Susep divulga princípios para a promoção da Educação Financeira no setor de seguros

Ofício circular dirigido ao mercado contém as diretrizes e incentiva a participação das entidades supervisionadas na 7ª edição da Semana ENEF

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) encaminhou na sexta-feira (16), ao mercado supervisionado, ofício circular que divulga princípios a serem observados pelas entidades na promoção da Educação Financeira no setor. O objetivo é fortalecer a confiança no sistema de seguros privados, promovendo o tratamento adequado ao cliente por parte das empresas e o uso consciente e adequado de produtos por parte do consumidor.

São princípios que devem nortear o planejamento e a execução das ações de Educação Financeira das entidades supervisionadas:

I – Valor para o cliente: levar aos clientes informações e ações úteis e relevantes para a sua vida financeira;

II – Amplo alcance: garantir acesso às ações implementadas a todos os seus clientes;

III – Adequação e personalização: fazer uso de conteúdo, linguagem e canais mais adequados para as ações frente às características e às necessidades dos clientes e considerando o nível de complexidade e risco dos produtos de seguros, previdência complementar aberta e capitalização; e

IV – Avaliação e aprimoramento: mensurar a efetividade das ações em face a seus objetivos, melhorando a abordagem utilizada a partir das interações com os clientes.

Com isso, a Susep espera que as instituições que integram os mercados supervisionados, diretamente ou em conjunto com os intermediários, assumam crescente responsabilidade pela promoção de ações efetivas de Educação Financeira. A ampliação do conhecimento dos consumidores quanto à utilização do seguro como proteção de patrimônio e o incentivo à formação de poupança por meio de produtos de seguros, previdência complementar aberta e capitalização são alguns dos resultados desejados pela Autarquia.

O ofício circular recomenda, também, a participação ativa das supervisionadas na 7ª edição da Semana Nacional de Educação Financeira, cujo tema central será “Resiliência Financeira: Como atravessar a crise?”. O evento acontecerá entre os dias 23 e 29 de novembro. 

A Semana ENEF acontece anualmente desde 2014 e visa promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira – ENEF, conforme previsão do Decreto nº 10.393, de 9 de junho de 2020. Realizado pelo Fórum Brasileiro de Educação Financeira – FBEF, do qual a Susep é um dos integrantes, o evento deste ano, em razão da pandemia, contará com atividades realizadas remotamente, por meio de plataforma digital. A programação do evento será divulgada em breve.

Clique aqui e leia a íntegra da comunicação feita ao mercado.

Munich Re estima mercado “hard” e crescimento do seguro ciber para US$ 20 bi em 2025

munich re america latina

Baixas taxas de juros estão impactando a rentabilidade das resseguradoras. Experiências recentes após o bloqueio em muitos países foram um alerta em relação aos riscos sistêmicos. O mercado de riscos cibernéticos continua sendo uma das áreas de crescimento estratégico mais importantes

Fonte: Munich Re

Após anos de taxas de erosão causadas por excesso de capacidade e baixos gastos com grandes perdas, particularmente nos mercados europeus, as taxas de juros baixas – provavelmente ainda mais baixas por mais tempo devido à pandemia do coronavírus – estão impactando a lucratividade das resseguradoras. Portanto, é provável que as coberturas de seguro se tornem mais caras, particularmente para riscos de longo prazo em responsabilidade civil e outros ramos.

A afirmação é da Munich Re. Segundo a resseguradora, a companhia assegurará consistentemente que os preços, termos e condições sejam proporcionais aos riscos na próxima rodada de renovação. A razão disso é que a erosão gradual das taxas e o abrandamento dos termos e condições – causados ​​pelo excesso de capacidade e pela redução aleatória das despesas com grandes perdas, especialmente em países europeus – têm tornado a rentabilidade um desafio para as resseguradoras.

As taxas de juros caíram para mínimos recordes mais uma vez em 2020. No contexto da crise do coronavírus, é cada vez mais provável que o ambiente atual das taxas de juros continue a afetar os investimentos de baixo risco no futuro previsível. Essas circunstâncias significam que lucros sustentados, em negócios de cauda longa e em outros lugares, só serão possíveis se os preços corresponderem aos riscos assumidos.

O grupo prevê que as taxas de juros permanecerão baixas por algum tempo. Por sua vez, a receita das seguradoras deve vir da própria suposição de risco, e isso inclui negócios de cauda longa. Depender da receita de juros ou esperar que perdas estatisticamente prováveis ​​não ocorram é uma base inadequada para a suposição de riscos maiores a longo prazo. “Queremos apoiar nossos clientes de forma confiável e no longo prazo com nossa capacidade financeira e nosso conhecimento dos riscos. Dedicamos atenção considerável na Munich Re à boa subscrição, bem como aos preços, termos e condições adequados”, afirma Doris Höpke, membro do Conselho de Administração responsável pela Europa e América Latina.

Elevada consciência de risco de desenvolvimentos sistêmicos

“A escala da pandemia COVID-19 serve como um forte lembrete de que devemos sempre avaliar e gerenciar adequadamente os riscos de baixa probabilidade que apresentam um enorme potencial de perda. Isso é especialmente verdadeiro para os riscos que estão expostos a uma deterioração subjacente – como é o caso de certos desastres naturais agravados pelas mudanças climáticas”, acrescenta.

As experiências recentes após o bloqueio da vida pública e do mundo dos negócios em muitos países foram um sinal de alerta quanto ao enorme potencial de riscos sistêmicos de resultar em perdas que, subsequentemente, desencadeiam muitas repercussões diferentes. No entanto, é por definição impossível segurar riscos que levam a perdas em todos os lugares ao mesmo tempo, violando assim o critério fundamental de segurabilidade.

A pandemia de coronavírus também afetou indiretamente o segmento de seguro de rápido crescimento para riscos cibernéticos: os bloqueios forçaram a maioria dos funcionários do escritório a trabalhar em casa e muitas empresas a migrar muitas operações comerciais online, seguido por um aumento acentuado nos ataques cibernéticos.

Para garantir o crescimento sustentado dos negócios cibernéticos, a Munich Re busca uma estratégia abrangente de avaliação dos riscos existentes individualmente; identificar tendências sistêmicas; e preços, termos e condições proporcionais ao risco. A Munich Re tem uma equipe com mais de 130 especialistas em soluções cibernéticas em toda a cadeia de valor, incluindo análise, prevenção e transferência de riscos.

O mercado de riscos cibernéticos continua sendo uma das áreas de crescimento estratégico mais importantes da Munich Re. E o impulso adicional alimentado pela pandemia da digitalização e da crescente conscientização das empresas sobre os riscos cibernéticos pode impulsionar ainda mais um mercado que já apresenta um crescimento robusto. Na verdade, o mercado de seguro cibernético pode até mesmo superar a atual previsão de crescimento, de um pouco acima de US$ 7 bilhões em 2020 para cerca de US$ 20 bilhões em 2025.

Zurich lança seguro para empresas de operação portuária

Produto conta com amplo pacote de serviços para atender a demanda do mercado de instalações portuárias

Fonte: Zurich

O desempenho dos portos brasileiros apresentou um crescimento de mais de 31,5% na movimentação de mercadorias nos últimos 9 anos, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Neste contexto, as empresas do setor têm um papel importante para a economia do país e, por isso, é imprescindível que elas tenham instrumentos de proteção para a continuidade dos seus negócios. Para atender a esta demanda das companhias do setor, a Zurich lançou o seguro Zurich Operador Portuário, que conta com um pacote de serviços e coberturas para minimizar os riscos e possíveis prejuízos causados por danos materiais e/ou corporais a terceiros, desde que ocorridos no interior ou entorno da área portuária.

Segundo Camila Santos, superintendente de responsabilidade civil na Zurich no Brasil, mesmo com a pandemia da Covid-19, há expectativas positivas para o setor quando houver a retomada integral das operações, já que o Brasil é um país com 215 instalações portuárias (uma das maiores do Hemisfério Sul, considerando as operações públicas e privadas). “Entramos em um mercado estratégico e nossos seguros vão atender um setor que é responsável por movimentar cerca de 1 bilhão de toneladas minério de ferro, petróleo e derivado, soja e milho”, afirma.

“Criamos um pacote completo de serviços para o setor, com coberturas e serviços de gerenciamento de riscos. As empresas ainda vão poder contar com o nosso time de especialistas”, complementa. 

O seguro da Zurich é dividido em três tipos de coberturas: Responsabilidade Civil (cobertura ampla); Danos Materiais a bens móveis e imóveis; Perda de receita bruta e/ou despesas adicionais ou extraordinárias, consequentes de paralisação total ou parcial das atividades do segurado. Tem também outras adicionais, como: 

  • Danos Morais
  • Coleta Local e Entrega
  • Doença Ocupacional – Lesão Cumulativa
  • Armazenamento em Tendas
  • Guarda de Veículo, Reboques e Contêineres
  • Cobertura para Informação e Consultoria
  • Cobertura para Responsabilidade Civil de Incêndio
  • Cobertura para Violação de Direitos Pessoais
  • Quebra de Máquina
  • Danos Elétricos
  • Perda e/ou Pagamento de Aluguel
  • Despesas com Honorários de Especialistas e/ou Consultores
  • Aquisição de Bens Móveis e Imóveis

Liberty Seguros patrocina quarta edição do festival HACKTUDO

Evento de cultura digital é aberto para todos e contará com exposições virtuais, conferências online e corrida de drones

A Liberty Seguros anuncia que será, pelo segundo ano consecutivo, patrocinadora do HACKTUDO, festival de cultura digital que aborda as principais tendências de tecnologia, inovação, sustentabilidade e empreendedorismo do país e do mundo. Neste ano, o evento terá um formato 100% online e a programação será dividida em oito frentes de atividades entre os dias 16 e 25 de outubro.

Além do tradicional Hackathon, os participantes poderão acompanhar palestras variadas nas Hack Conferences, participar do Hack Delas, que traz atividades voltadas ao público feminino e discute a maior participação da mulher no mercado da tecnologia e inovação; realizar atividades de faça-você-mesmo no espaço Maker; uma feira online de projetos criativos e invenções no estilo DIY; conhecer o trabalho do artista Jota Azevedo no Expo e as propostas criativas no LAB; além de acompanhar uma corrida de drones, a HackDrones. 

“O incentivo da diversidade e igualdade de gênero são pautas muito importantes para a Liberty Seguros pois fazem parte do nosso Plano de Sustentabilidade, por isso, é muito gratificante poder fazer deste evento”, diz Patricia Chacon

A Liberty irá participar de palestras do Hack Conference nos dias 22 e 23 de outubro, respectivamente, às 20h30. A primeira trará a diretora de tecnologia da companhia, Ana Lúcia D’Amaral, em um painel sobre Diversidade e Tecnologia, reforçando o Mulheres Seguras, programa da seguradora focado no incentivo ao empoderamento e empreendedorismo feminino.

A segunda irá contar com a participação de Alessandra Lima, Superintendente de Transformação e Melhoria Contínua da Liberty Seguros, que discutirá as melhorias e adaptações que empresas fizeram em tempo recorde durante esse período de pandemia.

A companhia também promoverá ações durante o Hack Delas, para discutir a participação feminina no mercado de tecnologia, o empoderamento feminino e a igualdade de gênero, e no espaço Maker, incentivando os presentes a colocarem a mão na massa e produzir objetos em casa.

Criado em 2014, o HACKTUDO agrega diferentes públicos e celebra o conhecimento passado ao longo das gerações, além de discutir questões importantes como a equidade de gênero. Essa última frente, em particular, se alinha ao quinto objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que faz parte do Plano de Sustentabilidade da Liberty Seguros. 

“O incentivo da diversidade e igualdade de gênero são pautas muito importantes para a Liberty Seguros pois fazem parte do nosso Plano de Sustentabilidade, por isso, é muito gratificante poder fazer parte de um evento como o HACKTUDO 2020”, diz Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros. “Acreditamos que é necessário inserir as mulheres e as minorias cada vez mais em conversas sobre tecnologia e inovação e este evento é uma excelente oportunidade para isso”, completa. 

Perdas com catástrofes no 3o. tri podem totalizar US$ 25 bilhões ao setor de seguros

catástrofes

Os eventos vão prejudicar os lucros, mas não o capital, informa a agência de Rating

As perdas com catástrofes no terceiro trimestre da indústria de seguros devem ser as maiores desde o terceiro trimestre de 2017, mas as seguradoras e resseguradoras estão “bem posicionadas” para absorvê-las, informou a Fitch Ratings Inc. em comunicado. Os eventos do terceiro trimestre podem totalizar aproximadamente US$ 25 bilhões, o que tornaria 2020 um ano “acima da média” para perdas por catástrofes naturais, disse a Fitch.

As perdas com seguro de bens e acidentes no terceiro trimestre deste ano foram causadas por um aumento na frequência de eventos, disse a Fitch, incluindo os furacões Isaias, Laura e Sally; a tempestade no meio-oeste; e incêndios florestais na Califórnia e no Oregon.

Algumas seguradoras e resseguradoras também podem incluir perdas com a explosão de 4 de agosto em Beirute nos resultados do terceiro trimestre. A Fitch informa, no entanto, que as seguradoras e resseguradoras estão capitalizadas. “Os balanços foram preparados para uma temporada de furacões potencialmente forte e os valores dos ativos investidos foram recuperados nos últimos meses de perdas não realizadas anteriores”, escreve a Fitch. Os eventos vão prejudicar os lucros, mas não o capital.

“A Fitch espera que os lucros permanecerão fracos no terceiro trimestre após as quedas do primeiro semestre, mas os níveis de capital em geral permanecem fortes, com pouca deterioração de capital esperada com esses eventos.”

O furacão Laura foi o maior evento individual, com perdas seguradas estimadas entre US$ 11 bilhões e US$ 15 bilhões. O furacão Delta, o segundo furacão a atingir a costa da Louisiana em menos de um mês, deve adicionar US$ 1 bilhão a US$ 3 bilhões em perdas seguradas.

As perdas relacionadas à pandemia de coronavírus devem aumentar ainda mais durante o restante do ano, acrescentando “Este acúmulo de perdas deve exceder os orçamentos de catástrofes de muitas empresas individuais e pressionar ainda mais os lucros do ano de 2020”.

A Fitch espera que os montantes de sinistro segurado mais moderados de eventos individuais caiam principalmente nas seguradoras primárias, em vez de nas resseguradoras, já que o excesso de catástrofes dos programas de resseguro de sinistros absorvem uma parcela menor dos sinistros.

A maior frequência de eventos catastróficos no segundo semestre, no entanto, provavelmente continuará a pressionar para cima as taxas de resseguro no período de renovação de janeiro de 2021, estima a Fitch.

Rodrigo Cunha assume gerência de desenvolvimento de produtos da MAG Seguros

Com aproximadamente dez anos de experiência dedicada ao mercado segurador, Rodrigo Cunha assume a gerência de Desenvolvimento de Produtos da MAG Seguros, companhia especializada em seguros de vida e previdência, após cinco anos atuando como Atuário Sênior da mesma seguradora. 

Rodrigo é graduado em Ciências Atuarias pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com MBA em Finanças pelo IBMEC e com novo curso de pós-graduação em Ciências Atuariais em andamento pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

Presidente da BB Seguridade, Bernardo Rothe, renuncia

Fonte: CVM

O presidente da BB Seguridade Bernardo Rothe apresentou renúncia ao cargo nesta quinta-feira, segundo comunicado da companhia. A decisão será efetivada em 20 de outubro. Rothe volta ao Banco do Brasil para exercer o cargo de vice-presidente de Negócios no Atacado, conforme comunicado do banco. Segundo comunicado, “o nome do novo diretor-presidente será anunciado pela BB Seguridade tão logo todos os trâmites sejam concluídos”.

Estadão/Broadcast entrevista Solange Vieira, da Susep

Para a superintendente da Susep, com o Brasil no limite do ponto de vista de estímulos fiscal e monetário, isso seria possível nos seguros para desemprego,  acidente de trabalho e grandes obras públicas

Fonte: Estadão/Broadcast, Aline Bronzati e Simone Cavalcanti

O Estadão/Broadcast entrevistou algumas das principais representantes das mulheres em bancos e gestoras para debater igualdade de gênero e desafios da conjuntura econômica em meio à pandemia. Uma delas é a titular da Susep. De “musa da Previdência” e “menina”, como a chamou o então governador do Rio, Sérgio Cabral, ao comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira, ainda se depara com o desafio constante de ter que, inúmeras e reiteradas vezes, provar sua capacidade profissional simplesmente por ser mulher.

Isso não a impediu de galgar seu espaço. É a primeira mulher no comando da Susep e também foi precursora no setor de aviação, ao presidir a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de 2007 a 2011. “Espero que possamos em muito pouco tempo parar de contar como uma novidade que uma mulher se tornou presidente de um banco ou instituição”, desabafa. 

Com o Brasil no limite do ponto de vista de estímulos fiscal e monetário, diante dos estragos da pandemia, Solange vê na transferência de riscos do setor público para o privado uma forma de a indústria securitária apoiar o processo de retomada no País. Para a superintendente da Susep, tal avanço seria possível no seguro desemprego,no de acidente de trabalho e ainda no de grandes obras públicas. Defende ainda avanço nas questões sociais e ambientais. Dentre as iniciativas da reguladora, está uma revolução tecnológica no sentido de dar mais transparência e concorrência ao setor, e ainda avalia a criação de um ‘índice verde’.

Leia na íntegra a entrevista.

SulAmérica lança SOS Prev e telemedicina em planos de previdência

Clientes de Vida também terão acesso ao serviço Médico na Tela; companhia lança linha de crédito especial para os planos PGBL e VGBL 

Com objetivo de cada vez mais ter soluções completas e integradas para ampliar o cuidado e a proteção, a SulAmérica passa a oferecer aos clientes de Vida Individual e Previdência Individual o uso do Médico na Tela, serviço de telemedicina disponível 24h por dia, sete dias por semana. O atendimento é realizado por chamada de vídeo com médicos plantonistas de forma prática, rápida e segura. “Somos a primeira empresa a oferecer teleconsulta médica para clientes de Previdência. Trata-se de mais um exemplo da visão de Saúde Integral da companhia, promovendo o equilíbrio entre corpo, mente e finanças para melhorar a vida das pessoas”, afirma Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica. “Beneficiários de Vida também terão acesso a este serviço de atendimento remoto”, completa. 

Outra novidade exclusiva e pioneira anunciada pela SulAmérica é o SOS Prev, uma assistência para apoiar os clientes de Previdência na manutenção do planejamento futuro. Trata-se de uma linha de crédito que pode socorrer aqueles que têm um plano ativo e precisam de ajuda financeira emergencial. Com o SOSPrev, os clientes de planos PGBL e VGBL terão acesso a um crédito equivalente a até 50% da reserva previdenciária. 

“Com essa solução inovadora, quem precisa de recurso urgente não terá de resgatar seu investimento de previdência para resolver questões financeiras pontuais. Ou seja, estamos ajudando nossos clientes a cuidarem de seu patrimônio com uma opção interessante para que não desfalquem suas reservas previdenciárias, tão importantes para o futuro”, conclui Mello. 

Posse de diretoria do CCS-SP é marcada por clima de união do mercado

Mentor Evaldir Barboza de Paula e diretoria assumem em cerimônia virtual com a participação e o apoio declarado dos presidentes da Fenacor, ENS, Sindseg-SP e Sincor-SP.

por Márcia Alves

A diretoria que comandará o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) na gestão 2020/2022 tomou posse no dia 14 de outubro, em cerimônia virtual com a presença de associados, convidados e autoridades do setor de seguros. Reeleito para o cargo de mentor do CCS-SP, Evaldir Barboza de Paula garantiu que está tão ou mais motivado do que no seu primeiro mandato. “Hoje, aos 50 anos de carreira, me vejo mais preparado para superar junto com a minha diretoria os próximos desafios”, disse.

O evento de posse contou com a participação de convidados especiais, que enalteceram os 48 anos de lutas do CCS-SP e também manifestaram apoio à nova gestão. Dentre eles, Rivaldo Leite, presidente do Sindseg-SP, revelou que somente após assumir o cargo é que se deu conta da importância de união entre as entidades do setor. “Todas compõem uma engrenagem que deve ser harmoniosa, porque buscam o melhor para o mercado e para o corretor de seguros”, disse.

Apesar de estar em trânsito no momento da cerimônia, Robert Bittar, presidente da ENS, fez questão de registrar seus votos de sucesso para a nova gestão. Ele reafirmou a condição de parceria da ENS com diversas instituições do mercado, incluindo o CCS-SP, no intuito de prover o crescimento individual e coletivo do mercado. “Importante é manter o elo de amizade e os objetivos únicos que sempre nortearam o desenvolvimento do mercado”, disse.

Armando Vergílio dos Santos, presidente da Fenacor, revelou a sua admiração pelo mentor Evaldir, ressaltando a “justeza na sua atuação”, e também a história de lutas do Clube. Por fim, registrou a importância das instituições associativas para o desenvolvimento do seguro e, em especial, do CCS-SP por trazer ao debate temas relevantes para o setor. “Coloco a Fenacor à inteira disposição do Clube para que possamos juntos e irmanados empreender as ações que o seguro necessita”, disse.

Ex-mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP, desejou sucesso à nova gestão e cumprimentou a diretoria pela iniciativa de divulgar a publicação que retrata os 48 anos da entidade. “Mais que coirmãs, Clube e Sincor-SP são na essência a mesma coisa e assim devem continuar pelos próximos 48 anos”. Para Camillo, o prestígio de quatro entidades na posse do CCS-SP representa um momento singular de congraçamento e união do setor. “O setor pode se sentir robustecido e apto aos enfrentamentos atuais”, disse. 

Nova gestão

No seu discurso de posse, o mentor Evaldir agradeceu aos diretores que encerraram a gestão – Nilson Arello, Jorge Teixeira Barbosa e Raquel Gomes – e aos que continuarão – Ivone Elise Gonoretske e Nilson Moraes. Ele também deu as boas-vindas aos novos diretores Ednir Fornazzari, Gilberto Januário e Marcia Del Bel, afirmando que todos terão muito trabalho pela frente. “Não há conquista sem trabalho árduo e bem planejado. O compromisso dessa diretoria é promover as reformulações adequadas, que venham ao encontro dos anseios dos associados”.

O novo secretário Ednir Fornazzari mencionou sua atuação como mentor CCS de Osasco e Região, quando, afirmou, “deu voz aos corretores”. Ele defendeu o relacionamento estreito entre corretores e seguradoras e pregou a união das entidades como meio de fortalecimento. “O corretor está tão sofrido, ultimamente, mas, com a união das entidades nada poderá abatê-lo”, disse. Já Nilson Moraes, agora como tesoureiro, destacou a pujança do Clube e expressou seu orgulho de ocupar a nova posição. “Estou inspirado a desenvolver um trabalho à altura dos meus antecessores”, disse.

Ivone Elise Gonoretske também manifestou o contentamento por permanecer na diretoria, agora como presidente da Junta Fiscalizadora. “Eu me comprometo a trabalhar para que essa gestão seja exitosa e beneficie os associados”, disse. Gilberto Januário revelou que trabalhou na década de 80 na empresa de Antonio D’Amélio, fundador do CCS-SP, e que não imaginava no futuro integrar a diretoria. “Estou comprometido a ajudar a categoria”, disse.  Já Marcia Del Bel disse que, apesar da falta de experiência, quer aprender e ajudar. “Vou me empenhar”, disse.

O ex-mentor Boris Ber, 1º vice-presidente do Sincor-SP, divulgou os eventos do sindicato e falou da nova campanha digital, cujo mote é “Azar é não ter o corretor”. “Se engajem, é uma campanha nossa para esclarecer o que fazemos”, disse. Em seguida, o mentor Evaldir encerrou a cerimônia, adiantando mais alguns propósitos da nova gestão. “Espero fazer um trabalho entusiasmado com essa diretoria motivada para entregar aos associados aquilo que esperam”.