CNseg e UNICEF unem esforços pela educação e futuro profissional de adolescentes e jovens

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) firmaram nesta terça-feira, 14 de outubro uma parceria estratégica para fortalecer a qualidade da educação de crianças e adolescentes no Brasil e promover habilidades fundamentais para a transição para o mundo do trabalho, com foco na temática da educação financeira.


A colaboração, que se estenderá até dezembro de 2026, utilizará as plataformas dos programas Trajetórias de Sucesso Escolar (TSE) e Um Milhão de Oportunidades (1MiO) do UNICEF para atuar em 7 territórios prioritários: Acre, Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe.


As entidades reconhecem que o pleno desenvolvimento de meninas e meninos inclui, necessariamente, a oferta de currículos ricos em experiências pedagógicas que promovam o desenvolvimento de competências e habilidades cruciais para a transição positiva da escola para o mundo do trabalho. O desenvolvimento dessas competências e habilidades é fator fundamental para romper com ciclos de exclusão, principalmente de estudantes em situação de maior vulnerabilidade, muitos dos quais estão em situação de fracasso escolar. 


O principal objetivo da aliança entre a CNseg e a UNICEF é investir na permanência de meninas e meninos na escola e promover o desenvolvimento de habilidades e competências que permitam aos estudantes reconstruir suas trajetórias escolares e conectar seus projetos de vida a um futuro financeiramente mais seguro – o que significa promover autonomia e segurança econômica para que adolescentes e jovens tomem decisões financeiras seguras, pratiquem o consumo consciente, elaborarem um planejamento financeiro pessoal e exerçam sua cidadania financeira.


Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, a parceria tem um objetivo fundamental: ir além dos muros da escola para garantir que nossos jovens construam um futuro sólido. 


“Não se trata apenas de assegurar a permanência de meninas e meninos em sala de aula, mas de equipá-los com as habilidades e competências essenciais para a vida adulta. Nosso foco é a Educação Financeira. Queremos que esses estudantes consigam, de fato, conectar seus projetos de vida a um futuro financeiramente mais seguro”, destacou.


“O UNICEF atua no Brasil para fortalecer o direito de cada criança e adolescente a uma educação de qualidade, que se traduza em oportunidades. O investimento nas iniciativas Trajetórias de Sucesso Escolar (TSE) e Um Milhão de Oportunidades (1MiO), em parceria com um ator chave como a CNseg, é uma sinergia poderosa que nos permite contribuir para o país ter para uma educação de cada vez mais qualidade, equitativa, inclusiva e protetiva e oferecer aos estudantes as ferramentas reais para a transição para o mundo do trabalho, incluindo a educação financeira” afirma Joaquin Gozález-Aleman, representante do UNICEF no Brasil.


Neste primeiro ano da parceria, a colaboração prevê o lançamento de uma trilha formativa sobre educação financeira para professores a partir da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e de uma jornada formativa para adolescentes e jovens sobre educação financeira, além da mobilização do Distrito Federal e 6 estados para que implementem a temática da educação financeira em seus currículos de forma integrada à elaboração do projeto de vida dos estudantes. 


Para garantir que o conteúdo seja relevante e prático, o projeto envolverá a escuta de professores, gestores e estudantes na construção e validação da jornada formativa sobre educação financeira.

Setor de seguros arrecada menos até agosto, mas vida e capitalização seguem em alta

A arrecadação do mercado supervisionado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) recuou no acumulado de janeiro a agosto de 2025, refletindo a desaceleração dos produtos de acumulação — especialmente o VGBL. Segundo o boletim mensal da autarquia, o setor somou R$ 279,9 bilhões em receitas, uma queda nominal de 2,8% frente ao mesmo período do ano passado e retração real de 7,6%.

O resultado foi fortemente influenciado pelo desempenho negativo dos planos de previdência. As contribuições aos produtos de acumulação (VGBL, PGBL e previdência tradicional) totalizaram R$ 111,7 bilhões, o que representa redução nominal de 15% e queda real de 19,1% em relação a 2024. O VGBL, principal produto da categoria, encolheu 15,9% nominalmente e 19,9% em termos reais, acumulando R$ 102 bilhões no período.

Por outro lado, os resgates e benefícios pagos a participantes aumentaram, somando R$ 104,6 bilhões no ano, alta nominal de 13,7%. A diferença entre contribuições e resgates resultou em uma contribuição líquida positiva de apenas R$ 7,1 bilhões, o que indica que muitos investidores estão utilizando seus planos para complementar renda ou enfrentar despesas emergenciais.

As indenizações, resgates, benefícios e sorteios pagos pelo setor somaram R$ 175,7 bilhões até agosto, alta de 9% sobre 2024, sinalizando aumento da devolução de recursos à sociedade. O estoque de provisões técnicas – reservas constituídas pelas companhias para garantir o pagamento futuro de compromissos – alcançou R$ 1,98 trilhão, o equivalente a 15,98% do PIB brasileiro.

Seguros resistem à queda

O segmento de seguros de danos e pessoas (excluindo VGBL) manteve trajetória de crescimento, com arrecadação de R$ 145,5 bilhões, alta nominal de 7,1% e real de 1,8% sobre 2024. Dentro desse grupo, os seguros de danos geraram R$ 95 bilhões em prêmios (+6,4% nominais), com o auto ainda dominando o portfólio — 42% do total, avanço de 5,4% nominais.

Outros ramos tiveram desempenho acima da média, como os seguros financeiros (+16,3%), compreensivos (+12,7%)e habitacionais (+12,4%). Já o seguro rural apresentou forte retração, de 6,7% nominais e 11,3% reais, refletindo a menor demanda após o pico de contratações registrado em 2024.

Nos seguros de pessoas, a arrecadação somou R$ 50,4 bilhões, aumento nominal de 8,4% e real de 3%. O seguro de vida segue sendo o carro-chefe do segmento, com R$ 24,8 bilhões em prêmios e crescimento de 11,6% nominais. Também avançaram o seguro prestamista (+5,2%) e o de acidentes pessoais (+3%), embora este último tenha recuado em termos reais.

O segmento de capitalização foi o que mais cresceu no ano, com receitas de R$ 22,7 bilhões, alta nominal de 9,7% e real de 4,3%. O produto tradicional representou 72% do total, seguido por filantropia premiável (13%) e instrumento de garantia (11%).

Os resgates e sorteios atingiram R$ 18,1 bilhões de janeiro a agosto, alta nominal de 4,4%, mostrando que o produto segue relevante tanto como instrumento de poupança quanto de premiação.

SulAmérica promove bem-estar e reforça presença no interior do RJ com patrocínio a corrida em Macaé

No último dia 5 de outubro, a SulAmérica patrocinou o evento “Corridas Populares – etapa Macaé”, promovida pelo Hospital Macaé D’Or, reunindo mais de mil participantes em um evento que uniu atividade física, integração e qualidade de vida. A iniciativa reforça o compromisso da companhia em estimular hábitos saudáveis e aproximar-se de clientes e parceiros por meio de experiências que valorizam o bem-estar. Além disso, tem como objetivo também acompanhar o plano de expansão da operadora no estado do Rio de Janeiro.

Os inscritos puderam escolher entre caminhada de 3km, ou corrida de 5km e 10 km. A SulAmérica ofereceu espaço exclusivo de ativação com buffet de café da manhã, estações de massagem e kit personalizado. O sucesso da ação marca também o início de uma série de iniciativas voltadas à promoção da saúde na região, inclusive com o patrocínio à primeira Meia Maratona de Macaé, prevista para novembro, fortalecendo ainda mais sua presença no Norte Fluminense.

Recentemente, a companhia inaugurou duas unidades no estado do Rio: em Volta Redonda e na Barra da Tijuca, ampliando a capilaridade da marca no estado. Hoje, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a SulAmérica possui cerca de 550 mil beneficiários em sua carteira de saúde no estado, ocupando a terceira posição entre as operadoras de planos equivalentes, com 14% de participação de mercado. A meta é alcançar a liderança, ampliando essa fatia em pelo menos dois pontos percentuais.

A nova unidade de Volta Redonda, inaugurada em agosto, já firmou contratos relevantes com empresas do setor automobilístico, consolidando o movimento de interiorização da SulAmérica. Já a unidade da Barra, inaugurada em setembro, vem para fortalecer a proximidade com parceiros e beneficiários, em um movimento de crescimento e liderança no estado. Essa expansão representa um diferencial competitivo, com atendimento mais próximo e personalizado, especialmente em regiões em crescimento no setor de saúde suplementar.

Seguros Unimed anuncia Paulo César Hartung e Zeina Latif como novos conselheiros independentes 

A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, anuncia a chegada de Paulo César Hartung e Zeina Latif como conselheiros independentes de seu Conselho de Administração. A entrada de ambos reforça o compromisso da companhia com a governança corporativa e a pluralidade de perspectivas estratégicas, impulsionando o crescimento sustentável da empresa.

Hartung, eleito em julho, é economista formado pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), onde também recebeu os títulos de Doutor Honoris Causa e Professor Honoris Causa. Foi deputado estadual, deputado federal, prefeito de Vitória, senador e governador do Espírito Santo por três mandatos, além de ocupar cargos de liderança em instituições como o BNDES e em conselhos de grandes companhias, como Vale e EDP Brasil. Atualmente, preside a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) e integra o conselho do RenovaBR.

Zeina Latif, eleita em setembro, é economista com mestrado e doutorado pela USP (Universidade de São Paulo); foi economista-chefe em instituições como HSBC Asset Management, ABN AMRO Real, ING Bank, RBS e XP Inc. Ex-secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo; professora do Insper (Instituição Brasileira de Ensino Superior e Pesquisa); colunista do jornal O Globo; autora do livro Nós do Brasil e finalista do Prêmio Jabuti 2023.

Seguro de vida ganha espaço na estratégia de sucessão para famílias e negócios

O seguro de vida é uma ferramenta que vem ganhando cada vez mais espaço no planejamento sucessório entre os clientes da seguradora Prudential do Brasil. Por apresentar liquidez imediata e reduzir riscos tributários, o produto pode ser usado de forma estratégica para proteger o patrimônio construído pelas famílias e o legado de empresas. A proteção financeira evita problemas administrativos e custos com impostos, que podem variar de 12% a 15% do valor do patrimônio.

“O planejamento sucessório é uma forma de cuidar do futuro, assegurando um legado positivo tanto para os familiares quanto para os sócios de uma empresa. Dentro dessa estratégia, o seguro de vida é uma proteção que oferece segurança em um momento de fragilidade, permitindo aos beneficiários receber uma indenização em dinheiro que não passa por tributação nem pelo processo burocrático do inventário. Com a indenização, a família pode cobrir os custos de transmissão patrimonial”, explica o diretor de Produtos da Prudential do Brasil, Dennys Rosini.

Sucessão empresarial

No Brasil, 90% das empresas têm perfil familiar, elas respondem por 65% do PIB e são responsáveis por 75% dos empregos formais. Apesar da relevância para a economia, apenas 30% dessas companhias sobrevivem à segunda geração, e menos de 10% chegam à terceira, segundo o Sebrae. A falta de planejamento sucessório expõe famílias e negócios a conflitos, perda patrimonial e altos custos tributários.

O empresário Rodrigo Azevedo, de Porto Alegre, inclui o seguro de vida no planejamento sucessório do seu escritório de assessoria de investimentos para dar mais segurança ao legado da empresa.

“Meus sócios e eu queríamos proteger o nosso escritório, caso um de nós viesse a faltar. A apólice de sucessão empresarial trouxe maior segurança para tomarmos decisões e discutirmos o futuro do nosso negócio”, diz Azevedo.

O fisioterapeuta Elio Stein Junior, de Curitiba, e seu sócio também optaram por usar o seguro de vida no planejamento sucessório pensando na tranquilidade dos familiares e na longevidade da missão da empresa que construíram.

“O seguro de vida entrou no acordo de sócios para dar segurança aos nossos familiares e à empresa. O valor do seguro vai indenizar a família que teve o imprevisto, e o negócio passará a ser apenas do outro sócio. Tomamos essa decisão porque não queremos que nossa visão de empresa caia por terra, queremos levar adiante a nossa forma de atender os pacientes”, conta o empresário.

Grupo HDI reforça conscientização sobre a saúde feminina no Outubro Rosa com o seguro Vida Top Mulher 

Em sintonia com o Outubro Rosa, o Grupo HDI – segundo maior conglomerado segurador do país – reforça seu compromisso com a conscientização sobre a prevenção e o cuidado com a saúde da mulher por meio do Cresça com o Vida, campanha de incentivo do programa Cresça Corretor que reconhece o desempenho de vendas de seguros de Vida dos corretores e parceiros da companhia. Para isso, durante o mês, as vendas do produto Vida Top Mulher da marca HDI Seguros terão pontuação extra na campanha, valorizando ainda mais o engajamento e a atuação dos profissionais com a causa.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama segue como o tipo mais incidente entre as mulheres brasileiras – desconsiderando os tumores de pele não melanoma –, com uma estimativa de 73,6 mil novos casos por ano entre 2023 e 2025. Já o câncer do colo do útero aparece como o terceiro mais frequente, com cerca de 17 mil novos diagnósticos anuais no mesmo período. Por isso, o INCA reforça que o rastreamento regular e o laudo precoce são fundamentais para aumentar as chances de cura e reduzir a mortalidade associada à doença.

Nesse contexto, seguros como o Vida Top Mulher tornam-se aliados importantes ao oferecer cobertura para doenças graves – que podem ser utilizadas livremente após o diagnóstico –, ajudando a custear tratamentos, despesas médicas ou até garantir o equilíbrio financeiro em um momento delicado. O produto foi incorporado ao portfólio do Grupo HDI a partir das últimas aquisições da companhia visando oferecer um seguro de vida especialmente desenvolvido para o público feminino, com coberturas e assistências que acompanham as diferentes fases e necessidades das mulheres, unindo praticidade, proteção e bem-estar.

Entre seus principais diferenciais estão a Assistência Personal Fitness, Residencial e a Assistência Nutricional, que proporcionam mais qualidade de vida, bem como o acesso à Telemedicina Fleury, que garante atendimento médico à distância com segurança e qualidade, consultas 100% digitais, disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, para diversas queixas clínicas, como sintomas leves, dúvidas de saúde, orientações e encaminhamentos;O produto também inclui coberturas essenciais, como morte, invalidez funcional permanente total por doença – com possibilidade de antecipação –, invalidez permanente total e parcial por acidente, doenças graves com planos customizáveis e assistência funeral, que pode ser contratada para o titular ou para toda a família.
 

Pensando no bem-estar da mulher com mais carinho e praticidade, o produto Vida Top Mulher também conta com a nova assistência “Cesta Natalidade Cartão”, ideal para apoiar a chegada de um novo bebê com apoio e praticidade.

“O Vida Top Mulher é um produto que nasceu com o propósito de cuidar da mulher em todas as dimensões: física, emocional e prática. Ele traduz nosso olhar atento às necessidades delas e reforça a importância da prevenção e do cuidado contínuo com a saúde”, destaca Alexandre Vicente, diretor de Vida do Grupo HDI. “Neste Outubro Rosa, queremos ir além da conscientização, reforçando esse compromisso também junto aos nossos parceiros, por meio do Cresça com o Vida, que reconhece o trabalho dos corretores e incentiva a levar mais proteção e bem-estar ao público feminino em todo o país.”

Portfólio robusto e soluções inovadoras no segmento de Vida

O Grupo HDI tem investido continuamente na expansão e aprimoramento de seu portfólio de seguros de vida, mantendo diferenciais competitivos, como subscrição 100% online com assinatura eletrônica e Telemedicina Fleury – assistências que, embora ainda pouco comuns no mercado, já são amplamente acessadas pelos segurados da companhia.

“Nosso papel como seguradora não é somente ofertar produtos, mas também contribuir para uma cultura de proteção e autocuidado, apoiando corretores e clientes a enxergarem o seguro de vida como uma ferramenta para impulsionar sua qualidade de vida e bem-estar”, reforça o executivo.

Com presença em mais de 90% dos municípios brasileiros e mais de 30 produtos no portfólio de Vida, o Grupo HDI segue comprometido em oferecer soluções completas e personalizadas, combinando inovação, agilidade e atendimento humanizado. A iniciativa do Outubro Rosa reforça esse compromisso e valoriza o protagonismo feminino, promovendo conscientização e ações concretas de cuidado e proteção.

Público 50+ assume protagonismo e redefine padrões de consumo e inovação

O impacto do envelhecimento populacional e o avanço da economia prateada, impulsionada pelo protagonismo das pessoas com mais de 50 anos, têm mobilizado empresas de diferentes setores em busca de novas soluções. O tema foi destaque durante a terceira edição do Inova Silver, evento promovido na quinta-feira (9) pela aceleradora de startups Silver Hub.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até 2030, a população com 60 anos ou mais será maior do que a de crianças até 14 anos. A senioridade também tem ditado os caminhos do consumo no país. Atualmente, a economia prateada já movimenta mais de US$15 trilhões no mundo, segundo dados da Oxford Economics.

Atento a esse cenário, o vice-presidente de Clientes, Crescimento e Marketing do Banco Mercantil, Bruno Simão, destacou durante o painel “Inovação Prateada: Oportunidades para Bancos e Seguradoras” a importância de compreender profundamente as necessidades e preferências do público sênior. “Os setores precisam aprender a olhar de forma diferente para o público 50+. Criar uma conexão genuína com esse público, ouvindo com atenção o que ele tem a dizer, é fundamental para desenvolver soluções inovadoras”, afirmou o executivo da instituição, que foca neste perfil de cliente.

Mais do que serviços financeiros, Simão destacou que as pessoas com mais de 50 anos buscam qualidade de vida, aprendizado e novas experiências. “O Banco Mercantil foca em dar atenção às necessidades individuais e desenvolver um olhar mais personalizado para esse público com a EA, que é a escuta ativa”, completou.

Para o CEO do Silver Hub e da Apex América, Cristián Sepúlveda, o papel do Inova Silver é estratégico justamente por promover a conexão entre todos os atores desse ecossistema, antecipando mudanças que impactam as empresas e estimulando o desenvolvimento de soluções. “Nosso objetivo é discutir oportunidades de negócios que atendam, de fato, às necessidades deste público. A economia prateada representa uma transformação estrutural na forma como a sociedade e as empresas se organizam e deve ser tratada como uma prioridade estratégica”, explica o cofundador do evento.

Além do painel dedicado à Inovação Prateada, o evento apresentou outros quatro painéis: A Visão do CEO: como a longevidade está transformando os negócios; Saúde e Longevidade: Desafios, soluções e oportunidades; Inovar com Propósito: Criando valor para um mundo que envelhece e Silver Experience: Como criar valor com experiências relevantes para o público 60+.

Este ano, o Inova Silver também teve a participação de executivos como Ângela Assis, Diretora Presidente na Brasilprev; Lídia Abdalla, Presidente Executiva do Grupo Sabin; Rivaldo Leite, CEO da Porto Seguro; Fátima Lima, Diretora de Sustentabilidade da MAPFRE; Gleisson Rubin, Diretor do Instituto de Longevidade MAG; Jaime Troiano, Presidente Conselho da TroianoBranding; José Renato Hopf, Cofundador Raiô Benefícios e Presidente do South Summit Brazil; Maycon Oliveira, Diretor de Marketing & Vendas Digitais da MedSênior; Gerson Antunes, Managing Partner da Muster Executive Search e Fundador do CEO’s Group; Cleber da S. Neves, Head de Inovação Aberta da MedSênior; Amanda Correia, Head de Operações da LVMH; Marcos Ferreira, Cofundador da Silver Hub e do Homens de Prata, Cristián Sepúlveda, CEO da Silver Hub e da Apex América; entre outros.

O evento conta com o patrocínio do Banco Mercantil, MAPFRE, MedSênior, Instituto Longevidade MAG e Apex América, e o apoio institucional do BR Angels, Instituto Velho Amigo, FAPCOM, Muster e health innova.hub.

CVG-SP discute evolução e futuro da subscrição de riscos no seguro de vida

por Marcia Alves

Em nova edição do Café CVG-SP, realizada no dia 8 de outubro, no auditório da ACSP, em São Paulo, o tema em pauta foi “O futuro da subscrição de vida”. O evento reuniu especialistas de diversos segmentos do setor para analisar as transformações na subscrição de riscos do seguro de vida, a partir do uso de tecnologia e de novas práticas, além de apontar tendências. A abertura foi realizada pelo presidente do CVG-SP, Anderson Mundim, superintendente Executivo da Bradesco Vida e Previdência, e a mediação pelo diretor de Relações com o Mercado, Marcos Salum, gerente Comercial da Swiss Re.

“O processo de subscrição está no coração da seguradora e o grande desafio é conseguir o equilíbrio com a jornada do cliente”, disse Marcos Salum. Para Mario Jorge Pereira, diretor Comercial & Partner da Samplemed, “o futuro da subscrição de vida já está acontecendo”. Ele apresentou um estudo da consultoria McKinsey que retrata mais de quatro fases de evolução da subscrição, desde a automatização até o processo contínuo, que, atualmente, incluem ações preventivas para influenciar a saúde dos proponentes. 

Embora existam muitas fontes para a captação dados, como censo demográfico, health score, exames, questionários, modelos preditivos e análise facial, Mario Jorge observa que ainda faltam dados médicos estruturados para a análise em tempo real. Hoje, segundo ele, a análise de riscos inclui novas técnicas, como a taxonomia. Por isso, adverte que a DPS não pode ser mais a única fonte da subscrição. “O futuro da subscrição passa pelo trabalho conjunto da atuária e da ciência de dados com o apoio da tecnologia”, disse.

O consultor em Planejamento e Proteção Financeira da TGL Consultoria Financeira, Rogério Araújo, enxerga inúmeros benefícios na aplicação da inteligência artificial à subscrição. Ele cita a redução da burocracia na contratação, com menos documentos, a agilidade na emissão da apólice e até a expansão do mercado. “O seguro para motoboy, que antes era um palavrão, hoje, com dados, é possível precificar”, disse. Para Araújo, a subscrição bem-feita não apenas evita problemas na indenização, como também promove a democratização do seguro. “Com dados nas mãos e IA, podemos educar nosso público e levar o seguro para a baixa renda, que só não compra por falta de oferta”, disse.

Francesca Panzeri, senior UW Proposition Manager LatAm da Swiss Re, avalia que o underwriting passou por grandes transformações, provocadas, principalmente, pela tecnologia e pela pandemia. “No passado, o underwriting era severo e lento, mas, hoje, com a tecnologia, já não funciona mais ter uma DPS com 30 perguntas”, disse. Ela atribui ao uso da IA outra grande mudança, destacando que as ferramentas digitais reduzem o trabalho do subscritor, especialmente em casos complexos, como análise e resumo de documentações. O chatbot, inclusive, é capaz de analisar patologias. Na sua visão, o Brasil ainda não tem um mercado maduro de subscrição, mas é muito digital. 

Antonio Carlos Pereira, gerente de Produto Vida e Subscrição da Porto, explicou que a análise na subscrição se baseia em três tipos de riscos: médico, financeiro e pessoal. No risco médico, a digitalização, impulsionada pela pandemia, agilizou o processo, com o uso de IA e machine learning. “Com isso, o subscritor deixou de ser binário, como no passado, em que apenas aceitava ou recusava”, disse. 

No risco pessoal, ele afirmou que os dados sobre capacidades laborativas já não são suficientes para a análise, que, hoje, inclui também o estilo de vida. “Saímos do empírico, que é rico, mas limitando, e avançamos para o conhecimento estatístico, de dados”, disse. Já no risco financeiro, o valor salário, bem como o cálculo sobre os seus múltiplos, ficaram para trás. Hoje, ferramentas digitais definem a renda presumida e a saúde financeira do cliente. “O futuro da subscrição deixa de ser binário e passa para uma composição grande de variáveis”, disse. 

Subscrição personalizada

Se, até pouco tempo, as resseguradoras se destacavam pela oferta de proteção, hoje, vão muito além ao compartilharem riscos, conhecimentos e experiências com o mercado. Alessandra Monteiro, diretora de Subscrição de Vida e Saúde da Austral Re, afirma que, atualmente, as resseguradoras preferidas são aquelas que agregam valor, ajudam a calibrar a subscrição e a melhorar os processos. 

Entre os desafios da área, Alessandra cita a nova Lei de Seguros, que exigirá questionário de saúde mais objetivo e direcionado. Em relação às tendências, ela enxerga uma subscrição mais colaborativa. “O subscritor não pode ser binário, porque o mercado caminha para a personalização, com preços mais adequados”, disse. Para ela, a tecnologia fortalece o papel do subscritor. “O subscritor está no centro de tudo, seu conhecimento técnico, olhar atento e senso ético fazem a diferença”, disse.

Talk show

A segunda parte do evento foi reservada para o talk show com a participação dos especialistas, que responderam perguntas da plateia. Em uma das questões, Francesca comentou que alguns países já adotam o direito ao esquecimento para pessoas que tiveram câncer. Na sua visão, essa questão influi na subscrição. Já Alessandra observou que a subscrição pode avançar muito com o uso de ferramentas digitais. Antonio Carlos ponderou que a tecnologia não eliminará a telesubscrição, mas reduzirá o seu uso. 

No encerramento, o presidente Anderson Mundim elogiou os especialistas convidados, destacando a importância do conteúdo apresentado. Ele também agradeceu aos patrocinadores do evento: Tokio (Diamante), MAG, Porto e SulAmérica (Platina) e MAPFRE e MAWDY (Ouro).

Tokio Marine planeja investir mais de US$ 10 bi em aquisições na América Latina 

aquisição

por Bloomberg

A Tokio Marine, maior seguradora de propriedades e acidentes do Japão, anunciou um investimento superior a US$ 10 bilhões em aquisições globais. O objetivo é expandir sua presença na América Latina e no Sudeste Asiático, além de aumentar a participação de lucros internacionais. A informação foi divulgada por Brad Irick, codiretor da unidade de negóci os internacionais, em entrevista à Bloomberg News.

Atualmente, a empresa gera cerca de 80% de seus lucros fora do Japão, principalmente nos Estados Unidos. Irick afirmou que a meta é reduzir essa dependência e aumentar a contribuição de outras regiões, como a América Latina e o Sudeste Asiático, que atualmente representam apenas 6% do lucro internacional. A previsão é que essas regiões alcancem 10% e 15%, respectivamente.

Estratégia de Aquisições

Para financiar essa expansão, a Tokio Marine planeja utilizar parte dos recursos provenientes da dissolução de participações cruzadas com outras empresas japonesas, avaliadas em US$ 25 bilhões. Irick destacou que essa é uma “oportunidade geracional” para investir em negócios sustentáveis e de longo prazo.

Além disso, a seguradora tem interesse em adquirir pequenos fornecedores de seguros pessoais e em comercializar linhas especiais que ainda não são amplamente utilizadas nas regiões-alvo. A Tokio Marine também pretende reforçar suas operações na Austrália e explorar a possibilidade de aumentar sua participação no Hollard Group na África.

Nos Estados Unidos, a companhia buscará aquisições menores, já que oportunidades maiores podem conflitar com seus negócios existentes. Apesar de deter apenas 2% do mercado de linhas comerciais, há um potencial significativo para crescimento, conforme afirmou Irick.

Porto está entre as 10 maiores e melhores empresas para se trabalhar no Brasil em 2025 

por Porto

A Porto foi reconhecida mais uma vez no ranking Great Place to Work (GPTW) entre as maiores e melhores empresas para se trabalhar no País. Em 2025, a companhia alcançou a 7ª posição na categoria empresas com mais de 10 mil funcionários, fortalecendo a sua cultura organizacional e o cuidado com as pessoas.
 

A 29ª edição do ranking GPTW, realizada em parceria com a Época Negócios e o Valor Econômico, premiou as 175 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. A pesquisa avalia a percepção dos colaboradores em relação ao ambiente de trabalho e às práticas culturais das organizações, servindo de referência para o mercado.
 

Para Patrícia Coimbra, diretora de Gente e Cultura da Porto, estar entre as melhores colocadas é motivo de orgulho e reconhecimento do esforço coletivo. “Esse resultado reflete a nossa dedicação em construir, todos os dias, um ambiente de trabalho acolhedor, inovador e com oportunidades reais de desenvolvimento, sempre pautado na nossa Essência. É um reconhecimento que pertence a cada um que faz parte da Porto e contribui para essa jornada de evolução cada vez mais constante”.
 

Além de estar novamente no ranking, a companhia recebeu a certificação em saúde mental Great People Mental Health. “É a prova de que estamos no caminho certo, valorizando o bem-estar integral e sendo um verdadeiro porto seguro para todos”, complementa Patrícia.
 

Para celebrar essa conquista junto aos colaboradores, a Porto preparou uma série de ativações especiais ao longo do dia, como distribuição de brindes, comunicações especiais, máquinas de vento e de garras, além de pontos para foto.
 

Com mais de 13 mil colaboradores, a Porto se mantém como uma das principais referências no cenário nacional, ocupando posição de destaque entre grandes empresas de diversos setores.