Seguros como setor estratégico para a América Latina e Espanha em debate na Conferência 100% Seguro

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Fonte: CNseg

Impactos da pandemia, inovações tecnológicas e o futuro do setor segurador em três diferentes países (Brasil, Bolívia e Espanha) foram os temas do painel que reuniu, nesta sexta-feira (19/03), o Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras e da Comissão Regional Sul da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES), Marcio Coriolano, o Presidente da FIDES, Rodrigo Bedoya, e a Presidente da Unión Española de Entidades Aseguradoras y Reaseguradoras (Unespa), Pilar González de Frutos. O vídeo está disponível na integra no canal da Conferência.

Espanha, Brasil e Bolívia ocupam postos distintos no campo da inovação, mas a tendência é de forte aceleração dos recursos tecnológicos para a transformação digital do setor, concordam os três dirigentes. Marcio Coriolano ressaltou a celeridade do setor ao realizar a mudança para o ambiente digital assim que foi declarada a pandemia pela Organização Mundial da Saúde, em março de 2020. “Em uma semana ou menos todos os nossos colaboradores estavam trabalhando no regime de home office, sem perda da eficiência operacional. A digitalização já era uma tecnologia embarcada no setor segurador brasileiro”, afirmou Coriolano.

A Espanha, integrante da União Europeia (UE),  promove avanços significativos nos marcos regulatórios em favor da digitalização, “algo que vai ocupar os executivos de seguros na sua consecução pelos próximos anos”, assinalou Pilar de Frutos.  A Presidente da Unespa citou dois exemplos que asseguram o crescimento exponencial da digitalização do setor segurador espanhol. Um deles é a recente lei de sandboxregulatório para promover avanços das insurtechs no seu País, aprovada pelo órgão de supervisão do mercado espanhol. O outro são as diretrizes da Europa Digital – programa do Conselho Europeu para ampliar a digitalização de todos os setores econômicos com leis específicas para ampliar o crescimento e a resiliência econômica da UE, sobretudo diante de eventos atípicos como pandemias ou mudanças climáticas. 

Na Bolívia, segundo o Presidente da Fides, o setor trocou de patamar em termos de imagem institucional, passando a incluir-se entre as atividades mais modernas e de vanguarda após sua guinada digital ocorrida durante a crise sanitária, o que foi fundamental para manter as operações de atendimento aos segurados e corretores por meio virtual. Ao mesmo tempo, explicou Bedoya, os avanços tecnológicos adotados pelas seguradoras são transformadores sobre seu modus operandi e um caminho sem volta para racionalizar custos administrativos. Para Rodrigo Bedoya, será o fim do ciclo de seguidas viagens corporativas, participação em congressos e trabalho presenciais, dados os custos elevados. “A indústria de seguros da Bolívia não voltará a ser a mesma da fase pré-pandemia”, assegura o Presidente da Fides.

Para Marcio Coriolano, tal como na Espanha, o sandbox também já é uma realidade, porém ele vê as insurtechs não como concorrentes, mas como serviço complementares. Não fosse a tecnologia de transações remotas, segundo ele, a severidade da pandemia seria ainda maior no setor. Embora o setor tenha fechado o ano com alta nominal de 1,3%, com receita de R$ 274 bilhões, o crescimento real foi negativo em 1,6%, e os ramos e modalidades de seguros apresentaram desempenho heterogêneo entre si. Algo que tem relação direta com o tamanho do tombo do PIB do Brasil em 2020 (-4,1%), que retrocedeu aos níveis de 2017, porque o setor de serviços, que responde por 70% do produto interno, foi o mais atingido pelas regras de restrições à mobilidade urbana e ao funcionamento dos estabelecimentos. “O agronegócio foi o segmento que impediu uma queda mais pronunciada do PIB”, informou Marcio Coriolano.

Enquanto o Brasil e a Espanha já contam com leis que tratam do sandbox regulatório- ambiente experimental para avaliação de projetos inovadores de seguros, focados em tecnologia e redução de custos aos consumidores-, a Bolívia convive com um descompasso entre o marco regulatório e as ações voluntárias de inovação das seguradoras. “A Bolívia está muito atrasada em termos de normativo atualizado de digitalização do setor. Isso impede o avanço do setor no campo da inovação porque há o limite regulatório. Embora a migração digital tenha sido vital para o mercado boliviano na pandemia, não há salvaguardas legais para a continuidade das operações virtuais”, conta Rodrigo Bedoya, citando, como exemplo, a proibição de venda de seguros por meios remotos.

Os três dirigentes avaliaram os efeitos das big techs no setor, com a Presidente da Unespa destacando a necessidade de haver regras iguais para todos os players, a guinada digital e sua repercussão nos canais de distribuição, com um possível “perde e ganha” dos corretores para os produtos massificados e maiores espaços nos seguros de maior complexidade, como os de grandes riscos. No Brasil, Marcio Coriolano informou que os corretores deverão incorporar novas tecnologias à rotina de trabalho, investir na qualificação contínua para oferecer soluções adequadas a clientes empobrecidos pela pandemia e olhar de vez para o segmento de baixa renda da população como caminhos para manter o protagonismo na distribuição.    

Para todos, o setor de seguros demonstrou mais uma vez sua importância para tornar as economias mais resilientes, seu caráter estratégico, tornando-se o endereço preferencial de proteção contra inúmeras incertezas, que vão de riscos de novas pandemias à severidade e frequência das mudanças climáticas.

MAG Seguros lança projeto para corretores em parceria com a Fenacor

Fonte: MAG Seguros

Pensando em expandir as possibilidades de vendas dos corretores, a MAG Seguros, seguradora especializada em seguro de vida e previdência com mais de 186 anos de atuação ininterrupta no Brasil, apresenta ao mercado um novo projeto, em parceria com a Fenacor. A iniciativa, anunciado durante o Conexão Fenacor/Sincor, tem como objetivo formar esses profissionais também como agentes financeiros. Agregando, dessa forma, ao portfólio de Vida e Previdência, os Fundos de Investimento, gerando mais oportunidade de negócios. 

Por meio da MAG Universidade, em conjunto com a Escola de Negócios e Seguros, serão disponibilizadas trilhas voltadas ao desenvolvimento de produtos de Vida, Previdência e Soluções de Investimento. Os conteúdos poderão ser encontrados no hub digital da seguradora e todo o treinamento será 100% digital, sendo três modalidades ao total: Essencial em Vida, Previdência e Investimentos; Especialista em Vida e Previdência; e Especialista em Investimentos. Na plataforma também será possível fazer vendas remotas e a gestão da carteira de clientes. 

A ideia do programa surgiu após a seguradora analisar o mercado brasileiro e compará-lo com países desenvolvidos. Com a pandemia, as pessoas perceberam a importância de se planejarem financeiramente e, com isso, surgiram muitas dúvidas sobre quais caminhos seguir. “Em paralelo, temos muitos corretores e agentes de seguros especializados em entender as necessidades de cada indivíduo e pensar no melhor plano para eles. Então, por que não ampliar esse leque de atuação e torná-los também consultores financeiros?”, explica Helder Molina, CEO da MAG Seguros. 

Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos há, aproximadamente, 1,3 milhão de agentes financeiros e 150 mil corretores e agentes de seguros. Já no Brasil, existem 10 mil agentes financeiros e 90 mil corretores e agentes de seguros. Quando analisado o planejamento financeiro dos brasileiros, dos mais de R$ 5 trilhões da indústria brasileira de fundos, cerca de 80% ainda estão em grandes instituições financeiras, onde o investidor tem pouca assessoria especializada. Além disso, quase R$ 1 trilhão ainda está na caderneta de poupança, sendo a aplicação com um dos menores retornos na atualidade. “Isso reflete uma grande oportunidade para que os corretores ampliem suas atuações para ofertas de soluções de planejamento financeiro ainda mais completas. Existe um grande público em potencial no País que está buscando novas formas de investimento, mas com dúvidas sobre por onde começar”, completa Alfeo Marchi, diretor de Mercado da MAG Seguros 

Chubb faz oferta para comprar Hartford por US$ 23,2 bilhões

chubb compra hartford

Com agências internacionais

A Chubb fez uma oferta para comprar a Hartford Financial Services Group Inc, em um negócio de US$ 23,24 bilhões em dinheiro e ações. A oferta de US$ 65 por ação da Chubb representa um prêmio de 13,2% em relação ao último fechamento de Hartford de US$ 57,41. A Hartford confirmou, mas não revelou os detalhes financeiros da oferta.Em comunicado, a Chubb disse que ainda não recebeu uma resposta da Hartford à sua proposta, acrescentando que mesmo que um acordo seja fechado, seus termos, estrutura ou prazo não podem ser garantidos.

Chubb está presente no Brasil, se destacando como uma das principais seguradoras de grandes riscos e apólices de proteção de responsabilidade civil. O grupo Hartford já esteve presente no Brasil, numa associação com a Icatu Seguros em 1996, desfeita em 2009, quando o grupo americano deixou o país.

Se concluído, este será o maior negócio realizado no setor de seguros desde a aquisição da Willis Towers Watson por US$ 30 bilhões pela Aon Plc no ano passado, e o maior no segmento de seguros de danos, ou Property & Casualty (P&C), dos EUA desde que a Chubb foi criada em sua forma atual em janeiro de 2016, quando a ACE Ltd a comprou por US$ 28,5 bilhões.

Em uma nota, os analistas do Wells Fargo consideram a franquia de seguros para pequenas empresas da The Hartford a principal atração para a Chubb, que atualmente se concentra na cobertura de empresas de médio e grande porte. A Chubb tem cerca de US$ 9,4 bilhões de capital excedente para financiar qualquer transação. Segundo cálculos dos analistas, o preço da Hartford gira em US$ 30 bilhões.

A pandemia de coronavírus está remodelando o setor de seguros e a consolidação pode ajudar a cortar custos após perdas substanciais em 2020. O CEO da Chubb, Evan Greenberg, alertou em abril do ano passado que a pandemia provavelmente geraria a maior perda isolada na história do setor. A seguradora registrou US$ 1,19 bilhão em perdas relacionadas à pandemia em 2020.

As seguradoras P&C também enfrentaram perdas significativas por catástrofes em 2020 de incêndios florestais nos estados do oeste e a temporada de furacões mais ativa já registrada no Atlântico. Combinados com reivindicações associadas a distúrbios civis, essas perdas superam os ganhos de menos pedidos de indenizações em automóveis, já que as pessoas usaram menos o carro por causa da pandemia, disse a Fitch Ratings em um relatório na quinta-feira.

A Chubb, que registrou US$ 41 bilhões em prêmios emitidos brutos no ano passado, também oferece seguro de acidentes pessoais e saúde suplementar, bem como seguro de vida, em 54 países e territórios.

Fundado em 1810, o Hartford relatou US$ 17,3 bilhões em prêmios totais no ano passado. A empresa oferece cobertura para acidentes de trabalho, gestão e responsabilidade profissional e outras áreas especializadas, incluindo risco político.

A Hartford vendeu ao jogador de beisebol Babe Ruth uma apólice de seguro em 1920 para proteção contra invalidez e também segurou a única casa que Abraham Lincoln já possuiu. As raízes da Chubb remontam a 1882, quando Thomas Caldecot Chubb e seu filho Percy abriram seu negócio de subscrição marítima na cidade de Nova York.

Eduardo Toledo assume presidência da Abecor

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A Associação Brasileira das Empresas de Corretagem de Resseguros – ABECOR empossa a nova diretoria que atuará na gestão 2021 – 2023. A nova gestão conta com membros da diretoria anterior e, também, novos executivos renomados do setor de seguros e resseguros.

“O intuito dessa nova gestão é difundir cada vez mais a “ferramenta” do Resseguro, objetivando o crescimento do nosso mercado. Queremos atrair cada vez mais novas empresas e profissionais, para ingressarem neste mercado fascinante que é o Resseguro. Para isso, vamos intensificar a atuação da ABECOR com cursos profissionalizantes, parcerias internacionais, eventos on-line e alianças estratégicas com empresas do setor”, explica Eduardo Toledo, atual presidente da entidade.

Conheça a nova diretoria:

Presidente – Eduardo Toledo, Diretor Presidente da Som.us do Brasil.
Vice-Presidente – Paula Lopes, Líder de Placement Global LAC na Marsh & McLennan.
Diretor Administrativo – Luciano Scatamacchia, Diretor de Operações da da Som.us do Brasil.
Diretor Técnico – Paul Conolly, CEO da Carpenter Marsh Fac no Brasil
Diretor Comercial – Paulo Esteves Viveiro, presidente da THB Re Corretora de Resseguros.

AXA anuncia novidades do seu programa de relacionamento com corretores

Fonte: AXA

A AXA no Brasil lançou a nova proposta de valor do AXA Experience Club, programa de relacionamento com corretores da seguradora. Em cinco eventos online realizados ontem (17/03), a companhia reuniu executivos e lideranças para apresentar os benefícios, as campanhas de incentivo e os eventos preparados para cada perfil de corretor.

“Nosso objetivo é proporcionar sempre as melhores experiências de negócio e de relacionamento, dois pilares fundamentais da nossa parceria com os corretores. Estamos confiantes que 2021 tem tudo para ser um ano de grandes resultados, e a nova proposta de valor do nosso Experience Club vem amarrar estrategicamente tudo isso oferecendo ao corretor insumos, capacitação e benefícios especiais, além de reconhecimento por sua atuação e por desenvolver cada vez mais seus negócios com a gente” afirma Igor Di Beo, vice-presidente de Subscrição, Comercial e Marketing da AXA no Brasil.

No leque de benefícios e vantagens oferecidos ao corretor, estão a antecipação de comissão, condições comerciais diferenciadas, conteúdos exclusivos sobre produtos e novidades, além de eventos com participação dos principais executivos da companhia. Ainda, foi lançada a Campanha Top Club, com ações de incentivo trimestrais e viagens anuais para corretores com os melhores índices de desempenho na companhia.

A nova proposta do programa, que foi criado em 2019, abrange um número maior de corretores parceiros e possibilita que os parceiros atinjam novos patamares de benefícios conforme sua produção e relacionamento com a companhia. Para animar os encontros virtuais, os participantes tiveram a oportunidade de ganhar uma camisa oficial do Liverpool, time de futebol inglês que é patrocinado pelo Grupo AXA.

CNseg traça perfil de micro e pequenas empresas no Brasil

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Fonte: CNseg

A ampliação da contratação de seguros pelas Micro e Pequenas Empresas (MPE) motivou a Comissão de Inteligência de Mercado (CIM) da CNseg a produzir um estudo a partir dos diversos perfis de empresas existentes neste segmento. A falta de conhecimento dos produtos oferecidos (e de sua relevância) aos micros e pequenos negócios e a elevada taxa encerramento desse tipo de empresa são algumas das razões que dificultam as vendas potenciais de proteção.  

A CIM dividiu o estudo em duas fases, sendo a primeira focada no mapeamento e no melhor conhecimento do perfil das MPE. Na segunda fase, ainda em desenvolvimento, o objetivo é realizar uma abordagem sobre os produtos oferecidos pelo setor de seguros para as MPE. Com este estudo, a CNseg pretende ajudar o setor de seguros na definição das estratégias mais assertivas para aumentar a taxa de penetração dos seguros voltados para esse segmento.    

Os resultados da primeira fase do estudo mostram que antes de empreender, os proprietários de MPE já possuíam alguma experiência profissional. No entanto, as motivações de empreender para os Microempreendedores Individuais (MEI) estão concentradas na necessidade de obter uma fonte de renda ou de tornarem-se independentes. Já as Microempresas e Empresas de Porte Pequeno (EPP) se baseiam em experiência ou conhecimento na área.  

“Com esse primeiro estudo, entendemos, por exemplo, que a região Sudeste concentra 51% das MPEs brasileiras. O comércio é o principal setor de atuação, com 42%, seguido de serviços, com 37%. São informações que podem contribuir para o desenvolvimento de coberturas mais assertivas e que atendam às necessidades desse nicho”, afirmou Paula Gesta, uma das integrantes do grupo de trabalho que elaborou o estudo.  

Atualmente, há cerca de 16,9 milhões de micro e pequenas empresas no Brasil (desconsiderando os produtores rurais e artesãos). Desse conjunto, aproximadamente 9,8 milhões estão concentradas no perfil de MEI; 6,3 milhões são ME; e cerca de 786 mil categorizadas como EPP, segundo o DataSebrae. As três categorias de empresas são definidas pelo faturamento bruto anual. Para ser classificada como MEI, por exemplo, a empresa deve ter um faturamento anual inferior a R$ 81 mil e um faturamento mensal médio de até R$ 6.750.  

Observa-se, também, a alta dependência da renda familiar dos proprietários de MPE para a atividade empreendedora (76% dos MEI; 69% dos ME; 73% das EPP), o que pode representar um risco para o negócio, mas também uma oportunidade para o setor de seguros oferecer produtos voltados para proteção da renda. Outra questão que também pode ser traduzida em oportunidade é a tendência das operações das MPE ocorrerem com mais frequência em estabelecimentos comerciais/industriais e menos na casa dos proprietários, abrindo caminho para a ampliação do seguro empresarial.  

Outro ponto interessante identificado na primeira fase do estudo é que as maiores taxas de crescimento no número de MPE ocorrem em períodos de baixa do PIB, indicando que os indivíduos, principalmente aqueles que perdem seus empregos, buscam empreender pela necessidade de obter uma nova fonte de renda. Como evidência dessa constatação, o fato de que, conforme dados no Ministério da Economia, em meio à pandemia e à crise gerada, até o terceiro trimestre de 2020, houve um aumento de 8,4% no número de MEI em relação a 2019, totalizando mais de 11 milhões de empreendedores individuais ativos.  

O estudo segue avançando e, na segunda fase, está abordando a oferta de seguros voltados exclusivamente para o público MPE, como também, o panorama da penetração dos seguros para este público.  

>> Clique aqui para ler a íntegra da primeira fase do estudo 

Livro Faces of Insurance #2: Dialogar para Navegar traz à tona a trajetória de Jayme Garfinkel 

Fonte: MDS

Já está disponível a versão digital do livro Faces of Insurance #2: Dialogar para Navegar. Fruto de uma conversa com o CEO global da RCG, Jorge Luzzi e com introdução do CEO do Grupo MDS, José Manuel Dias da Fonseca, a publicação vai muito além de biografia inspiradora de Jayme Garfinkel e seu notável sucesso empresarial. Trata-se de um livro que registra a personalidade, o caráter e as convicções do grande nome por trás da seguradora Porto Seguro.  

Alicerces da trajetória 

Ao longo da obra, Garfinkel, que é engenheiro civil de formação, conta como decidiu adentrar o universo dos seguros para seguir os passos de quem ele mais admirava: Abrahão, seu pai. O executivo relembra que, desde os primórdios, a relação da Porto Seguro com os corretores e clientes sempre foi de carinho, cuidado e sensibilidade e, portanto, a soma entre trabalho e empatia foi um dos principais fatores que levaram ao crescimento da companhia.  

O nome do livro, por sua vez, vem da importância que Jayme dá para a máxima “falar menos e ouvir mais”, colocando o diálogo como forma de encontrar a melhor solução possível para qualquer situação. Tais características são igualmente herdadas dos ensinamentos de Abrahão, que disseminou uma filosofia de dedicação e canais abertos de comunicação. 

Causas e inspirações 

Na obra Faces of Insurance #2: Dialogar para Navegar, o leitor tem a chance de descobrir algumas das adversidades vencidas por Jayme Garfinkel e conhecer o lado humano que o guia e faz a diferença para todos os que dependiam e dependem de suas decisões. Além disso, a publicação evidencia o desejo de transformação de Jayme e as ações empreendidas pelo executivo como forma de colaboração com a educação brasileira: programas como o Educação Parceira e a Associação Crescer Sempre, trabalhos sociais como a Ação pela Paz e muitas outras iniciativas junto a entidades sem fins lucrativos marcam a história do líder e abrem portas para crianças, jovens e diversos outros grupos que necessitam de amparo ou ressocialização. 

Faces of Insurance #2: Dialogar para Navegar está disponível para download pelo site: https://www.mdsgroup.com/pt/faces-of-insurance-collection/dialogar-para-navegar/ 

A COLEÇÃO FACES OF INSURANCE  

A coleção Faces of Insurance apresenta a história de vida e as experiências inspiradoras de algumas das figuras mais influentes do mercado global de seguros. Já são quatro livros dedicados a quatro grandes nomes: Ralph Mucerino, Jayme Garfinkel, Pierre Sonigo e James W. Cristal. 

A publicação é lida por executivos do mercado segurador e líderes de diversos segmentos e, por meio deste e de outros títulos publicados, a ideia do Grupo MDS é disseminar cultura e conhecimento acerca do mundo dos seguros.  

MAPFRE investe no atendimento a clientes por WhatsApp

Fonte: Mapfre

Para trazer mais agilidade à prestação de serviços a clientes, a MAPFRE estendeu seus atendimentos ao WhatsApp. Pelo novo canal é possível solicitar assistência 24 horas, 2ª via de documentos e acompanhar processos de sinistros. 

O atendimento é feito por profissionais especializados nos produtos Auto e Residencial que estão aptos para responder em ambiente seguro todas as dúvidas do segurado. 

“A iniciativa dá mais autonomia ao cliente para que ele contate a empresa por meio do seu canal preferencial e, ao mesmo tempo, facilita a solução de suas necessidades. Essa ação reforça o posicionamento da MAPFRE de proximidade com o cliente, contribuindo para uma experiência positiva, ágil e de fácil acesso“, afirma Roberto Junior de Antoni, diretor geral de Operações da MAPFRE. 

O atendimento por APP também se estende a distribuidores e corretores e ocorre por meio do número (11) 4004-0101, todos os dias da semana, 24 horas por dia. 

CAPEMISA Seguradora adota teletrabalho em definitivo

Um time de mais de 280 pessoas da matriz da Empresa que encontrou sintonia e resultados com o regime de trabalho remoto. Esse é o balanço que a CAPEMISA Seguradora faz em 2021 sobre seus 11 meses com o novo modelo organizacional. Trazido pela pandemia de covid-19 no início de 2020, mostrou-se seguro, produtivo e é apontado como definitivo.

“O teletrabalho é hoje o caminho da empresa. Mesmo com as vacinas e término desse momento de isolamento social, a decisão corporativa é cada pessoa trabalhando da sua casa. Teremos bases fixas apenas em nossas filiais pelo Brasil. A sede do Rio também funcionará como base de apoio,  para reuniões ou apresentações que necessitem de mais infraestrutura. Mas a maior parte das ações será feita em modelo remoto”, explica Patrícia Pacheco, especialista em Recursos Humanos da CAPEMISA Seguradora.

Ela destaca que a empresa manterá seu apoio aos colaboradores com o serviço de atendimento especializado e confidencial para orientações psicológicas, financeiras e até sobre questões jurídicas. “Essas ações seguirão como já foi iniciado em 2020, quando, por exemplo, conseguimos realizar a vacinação da gripe para os colaboradores de 60 anos, nas residências dessas pessoas, além de todos os outros e seus familiares, que foram até a matriz para receber a vacina. Esse olhar e abordagem de cuidados seguirão atentos”, completa Patrícia.

A empresa fez três pesquisas de acompanhamento antes de tomar a decisão final. As análises da pesquisa focaram em adaptabilidade, enfrentamento da empresa ao  covid-19 e o processo de mudança para o teletrabalho.“O retorno que tivemos dos colaboradores vai muito além do ganho de qualidade de vida. Temos casos de pessoas que mudaram para outros estados mais perto de suas famílias; funcionários que estão realizando o sonho de comprar sua casa própria em cidades em que o custo de vida é menor que no Rio de Janeiro, etc”, destaca.

O investimento em tecnologia é outro pilar que possibilitou a mudança. Patrícia conta que o processo de transformação digital corporativa foi acelerado e que nenhum projeto ou negócio importante para o crescimento da companhia foi descontinuado. Esse contexto gerou rápida adaptação dos colaboradores para o teletrabalho. “Esse esforço consistente nos permitiu uma revisão completa em nossos processos, buscando a otimização e agilidade de resposta em todas as áreas do negócio”, descreve.

Esse novo modelo dá segurança aos gestores das áreas, que trabalham com uma nova proposta de gerenciamento baseado na meritocracia. São ações direcionadas pelo programa “Gestão para Resultados” da CAPEMISA Seguradora e CAPEMISA Capitalização. Há um trabalho com indicadores e metas alinhados com o planejamento estratégico da empresa.

Informação e conhecimento também são incentivados. “Oferecemos palestras ao vivo com consultoria especializada no tema e adquirimos cursos que ficam disponíveis no Educ@p, nossa plataforma de educação digital novas contratações foram possíveis”, relata. Segundo ela, hoje um colaborador pode gravar e rever uma reunião pelas ferramentas da empresa.

Os colaboradores contam com flexibilidade da carga horária na jornada diária. Não há controle de acessos e os horários de entrada, almoço e saída são acompanhados por cada gestor com a sua equipe. “Estamos pautados na confiança e acompanhamento do que deve ser feito pelas áreas”, explica Patricia.


Contratação: uso de tecnologia sem abrir mão da integração

Todo o processo de contratação foi redesenhado para as boas vindas e a adaptação à nova realidade do teletrabalho. Existem colaboradores que não se conhecem pessoalmente, mas sua integração é feita pela ferramenta de videoconferência, reuniões de aculturamento e encontros informais virtuais, como um happy hour que se transforma em bate papo e troca de informações.

Com base nessa evolução tecnológica e das novas práticas de gestão,  Mauricio Gonçalves, novo colaborador da Empresa, foi contratado. Carioca, ele mudou-se para Macapá, capital do Amapá, para ficar mais próximo de sua família e ter mais qualidade de vida. De lá, em agosto, fez entrevistas e foi admitido pela CAPEMISA como analista contábil.

Ele conta que teve um processo de integração tranquilo com sua equipe. Segundo Mauricio, o teletrabalho contribui com foco nas ações e objetividade no cotidiano. “Posso viver numa cidade mais calma que o Rio, e ao mesmo tempo com um ambiente corporativo como o da segunda maior metrópole do país. A organização da equipe e a gestão das tarefas favorecem a uma adaptação a essa nova realidade que acho surpreendente”, explica. 

Susep revoga 274 normas e avança na simplificação e modernização do setor

Simplificar a regulação dos mercados. Este é um dos objetivos estratégicos definidos pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para o quadriênio 2020-2023. Agindo em conformidade com o Decreto nº 10.139/2019, que instituiu o chamado revisaço, a Susep vem cumprindo a diretriz e tornando seu arcabouço regulatório mais simples e flexível.  

Até o momento, 274 atos normativos já foram revogados no âmbito do revisaço, resultado do esforço mantido pelas equipes da Susep para promover a adequação do arcabouço normativo e a simplificação regulatória do mercado de seguros, atendendo aos preceitos da Lei de Liberdade Econômica. Tal empenho, iniciado em 2020, terá continuidade nos próximos meses. Até fevereiro de 2021, foram revogadas 92 resoluções, 5 instruções normativas, 15 deliberações e 162 circulares. Os números representam redução de cerca de 37% do estoque regulatório, que era de aproximadamente 730 atos normativos em janeiro de 2020.  

O trabalho de revisão do estoque regulatório está alinhado com os objetivos estratégicos definidos pela Susep para simplificar a regulação dos mercados e tornar o ambiente favorável ao desenvolvimento de um mercado competitivo, inovador e com maior cobertura. Assim, a Autarquia visa tornar o setor mais competitivo, transparente e acessível à população, atrair novos players para o mercado, ampliar a penetração dos produtos e serviços no país e trazer mais inovação ao setor de seguros no Brasil. 

Além do amplo processo de simplificação regulatória, o Sandbox Regulatório está contribuindo decisivamente para os objetivos estratégicos citados. A iniciativa está viabilizando a entrada de novas empresas no mercado, com regras mais flexíveis e facilidade para inovar.  

O projeto de inovação da Susep selecionou 11 projetos que propõem novas tecnologias ou processos inovadores que poderão atuar, por até três anos, com condições especiais, limitadas e exclusivas no setor de seguros. Veja mais informações aqui.