Europ Assistance fecha parceria em Telemedicina com Bradesco Vida e Previdência

Fonte: Europ Assistance

A Europ Assistance vai atender Bradesco Vida e Previdência em telemedicina. Essa modalidade de atendimento passa a fazer parte das assistências adicionais ofertadas pela Bradesco Vida e Previdência. Esse produto, em tempos de pandemia Covid-19, tem grande potencial junto a corretores e clientes por contar com inúmeros benefícios tanto para os dependentes quanto para o segurado. A expectativa é que a base de beneficiários cresça 10% ao ano.

“Temos uma relação de sucesso com a Bradesco Vida e Previdência desde 2009, ofertando inúmeros assistência, como por exemplo, assistência funeral e cesta básica para seus segurados. Agora celebramos a chegada do Telemedicina que reforça o viés de comodidade e praticidade para atender as demandas do dia a dia e está alinhado com o nosso maior propósito: cuidar de pessoas. O produto traz um novo olhar para o seguro de vida, que passa a oferecer benefícios para o usuário utilizar mesmo quando não há um sinistro”, diz Rogerio Guandalini, diretor Executivo Comercial, de Marketing e Produtos da Europ Assistance.

Batizada de “Palavra de Médico”, a assistência oferecida pela Europ Assistance contempla a Orientação Saúde, que é acionada por livre iniciativa do beneficiário, e a Vídeo Consulta, quando o paciente é direcionado para o atendimento de um médico especialista.

No cenário de Covid-19, ter acesso a um serviço como esse evita, inclusive, que pacientes contaminados se dirijam aos espaços de saúde e permite ainda que eles possam começar, o quanto antes, seu processo de quarentena, sem entrar em contato físico com outras pessoas.

Dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) mostraram que, no ano passado, em meio à pandemia, as contratações individuais de seguro de vida cresceram 26,2% ante o ano anterior. Já nos dois primeiros meses de 2021, o número teve um aumento de 24,9% na comparação com o primeiro bimestre do ano passado.

Para Bernardo Castello, Diretor da Bradesco Vida e Previdência, contratar um seguro de vida faz parte de um planejamento que o brasileiro está assimilando. “A maioria das pessoas ainda associa o produto com uma situação de perda definitiva de uma pessoa querida. Mas o que estamos reforçando é que a maioria dos benefícios desse seguro pode ser usado em vida”, destaca o executivo.

Com custo-benefício extremamente atrativo, o segurado conta ainda com a possibilidade de incluir assistências opcionais que proporcionem maior segurança e suporte.

Como parte da estratégia da Bradesco Vida e Previdência de ampliar seu rol de serviços, além do Telemedicina, o acordo prevê a oferta das assistências Psicológica e Nutricional. A primeira oferece orientação e apoio de psicólogos e assistentes sociais em momentos delicados por meio de uma central de atendimento 24 horas. Já a segunda contempla serviços de orientação para uma alimentação saudável e mais qualidade de vida aos seus beneficiários, contemplando cadastro nutricional personalizado com perfil alimentar e opções de cardápio para o dia a dia, consulta calórica de alimentos e agenda de eventos esportivos, com informações atualizadas sobre as atividades esportivas previstas nas principais cidades do Brasil.

Lucro da Allianz avança 63,7%, para 4,8 bilhões de euros no 1º semestre de 2021

Oliver Batt CEO do Grupo Allianz (6)

O grupo Allianz registrou lucro liquido de 4,8 bilhões de euro no primeiro semestre deste ano, alta de 63% em comparação ao mesmo período do ano passado. O lucro operacional cresceu 36,7% e atingiu 6,7 bilhões de euros, impulsionado por todos os segmentos de negócio. O segmento de P&C (Ramos Elementares) registrou um resultado mais elevado na subscrição, ao passo que uma melhor margem de investimento levou a um aumento no lucro operacional em Vida/Saúde. Na Gestão de Ativos, o lucro operacional cresceu em função das receitas operacionais maiores e teve o apoio da disciplina nos custos. O aumento no lucro líquido atribuível aos acionistas foi impulsionado pelo crescimento do lucro operacional, bem como pelo resultado superior do investimento não-operacional.

“A Allianz teve um semestre muito bom e alcançou um crescimento de dois dígitos no lucro operacional. Nossos produtos e soluções tiveram uma demanda saudável”, afirma Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz. “Nessas últimas semanas, que foram marcadas por severas catástrofes naturais na Europa, eu fiquei orgulhoso por testemunhar a solidariedade e o engajamento de tantos representantes da Allianz.” 

“O 2º trimestre, mais uma vez, destaca o forte desempenho subjacente da Allianz, o qual refletiu em todos os números financeiros. Estou contente por nossas empresas estarem entregando resultados tão bons e por estarmos crescendo, com lucro”, diz Giulio Terzariol, CFO do Grupo Allianz.  “Com base nisso, estamos confiantes quanto ao 2º semestre de 2021 e nossa expectativa agora é chegar a um lucro operacional acima da meta estabelecida.” 

Seguro de Ramos Elementares P&C: forte lucro operacional

“Estou satisfeito com o foco contínuo na disciplina de subscrição e na produtividade em nosso segmento de P&C. Nosso balanço está forte e somos um parceiro confiável para nossos clientes”, aponta Giulio Terzariol. “Apesar de termos assistido no 2º trimestre a um elevado índice de catástrofes naturais, o qual se manteve no 3º trimestre, estou confiante de que o segmento P&C contribuirá com um saudável lucro operacional para os resultados do Grupo.”

No primeiro semestre de 2021, as receitas totais atingiram 33,6 bilhões de euros. Com a correção para efeitos de transposição de moeda estrangeira e consolidação, o crescimento interno totalizou 0,5%, impulsionado, sobretudo, por Ásia-Pacífico, Turquia e Austrália. Apesar da elevação nas perdas por catástrofes naturais, o lucro operacional cresceu consideráveis 32%, registrando 2,9 (2,2) bilhões de euros comparado ao mesmo período do ano passado. Isso foi causado por um resultado significativamente mais alto na subscrição, o que se deu, principalmente, à ausência de perdas relacionadas com a COVID-19. No geral, o Índice Combinado para o primeiro semestre aumentou em 3,2 pontos percentuais e ficou em 93,4 (96,7)%. 

Seguro Vida/Saúde: vendas saudáveis e forte criação de valor

“Nosso negócio em Vida/ Saúde vem apresentando muito bom desempenho. As vendas têm sido dinâmicas e vejo uma forte retomada em todos os nossos principais mercados”, diz Giulio Terzariol. “O valor dos novos negócios é excepcional e continuamos administrando ativamente nosso negócio vigente, que é a base para a lucratividade operacional sustentável no segmento de seguro Vida/Saúde.”

No primeiro semestre de 2021, o PVNBP aumentou para 39,2 (29,6) bilhões de euros, movido por uma recuperação nas vendas. O lucro operacional cresceu para 2,5 (1,8) bilhões de euros, em grande parte devido a uma margem de investimento melhorada.  A Margem de Novos Negócios aumentou para 3 (2,9)%, elevando o Valor dos Novos Negócios  para 1,2 (0,9) bilhão de euros.

Gestão de Ativos: lucro operacional com alta de 29% 

“Estou satisfeito com o nosso negócio de Gestão de Ativos, que continua entregando resultados muito bons, com um dos melhores trimestres em matéria de lucro operacional da sua história”, ressalta Giulio Terzariol. “Nosso foco continua centrado na superação do desempenho de investimento, nas entradas líquidas e na produtividade.”

No primeiro semestre de 2021, as receitas operacionais cresceram 9,8%, atingindo 3,8 bilhões de euros, como resultado das receitas mais elevadas impulsionadas por AuM, assim como por taxas de desempenho mais altas. Nossa relação custo-rendimento melhorou e foi para 59 (62,2)%.  O lucro operacional subiu 19,2% e chegou a 1,572 (1,319) bilhão de euros. Com os ajustes para os efeitos de translação cambial, o lucro operacional cresceu 27,8%. Entradas líquidas vultosas, efeitos da translação cambial, bem como efeitos de mercado favoráveis resultaram em um total de ativos de terceiros sob gestão da ordem de 1,830 trilhão de euros – um aumento de 118 bilhões ou 6,9%, comparado ao fim do ano de 2020. 

MAG Seguros debate sobre a importância do Planejamento Sucessório

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Fonte: MAG Seguros

Além da dor do luto que inúmeras famílias enfrentam quando perdem um ente querido, as pessoas ainda têm que lidar com as diversas burocracias de um inventário. Fora os transtornos que a sucessão patrimonial pode causar aos herdeiros, existem despesas adicionais com impostos e obrigações legais que param todo o processo. É fundamental estar preparado financeiramente para momentos como esses. 

Por isso, a MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, busca sempre reforçar a importância das ferramentas de planejamento sucessório, em especial o seguro de vida e a participação ativa na distribuição de bens após o evento de morte. Na última semana, a empresa reuniu especialistas no 8º episódio do Bate Papo na Web para debater o assunto. O webinar teve a mediação do superintendente Regional, Leandro Fortunato, e a participação dos convidados líderes das unidades de Uberlândia, Gabriel Ivo, e Amanda Riffel, de Blumenau. 

ITCMD pesa no inventário

O Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) é uma das principais despesas que cercam a cessão de patrimônio. Por isso, é preciso encontrar meios para driblar dessas cobranças de forma lícita. Algumas medidas são muito adequadas e devem complementar esses planejamentos, tais como seguro de vida, plano de previdência privada, conta conjunta, fundos imobiliários, testamento e transmissão do patrimônio em vida. 

No seguro de vida, por exemplo, o prêmio não entra no inventário e, portanto, não há incidência do ITCMD. Assim, a transferência de valores passa ser mais rápida e menos complicada. Já para pessoa jurídica, os sócios também podem contratar uma apólice, favorecendo a própria empresa – que adquire as cotas dos herdeiros do executivo falecido e providencia a redistribuição. “Quem ama protege e se eu posso proteger minha família com um planejamento bem feito, por que não fazer? O seguro de vida, por exemplo, proporciona liquidez e dá acesso a recursos para restabelecer a vida das pessoas que amo”, completa Ivo. 

Com relação aos planos de previdência privada, por eles não precisarem passar por inventários, estão isentos do imposto. Por isso, são opções inteligentes para proteger os herdeiros de gastos extras, por apresentar regras flexíveis. No entanto, é essencial analisar detalhadamente as propostas disponíveis no mercado, já que existem condições diferentes. 

Fundos imobiliários

Os fundos imobiliários, por sua vez, atendem a famílias que possuem muitos imóveis. Os herdeiros recebem cotas e podem negociá-las para ter acesso aos recursos financeiros e permitem venda ou locação, com a consequente distribuição dos rendimentos entre os favorecidos. 

Por fim, é possível ter conta corrente conjunta, em que filhos e cônjuges podem movimentar parte dos valores sem a necessidade de autorizações especiais. Testamento, que garante o destino dos bens de acordo com o desejo do titular, mas não elimina o inventário. E transmissão do patrimônio em vida, com cláusulas que garantam a manutenção dos poderes dos sucedidos de forma vitalícia ou até uma data previamente determinada. 

Para conferir a live

XP Inc. faz parceria com BTR Benefícios e Seguros e entra no segmento de saúde e benefícios

Fonte: XP

A XP Inc. anuncia a entrada em um novo segmento: o de saúde e benefícios. A empresa irá atuar em associação com a BTR Benefícios e Seguros, em um mercado com potencial estimado de R$ 220 bilhões ao ano em prêmios. O foco inicial de atuação são clientes pessoa jurídica de pequeno e médio porte. O início da operação está previsto para o quarto trimestre.

“O mercado de saúde é uma avenida de crescimento estratégica para a XP Inc.. Temos ampliado a oferta de produtos e serviços voltados às pessoas jurídicas, alinhados com a estratégia do Grupo XP de oferecer soluções cada vez mais customizadas para as empresas. Vamos promover uma transformação tão grande quanto a que temos feito em Previdência e Seguro de Vida. Queremos democratizar e simplificar o mercado de planos de saúde e benefícios no Brasil”, destaca Roberto Teixeira, sócio e head da XP Seguridade. 

Bruno Autran, CEO da BTR, vai liderar a nova operação em um momento aquecido do mercado de saúde no Brasil. O empreendedor tem mais de 14 anos de experiência no mercado financeiro, de saúde e seguros. “Os nossos propósitos estão totalmente alinhados e vamos transformar o mercado de saúde para melhorar a vida das pessoas. Nosso objetivo é oferecer uma plataforma completa de gestão de benefícios corporativos, com tecnologia e excelente experiência do usuário, da mesma maneira que a XP já entrega em outras linhas de negócio”, afirma Autran. 

De acordo com dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o setor apresenta tendência de crescimento do número de beneficiários. Dados de abril indicam que existem  mais de 48 milhões de usuários em planos de assistência médica e cerca de 27,6 milhões em planos exclusivamente odontológicos. O total de beneficiários é o maior número registrado desde julho de 2016. Esse acréscimo foi puxado, principalmente, pelos planos coletivos empresariais. O expressivo crescimento tem sido uma causa do chamado efeito pandemia, que conscientizou a população e, em especial as pequenas e médias empresas, sobre a importância da contratação de planos de saúde e odontológicos. 

A gestão de planos de saúde corporativos hoje é um tema prioritário na pauta do mercado corporativo devido ao momento atual de crise sanitária e, também por representar o 2º maior custo às empresas, atrás apenas da folha de pagamentos. “A diversificação de produtos que gerem valor agregado aos clientes e melhorem suas experiências é, e sempre será, o foco da XP Inc.”, complementa Henrique Pocai, sócio e head de Seguros Financeiros e Novos Negócios da XP Inc.

Lançada há pouco menos de 2 anos, a XP Seguridade já possui mais de R$ 25 bilhões de ativos sob custódia, com destaque para as frentes de Previdência e Seguro de Vida. A marca já é a sétima maior do país em previdência e tem liderado as captações líquidas ao longo de 2021, desbancando grandes bancos que há décadas têm se revezado na liderança desse ranking. 

Moody’s Adquire RMS, líder em risco climático e de desastres naturais

Fonte: empresas

A Moody’s Corporation e a RMS anunciaram que assinaram um contrato definitivo para a Moody’s adquirir a RMS, líder no fornecimento mundial de modelagem e análise de risco de desastres naturais e climáticos, por cerca de US$ 2 bilhões do Daily Mail e General Trust plc (LON: DMGT). A aquisição irá aumentar de imediato os negócios de análise e dados de seguros da Moody’s a quase US$ 500 milhões em receita e acelerar o desenvolvimento dos recursos de risco mundial integrado da Empresa para abordar a próxima geração de avaliação de risco. Com mais de 400 modelos de risco cobrindo 120 países, a RMS é líder no fornecimento mundial de modelagem de risco climático e de desastres naturais, atendendo aos setores internacionais de seguros e resseguros de propriedades e acidentes (P&C). Para o ano fiscal finalizado em 30 de setembro de 2021, o RMS deve gerar uma receita de cerca de US$ 320 milhões1 e receita operacional ajustada de cerca de US$ 55 milhões.

“Os líderes atuais enfrentam um mundo complexo e interligado de riscos e partes interessadas”, disse Rob Fauber, Presidente e Diretor Executivo da Moody’s. “No contexto de uma pandemia mundial, a crise climática e os crescentes ataques cibernéticos, nossos clientes devem gerenciar uma gama mais ampla de riscos do que nunca. Estamos animados por acrescentar a RMS e sua equipe de cientistas de dados, modeladores e engenheiros de software de classe internacionalàfamília Moody’s para ajudar a acelerar soluções que permitem aos clientes gerar resiliência e tomar melhores decisões.”

“A Moody’s se adapta de modo excepcionalàRMS e nossos clientes”, disse Karen White, Diretor Executivo da RMS. “Os riscos mundiais são agora mais complexos, conectados e sistêmicos. Mudanças climáticas e eventos catastróficos como climas extremos, pandemias e ataques cibernéticos trazem impactos mais amplos e nocivos em praticamente todos os setores. Compartilhamos a visão de trazer uma plataforma de avaliação de risco mundial e integrada a nossos mercados com metas de percepções de risco mais profundas e sofisticadas e maior resiliência global. Dentro da Moody’s, estou confiante de que a RMS estará apta a acelerar inovações de tecnologia e modelos enquanto combinamos com as ofertas de dados e análises principais da Moody’s para poderosas soluções holísticas. A equipe e eu estamos empolgados em agregar um novo valor aos clientesàmedida que transformamos o modo como somos capazes de entender e mitigar o futuro do risco.”

A aquisição se baseia em bases de clientes e capacidades complementares da Moody’s e RMS nos segmentos de seguros e resseguros de vida e P&C. A Moody’s oferece soluções líderes em risco e finanças para seguradoras de vida, como precificação, gestão de capital, recursos de relatórios financeiros e regulatórios. A RMS oferece soluções abrangentes de modelagem de risco climático e de catástrofes para seguradoras e resseguradoras de P&C, que as permite entender, medir e gerenciar melhor o risco. Mediante mais inovação e uma combinação dos principais pontos fortes e ofertas de ambas as empresas, a RMS irá acelerar de modo significativo a estratégia de avaliação de risco integrada da Moody’s a clientes no setor de seguros e mais além, com recursos significativos em risco climático, cibernético, imobiliário comercial e da cadeia de fornecimento.

Como parte da plataforma Moody’s Analytics, é esperado que a RMS gere até US$ 150 milhões de receita incremental de taxa de execução até 2025. Em uma base GAAP dos EUA, é esperado que a aquisição aumente o lucro por ação diluído da Moody’s em 2025 e, excluindo a amortização do preço de compra, é esperado que seja cumulativa ao lucro por ação diluído e ajustado em 2024.

A Moody’s irá financiar a transação através de uma combinação de dinheiro em caixa e a emissão de uma nova dívida. A aquisição está prevista para ser finalizada no fim do 3º trimestre de 2021, sujeita ao cumprimento das condições usuais de fechamento, incluindo a expiração ou rescisão de quaisquer períodos de espera regulamentares aplicáveis.

Como resultado da aquisição da RMS, a Moody’s atualizou sua orientação para todo o ano de 20212. Agora é esperado que as recompras de ações sejam de cerca de US$ 750 milhões, sujeitas ao caixa disponível, condições de mercado e outras decisões de alocação de capital em curso. Além disto, o lucro por ação diluído da Moody’s para todo os ano de 2021 está projetado agora para situar na faixa de US$ 10,90 a US$ 11,20. A perspectiva de lucro por ação diluído e ajustado da Empresa para 2021 se mantém na faixa de US$ 11,55 a US$ 11,852.

Governo da Grã-Bretanha apoia pacote de US$ 1 bilhão em resseguro para eventos com cobertura para Covid-19

Fonte: Reuters

A Grã-Bretanha lançou um pacote de resseguro apoiado pelo governo totalizando mais de £ 750 milhões de libras (US$ 1 bilhão) na quinta-feira para cobrir eventos ao vivo contra o risco de cancelamento devido à pandemia COVID-19, após intenso lobby da indústria.

As seguradoras retiraram a cobertura do coronavírus das políticas de cancelamento de eventos depois que a pandemia se instalou no ano passado, o que fez com que figuras importantes da indústria do entretenimento, como Andrew Lloyd-Webber, exigissem um esquema apoiado pelo governo para permitir que os eventos prosseguissem.

Festivais, shows e exposições já sofreram cancelamentos devido à falta de seguro durante a pandemia, apesar dos esforços intensos para limitar os riscos à saúde para artistas, equipes de eventos e portadores de ingressos.

O festival de música Womad cancelou seu evento de julho de 2021, citando a relutância do governo em fornecer suporte de seguro.

O governo britânico está agora trabalhando com o mercado especializado de seguros Lloyd’s de Londres para fornecer o plano, disse o Ministério das Finanças em um comunicado.

E os organizadores de eventos poderão, a partir de setembro, adquirir seguro extra contra cancelamento devido às restrições governamentais COVID-19, além do seguro padrão para eventos.

O seguro estará disponível nos sindicatos do Lloyd’s de Londres, incluindo Beazley, Hiscox e Munich Re, com o governo atuando como ressegurador.

“Com este novo esquema de seguro, tudo, desde música ao vivo em Margate a eventos de negócios em Birmingham, pode prosseguir com confiança”, disse o ministro das finanças britânico, Rishi Sunak.

Tim Thornhill, diretor da corretora de seguros Tysers, disse que o esquema era “a notícia de que a indústria de eventos precisava”.

Isso segue um apoio similar de £ 500 milhões para a indústria de cinema e televisão no ano passado, que apoiou 610 produções independentes de cinema e TV.

No entanto, algumas fontes da indústria disseram que o novo esquema de eventos ao vivo era limitado, uma vez que cobre bloqueios do governo, mas não cobre restrições de distanciamento social mais amplo, ou doenças de artistas ou funcionários devido ao COVID-19.

Paul Reed, CEO da Association of Independent Festivals, disse que era “imperativo” que o governo continuasse a trabalhar com a indústria para “garantir que os organizadores possam planejar com mais confiança para 2022”.

Lucro da AIG supera estimativas sobre seguros gerais e ganhos com previdencia

Fonte: Reuters

A American International Group Inc. (AIG) superou as estimativas de lucro do segundo trimestre na quinta-feira, impulsionada pelo forte desempenho em suas unidades de seguros gerais e de vida e aposentadoria.

A seguradora norte-americana registrou receita de subscrição de US$ 463 milhões em seus negócios de seguros gerais no trimestre, em comparação com uma perda de US$ 343 milhões no ano anterior, quando registrou grandes perdas relacionadas à pandemia. A empresa registrou US$ 118 milhões em perdas por catástrofes, em comparação com US$ 674 milhões no ano anterior.

As seguradoras globais enfrentaram no ano passado um aumento acentuado nos pagamentos relacionados à crise de saúde, mas muitas agora viram uma queda nos sinistros relacionados ao coronavírus à medida que as vacinas eram lançadas.

A receita ajustada após os impostos atribuível aos acionistas ordinários da AIG aumentou para US$ 1,33 bilhão no trimestre encerrado em 30 de junho, de US$ 561 milhões um ano antes. Excluindo os itens, a AIG ganhou US$ 1,52 por ação, superando as estimativas dos analistas de US$ 1,20, de acordo com o Refinitiv IBES.

O índice combinado anual de acidentes de seguros gerais da empresa – que exclui perdas por catástrofes – foi de 91,1% no trimestre, em comparação com 94,9% um ano antes. Os prêmios brutos subscritos aumentaram 12%, para US$ 9,5 bilhões no negócio de seguros em geral.

A unidade de vida e aposentadoria da AIG registrou um salto de 26% na receita ajustada antes dos impostos para US$ 1,12 bilhão, impulsionada em parte por maiores retornos de capital privado. O negócio de seguros de vida relatou um lucro ajustado antes dos impostos de US$ 20 milhões, em comparação com US$ 2 milhões no ano anterior, refletindo em grande parte menos mortes causadas pelo surto do vírus.

A AIG planeja usar uma oferta pública inicial para vender parte de seus negócios de vida e aposentadoria, enquanto o Blackstone Group concordou no mês passado em comprar uma participação considerável. A AIG disse na quinta-feira que acredita que o IPO é o próximo passo na separação.

SulAmérica incentiva formação de futuros “campeões” por meio de apoio a Escolinha de Triathlon

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Fonte: SulAmérica

A SulAmérica apoia, pelo segundo ano consecutivo, a Escolinha de Triathlon Formando Campeões. Mais de 200 crianças e adolescentes, com idades entre 8 e 17 anos, são beneficiados diretamente no projeto, que tem como objetivo transformar a realidade de jovens em todo o Brasil por meio do esporte, em linha com os objetivos de desenvolvimento sustentável que integram a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). A SulAmérica patrocina os núcleos localizados em Aquiraz (CE), Curitiba (PR), Joinville (SC), Campinas (SP) e Ceilândia (DF), por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.

A Escolinha de Triathlon foi idealizada pelo atleta Juraci Moreira, medalhista pan-americano, hexacampeão brasileiro da modalidade e três vezes representante olímpico. O esportista fez sua estreia no triathlon em 1994, ainda aos 14 anos. Desde então, tinha o sonho de apoiar crianças e jovens que não têm condições financeiras de praticar o esporte. De caráter educativo, a iniciativa busca reforçar valores importantes do triathlon, como disciplina, determinação, responsabilidade, respeito e trabalho em equipe. A campeã sul-americana júnior de triathlon 2018, Gabrielle Lemes, um dos grandes talentos da nova geração do esporte no Brasil, foi descoberta no projeto.

Desde 2008, o Circuito SulAmérica de Música e Movimento já beneficiou mais de 3 milhões de brasileiros por meio de projetos incentivados de cultura e esporte. Neste ano, a companhia apoia 38 iniciativas em todo o país, incluindo 25 projetos socioculturais e socioesportivos sem fins lucrativos que beneficiam mais de 17 mil crianças e adolescentes de baixa renda.

Lucro das seguradoras cai quase 60%, para R$ 3,3 bilhões, no primeiro semestre

prejuízo covid

A conta da pandemia chega de forma dura para as seguradoras. Depois de um ano com boa margem de lucro, diante da queda de acidentes que estimulam o pagamento de indenizações em 2020 diante das restrições de circulação, o primeiro semestre registra um tombo e tanto no ganho das companhias, como mostram os balanços financeiros. O lucro liquido do mercado segurador neste período foi de R$ 3,3 bilhões, uma queda significativa, de 58,87%, diante dos R$ 8,1 bilhões do primeiro semestre de 2020, segundo dados enviados pelas seguradoras para a Superintendência de Seguros Privados (Susep). A safra de balanços está apenas começando, com Bradesco, Itaú, BB Seguridade e Santander. Até o final do mês teremos mais informações além dos números da Susep.

De acordo com a análise dos dados da Susep, a consultoria Siscorp elabora o ranking de lucro do setor. Pela primeira vez em anos, a Bradesco Seguros não está na liderança. Caiu para o terceiro lugar, superada pela BB Seguros e pela Caixa. Assim como ela, a maioria das companhias apresentam queda no ganho, apesar de vendas 19,5% maiores, para R$ 145 bilhões, R$ 23,61 bilhões a mais do que no mesmo período de 2020, um crescimento nominal de 19,4% em relação ao mesmo período de 2020. A sinistralidade do seguro de vida, individual e em grupo, atingiu 88,97% em junho deste ano, abaixo do observado em maio, quando foi de 96,9%. O seguro de vida em grupo contribuiu com a queda na sinistralidade, atingindo 94,1% em junho de 2021, abaixo dos 103,1% observado em maio.

Ontem a maior em vendas divulgou seus resultados. A Bradesco, por ser a maior em vendas do Brasil, sofreu bastante, como revelou o balanço. No primeiro semestre, por sua vez, o resultado recuou 29,8%, para R$ 4,71 bilhões. O lucro da operação representou uma fatia de 17,8% do lucro do Bradesco, contra a contribuição de 33% no mesmo período anterior. Dois fatores pesaram: custos da pandemia e o descasamento entre passivos atrelados ao IGP-M e ativos em IPCA nos planos previdenciários antigos, nao mais comercializados há anos, mas com vários deles ainda ativos.

Também ontem, o Copom aumentou a taxa básica de juros de 4,25% ao ano para 5,25%, com base na preocupação com a alta da inflação. Logo após a decisão, o Credit Suisse elevou sua projeção para a Selic no fim do ano de 7,25% para 8,25% e a XP aumentou a expectativa de 6,75% para 7,25%. A alta da Selic beneficia seguradoras, que administram reservas superiores a R$ 1 trilhão. O ganho acontece pela diferença entre o custo de captação e os juros cobrados dos clientes, diretamente atrelado ao spread bancário.

Uma receita financeira maior também abre margem para políticas comerciais mais agressivas, para aqueles que querem captar mais para aplicar no mercado financeiro. Porém, esta estratégia, sem cuidado, pode também levar a perdas relevantes no ano seguinte, principalmente se houver fatores que impulsionarem o aumento de pedidos de indenizações, como eventos climáticos ou algum acidente causado pelo homem com ataques cibernéticos, reviravolta da economia ou de investigações sobre corrupção, com a Lava Jato.

“Os custos relacionados à covid-19 somam R$ 4,8 bilhões desde o início da crise, e R$ 3 bilhões deles foram contabilizados no primeiro semestre de 2021. A pandemia trouxe a lição de que as pessoas precisam ter seguro de vida, de saúde, e protegerem suas famílias e funcionários”, afirmou Octavio de Lazari Jr., CEO do Bradesco, em teleconferência. Já o resultado financeiro deve ter incremento, com o avanço da Selic.

Segundo Lazari, o pior são as mais de 525 mil mortes no Brasil. “A despesa já aconteceu. É coisa do passado.”  Ele aposta no avanço da vacinação e que isso deve favorecer os resultados, com uma melhora no terceiro trimestre e se aproximando da normalização no quarto. Apesar de estimar que o pior já passou, a recuperação deve aparecer a partir de 2022. O banco projeta agora uma queda entre 15% e 20% para o braço segurador. A previsão anterior era de crescimento entre 2% e 6%. “Acredito que a partir do terceiro trimestre, a seguradora volta a ter uma participação de 15%, 20%, 25% até 30% no resultado do banco”, afirmou.

A boa notícia é a aposta na melhora da jornada do cliente, que rapidamente mostra que esta gostando. “Nós entramos muito forte no mundo digital, na seguradora”, afirmou Lazari. “Já vendemos mais de 1 milhão de itens nesse semestre, só no digital, gerando um faturamento de prêmio de seguros adicional de R$ 700 milhões.” No primeiro semestre, as vendas via dispositivos móveis cresceram 164% na comparação com um ano antes. No período, as vendas de previdência privada e de seguros automotivos avançaram, respectivamente, 91% e 77%.

BB Seguridade tem queda de 23,2% no ganho do 2. tri

A recuperação das receitas de tarifas impulsionou os resultados do Banco do Brasil no segundo trimestre, levando a um lucro de R$ 5,039 bilhões, com alta de 2,6% no trimestre e 52,2% em 12 meses. As menores provisões para devedores duvidosos (PDD) fizeram o banco revisar para cima sua estimativa de lucro em 2021. A BB Seguridade informou que teve lucro ajustado de R$ 753,702 milhões no segundo trimestre de 2021, uma queda de 23,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em relação ao primeiro trimestre, houve baixa de 22,9%. 

Os prêmios emitidos na subsidiária BrasilSeg somaram R$ 3,150 bilhões, com queda anual de 22,2% e avanço de 36,0% na margem. As reservas de previdência aumentaram R$ 5 bilhões e a arrecadação com títulos de capitalização ficou em R$ 955 milhões. O índice de sinistralidade ficou em 51,1% no segundo trimestre, de 37,8% nos três meses anteriores e 31,4% no segundo trimestre de 2020. O índice combinado, que mostra a eficiência operacional e, quanto menor, melhor, ficou em 89,9%, de 81,4% e 77% na mesma base de comparação. Considerando a expectativa de melhora do cenário no segundo semestre, com a evolução da vacinação e a retomada mais plena da atividade econômica, a BB Seguridade decidiu revisar suas projeões para cima.

Itaú gama R$ 3,7 bilhões no semestre com seguros

No semestre, o resultado do banco com seguros chegou a R$ 3,7 bilhões, estável em relação ao mesmo período do ano passado. Foram mantidas expectativas para receita de serviços e resultado de seguros, entre 2,5% a 6,5%. 

Santander ganha quase R$ 1 bilhão em comissões de seguros

O Santander Brasil obteve lucro líquido gerencial de R$ 4,1 bilhões no segundo trimestre de 2021, o que representa alta de 98,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior e avanço de 5,4% ante o trimestre imediatamente antecedente. Comissões de seguros saltaram 23,9%, a R$ 920 milhões.

Abaixo, o ranking de lucro elaborado pela consultoria Siscorp

Liberty Mutual lucra US$ 1,6 bi no semestre e vendas avançam 7,2%, para US$ 21,2 bi

A Liberty Mutual Holding Co. Inc. registrou lucro líquido de US$ 769 milhões no segundo trimestre, em comparação com um prejuízo líquido de US$ 320 milhões no mesmo período do ano anterior. No semestre, o lucro foi de US$ 1,6 bilhão, muito acima dos US$ 214 milhões do mesmo período em 2020.

O presidente e CEO da Liberty Mutual, David Long, disse durante teleconferência com analistas que não houve perdas diretas da COVID-19 nos últimos resultados. A seguradora relatou uma queda de 100% nos sinistros relacionados ao coronavírus em comparação com o segundo trimestre do ano passado e se beneficiou da recuperação da economia. A receita total aumentou 15,9% para US$ 11,8 bilhões, de US$ 10,2 bilhões no mesmo período do ano anterior. No semestre, alta de 7,2%, para US$ 21,2 bilhões.

Em um comunicado, Long disse que os resultados do trimestre se beneficiaram do forte desempenho contínuo da carteira de investimentos, que gerou US$ 1,4 bilhão de receita líquida de investimentos antes dos impostos. Ele disse que os resultados de subscrição também foram “favoráveis”, já que o índice combinado da seguradora melhorou para 98,1% de 105,2% no período do ano anterior, e o prêmio líquido subscrito cresceu 10,9%, para US$ 10,8 bilhões.

As perdas por catástrofe caíram 24,8% em comparação com o segundo trimestre do ano passado. Segundo o grupo, os riscos relacionados à pandemia podem continuar dependendo de “desenvolvimentos que são altamente incertos e não podem ser previstos, incluindo desenvolvimentos de litígios, ações legislativas ou regulatórias e intervenção, a duração e gravidade do coronavírus, bem como o andamento de aceitação das vacinas pela população que ainda nao se vacinou, entre outros.