Nos últimos meses, diversas empresas demonstraram interesse em abrir capital na bolsa brasileira. Estima-se que cerca de 40 companhias pretendem protocolar o pedido de IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) até outubro, quando se encerra o prazo para a solicitação. Com esse mercado bastante aquecido, o setor de seguros tem verificado também um grande aumento na procura pelo seguro POSI (Public Offering Securities Insurance), apólice de Responsabilidade Civil para oferta pública de valores mobiliários. O produto visa conceder cobertura à emissora e seus diretores e administradores em relação a qualquer oferta de valores mobiliários que possua prospecto ou outros documentos da oferta, entre eles IPOs.
“Ao longo do ano, vimos a procura aumentar, sendo que registramos um número recorde dos pedidos de cotação entre os meses de julho e agosto”, contou Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG. “A procura pelo seguro está concentrada em empresas buscando IPOs ou ofertas subsequentes (follow ons), com oferta pública de ações ou emissão de dívidas, e existe uma maior procura das empresas em busca da emissão de valores mobiliários como alternativa para fortalecimento de caixa, o que resulta em maior demanda pelo POSI”, completa.
Uma das líderes do segmento no Brasil, a AIG lançou o Seguro para Ofertas de valores mobiliários em meados dos anos 2000. Neste ano, considerando os dados do primeiro semestre, a seguradora manteve uma estabilidade no produto, porém teve uma maior procura por parte dos clientes, principalmente pelo aumento das ofertas públicas.
“A conscientização sobre a importância deste seguro tem resultado na sua contratação sempre que a empresa vem a público com o interesse de abrir capital ou realizar oferta subsequente. Por isso, falar em crescimento do seguro POSI deve ser relacionado com a retomada dos planos de abertura de capital no Brasil que se fez mais visível nos últimos meses. E esse indicador parece não ter volta, pois mesmo neste momento em que estamos em uma situação econômica instável, é crescente o número de empresas fazendo esse movimento em busca de captação de recursos”, explica Flavio.
A principal vantagem da contratação do POSI em separado do seguro de D&O (apólice voltada para executivos) é o fato de o segurado ter a possibilidade de contratar um limite específico para a operação, não ligado ao dia a dia da companhia.
Isso deixará a emprega do grupo segurador apta a fazer testes e implementar APIse assim facilitar pagamento de seguros
A MAG Investimentos promoveu na manhã de terça-feira (20) uma live para discutir o PIX. Participaram do debate João Manoel Pinho de Mello, diretor do Banco Central, Marcos Diniz, diretor executivo da MAG Finanças, Patrícia Pereira, estrategista da MAG Investimentos, e Arnaldo Lima, diretor de Estratégias Públicas do Grupo Mongeral Aegon, que foi o moderador.
O diretor do Banco Central contextualizou a nova modalidade de transação bancária, explicando seu desenvolvimento e vantagens para os usuários e empresas, ressaltando a segurança, velocidade, conveniência e multiplicidade de uso. “O PIX é tão ou mais seguro do que os meios de pagamento que existem no Brasil. Pois ele foi construído com base em uma larga experiência que o Bacen tem em operar plataformas de liquidação e meios de pagamento e contou com o apoio de diversas empresas e suas experiências em lidar com questões de segurança”, explica Mello.
Durante a live, também foi anunciado que a MAG Finanças iniciou sua participação na fase restrita do PIX e, com isso, está apta a fazer testes e implementar APIs. Para o lançamento da modalidade de transações bancárias em sua cartela de serviços, a companhia apresentará no início de novembro seu novo aplicativo. “Disponível para Android e iOS, ele está ainda mais rápido e seguro, com uma tecnologia nativa, além de ter todas as funcionalidades do PIX”, afirma Diniz.
Além disso, para a frente de prestadora de pagamentos da seguradora, serão revistas as cobranças de forma em geral, uma vez que existem barreiras nos processos burocráticos de algumas instituições, que exigem, até mesmo, autorização em papel, além de problemas no débito automático. “Isso prejudica a venda e por isso estamos buscando simplificar esse processo, porque o PIX agendado irá substituir o débito automático e o cliente precisará autorizar apenas uma vez. Nosso objetivo é entregar o melhor possível para o corretor”, completa o executivo.
Para Patrícia Pereira, o interesse das pessoas na nova modalidade aponta a importância dessa iniciativa para o mercado. “O PIX irá democratizar a experiência de compra e conseguiremos ter um ciclo de política monetária que seja mais efetivo, dando espaço para a manutenção da taxa por ciclos maiores”, conclui Patrícia.
O conteúdo está disponível na íntegra no canal do YouTube da MAG Investimentos
A Seguros SURA e o Banco PSA reforçam parceria e juntas oferecem cobertura aos veículos de test drive do novo modelo Peugeot 208 em todo o Brasil, em caso de dano ao veículo e a terceiros. Os carros segurados serão identificados com adesivos da Seguros SURA nos para-brisas traseiros e com um crachá veicular pendurado no espelho retrovisor interno.
“Esta parceria com a PSA para explorar esse novo mundo de seguros de mobilidade é fruto da nossa expertise no mercado de frotas e automóveis, que nos permitiu desenvolver uma solução específica para os modelos de test drive no lançamento da Peugeot”, explica Carlos Savarese, diretor de Mobilidade e Resseguros da Seguros SURA. “Esse é mais um serviço da Seguros SURA para “proporcionar bem-estar para as pessoas durante a jornada a partir de uma mobilidade segura para os deslocamentos do dia a dia”.
O Seguro para Frotas de Automóveis oferece cobertura para danos ao veículo em caso de colisão, incêndio e roubo, além de danos a terceiros em caso de danos materiais e corporais.
A fabricante tem uma estratégia diferenciada de vendas. Além de ampliar a frota de unidades disponíveis para test drive, a Peugeot promete oferecer uma nova modalidade de test drive, na qual alguns clientes poderão avaliá-lo por 24 horas, sem limite de quilometragem.
Excluindo-se o impacto dos negócios descontinuados, apresentaria lucro líquido de R$ 73,8 milhões
Fonte: IRB
Em comunicado enviado hoje ao mercado e aos acionistas, o IRB Brasil RE informou que disponibilizou relatório periódico mensal enviado à Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio do Formulário de Informações Periódicas (FIP).
Para melhor entendimento, uma vez que o FIP atende ao plano de contas exigido pelo regulador, na data de hoje, o ressegurador disponibilizou em seu site de RI planilha com os dados financeiros referentes aos meses de janeiro a agosto de 2020, que reconcilia essas informações com o modelo Visão Negócio, já praticado pela companhia em suas divulgações periódicas. O comunicado ressalta que os dados estão sujeitos a mudanças e não foram auditados.
A seguir, alguns dos destaques do período apresentados pelo IRB:
Faturamento bruto de agosto/20 (Prêmio Emitido): atingiu R$ 697,6 milhões, mesmo nível de agosto de 2019, sendo R$ 357,6 milhões no Brasil e R$ 340,0 milhões no exterior. No exterior, o crescimento foi de 11,7%, compensado por um decréscimo no prêmio Brasil de 9,4% em relação a agosto de 2019.
Faturamento de competência de agosto/20 (Prêmio Ganho): O prêmio ganho totalizou R$ 663 milhões.
Índice de Sinistralidade (Despesas de Sinistros/Faturamento de Competência do período): a despesa de sinistro foi de R$ 593,8 milhões, com um índice de sinistralidade de 89,6% no mês de agosto, revertendo a tendência observada no primeiro semestre de 2020, que apresentou uma sinistralidade de 108,0%. Quando excluídos os sinistros dos negócios não continuados – cancelados e/ou não renovados – esse índice se situa em 56,0%.
Índice de Gastos Externos (principalmente comissões) se situaram em 22,4%; e o de Gastos Internos (despesas administrativas) se situaram em 4,6%; enquanto o Índice de Resultado Financeiro e Patrimonial alcançou 7,1% do faturamento de competência de agosto/20.
Contribuição Marginal (Resultado de “Underwriting” ou de Subscrição): em agosto de 2020, o resultado de underwriting foi negativo em R$ 99,3 milhões, devido à elevada sinistralidade dos negócios descontinuados no valor de R$ 263,1 milhões.
Lucro (prejuízo) líquido: em agosto de 2020, o prejuízo líquido reportado foi de R$ 65,4 milhões (excluindo-se o impacto dos negócios descontinuados, apresentaria lucro líquido de R$ 73,8 milhões).
Evento acontece no dia 28 de outubro, às 11 horas, no canal do Youtube do Sonho Seguro. Agende-se para assistir no dia ou quando tiver uma brecha na agenda. Mas não perca este debate
Do discurso à prática: Como as seguradoras cuidam do planeta? Qual a estratégia de ESG adotada e o que mudou com a pandemia? Que tipo de serviço oferecem aos segurados que necessitam fazer descartes de bens? Que material é o mais recolhido a pedido dos consumidores e das seguradoras? Quem coleta “entulhos”?
Para responder essas e outras questões, o Blog Sonho Seguro realizará no dia 28 de outubro, às 11 horas, o webinar “Como as seguradoras cuidam do planeta”. O objetivo é debater a estratégia das seguradoras no tema indicadores sociais, ambientais e de governança, conhecido pela sigla ESG, que tem pautado a mídia do mundo inteiro. Afinal, as demandas neste tema ganham protagonismo no mundo todo pois ajudam a determinar o melhor desempenho financeiro futuro das empresas.
Os investimentos sustentáveis já são uma demanda prioritária tanto para grandes investidores como para pequenos consumidores, o que tem pressionado cada dia mais as empresas por práticas verdadeiramente “verdes”. Tão importante como não causar danos, as empresas precisam ter uma política clara de mitigação e adaptação dos riscos por conta das mudanças climáticas; proteção de recursos hídricos e marinhos; transição para a economia circular e reciclagem e proteção dos ecossistemas e biodiversidade.
A questão que fica é: como as seguradoras podem ajudar as empresas nesta jornada?
Participarão executivos de três seguradoras – Porto Seguro, Bradesco Auto RE e Zurich Brasil, por já implementarem ações diferenciadas e que são referência no setor neste assunto. Um importante passo já dado pelo setor é o Descarte Ecológico. Para falar deste tema, o blog convidou também a Ecoassist, empresa referência no mercado segurador neste serviço prestado à sociedade pelas seguradoras.
Coloque na agenda e venha conferir esta conversa, com um tema importante para todos! Se inscreva no canal do YouTube do Sonho Seguro e ative o lembrete para participar no dia ou para assistir quando tiver uma brecha em sua agenda.
Eber Souza, diretor geral da Ecoassist
A empresa tem a missão de desenvolver e implementar serviços e produtos inovadores e pioneiros de assistência ao consumo e ao desenvolvimento sustentável dos indivíduos e das empresas, visando uma melhoria contínua da qualidade de vida e do meio ambiente, estimulando clientes, colaboradores e parceiros à adoção de práticas sustentáveis diárias.
Edson Franco, CEO Zurich Seguros
Algumas operações da Zurich só indenizam o segurado mediante a coleta dos salvados. Essa é uma preocupação com o meio ambiente, pois os itens deixam de ser despejados em rios, ruas e calçadas. A Zurich fazendo isso, não está somente resolvendo o problema do segurado dela, mas de todo o meio ambiente.
Marcelo Picanço, vice-presidente da Porto Seguro
A Porto Seguro oferece o serviço de Descarte Inteligente para os segurados da Itaú Auto Residência, que não sabem o que fazer com os móveis velhos, geladeiras queimadas, fogões sem utilidade. Recentemente, lançou o serviço de Descarte Inteligente de Sacos de Entulho e Restos de Obras. Além disso, oferece o serviço de consultoria ambiental, que são dicas e orientações para o consumo consciente, reaproveitamento de recicláveis, entre outros.
Ney Dias, diretor geral da Bradesco Seguros
A Bradesco Auto RE, seguradora de bens do grupo Bradesco Seguros, oferece o serviço de Descarte Ecológico para os segurados do seguro residencial. É inegável a importância do exemplo da seguradora neste tema. Ações que contam com o engajamento do Bradesco tendem a ter grande apelo a todos.
Como o filósofo Walter Benjamin conceituou em seu trabalho, o que define uma obra de arte é o fato de ser única. Não é algo a ser usado, mas a ser apreciado – o que significa que se trata de um bem com valor cultural e também emocional. Isso, porém, não impede que uma obra de arte tenha valor monetário. Como parte de um patrimônio, assim como qualquer outro, está sujeita a riscos e perdas.
Se uma obra de arte é importante para você, seja por causa do valor financeiro ou da conexão emocional, fazer um seguro é fundamental. Afinal, por mais que você trate suas peças com cuidado, não há garantia de que ela não venha a ser afetada por outros ou pela natureza. Danos causados pela água ou incêndio podem exigir restaurações caras, roubos ou avarias ocorridas quando as peças são transportadas para um museu, casa de leilões, galeria ou simplesmente realocação durante uma mudança, também são riscos fora de seu controle.
Colecionáveis, obras de arte, móveis de design, objetos de decoração, tapetes e tapeçarias e antiguidades são alguns dos itens normalmente cobertos por uma apólice de seguro de Obras de Arte. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, elas não devem ser integradas a uma apólice patrimonial. O impacto financeiro associado a perda de uma obra de arte pode ser bastante considerável quando levadas em consideração as taxas de restauração e a depreciação do valor, que são cobertos pela maioria das apólices de obras de arte. O seguro patrimonial, por não conter linguagem específica para esse tipo de bem, pode não responder a uma perda da mesma maneira. Além disso, uma apólice exclusiva de Obras de Arte pode ter uma franquia muito baixa, dependendo das exposições, ao contrário das apólices patrimoniais.
Não é raro que uma obra de arte seja armazenada ou exibida junto com outras peças, o que provoca um efeito cascata quando se falando em danos. A possibilidade de uma perda impactar várias obras ou até mesmo uma coleção inteira é muito real, especialmente nos dias de hoje, quando grandes catástrofes naturais estão se tornando cada vez mais comuns. Para colecionadores privados, muitas vezes a coleção de arte é um investimento e pode representar uma parte significativa de seu patrimônio geral. Fazer um seguro de arte protege o valor da coleção e a segurança financeira do segurado, porém, é preciso desmistificar a concepção de que só vale a pena fazer seguro para uma coleção que inclua muitas peças e, portanto, seja avaliada em uma determinada quantia. Em arte, existem apólices diferentes, assim como em outras linhas de produtos: segurar um iate, por exemplo, é diferente de segurar uma frota de cargueiros.
As seguradoras precisam de uma prova do valor da obra a ser segurada, por isso, recibos de compra, atestados de originalidade e avaliações feitas por experts são fundamentais na hora de adquirir uma apólice, uma vez que todos os dados da obra são auto-declarados. Certifique-se de ter recebido um certificado de título ou autenticidade, pois o mundo da arte está repleto de falsificações. Manter registros organizados também ajuda a avaliar a arte por um valor justo. Mesmo que você comece com um registro em papel, faça o que puder para digitalizar o máximo possível para que possa facilmente, por e-mail, compartilhar esses resultados com uma seguradora.
Não há um valor fixo para segurar obras de arte, pois se trata de um seguro muito personalizado – não apenas por conta das características das peças em si, mas também do tipo de cobertura que o segurado prefere. Entre os fatores considerados, estão: o perfil do cliente, o tipo de arte, tamanho do risco, características específicas do local onde a arte é mantida, entre outros itens. Como as apólices de Belas Artes são geralmente subscritas com base em Todos os Riscos, ou “All Risks”, como é mundialmente conhecido, é importante prestar muita atenção às exclusões específicas listadas em uma proposta de cobertura, junto com os sublimites oferecidos para Trânsitos e Locais Não Nomeados. A AXAXL tem equipes com experiência nesse segmento, bem como com fortes relacionamentos com a comunidade artística, visando sempre favorecer o acesso aos melhores restauradores, conservadores e avaliadores.
Como reduzir o risco
Proteger obras de arte envolve mais do que a aquisição de uma apólice. É preciso ter consciência dos riscos aos quais ela está exposta e planejar e implementar estratégias de prevenção de perdas.
Depois que uma peça é comprada, por exemplo, o primeiro desafio é garantir a segurança no transporte. Uma obra de arte pode viajar por terra, mar ou ar para chegar ao seu destino, e é durante esse movimento que ocorre a maioria dos possíveis danos a uma obra de arte, como quedas, roubos e acidentes. Para minimizar as chances de que isso ocorra, procure contratar empresas especializadas, transportadores não especializados não terão os procedimentos adequados para garantir que a arte seja transportada com segurança. Solicite imagens da peça no contêiner de armazenamento em que ela viajará para identificar quaisquer ferramentas ou artigos soltos que possam se mover durante a viagem e danificar a arte, opte por caixas personalizadas para obras de arte de alto valor, pois elas permitem uma amarração mais resistente para evitar o movimento durante o transporte. Vale a pena também fazer uma inspeção profissional de pré e pós-condição em todas as peças que estão sendo movidas, bem como revisar os relatórios de condição antes e depois da mudança para garantir que a obra seja entregue sem danos. E não esqueça de incluir em sua apólice a garantia de que a peça será coberta antes da mudança e o valor seja adequado para cobrir uma perda total.
Galerias, museus, universidades e outras organizações estão constantemente em busca de novas obras para exibir em seus espaços, e se você decidiu emprestar uma obra de sua propriedade, comece solicitando o certificado de seguro e detalhes de como a apólice da entidade cobrirá a peça enquanto estiver sob seus cuidados, custódia e controle. A entidade tem cobertura “prego a prego” para ser coberta durante o transporte? Eles têm a cobertura adequada se a arte for transportada por via marítima ou aérea? Os limites de cobertura de sua apólice são adequados para cobrir uma perda total? Reveja o contrato de empréstimo para garantir que está evidenciado onde a arte será exibida, por quanto tempo e se será movida, e, por fim, se a entidade tem um plano de resposta a emergências. Revise os relatórios de condição antes e depois do período de empréstimo para garantir que a arte seja devolvida sem danos. Assim como no transporte, após a aquisição da peça, ao emprestá-la você também precisa se certificar de que ela seja embalada e enviada por especialistas em transporte de arte.
Caso você precise armazenar suas obras de arte em um depósito, aqui vão algumas dicas importantes: revise sua apólice para checar se ela tem uma cobertura adequada para situações como essa; preste atenção à localização do depósito para avaliar se ele está localizado em uma área de alto risco de inundação, roubo, terremoto ou incêndio florestal; certifique-se de que a obra nunca seja mantida no chão; faça uma inspeção profissional de pré e pós-condição em todas as peças armazenadas e, por fim, revise os relatórios de condição antes e depois de movê-los para o armazenamento, para garantir que a arte seja entregue sem danos.
(*) Cristiane Porto Rodrigues é Head of Art/ Brazil da AXA XL
Para os próximos meses, são esperados aumentos marginais, que poderão amenizar o cenário de recessão econômica provocada pela pandemia, estima a economista da CNseg
O desconforto com os graves riscos fiscais tem agravado a preocupação do investidor com a inflação, que teve mais um ajuste nesta semana no relatório Focus, de 2,47% para 2,65%. Para Priscila Aguiar, economista do CEM – Comissão Estudos de Mercado da CNseg, responsável pelo boletim de Acompanhamento das Expectativas Econômicas divulgada pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp), da CNseg, dado que o resultado do IPCA de setembro ficou acima das expectativas, é natural que o mercado reveja suas projeções com base no resultado divulgado.
“Em relação ao governo, a falta de uma definição clara das ações relacionadas à política fiscal e a forma de financiamento do programa renda cidadã afetam as expectativas. Entretanto, o governo tem sinalizado de que não pretende furar o teto. Se as definições ocorrerem, as expectativas positivas se mantêm”, disse ela ao blog Sonho Seguro.
Segundo ela, Não há dúvidas de que definições de ajuste fiscal ajudariam a conter o risco de alta de juros, prevista pelos agentes do mercado financeiro para a última reunião do Copom do ano, em dezembro. “Entretanto, o Banco Central atua olhando não apenas para a evolução da inflação, mas também para a perspectiva do regime fiscal. Sendo dois fatores primordiais para as expectativas de longo prazo dos agentes financeiros”, comentou.
Leia abaixo o boletim completo:
O Banco Central (BC) divulgou na última semana o resultado do seu índice de atividade IBC-Br do mês de agosto –considerado uma prévia do PIB -, que registrou alta de 1,06% em relação a julho (com ajuste sazonal). Após a expressiva queda do índice em abril (-9,27% quando comparado a março), agosto já é o quarto mês consecutivo de resultados positivos, embora abaixo das expectativas do mercado, que esperava crescimento de 1,60%, segundo pesquisa da Reuters.
Na comparação mensal, houve um recuo de 3,92% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado de 12 meses, o índice está negativo em 3,09% e, no acumulado do ano até agosto, negativo em 5,44%. Os resultados do IBC-Br estão em linha com o desempenho da atividade econômica avaliado pelo monitor do PIB divulgado recentemente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador da FGV apontou crescimento de 2,2% em agosto, na comparação com julho.
Em relação ao mesmo mês do ano anterior, há retração de 4,9%. O que há de mais importante a reter dos dois indicadores, é que sinalizam a retomada das atividades, porém ainda em ritmo lento, e também o aumento das exportações – com destaque para os produtos agropecuários beneficiados pela alta taxa de câmbio -, como um fator que tem ajudado na recuperação da atividade econômica. Para os próximos meses, são esperados aumentos marginais, que poderão amenizar o cenário de recessão econômica provocada pela pandemia.
O Boletim Focus do BC mostra melhora na expectativa do PIB para 2020, passando de -5,03% para -5,00%. Para 2021, após 20 semanas de projeção em 3,50%, as expectativas foram reduzidas levemente e os analistas preveem um crescimento de 3,47%.
O setor de serviços ainda mostra resultado abaixo do esperado. A recuperação tende a ser mais lenta e mais sensível à crise pandêmica, sendo esperada uma melhora do cenário com o avanço das medidas de flexibilização do isolamento social. A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de agosto, divulgada pelo IBGE, mostra queda de 10,0% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.
No acumulado até agosto, a queda é de 9,0% e, em 12 meses, o recuo é de 5,3%, o mais intenso da série histórica. Entretanto, quando comparado com o mês de julho, houve crescimento de 2,9%, configurando-se na terceira taxa mensal positiva seguida. A alta do mês de agosto foi observada em quatro das cinco atividades pesquisadas.
Destaque para Serviços Prestados às Famílias (33,3%), que teve o maior avanço da série histórica, mas ainda acumula queda de 38,9% até agosto, refletindo a retomada lenta com a ampliação das medidas de flexibilização do isolamento social na prestação de serviços, principalmente os serviços de restaurantes, hotéis, academias de ginástica e salões de beleza em que foram autorizados ao retornos das atividades, mas com capacidade reduzida.
O grupo transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios (3,9%), apresentou a segunda maior alta do mês, mas, no acumulado do ano, há retração de 8,9% em razão da redução no volume de operações de transporte aéreo e rodoviário de passageiros, rodoviário de cargas e metroferroviário de passageiros.
Entretanto, com o retorno das atividades do comércio, é esperado um aumento no tráfego de transporte rodoviário de cargas, atribuído à necessidade de armazenamento e distribuição do comércio. O único resultado negativo em agosto veio de serviços de informação e comunicação (- 1,4%), que acumula queda de 2,7% até agosto, reflexo das perdas de receita especialmente no segmento de telecomunicações.
Sobre os índices de preços, a recente divulgação do IGP-M (Índice Geral de Preços- Mercado) mostra uma alta de 2,92% na segunda prévia de outubro. No mesmo período do mês anterior, a alta foi de 4,57%. A FGV informou que a variação dos preços das commodities aliviou a pressão sobre a inflação no atacado, impactando a redução do índice. No acumulado até agosto, o índice está em 17,74%.
No Boletim Focus, é esperado um IGPM de 17,15% em 2020 e de 4,30% em 2021. Os demais indicadores que tiveram aumento na projeção da mediana no Boletim Focus foram a taxa de câmbio, que passou de R$/US$ 5,30 para R$/US$ 5,35 em 2020, mantendo a mesma mediana para 2021, R$/US$ 5,10; e o IPCA que, pela 10a semana consecutiva, registrou aumento na projeção da mediana do indicador, passando de 2,47% para 2,65% em 2020, ultrapassando o piso da meta que é de 2,5%.
No calendário econômico da semana, são aguardadas as divulgações do Índice de Confiança do Consumidor (22/10) e das estatísticas do setor externo do Banco Central (23/10).
A Munich Re publicará informações detalhadas sobre seus números trimestrais, conforme programado para 5 de novembro de 2020
A Munich Re disse na terça-feira que antecipa uma queda acentuada no lucro do terceiro trimestre em meio a reclamações relacionadas ao surto de coronavírus e outros desastres, em comunicado enviado a jornalistas nesta terça-feira. A resseguradora alemã disse que espera lucro de cerca de 200 milhões de euros (US$ 236 milhões) no período, ante 865 milhões de euros um ano atrás, representando uma queda de 77%.
No terceiro trimestre, a Munich Re registrou perdas relacionadas ao COVID-19 totalizando cerca de € 800 milhões em resseguros. As perdas foram atribuídas a várias linhas de negócios, como seguros para grandes eventos e outros ramos elementares e negócios de vida e saúde.
Como resultado de grandes perdas em desastres naturais – particularmente vários furacões e incêndios florestais graves nos Estados Unidos – e perdas causadas pelo homem, a maior das quais foi a explosão no porto de Beirute, Munich Re também registrou o que foi uma carga de sinistros acima da média de “perdas maiores não COVID-19” por um único trimestre.
Sujeito ao resultado do fechamento trimestral em andamento, Munich Re antecipa – dado o bom desempenho mais uma vez na ERGO – um lucro de cerca de € 200 milhões (Q3 2019: € 865 milhões) para o terceiro trimestre de 2020.
Presidente da CNseg participou da inauguração da “Sala do Futuro”, novo espaço de ensino da ENS dotado de alta tecnologia
O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, participou ontem, 19 de outubro, do “Seminário de Inovação” promovido pela Escola de Negócios em Seguros (ENS). O evento marcou a inauguração da “Sala do Futuro”, iniciativa da ENS que proporciona um espaço de ensino dotado de tecnologia de ponta que dispõe de múltiplos recursos e ferramentas para aulas remotas e presenciais.
A data escolhida para o lançamento, 19 de outubro, celebra o Dia Nacional da Inovação e este ano marcou também a comemoração ao Dia do Securitário. “O lançamento da ‘Sala do Futuro’ é um evento paradigmático da capacidade de mudança do setor e também o coroamento do reposicionamento estratégico da Escola (ENS), que sempre respondeu rapidamente às transformações na área de seguros”, destacou Coriolano em sua participação no Seminário.
Segundo o presidente da CNseg, “definir inovação é um desafio, uma vez que o conceito não possui um único significado”. E acrescentou: “Não é invenção, não é ineditismo, não é genial, porque, às vezes, é muito simples. Para falar a verdade, nem sempre é novo. Inovar, então, pode ser um pouco de cada uma das acepções a ela atribuídas, desde que se crie estratégias ou soluções para melhorar uma lei, uma ideia, um serviço, um produto”.
Marcio Coriolano destacou ainda: “A Escola de Negócios em Seguros é um patrimônio importantíssimo do mercado segurador. E por ela temos que zelar. Hoje e sempre. Uma Escola sempre capaz de se reinventar, para responder às mudanças velozes deste nosso mercado. Projetando no futuro a sua contribuição para a formação e desenvolvimento dos recursos humanos de um segmento essencial para a sociedade e para o País”.
Para Coriolano, “o lançamento da ‘Sala do Futuro’ pela ENS é o coroamento do reposicionamento estratégico da Escola, proposto por Tarcísio Godoy e equipe, e acolhido com entusiasmo pelo Conselho de Administração. Do qual tenho a honra de integrar”.
“A inovação passou a ser o nosso mantra maior, hoje expresso pela inauguração desta dependência fantástica, acompanhada do lançamento de uma obra seminal de propostas inovadoras para o nosso segmento econômico. É um belo presente para o Dia dos Corretores, que já comemoramos recentemente, e para o Dia dos Securitários, que hoje estamos comemorando”, afirmou.
Os planos variam de acordo com o pacote contratado, com planos que custam R$ 39,90, R$ 79,90 e R$119,90
Por Karem Soares
Com finalidade de proporcionar uma estrutura diferenciada para os oficiais e praças da Polícia Militar Rio de Janeiro, a Associação Beneficente Heróis do Rio de Janeiro – ABHRJ -, criou o Combo PROFAM Proteção Familiar, em parceria com a Rede Saúde Total e o Família Total.
Os dois produtos vão atender as demandas específicas da categoria, tendo como base oferecer um suporte financeiro para despesas emergenciais, na preservação do bem estar de toda família dos policiais que se dedicam em proteger a população, durante suas atividades profissionais. Os planos variam de acordo com o pacote contratado, com planos que custam entre R$ 39,90 e R$ 199,90
O cartão Saúde Total vai contemplar os beneficiários com uma extensa rede particular credenciada e assistência a saúde, através de consultas e exames em consultórios e clínicas, com até 80% de desconto. Ao utilizar os serviços, o associado só vai pagar uma parte do custo do serviço utilizado, o que garante um serviço de excelência, comparado a pacientes de outros planos.
Dentro do pacote, será possível incluir até seis membros familiares, entre pais, irmãos, sogros, além de cônjuge e filhos, além de utilizar o Plano de Teleconsulta, que possui a telemedicina como uma alternativa para que as consultas médicas sejam efetuadas, para que todos tenham qualidade de vida e não se preocupem com os riscos que podem correr ao se dirigir a uma clínica.
O Família Total é um seguro de vida e acidentes pessoais que vai indenizar em casos de morte do policial titular do seguro, independente da causa, sendo natural ou acidental. O produto foi idealizado para contribuir com o reequilíbrio da estrutura familiar, através da indenização com capital mínimo referente à R$ 40.000,00. O beneficiário poderá personalizar o seguro de acordo com as suas necessidades.
De acordo com um dos sócios do Grupo Rede Saúde Total, Paulo Ribeiro, a iniciativa de fazer parte do Combo PROFAM Proteção Familiar será excelente para atender os membros da Associação, que poderão contar com uma rede de clínicas e consultórios, com preços acessíveis.
“Nós da Rede Saúde Total temos uma rede credenciada com mais de 30 mil estabelecimentos cadastrados em todo o Brasil, além e temos uma média de 25 mil atendimentos por mês. Oferecer os nossos serviços para os policiais militares de todo o Estado do Rio de Janeiro via associação, será um atenuante para complementar no fator qualidade de vida da categoria. Temos a certeza que essa parceria vai agregar em todos os aspectos para os beneficiários, que poderão ter atendimento de qualidade não só no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil”, explicou.
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