Setor segurador encerra primeiro trimestre com alta de 10,3%, para R$ 71,2 bilhões

 A arrecadação do setor segurador expandiu 10,3% no primeiro trimestre do ano se comparado com o mesmo período de 2020, totalizando R$ 71,2 bilhões, sem saúde e sem DPVAT. O resultado foi influenciado pela forte demanda do segmento de Danos e Responsabilidades, com alta de 12,8% (na comparação dos trimestres), e de Vida e Previdência, com incremento de 10,2%. A Capitalização cresceu 3,3% no comparativo dos primeiros trimestres de 2020 e 2021. Os dados constam da nova edição da Conjuntura CNseg (nº 43), publicação da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg. As provisões técnicas somaram R$ 1,206 trilhão em março, 8,9% acima do mesmo mês do ano passado.

O desempenho do primeiro trimestre do ano, embora importante, permanece abaixo do registrado no quarto trimestre de 2020 (-6,2%) e do mesmo trimestre de 2019 (-3,5%), este último antes da pandemia do novo coronavírus. “A despeito dessa recuperação, o setor de seguros ainda não conseguiu obter o mesmo resultado do trimestre antecedente, o último de 2020, estando R$ 4,7 bilhões (6,2%) distante dele. O mesmo se observa na comparação com o último trimestre pré-pandemia do Coronavírus – o 4º trimestre de 2019, desta vez a distância sendo menor, de R$ 2,6 bilhões (3,5%)”, escreve o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, no editorial da Conjuntura 43.

Segundo ele, o desempenho acumulado até março, porém, fez o setor manter a dianteira de crescimento sobre outros setores da economia – com exceção do agronegócio -, ratificando o acerto da guinada digital das seguradoras em resposta às restrições à mobilidade da população, que se repete neste ano em virtude do agravamento da pandemia. “O pano de fundo dessa demanda é a crescente preferência da população pela proteção contra riscos, o aumento da confiança de empresas e famílias nas seguradoras, o avanço tecnológico que permite velocidade da inovação em produtos e serviços e a ampliação da concorrência intrassetorial”, assinala Marcio Coriolano.

A evolução de prêmios no primeiro trimestre repete a heterogeneidade entre ramos e modalidades de seguros, em razão dos efeitos diversos da crise epidemiológica e econômica sobre as preferências dos clientes e consumidores dos diferentes produtos e serviços, constata o Presidente da CNseg.

Marcio Coriolano explica que “na ótica de 12 meses móveis, que é a melhor medida tendencial, a exclusão do mês de fevereiro de 2020 e concomitante inclusão do mês de março daquele ano na base de comparação traz um efeito estatístico de sinal positivo, já que este último mês foi de baixa arrecadação (o primeiro a ser atingido pela pandemia), levando agora a crescimento setorial de 2,0% (0,1% em fevereiro e 0,3% em janeiro)”.

Na margem (mês contra mês anterior), o comportamento do setor também foi positivo: alta de 12% em março sobre fevereiro (sem saúde e sem DPVAT), depois da queda de 10,1% em fevereiro contra janeiro. Em março (R$ 24,7 bilhões de prêmios), os ramos que cresceram acima de dois dígitos foram o Rural, com 96,6%, Marítimos e Aeronáuticos, com 66,8%, Crédito e Garantias, com 21,6%, seguidos de Transportes (15,1%), Automóveis (14,1%), Planos de Vida-Risco (12,7%) e Planos Previdenciários de Acumulação (11,3%). Capitalização evoluiu com 9,4%.

Na comparação entre março e o mesmo mês do ano passado, que ameniza sazonalidades, o progresso foi significativo, também na casa dos dois dígitos (23,4%), assinala o editorial. Destacaram se ramos de maior densidade setorial em arrecadação absoluta, como Plano de Acumulação VGBL com crescimento de 48,9%; Planos de Vida-Risco, 10,4%; Automóvel, 5,8%; Patrimonial, 6,6%; Rural: 42,1%; e Transportes, 31,5%.

Projeção para o PIB avança, mas preocupação com a inflação aumenta em todo o mundo, comenta economista da CNseg

Pedro Simoes, CNseg

A onda de bons indicadores tem feito os analistas econômicos elevaram suas projeções para o PIB este ano. Pela quarta semana consecutiva subiu a mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021, desta vez de 3,21% para 3,45%, no Boletim Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira, 17. “No primeiro trimestre, a alta acumulada do IBC-Br é de 2,3%, indicando que, ao contrário das expectativas anteriores, pode haver crescimento do PIB no período. Ainda assim, a projeção para o crescimento do PIB em 2021 permanece abaixo do carregamento estatístico (3,6%), fato para o qual temos chamado atenção há muitos meses”, comenta Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

Um dos destaques do Boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg desta semana é a alta das projeções para a inflação, com reflexo no cenário para os juros. “O mundo está preocupado com a inflação, tanto nas economias centrais quanto nas emergentes, com relatos de escassez ou elevação de preços de insumos de produção e materiais básicos, além dos alimentos. Seja por qual razão for, a atividade menos aquecida do que o esperado não impediu que a inflação na maior economia do mundo, os EUA, acelerasse, sendo a mais alta dos últimos 13 anos, e isso tem despertado questionamentos sobre a eficácia das fortes medidas de estímulo do governo Biden”, alerta e economista. 

Leia a o boletim completo no portal da CNseg, na aba Estatísticas/Expectativas Econômicas

Susep inicia coleta de sugestões para os manuais do Open Insurance

Fonte: Susep

Dando continuidade ao processo de implementação do Open Insurance no mercado segurador brasileiro, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) irá lançar os manuais do Open Insurance. Para isso e dada a pertinência do tema, a Autarquia receberá, até o dia 17 de junho, sugestões para a elaboração da versão final dos documentos. Esta é mais uma importante etapa para o avanço do projeto, cuja primeira fase de implementação deve ser concluída até dezembro de 2021. 

Em processo de consulta pública desde o dia 22 de abril, o Open Insurance é um ambiente que permite o acesso mais fácil para o consumidor aos produtos e serviços de seguros, através do compartilhamento de dados com outras seguradoras ou terceiros, de forma segura, ágil, precisa e conveniente. O projeto permitirá a criação de produtos mais customizados e mais adequados às necessidades dos consumidores e uma funcionalidade mais amigável, o que gerará oportunidades de desenvolvimento para o setor de seguros como um todo. 

Com o detalhamento dos requisitos técnicos e dos procedimentos operacionais a serem observados pelas sociedades participantes do Open Insurance, os manuais são ferramentas fundamentais no avanço do processo de implementação do ecossistema.  

Serão cinco manuais ao todo. Para a implantação da primeira fase, a Susep irá publicar quatro manuais, que discorrerão, de forma detalhada, sobre os requisitos técnicos e procedimentos operacionais que as sociedades seguradoras deverão observar no ambiente do Open Insurance. Em linha com os manuais apresentados pelo Banco Central para o Open Banking, a Susep está elaborando os manuais de Escopo de Dados e Serviços do Open Insurance, APIs do Open Insurance, Serviços Prestados pela Estrutura Responsável pela Governança do Open Insurance, e Segurança do Open Insurance.  

Com o objetivo de compatibilidade entre o Open Banking e o Open Insurance, os manuais, onde possível, possuem estrutura e definições idênticas aos manuais apresentados pelo Banco Central do Brasil para o Open Banking. As maiores diferenças entre os manuais elaborados ao se comparar com os manuais do Open Banking podem ser observadas no manual de escopo de dados e serviços que retratam as características de negócio do setor de seguros, previdência complementar aberta e capitalização.  

Durante a primeira fase, o Open Insurance irá abranger somente algumas linhas de negócios. Assim, o manual de Escopo de Dados engloba os produtos de seguros compreensivos residenciais, seguros de automóveis, seguros de pessoas, planos de previdência complementar aberta e capitalização. 

Segunda etapa 

O manual que aborda a Experiência do Cliente do Open Insurance será lançado futuramente, pois faz parte da implementação da segunda fase do projeto, prevista para maio de 2022. 

As sugestões para os manuais, cujas minutas podem ser acessadas pelos links abaixo, devem ser enviadas para o e-mail openinsurance@susep.gov.br até o dia 17 de junho. Os e-mails devem, necessariamente, indicar (i) nome e afiliação do autor da sugestão, (ii) o manual que está sendo feita sugestão e (iii) a seção do documento. 

Bradesco Saúde amplia rede Meu Doutor Novamed no Rio e em São Paulo

Fonte: Bradesco

Como parte do investimento de R$ 60 milhões em sua expansão, a rede de clínicas “Meu Doutor Novamed”, do Grupo Bradesco Seguros, inaugura, hoje, dia 17 de maio, duas unidades, sendo uma no bairro do Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro, e outra em Santo Amaro, capital paulista. A rede tem como pilar o modelo de Atenção Primária à Saúde (APS), com ações e projetos que garantem resolubilidade e coordenação integral de todo o cuidado à saúde do beneficiário. O trabalho demonstra altos índices de satisfação e é baseado em médicos generalistas e equipes multidisciplinares, que redirecionam o paciente para especialistas quando necessário.  

Em cinco anos, a rede de clínicas conta com 23 unidades (sendo 7 no modelo in company) e tem previsão de chegada a outras capitais, como Recife e Salvador, tendo chegado a Belo Horizonte e Curitiba nos últimos meses. As clínicas Meu Doutor Novamed alcançaram a marca de 136 mil atendimentos realizados em 2020, tendo como diferencial as consultas por livre demanda devido aos casos de suspeita de Covid-19 durante a pandemia.  

“Para 2021, estimamos a abertura de nove unidades das clínicas Meu Doutor Novamed. Desde o início da pandemia, a Bradesco Saúde e a Mediservice criaram uma rede de apoio por meio das clínicas, além de consultórios do programa Meu Doutor e clínicas referenciadas”, conta Thais Jorge, diretora da Bradesco Saúde e Mediservice. 

O atendimento primário, que cuida do indivíduo de forma integral e busca a promoção da saúde e prevenção de doenças, é uma tendência mundial e vem crescendo muito no Brasil. Segundo a OMS, esse tipo de atendimento é capaz de resolver cerca de 80% das demandas por cuidados de saúde, reduzindo em 17% as internações e em 29% a procura por serviços de urgência e emergência.  

Nas unidades são oferecidas consultas médicas nas especialidades: Ginecologia, Otorrino, Ortopedia, Dermatologia, Geriatria, Cardiologia, Medicina da família (Clinica Médica), Endócrino, Pediatria, Gastro, Oftalmo, Urologia, Psicologia  e Nutricionista. Outro diferencial é o uso do prontuário eletrônico, que garante a integração de dados dos pacientes, facilitando no atendimento e no diagnóstico mais eficaz. 

“Todas as informações do paciente ficam armazenadas para futuras consultas, oferecendo praticidade aos nossos beneficiários e informações relevantes ao nosso corpo médico”, explica Aline Thomasi, superintendente de operações da rede Meu Doutor Novamed.  

Mondial Assistance e Seguros SURA Brasil firmam parceria

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Fonte: Mondial

A Mondial Assistance, marca especialista em assistência 24 horas da Allianz Partners, firmou uma nova parceria. Agora, todos os serviços da Seguros SURA Brasil contam com a assistência 24h da companhia. Presente em nove países da região, a Seguros SURA atua no Brasil desde 2016 com foco em seguros para empresas e pessoas, atuando em diversos ramos, tendo sua estratégia atual voltada em entregar bem-estar, competitividade e sustentabilidade, a partir da gestão de tendências e riscos, ampliando a visibilidade de seus clientes e antecipando possíveis riscos. A seguradora faz parte de um dos maiores grupos do segmento na América Latina, a SURAMERICANA.

O atendimento da Mondial Assistance contará com uma operação exclusiva para a assistência 24h, além do suporte de sua célula médica para atendimentos em Vida e Saúde e mais de 12 mil prestadores de serviço espalhados por todo o Brasil. 

O CEO da Allianz Partners, Vincent Bleunven, acredita que a nova parceria trará bons resultados para ambas as partes. “Um parceiro como a Seguros SURA Brasil traz para nós amplitude nos negócios. Possuem forte atuação em frotas de grandes empresas e transportadoras, trazendo uma nova estratégia de mercado de expansão no segmento de Vida e Saúde, além dos Massificados. Estamos muito animados com essa parceria”, explica o CEO.

“Além de agregar valor na entrega aos nossos clientes, com serviços dedicados exclusivamente para o seu atendimento, vamos continuar sendo relevantes no seu dia a dia através da qualidade e eficiência já reconhecida da Mondial Assistance, o que nos deixa bastante confiantes para o sucesso dessa parceria”, afirma Eduardo Guedes, Vice-presidente de TI, Operações e Sinistros da Seguros SURA.    

As operações começaram no dia 30 de abril para todo o portfólio da seguradora. A Mondial Assistance realizará o atendimento em Assistência 24 horas, contando com estrutura dedicada. 

Allianz registra lucro liquido de 2,6 bi de euros no primeiro trimestre, alta de 83%

Oliver Batt CEO do Grupo Allianz (6)

A Allianz divulgou que o lucro líquido atribuível aos acionistas no primeiro trimestre de 2021 aumentou 83,4%, passando para 2,6 (1,4) bilhões de euros, impulsionado predominantemente pelo crescimento do lucro operacional e, em menor medida, por um melhor resultado não-operacional que acompanhou o menor número de incapacitações. Impostos de renda mais altos tiveram efeito ligeiramente compensador.

O Lucro Básico por Ação (EPS) aumentou 85,2%, para 6,23 (3,36) euros. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (RoE) anualizado totalizou 16,7% (ano inteiro de 2020: 11,4%).  O Coeficiente de Capitalização Solvency II permaneceu em 210%, no fim do 1º trimestre de 2021, comparado aos 207%, no término de 20202.  

O lucro operacional aumentou 44,8%, chegando a 3,3 (2,3) bilhões de euros, com todos os segmentos de negócios contribuindo. No segmento de P&C (Propriedades e Responsabilidades), o lucro operacional cresceu fortemente devido a um resultado mais elevado na subscrição, sob o impulso da normalização em sinistros decorrentes de catástrofes naturais e menores perdas por atrito – esta última categoria sofreu altas perdas relacionadas à COVID-19 no primeiro trimestre de 2020. Em nosso segmento de negócios de Vida/Saúde, o lucro operacional aumentou significativamente, como resultado de uma recuperação da margem de investimento. 

As receitas totais declinaram 2,6%, ficando em 41,4 (1T/2020: 42,6) bilhões de euros e estáveis em relação ao ano anterior, após ajustado o valor para efeitos de câmbio e consolidação (crescimento da receita interna no 1T/2021: -0,4%). O crescimento do lucro operacional do nosso segmento de Gestão de Ativos se beneficiou de uma média mais elevada de ativos de terceiros sob gestão, do aumento nas taxas de desempenho, bem como da rígida disciplina de custos.

“A Allianz começou o ano com excelentes resultados em todos os segmentos de negócios. Este é um começo encorajador para 2021 e nos deixa confiantes para alcançar nossas metas para o ano”, declarou Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz.“Vimos um forte conjunto de resultados em todos os segmentos de negócios. Como nosso negócio bem diversificado lidou muito bem com os desafios da pandemia, vejo claramente um retorno ao nosso poder de rendimento habitual”, disse Giulio Terzariol, CFO do Grupo Allianz. “Com a melhoria das condições operacionais e uma capitalização saudável, a Allianz está bem equipada para crescer lucrativamente.”

Seguro P&C: forte lucratividade com Índice Combinado na meta de 93%

  • As receitas totais atingiram 19,7 (20,3) bilhões de euros no 1º trimestre de 2021. Com a correção para transposição cambial e os efeitos de consolidação, o crescimento interno totalizou -1,6%, conduzido, principalmente, por um efeito de volume negativo de 4,8% e um efeito de preço positivo de 3,5%. Os principais contribuintes para esse declínio foram Allianz Partners, Reino Unido e Alemanha; em contraste, particularmente, AGCS, Euler Hermes e a Turquia registraram crescimento interno positivo.
  • O lucro operacional teve alta acentuada de 46,6%, passando para 1,5 bilhão de euros no 1º trimestre de 2021, comparado com o mesmo período do ano anterior. Um resultado de subscrição significativamente mais elevado se beneficiou de uma redução nas perdas decorrentes de catástrofes naturais e de efeitos pouco significativos da COVID-19. O rácio de despesas também melhorou ligeiramente.
  • O Índice Combinado melhorou 4,7 pontos percentuais, passando para 93 (97,8)% no 1º trimestre de 2021.

“Nosso segmento de P&C está em boa forma, conforme ficou demonstrado por nosso saudável Índice Combinado. Vejo um claro progresso em direção à nossa ambição de 93% para o ano inteiro, apoiada por um forte desempenho de subscrição”, afirmou Terzariol. “Nós permanecemos disciplinados na nossa subscrição e continuamos com foco em ganhos de produtividade.”

Seguro de Vida/Saúde: forte crescimento no valor do negócio e no lucro operacional

  • O (PVNBP) ou Valor Atual dos Prêmios dos Novos Negócios aumentou para 19,5 (18,0) bilhões de euros, no 1º trimestre de 2021. Isso foi em grande parte atribuível aos maiores volumes de venda de produtos unit-linked na Itália, bem como na região Ásia-Pacífico.
  • A Margem de Novos Negócios (NBM) cresceu para 2,9 (2,7)%,  assim como os efeitos negativos das taxas de juro em declínio foram amplamente compensados pela revisão de preço dos produtos e pelo mix de negócios melhorado, com uma mudança  contínua na direção das linhas de negócio preferíveis. O Valor de Novos Negócios (VNB) aumentou para 558 (494) milhões de euros no 1º trimestre de 2021. 
  • O lucro operacional aumentou para 1,3 (0,8) bilhão de euros no 1º trimestre de 2021, puxado em sua maior parte por uma recuperação na margem de investimento. Nos Estados Unidos, desdobramentos positivos do mercado levaram, sobretudo, a um maior rendimento dos investimentos resultantes do nosso negócio de renda vitalícia com índices fixos. Além disso, na Alemanha e França, nós tivemos menos incapacitações – comparado ao alto nível registrado no 1º trimestre de 2020. Outros fatores que contribuíram para isso foram as taxas de administração mais elevadas dos unit-linked (contratos de seguro ligados a fundos de investimento) na Itália.

“O sólido valor dos novos negócios e o crescimento no lucro operacional mostram claramente que nosso segmento Vida e Saúde está em boa forma”, disse Giulio Terzariol. “Nosso mix de negócios melhorou ainda mais e contribuiu positivamente para que nossas margens sejam saudáveis. Espero a continuidade da sólida performance operacional nesse segmento de negócio.”  

Gestão de Ativos: ativos de terceiros sob gestão atinge nível recorde

  • Os Ativos de Terceiros Sob Gestão (AuM) cresceram 63 bilhões de euros, atingindo 1,775 trilhão de euros no 1º trimestre de 2021, comparado ao final de 2020. Essa evolução foi impulsionada por efeitos positivos da transposição de moeda estrangeira da ordem de 49,6 bilhões e por entradas líquidas de 37,8 bilhões de euros – os maiores ingressos trimestrais desde o 4º trimestre de 2017. Esses desdobramentos positivos foram parcialmente compensados por efeitos de mercado adversos de 20,7 bilhões de euros.
  • O total dos ativos sob gestão aumentou para 2,432 trilhões de euros no 1º trimestre de 2021, uma evolução em linha com os ativos de terceiros sob gestão. 
  • Comparado ao 1º trimestre de 2020, o lucro operacional aumentou 10%, atingindo 747 (679) milhões de euros no 1º trimestre de 2021, enquanto as receitas cresceram, impulsionadas, principalmente, por uma média mais elevada de AuM, taxas de performance mais altas e a integração da Allianz Real Estate. Com a correção para os efeitos da transposição cambial, o lucro operacional cresceu 17,9%. A Relação Custo-Rendimento (CIR) melhorou 2,4 pontos percentuais, indo para 59,3% ao final do 1º trimestre de 2021, em comparação com o 1º trimestre de 2020.  

“Nosso negócio de Gestão de Ativos segue crescendo e tem desempenho muito bom”, afirmou Giulio Terzariol. “Ativos sob gestão em nível recorde e nossa comprovada capacidade de administrar nossa base de custo eficazmente permitem prever um desenvolvimento saudável da nossa rentabilidade operacional ao longo deste ano.

BB Seguros lança serviços para residência

Rodrigo Caramez

A BB Seguros, holding que concentra os negócios de seguros, previdência, capitalização e planos odontológicos do Banco do Brasil, lança uma série de serviços para viver e morar melhor, além da cobertura de danos causados por água, segurando residências em qualquer localidade, seja na praia, no campo ou na cidade. “Nossa ideia foi conceber um produto para despertar o desejo de nossos clientes. Desenhamos um novo seguro que, além da proteção, possui benefícios que agregam ainda mais valor ao conceito do lar, diferenciais que nenhum outro concorrente possui, o que certamente irá contribuir com o trabalho de quem está no dia a dia nas agências do Banco do Brasil ofertando nossas soluções. Por isso, desde o início do projeto focamos em ouvir atentamente clientes e funcionários para ressignificar o seguro residencial em linha com o propósito do Banco do Brasil, que é cuidar do que é valioso para as pessoas”, conta Pedro Bramont, diretor de Tecnologia, Inovação e Negócios da BB Seguros. 

De acordo com um estudo encomendado pela plataforma de imóveis Quinto Andar e conduzido pelo instituto Offerwise, 73% dos brasileiros passaram a enxergar suas casas de maneira diferente durante a pandemia. “A evolução da relação dos brasileiros com as suas residências tem reforçado a transformação na cultura de consumo de proteção no país. Fica muito claro o aumento da intenção de cuidar e proteger os domicílios, que são agora também, em muitos casos, ambientes de trabalho. Entendemos isso como algo positivo, em um segmento com muito espaço de crescimento, uma vez que no Brasil somente 15% dos lares são segurados atualmente”, comenta Rodrigo Caramez, presidente da Brasilseg, uma empresa BB Seguros. 

São três opções de planos: Essencial, Prático e Total. Todos com coberturas para incêndio, queda de raio, explosão e fumaça, danos elétricos, danos por fenômenos naturais como ciclone, furacão, vendaval e granizo, danos por água, danos por queda de aeronaves e impactos de veículos terrestres. No plano Prático o cliente conta também com cobertura para quebra de vidros, roubo e furto de bens mediante arrombamento. O produto cobre também bens relacionados com as atividades comerciais, exercidas no interior da residência, por microempreendedor individual (MEI). São 13 tipos de atividades aceitas pela BB Seguros para a extensão de cobertura. 

Já no plano Total, o segurado pode contar com todas as coberturas anteriores, além de despesas emergenciais para perda ou pagamento de aluguel e cobertura de responsabilidade civil familiar para danos não intencionais a terceiros, sejam eles materiais ou corporais, como ataque de animais domésticos, queda acidental de um objeto de um apartamento, bola quebrando uma vidraça, entre outros. Além das coberturas, no plano Total ainda é possível escolher um dos benefícios adicionais e exclusivos: projeto de decoração de um cômodo feito por plataforma on-line, fechadura eletrônica ou assistente virtual. A cada renovação, o segurado pode escolher um novo benefício. 

Cobertura de danos causados por água 

A cobertura de danos causados por água, uma das principais novidades do seguro residencial da BB Seguros, passa a incorporar os danos provocados por alagamentos, rompimento de tubulações e água proveniente de chuva ou temporal, quando oriundas do telhado, laje ou forro da residência segurada. 

Assistências especiais e redução do impacto ambiental 

O novo seguro residencial oferece ainda uma série de assistências para os planos Prático e Total que reforçam o compromisso da BB Seguros com o meio ambiente e trazem diferenciais inéditos. 

O descarte sustentável de móveis e eletrônicos ajuda a reduzir o impacto ambiental causado por peças e componentes destes itens. Já o fornecimento de peças e materiais nos principais serviços de ambos os planos é um diferencial exclusivo do novo seguro residencial da BB Seguros. O limite desta cobertura é de até R﹩ 100 por acionamento. 

No plano Prático as assistências estão divididas em quatro grupos: Casa em Apuros, Casa Funcionando, Casa Arrumada e Casa Limpa. 

Com o Casa em Apuros o segurado é capaz de solucionar emergências e imprevistos como chaveiro, eletricista, encanador, desentupimento, cobertura provisória de telhado e limpeza após sinistro. 

No Casa Funcionando, é possível acionar o seguro para conserto em aparelhos da linha branca, ar-condicionado e televisão, e a instalação e conversão de fogão e cooktop. 

Já o Casa Arrumada inclui substituição de lâmpadas e reatores, instalação de antenas, pias, cubas, tanques, ventiladores, cortinas, lustres e spots, montagem de móveis e o serviço de “personal organizer”. Outra assistência do grupo é o descarte sustentável de móveis e eletrônicos. 

O grupo Casa Limpa inclui serviços de limpeza de calhas, ralos, sifões, caixa de gordura, ar-condicionado e caixa d´água. O serviço ainda dá direito à solicitação de caçamba para retirada de entulhos e à limpeza de painéis solares, privilegiando o uso de energia de fontes renováveis. 

No plano Total o segurado conta com todas as assistências do plano Prático e mais outros dois grupos: Casa Sem Praga que oferece dedetização, desratização e descupinização, e Casa Segura, que incluiu manutenção de aquecedor a gás, instalação de fechadura eletrônica, tela de proteção, olho mágico e aplicação de película em box. Nesse grupo também está inserido o serviço de adaptação de espaços para crianças, idosos e para a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. 

Custo que cabe no bolso e comodidade para o segurado 

No Brasil ainda há a percepção de que o seguro residencial é algo caro, ligado ao valor do imóvel, e que segue parâmetros semelhantes ao da contratação de um seguro para carros. 

O conjunto de assistências e benefícios do novo seguro residencial da BB Seguros evidencia ainda mais o custo-benefício deste tipo de produto, ao diminuir drasticamente as despesas extras na gestão do lar, já que muitas vezes a mensalidade é menor do que o valor de uma visita técnica somado ao reparo de um determinado item. 

“É um produto que traz comodidade, segurança e que auxilia decisivamente na gestão da casa. Sua intenção é ajudar os clientes a viverem melhor. É importante que o segurado saiba que não é só diante de problemas e acidentes que o seguro residencial se torna útil. É para os imprevistos do dia a dia também”, destaca Caramez. 

AXA investe em estratégia “fidigital”, ou seja, um modelo híbrido de vendas física e digital em parceiros de negócios

A AXA Brasil tem uma participação importante no segmento de afinidades, que são as vendas de seguros por meio de varejistas, fintechs, canais bancários e empresas de serviços. Quer mais. O grupo informa ter mantido o crescimento das vendas nesses contratos no ano passado e espera seguir o ritmo em 2021 com a otimização de ações iniciadas em anos anteriores e que agora rendem frutos com a consolidação do investimento em tecnologia, pessoas e produtos. “Lançamos produtos e serviços na nossa base atual de clientes, o que fez crescer nosso faturamento, e conquistamos novos parceiros que buscam ampliar o leque de produtos ao perceberem o valor agregado do seguro na proteção e fidelização de seus clientes”, afirma Sébastien Guidoni, vice-presidente de Parcerias, Estratégia e Finanças.

Além de seguros de pessoas, como vida, prestamista e acidentes pessoais, o seguro de garantia estendida de produtos e de proteção de celular são os carros chefes nos contratos de parceiros. Os contratos da AXA com parceiros agregam ao grupo francês 1,5 mil pontos de vendas, o que exige investimentos em treinamento e campanhas comerciais. Para atendê-los bem, criou uma infraestrutura de prestadores de serviços para atendimento dos segurados.

Diante de um canal de distribuição tão diverso, a seguradora investe pesado em modelos de venda e serviços híbridos, chamado de “fidigital”, ou seja, físico e digital. “De nada adianta agregar serviços sem dar ao cliente uma rede de prestadores que ele possa usar os serviços como de telemedicina com direito a consultas e compra de remédios com descontos”, afirma.“O consumidor figital de serviços e seguros espera uma experiência de uso fluida, sem atritos. Para entregar isso, temos aprimorado constantemente nossos canais de atendimento e ecossistemas de serviços pós-vendas para segurados que adquirem nossos serviços”. 

O executivo cita dois programas que criam a infraestrutura de oferta e de atendimento. O programa Acelera, que visa vender mais e melhor, tendo como referência as observações dos vendedores para criar um produto aderente às necessidades dos clientes observadas por eles na ponta do consumo. O segundo programa é o Valoriza. Como o próprio nome diz, o objetivo é valorizar a relação com o cliente final, levando a ele exatamente o que precisa para ter seus bens e suas finanças protegidos. Ambos consistem em dar agilidade e fluidez ao serviço prestado. 

“Nossa proposta de valor para parcerias no modelo B2B2C é oferecer soluções que façam diferença no dia a dia das pessoas, com produtos e serviços que funcionem como um remédio para a dor do cliente, que quer conveniência, conforto e maior resiliência financeira”, comenta. O mercado já vem trabalhando a experiência omnichannel há alguns anos, mas durante a pandemia a experiência figital se impôs como nunca antes, de acordo com Guidoni. 

Segundo ele, a estratégia tem sido bem sucedida. Ainda no primeiro semestre, a empresa estima atingir 100 mil apólices do Microsseguro de Pessoas de Doenças Graves com serviços de saúde e telemedicina e entregar a melhor experiência por ter uma rede nacional com mais de 2 mil clínicas, 1,5 mil laboratórios e 12 mil farmácias.  “Afinal, não adianta oferecer uma consulta de telemedicina super eficiente e não ter rede física próxima à casa do consumidor para complementação do atendimento. Da mesma forma, as experiências de reparo ou substituição de produtos para os clientes de Garantia Estendida ou Seguro Celular precisam ter uma esteira simples e fácil de acessar e usar”, justifica.

Com tal mindset e ações implementadas no ano de 2020, com foco na digitalização e na qualidade, o grupo obteve dos parceiros e clientes retornos refletidos no aumento de índices como NPS e no reconhecimento da AXA com o selo RA1000, do Reclame Aqui, onde a avaliação da seguradora tem se mantido superior a 8,0. “Esse ecossistema de serviços, com foco na experiência do cliente e contínuos investimentos em tecnologia, reforça nosso posicionamento junto ao mercado e ratificam nosso apetite para ampliar nossa rede de parcerias no varejo e em ecossistemas digitais tendo o corretor como nosso parceiro nessa jornada”, finaliza Sébastien Guidoni, vice-presidente de Parcerias, Estratégia e Finanças

Seguros Unimed: indenizações confirmadas por Covid-19 ultrapassam R$ 113 milhões

A Seguros Unimed, seguradora do Sistema Unimed, mantém a cobertura especial dos seguros de vida e de renda temporária (Serit) nos casos confirmados de Covid-19. Desta forma, permanece assegurando as indenizações por morte, garantia funeral, invalidez e renda temporária, apesar de as condições gerais das apólices excluírem o pagamento em situações de pandemia e epidemia. As indenizações confirmadas, até abril de 2021, superam R$113 milhões. Em pouco mais de um ano, 8,6mil segurados ou suas famílias foram atendidos pela medida, sendo que 75% desse total correspondem a médicos que atuam na linha de frente e precisaram afastar-se de suas atividades ou vieram a falecer em razão da Covid-19. 

“Para a Seguros Unimed atravessar esse período difícil tornou ainda mais forte o compromisso de cuidar do que mais importa para os nossos clientes: a vida, a segurança da sua família e   proteção ao  futuro”, afirma o diretor-presidente da Seguradora, Helton Freitas. “ Este compromisso é ainda mais relevante quando cuidamos de quem cuida de pessoas. Estamos ao lado dos médicos nessa pandemia, protegendo quem nos enche de esperança de que vamos superar essa crise”, complementa.

Para o Sistema Unimed,maior sistema cooperativo de saúde do mundo – composto por 343 cooperativas de saúde, com assistência para cerca de 17milhões de beneficiários em todo País  é fundamental apoiar esses profissionais nesse momento. 

MAG Seguros fecha parceria com Diamante XP Corretora

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Fonte: MAG

A MAG Seguros, seguradora especializada em seguro de vida e previdência com mais de 185 anos de atuação no país, anunciou a parceria com a Diamante XP Corretora. A parceria foi formalizada no fim de 2020 e a divulgação aconteceu durante o evento de lançamento da corretora, neste último sábado. 

“Para nós, da MAG Seguros, entendemos a parceria como um encontro de propósitos. Sabemos o quanto a Ana Diamante e os seus sócios têm ampla experiência no mercado de seguro de vida, tanto na formação de profissionais qualificados bem como na consultoria personalizada baseada nas necessidades dos seus clientes. Desta forma, unimos toda expertise, qualidade de portfólio, flexibilidade e inovação da nossa seguradora com o brilhante trabalho realizado pelos profissionais da Diamante Corretora”, explica Larissa Althoff, superintendente da MAG Seguros. 

Desde dezembro, a Diamante Corretora pode comercializar as soluções completas da MAG, que atendem as necessidades de proteção patrimonial com capitais de até R$ 30 milhões e processo de contratação diversificada, fácil e ágil. “Tenho a certeza de que esta será uma parceria de muito sucesso e que, juntos, levaremos a proteção e a tranquilidade financeira por meio do seguro de vida a milhares de famílias brasileiras” completa Larissa.