civil. Em geral, é provável que a atividade de sinistros volte a crescer após a retomada da atividade econômica.

O relatório da AGCS identifica o impacto da pandemia nas tendências de sinistros em diferentes linhas de seguros e como eles podem evoluir no futuro:

Property/Business Interruption

Sinistros de danos à propriedade não foram significativamente afetadas pela Covid-19, pois os causadores de perdas, como o clima, não estão correlacionados à pandemia. Entretanto, à medida que as linhas de produção reiniciam e aceleram (ramp up) suas atividades, isto pode exacerbar o risco de quebra e dano a máquinas ou até mesmo de incêndio e explosão. “O reinício de uma fábrica é um teste de estresse. Já vimos alguns sinistros relacionados com os ramp-ups nos últimos meses – e podem ocorrer mais”, diz Raymond Hogendoorn, Diretor Global de Sinistros ShortTails, AGCS. Além disso, com menos pessoas em uma instalação, inspeções e manutenções são muitas vezes postergadas ou, ainda, incidentes de perda, como incêndio ou vazamento de água, podem ser percebidos tarde demais, aumentando a gravidade dos danos.

A Covid-19 causou o fechamento e a interrupção de negócios globalmente – que muitas vezes podem não ser cobertas na ausência de danos físicos como gatilho da cobertura. No entanto, a pandemia teve impacto na liquidação de sinistros de interrupção de negócios (BI) padrão em diferentes maneiras. Quando um fornecedor automotivo dos Estados Unidos foi atingido por um tornado na primavera, a perda em BI resultante foi menor do que durante as operações normais. Por outro lado, as medidas de contenção durante o lockdown podem levar a interrupções mais longas e caras, pois as restrições de acesso evitam uma mitigação eficaz de perdas e prolongam o período de retomada, como um incêndio e explosão em uma fábrica de produtos químicos na Coréia do Sul demonstraram.

Seguros de Responsabilidade Civil e Directors & Officers (D&O)

Até o momento, a AGCS tem visto apenas alguns sinistros de RC relacionado à Covid-19. Sinistros de RC são tipicamente de longo prazo, reportados tardiamente, de modo que a responsabilidade geral e os pedidos de indenização de funcionários relacionados à Covid-19 ainda podem acontecer. Vários surtos de coronavírus foram ligados a ambientes de alto risco, como academias, cassinos, casas de repouso, navios de cruzeiro ou fábricas de processamento de alimentos/carne.

Uma onda de insolvências, bem como de litígio conduzido por evento, poderiam ser fontes potenciais de sinistros de D&O. A pandemia poderia desencadear litígios contra empresas, seus diretores e executivos, se for percebido que a Diretoria não se preparou adequadamente para uma pandemia ou para períodos prolongados de renda reduzida.

Aviação

A indústria da aviação tem visto poucos sinistros diretamente relacionadas com a pandemia até o momento. Em um pequeno número de notificações de responsabilidade civil, os passageiros processaram as companhias aéreas por cancelamentos ou interrupções. Os acidentes com escorregões e quedas em aeroportos – usualmente as causas mais frequentes dos sinistros em aviação –  diminuíram com a redução maciça do tráfego aéreo global, que caiu 94% em abril de 2020 (ano a ano).

“Embora uma grande parte da frota mundial de companhias aéreas tenha parado, a exposição a perdas não desaparece simplesmente. Ao contrário, elas mudam e podem criar novas acumulações de risco”, diz Joerg Ahrens, Diretor Global de Sinistros Long-Tails na AGCS. Por exemplo, aeronaves em terra podem ser expostas a danos causados por furacões, tornados ou tempestades de granizo. O risco de manobras ou incidentes no solo também aumenta e pode resultar em sinistros mais custosos.

Tendências de Sinistros em Longo Prazo

A Covid-19 está acelerando muitas tendências, tais como a crescente dependência da tecnologia e a crescente conscientização das vulnerabilidades das complexas cadeias globais de abastecimento. Espera-se que muitos negócios revejam suas cadeias e aumentem sua resiliência. Isto pode envolver alguma reformulação de áreas críticas de produção por causa da interrupção causada pela pandemia. Tal medida provavelmente afetaria a freqüência de sinistros e os custos de quaisquer futuras interrupções de negócios.

Enquanto isso, o crescimento do teletrabalho significa que as empresas podem ter menos ativos imobiliários e menos colaboradores presencialmente no futuro, mas haveria uma mudança correspondente nos riscos cibernéticos e de remuneração de suas equipes. Durante a pandemia, as exposições ao risco cibernético aumentaram, com relatos sobre o aumento do número de ataques de ransomware e de comprometimento de e-mails comerciais. Até o momento, a AGCS viu apenas um pequeno número de sinistros cibernéticos relacionadas à Covid-19.

Regulação Digital de Sinistros

A Covid-19 também reforçou a necessidade de digitalização do tratamento dos sinistros. Inspeções e avaliações remotas de sinistros de tornados, inundações ou grandes acidentes agora são possíveis através de tecnologia de imagem, drones, satélites ou ferramentas como MirrorMe. “Há apenas alguns anos, os processos eram em sua maioria manuais e feitos em papel. Muitas pessoas não imaginariam lidar com sinistros remotamente”, diz Cremer. “Agora a tecnologia desempenha um papel fundamental. A plataforma de sinistros baseada na nuvem da AGCS passou no teste do coronavírus com nossos processos digitais, provando ser resistentes durante todo o lockdown. Isto, juntamente com uma abordagem fortemente colaborativa de nossos clientes e brokers, permitiu que nossas equipes atendessem o aumento de sinistros e prestassem serviços especializados sem interrupção enquanto trabalhavam remotamente”.

Allianz calcula milhões em sinistros de estúdios de Hollywood

Fonte: Bloomberg

A Allianz, maior seguradora da Europa, se prepara para um grande volume de sinistros depois que estúdios de cinema e televisão foram obrigados a reduzir a produção durante as paralisações da pandemia.

Uma unidade da Allianz, que afirma ser a maior seguradora de estúdios de Hollywood, fez provisões de cerca de 488 milhões de euros (US$ 575 milhões) neste ano para sinistros relacionados ao coronavírus, com grande parte da indústria do entretenimento.

A produção de filmes e programas de televisão nos Estados Unidos e em outros países foi interrompida ou reduzida no pico do surto, o que levou produtoras a buscarem compensação.

“A retomada das produções cinematográficas é lenta”, principalmente nos EUA, disse Thomas Sepp, diretor de sinistros da Allianz Global Corporate & Specialty.

O setor de entretenimento foi atingido pela pandemia, que obrigou o cancelamento e o adiamento de grandes eventos, incluindo os Jogos Olímpicos de Tóquio. As restrições às reuniões públicas fecharam teatros e cinemas.

A Cineworld anunciando nesta semana que planeja suspender temporariamente operações em suas unidades nos EUA e no Reino Unido. Redes de televisão encontram dificuldades para preencher a programação, pois o lançamento de programas é retomado lentamente.

A crise de empresas de entretenimento se traduziu em uma onda de sinistros que buscam compensações das seguradoras pela perda de receita. A Allianz registrou impacto de 1,2 bilhão de euros nos resultados do primeiro semestre por sinistros relacionados ao vírus.

Em resposta, algumas seguradoras pararam de vender cobertura para proteção de empresas contra perdas em futuras pandemias.

Sepp disse que os novos contratos de produção de filmes vendidos pela Allianz não cobrirão perdas relacionadas à Covid-19, “para que não corramos nenhum risco novo”.

A Allianz tem vendido seguro para filmes há mais de 100 anos, de acordo com o site da empresa. A empresa se expandiu para áreas que incluem música ao vivo, eventos e esportes motorizados.

Cade aprova acordo da Wiz com corretora do BMG

fusões aquisicoes

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou um acordo operacional entre a CMG, corretora de seguros do Banco BMG, e a Wiz. O acordo havia sido anunciado em agosto, quando a Wiz comprou uma fatia de 40% na corretora, por R$ 89,8 milhões.

O Cade analisou os impactos do negócio sobre outras companhias que atuam no setor. Do ponto de vista da relação horizontal, mesmo no cálculo mais conservador, as requerentes estariam com menos de 20% de participação. “Assim, não haveria qualquer preocupação concorrencial”, ressaltou a Superintendência.

Estudo da Icatu Seguros aponta resiliência da previdência em 2020

No primeiro semestre do ano, fundos de previdência tiveram seis vezes menos resgates em comparação com respectivos semelhantes do mercado aberto 

Levantamento realizado pela Icatu Seguros nos seis primeiros meses do ano mostrou que, apesar da crise e instabilidade econômica, a previdência privada segue resiliente no país.  A análise considerou 43 fundos de previdência de diversas estratégias – multimercados, ações, crédito privado e renda fixa – que somam mais de R$ 13,2 bilhões da carteira da seguradora em 30/06/2020, e seus respectivos semelhantes do mercado aberto cujo patrimônio líquido no mesmo período foi acima de R$ 30 bilhões.

Na comparação, o volume acumulado de resgates nos investimentos de fundos abertos foi seis vezes maior do que o observado nos fundos de previdência no auge da crise em março. Nas duas modalidades, a concentração de resgates se deu entre a segunda semana de março e o final de abril, o que pode ser explicado pelo avanço do coronavírus no Brasil e no mundo e a consequente queda e volatilidade de preços dos ativos em diversos mercados. Ainda assim, durante todo o período, os fundos de previdência se mostraram mais sólidos quanto aos resgates do que os fundos abertos. O movimento acontece, principalmente, por conta do forte perfil de longo prazo da previdência, além das características de tributação que ocorrem sobre esses fundos. 

“Escolhemos esses 43 fundos justamente por possuírem “espelhos” com estratégias semelhantes. Na análise, notamos que, após marginal aumento de resgates em meados de março e início de abril, os resgates nos fundos de previdência voltaram a se estabilizar. É importante reforçar também que houve um grande movimento de transferência de fundos dentro da própria indústria, ou seja, o participante buscou realocar sua carteira dado o novo cenário de juros. Uma das grandes vantagens de fundos de previdência em relação aos tradicionais é que a realocação dos recursos para outros fundos através de portabilidade não incide imposto e assim o participante pode buscar uma diversificação dinâmica de seu portfólio”, explica Henrique Diniz, diretor de Produtos de Previdência Privada da Icatu Seguros. 

Henrique afirma que o comportamento observado na carteira da Icatu retrata que a previdência é vista também como uma reserva de longo prazo e que as pessoas desejam manter mesmo em momentos de crise. Na própria indústria, segundo dados da Fenaprevi, foi possível observar que o número de participantes do mercado de previdência se manteve estável entre março e abril, os meses mais críticos. O executivo identifica ainda um amadurecimento do investidor, cada vez mais conectado a conteúdos de educação financeira, que vem buscando um portfólio eficiente de acordo com seu perfil, considerando também o prazo de seus objetivos. 

AIG diversifica portfólio com cobertura para equipamentos médico-hospitalares

Em pouco mais de três anos de operação, prêmios em seguros equipamentos das linhas amarela e verde da AIG quadruplicam

Fonte: AIG

Ao trabalhar em dois importantes segmentos da economia, o de construção civil e agronegócio, a AIG vê sua mais recente linha de Seguros para equipamentos (RD Equipamentos e Seguro Benfeitoria) crescer a índices positivos ano a ano e agora trabalha na diversificação: cobertura para equipamentos médico-hospitalares e estéticos. “Na nossa operação, conseguimos cobrir equipamentos móveis de grande porte voltados a diferentes segmentos. Estamos nos especializando cada vez mais e aproveitando as oportunidades e demandas do mercado para trabalhar com corretores especializados nesses segmentos e, em breve, e ampliar nosso canal e oferecer nossos produtos a diferentes regiões e parceiros”, conta Martin Molla, Líder da área de Transportes e Equipamentos da AIG. 

Os seguros RD Equipamentos e Benfeitoria registraram crescimento da ordem de 88% no seu primeiro ano de operação (2018). Ano passado, superou a marca de 100% de prêmios emitidos e, só neste primeiro semestre, já superou em 70% o mesmo período do ano passado. O bom momento dos seguros RD Equipamentos/Seguro Benfeitoria se deve, principalmente, à retomada, ainda que gradual, do setor de construção civil e às operações crescentes do setor agro, sempre mais resiliente à estagnação econômica. “Temos visto uma demanda interessante de frotas para o setor de construção e aproveitado parcerias estratégicas com corretores especializados para compartilhar condições diferenciadas. Outro destaque da nossa operação é a cobertura para equipamentos de grande porte em clínicas e hospitais, como aparelhos de ultrassom e ressonância”, afirma o executivo. 

Procurado para cobertura contra incêndio, queda (tombos) e outros danos, o Seguro de RD Equipamentos da AIG tem ganhado mercado graças a parcerias estratégicas com corretores e fabricantes. “Desde o ano passado temos feito treinamentos constantes, presencial e virtualmente, para divulgação do seguro e nossos diferenciais aos corretores, bem como para compartilhar dicas simples que podem auxiliar o cliente segurado a diminuir a exposição ao risco e proteger seu patrimônio”, completa Molla. 

Susep simplifica regras para seguro patrimonial

Iniciativa visa flexibilizar a regulação e desenvolver o mercado, tornando-o mais competitivo e transparente

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou, hoje (06), consulta pública sobre a minuta de circular que simplifica as normas que dispõem sobre regras e critérios para a operação de seguros do grupo patrimonial. A iniciativa é parte da ação que a Susep vem empenhando para revisar e consolidar seu arcabouço normativo, conferindo, assim, maior eficiência e transparência na regulação do mercado, conforme estabelece o Decreto nº 10.139/2019. A proposta está alinhada e dá continuidade à Consulta Pública nº 16/2020, que trata da flexibilização regulatória dos seguros de danos massificados.

São tratados na minuta de circular os seguros compreensivos residencial, empresarial e condomínio, seguro de lucros cessantes, seguro de riscos de engenharia e seguro de riscos diversos. Este mercado somou, em 2019, um volume de prêmios de R$ 10,1 bilhões, o que corresponde a 62% dos prêmios emitidos no grupo patrimonial ou 18% do total de prêmios emitidos no mercado de seguros de danos massificados.

Segundo a Coordenadora-geral de Regulação de Seguros Massificados, Pessoas e Previdência da Susep, Mariana Arozo, o novo normativo é menos prescritivo do que as normas de origem, visando tornar mais flexível a operação nos seguros patrimoniais: “O que se pretende é viabilizar maior diversificação de produtos, evitando sua padronização e eliminando restrições existentes nas normas em vigor, de forma que haja ampliação de oferta de produtos que possam atender melhor aos interesses e necessidades dos consumidores”, explica Mariana.

Uma das principais medidas é a revogação do plano padronizado de seguros compreensivos, permitindo que as seguradoras desenhem seus produtos conforme a necessidade de seus clientes, o que também facilita o processo de inovação no setor.

Com isso, a Susep busca estimular a competição, tornar o mercado mais transparente, inovador e ampliar o acesso de consumidores e novas empresas: “A proposta em consulta pública busca reduzir restrições, trazendo mais liberdade, reduzindo carga regulatória e burocracias desnecessárias. Mais flexibilidade permite a estruturação de produtos diversificados e mais apropriados às necessidades dos consumidores”, afirma Rafael Scherre, diretor da Autarquia.

A Consulta Pública ficará aberta para sugestões até o dia 5 de novembro e pode ser lida na íntegra pelo link.

Icatu Seguros conquista 1ª colocação em Seguros no anuário Época 360º

Fonte: Icatu

A Icatu Seguros é a melhor empresa no segmento de Seguros, segundo anuário da Revista Época. O ranking Época 360° avalia as principais empresas do país em seis dimensões: Desempenho Financeiro, Pessoas, Sustentabilidade, Governança Corporativa, Inovação e Visão de Futuro. Há 28 anos no mercado, desde 2017 a companhia participa da avaliação e, desta vez, foi eleita a primeira do ranking. 

Para o presidente da companhia, Luciano Snel, o resultado é fruto de ações e iniciativas lançadas nos últimos anos em colaboração com todo o time e alinhado ao propósito da Icatu de contribuir para que pessoas e famílias estejam protegidas e assistidas em todas as fases de suas vidas. 

“Trabalhamos para democratizar o acesso das pessoas à educação financeira e planejamento do futuro, desmistificando produtos de proteção e previdência e criando soluções que sejam flexíveis e customizadas aos diferentes perfis”, diz Snel. “O ano passado foi marcado pelo fortalecimento de parcerias estratégicas, investimento em inovação, renovação do portfólio de produtos de seguro de vida e ainda mais aproximação com os clientes, parceiros e corretores. Estamos muito felizes e honrados por esta premiação inédita, fruto do trabalho de todos os nossos 1.900 colaboradores”. 

Líder entre as seguradoras independentes, a empresa foi pioneira em oferecer uma plataforma aberta e se transformou em um marketplace de Previdência, com mais de 300 fundos de 90 dos melhores gestores do país. Além disso, tem um portfólio completo de soluções para seguro de Vida, inclusive para clientes corporativos e PMEs. 

No aspecto de governança, a Icatu tem uma estrutura organizacional que consolida as melhores práticas contábeis, financeiras, atuariais e regulatórias para uma administração transparente e eficiente. A seguradora também conta com dispositivos formais para verificação do cumprimento do código de conduta e um programa formal de compliance. Seu Conselho de Administração possui comitês de Risco, Auditoria e Recursos Humanos. 

A companhia também foi bem avaliada na categoria sobre Pessoas, um assunto de extrema relevância para a Icatu. A empresa adota políticas de crescimento e valorização dos times, de forma que o colaborador se sinta parte fundamental do crescimento da companhia. 

Contemplada também como uma das melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro, a Icatu adota estratégias de retenção de talentos, desenvolvimento de lideranças, gestão de desempenho e meritocracia. Treinamentos são realizados para atualizar e capacitar continuamente os colaboradores e parceiros, bem como a empresa dispõe de um canal aberto para diálogo, denúncias e reclamações confidenciais. 

Outro tópico de avaliação do anuário Época 360° foi a sustentabilidade. Em 2019, a empresa criou um comitê de sustentabilidade composto por colaboradores de diferentes níveis hierárquicos e áreas de atuação para discutir o tema rotineiramente e traçar um compromisso público com iniciativas ambientais, sociais e de governança. Associada ao Instituto Ethos, a companhia busca promover a construção de uma sociedade mais justa e sustentável por meio da gestão de seus negócios. 

Fundamental para o avanço de qualquer empresa, a inovação também foi um dos destaques que a Icatu obteve na Época 360º. No último ano, a seguradora investiu mais de R$ 110 milhões em iniciativas ligadas à inovação e tecnologia. A companhia lançou um novo site institucional e a nova Área do Cliente com autoatendimento e um ambiente ainda mais moderno e intuitivo. Um dos diferenciais da Icatu é o portal de APIs, plataforma aberta ao acesso de desenvolvedores, referência no mercado e utilizada por inúmeros parceiros entre corretoras digitais e fintechs. A seguradora também conta com um Laboratório de Inovação, o Icatu Labs, que utiliza o modelo mental do design para criar produtos e soluções customizadas, de acordo com as necessidades das pessoas e parceiros. 

Em 2019, a empresa registrou um aumento de quase 50% no seu faturamento, fruto do aumento de presença no mercado e avanço da capilaridade nacional. Com mais de 6,5 milhões de clientes, a companhia planeja fortalecer ainda mais a busca por novos negócios e parceiros de longo prazo, que complementem a Icatu na cadeia de serviços, acompanhando a jornada do cliente e melhorando sua experiência na companhia. 

Liberty Seguros lança plataforma digital de seguro de vida personalizável e com contratação 100% online

Carlos Magnarelli CEO Liberty

O Meu Momento de Vida permite que o cliente customize seu seguro, além de facilitar o processo de prospecção e venda dos corretores

Fonte: Liberty

A procura por seguro de vida vem crescendo exponencialmente no Brasil e a cada ano que passa, as pessoas têm tido mais consciência da importância da contratação desses tipos de cobertura. Desde 2018, a participação do seguro de vida no mercado de seguros – sem Previdência e Saúde – ultrapassou a de auto e atualmente representa 40%. 

Outra tendência observada no setor e também reforçada pela pandemia é a crescente preferência por opções digitais que descomplicam o dia a dia oferecendo mais agilidade, flexibilidade e segurança.

A Liberty Seguros acaba de lançar a plataforma Meu Momento de Vida. A ferramenta 100% digital foi co-criada com os corretores parceiros da companhia que participam do Conselho de Corretores e tem como objetivo facilitar o processo de venda do seguro de vida, viabilizando o processo de contratação do produto de forma didática, ágil e personalizada. O Meu Momento de Vida é simples e intuitiva, permitindo que o próprio cliente preencha todos os seus dados e contrate a apólice sem necessitar de ajuda. 

Com uma abordagem consultiva, a plataforma foi desenvolvida para que os clientes tenham maior facilidade para entender o que realmente precisam em um seguro de vida. Para indicar o capital necessário, por exemplo, a plataforma possui uma ferramenta de recomendação, baseada em três variáveis: educação dos filhos, reposição de renda e patrimônio atual. Também traz textos explicativos sobre cada cobertura para que o cliente saiba exatamente o que está contratando.

Além disso, os clientes podem personalizar os valores de coberturas de acordo com sua necessidade. Com todas as opções escolhidas, o segurado responde um questionário completo direto na plataforma, dispensando a tradicional entrevista telefônica realizada para a contratação do seguro. Os pagamentos e a assinatura eletrônica também são realizados diretamente na ferramenta e a apólice é enviada ao segurado em até 1 dia útil.

Agilidade e facilidade para os corretores

Cada corretor terá seu link próprio para compartilhar com possíveis clientes e indicar a plataforma como sua própria loja virtual de seguros de vida. A partir disso, a comissão das vendas realizadas por meio do link indicado pelo corretor será revertida para o profissional correspondente. 

Na divulgação da loja virtual para seus clientes, os corretores parceiros poderão personalizar com seu logo e inserir um vídeo explicativo sobre a plataforma feito pela seguradora e a influenciadora de finanças Julia Mendonça.

A plataforma facilita o processo de prospecção e venda de produtos personalizados no segmento de vida, ampliando as oportunidades de negócios dos parceiros nesse nicho e agregando mais valor por estarem no ambiente digital. 

O produto comercializado no Meu Momento de Vida é o Liberty Vida Especial, que oferece um capital mínimo de R$ 10 mil e máximo de R$2.5 milhões e coberturas para morte, invalidez por acidente, doenças graves e assistência funeral, disponíveis para os segurados e extensivas para os familiares. 

“É muito gratificante lançar o projeto Meu Momento de Vida, pois é fruto de um trabalho entre a companhia, nossos corretores e nosso laboratório de inovação, o Solaria Labs. Com a ferramenta, traremos uma forma inovadora de oferecer seguros de vida que aproximará os corretores do consumidor por meio de uma tecnologia simples e eficiente, para que possam ampliar ainda mais as suas oportunidades de negócios em um mercado que já se encontra em ascensão”, afirma Carlos Magnarelli, CEO da Liberty Seguros. 

Para saber mais, acesse http://meumomentodevida.libertyseguros.com.br 

Wiz amplia portfólio de crédito com oferta de consignado privado

O portfólio WizCred que já contava com crédito consignado público passa a incluir opção de consignado privado por meio de parceria com a ConsigaMais+

Fonte: Wiz

A Wiz Soluções (WIZS3), maior gestora de canais de distribuição de produtos financeiros e seguros do país, incluiu no portfólio de produtos WizCred, o crédito consignado privado após parceria estratégica firmada com a ConsigaMais+.

Em junho deste ano a companhia já havia anunciado a entrada no mercado de consignado para servidores públicos e do INSS e, agora, complementa o portfólio com a inclusão da modalidade de crédito pessoal para o mercado privado. A distribuição do produto será realizada por alguns dos canais da Wiz, que contam com estrutura e suporte para acelerar a distribuição do WizCred, assim como já acontece com consórcio e o home equity.

Para Luis Moraes, diretor de produtos da Wiz, com a operação estima-se ampliar e complementar o portfólio de produtos WizCred para pessoas físicas aproveitando a expertise da ConsigaMais+ no mercado de crédito consignado privado. “Essa é mais uma parceria estratégica e de sinergia com uma empresa que atua em todo território nacional. Nossa intenção é unir a nossa força na gestão de canais de distribuição de produtos financeiros e seguros às ferramentas abrangentes de comercialização da ConsigaMais+”, diz o executivo.

Sobre o mercado em questão, o Banco Central registrou, em julho deste ano, R$ 23,8 bilhões como sendo o tamanho da carteira de crédito privado, com taxa de juros média de 2,12% ao mês e o prazo médio para empréstimos de 22 meses. “Trata-se de um produto que representa menos de 10% da carteira de crédito a pessoa física no país, ou seja, com um grande potencial para evolução no mercado,” completa Moraes.

“Por meio dos canais de distribuição da Wiz integraremos os negócios com uma proposta única para os RHs das empresas, com benefícios seguráveis e com o empréstimo consignado”, afirma Leandro Molina (foto), CEO da ConsigaMais+.

A rede de parceiros Wiz conta com mais de 10.000 pontos de vendas que recebem suporte completo para a distribuição de crédito em todo o país. A partir do relacionamento digital e presencial, oferece estrutura de captação de clientes, treinamento de equipes até a avaliação de qualidade das vendas.

Atualmente a ConsigaMais+ possui 270 empresas conveniadas. São 450 mil CPFs cadastrados (clientes), mais de 35 mil contratos ativos e uma carteira atual de R$ 125 milhões, com mais de R$ 155 milhões em empréstimos cedidos desde o início da operação da empresa em 2018.