Corretora Wiz cria comitê de crise; Thierry Claudon foi alvo da busca

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Um dos alvos da Operação Canal Seguro, 13ª fase da Descarte, é o francês Thierry Claudon, ex-presidente da Caixa Seguros (2001 a 2017)

A Wiz Soluções e Corretagem de Seguros informou que seu Conselho de Administração aprovou a criação um comitê especial não estatutário para conduzir a análise detalhada sobre as denúncias constantes do processo que originou a busca e apreensão na sede da companhia, segundo fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O conselho indicou, para a composição do Comitê Especial, Otavio Yazbek, membro externo à companhia, a quem competirá as atribuições de coordenador; João Pinheiro Nogueira Batista, membro independente do Conselho de Administração da companhia; Elício Lima, membro do Conselho de Administração da companhia; e Heverton Pessoa de Melo Peixoto, diretor-presidente e de Relações com Investidores da companhia.

Segundo o portal O Antagonista, um dos alvos da Operação Canal Seguro, 13ª fase da Descarte, é o francês Thierry Claudon, ex-presidente da Caixa Seguros (2001 a 2017). Ele foi alvo de busca e apreensão, bloqueio de bens e suspensão de atividades profissionais. Na época dos fatos investigados pela PF e pela Receita, Claudon presidia a Caixa Seguros e a Caixa Vida e Previdência S/A, ambas subsidiárias da Caixa Seguros Holding (CSH), e também era vice-presidente do Conselho de Administração da Wiz Soluções e sócio minoritário e administrador da CNP Assurances Brasil Holding Ltda., empresa que detém o controle da Caixa Seguros Holding S/A, com 51,7% das quotas. Outro investigado é Camilo Godoy, que ocupava o cargo de diretor comercial da Caixa Seguradora e também era membro do Conselho de Administração da Wiz Soluções. Era, ainda, membro do Conselho de Administração da Caixa e Vida Previdência.

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Outra notícia que impacta a companhia vem da Caixa Seguridade, que divulgou fato relevante afirmando que a exclusividade da corretora no balcão de seguros da Caixa vai só até 14 de fevereiro de 2021. “A Caixa Seguridade informa ainda que, em linha com seu planejamento estratégico, constituiu corretora de seguros própria no dia 17 de agosto de 2020, que terá a exclusividade no Balcão Caixa a partir de 15 de fevereiro de 2021.

No comunicado, a Wiz reitera que desconhece qualquer indício da prática de ilícitos pela companhia, sendo que os fatos apurados datam do período compreendido entre 2014 e 2016; e pelas informações e documentos que teve acesso até o presente momento, identificou que os fornecedores mencionados na decisão judicial não prestam mais serviços à companhia.

PGR fecha delação premiada com fundador da Qualicorp

Acordo entre PGR e José Seripieri ainda terá de ser validado pelo ministro do STF Edson Fachin. Empresário foi preso em operação sobre suposto caixa 2 em campanha de José Serra em 2014

Fonte: G1

A Procuradoria-Geral da República (PGR) fechou acordo de delação premiada com o empresário José Seripieri Filho, fundador da Qualicorp. O caso tramita sob sigilo, e o acordo ainda precisa ser homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

O relator do processo é o ministro Edson Fachin. Se a delação for validada pelo Supremo, as informações compartilhadas por Seripieri poderão ser utilizadas em investigações. 

A assinatura do acordo foi revelada pelo jornal “O Globo” e confirmada pela TV Globo. A colaboração foi negociada com a PGR e está em tramitação no Supremo porque o empresário citou políticos com foro privilegiado na Corte. 

As tratativas da delação começaram após a Justiça Eleitoral ter determinado, em julho, a prisão do empresário em uma operação da Polícia Federal que investigou suposto caixa dois na campanha de José Serra (PSDB) ao Senado em 2014.

Seripieri ficou preso por quatro dias. Segundo as investigações, ele teria feito doações não contabilizadas de R$ 5 milhões ao tucano. 

Procurada, a defesa de Seripieri informou que não vai se manifestar. 

Réus na Justiça Eleitoral

No último dia 4, o senador José Serra e os empresários José Seripieri Filho, da Qualicorp, Mino Mattos Mazzamati e Arthur Azevedo Filho se tornaram réus na Justiça Eleitoral em São Paulo. Eles são acusados de caixa dois, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O caso tramita em sigilo até o próximo domingo (28), quando acontece o segundo turno das eleições municipais, para que as informações não sejam usadas nas campanhas. 

A defesa do senador José Serra afirmou em nota que “repudia com veemência a denúncia oferecida contra ele pelo Ministério Público Eleitoral na noite desta quarta-feira (4), formulada com base em uma investigação vazia, sobre a qual ele nunca teve nem mesmo a oportunidade de ser ouvido”. 

“A acusação, oferecida às pressas e sem fundamento, constrói uma narrativa fantasiosa, que será devidamente desmentida pelos fatos. O episódio reforça o caráter espetaculoso de mais esta ação contra o senador, cuja reputação e carreira são destacadamente incompatíveis com as práticas que lhe foram atribuídas. José Serra reitera sua confiança na Justiça”, disse a nota dos advogados Flávia Rahal e Sepúlveda Pertence. 

Procurado, o empresário José Seripieri Filho, da Qualicorp, disse também por meio de nota que “o Ministério Público Eleitoral apresentou uma denúncia repleta de ilegalidades”, onde “permanece ainda o ambiente de excessos, apesar das correções já feitas pelo Supremo Tribunal Federal”. 

“Ao apurarem uma doação eleitoral, os denunciantes conseguiram transmutar essa ação em crime típico de funcionário público, mas atribuído a uma pessoa de atividade privada, o que é vedado pela lei. E, ao que parece, levou a contradições inerentes à própria delação colhida anteriormente, que pode ter sido ou esquecida ou confundida. Difícil saber pela peça do MPE. Diante de tão frágil alegação e do pouco nexo probatório, a denúncia deve ter vida breve nos tribunais. Sim”, disse Seripieri Filho.

Zurich faz promoção de venda de seguros para celulares com varejistas na Black Friday

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Com a ação, o cliente adquire o seguro por um determinado período, mas tem cobertura pelo dobro do tempo. Por exemplo, se contratar por 24 meses, pagará pelo equivalente a 12

Amanhã, 27 de novembro, acontece a edição 2020 da Black Friday, um dos mais importantes eventos de calendário do varejo físico e eletrônico, que neste ano, devido à pandemia, deve ser maior no e-commerce, apontam especialistas. Junto com seus parceiros do varejo, que conta com os maiores players do setor, a Zurich participa de uma ação promocional para a venda de seguros para celular – que é o item mais desejado de compra na data, segundo a plataforma de descontos Promobit. “Trata-se de uma campanha em que o cliente adquire uma proteção para o celular por 24 meses, mas pagará pelo equivalente à metade desse período”, afirma o Diretor Comercial de Parcerias da Zurich no Brasil, Sidemar Spricigo. 

A promoção é válida para Seguro de Roubo e Furto Quali­ficado ou Quebra Acidental de smartphone, mas os clientes podem contar com os benefícios de outros seguros. “Nós faremos promoções para Garantia Estendida também. O cliente que contratar proteção por aquele período, ganhará por mais 12 meses. Ou seja: paga por 24 e leva 36 meses”, revela.

O Seguro de Roubo e Furto Quali­ficado e Quebra Acidental da Zurich para smartphone garante ao cliente um novo aparelho por modelos iguais ou similares, limitado ao valor da cobertura contratada, ou reparo, caso ocorra alguns dos incidentes. E, mesmo que não seja possível repor o mesmo item, será pago ao cliente uma indenização no valor do bem segurado. “A proteção para o celular se tornou um instrumento importante, pois cresce cada vez mais o número de brasileiros vítimas de roubo ou furto. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, aparelhos celulares foram os itens mais roubados na cidade entre janeiro e agosto de 2020: a cada 10 assaltos, em seis os ladrões subtraíram os aparelhos de suas vítimas. Sabemos que esse tipo de ocorrência é comum também em outras capitais do país”, diz. 

O executivo explica que o Seguro de Roubo e Furto Quali­ficado ou Quebra Acidental também pode ser contratado para proteger outros eletrônicos como tablets, notebooks e câmeras. 

Seguro Garantia Estendida

A Zurich comercializa também em parceria com varejistas o Seguro Garantia Estendida para eletrodomésticos, eletroportáteis, equipamentos eletrônicos móveis, celulares, entre outros. Trata-se de uma proteção que garante ao segurado a extensão da garantia original de fábrica.

O cliente que compra no varejo conta também com outro seguro de Reparo de Danos Acidentais: caso aconteça algum dano acidental com o aparelho, o segurado aciona esse seguro para cobrir o conserto, garantindo novamente o funcionamento do bem, respeitando as demais condições do seguro. E, caso não for possível o reparo, ele tem direito a um novo aparelho.

Pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em parceria com o Neotrust-Compre&Confie, aponta que em 2020 as vendas da Black Friday devem ser 77% superiores que as da edição do ano passado. A Zurich, que viu as vendas do seguro para celular crescerem 5% em média nas duas últimas edições da Black Friday, aposta na disposição dos consumidores em 2020 e na conscientização da importância de eles contarem com tal proteção. “O seguro de proteção aos celulares novos ainda tem muito espaço para crescer no Brasil”, finaliza.

PF deflagra operação Canal Seguro, que investiga fraudes envolvendo corretora Wiz

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira a operação Canal Seguro, que investiga fraudes envolvendo a corretora Wiz. Segundo a PF, são cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, informa o Valor e outras diversas mídias.

A investigação contou com a participação da Receita Federal e do Ministério Público Federal. Ela teve início a partir de provas produzidas no âmbito da Operação Descarte e seus desdobramentos (Chiaroscuro, Checkout, E o Vento Levou e Chorume).

“A PF conseguiu identificar mais uma organização criminosa dedicada à prática de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, especialmente gestão fraudulenta e desvio de valores de instituição financeira, além de crimes contra a ordem tributária e lavagem de ativos”, diz a corporação.

Segundo a PF, entre 2014 e 2016 três dos diretores da companhia teriam praticado atos de gestão fraudulenta e desviado valores que podem chegar a R$ 28,3 milhões, mediante diversas transferências a título de pagamento por prestação de serviços, superfaturados ou que na verdade não foram realizados.

Foi determinado o sequestro de valores que, somados, superam R$ 27 milhões, bem como o sequestro de um apartamento no Rio de Janeiro, avaliado em R$ 5,5 milhões. Foi também determinada a suspensão do exercício da atividade de natureza econômica ou financeira pelos três diretores diretamente envolvidos nas fraudes investigadas.

“A Wiz esclarece que desconhece qualquer indício da prática dos ilícitos investigados e adotará as medidas necessárias para a apuração completa dos fatos alegados, bem como sempre se colocará à disposição das autoridades para colaborar com as investigações e prestar quaisquer esclarecimentos necessários para a devida apuração dos fatos”, diz a corretora em nota a CVM.

Há três semanas, a revista IstoÉ Dinheiro publicou a matéria Gigante dos seguros, Wiz avança no crédito. O texto informa que o CEO da Wiz, Heverton Peixoto (foto), prepara a entrada da gigante dos seguros no mercado de originação e distribuição de crédito. “Seremos tão grandes na distribuição de crédito quanto somos na venda de seguros”, afirmou Heverton. Aos 37 anos, o engenheiro com MBA em Corporate Finance no Insead, na França, e ex-consultor da McKinsey & Company, está à frente da transformação da Wiz. Hoje, a empresa é a maior gestora de canais de distribuição de produtos financeiros e seguros do País e chegou a lucrar R$ 223,7 milhões em 2019. No segundo trimestre de 2020, mesmo com a pandemia, a companhia teve receita bruta de R$ 169,4 milhões.

NOTA DA WIZ

A Wiz Soluções foi surpreendida na manhã desta quinta-feira (26) com uma ação de busca e apreensão de documentos no âmbito da Operação Descarte, que investiga atividades entre 2014 e 2016, em gestão anterior da companhia.
A Wiz segue à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento necessário. Sendo a maior interessada na elucidação dos fatos, a companhia tomará todas as medidas necessárias para identificar eventuais irregularidades. A empresa reitera seu compromisso com a ética, a transparência e as boas práticas de gestão, base do trabalho realizado ao longo de 47 anos de atuação”

ARTIGO: Solução para DPVAT pode sair do Congresso Nacional, mas PL espera parecer

por Lucas Vergilio, deputado federal (SD-GO)

Nas últimas semanas, o consórcio que administra o Seguro DPVAT perdeu praticamente todas as seguradoras que o integravam. A crise atingiu o auge nesta terça-feira (24/11), quando, em Assembleia Geral Extraordinária, foi aprovada, por mais de dois terços dos votos, a proposta de dissolução do Consórcio do Seguro DPVAT, a partir de 1º de janeiro de 2021.

O fato obriga o mercado a pensar em alternativas para que a população não fique sem a relevante proteção social, única no mundo, oferecida pelo produto à toda a população brasileira.

O certo é que mudanças profundas terão que ser implementadas, uma vez que o modelo atual está esgotado. Mas, é preciso manter a essência desse seguro em razão de sua importância.

A solução pode estar nas mãos do Congresso Nacional, que já analisa projeto de lei 8338/17, que substitui o DPVAT por um novo seguro obrigatório de acidentes no trânsito, mantendo as coberturas, mas espera parecer da Comissão Especial para seguir tramitação.

O Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito (Soat), proposto como substituto do atual DPVAT, tem como base a livre concorrência. Dessa forma, vai ao encontro da linha de regulação adotada pela Susep, por determinação do Ministério da Economia e em consonância com a Lei da Liberdade Econômica.

Pela proposta, os proprietários de veículos poderão escolher a seguradora de sua preferência para contratar o produto.

A liberdade também será assegurada para as companhias de seguros, que poderão comercializar esse produto isoladamente ou por meio de um consórcio.

E mais: tanto o preço do seguro quanto os valores de indenização serão livremente estabelecidos pelo mercado.

Desde a apresentação da proposta, vem-se alertando que o modelo atual está desgastado em sua operacionalização.

O projeto beneficia tanto os segurados, que terão acesso a prêmios potencialmente mais baixos e coberturas mais amplas, em razão da maior concorrência, quanto as seguradoras, que poderão atuar em condições estabelecidas pela dinâmica do mercado, e não mais fixadas unilateralmente pelo órgão regulador.

O texto incorpora e sistematiza rotinas já estabelecidas no mercado de seguros e consolida soluções para diversas controvérsias jurisprudenciais.

Isso porque, da mesma forma que ocorre hoje com o seguro DPVAT, a quitação do prêmio do Soat constituirá requisito para o licenciamento anual do veículo, para a transferência de propriedade e baixa do registro.

O Soat continuará assegurando a indenização por morte, invalidez permanente, total ou parcial e reembolso de despesas de assistência médica e suplementares às vítimas de acidentes no trânsito ou aos seus beneficiários.

Além disso, o projeto altera a Lei Orgânica da Seguridade Social (8.212/91), assegurando, assim, que as seguradoras que comercializarem o Soat repassem à Seguridade Social o equivalente à metade do valor dos prêmios brutos recebidos, destinando-o ao SUS para custeio da assistência médico-hospitalar dos segurados vitimados em acidentes de trânsito, como hoje já ocorre com o DPVAT.

O texto também modifica o Código de Trânsito Brasileiro, estabelecendo repasse de 5% do valor dos prêmios ao Coordenador do Sistema Nacional de Trânsito, para aplicação exclusiva em programas de prevenção de acidentes.

O PL revoga a quase cinquentenária Lei do DPVAT, mas mantém os sinistros ocorridos durante sua vigência.

Série: O que esperar de 2021 – Helio Kinoshita, VP da Mitsui Sumitomo Seguros

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A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Helio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:


Como descreve o ano de 2020?

Certamente é um ano desafiador para todos. Apesar dos vários impactos negativos para as pessoas e para a economia por conta da Covid-19, para a Mitsui Sumitomo tem sido um ano muito bom. Isso porque a seguradora colhe os frutos do plano 2018/2021, que tem como base investimentos em pessoas, processos e inovação. A pandemia acelerou vários projetos que estavam no planejamento e colocamos a companhia em outro patamar, o que resulta em crescimento de 32% ao mês no ano. Desde 2018 aderimos a filosofia Lean, que propõe um novo jeito de fazer as coisas acontecerem. Pensamos e agimos mais rápido ao empoderar as equipes com ações pequenas. Se der certo, segue. Se não, corrige. E isso ajudou a nos reposicionar rapidamente num momento em que a agilidade tem sido a ordem do dia. A empresa anda numa velocidade diferente e tem um novo jeito de fazer a coisa acontecer de forma decentralizada.

Qual o impacto da pandemia na empresa?

Tivemos que agir rapidamente para colocar todos os nossos colaboradores em segurança e em trabalho remoto. Tivemos uma logística que envolveu Infraestrutura, área Administrativa e de Recursos Humanos. Inicialmente, prevíamos ter algum problema com queda de vendas e distribuição. Mas todos reagiram muito rápido. Foi um trabalho a quatro mãos com nossos corretores e parceiros de negócios. Uma verdadeira união no momento inicial da pandemia. Já no terceiro trimestre, passada a primeira expectativa de superar o desconhecido, intensificamos o viés inovador com novas formas de relacionamento e de produtos, reagindo neste tempo diferente que parece ser um possível novo normal. Tem sido uma experiência muito rica em todos os sentidos e para todos os envolvidos.

Quais as áreas mais afetadas?

Positivamente, por conta do isolamento social mais rigoroso no segundo trimestre, registramos queda na frequência dos pedidos de indenização, o que gerou efeito positivo para todo o setor. Por outro lado, a redução da taxa de juros determinada pelo governo afetou drasticamente o resultado das seguradoras com a queda do ganho financeiro obtido com a aplicação das reservas. Isso nos fez rever a estratégia sobre como aumentar as vendas e como reduzir despesas para melhorar o índice combinado.

Em linhas de negócios, a carteira de transporte foi a que mais sofreu com a quarentena, com exceção dos segmentos de medicamentos, agronegócios e alimentícios. Todos os outros bens de consumo tiveram queda significativa com a restrição de circulação de pessoas. O seguro de vida também sentiu efeitos negativos, pois a pandemia elevou a sinistralidade da carteira. O seguro de automóvel sofreu queda nas vendas com o fechamento das concessionárias, mas conseguimos manter a produção próxima ao planejado graças aos nossos parceiros corretores. Juntos, conseguimos inovações na oferta, o que resultou na retenção de clientes. O segmento de grandes riscos seguiu num ritmo positivo mesmo com a pandemia. Três anos consecutivos crescemos acima de 40% ao ano.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor?

Temos investido muito em nossas parcerias. Os corretores são nosso principal canal, responsáveis por 65% da produção da Mitsui Sumitomo. A companhia busca uma diversificação no sentido de estar presente em outros canais, sempre fortalecendo o relacionamento com o corretor. Temos hoje cerca de 30 assessorias e parceiros com suporte automatizado, como Lojacorr, Seguralta, Sicredi entre outros. Também temos nos conectado com diversos bancos digitais. 

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

Estamos muito otimistas com 2021. Há receios de uma possível desaceleração da economia por conta da segunda onda da Covid-19 na Europa e nos Estados Unidos, mas estamos confiantes de que haverá uma solução. Temos algumas incógnitas sobre o Brasil, como a equalização do déficit fiscal, gerar empregos e retomar investimentos. Por outro lado, há uma agenda positiva do setor de seguros. A Susep tem como meta estimular o mercado. As ideias são inovadoras e podem impulsionar tanto os segmentos corporativos como individual. Sabemos que seguros ainda tem uma baixa penetração no Brasil e essa agenda deve estimular novos produtos que trarão mais negócios para as seguradoras e um leque maior de proteção para a sociedade de uma forma dinâmica. Especialmente para os programas de seguros globais. A nova regulamentação em curso pela Susep com sugestões dos participantes do mercado certamente vai facilitar a colocação de programas de seguros mundiais.

O crescimento de 32% ao mês obtido pela Mitsui Sumitomo nas vendas até setembro em 2020 é considerado por nós um sucesso, principalmente observando a expectativa da CNseg de crescimento do setor entre 3 e 4%.  Seguimos investindo na digitalização, tanto para garantir a eficiência operacional como para nos conectar com distribuidores e clientes. Esses projetos se tornam chave para o ciclo dos próximos quatro anos, que começaremos a desenhar no segundo semestre de 2021, um ano que exigiu muito de todos.

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A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Jorge Sant´Anna, CEO da BMG Seguros, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

O ano de 2020 tem sido um ano onde a realidade se impõe. Uma crise sanitária sem precedentes na nossa geração, trouxe como consequência não só a desestruturação política e econômica de grande proporção para o Brasil, mas também a aceleração da tendência de transformação digital, que por si só coloca em risco a maneira tradicional com que conduzimos os nossos negócios. Os choques para o mercado de seguros são importantes e deverão ter repercussão nos próximos anos. Alguns exemplos:

Efeitos sobre o segmento de Seguro Garantia – Empresas Grandes e Médias:

  1. PGFN entra em desaceleração a partir de março/20, reduzindo expressivamente novas execuções fiscais;
  2. Intensa deterioração no crédito corporativo a partir de abril/20 em segmentos importantes (Viagem e Turismo; Aviação; Varejo e etc.), reduzindo oportunidade de receita;
  3. Restrições do Governo Federal – Ministério da Economia, à substituição de Depósitos Judiciais;
  4. Projetos de Infraestrutura em “hold”, em todo País;

Muito embora o Seguro Garantia ainda apresente crescimento em 2020 (Gráfico abaixo), tais efeitos concentraram ainda mais o setor na modalidade de Seguro Garantia Judicial e mais especificamente em torno de alguns tomadores específicos. Houve também uma nítida redução na rentabilidade das Seguradoras que operam no setor, associada a um maior índice de sinistralidade, especificamente no segmento SME.

Importante também mencionar, uma redução progressiva no apetite de risco por parte dos resseguradores em relação ao mercado Brasileiro, concentrando sua capacidade em players com excelência na avaliação de crédito.

Efeitos sobre o segmento de SME:

  1. Intensa deterioração no segmento SME, especialmente no 2o semestre, limitando a incursão neste segmento, tanto com Seguro Garantia como P&C. Penetração atual em P&C menor que 20%, podendo chegar à menos de 10% após a Pandemia;
  2. PRONAMPE, não atingiu os objetivos de suporte às SME: R$ 12bn disponibilizado pelo Governo Federal (agosto/20):
    1. Número de SME que tentaram acessar o crédito: 6,3 milhões
    2. Número de SME que conseguiram crédito: 1 milhão
  3. Segundo ANR mais do que 50 mil restaurantes fecharam as portas de março a agostono estado de SP e a expectativa é que ao todo 200.000 deverão desaparecer em todoPaís;
  4. De acordo com IBGE, 716 mil SME deverão fechar as portas em 2020.

Como consequência, houve uma restrição imediata de crédito aos Setores / Empresas de maior risco, para Garantia Judicial e Seguro Garantia Tradicional, bem como uma maior seletividade para os produtos de P&C. Adiciona-se a isto a alta inadimplência nos produtos de P&C SME, como consequência da crise econômica generalizada.

Qual o impacto da pandemia na empresa?

Em 2020 nossa Empresa persegui uma abordagem conservadora na aprovação de crédito, privilegiando a saúde de nosso P&L. Fechamos com o melhor resultado líquido da nossa breve história e com um ROE próximo a 40%. Operamos com tomadores selecionados e adiamos de certa forma a nossa incursão mais ativa nos mercados SME. No período continuamos contratando e consolidamos diversas áreas internas, bem como focalizamos em nosso planejamento estratégico para os próximos 3 anos. Catalisamos as discussões sobre seguro e infraestrutura, em conjunto com a FGV e estamos lançando, também em conjunto com a FGV o “Instituto de Inovação em Seguros”. A despeito do cenário foi um grande ano para BMG Seguros.

Quais as áreas mais afetadas?

Naturalmente os planos mais afetados foram aqueles relacionados ao desenvolvimento dos mercados no segmento SME, seja para Seguro Garantia ou P&C.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor?

A partir de agora tudo muda em uma velocidade cada vez maior no que diz respeito à Jornada do Cliente. Será necessário reavaliarmos as cadeias de valor e o nosso papel neste processo. Ecosistemas, marketplaces, plataformas de procurement, finalmente chegam ao mercado de Seguro Garantia, temos que nos adequar. Ainda nesta área, acho inexorável a aprovação do PL 1.292, que altera substancialmente a vida dos seguradores. Em P&C SME, a redução dos “pain points” atuais dos Clientes, exige uma total re-imaginação do setor tanto em termos de produtos, como distribuição.

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

As expectativas que chegam do mercado financeiro (sou Conselheiro da ABBC), ainda são muito ruins no primeiro trimestre de 2021, mais especificamente no segmento SME. Espera-se que teremos o recrudescimento de uma crise de crédito que poderá afetar inclusive grandes companhias. No entanto, existe potenciais pontos positivos que podem ser importantes para o segmento de Seguro Garantia:

  1. O funcionamento da PGFN (Ministério Público da Fazenda Nacional) tende a voltar ao normal no 3o trimestre, o que pode gerar uma grande demanda de novas execuções;
  2. A Substituição de Depósitos Judiciais, embora suspensa agora, reuniu vários apoiadores e pode vir a ser uma realidade em 2021, aliviando a crise de liquidez das empresas;
  3. O novo Marco Regulatório para Saneamento, recentemente aprovado, vai criar uma onda massiva de investimentos em infraestrutura no Brasil e, consequentemente, uma grande demanda de Garantia. A previsão de investimentos é da ordem de R $ 50 bilhões por ano até 2033.
  4. Debêntures Incentivadas (Títulos de Infraestrutura) serão um importante componente de financiamento dos novos projetos. Seguro Garantia pode atuar como instrumento de Hedge nestes instrumentos;
  5. Projetos de infraestrutura em geral deverão ser retomados no 1o trimestre de 2021;
  6. Espera-se que ocorra um surto de privatizações nos próximos 3 anos;
  7. Licitação de telecomunicações móveis 5G – Investimento total de cerca de R $ 35bilhões de 2021 a 2022;
  8. Programa Pró-Brasil de Infraestrutura: Investimentos totais da ordem de R $ 280 bi de2021 a 2023;
  9. O Parlamento está prestes a aprovar, o novo Quadro Regulamentar do GAS;

Enfim, a previsão de investimento total em infraestrutura é da ordem de R$ 700 bilhões até 2023.

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Cláudia Leite assume a diretoria Comercial de Saúde e Benefícios da MDS Brasil

claudia leite MDS Brasil

“Os 20 anos que passei liderando e motivando outras pessoas a alcançarem objetivos são a minha principal bagagem”

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, anuncia a contratação de uma nova executiva para compor o seu time. Claudia Leite Silva assume a Diretoria Comercial de Saúde e Benefícios (Health & Benefits). 

“Estou muito honrada em compor o time da MDS Brasil e acredito que teremos bons resultados nos negócios da empresa. Os 20 anos que passei liderando e motivando outras pessoas a alcançarem objetivos são a minha principal bagagem e, sem dúvida, serão fundamentais para a concretização deste novo desafio”, conclui Claudia Leite. 

Claudia, que já está há 20 anos liderando equipes, possui habilidades de comunicação e desenvolvimento de pessoas. A executiva trilhou carreira em empresas do Mercado Financeiro, de Serviços, Comunicação e Saúde, e também tem experiência em gestão de equipes de vendas, gestão comercial de carteiras e negociações com clientes e parceiros. 

“O mercado tem exigido pessoas cada vez mais capacitadas e que estejam atentas às tendências e transformações. Claudia terá uma grande missão e, com certeza, por conta de sua expertise, vai gerar muitas oportunidades de negócios para a MDS Brasil”, afirma Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink.

“Claudia fará um trabalho diferenciado nesta importante frente de atuação. Sua experiência como líder e contato em outras grandes empresas são fundamentais para este sucesso”, afirma Gustavo Quintão, vice-presidente de Saúde e Benefícios da MDS Brasil.

Black Week Icatu terá planos de previdência por R$ 50

Data servirá para democratizar o acesso de investidores a mais de 70 fundos

Maior marketplace de previdência do país, a Icatu Seguros participa de uma das principais datas do varejo com condições diferenciadas de investimentos em seus fundos de previdência, para democratizar o acesso de investidores. A Black Week Icatu traz cerca de 70 fundos – multimercados, multimercado crédito privado, renda fixa e renda fixa crédito privado, entre outras opções – com aplicações mínimas reduzidas de R$ 50 mensais ou aportes de R$ 1 mil até 27 de novembro.

O objetivo é estimular novos entrantes no mercado de previdência e permitir que o investidor possa testar os serviços e opções de investimentos, com o incentivo dos valores mínimos reduzidos – menos de R$ 2 por dia para aplicar em produtos renomados do mercado. Esta é uma oportunidade para democratizar ainda mais o acesso dos investidores dentro da filosofia da empresa de atuar como consultora, visando despertar nas pessoas a importância dos investimentos com objetivo de longo prazo.

“Nossa missão é ajudar o participante a atingir seus objetivos de aposentadoria a partir de uma análise ampla e de acordo com seu perfil de risco. Há um novo horizonte para a experiência do usuário: consumidores estão livremente conectados a estratégias de investimento, gestoras de fundos, formas de contratação e comparação de produtos. Isso é muito mais do que simplesmente maximizar seus retornos financeiros. Queremos contribuir para a educação financeira de nosso cliente”, explica Henrique Diniz, diretor de Produtos de Previdência da Icatu.

Com cerca de 300 fundos em mais de 90 gestores renomados, a Icatu acredita que ampliar o acesso dos brasileiros a soluções financeiras é a melhor forma de planejar o futuro. Por isso, nos últimos anos a empresa iniciou um movimento que vem ganhando ainda mais força em 2020: a criação de produtos variados que priorizam essa democratização, seja por meio da redução de aportes e aplicações mínimas mensais ou zerando as taxas de carregamento. A previsão é encerrar o ano com mais de R$ 42 bilhões de reservas.

Gallagher Re contrata Thiago Navega para reforçar operação no Brasil

Fonte: Gallagher Re

Desafio é ampliar e desenvolver a capacidade da corretora nos segmentos de especialidades, suprindo a latente demanda da região e capitalizando as oportunidades

A Gallagher Re, corretora global especializada em resseguros, reafirma seu compromisso com investimentos em talentos e experiência da indústria com a nomeação de Thiago Navega como Diretor de Specialty Risks para suas operações no Brasil.

“Desde que estabeleceu sua presença na América Latina há quatro anos, a Gallagher Re tem se fortalecido cada vez mais, oferecendo soluções inovadoras que atendem à crescente demanda por produtos especializados de resseguro na região. Tenho o prazer de me juntar à equipe neste novo e empolgante momento, buscando estabelecer uma relação de sinergia entre os diferentes escritorios dan Gallagher no mundo com intuito de ampliar e desenvolver nossa capacidade nos segmentos de especialidades, suprindo a latente demanda da região e capitalizando as oportunidades”, Thiago Navega, diretor de Riscos Especiais da Gallagher Re.

Refletindo a crescente presença e investimento da Gallagher Re na América Latina, a nomeação de Thiago reforçará o nivel de expertise da equipe e contribuirá para a expansão da Gallagher Re na região, com um foco particular no setor de energia global. Thiago trabalhará no escritório da Gallagher Re no Rio de Janeiro, reportando-sea LuizAraripe, CEO da Gallagher Re no Brasil.

Com anos de experiência dedicados ao desenvolvimento de relacionamentos sólidos com clientes e formação de equipes voltados a atender ao mercado global de (res)seguros De e nergia, Thiago entrou na Gallagher Re vindo da corretora de seguros e resseguros InterRisk Services, na qual desempenhava a função de Head de Energy, Marine & Renewables. Antes disso, ele trabalhou por mais de seis anos na seguradora brasileira Austral Seguradora, onde capitaneou a divisão de Energy & Marine, teve passagem tambem por outras corretoras de (res)seguros como Marsh e Wilis.

Com escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo, Santiago e Miami, a operação latino -americana da Gallagher Re, estabelecida em 2016, oferece uma gama completa de soluções de resseguro de tratados em toda a região. No Brasil, o serviço se estende a colocações facultativas, facilities, retrocessões e soluções para proteção de portfólio.

“Com nossa mudança de marca no mês passado marcando um novo capítulo na história de nossos negócios de rápido crescimento e planos de expansão global. O Brasil, junto com toda a região da América Latina, é um mercado atraente e em rápida evolução que apresenta uma grande variedade de oportunidades para nós”. Thiago entra na equipe em um momento importante da Gallagher Re no Brasil e na América Latina”, afirma Rupert Swallow, CEO da GallagherRe.

“Estamos muito satisfeitos em receber Thiago em nossa equipe. Com ele, ampliamos nossa oferta de produtos e a experiência que implantamos para apoiar clientes em todo o grupo Gallagher”, Joseph Smith, CEO para a América Latina da Gallagher Re.

“A nomeação de Thiago reflete nosso compromisso contínuo em investir em talentos e expertise, permitindo-nos buscar maiores ambições de crescimento e representatividade na região”, Luiz Araripe, CEO para o Brasil da Gallagher Re.

Em 1o de outubro de 2020, Gallagher Re tornou-se o novo nome da Capsicum Re, completando a integração do negócio de resseguro com a Gallagher, uma das maiores corretoras de seguros e gerenciamento de risco do mundo, e totalmente alinhado com as operações de varejo e atacado da Gallagher em todo o mundo.

A Gallagher Re é uma corretora global de resseguros de serviço completo que pertence à Gallagher, uma das maiores corretoras de seguros, gerenciamento de risco e empresa de consultoria do mundo.

O conhecimento de Thiago do mercado brasileiro, a reputação entre os clientes e a profu nda experiência em uma ampla gama de especialidades de resseguro com especialização em energia upstream fazem com que ele venha somar forças com nossa equipe em crescimento”.

Fundada por Grahame Chilton e Rupert Swallow em 2013 como o coempreendimento “Capsicum Re” com a Gallagher, a empresa se tornou o principal meio de resseguro para o grupo de empresas Gallagher e rapidamente se tornou a quinta maior corretora de resseguros do mundo, com uma equipe de mais de 160 pessoas.

Em 1o de outubro de 2020, a empresa passou a se chamar Gallagher Re para concluir sua integração na empresa global (NYSE: AJG), tendo se tornado seu braço especializado em resseguros em janeiro de 2020.

O novo nome alinha totalmente o negócio de resseguros com as operações de corretagem de seguros de varejo e atacado da Gallagher em todo o mundo.

Com presença ativa nos principais centros globais de resseguro (em Londres, Bermudas, Rio de Janeiro, Santiago, Miami e Nova York), a Gallagher Re tem como foco atrair os melhores advogados do mercado para fornecer consultoria e soluções sob medida e especializadas em resseguros, formando as melhores equipes de corretagem em suas áreas de mercado escolhidas.

Com os Estados Unidos sendo o maior mercado de resseguros em todo o mundo e respondendo por 60% dos prêmios de resseguro total, a expansão significativa da presença da empresa nos Estados Unidos é uma prioridade central para sua próxima fase de crescimento.