O head do Favela Seguros, iniciativa da Favela Holding em parceria com o Grupo MAG, Ronaldo Gama, representou o Brasil na Reunião de Seguros Inclusivos do ICCII 2025, realizada na última semana em Quito, no Equador. O evento reuniu representantes do setor de seguros de 47 países para debater caminhos para o avanço do microsseguro e a inclusão financeira em comunidades de baixa renda.
Durante o encontro, foram definidos cinco princípios orientadores para o desenvolvimento e implementação do microsseguro em escala global: acessibilidade, colaboração público-privada, tecnologia e inovação, sustentabilidade e gestão de riscos, e educação financeira. A proposta é que essas diretrizes sirvam de base para reduzir a lacuna de proteção que ainda afeta a maioria da população vulnerável no mundo.
“Mesmo diante de nossas carências, o Brasil ainda está à frente de muitos países em desenvolvimento em aspectos econômicos e educacionais. Isso, porém, não diminui a nossa responsabilidade de criar mecanismos ágeis para incluir a base da pirâmide, que representa mais de cem milhões de pessoas”, destacou o executivo.
A Fedeseg (Federação de Seguradoras do Equador) apresentou dados que ilustram o desafio. No país, a lacuna de proteção chega a 76%, e o microsseguro cobre apenas 2% da população, distribuída em dez produtos, segundo a Mapfre Economics (2024). O cenário, segundo Ronaldo Gama, é semelhante em grande parte da América Latina — o que reforça a necessidade de políticas voltadas à democratização do acesso ao seguro.
Para ele, o papel do Estado e das seguradoras precisa ser complementar: “Assim como em outros países, enfrentamos o desafio de montar uma estrutura de distribuição com alcance continental, sem inviabilizar os custos. O papel do governo é fundamental, pois a educação financeira só se sustenta com renda e educação básica”.
Com atuação pioneira, o Favela Seguros vem se consolidando como modelo de microsseguro comunitário, conectando proteção financeira, geração de renda e impacto social nas favelas brasileiras. O projeto, desenvolvido pela Favela Holding em parceria com o Grupo MAG e com apoio da CUFA, já transformou a vida de dezenas de representantes comunitários, levando educação financeira e oportunidades para dentro das comunidades.
A Bradesco Vida e Previdência foi reconhecida, pelo terceiro ano consecutivo, com o primeiro lugar do Prêmio Top Educação, promovido pela Revista Educação há 19 anos. O mérito chancela o compromisso da companhia em apoiar instituições de ensino e famílias em períodos de dificuldade financeira e imprevistos, proporcionando mais tranquilidade.
“Ser reconhecido pela terceira vez seguida reforça o nosso propósito de apoiar a educação com soluções de proteção e planejamento financeiro. Nosso seguro educacional é uma ferramenta estratégica para que sonhos e planos não sejam interrompidos mesmo diante de dificuldades”, pontuou Alessandro Malavazi, superintendente sênior da Bradesco Vida e Previdência
O seguro educacional pode ser oferecido por instituições de ensino de nível básico (fundamental e médio) e superior (graduação e pós-graduação). Já para adultos que financiam seus próprios estudos, o produto é uma segurança em situações de perda de renda por desemprego, para assalariados, e por incapacidade física, para autônomos.
A cerimônia de premiação ocorreu em São Paulo, na última quarta-feira, dia 22 de outubro, e contou com a presença de Alessandro Malavazi e André Motta, gerente sênior da área de Produto da companhia. À ocasião, foram anunciados vencedores em 26 categorias como as marcas mais lembradas do setor educacional.
Às vésperas da COP30, um estudo revela que, embora um número crescente de empresas esteja consciente dos riscos climáticos aos quais está exposto e dos prejuízos que esses fenômenos podem causar aos negócios, a maioria ainda não investe de forma adequada para se proteger desses efeitos.
Essa é a conclusão da Pesquisa de Adaptação Climática 2025, realizada pela Marsh, maior corretora de seguros e consultoria de riscos do mundo. O levantamento ouviu 130 empresas de diferentes portes e setores econômicos, todas já impactadas por condições climáticas extremas nos últimos três anos, em regiões como América Latina, Canadá, Estados Unidos, Reino Unido e Irlanda, Europa, Ásia, IMEA e Pacífico.
As organizações participantes têm receitas que variam de menos de US$ 1 milhão a mais de US$ 1 bilhão, evidenciando que os desafios climáticos afetam negócios de todos os tamanhos.
Segundo o levantamento, 78% das companhias ouvidas dizem enfrentar impactos relacionados a eventos climáticos, como inundações, altas temperaturas e estresse hídrico. Já 74% das organizações informam ter registrado perdas de ativos e interrupções por questões climáticas.
No entanto, de acordo com a mostra da Marsh, apenas 38% dizem realizar avaliações detalhadas envolvendo possíveis impactos climáticos que poderiam justificar maiores investimentos em prevenção.
Mais de metade das empresas (53%) dizem que a principal motivação para investir em adaptação climática é a necessidade de gerenciar riscos.
O estudo da Marsh também revela que as empresas que consideram investir adequadamente ainda falham em mensurar o custo-benefício. Afinal, 51% das organizações desse grupo relatam não fazer esse tipo de avaliação antes de direcionar os recursos — o que indica uma falha importante no planejamento estratégico.
O relatório aponta, ainda, que há um grupo menor de empresas que está um passo atrás nessa jornada, com 22% delas declarando não realizam qualquer tipo de análise de risco climático futuro.
A corretora e consultoria calcula que, para cada dólar aplicado em prevenção, US$13 são poupados com gastos que as empresas teriam caso precisassem reconstruir estruturas danificadas por questões climáticas.
A pesquisa também aponta que, para 40% das empresas entrevistadas, o volume inadequado do finamento para adaptação climática tem como motivo a competição dos recursos por “outras prioridades de negócios”.
COP30
Além do lançamento Pesquisa de Adaptação Climática 2025, que visa apoiar as empresas na construção de estratégias eficazes de adaptação, a Marsh McLennan participará ativamente das discussões da COP30, a ser realizada em novembro, em Belém. A companhia é uma das patrocinadoras da Casa do Seguro, iniciativa idealizada pela CNSeg para encontros e debates, promovendo o papel do setor de seguros na transição climática.
Comprometida em contribuir com conhecimento técnico e ferramentas avançadas de gestão de riscos, a Marsh McLennan busca fortalecer a resiliência diante das mudanças climáticas. Durante o evento, a empresa promoverá encontros com lideranças dos setores público e privado, além de representantes da comunidade acadêmica e da sociedade civil, com o objetivo de propor soluções concretas para os desafios da adaptação climática.
O Instituto de Longevidade MAG, entidade com 9 anos de atuação em assuntos voltados ao envelhecimento e planejamento financeiro, participa da 7ª edição do Fórum São Paulo da Longevidade, no Centro de Convenções Expo Center Norte, em São Paulo. O evento, que acontece entre os dias 27 e 29 deste mês, traz o tema “Metrópoles e Municípios como Cidades Amigas do Idoso” para a edição.
Na programação do evento, o Instituto de Longevidade MAG é um dos destaques do evento, trazendo sua expertise em painéis como “Qual sua idade: Cronológica, Biológica e Atitudinal?”, no dia 28, às 14h, no auditório 7, com a presença de Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade MAG e no painel “Trabalho, Carreira, Vida na Nova Longevidade”, no dia 29, às 14h, no auditório 7 com o gerente do Instituto, Antonio Leitão.
O diretor da organização, Gleisson Rubin, será palestrante no painel “O desafio da longevidade financeira frente ao envelhecimento populacional”, dia 28, às 10:15, no auditório 7 e participará no dia 29, às 10:30 do debate “Economia prateada: oportunidades e desafios em um Brasil que envelhece”, no auditório 7, juntamente com outros grandes nomes. A programação extensa e diversificada conta com mais de 20 conferências, congressos e encontros simultâneos com foco em temas como saúde e bem‑estar, tecnologia, finanças, empreendedorismo 50+, habitação, mobilidade urbana, consumo maduro, entre outros.
“Participamos da 7ª edição do Fórum São Paulo da Longevidade, reafirmando nosso compromisso com a valorização da geração prateada e com o debate qualificado sobre o público 50+. A longevidade não é apenas uma agenda social, mas uma oportunidade de mudanças estruturantes para o Brasil e o evento se apresenta como um sistema de articulação entre o setor público, mercado e sociedade, visando transformar cidades, produtos e serviços para os longevos”, afirma Rubin.
O Fórum reúne um mix de públicos distintos, contando com gestores públicos municipais e estaduais, pesquisadores, líderes empresariais, entidades da sociedade civil, empreendedores voltados ao público 50 + e por quem que atua ou se interessa pelo protagonismo nesta fase da vida. A edição de 2025 também pretende reforçar a presença de startups, tecnologia aplicada à longevidade e redes de negócios B2B. Para quem planeja estar presente, as inscrições foram abertas no site oficial e a expectativa é reunir cerca de 4.000 participantes ao longo dos três dias.
O título catastrófico paramétrico da Jamaica, IBRD CAR Jamaica 2024, no valor de US$ 150 milhões e emitido pelo Banco Mundial, teve seu preço reduzido no mercado secundário, enquanto o cone de previsão do Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC) ainda indica a possibilidade de o furacão Melissa atingir a ilha com força significativa.
O furacão Melissa se formou no sábado à noite (horário do Reino Unido) e rapidamente se intensificou, tornando-se um furacão de grande magnitude no domingo.
A previsão mais recente, divulgada na manhã de segunda-feira, está atualizada ao final deste artigo.
A previsão inicial, feita na manhã de sábado, 25 de outubro, mostrava o cone de trajetória do NHC centrado sobre a Jamaica, com indicações de um possível cenário de impacto devastador, já que, naquele momento, Melissa ainda era uma tempestade tropical em intensificação. A expectativa era de que se tornasse um furacão em breve e entrasse em um processo de rápida intensificação.
Vale destacar que ainda há grande incerteza e a previsão pode mudar, poupando a Jamaica de um impacto direto de um furacão de grande porte.
O cone de previsão do NHC indicava que o impacto ocorreria na terça-feira, dia 28, com Melissa movendo-se lentamente rumo à Jamaica e entrando em uma fase de intensificação rápida.
De acordo com as projeções atuais, o furacão Melissa poderia atingir ventos de até 155 mph (250 km/h) antes de tocar o solo jamaicano e 145 mph (233 km/h) na costa — um cenário que ninguém deseja para a população que está em seu caminho.
Por Helton Freitas, médico sanitarista e presidente da Seguros Unimed
A reflexão sobre a relevância da formação e do exercício da medicina segue essencial em nossa sociedade. É fundamental que a atuação médica mantenha o ser humano no centro de um cuidado integral, com um olhar atento à promoção da saúde, ao bem-estar e à qualidade de vida.
Nossa profissão não pode ser meramente escolhida em um menu de ofícios, levando em conta somente aspectos como renda e possibilidade de sucesso. Até porque enfrentamos, diariamente, grandes desafios: desde questões estruturais e bioéticas até a complexa e necessária compreensão do processo saúde-doença.
Para abordar esses temas com excelência, todos os médicos e médicas exigem e merecem: conhecimento, treinamento de ponta e acesso contínuo às tecnologias que aprimoram o cuidado. Mas isso está longe de ser suficiente. Medicina se exerce com o cérebro e com o coração. Com boa formação, residência, experiências e oportunidades, a partir da vocação, do desejo inquebrantável de dedicar sua vida para melhorar a saúde das pessoas.
Os princípios da qualidade em saúde consolidados pelo médico libanês Avedis Donabedian (1919–2000) continuam sendo referência mundial na avaliação de sistemas e práticas médicas: eficácia, efetividade, eficiência, otimização, aceitabilidade, legitimidade e equidade. A relação médico-paciente, nesse contexto, é expressão concreta de ética, empatia e responsabilidade.
Em nossa formação universitária, recebemos as bases da medicina. Com elas, inicia-se uma trajetória de prática e de aprendizado contínuo que acompanham os avanços da ciência e tecnologia. É o caso, por exemplo, da inteligência artificial (IA), já há algum tempo instrumento inestimável de suporte à atividade médica no consultório, no hospital, na academia e na gestão de empresas e cooperativas de saúde.
O Brasil tem grandes expoentes na medicina e na pesquisa médica, hospitais que são centros de excelência, o maior sistema do cooperativismo médico mundial e o Sistema Único de Saúde (SUS), maior rede pública de atendimento do mundo.
Contudo, a disparidade no atendimento médico é uma realidade. Pesquisa Demografia Médica no Brasil, feita pela Associação Médica Brasileira (AMB), pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e pelo Ministério da Saúde, mostra a desigualdade. Em 2024, o Sudeste contava com 3,77 médicos por mil habitantes, contra 2,21 no Nordeste e 1,70 no Norte. A distância é ainda maior quando se comparam as capitais, que têm em média 6,97 médicos por mil habitantes, com o interior, onde a média cai para 1,9, chegando a apenas 0,13 no interior de Roraima. Não é apenas estatística: é o acesso que muda conforme o CEP.
Isso não se resolve, contudo, com a abertura de novos cursos de medicina. Sob diversos aspectos, a proliferação de faculdades de medicina mais nos preocupa do que nos tranquiliza. Em menos de dois anos, o Ministério da Educação aprovou 77 novos cursos de medicina. Atualmente, há quase 500 cursos em funcionamento, 80% deles em instituições de ensino privadas.
A proliferação de cursos reacende o debate sobre a precarização do ofício, sobretudo porque o país ainda não superou desafios elementares de infraestrutura para que esses novos profissionais possam exercer, na prática, a medicina. A ampliação dos cursos de medicina sem o aumento proporcional de vagas de residência cria defasagem preocupante. A residência é essencial para a especialização. Sem essa base prática e ética, multiplicam-se formações distantes das realidades em que os médicos atuarão, das responsabilidades que a profissão impõe e do papel que devem exercer na construção e no aperfeiçoamento do próprio sistema de saúde.
Para que os médicos possam atuar além dos grandes centros, é fundamental oferecer carreiras com remuneração adequada e infraestrutura, a fim de que exerçam plenamente sua função social e assegurem um cuidado resolutivo e equitativo em todas as regiões do país.
Com a IA e os demais avanços da tecnologia, abre-se a nós, médicos, a possibilidade de sermos cada vez mais empáticos e humanos. Quanto mais evoluem os instrumentos, mais essencial se torna o olhar que acolhe, interpreta e cuida. O olhar atento do médico continua e continuará sendo o maior diferencial da medicina.
As taxas globais de seguros comerciais registraram queda média de 4% no terceiro trimestre de 2025, repetindo o mesmo recuo observado no trimestre anterior, segundo o Global Insurance Market Index, divulgado hoje pela Marsh, líder mundial em corretagem de seguros e consultoria de riscos, e parte do grupo Marsh McLennan (NYSE: MMC).
A redução foi impulsionada pela crescente concorrência entre seguradoras, preços mais favoráveis no resseguro e maior capacidade de oferta no mercado. Todas as regiões do mundo apresentaram declínio nas taxas compostas em comparação com o mesmo período de 2024.
As quedas mais acentuadas ocorreram no Pacífico (11%), América Latina e Caribe (6%) e Reino Unido (6%). Já Ásia, Índia, Oriente Médio e África (IMEA) registraram queda de 5%, a Europa recuou 4% e o Canadá, 3%. Nos Estados Unidos, onde as taxas haviam permanecido estáveis no segundo trimestre, houve leve redução de 1%. As tarifas de seguros patrimoniais, cibernéticos e de linhas financeiras e profissionais diminuíram em todas as regiões.
O terceiro trimestre marca o quinto período consecutivo de retração global, após sete anos de aumentos trimestrais, consolidando a tendência de moderação iniciada em 2021.
Tendências por segmento
As taxas de ramos de responsabilidade civil (casualty) subiram 3% globalmente — contra 4% no segundo trimestre —, impulsionadas por um aumento de 8% nos Estados Unidos, onde há crescimento na frequência e severidade das ações judiciais, muitas resultando em indenizações elevadas conhecidas como “nuclear verdicts”.
Já as taxas de seguro patrimonial caíram 8% no mundo, após retração de 7% no trimestre anterior. O Pacífico registrou a maior queda (14%), seguido de Estados Unidos e América Latina/Caribe (9%). As demais regiões variaram entre reduções de 3% e 7%.
As linhas financeiras e profissionais continuaram em queda, com retração global de 5%, frente a 4% no segundo trimestre. A redução variou de 10% no Pacífico a 2% nos Estados Unidos.
No ramo cibernético, as taxas recuaram 6% globalmente, com diminuições em todas as regiões — de 12% na Europa, 11% na América Latina e Reino Unido, e 10% no Pacífico.
John Donnelly, presidente global de placement da Marsh, afirmou que o cenário é amplamente favorável aos clientes. “Com exceção do mercado de responsabilidade civil nos EUA, os clientes estão se beneficiando não apenas de taxas mais baixas, mas também de condições mais flexíveis e coberturas mais amplas. Essas tendências se mantêm em um mercado com ampla capacidade. Salvo mudanças inesperadas, esperamos que esse movimento continue e seguiremos apoiando nossos clientes para que aproveitem as oportunidades de um mercado competitivo”, destacou o executivo.
A Vila Velha Seguros celebra 50 anos de história, e a festa mostrou a grandeza desta corretora fundada em 1975 por João Alzani Filho, que deixou um legado de inovação, governança e transparência, seguido pelos filhos Willian e Jolini Alzani, que preparam a terceira geração para a sucessão deste império que nasceu com o propósito de prestar um atendimento próximo e humano – valores que permanecem como essência mesmo após meio século de transformações.
Os irmãos pouco aparecem nas mídias. Jolini, mais conhecida como “Jô”, é uma empresária que vai direto ao ponto, sem desperdícios com retrabalhos, para que ninguém perca tempo e dinheiro. Pelo contrário. Contribui para difundir a cultura de que, quando todos fazem bem a sua parte, a esperança de um mundo melhor para todos é grande. Claro que isso se reflete nos negócios, com um atendimento ao cliente final de deixar qualquer concorrente — e também seguradoras — de queixo caído com índices de satisfação, renovação e conquistas de novos clientes na propaganda boca a boca muito acima da média do setor.
“Celebrar 50 anos de Vila Velha é comemorar a jornada de um sonho que se transformou em um grupo sólido, humano e inovador”, conta Jolini Alzani, diretora e filha do fundador, ao Sonho Seguro, na impecável festa sem qualquer autoridade política ou de entidades — coisa raríssima de acontecer nas festas do setor de seguros. Mas, nesta, diferente de qualquer outra, foram convidados apenas os amigos do dia a dia, ou seja, quase mil seguradores, parceiros de negócios e colaboradores na Sala São Paulo.
Já Willian Alzani muito faz e nada fala — não só por timidez, mas também por um estilo discreto de levar a vida e extremamente ocupado em manter e inovar o legado de uma das corretoras mais tradicionais e admiradas pelas seguradoras, colaboradores e parceiros de negócios. Avesso a entrevistas e publicidade, dedica seu tempo a literalmente construir um mundo melhor. Tanto que muitos ficam sabendo de suas ações por outros — e por um outro tão avesso a entrevistas quanto ele: Jayme Garfinkel. Presente na festa, o filho do fundador do grupo Porto contou que era praticamente amigo do pai, João Alzani, que morreu de forma súbita, deixando todo o setor de seguros consternado em setembro de 2014.
“Além de ser amigo e admirador do pai, sou também dos filhos. A minha vinda se deve a isso e também para agradecer William, pois soube que ele fez uma doação para o Instituto Ação pela Paz”, contou ele, que também tem o prazer de ter passado a sucessão ao filho Bruno Garfinkel. Desde que deixou a presidência do conselho da Porto Seguro, em maio de 2019, o empresário dedica boa parte do seu tempo a tentar reduzir o elevadíssimo índice de reincidência criminal no Brasil, que está na casa dos 70%.
A trajetória da Vila Velha reflete um raro equilíbrio entre tradição e modernidade. “A consolidação de uma trajetória construída sobre valores sólidos como confiança, ética e inovação, que evoluiu sem perder a sua essência, foi essencial para nossa longevidade”, afirma Jolini. Segundo ela, a formação do grupo, hoje composto por cinco empresas, simboliza um novo ciclo de crescimento. “Cada empresa atua de forma complementar — oferecendo desde consultoria em seguros até serviços técnicos, educacionais e operacionais para condomínios — o que nos permite entregar soluções completas e de alto valor agregado aos clientes.”
Com unidades em São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro e quase 500 colaboradores, o Grupo Vila Velha reúne corretora de seguros, prestadora de serviços, instituto de capacitação, clínica de medicina preventiva e assessoria a corretores. “Essas cinco frentes constroem um ecossistema corporativo único, que une tradição, inovação e cuidado humano, proporcionando um atendimento 360 graus aos nossos clientes. Essa sinergia nos permite atuar desde a prevenção e capacitação até a proteção patrimonial e pessoal, garantindo um acompanhamento contínuo e personalizado.”
O amadurecimento institucional também marca a transição para um modelo de governança sólida e sustentável. “Mais do que uma mudança de estrutura, essa transição representa um amadurecimento em que a cultura familiar se transformou em propósito corporativo, preservando o legado do fundador e preparando o grupo para as próximas décadas de crescimento”, diz.
A essência da Vila Velha sempre foi o relacionamento próximo com pessoas. “Um dos nossos principais diferenciais está na forma de se relacionar com clientes, com foco em um atendimento personalizado e consultivo. Essa essência humana é o que sustenta nossa credibilidade há décadas e continua sendo o centro de tudo o que fazemos.”
Ela destaca que a tecnologia é vista como aliada, não substituta. “Investimos em ferramentas que ampliam nossa eficiência e aprimoram a experiência do cliente — sem abrir mão da empatia e da escuta ativa. Nosso objetivo é usar a tecnologia para potencializar o contato humano, automatizando processos e personalizando ainda mais o atendimento. Assim, conseguimos unir o melhor dos dois mundos: inovação e proximidade.”
A corretora nasceu especializada no setor da construção civil e hoje se consolidou como referência nacional no mercado condominial. “O seguro condominial continua sendo um dos pilares da Vila Velha e segue com papel fundamental na nossa atuação”, diz Jolini. “Mas estamos ampliando o foco para novos segmentos, especialmente os voltados à pessoa física, como automóvel, saúde e vida.”
Além desses ramos, o grupo também aposta em produtos complementares, como planos de saúde para pets, seguro viagem e seguro celular, que vêm ganhando espaço no portfólio. “Essas linhas representam oportunidades importantes para oferecer soluções mais completas e personalizadas aos nossos clientes”, afirma.
As relações com seguradoras também evoluíram. “A Vila Velha sempre valorizou relações de longo prazo com as seguradoras, construídas sobre confiança, transparência e objetivos comuns. Essa parceria nos permite oferecer negociações sustentáveis e manter uma carteira sólida, com alta taxa de permanência e baixo índice de cancelamentos”, explica Jolini. “A incorporação de tecnologia fortaleceu ainda mais essa relação, permitindo decisões mais eficientes e orientadas a dados.”
A estratégia de crescimento segue centrada em parcerias estratégicas. “Nosso foco está em empresas com sinergia nas áreas de vida, saúde e automóvel”, afirma. “Essas parcerias permitem expandir nossa presença regionalmente, mantendo o padrão de atendimento e a cultura que sempre nos caracterizaram. Não temos planos imediatos de aquisições ou franquias, mas estamos abertos a modelos colaborativos, como parcerias regionais e plataformas digitais.”
Para Jolini, o futuro da Vila Velha será guiado pela nova geração, mas com o mesmo compromisso com pessoas e propósito. “Queremos manter vivos os valores que sempre nos guiaram — ética, proximidade e cuidado — enquanto olhamos para frente com inovação”, diz. “Nos próximos anos, queremos que a Vila Velha continue sendo sinônimo de confiança, mas também de transformação, unindo tecnologia e humanidade para proteger o que realmente importa. O legado que queremos deixar é o de uma empresa que cresce sem perder sua essência familiar, que inspira colaboradores e parceiros, e que continua fazendo a diferença na vida das pessoas — com coração, propósito e segurança.”
Os irmãos subiram ao palco antes do início do concerto, mas apenas Jolini falou: “É um momento de celebração e homenagem, que era um sonho de nosso pai, e hoje tentamos fazer uma coisa bonita para CNPJs que viraram CPFs, amigos queridos. Obrigada a todos pela presença de vocês. Preparamos esta festa com muito carinho em agradecimento a todos vocês.”
Assim terminou o impecável evento — desde o convite, passando pelo coquetel e jantar, num formato que favoreceu o networking entre todos. A impressão era de estar numa festa familiar — que terminou num lindo concerto com a Orquestra Sinfônica de Heliópolis — com os parceiros de negócios aplaudindo o que foi construído pelo grande profissional que foi João Alzani e pela continuidade dada pelos filhos.
Breno Gomes, CEO e Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife: “É um privilégio ser provedor de soluções para a Vila Velha. Tive o prazer de conhecer, trabalhar, aprender e até conviver com o João Alzani, que foi talvez um dos meus principais tutores no mercado de seguros. Quando entrei nesse setor, o João, de forma totalmente generosa, resolveu me transformar em um executivo de seguros e construímos uma relação de muita transparência e respeito. Ele deixou sementes muito fortes em mim e na própria Vila Velha, que hoje carrega uma cultura sólida, forjada por ele e brilhantemente continuada pelo William e pela Jolini, e também pelo Ivanor. A corretora tem uma cultura de serviço leve de fazer negócios, com transparência e proximidade. Para nós, da MetLife, é um orgulho enorme termos a Vila Velha como parceira de negócios. E, para mim, pessoalmente, é uma alegria ver uma empresa construída pelo João Alzani ser continuada de forma tão brilhante pelo William, pela Jolini e por toda a equipe. Desejo que venham muitos outros 50 anos, sempre com esse espírito de parceria leve, humana e transparente.”
José Adalberto Ferrara, CEO, e Magda Truvilhano, superintendente de Produtos RD Massificados da Tokio Marine: “Eu não sabia que a Vila Velha era tão enraizada no meio seguritário. Nunca fui a uma festa de corretores com tanta gente convidada assim (quase mil pessoas). Estou impressionado com isso. Mas a Vila Velha é uma parceira de todos os seguradores. E isso é que dá praticar o jogo ganha-ganha no mercado securitário e fazer a nossa indústria crescer de acordo com o plano diretor do mercado, o PDMS, que prevê que até 2030 nós tenhamos que ser 10% do PIB. Não está longe disso, está em 6,7%. Falta pouquinho, temos mais 5 anos e 3 meses para chegar aos 10% do PIB. Se não for 10, que seja 8,5. Vamos caminhar juntos para crescer dois dígitos neste ano e em 2026. Comemorar 50 anos da Vila Velha Corretora é celebrar uma história construída com muito trabalho, confiança e relacionamento. Temos muito orgulho de contar com esta parceria sólida e de confiança que contribui para levar proteção e tranquilidade para tantas pessoas e empresas. Parabéns a toda a equipe da Vila Velha por essa história de sucesso e pelo importante papel que desempenham no mercado de seguros!”
Luciano Soares, CEO da Icatu: “A Vila Velha é um grande parceiro da Icatu, marcada pela tradição, com todos os negócios pautados pela ética e um trabalho primoroso de atenção aos clientes, à adequação entre o perfil do investidor e os produtos financeiros. Temos muito orgulho de estar aqui compartilhando este momento de alegria com a família e com toda a equipe desta tradicional corretora, que vem inovando para levar proteção de qualidade à sociedade brasileira.”
Igor Di Beo, vice-presidente da HDI Seguros: “Quero parabenizar os 50 anos da Vila Velha. Quantas companhias permanecem no mercado com tanta força durante 50 anos? Sem dúvida, é um marco para ser celebrado. A Vila Velha é um grande parceiro do grupo HDI, com resultados fantásticos, e queremos que essa parceria dure pelo menos mais 50 anos.”
Rivaldo Leite, CEO da Porto Seguros: “A Vila Velha é uma belíssima história de 50 anos. É uma corretora sempre moderna, sempre inovadora. Inspirou a Porto Seguro em várias iniciativas. É um privilégio estar hoje aqui comemorando 50 anos da Vila Velha por tudo o que construíram e, com certeza, pelo espírito empreendedor. Que venham mais 50 anos e parabéns à família Vila Velha pela belíssima história.”
Karine Brandão, diretora executiva Comercial da MAPFRE Brasil: “Parabenizo os 50 anos da Vila Velha, uma empresa familiar de empreendedores que vem conseguindo entregar não só um legado, mas também uma relevância para o mercado segurador, impactando clientes e fazendo com que nós, da Mapfre, tenhamos muito orgulho de estar ao lado da corretora nesta jornada de construção do futuro. Parabéns e que venham muitos mais anos de crescimento pela frente.”
Leonardo Freitas, diretor comercial da Bradesco Auto RE: “50 anos de história, confiança e propósito. A Vila Velha Corretora chega a esse marco celebrando meio século de dedicação à proteção de pessoas, famílias e sonhos. Para nós, da Bradesco Auto/RE, é um orgulho caminhar ao lado de uma parceira que compartilha os mesmos valores e a mesma paixão por cuidar. Parabéns, Vila Velha — que venham muitos outros anos de conquistas e proteção!”
Adriana Lins, diretora comercial da SulAmérica Saúde: “Estou hoje aqui celebrando com todo o mercado de seguros os 50 anos da Vila Velha. Uma festa linda, de um grande parceiro que a SulAmérica honra, porque nós não só temos 50 anos de história — temos muito mais. Fico muito feliz de estar aqui hoje comemorando com a família Vila Velha esses 50 anos de muita tradição, responsabilidade social e competência em um segmento da economia tão sustentável quanto o nosso mercado de seguros.”
A MetLife anuncia Marcelo Vighi como seu novo Chief Information Officer (CIO) no Brasil. Com 27 anos de experiência na área de tecnologia, Vighi chega à companhia com o desafio de impulsionar a jornada de transformação digital da MetLife, fortalecendo a integração entre negócios e tecnologia e promovendo uma cultura ainda mais ágil e inovadora onde a inteligência humana é potencializada pela Inteligência Artificial (IA).
Com passagem por empresas como Getnet, Sicredi, Dell, IBM e Agibank, Vighi reúne uma sólida trajetória no setor financeiro e em grandes corporações globais. Especialista em infraestrutura tecnológica, nuvem híbrida e eficiência operacional, ele também é reconhecido por sua liderança inspiradora e por fomentar ambientes colaborativos e diversos, conectando times multidisciplinares em torno de um propósito comum: gerar impacto positivo por meio da inovação. Atuando no universo de aceleradoras continuamente, Marcelo participa ativamente em mentorias para startups, inclusive no setor de seguros, fornecendo insights para Data Analytics e Inteligência Artificial.
“A MetLife é uma empresa que entende a tecnologia como habilitadora de novas experiências e de um modelo de negócios cada vez mais conectado com as necessidades das pessoas. Quero contribuir com o propósito de ampliar essa visão, integrando inovação, dados e empatia para impulsionar a evolução digital da companhia e entregar valor real para clientes, parceiros e colaboradores”, afirma Marcelo Vighi, CIO da MetLife Brasil.
Formado em Gestão de Negócios e Estratégia e com Mestrado Profissional Internacional pela Unisinos e Université de Poitiers, Vighi também concluiu o programa executivo Leading Change and Organizational Renewal da Stanford Graduate School of Business, nos Estados Unidos.
Com essa nomeação, a MetLife reforça seu compromisso com a transformação digital, a eficiência operacional e a experiência do cliente, pilares estratégicos do plano de crescimento da companhia no país.
Aos poucos, o Brasil está deixando de ser um país jovem. Dados do IBGE indicam que a população com mais de 60 anos já ultrapassa 33 milhões de pessoas — o dobro do que havia há uma década. A previsão é que, em 2070, 37,8% dos brasileiros sejam idosos, e a expectativa de vida chegue a 83,9 anos. Mas, junto com a conquista de viver mais, vem um alerta: o desafio de viver melhor.
Durante o XVII Fórum da Longevidade, promovido pela Bradesco Saúde e pela Bradesco Vida e Previdência, em São Paulo, o tema “Longevidade em Movimento” trouxe uma mensagem direta: envelhecer com qualidade depende de atitudes no presente. Mesmo com tanta informação disponível e acesso crescente a programas e recursos de saúde, o Brasil ainda registra índices alarmantes de sedentarismo e obesidade — cerca de 70% da população. O resultado é preocupante: os brasileiros passam, em média, nove anos precisando de ajuda para viver antes da morte, enquanto na Coreia do Sul esse período é de apenas três anos.
Quatro capitais da longevidade
O médico gerontólogo Alexandre Kalache, referência mundial em envelhecimento saudável, lembra que a longevidade é um projeto de vida que deve começar cedo. “Para chegar aos 100 anos com qualidade, é preciso acumular quatro capitais”, ensina. O primeiro é o capital de saúde, que deve ser cultivado desde a juventude: alimentação equilibrada, sono adequado, atividade física e prevenção de doenças são pilares inegociáveis.
O segundo é o capital do conhecimento. “Vivemos uma era de transformação tecnológica e social acelerada. Aprender continuamente é o que nos mantém mentalmente ativos e preparados para as mudanças”, afirma.
O terceiro é o capital social, formado pelas relações e redes de apoio que sustentam a vida emocional e prática na velhice. “Todos nós, em algum momento, precisaremos de cuidados. É preciso refletir: quem vai cuidar de você?”, questiona Kalache.
E, por fim, o capital financeiro, que garante autonomia e segurança. “Envelhecer com dignidade exige estabilidade material — ter um teto, conforto, acesso a medicamentos e renda suficiente para manter o bem-estar”, conclui.
Viver mais não basta: é preciso viver melhor
Para o preparador físico e especialista em qualidade de vida Marcio Atalla, o prolongamento da vida é uma vitória da medicina e da sociedade, mas traz um novo desafio: transformar longevidade em vitalidade. “Estamos vivendo mais, mas não necessariamente melhor. Os anos vividos com autonomia não acompanham o aumento da expectativa de vida”, alerta.
Atalla lembra que o autocuidado é intransferível. “Não adianta esperar por soluções milagrosas ou medicamentos que substituam o que o corpo precisa. Atividade física, alimentação equilibrada, sono e vínculos sociais são os verdadeiros pilares da longevidade saudável”, resume.
Ele reforça que o exercício físico é o mais poderoso remédio preventivo. Caminhar, nadar ou pedalar são atividades capazes de retardar a perda cognitiva e até proteger contra demências. Pesquisas da UFRJ mostram que o hormônio irsina, liberado durante o exercício, pode reverter a perda de memória — algo que nenhum medicamento conseguiu fazer.
Além do impacto cerebral, manter a força muscular é determinante para a autonomia. “Pernas fortes significam independência na velhice. Elas garantem equilíbrio, circulação adequada e diminuem o risco de quedas — uma das principais causas de morte entre idosos”, diz Atalla.
Ele explica que massa e força muscular não são sinônimos: “Ter músculos grandes não garante potência. É preciso trabalhar resistência e movimento constante das pernas.” Mesmo quem foi sedentário a vida inteira pode mudar essa trajetória. “Nunca é tarde para começar. Cada escolha conta para determinar como viveremos o tempo que temos”, conclui.
Atalla lembra o empresário Abílio Diniz, que faleceu aos 87 anos, como exemplo de longevidade ativa. “Ele viveu de forma plena, com autonomia e vitalidade. Desde jovem, praticava esportes e incentivava hábitos saudáveis. Cuidar da saúde não garante viver mais, mas garante viver melhor”, afirma. Para o especialista, o legado de Abílio é a prova de que qualidade de vida é resultado de disciplina e autocuidado.
O desafio financeiro do envelhecimento
A planejadora financeira Ana Leone chama atenção para um outro tipo de desequilíbrio: o financeiro. “Estamos vendo uma geração de pessoas com mais de 60 anos que não consegue viver com os recursos que acumulou. Muitos continuam trabalhando ou dependem da ajuda dos filhos”, lamenta.
Ela observa que o rápido envelhecimento da população criou dois grupos distintos: os que planejaram desde cedo e os que nunca conseguiram ou quiseram pensar no futuro. “Mas, independentemente do grupo, todos enfrentam o mesmo desafio: fazer o dinheiro durar mais do que eles.”
Mesmo aqueles que se planejaram sentem o peso da inflação, do aumento dos custos de saúde e da longevidade. “O dinheiro que parecia suficiente há 30 anos já não garante a mesma segurança”, observa Ana.
Para ela, envelhecer com tranquilidade depende de preservar três capitais: o social, mantendo relações saudáveis e redes de apoio; o da saúde, como pilar central; e o financeiro, construído com disciplina e planejamento cotidiano. “Cuidar das finanças é cuidar de si mesmo. É um ato de amor próprio e de responsabilidade com quem virá depois”, resume.
O futuro já começou
O Fórum da Longevidade reforçou um consenso entre os especialistas: o envelhecimento populacional é um fenômeno irreversível, e o Brasil precisa agir agora. Não se trata apenas de aumentar a expectativa de vida, mas de ampliar os anos vividos com autonomia e propósito.
Como resume Alexandre Kalache, “a questão não é viver até os 100 anos, mas viver os 100 com qualidade”. Para isso, será necessário rever prioridades — tanto individuais quanto coletivas —, transformar hábitos e compreender que a longevidade é uma construção diária.
Em um país que envelhece rápido e ainda lida com altos índices de doenças crônicas e baixa educação financeira, cuidar do corpo, da mente e do bolso é, mais do que nunca, uma questão de sobrevivência — e de esperança.
A programação contou apresentação de Cissa Guimarães, música de Zezé Motta, alerta da médica e pesquisadora da Fiocruz, Margareth Dalcomosobre, sobre novas pandemias, Ashton Applewhite, que defendeu que a longevidade é um direito e que o etarismo precisa ser combatido, e homenagens acoreógrafa e diretora Dalal Achcar e a atriz e escritora Beth Goulart, além da cerimônia de encerramento com Tony Ramos e Denise Fraga.
Executivos do grupo Bradesco Seguros da área de vida e previdência, saúde, seguros patrimoniais subiram ao palco para comentar como o grupo tem pensado na inclusão de seguros, ofertando produtos aderentes a sociedade, inclusive para o público 50+ e empreendedores.
No encerramento do coquetel, Alexandre Kalache autografou o livro “A revolução da longevidade”, que celebra os 80 anos de vida e 50 anos de dedicação do médico gerontólogo.
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